CONTRA O GOLPE, LEVANTE POPULAR OCUPA A SEDE DA REDE GLOBO

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     - Exclusive: Brazil Orders Caixa to Halt Loans to J&F-Sources -

     Nesta quarta-feira (7) o jornal mais importante dos EUA, o The New York Times, traz a notícia exclusiva que segundo fontes, a Caixa Econômica Federal deve deixar de financiar a família de bilionários que acusou o presidente Michel Temer de trabalhar para obstruir a Lava Jato.

    De acordo com duas pessoas, a administração Temer ordenou à gerência da Caixa que não refinanciasse linhas de crédito existentes para a J & F Investimentos SA, holding controlada pela família Batista, relata o diário.

    NYT lembra que os membros da família Batista ofereceram no último mês provas aos promotores de que Temer supostamente trabalhou para obstruir uma grande investigação de corrupção.

    Uma das fontes não identificadas, que é um alto funcionário do governo de Temer, disse que, sob condição de anonimato, ter pedido que a Caixa deixasse de fazer negócios com a J & F em retaliação por acusações contra Temer de Joesley Batista, um membro da família e, em seguida, do presidente da J & F.

    A Caixa cancelou o capital extra para reclassificar alguns dos empréstimos para a J & F, depois de considerá-los mais arriscados do que antes, disse a mesma pessoa. O provisionamento adicional ocorreu depois que a Caixa afirmou o controle de garantias não especificadas apresentadas pela J & F para um empréstimo de financiamento de fusão que já dura dois anos, acrescentou a pessoa.

    A situação ressalta a maneira discricionária em que os credores estaduais são administrados no Brasil, e como os mutuários estão expostos a retaliação se incomodam de algma forma o governo, aponta o Times. A Caixa foi utilizada como uma ferramenta política pela antecessora de Temer, Dilma Rousseff, provocando grandes prejuízos devido a empréstimos imprudentes e decisões de tomada de risco, acrescenta.

    A Caixa disse que fez provisões adicionais relacionadas à J & F, mas não explicou os motivos do movimento. A J & F não quis comentar.

    O escritório de Temer disse em uma declaração por e-mail à Reuters que "os bancos estaduais tomam ações baseadas exclusivamente em critérios técnicos", observando que "decisões baseadas em outros critérios não contam com a autorização do escritório do presidente".

    No cerne da decisão de restringir os negócios da Caixa com a J & F, está um empréstimo de 2,7 bilhões de reais que a família Batista pediu no final de 2015 para comprar uma participação do controle da empresa de marcas de moda Alpargatas SA, disseram as pessoas.

    Perder a Caixa como um credor chave significa que os Batistas terão que recorrer a outros credores ou vender ativos para levantar dinheiro para um grande calendário de reembolso no próximo ano. Uma das pessoas disse que as empresas controladas pela J & F, excluindo a JBS, possuem cerca de 14 bilhões de reais em vencimentos nos próximos 12 meses.

    Os analistas, incluindo a Natalia Corfield, da JPMorgan Securities, disseram que a recente turbulência política e econômica no Brasil corre o risco de diminuir os esforços da Caixa para reduzir os padrões e provisões.

    O movimento surpreendente da Caixa também provocou sinais de alerta entre outros bancos que também são credores da J & F, disse uma das pessoas. Ao conquistar o controle de mais garantias, a Caixa antecipou outros credores e tem menor chance de assumir perdas de crédito se o J & F for padronizado, a mesma pessoa acrescentou.

    Em um comunicado, a J & F disse que "mantém relacionamentos de longo prazo com as instituições financeiras", evitando comentar ainda mais.

    J & F, que representa as iniciais dos pais José e Flora da Joesley, concordou em pagar uma multa real de 10,3 bilhões de reais para se envolver em crimes de suborno, enxertos e outros crimes. O acordo de súplica de Joesley Batista enviou ondas de choque nos estabelecimentos políticos e empresariais do Brasil e corre o risco de acelerar a expulsão de Temer do cargo, disseram analistas.

    A maior parte da multa que a J & F pagará, ou o equivalente a 8 bilhões de reais, será dividida entre o BNDES, um fundo de indenização estatal conhecido como FGTS, bem como dois fundos de pensão para funcionários de Empresas controladas pelo estado.

    A Reuters informou no dia 22 de maio que o BNDES decidiu não estender novos empréstimos à JBS ou à J & F Investimentos até que assinassem um acordo de clemência com procuradores federais.

    Os fundos de pensão e os bancos estaduais investiram ou concediam empréstimos às empresas da J & F em contrapartida de subornos pagos pelos irmãos Batista, de acordo com o testemunho do argumento.

     - TIME ELEGE TEMER UM DOS 5 LÍDERES MAIS IMPOPULARES DO MUNDO - 

    - A versão online da revista norte-americana Time traz Michel Temer como um dos cinco presidentes mais impopulares do mundo. A Time ironizou a situação ao afirmar que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está "bem na fita" ao figurar ao lado de líderes mundiais impopulares como Temer, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, do primeiro-ministro da Grécio, Alexis Tsipras, e do primeiro-ministro da Malásia, Najib Razak.

    Apesar dos escândalos de seu governo, Trump mantém uma popularidade de 40% junto ao eleitorado dos EUA.

    "Seguir uma presidente que sofreu impeachment deveria ser fácil; o nível de exigência estava baixo. Mas o presidente brasileiro, cuja aprovação está em um dígito, descobriu que suceder Dilma Rousseff não foi um passeio no parque", ironiza a Time ao falar da impopularidade de Temer, que é rejeitado por 95% dos brasileiros.

