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Racismo, arbitragem, Milei, arrogância: torcer contra a Argentina é dever de todo sul-americano

Há uma cascata segundo a qual, por sermos do mesmo continente, devemos torcer para a Argentina na Copa do Mundo após o vexame do Brasil. É uma estupidez. Entre outros motivos, porque a Argentina não se considera do mesmo continente. Há uma cascata segundo a qual, por sermos do mesmo continente, devemos torcer para a Argentina na Copa do Mundo após o vexame do Brasil. É uma estupidez. Entre outros motivos, porque a Argentina não se considera do mesmo continente.A última representante da América Latina no torneio não conta com a torcida de seus vizinhos. Do México ao Chile, passando por Colômbia, Peru, Equador, Uruguai e pela parte sã do Brasil, a eliminação da seleção de Lionel Messi tornou-se quase um objetivo comum.A rejeição mistura rivalidades históricas, favorecimento da arbitragem no torneio, a idolatria idiota em torno de Messi, racismo e o fato de que os argentinos se consideram superiores aos vizinhos. Sim, temos uma velha rivalidade em campo que o saudoso Galvão Bueno explorava.Ocorre que eles nos ainda nos chamam de macaquitos e cantam que viemos “da favela”. Isso não é um detalhe e não é do “folclore futebolístico”.Infantino, o chefão da Fifa, não esconde sua predileção por Messi. Além do assalto contra o Egito, o americano Ismail Elfath foi escolhido como árbitro contra a Inglaterra. Elfath tem um histórico que chama atenção. Desde que Messi chegou ao Inter Miami, em 2023, apitou quatro partidas do craque argentino. O resultado foi perfeito para o camisa 10: quatro vitórias, quatro gols marcados e nenhum tropeço. O caso Enzo FernándezO debate ganhou dimensão internacional após a Copa América de 2024.Durante a comemoração do título, o volante Enzo Fernández apareceu em uma transmissão ao vivo no ônibus cantando, junto com companheiros da seleção, uma música que afirmava que os jogadores da França “jogam pela França, mas são de Angola”.A canção ainda dizia que Kylian Mbappé gostava de travestis, a mãe era camaronesa, o pai nigeriano e que “o passaporte dizia francês”.Em determinado momento do vídeo, um integrante da delegação percebe a gravidade da situação e grita para interromper a transmissão ao vivo, evidenciando que os próprios jogadores sabiam que o conteúdo poderia gerar repercussão. Tarde demais.A canção havia surgido ainda durante a Copa de 2022 entre grupos de torcedores argentinos, mas ganhou repercussão mundial apenas após a divulgação do vídeo de Enzo Fernández.O Chelsea abriu investigação interna contra o jogador, atletas franceses condenaram o cântico e entidades de combate ao racismo classificaram a música como xenófoba, racista e transfóbica, mas ficou por isso mesmo.Durante esta Copa do Mundo, torcedores argentinos foram flagrados dirigindo insultos racistas contra um streamer negro americano em duas partidas da seleção. Chamaram-no de macaco.Também repercutiu a declaração do jornalista argentino Eduardo Feinmann, que afirmou na televisão que “detesta os mexicanos” e que eles têm inveja dos argentinos “não apenas no futebol, mas em tudo”. A fala foi condenada pela presidente mexicana Claudia Sheinbaum. Messi não é PeléEmbora seja um dos maiores jogadores da história, Lionel Messi é alvo de uma babação de ovo insuportável. A cobertura da imprensa e das transmissões transforma qualquer lance do camisa 10 em um momento extraordinário, criando uma idolatria psicótica. O narrador da CazéTV tem orgasmos múltiplos a cada vez que ele pega na bola ou dê um passe de lado.A relação com o México também ficou abalada após a Copa de 2022, quando um vídeo mostrou uma camisa mexicana no chão do vestiário argentino enquanto Messi retirava as chuteiras. O boxeador Saúl “Canelo” Álvarez acusou o craque de desrespeitar o uniforme mexicano, algo que Messi sempre negou.Anos depois, o próprio argentino reconheceu que aquele episódio alterou a forma como muitos mexicanos passaram a enxergá-lo.Eles são auto-indulgentes. Como persiste no país a ideia de que “não existem negros” e, portanto, não haveria racismo, os argentinos sequer reconhecem o caráter discriminatório de músicas e gestos.A única autoridade do governo que sugeriu um gesto de retratação após o hino atacando a seleção francesa, feita de filhos de imigrantes da África, acabou perdendo o cargo.O então secretário de Esportes da Argentina afirmou, em entrevista, que os jogadores poderiam pedir perdão pelo episódio. A declaração desagradou Milei, que determinou sua demissão.Segundo ele, ninguém poderia dizer “o que os campeões do mundo e bicampeões da América devem fazer ou dizer”.

