CONDENADO POR OFENDER CUNHA, NASSIF CRITICA INAÇÃO DE CÁRMEN LÚCIA

     - No site do Jornal GGN, o jornalista Luís Nassif reclama a paralisia da ministra Cármen Lúcia na defesa da democracia. Nassif, que foi condenado por "ofender" o ex-deputado Eduardo Cunha, relata no texto que teve um encontro com a ministra e cobrou dela ações em favor da liberdade de imprensa para o jornalismo independente.

    "Meses atrás solicitei uma audiência com ela para informá-la dos problemas enfrentados pelo jornalismo independente, não ligado a grandes grupos. Foi a propósito de sua decisão de recriar um conselho de liberdade de imprensa, no âmbito do CNJ, para analisar as sentenças estapafúrdias contra a liberdade de expressão", diz.

    "Sugeri, também, que abrisse debates no âmbito do CNJ, sobre as transformações da mídia, mas não se atendo apenas à imprensa tradicional. Tudo foi anotado com serenidade e firmeza".

    Nassif, então, relata que não houve nenhuma sinalização da ministra e tudo continua do mesmo jeito.

    "De lá para cá, nenhum retorno, nenhuma resposta, nenhuma preocupação com as ameaças reais sofridas no exercício do jornalismo. Com serenidade e firmeza, Carmen Lúcia nada decidiu. E não se manifestou quando um jornalista foi condenado pelo Tribunal de Justiça do Rio, por criticar o mais notório dos políticos corruptos do país".

     - O jornal Zero Hora noticiou que numa palestra na UNISINOS, em 21/9/2017, o juiz Sérgio Moro fez um parêntesis cinematográfico [segundo suas próprias palavras] para citar o filme O Poderoso Chefão . -

    * Por Jeferson Miola

    Ele quis, com isso, exemplificar como determinado procedimento adotado pela máfia – que não é encontrável nas regras do Estado de Direito – pode ser empregado para alcançar objetivos na Lava Jato.

    Moro citou a cena do filme em que o mafioso Don Corleone recusa o recebimento de dinheiro depois de executar um crime encomendado, preferindo tornar-se credor de um "favor" a ser pago no futuro – normalmente uma retribuição difícil e embaraçosa para o devedor, muito mais dispendiosa e custosa que o valor do "serviço" executado.

    Segundo a reportagem, na palestra Moro explicou que em grande parte dos processos desvelados pela Lava Jato a "compensação", ou seja, a "retribuição" de favores, é garantia de "bom relacionamento": "É mais ou menos o que significou em vários desses casos de corrupção sistêmica. Pode ser muito difícil identificar contrapartida específica que o agente público ofereça ou realize em troca de vantagem financeira. Normalmente, vende-se influência a ser entregue segundo as oportunidades surgem".

    A palestra do Moro é esclarecedora. Ela ajuda a entender a postura de delatores e réus da Lava Jato como Leo Pinheiro, Antonio Palocci e outros, que "trocam favores" pela liberdade e abrandamento de penas.

    A moeda de troca para receberem "contrapartidas específicas" dos agentes públicos é incriminar o ex-presidente Lula. Na caçada ao Lula vale tudo, inclusive métodos mafiosos.

    * Jeferson Miola é Integrante do Instituto de Debates, Estudos e Alternativas de Porto Alegre (Idea), foi coordenador-executivo do 5º Fórum Social Mundial

     - A equipe da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, avalia investigar Eduardo Pelella, ex-chefe de gabinete de Rodrigo Janot, que é desafeto da atual PGR -

    Um integrante da equipe da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, afirmou que a "tendência" do órgão é investigar Eduardo Pelella, ex-chefe de gabinete de Rodrigo Janot.

    Dodge tomou posse na segunda (18) em substituição a Janot. Ambos são adversários dentro da Procuradoria.

    A jornalista Bela Megale, da Folha de S.Paulo, flagrou um diálogo entre o procurador Sidney Pessoa Madruga e uma mulher não identificada por mais de uma hora nesta quinta-feira (21) no restaurante Taypá, no Lago Sul, em Brasília. A reportagem estava na mesa ao lado da de Madruga.