    "O político veterano agora se agarra ao cargo depois que gravações mostraram ele aparentemente negociando pagamento de suborno para silenciar um colega político corrupto. Ele pode em breve ser o segundo presidente brasileiro consecutivo que sofre um impeachment, graças a ligações com o escândalo da Lava Jato", destaca a matéria.

     O golpe baixo que representou a expulsão de Rousseff da chefia de Estado, utilizando para isso como caprichosa arma política o que deveria ser um instrumento estritamente penal, só fez aumentar a sensação geral, dentro e fora do Brasil, de que a corrupção campeia com total liberdade em uma das maiores democracias e economias do planeta, diz editorial do jornal El Pais, um dos mais influentes do mundo - 

    Editorial El País

    A gravíssima crise em que o Brasil se encontra novamente — depois que o presidente Michel Temer está sendo investigado por ter supostamente autorizado subornos ao ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, que está preso, para que ele não revelasse o que sabe — mostra que aqueles que promoveram a destituição da presidenta anterior, Dilma Rousseff, argumentando que isso era necessário para salvar as instituições não poderiam estar mais equivocados ou não podiam ter agido com maior má-fé.

    O golpe baixo que representou a expulsão de Rousseff da chefia de Estado, utilizando para isso como caprichosa arma política o que deveria ser um instrumento estritamente penal, só fez aumentar a sensação geral, dentro e fora do Brasil, de que a corrupção campeia com total liberdade em uma das maiores democracias e economias do planeta.

    Deve-se destacar a admirável independência que a Justiça brasileira demonstrou de forma incessante de alguns anos para cá, certamente sem paralelo em muitos lugares do mundo, incluindo algumas democracias estabelecidas.

    Os juízes e procuradores brasileiros estão resistindo a todo tipo de pressão em um processo que representa uma autêntica catarse e está provocando a agonia de uma classe política e empresarial que não soube estar à altura de uma sociedade comprometida com o desenvolvimento do Brasil.

     LE MONDE: BRASIL COMPLETA UM ‘ANO HORRÍVEL’ DE TEMER NO PODER

     O jornal Le Monde desta terça-feira, 16, traz uma reportagem de página inteira sobre a situação política do Brasil; em texto de uma página, o jornal diz que Temer "tem dificuldade para impor sua legitimidade"; "Desconfortável, ele foge desse 'povo' que gostava tanto de Lula. Impopular, ele evita as cerimônias públicas, com medo de ser vaiado"; jornal francês diz que um ano após a saída de Dilma do poder, a recessão e o desemprego continuam destruindo o país, enquanto os escândalos de corrupção, que não poupam nenhum partido, provocam um vazio político; "Um espaço deserto que apenas Lula consegue ocupar", apesar das acusações de corrupção que também o atingem, analisa o texto


    Rádio França Internacional - O jornal Le Monde que chegou às bancas na tarde desta terça-feira (16) traz uma reportagem de página inteira sobre a situação política do Brasil. Com a chamada de capa "O ano horrível de Temer", a correspondente do vespertino em São Paulo faz um balanço do mandato desse "chefe de Estado acidental" que, segundo o texto, mergulha o país em uma profunda desordem.

    Um ano após ter substituído a presidente de esquerda Dilma Rousseff, Michel Temer, que é "motivo de chacota por seu excesso de solenidade, tem dificuldade para impor sua legitimidade", explica o jornal. "Desconfortável, ele foge desse 'povo' que gostava tanto de Lula. Impopular, ele evita as cerimônias públicas, com medo de ser vaiado", continua o vespertino.

    Para explicar esse contexto, a correspondente traça um perfil do atual presidente, lembrando que ele "representa melhor que ninguém a elite paulista". O texto qualifica Temer, ex-presidente da Câmara dos deputados e professor de direito constituicional de refinado, erudito, fã de poesia, e que usa sempre um vocabulário preciso. "Um aristocrata, que representa o oposto de Lula, o 'pai dos pobres', querido dos mais humildes e que adora pontuar seus discursos com metáforas futebolísticas", compara.

    Do lado político, Le Monde explica que o atual chefe de Estado é um especialista das negociações entre partidos, das alianças e das intrigas. Segundo o vespertino, Temer não é audacioso, e sim oportunista. Ao sentir que a rua começava a protestar contra Dilma, ele se afastou da presidente, se isentando de qualquer responsabilidade nos erros da então chefe de Estado, explica o texto.

    "Traidor para alguns, salvador da Pátria para outros, Temer prometeu, em seu primeiro discurso, reconciliar um Brasil castigado pelo impeachment. Mas seus primeiros passos foram apocalípticos", lembra a correspondente, frisando que o governo do novo presidente era composto apenas por homens, brancos e idosos, projetando uma imagem ultrapassada. Sem esquecer a polêmica tentativa de acabar com o ministério da Cultura e suas declarações desastrosas sobre as mulheres, que irritaram os feministas, enumera o texto.

    Mês após mês, a magra popularidade do presidente desmorona ao ponto de se aproximar de sua antecessora, constata a correspondente, lembrando que os muros das grandes cidades estão repletos de pichações "Fora Temer". Mesmo assim, o chefe de Estado não parece se incomodar, comenta a reportagem. Ele se sentiria apoiado pelo mundo dos negócios de direita para implementar seu impopular programa de reformas estruturais, como a da aposentadoria ou ainda o congelamento dos gastos públicos do país, continua o texto.

    A reportagem lembra que Temer não pretende se candidatar em 2018 e explica que um ano após a saída de Dilma do poder, a recessão e o desemprego continuam destruíndo o país, enquanto os escândalos de corrupção, que não poupam nenhum partido, provocam um vazio político. "Um espaço deserto que apenas Lula consegue ocupar", apesar das acusações de corrupção que também o atingem, analisa o texto.

    Leia na íntegra reportagem do Le Monde.

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