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França é eliminada da Copa e perde chance de igualar recorde de Brasil e Alemanha

Franceses sonhavam com o possível tricampeonato do Mundial, mas ficam para trás A principal favorita para o título da Copa do Mundo, a França foi eliminada na semifinal do torneio. Com isso, os franceses perderam a chance de igualar recorde da Seleção Brasileira e da Alemanha de jogar três finais de Mundial seguidas.Os franceses não só chegaram na final da Copa do Mundo de 2018, mas como também foram campeões do torneio. Em 2022, a França voltou a chegar na decisão do Mundial, mas dessa vez foram derrotados pela Argentina, nos pênaltis. AlemanhaA Alemanha foi a primeira seleção a chegar em três finais consecutivas de Copa do Mundo. Os europeus disputaram a decisão do torneio em 1982, 1986 – vice em ambas – e 1990 – onde foi campeã em cima da Argentina. BrasilA Seleção Brasileira também conquistou o feito, pouco tempo depois. Em 1994, nos Estados Unidos, o Brasil conquistou o tetracampeonato da Copa do Mundo.Em 2002, o Brasil voltou a ser campeão do mundo. A Seleção Brasileira chegou na final, pela terceira vez consecutiva, e derrotou a Alemanha por 2 a 0, conquistando o pentacampeonato.

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Trapaça de Trump e Infantino fracassa e Bélgica humilha Estados Unidos

