Troféu Bola Cheia chega a sua 15ª edição com muita história para contar  Segunda edição do troféu contou com a participação do René Santana

    Por GloboEsporte.com

    O Troféu Bola Cheia de 2017 será ainda mais especial. A maior premiação do esporte do interior de Minas Gerais, que acontece no dia 10 de abril, em Montes Claros, chega a sua 15º edição consecutiva. Quatro nomes, que ainda serão anunciados oficialmente pela organização do Troféu, concorrem na enquete de melhor atleta do ano, que terá novamente votação pelo GloboEsporte.com/intertvmg. Enquanto os detalhes da noite de gala do esporte regional ainda são fechados, a expectativa dos atletas e desportistas da cidade é grande. Marcos Batista, o Marquinhos do caratê, é figura certa na cerimônia. Detentor de 6 prêmios, o primeiro em 2003, de melhor atleta do ano, a principal premiação dentro do Bola Cheia, além de outras homenagens do evento, o atleta celebra a realização anual do evento e reconhece a importância do Troféu em sua vida profissional.

    Raposa não perdeu nenhum jogo na temporada de 2017 e tirou os 100% do Galo no Mineiro

    Quem disse que o clássico deste sábado não valia nada? Valia, sim. E muito. A rivalidade por si só já era capaz de render vários lances de emoção, jogadas de plasticidade, rispidez nas disputas de bola e muito empurra-empurra. No fim, só a China Azul comemorou. A vitória do Cruzeiro por 2 a 1 sobre o Atlético não é capaz de tirar o Galo da liderança do Campeonato Mineiro. Mas para os torcedores celestes pouco importava. O que interessava era levar a melhor novamente sobre o arquirrival. Os gols de Thiago Neves e Arrascaeta tiveram sabores diferentes à Raposa – Elias fez o tento da equipe preta e branca: ampliaram o tabu sobre o Atlético – agora são sete partidas seguidas sem perder para o alvinegro –, mantiveram a invencibilidade dos azuis na temporada – são 13 triunfos e quatro empates – e extinguiu os 100% de aproveitamento do Galo no Estadual. E ainda tinha gente que dizia que o clássico não valia nada. Assim como em tantos jogos deste porte, os detalhes foram cruciais para o resultado. O gol marcado por Neves logo a 1 min de partida acabou sendo determinante para atrapalhar o psicológico de muitos alvinegros. A expulsão de Fred e a atuação ruim de Cazares ilustraram alguns dos grandes problemas enfrentados pelo Atlético no primeiro tempo. Apesar de tantas dificuldades encontradas, o time comandado por Roger encarou o Cruzeiro de frente e vendeu caro o resultado. Em boa parte da partida, atuou melhor que o time dirigido por Mano Menezes. Por sua vez, os celestes demonstraram eficiência cirúrgica para se esbaldar e comemorar mais um triunfo em cima do arquirrival. O jogo. Os minutos iniciais de um clássico são usados para as duas equipes se estudarem dentro de campo, certo? Nem sempre. O Cruzeiro não quis saber de nada disso e tratou de agredir o Galo logo no começo. Depois da bobeada de Marcos Rocha, Diogo Barbosa recuperou a bola, armando o contra-ataque rápido. Arrascaeta deixou para Thiago Neves, que contou com a falha de Giovanni para abrir o placar. Tudo isso logo a 1 min de partida. O que se viu depois foi o Atlético partindo para cima, porém, sem eficiência no último passe. A bola parada de Otero era uma arma importante. Quase surtiu efeito, se não fosse o goleiro Rafael. Já os celestes tentavam encaixar um novo contragolpe ampliar. O cenário se alterou no número de jogadores em campo aos 25 min. Fred acabou expulso depois de acertar o rosto de Manoel com o braço esquerdo. O Galo só voltou a incomodar os azuis depois que Luan entrou no lugar de Cazares aos 41 min, melhorando o sistema tático do alvinegro. Na saída do intervalo, a disputa continuou. Cruzeirenses faziam de tudo para aumentar ampliar a vantagem. Atleticanos tentavam superar a inferioridade numérica para empatar. Quem se deu melhor nesta disputa foi a Raposa. E com a mesma dupla dinâmica do primeiro tento, só que invertendo os papeis. Aos 13 da segunda etapa, Thiago Neves serviu Arrascaeta, que fuzilou Giovanni e fez novamente a festa da China Azul. A estreia de  Marlone, pelo Galo, e o gol de Elias, aos 42 min, não foram o suficiente para mudar o panorama do embate e tirar o triunfo das mãos da Raposa – e olha que Rafael Moura, outro destaque, chegou a balançar as redes, porém, para o desespero da Massa, o impedimento acabou sendo bem assinalado.

