STF COMEÇA A DEFINIR O FUTURO DE AÉCIO

     - Ao julgar pedido de soltura de sua irmã Andrea Neves, o Supremo Tribunal Federal se manifestará pela primeira vez nesta terça-feira 13 de forma conjunta sobre a atuação do político que liderou um golpe parlamentar contra a democracia brasileira "só para encher saco"; a ação tem o ministro Marco Aurélio Mello como relator e julgará se Andrea, que foi presa no dia 18 de maio pela Polícia Federal, poderá ser solta se pagar fiança; na última sexta-feira, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, reforçou ao Supremo seu pedido de prisão contra o senador tucano -

     - O Supremo Tribunal Federal se manifestará pela primeira vez nesta terça-feira 13 de forma conjunta sobre a atuação do político que liderou um golpe parlamentar contra a democracia brasileira "só para encher saco", o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG).

    A Primeira Turma do STF julgará um pedido de soltura de sua irmã Andrea Neves, que foi presa no dia 18 de maio pela Polícia Federal, com autorização do ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato na Corte. A Operação Patmos, que prendeu Andrea, também prendeu Frederico Pacheco de Medeiros, o Fred, primo do senador.

    O advogado de Andrea sustenta que o crime pelo qual ela é acusada é "passível de concessão de liberdade provisória mediante fiança". Andrea Neves teria pedido dinheiro ao empresário Joesley Batista, dono da JBS, em nome do irmão.

    A ação tem Marco Aurélio Mello como relator e julgará se Andrea poderá ser solta mediante o pagamento de fiança. A Primeira Turma tem o ministro como presidente e é composta ainda pelos ministros Luiz Fux, Rosa Weber, Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes.

    Na última sexta-feira 9, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, reforçou ao Supremo seu pedido de prisão contra o senador tucano. Fachin não aceitou o pedido, mas pediu o afastamento do senador de suas funções no Congresso. O novo pedido não tem nada para ser julgado, mas deve entrar em breve na pauta Primeira Turma.

    Aécio, que obteve 48,36% dos votos na eleição presidencial de 2014, não aceitou a derrota contra Dilma Rousseff, iniciou o processo do golpe para tirá-la do poder, levando o País à maior crise econômica da história, e hoje tem menos de 1% nas pesquisas de intenção de voto.

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