    Ele foi escolhido por Dodge para ser coordenador do Genafe (Grupo Executivo Nacional da Função Eleitoral).

    No almoço desta quinta, Madruga se referia à atuação de Pelella, braço direito de Janot na Procuradoria, na negociação da delação da JBS.

    Procurador da República, Pelella é mencionado em diálogos de delatores da JBS como um interlocutor da PGR. Ele teve reunião com um deles, o advogado Francisco Assis e Silva, dias antes do encontro, em 7 de março, entre Joesley Batista e Michel Temer no Jaburu.

    "Não é para punir, é pra esclarecer", disse Madruga. O procurador afirmou que é preciso entender "qual é o papel do Pelella nessa história toda, porque está todo mundo perguntando".

    A Folha ouviu Madruga afirmar que a nova gestão da PGR precisa construir outra relação com a força-tarefa dos procuradores da Lava Jato em Curitiba, com mais interlocução e controle do que a anterior. Ele chegou a criticar Janot por, em sua avaliação, deixar a força-tarefa muito solta.
    http://www1.folha.uol.com.br/poder/2017/09/1920692-braco-direito-de-janot-pode-ser-investigado-diz-procurador.shtml

     

     Depois da revolução de 1930, nunca os militares ficaram por tantos anos fora da cena política brasileira como a partir de 1985, quando a ditadura militar chegou ao fim com a devolução do poder aos civis na pessoa de Tancredo Neves.

     Passados 32 anos, aqui estamos nós, perplexos, diante dos sinais inequívocos de que há disposição, pelo menos de alguns “bolsões”, para uma nova intervenção na política, destinada a colocar ordem no caos detonado pelo golpe parlamentar de 2016. Houve a fala do general Mourão, defendendo a intervenção, a do general Augusto Heleno, em seu apoio, e a do comandante do Exército, na entrevista a Pedro Bial, na TV Globo, onde informou que não punirá o subordinado e também admitiu, de forma contraditória, a ação das Forças Armadas em situações excepcionais. A pergunta que se impõe é esta: para quem estão falando os militares? Quem são os destinatários do aviso de que eles poderão resolver a crise política se os poderes constituídos não o fizerem? Talvez o primeiro destinatário seja a Câmara, que em breve julgará a segunda denúncia contra Michel Temer. Talvez seja a classe política como um todo, o que nos traz a lembrança das listas de cassações, à esquerda e à direita, que vieram depois do golpe de 1964. Temer, comandante em chefe-das-Forças Armadas, segue calado, mas hoje ele volta ao Brasil e terá que se pronunciar, já que o ministro da Defesa deixou a tarefa para o comandante do Exército, que só acentuou a perplexidade.

    Aqui estamos, perplexos, e também divididos. Um intelectual da envergadura de Moniz Bandeira, de convicções democráticas indiscutíveis, já vinha defendendo a intervenção militar para evitar o desmonte do Estado e a entrega do patrimônio nacional ao capital estrangeiro predador. A Constituição e o Estado de Direito, vem dizendo ele, já foram rasgados no ano passado. Houve espanto e reações à esquerda, como a do petista Valter Pomar, que criticou suas “ilusões”, dando ensejo a uma troca de correspondência que merece ser lida, e está toda transcrita no blog de Pomar

    A entrevista do comandante do Exército a Pedro Bial não serviu para dissipar, e sim para acentuar a percepção de que a fala do general Mourão não foi uma solilóquio mas a expressão de uma disposição latente no meio militar. Em que extensão é que ninguém sabe. Tanto é que Mourão recebeu apoio explícito do general Augusto Heleno, uma voz muito respeitada no Exército, principalmente por sua atuação no comando das tropas brasileiras no Haiti. Não punindo Mourão, justificando sua fala “em ambiente fechado” (como se houvesse licença para isso no regramento militar), e admitindo que as Forças Armadas podem atuar para conter o caos, o comandante do Exército nada mais fez do que repetir o subordinado. Há na praça política a interpretação de que ele não o puniu para não criar uma vítima e insuflar ainda mais o ambiente. Mas ele fez mais que minimizar ou justificar Mourão, ao admitir a possibilidade de intervenção, em respostas contraditórias, em que misturou o emprego das Forças Armadas em situações excepcionais, como ocorre agora mesmo no Rio de Janeiro, com uma intervenção para conter o caos político.

