- Acidente na BR-251 envolveu seis veículos, entre eles uma carreta e um micro-ônibus -

     Chegou a 13 o número de mortos no grave acidente registrado nas primeiras horas da manhã deste sábado (13), na BR-251, em Bocaina, distrito de Grão Mogol, no Norte de Minas Gerais. De acordo com o 7º Batalhão de Bombeiros Militar (BBM), são 36 feridos, entre crianças – com idades entre seis meses e 12 anos, adolescentes e adultos. Pelo menos 12 das vítimas feridas apresentam estado grave de saúde.

    No total os bombeiros contabilizam 52 vítimas, incluindo três que saíram do local por meios próprios e não foram encontradas. Os feridos foram levados, por equipes de resgate do Samu e Corpo de Bombeiros, com apoio do helicóptero da Polícia Militar, para hospitais de Salinas, Montes Claros e Francisco Sá. Duas que estão na Santa Casa de Montes Claros seguiam em estado estável de saúde, segundo a Ascom do hospital.

    O acidente envolveu uma carreta – carregada de papel, duas Vans, um micro-ônibus e um carro. Até o início da tarde as equipes de resgate contabilizavam sete mortes, porém outras vítimas foram encontradas embaixo das ferragens dos veículos. A violência do impacto foi tamanha que boa parte das vítimas fatais teve seus corpos mutilados, o que, inclusive, vai dificultar na identificação. Os corpos foram levados para o Instituto Médico Legal (IML) de Montes Claros.

    Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a dinâmica do acidente teve, como princípio, um veículo que trafegava entre sentido Salinas/Montes Claros e próximo ao quilômetro 413, em uma reta, invadiu a contramão e bateu na lateral esquerda de um segundo veículo que seguia em sentido contrário. Na sequência, ainda segundo a PRF, houve uma sucessão de outras batidas, tombamento e incêndio.

    “Infelizmente houve muitos óbitos e lesões graves e leves. A Polícia Rodoviária Federal, embora atenda dia a dia ocorrências de todos os tipos e gravidades nas Rodovias Federais, lamenta profundamente o ocorrido e se solidariza com todos os familiares e amigos das vítimas, assim como toda a sociedade”, divulgou em nota a PRF. O trânsito no trecho do acidente, que havia sido liberado parcialmente por volta 15h30, foi completamente liberado as 16h15 deste sábado. O congestionamento formado chegou a 10 quilômetros nos dois sentidos, conforme a PRF.

    Fotos Samu/Macro Norte

     No Direito Civil, o que determina a pessoa ser ou não proprietária de imóvel é a escritura pública. Não existe trato no ‘fio no bigode’ ou terceiro. O documento é o senhor da razão. Pois bem, registro no Cartório de Registro de Imóveis do Guarujá comprova: a empresa OAS Empreendimentos é a dona do famoso tríplex do Guarujá (SP).

    O documento em questão surge a 12 dias do julgamento da apelação do ex-presidente Lula no TRF-4, em Porto Alegre. A pergunta, portanto, é a seguinte: e agora TRF-4, que fazer? Condenar o petista mesmo com prova de que ele é inocente, para satisfazer a velhaca mídia, ou absolvê-lo?

    A OAS Empreendimentos, construtora do prédio, é dona de todas unidades não-vendidas. O apartamento 164, conhecido como “triplex do Guarujá” não é o único pertencente à OAS, há outra unidade na mesma situação.

    Como se o documento registrado em cartório não bastasse, há outras provas de que a propriedade é da OAS. Ela usou o referido apartamento como garantia em operações bancárias. Coisa que jamais conseguiria ou poderia fazer, caso o imóvel tivesse outro dono, mesmo que oculto.

    O apartamento foi confiscado pelo juiz Sergio Moro, mas ele não confiscou o apartamento no patrimônio de Lula, mas na massa falida da OAS.

    Nem Lula, nem ninguém da sua família jamais teve a chave do apartamento ou dormiu uma noite sequer nele. Lula esteve uma única vez para avaliar se tinha interesse na compra. E não tinha.

