- JOANNA MARANHÃO RELEMBRA A MARINA DA ALIANÇA FEITA POR ELA COM O PSDB DE AÉCIO -

     - A nadadora pernambucana Joanna maranhão usou sua conta no Twitter para ironizar a postura da ex-senadora Marina Silva (Rede) que condenou, também no Twitter, o que chamou de aliança do "PT, PMDB, PSDB e DEM, que nunca se juntaram para defender saúde, educação e segurança" mas que "agora estão unidos para evitar a punição dos crimes que cometeram".

    Ao comentar a postagem, Joanna destacou: "Nossa senhora da sororidade que me perdoe mas a sra acha que a gente esqueceu sua aliança com Aécio e PSDB em 2014? Ah pfv!", escreveu a nadadora na rede social.

    TEMER PERDOA CRIMES AMBIENTAIS DE RURALISTAS E MARINA FICA EMUDECIDA

     – A volta da escravidão no Brasil não foi o favor final de Michel Temer aos deputados da bancada ruralista, que podem salvá-lo da acusação de obstrução judicial e comando de organização criminosa na próxima quarta-feira. Neste sábado (21), ele concedeu descontos de 60% em multas ambientais de R$ 4,6 bilhões e converteu as penas em prestações de serviços. Mesmo diante desta barbaridade, Marina continua de bico calado.

     Cadê a golpista Ana Paula do vôlei e o fenômeno do oportunismo Ronaldo – o Ronalducho?

     Na semana passada, o covil golpista encaminhou à Câmara Federal sua proposta para a Lei Orçamentária Anual (LOA) que prevê uma redução de 87% nas verbas disponíveis para os programas do Ministério do Esporte. Cadê a provocadora jogadora de vôlei Ana Paula, o “fenômeno do oportunismo” Ronaldo – o 'Ronalducho' – e os outros atletas midiotas?, questiona Altamiro Borges

    Por Altamiro Borges, em seu blog

    Na cavalgada golpista pelo impeachment de Dilma Rousseff, muitos atletas na busca dos holofotes da mídia reforçaram o coro das seitas fascistas e saíram às ruas com os “patinhos amarelos” da sinistra Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) e as camisetas da “ética” CBF. Ingênuos ou não, eles ajudaram a viabilizar o golpe dos corruptos que alçou ao poder a quadrilha de Michel Temer. Na semana passada, o covil golpista encaminhou à Câmara Federal sua proposta para a Lei Orçamentária Anual (LOA) que prevê uma redução de 87% nas verbas disponíveis para os programas do Ministério do Esporte. Cadê a provocadora jogadora de vôlei Ana Paula, o “fenômeno do oportunismo” Ronaldo – o “Ronalducho” – e os outros atletas midiotas?

    Segundo matéria publicada na Folha na terça-feira (19), o cenário para o esporte brasileiro em 2018 será catastrófico. “A proposta do governo para a LOA do ano que vem prevê que a verba disponível para programas do Ministério do Esporte sofra uma redução de 87% na comparação com o cenário já de escassez de 2017. A rubrica ‘concessão de bolsas a atletas’ terá disponível apenas R$ 70 milhões. Com isso, o programa Bolsa Atleta, que custa anualmente mais de R$ 130 milhões, deve sofrer mudanças drásticas, se não acabar. No total, o orçamento para o Esporte, que foi de R$ 1,245 bilhão na LOA de 2017, foi reduzido para R$ 163 milhões no projeto enviado por Michel Temer à Câmara dos Deputados”.

    “O Bolsa Atleta, porém, não é o único problema. Na verdade, é o programa que teve menor corte: ‘só’ perdeu 50%. A rubrica ‘preparação de atletas e capacitação de recursos humanos para o esporte de alto rendimento’, de onde saem recursos para convênios com confederações, foi de R$ 56,6 milhões em 2017 para R$ 7,2 milhões na LOA de 2018. Em 2016, como comparação, foram autorizados R$ 134 milhões. Outra rubrica importante para o esporte de alto rendimento do Brasil, a que trata da ‘preparação de seleções principais para representação do Brasil em competições internacionais’, que foi de R$ 40 milhões em 2017 (ainda que muito pouco disso tenha sido aplicado) e será de apenas R$ 4,8 milhões em 2018”.