Escalação de Balogun após liberação polêmica da Fifa não evita goleada belga por 4 a 1 e eliminação dos anfitriões da Copa A tentativa de salvar o atacante Folarin Balogun nos bastidores da Copa do Mundo terminou em fiasco para os Estados Unidos. Nesta segunda-feira (6), o atleta foi titular após ter uma suspensão automática revogada pela Fifa, mas não conseguiu impedir a goleada da Bélgica por 4 a 1, em Seattle, pelas oitavas de final do torneio. O resultado eliminou os anfitriões e colocou a seleção belga nas quartas, contra a Espanha.A Bélgica construiu a vitória com autoridade, eficiência ofensiva e aproveitamento dos erros norte-americanos. Charles De Ketelaere marcou duas vezes no primeiro tempo, Hans Vanaken ampliou na etapa final e Romelu Lukaku fechou a goleada. O único gol dos Estados Unidos foi de Malik Tillman, em cobrança de falta que desviou na barreira.O início belga já indicava uma noite difícil para os donos da casa. Após jogada pelo lado direito e corte mal feito pela defesa dos Estados Unidos, Nicolas Raskin ficou com a sobra dentro da área e finalizou cruzado. De Ketelaere apareceu próximo à linha do gol para completar e abrir o placar.Os Estados Unidos conseguiram reagir em lance que passou diretamente por Balogun. O atacante sofreu falta frontal na entrada da área, e Tillman cobrou com a perna direita. A bola desviou na barreira, enganou Thibaut Courtois e entrou no meio do gol, empatando a partida em Seattle.A resposta belga, porém, foi imediata. Menos de um minuto depois, Leandro Trossard avançou pela esquerda, chegou à linha de fundo e cruzou para De Ketelaere. O atacante venceu a disputa pelo alto e marcou o segundo dele no jogo, recolocando a Bélgica em vantagem antes do intervalo.Na etapa final, os Estados Unidos tentaram assumir o controle da posse de bola e empurrar a Bélgica para o campo de defesa. A equipe norte-americana teve mais volume em alguns momentos, mas encontrou dificuldade para criar chances limpas diante de uma seleção belga organizada e mais precisa nas transições.A melhor oportunidade dos anfitriões saiu novamente com Balogun. O atacante aproveitou falha de Brandon Mechele, arrancou em velocidade pela esquerda e entrou na área em condição clara de finalização. Courtois fechou o ângulo e fez defesa decisiva, impedindo o empate e mantendo a vantagem belga.Pouco depois, a Bélgica transformou o controle emocional do jogo em vantagem no placar. Matt Freese saiu da área para se antecipar a De Ketelaere e dominou a bola no peito, mas hesitou na sequência. O atacante belga pressionou, recuperou a jogada e a bola sobrou para Vanaken, que finalizou de fora da área, com o gol aberto, para fazer 3 a 1.No fim, Lukaku completou a noite desastrosa dos Estados Unidos. O maior artilheiro da história da seleção belga entrou no segundo tempo e aproveitou erro na saída de bola norte-americana pelo lado direito. O atacante carregou para o meio da área e bateu colocado, de direita, no canto esquerdo de Freese, decretando o 4 a 1.A derrota encerra de forma contundente a campanha dos Estados Unidos na Copa disputada em casa. A seleção havia liderado o Grupo D, com vitórias sobre Paraguai e Austrália e derrota para a Turquia. Na etapa seguinte, venceu a Bósnia e Herzegovina por 2 a 0, em partida marcada pela expulsão de Balogun.A Bélgica, por sua vez, confirma sua recuperação no torneio. Depois de uma fase de grupos irregular, com empates contra Egito e Irã e goleada sobre a Nova Zelândia, a equipe eliminou o Senegal na prorrogação e agora derrubou os anfitriões com uma atuação dominante. Nas quartas de final, enfrentará a Espanha, que venceu Portugal por 1 a 0. Revogação de cartão de Balogun expõe pressão nos bastidoresA goleada também ampliou o peso político e esportivo da polêmica que antecedeu a partida. Balogun havia sido expulso contra a Bósnia, na segunda fase, em lance revisado pelo VAR e confirmado pelo árbitro brasileiro Raphael Claus. A jogada envolveu um pisão no calcanhar do zagueiro Muharemovic, punido inicialmente com cartão vermelho direto e suspensão automática.Apesar da punição, o Comitê Disciplinar da Fifa revogou a suspensão e autorizou Balogun a enfrentar a Bélgica. A Associação Belga de Futebol reagiu imediatamente, recorreu da decisão e afirmou que o pedido foi negado. A entidade também declarou não ter recebido a íntegra do despacho nem as justificativas formais para a liberação do atacante.Em comunicado, a RBFA afirmou: “A RBFA notificou a Federação de Futebol dos EUA de que contestará a elegibilidade do jogador caso seu nome conste na súmula oficial da partida. Consequentemente, todos os demais recursos legais e outras medidas permanecem em aberto”.A federação deixou aberta a possibilidade de levar o caso a instâncias superiores, como a Corte Arbitral do Esporte, conhecida pela sigla CAS, responsável por julgar disputas disciplinares e regulatórias no futebol internacional.O episódio ganhou ainda mais repercussão depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ligou para o presidente da Fifa, Gianni Infantino, para pedir a revogação da suspensão automática de Balogun. A interferência política ampliou as críticas à decisão da entidade máxima do futebol e colocou ainda mais pressão sobre o confronto.O técnico Mauricio Pochettino foi o principal defensor da liberação do atacante. O argentino sustentou que a expulsão contra a Bósnia havia sido injusta e argumentou que os Estados Unidos já tinham sido suficientemente prejudicados naquele jogo. Em campo, Balogun participou do lance do gol norte-americano e teve a melhor chance da equipe no segundo tempo, mas terminou a noite como símbolo de uma manobra frustrada.