    Blog do Esmael

     - Ao marcar a data do julgamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o próximo dia 24, o TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), em Porto Alegre, deixou pendentes sete ações da Lava Jato cujos recursos chegaram à corte antes.

    Há, ainda, outras duas que subiram à segunda instância depois do caso contra o ex-presidente –inclusive a que envolve o ex-ministro Antônio Palocci– e aguardam decisão.

    O presidente da corte, Carlos Eduardo Thompson Flores, diz que os processos não precisam seguir a ordem cronológica.

    "O julgamento dos processos pela ordem cronológica de distribuição no tribunal não é regra absoluta. O próprio art. 12 do Código de Processo Civil afirma que é preferencial essa observância", disse ele em resposta à defesa de Lula, que pediu a divulgação da lista de ações do tribunal, por data.

    No caso de Lula, o recurso começou a tramitar no TRF-4 no dia 23 de agosto. Foi o processo da Lava Jato que chegou mais rápido ao tribunal depois da condenação, em 42 dias. E o segundo mais célere a tramitar na segunda instância.

    As informações são de reportagem de José Marques na Folha de S.Paulo.

      O império não perde nunca.

    A Petrobras fechou “acordo” para pagar US$ 2,95 bilhões aos investidores norte-americanos pelos prejuízos (inflados generosamente pela mídia) causado aos investidores estrangeiros com os casos da Lava Jato.

    Quase oito vezes o valor que a empresa diz ter recuperado com a operação: R$ 1,475 bilhão no Brasil.

    Grande negócio, não é?

    Como ainda falta o que a empresa vai pagar aos acionistas daqui – ou a nossa Justiça vai agir diferente da norte-americana? – pode “dobrar a meta”.

    Será que os milhares de desempregado da Lava Jato têm direito também a serem indenizados pela perda do equilíbrio de suas vidas? Será que o Rio de Janeiro, afundado pela destruição da empresa e pelo impacto de sua derrocada sobre a cadeia produtiva que ela liderava, especialmente a industria naval, terá alguma reparação.

    Claro que não, só os donos do dinheiro têm direito a estas garantias.

    Muito menos o nosso país,

    Ainda bem que a turma de Curitiba está salvando o Brasil, não é?

    Via Fernando Brito - Tijolaço

     O filósofo Euclides Mance fez na sexta-feira (29), nas redes sociais, o pré-lançamento do livro "Falácias de Moro" e o disponibilizou para download gratuitamente. Na obra, o autor faz uma análise exaustiva das principais inconsistências lógicas, tanto semânticas quanto formais, presentes na sentença condenatória do ex-presidente Lula no caso do tríplex do Guarujá.

     

    Blog do Esmael Morais 

    O livro se divide em duas partes, demonstrando que os argumentos do juiz Sérgio Moro violam frequentemente as leis da lógica para obter conclusões que não podem ser validamente obtidas.

    Na primeira parte, Euclides Mance analisa dez falácias, explicando-as uma a uma, indicando sua forma lógica e a nomenclatura filosófica recorrente na tipificação desses raciocínios falhos, facilitando sua análise e estudo com base na tradição acadêmica.

    Na segunda parte, o filósofo percorre a sentença como um todo, evidenciando os diferentes erros lógicos cometidos pelo juiz da lava jato no transcorrer de sua argumentação. E mostra como a condenação do ex-presidente está apoiada justamente nessas inconsistências lógicas.

    O livro "Falácias de Moro" é imperdível nesses tempos de ditadura judicial, de ameaça concreta à democracia e à realização de eleições livres em 2018.

    Sobre o autor

    Euclides André Mance é filósofo, mestre em Educação, sócio-fundador do Instituto de Filosofia da Libertação (IFiL) e colaborador da Rede Brasileira de Socioeconomia Solidária.

    Clique aqui para fazer o download do livro “Falácia de Moro”

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