    São coisas distintas mas ele as embaralhou ao afirmar que Forças Armadas podem ser empregadas para garantir a lei, a ordem e os poderes constituídos, a pedido de um deles ou por iniciativa própria. O artigo 142 da Constituição diz que isso só pode ocorrer na primeira hipótese (a pedido de um dos poderes). Ele acrescentou a segunda. Vale dizer, a iniciativa própria, “quando houver a iminência de um caos”. Esta foi uma interpretação constitucional perigosa, pois na situação atual não se espera de nenhum dos Três Poderes um pedido de intervenção.

    Sempre que os militares imiscuíram-se na política, foram tentados pelas “vivandeiras de quartel”, expressão que no passado identificava os políticos que pediam intervenção militar. Quem melhor as definiu foi o general Castelo Branco: “Eu os identifico a todos. E são muitos deles, os mesmos que, desde 1930, como vivandeiras alvoroçadas, vêm aos bivaques bolir com os granadeiros e provocar extravagâncias do Poder Militar." Mas hoje não há vivandeiras, não há políticos interessados em perder tetas e mamatas, embora haja setores minoritários da sociedade civil que defendem a solução militar. Ela teria que vir por iniciativa própria das Forças Armadas, tal como disse o general Vilas-Boas.

    Muitas vivandeiras se iludiram, em 1964, acreditando que os militares, após derrubar João Goulart, cumpririam o calendário eleitoral com a realização das eleições presidenciais de 1965. Eles ficaram mais 20 anos, ao longo dos quais sabemos o que aconteceu: cassações, inclusive de vivandeiras exaltadas, como Carlos Lacerda, fechamento do Congresso, liquidação dos partidos, perseguições, torturas, mortes e desaparecimentos.

    Depois da Revolução de 1930, liderada por Getúlio Vargas com forte e decisivo apoio dos oficiais do “tenentismo”, os militares protagonizaram golpes em 1945, 1954, 1955, 1961 e 1964. Vale recordar o que disse Alfred Stepan, em seu livro “Os militares na política”, em que estudou o caso brasileiro. Os golpes triunfantes, diz ele, foram os de 1945 (que apeou Vargas do poder), o de 1954 (que o levou ao suicídio, no segundo governo), e o de 1964, que derrubou Jango e abriu a porteira para uma longa ditadura. E todos eles ocorreram em situações em que havia baixo grau de legitimidade do Poder Executivo e alto grau de legitimidade dos militares. Em 1955 (tentativa de impedir a posse de JK) e em 1961 (veto à posse de Jango após a renúncia de Jânio), na ausência destas condições, eles perderam.

    Desnecessário falar da baixíssima ou inexistente legitimidade de Michel Temer como chefe do Executivo. Isso porém não garante a legitimidade das Forças Armadas para uma intervenção. Mas eles devem ser ouvidos, por aqueles a quem estão se dirigindo. Por Temer, pelo Congresso, pelo Supremo. Antes que seja tarde.

    EXÉRCITO É PARTE DO CAOS, E NÃO GARANTIA CONTRA ELE, DIZ SAFATLE

    "As Forças Armadas nunca foram uma garantia contra o 'caos'. Elas foram parte fundamental do caos", escreve o sociólogo Vladimir Safatle a respeito da ameaça de intervenção militar feita pelo general Mourão; "Como esperar moralidade de uma instituição que nunca viu maiores problemas em abrigar torturadores, estupradores, ocultadores de cadáveres, operadores de terrorismo de Estado, entre tantas outras grandes ações morais? As Forças Armadas brasileiras nunca tomaram distância dessas pessoas, expondo à nação um mea-culpa franco", completa

     - Em sua coluna nesta sexta, o sociólogo Vladimir Safatle faz uma dura crítica à postura do Exército Brasileiro, após a ameaça de intervenção militar proposta pelo general Mourão.