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Trump admite interferência na Fifa e detona árbitro brasileiro: “Suspeito”

Em entrevista coletiva, presidente dos EUA confessou ter pedido para cancelar cartão vermelho de Balogun, estrela da seleção norte-americana O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou nesta segunda-feira (6) que pediu à FIFA a revisão do cartão vermelho aplicado ao atacante Folarin Balogun durante a vitória da seleção norte-americana sobre a Bósnia-Herzegovina, pela Copa do Mundo. Após a análise da entidade, a expulsão foi anulada e o jogador foi liberado para enfrentar a Bélgica nas oitavas de final.Durante entrevista no Salão Oval da Casa Branca, Trump afirmou que não concordou com a decisão da arbitragem, mas negou ter interferido diretamente na condução da competição. Segundo ele, o objetivo foi apenas solicitar uma reavaliação do lance.“Tudo o que fiz foi pedir uma revisão, porque não achei que fosse falta. Eu não disse à Fifa o que fazer. O comitê tomou a decisão certa. É injusto excluir um dos melhores jogadores dos EUA”, declarou.A expulsão ocorreu aos 18 minutos do segundo tempo da partida contra a Bósnia-Herzegovina. O árbitro brasileiro Raphael Claus aplicou o cartão vermelho após revisão do VAR, entendendo que Balogun atingiu o tornozelo do defensor Muharemovic com um pisão.“Tudo o que fiz foi pedir uma revisão, porque não achei que fosse falta. Eu não disse à Fifa o que fazer. O comitê tomou a decisão certa. É injusto excluir um dos melhores jogadores dos EUA”, declarou.A expulsão ocorreu aos 18 minutos do segundo tempo da partida contra a Bósnia-Herzegovina. O árbitro brasileiro Raphael Claus aplicou o cartão vermelho após revisão do VAR, entendendo que Balogun atingiu o tornozelo do defensor Muharemovic com um pisão. Na entrevista, Trump também criticou a atuação de Claus e levantou suspeitas sobre o histórico do árbitro, sem apresentar provas. “Esse árbitro é um pouco suspeito. Se você verificar o passado dele… Eu não quero dizer isso, porque não gosto de criar polêmica, mas muito suspeito, como se eu pudesse te mostrar o histórico. Ele fez uma marcação que ninguém conseguiu acreditar, sabe? Até pessoas do outro lado”, afirmou.A decisão da FIFA provocou reação da Federação Belga de Futebol, adversária dos Estados Unidos nas oitavas de final. Em comunicado, a entidade informou que não recebeu explicações oficiais para a revisão da punição e sustentou que a suspensão automática prevista para cartões vermelhos deveria ter sido mantida.Segundo a federação, o Artigo 66.4 do Código Disciplinar da FIFA e o regulamento da Copa do Mundo estabelecem a suspensão automática após expulsões. A entidade acrescentou que a regra também foi reforçada em circulares e reuniões realizadas antes do início do torneio e informou que estuda medidas para contestar a condição de jogo de Balogun.O episódio também repercutiu no futebol europeu. A Uefa manifestou críticas à decisão de anular o cartão vermelho, enquanto a discussão sobre a revisão da punição ganhou destaque às vésperas do confronto entre Estados Unidos e Bélgica, válido pelas oitavas de final da Copa do Mundo. Veja o vídeo na íntegra:

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Brasil perde chances, é castigado por Haaland e amarga eliminação precoce na Copa