    Os cortes não poupam nenhum setor. “Se no orçamento de 2017 havia R$ 60 milhões para a ‘implantação de infraestrutura esportiva de alto rendimento’, em 2018 a previsão é de apenas R$ 13 milhões, o que frustra os planos de quem pretende construir centros de treinamento, como a Confederação Brasileira de Basquete. Para manter a aclamada ‘Rede Nacional de Treinamento’ serão só R$ 20 milhões no ano que vem, contra R$ 100 milhões este ano. O combate ao doping também deverá ter muito trabalho para se manter em pé em 2018. Se já estava difícil realizar as atividades regulamentares com R$ 8,7 milhões previstos em 2017, será muito mais difícil com os R$ 2,7 milhões programados para 2018. Esses recursos precisam pagar não só exames, mas também garantir o funcionamento do deficitário laboratório do Rio de Janeiro”.

    O pior, porém, deve ocorrer na rubrica “implantação e modernização de infraestrutura para esporte educacional, recreativo e de lazer”, que disponibiliza verbas para as pequenas obras em equipamentos públicos espalhados por todo o país. Depois de disponibilizar R$ 462 milhões em 2017, o governo pretende liberar só R$ 7 milhões em 2018. “Além disso, não há qualquer referência à ‘implantação dos Centros de Iniciação ao Esporte’, que mereceram R$ 200 milhões no orçamento deste ano”. Ou seja: o golpista Michel Temer está inviabilizando qualquer perspectiva de futuro para o esporte nacional.

    Será que a jogadora Ana Paula, que vibrou com o golpe – “enquanto os petistas choram, existe um sopro de esperança que começa”, postou a babaca no Twitter no dia da aprovação do impeachment de Dilma Rousseff – vai emitir algum rosnado da sua mansão nos Estados Unidos? E o Ronalducho, amigão do cambaleante Aécio Neves e participante ativo das marchas golpistas? E o ex-judoca João Derly, atual deputado da Rede que disse que votou "com a consciência tranquila" no impeachment?

     

     - Neymar esnobou os ídolos que já estavam lá -

    Jr acabou de chegar e quer sentar na janela (Reprodução)

    Via ESPN:

    O clima não está mesmo nada bom no Paris Saint-Germain. Mas, segundo relato do jornal El País, jornal de maior prestígio da Espanha, tudo começou a ruim muito antes da discussão pública entre Neymar e Cavani pela batida de um pênalti contra o Lyon.

    Em uma longa matéria assinada pelo repórter Diego Torres, o diário relata como a contratação de Neymar simplesmente destruiu o clima nos vestiários da equipe.

    Todo o problema começou com o presidente do clube, Nasser Al-Khelaifi. Ele teria se desesperado com a investigação da Uefa em cima do fair play financeiro do clube, que gastou 222 milhões de euros (quase R$ 825 milhões) para ter Neymar. Com isso, ligou para vários jogadores do elenco dizendo que teria que vendê-los às pressas.

    A lista inclui nomes como Di María,Pastore, Matuidi, Lucas Moura, Draxler, Ben Arfa, Aurier e até Thiago Silva.

    Matuidi, de fato, acabou vendido. Ele, que era um dos grandes líderes do elenco, se sentiu ultrajado pela ligação e forçou a saída para a Juventus por apenas 20 milhões de euros (R$ 74,3 milhões).

    “Sua saída semeou o desânimo. Em maior ou menor medida, todos os integrantes do plantel se sentiram tratados como mercadoria em troca de abrir espaço para Neymar. No vestiário pairava uma pergunta: ‘Quem ele acha que é? Messi?’. À frente dos indignados, estava Edinson Cavani”, relatou o jornal.

    Quando chegou, Neymar também não teria feito muito para melhorar o clima. Pior: com sua atitude, teria até piorado a situação.

    “Thiago Silva e Thiago Motta lhe explicaram que ali havia grandes jogadores que ele não poderia ignorar. Cavani exigiu respeito com os veteranos. Neymar os ouviu com ar distraído”, diz o El País.

    O técnico Unai Emery até tentou fazer uma coisa. Convenceu o presidente de que precisava do grupo mais unido, e Al-Khelaifi voltou atrás, ligando para todos de novo e dizendo que eram intransferíveis. Mas já era tarde demais.

    Ao estourar a crise pelo pênalti, o milionário chefão entrou em ação de novo: tentou "comprar" Cavani.