    Confira abaixo alguns trechos do texto:

    "Alguém poderia explicar à população de qual delírio saiu a crença de que as Forças Armadas brasileiras têm alguma moral para prometer redenção moral do país?

    Que se saiba, quando seus pares tomaram de assalto o Palácio do Planalto, cresceram à sua sombra grandezas morais do quilate de José Sarney, Paulo Maluf, Antonio Carlos Magalhães: todos pilares da ditadura. Enquanto eles estavam a atirar e censurar descontentes, o Brasil foi assolado por casos de corrupção como Capemi, Coroa Brastel, Brasilinvest, Paulipetro, grupo Delfin, projeto Jari, entre vários outros. Isso mesmo em um ambiente marcado pela censura e pela violência arbitrária.

    De toda forma, como esperar moralidade de uma instituição que nunca viu maiores problemas em abrigar torturadores, estupradores, ocultadores de cadáveres, operadores de terrorismo de Estado, entre tantas outras grandes ações morais? As Forças Armadas brasileiras nunca tomaram distância dessas pessoas, expondo à nação um mea-culpa franco.

    Ao contrário, elas os defenderam, os protegeram, até hoje. Que, ao menos, elas não venham oferecer ao país o espetáculo patético de aparecerem à cena da vida pública como defensoras de um renascimento moral feito, exatamente, pelas mãos de imoralistas. As Forças Armadas nunca foram uma garantia contra o 'caos'. Elas foram parte fundamental do caos."
    https://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/318590/Ex%C3%A9rcito-%C3%A9-parte-do-caos-e-n%C3%A3o-garantia-contra-ele-diz-Safatle.htm


    SEM AUTORIDADE, JUNGMANN NÃO PUNE GENERAL MOURÃO

     - Depois de uma longa conversa no Ministério da Defesa, de quase uma hora, o ministro Raul Jungmann e o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, decidiram encerrar a polêmica criada pelo general da ativa Antonio Hamilton Martins Mourão que, em palestra na última sexta-feira, em uma Loja Maçônica, em Brasília, defendeu a possibilidade de intervenção militar, diante da crise política que toma conta do País.

    Contudo, o general Villas Bôas, que foi convocado por Jungmann para a reunião, vai chamar o general Mourão para lhe advertir que quem fala pelo Alto Comando é ele, que sua fala foi inconveniente e que é preciso buscar a estabilidade, legalidade e legitimidade, de forma que o Exército não seja fator de instabilidade.

    O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, general Sérgio Etchegoyen, participou das negociações para solução do caso. Mourão deve ir para a reserva daqui a seis meses e é candidato a presidente do Clube Militar, em eleição prevista para maio do próximo ano.

    Jungmann concordou com o comandante que Mourão não pode ser transformado em vítima e ficou acertada uma manifestação de Villas Bôas em relação ao fato. Na conversa, o comandante informou que tomou providências internas, com repasse de orientações ao Alto Comando do Exército com objetivo de evitar qualquer tipo de nova saia justa para a instituição. A solução acabou entendida por Jungmann.

    As informações são de reportagem de Tânia Monteiro no Estado de S.Paulo.

     Mesmo com uma série de provas vivas de malas de dinheiro, principalmente do PMDB e do PSDB, com uma escancarada comprovação da manipulação de delações pelo Sr. Moro, o foco continua somente contra Lula

