ATLETAS OLÍMPICOS DO JUDÔ FICAM À MÍNGUA

     Corte de verbas da Petrobras deixa atletas olímpicos sem R$ 1,5 milhão em recursos desde agosto de 2016; Além do judô, a Petrobrás cortou o patrocínio aos atletas do boxe, esgrima, remo, levantamento de peso e taekwondo; Mayra Aguiar, duas vezes medalha de bronze (Londres-2012 e Rio-2016) conta que o patrocínio minguou depois da Olimpíada do Rio de Janeiro, disputada em agosto de 2016

     

      A CBJ (Confederação Brasileira de Judô) interrompeu a distribuição de verba de um fundo para premiar judocas medalhistas em Jogos Olímpicos ou Campeonatos Mundiais. Até 2016, a CBJ repartia R$ 1,5 milhão entre os atletas a cada ano. Os recursos vinham, majoritariamente, da Petrobrás. Entre 2013 e 2016, a petrolífera repassou R$ 20 milhões pelo Plano Brasil Medalhas.

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    A bolsa foi suspensa com o fim do patrocínio da Petrobrás ao judô. Mayra Aguiar, duas vezes medalha de bronze (Londres-2012 e Rio-2016) conta que o patrocínio minguou depois da Olimpíada do Rio de Janeiro, disputada em agosto de 2016. Além do judô, a Petrobrás cortou o patrocínio aos atletas do boxe, esgrima, remo, levantamento de peso e taekwondo.

    Campeã mundial da categoria no peso meio-pesado (até 78 kg) em 2014, Mayra reconhece que a CBJ "nunca deixa faltar nada em viagens ou em competições" e que sempre providencia estrutura para os judocas. Entretanto, reconhece que a verba da Petrobrás faz falta. "Acredito que a bolsa deve voltar, porque foi uma luta conseguir. Ela é muito importante e necessária".

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