    O dirigente ligou para o uruguaio e ofereceu que pagaria o bônus de 1 milhão de euros (R$ 3,7 milhões) que seu contrato estabelece caso ele seja artilheiro do Francês, independentemente da quantidade de gols que marcasse. Com isso, esperava que ele abrisse mão da cobrança de pênaltis para Neymar.

    Só que Cavani foi irredutível.

    Al-Khelaifi ainda tentou o caminho inverso, paparicando Neymar para que Cavani pudesse bater os pênaltis. O brasileiro, porém, também não cedeu. E, ao saber que o uruguaio teria se negado a abrir mão das penalidades, se revoltou e alegou a lesão no pé para não jogar contra o Montpellier – empate por 0 a 0 no sábado, no pior jogo do PSG na temporada.

    Os líderes do elenco tentam apaziguar os ânimos, mas a situação é complicada.

    Ainda segundo o El País, “em uma tentativa de pacificação, Daniel Alves convidou o elenco para jantar em um restaurante chique do distrito XVI de Paris". No entanto, o que seria um evento para encerrar as brigas acabou não dando muito certo.

    "O jantar, segundo um integrante, foi tão animado quanto um velório”, encerra.

     Corte de verbas da Petrobras deixa atletas olímpicos sem R$ 1,5 milhão em recursos desde agosto de 2016; Além do judô, a Petrobrás cortou o patrocínio aos atletas do boxe, esgrima, remo, levantamento de peso e taekwondo; Mayra Aguiar, duas vezes medalha de bronze (Londres-2012 e Rio-2016) conta que o patrocínio minguou depois da Olimpíada do Rio de Janeiro, disputada em agosto de 2016

     

      A CBJ (Confederação Brasileira de Judô) interrompeu a distribuição de verba de um fundo para premiar judocas medalhistas em Jogos Olímpicos ou Campeonatos Mundiais. Até 2016, a CBJ repartia R$ 1,5 milhão entre os atletas a cada ano. Os recursos vinham, majoritariamente, da Petrobrás. Entre 2013 e 2016, a petrolífera repassou R$ 20 milhões pelo Plano Brasil Medalhas.

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    A bolsa foi suspensa com o fim do patrocínio da Petrobrás ao judô. Mayra Aguiar, duas vezes medalha de bronze (Londres-2012 e Rio-2016) conta que o patrocínio minguou depois da Olimpíada do Rio de Janeiro, disputada em agosto de 2016. Além do judô, a Petrobrás cortou o patrocínio aos atletas do boxe, esgrima, remo, levantamento de peso e taekwondo.

    Campeã mundial da categoria no peso meio-pesado (até 78 kg) em 2014, Mayra reconhece que a CBJ "nunca deixa faltar nada em viagens ou em competições" e que sempre providencia estrutura para os judocas. Entretanto, reconhece que a verba da Petrobrás faz falta. "Acredito que a bolsa deve voltar, porque foi uma luta conseguir. Ela é muito importante e necessária".

     - O caso de uma suposta sonegação fiscal de Neymar entre 2011 e 2013 teve um ponto final -

     Depois de obter vitória no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), Neymar viu na terça-feira (08/08) a Receita Federal desistir do recurso contra esta decisão no processo fiscal que chegaria hoje a R$ 200 milhões (com correção monetária).

    “A procuradoria desistiu do recurso porque nós obtivemos a vitória no caso. O caso está encerrado, nada mais pesa contra nós“, disse o CEO das empresas de Neymar, Altamiro Bezerra.

    Neymar vendeu para as empresas do pai os direitos sobre a exploração de sua imagem. Em contrapartida, a NR Sports e a N & N Consultoria pagaram um valor fixo ao jogador e passaram a ficar com as suas receitas de imagem, marketing e patrocínios. Segundo a acusação Receita, esses valores pertenceriam a pessoa física de Neymar – a alíquota nesse caso seria de 27,5%, contra 15% a 20% no caso de imposto de renda de pessoa jurídica, ou 9% em contribuição sobre o lucro de empresas.

    O argumento da defesa de Neymar, acolhido pelo Carf, foi pautado no fato de que o jogador e as empresas são entes diferentes: o novo camisa 10 do Paris Saint-Germain não é sócio em nenhuma delas. Por isso, seria perfeitamente normal que possa negociar seus direitos de imagem com elas sem que haja simulação.

    Na Espanha, Neymar ainda briga nos tribunais, já que ainda será julgado acusado de corrupção na polêmica transferência do Santos para o Barcelona.

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