    Jornal O Tempo





    A seleção brasileira tornou-se a primeira equipe classificada para a Copa do Mundo de 2018, na madrugada desta quarta-feira, depois da vitória sobre o Paraguai por 3 x 0 e da derrota do Uruguai para o Peru por 2 x 1.

    O Brasil foi a 33 pontos, 10 a mais que o quarto colocado, o Chile, restando quatro rodadas para o final das eliminatórias sul-americanas e, como haverá confrontos entre alguns dos rivais, o time não pode mais ser alcançado.

    Com isso, o Brasil se junta à anfitriã Rússia e segue com o retrospecto de disputar todos os Mundiais.

    Ao saber da classificação da seleção, ainda durante a entrevista coletiva na Arena Corinthians, o técnico Tite se levantou, comemorou e ergueu os braços, agradecendo: 'obrigado pai do céu'.

    "O momento que se classifica te abre perspectivas, dá oportunidade de uma série de outros jogadores atuarem", disse Tite aos jornalistas, admitindo que a comemoração dele teria uma caipirinha bem grande com a família.

    O Brasil se classificou para a Copa da Rússia graças a oito vitórias consecutivas nas eliminatórias desde que Tite assumiu a equipe, que ocupava a quinta colocação sob o comando do técnico Dunga.

    A partir da mudança de treinador, o Brasil alterou a postura e engrenou uma sequência de triunfos. Apesar das boas atuações, Tite disse que ainda busca "consolidar" a equipe.

    "À medida que tu repete desempenho e esse desempenho não oscila, tu vai criando consistência, a equipe fica forte. A equipe precisa se consolidar, ela não está pronta", afirmou o treinador.

    "Padrão de desempenho que te dá confiança, e confiança é muito difícil de adquirir", completou.

    "NERVOSINHO"

    O Brasil teve que superar a retranca do Paraguai para vencer por 3 x 0, com belos gols de Philippe Coutinho, Neymar e Marcelo, na noite de terça-feira.

    Para o técnico paraguaio, Francisco Arce, Tite ficou "um pouco nervosinho" na partida, ao reclamar de uma falta em Neymar. O treinador brasileiro rebateu dizendo que não gostou de uma falta "por trás", mas que jamais indicou que Arce teria pedido para seus jogadores agirem dessa maneira.

    Tite gostou da atuação de sua equipe, principalmente porque ficou concentrada e não deixou cair o ritmo após a goleada imposta sobre o Uruguai por 4 x 1 na semana passada.

    "O Paraguai veio fechado no início do jogo, houve dificuldade, porque estavam bloqueando o lado esquerdo (onde Neymar joga)", explicou. "A equipe (jogou) com grau de concentração muito alto, para que toda a alegria, toda a exibição do Uruguai, não pudesse relaxar."

    O Brasil deixou o campo sob aplausos da torcida paulista, normalmente exigente com a seleção, mostrando que o momento é de união com a equipe depois de um período de turbulência.

    "São Paulo é sempre exigente, Rio, Minas... quer bom desempenho e quer resultado. Talvez pela exigência dos próprios clubes. Jogar com essas pressões exige maturidade", afirmou Tite.

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