     Hoje, pela primeira vez, um sinal triste de alerta acendeu em minha vida. Não foi um sinal de um problema de saúde e nem foi o sinal de algo ruim com as pessoas que eu amo. Foi um sinal de decepção e talvez, asco, com as pessoas e instituições do meu país.
    Desde pequeno, sempre tive uma noção muito clara de como as relações humanas são viciadas de falsidade, inveja e preconceito. Tinha uma sensibilidade muito grande em reconhecer o lado bom e ruim de cada um e em perceber injustiças, mas sempre acreditei no poder dos bons sentimentos e da evolução consciente. Principalmente, a de que a sapiência não vem apenas do "conhecer as coisas", e sim do conhecer-te a ti mesmo. O sábio, para mim, sempre foi sinônimo de humildade, respeito e da noção de que a verdade absoluta não nos pertence.
    Mas hoje, me senti sinceramente frágil. Tive uma triste sensação de raiva e desalento com o clima negativo que vivemos em nosso país. Por isso, parei um pouco para refletir...
    Todo mundo que me conhece sabe que sempre defendi a ética e a imparcialidade na análise de fatos e principalmente de pessoas. Sempre fiz opção por defender os acertos do que apontar os erros, principalmente porque sempre tive a noção que julgar o próximo é uma das tarefas mais difíceis do ser humano, o que deve sempre ser evitado. Por isso, nunca gostei de perseguições, preconceitos e generalizações. Frequentemente, exponho, nas redes sociais, minhas posições de defender o ex presidente Lula, a presidenta Dilma e os méritos de seus governos, mas sempre fui aberto ao debate. Minhas críticas não buscam a sordidez de desmerecer as pessoas, mas de questionar a imparcialidade e perseguição da Imprensa e também a hipocrisia e a argumentação pobre do debate político no Brasil. O que mais me impressiona é como a maioria das pessoas ,que geralmente propagam o ódio, se deixam conduzir (ou manipular) pela virulência e parcialidade das notícias que são bombardeadas na Imprensa e nas redes sociais.
    Esse ano, mesmo com uma série de provas vivas de malas de dinheiro do PMDB e do PSDB, com uma escancarada comprovação da manipulação de delações pelo Sr. Moro (caso Tacla Duran), MP e o procurador Janot, e uma série de suspeitas levantadas contra o Sr. Gilmar Mendes, o Senador Aécio, Serra, Alckmin, Temer, Jucá, Geddel, Loures, Padilha, procuradores e outros, com a maioria das suspeitas comprovadas com provas materiais (gravações, vídeos, contas nominais), o foco NOVAMENTE se voltou contra LULA.
    O Revoltante é que as denúncias voltam a ser requentadas sem que nenhuma prova material seja apresentada, uma vez que as delações não trazem nenhum dado concreto de contas em nome de Lula ou Dilma, gravações de vídeo, áudio, documentos assinados ou qualquer coisa que permita comprovar que a palavra de um réu encarcerado, submetido a todo tipo de pressões, não seja apenas a vontade de ver sua pena diminuída falando a palavra mágica: LULA.
    O aumento da popularidade de Lula, a cada dia, com o sucesso de sua caravana no Nordeste e o crescimento de sua candidatura nas pesquisas, parece ter despertado a ira dos golpistas, mal amados e manipulados. Eles não irão se sossegar. A Imprensa podre repetirá a frase LULA em suas principais notícias. Factóides e delações sem provas serão produzidos em série e mais uma vez a imparcialidade será esquecida.
    Estranhamente, se esquece todo o resto. Desde a absurda tentativa de vender e privatizar a Amazônia e nossas principais empresas, os sucessivos pacotes de maldade contra os direitos da população até a evidência de que a nossa Lava-jato sempre foi uma verdadeira FARSA À JATO.
    EM TEMPO: A cada dia que passa, me convenço mais que o Lula é uma causa a ser defendida, muito mais do que sua figura humana. Tenho muito respeito e admiração por sua história e seu legado. Reconheço também seus erros e acho um grande engano achar que podem destruir o símbolo que ele representa. Se querem condenar Lula por pedir contribuições para o partido, que apenas para o PT são chamadas de propina, que façam o mesmo com todos os outros políticos. Se querem condenar o Lula por enriquecimento ilícito, que encontrem contas em seu nome, documentos, escrituras e dados concretos e não meras ilações de que tal dinheiro, tal imóvel, tal reforma, seria para o uso do Lula. Se não tem escritura, posse, propriedade e prova do uso pessoal e efetivo da suposta propina, que se busque algo além da oportuna delação de um réu em busca de liberdade e redução de pena. Sugiro buscar áudios e vídeos, tal como conseguiram do Aécio.
    *Carta atribuída ao bispo de Garanhuns-PE , D. Paulo Jackson.

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