Polícia tucana quebra a cara na casa do filho de Lula

     Nenhuma substância ilícita foi encontrada no local, mas mesmo assim os agentes levaram documentos
     - Não dá trégua a caçada judicial e midiática contra o ex-presidente Lula, que lidera todas as pesquisas de intenção de voto para retornar à Presidência nas eleições do próximo ano.

    A Polícia Civil de São Paulo fez nesta terça-feira, 10, uma operação de busca e apreensão na casa do filho ex-presidente Marcos Lula da Silva, que mora em Paulínia (SP). A operação da polícia de Geraldo Alckmin se baseou apenas em uma denúncia anônima, de que no local poderia haver consumo de drogas.
    Segundo a colunista Monica Bergamo, nada foi encontrado; policiais se retiraram, mas a mídia já tinha combustível para atacar o ex-presidente.
    A presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann, protestou contra a medida. "Tá demais isso. Chega a ser doentio! Uma denúncia anônima, NADA FOI ENCONTRADO*, mas como estampam nos sites e redes é sempre com viés difamatório. Que absurdo!", escreveu Gleisi em seu Facebook.
    O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) também criticou a operação da Polícia Civil. "É um escândalo. Uma ação tabajara, onde nada foi encontrado, porque o objetivo é explícito: perseguir a família inteira de Lula e transformar a vida de todo mundo em um verdadeiro inferno. Esta ação deve ser repudiada com veemência e o governador Alckmin precisa tomar providências!", disse Lindbergh


    ZANIN CONSIDERA “ABUSIVA” BUSCA NA CASA DO FILHO DE LULA
    - O advogado Cristiano Zanin Martins, que defende a família do ex-presidente Lula, considerou "abusiva" a busca na casa de Marcos Lula da Silva, filho de Lula.
    "A busca e apreensão, feita a partir de denúncia anônima e sem base não encontrou no local o porte de qualquer bem ou substância ilícita, o que é suficiente para revelar o caráter abusivo da medida", disse Zanin.
    O cumprimento do mandado de busca e apreensão na residência do filho de Lula, em Paulínia, foi solicitado pela Polícia Civil de São Paulo e autorizada pela juíza Marta Brandão Pistelli, com base numa denúncia anônima - e infundada - sobre tráfico de drogas.

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