Brasil empata pela quarta vez em uma estreia de Copa do Mundo

Seleção fica no 1 a 1 com Marrocos, na abertura do Grupo C do Mundial; confira como foi a primeira partida em cada edição Empatar não é algo comum para a Seleção em estreias de Copa do Mundo. A igualdade por 1 a 1 contra Marrocos, na noite deste sábado, no Estádio de Nova Jersey, representou apenas a quarta vez em 23 oportunidades que o Brasil saiu de um primeiro jogo do Mundial com apenas um ponto.As outras oportunidades foram em 1974 (empate com a Tchecoslováquia), 1978 (empate com a Suécia) e 2018 (empate com a Suíça). Em 23 edições de Copa do Mundo, a Seleção soma 17 vitórias, quatro empates e duas derrotas, o que resulta em um aproveitamento de 79,7%.Estreias do Brasil em Copas2022 – Brasil 2 x 0 Sérvia2018 – Brasil 1 x 1 Suíça2014 – Brasil 3 x 1 Croácia2010 – Brasil 2 x 1 Coreia do Norte2006 – Brasil 1 x 0 Croácia2002 – Brasil 2 x 1 Turquia1998 – Brasil 2 x 1 Escócia1994 – Brasil 2 x 0 Rússia1990 – Brasil 2 x 1 Suécia1986 – Brasil 1 x 0 Espanha1982 – Brasil 2 x 1 União Soviética1978 – Brasil 1 x 1 Suécia1974 – Brasil 0 x 0 Iugoslávia1970 – Brasil 4 x 1 Tchecoslováquia1966 – Brasil 2 x 0 Bulgária1962 – Brasil 2 x 0 México1958 – Brasil 3 x 0 Áustria1954 – Brasil 5 x 0 México1950 – Brasil 4 x 0 México1938 – Brasil 6 x 5 Polônia1934 – Brasil 1 x 3 Espanha1930 – Brasil 1 x 2 Iugoslávia

Alckmin diz estar ‘otimista’ e ‘animado’ para ‘boas alianças’ do PSB em Minas

Vice-presidente comentou brevemente sobre cenário no estado durante participação no Conexão Empresarial O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), afirmou estar “otimista” com os rumos da legenda dele em Minas Gerais. Ele participou, neste sábado (13/6), da 15ª edição do Conexão Empresarial Anual, realizada em Ouro Preto, região Central do estado. O vice-presidente não entrou em detalhes sobre as articulações do PSB em Minas, mas afirmou que a legenda caminha para uma “boa aliança”.“Os rumos do PSB aqui em Minas são uma decisão do estado, mas nós estamos animados aqui para ter uma boa aliança.”Em conversa rápida com a imprensa antes de palestrar no Conexão Empresarial, Alckmin lembrou que o avô dele nasceu em Baependi, no Sul de Minas. O vice-presidente disse conhecer bem a região e afirmou que está “otimista” com o pleito no estado.A visita de Alckmin a Minas ocorre em meio a debates para construção de uma candidatura própria dos pessebistas ao Palácio Tiradentes, após a decisão do senador Rodrigo Pacheco (PSB) em não entrar na disputa.Depois da palestra, Alckmin voltou a ser questionado por um dos jornalistas presentes no Conexão Empresarial sobre os rumos do PSB em Minas e sobre a possibilidade de candidatura do ex-chefe do Ministério Público de Minas Gerais Jarbas Soares Júnior.“Sobre a questão política, Minas Gerais é que vai decidir. O PSB tem aqui bons nomes. Eu destacaria, como você falou, o procurador, Dr. Jarbas, que é uma pessoa muito respeitada. E vamos conversar com outros partidos, fazer uma aliança, apresentar uma proposta, baseada no interesse do povo”, afirmou o vice-presidente da República, enquanto tomava um café informal com alguns presentes no evento em Ouro Preto, minutos antes de ir embora.No evento, o vice-presidente foi cortejado pelo ex-vereador de Belo Horizonte Gabriel Azevedo (MDB), também pré-candidato ao governo de Minas. Após desistência de Pacheco, Gabriel se tornou uma opção aos petistas para formar palanque no estado para o presidente Lula (PT).Além disso, Alckmin foi recebido pelo ex-governador do estado Eduardo Azeredo, que chefiou o Executivo mineiro entre 1995 e 1998, assim como pelo ex-Ministro do Turismo (2003-2006) e das Relações Institucionais (2006-2007) durante o governo Lula, Walfrido dos Mares Guia.O vice-presidente deve concorrer ao mesmo cargo novamente em 2026, na chapa de Lula. À imprensa, ele também demonstrou estar animado para a campanha nacional.“Eu acho que política bem feita é um ato de amor ao próximo. A gente deve estimular as pessoas a participarem. Meu pai dizia: na vida não basta viver, é necessário conviver e participar.”

Projeto de Lei propõe nomeação de reitor da Unimontes pelo voto direto

Fim da lista tríplice abole intervenção externa, restaura e fortalece a democracia e a autonomia universitária na escolha de reitores * Por Waldo Ferreira Desejo antigo das representações sindicais dos professores, o fim da lista tríplice para a escolha dos reitores das universidades estaduais de Minas Gerais (UEMG) e de Montes Claros (Unimontes) está em tramitação na Assembleia Legislativa, por iniciativa da presidente da Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia da Casa, deputada estadual Beatriz Cerqueira (PT). A categoria alega que o mecanismo atual viola a democracia universitária e é uma ameaça à sua plena autonomia.A Associação dos Docentes da Unimontes (Adunimontes) está mobilizando os professores em defesa da proposta. “Defendemos que a escolha de reitores e reitoras inicie e termine dentro da universidade, respeitando a vontade da comunidade universitária, sem lista tríplice e sem interferência externa, uma prática comum de deputados da região. O fim da lista tríplice demarca um avanço para a democracia e para a plena autonomia universitária”, diz o presidente da entidade, Wesley Helker Felício Silva.O representante da categoria observa que a legislação atual é um resquício do período da ditadura militar que sobreviveu na legislação educacional brasileira e “colide diretamente com os princípios da democracia e da autonomia universitária”.Isso permite que o governador escolha nomear para a Unimontes e Uemg candidatos que não tenham sido os mais votados dentro das universidades. À sua vontade, o chefe do Executivo mineiro escolhe quem nomear entre os três primeiros na votação realizada pela comunidade universitária, que envolve os docentes, discentes e técnicos universitários.O projeto de lei 5365/2026 propõe que o reitor e vice-reitor sejam nomeados após eleição direta, sendo nomeado quem obtiver maior número de votos, para mandato de 4 anos, permitida uma recondução para o mesmo cargo,Pela proposta, a escolha e nomeação de reitor e vice-reitor das universidades estaduais deverão observar exclusivamente o resultado do processo de consulta ou eleição realizado no âmbito da comunidade universitária, na forma prevista no estatuto e no regimento de cada instituição.A Constituição já assegura às universidades autonomia didático-científica, administrativa e gestão financeira e patrimonial, garantindo plena organização de seus processos, principalmente no que se refere à escolha efetiva de seus gestores.A iniciativa abrange ainda o princípio da gestão democrática do ensino público, também prevista no texto constitucional, de modo a garantir o respeito à decisão da comunidade acadêmica nesses processos, além de fortalecer a legitimidade da gestão universitária eleita democraticamente.Wesley ressalta que o projeto de lei vai na esteira da Lei 15.367/2026, em âmbito federal, que determina que o presidente da República nomeie o candidato mais votado. * Jornalista