Seleção Brasileira somou mais um fracasso, desta vez contra a Noruega, e foi eliminado nas oitavas da Copa do Mundo de 2026 Nova Jersey – O acúmulo de chances perdidas somada ao castigo de Erling Haaland provocou eliminação precoce do Brasil na Copa do Mundo de 2026 neste domingo (5/7). Na tentativa de “ser Brasil”, o time de Carlo Ancelotti se adiantou, contou com Neymar em campo, e a consequência foi ver o brilho coletivo norueguês, que havia sido protagonista no restante da partida. A queda mais precoce da Seleção Brasileira desde o Mundial de 1990 ocorreu com requintes de crueldade, até porque Bruno Guimarães desperdiçou pênalti, Endrick perdeu uma chance clara, e o time deixou a desejar mais uma vez – assim como em toda esta geração.No MetLife Stadium, em East Rutheford, o Brasil deixou a Noruega dominar durante boa parte do confronto. A ideia de ser reativo quase funcionou, mas, no ímpeto de mudar a partida ainda no segundo tempo, o time se adiantou ainda com placar zerado, não conseguiu criar boas chances e levou dois gols do atacante Erling Haaland. Um placar de 2 a 1 justo pela estratégia perfeita de um time nórdico que entra para história. Já o Brasil coleciona outro fracasso e conviverá com o maior jejum da história de títulos.Esta eliminação ainda contou com um capítulo que pode ter sido o final de Neymar com a camisa da Seleção Brasileira. O camisa 10 não foi bem, mas converteu pênalti no último minuto. No entanto, além de apenas um gol de honra, a troca de provocações com o goleiro Nyland, que fez incríveis quatro defesas, pode ter encerrado uma história que não foi como a maioria da torcida imaginava.Por outro lado, festa merecida dos nórdicos. O próximo jogo da Seleção Norueguesa será no sábado (11/7), às 18h (de Brasília), no Hard Rock Stadium, em Miami. O adversário ainda está indefinido. Inglaterra e México medem forças às 21h (de Brasília), no Estádio Azteca, na Cidade do México. Caso avance, o Brasil joga às 16h de 15 de julho (quarta-feira), em Atlanta. A final está marcada para o mesmo horário de 19 de julho (domingo), novamente no MetLife Stadium, em Nova Jersey. Como foi o duelo entre Brasil e Noruega pelas oitavas da Copa?Gol anulado, pênalti perdido e jogo aberto – como esperadoAs arquibancadas lotadas presenciaram jogo animado entre Brasil e Noruega desde o início, o que correspondeu às expectativas. Logo no terceiro minuto, em erro de passe de Bruno Guimarães, Ødegaard encontrou, livre na ponta direita, o atacante Sorloth, que rolou para Patrick Berg abrir o placar. Porém, o autor da assistência estava em posição irregular, e o impedimento foi marcado imediatamente.Já aos 10, Rayan roubou, Bruno Guimarães recebeu e deu um belo toque para Gabriel Martinelli, que demonstrou muita visão para inverter para Matheus Cunha. Já dentro da área, o atacante foi derrubado por Kristoffer Ajer. No primeiro momento, o árbitro Ismail Elfath não assinalou o pênalti, mas, com a revisão do VAR, marcou. O Brasil não correspondeu. Responsável pela cobrança, Bruno Guimarães bateu “meia-altura” e no canto esquerdo de Nyland, que pulou corretamente e fez a defesa. Só que o Brasil não sentiu o pênalti perdido. No minuto 29, Martinelli protagonizou grande jogada com Vini Jr., invadiu a área e cruzou forte. Nyland fez a defesa, impediu que a bola chegasse em Bruno e até gerou um rebote, mas Rayan ajeitou para Danilo, e o lateral furou. Cinco minutos depois, a Noruega reagiu em um contra-ataque que Ødegaard tentou uma vez e foi bloqueado por Gabriel Magalhães, companheiro de Arsenal. Na sequência, o meia tentou novamente e acertou a rede pelo lado de fora.Em um jogo aberto – como era esperado pela ofensividade norueguesa e o talento brasileiro -, as equipes ainda trocaram boas oportunidades na reta final da primeira etapa. Ao todo, foram 12 finalizações, sendo oito da Seleção, apesar da posse de bola de apenas 35% na etapa final.Outra boa chegada do time de Ancelotti ocorreu aos 39, quando Vini Jr perdeu a bola no ataque, mas recuperou ao desarmar Ødegaard na grande área nórdica. Martinelli rolou, o craque da Seleção driblou e bateu com a perna esquerda para mais uma defesa do goleiro Nyland. Oito minutos depois, Haaland foi travado por Magalhães, e a bola sobrou com Ødegaard, que chutou para grande intervenção de Alisson. O castigo ao tentar “ser Brasil”O segundo tempo começou com a posse de bola da Noruega, mas sem infiltrações. Bem postado, o Brasil conseguiu escapar em contra-ataque que poderia ser fatal no minuto 13. Casemiro roubou, fez bom passe para Vini Jr, e o craque da Seleção encontrou lançamento perfeito para Endrick. Um minuto após entrar na vaga de Matheus Cunha, o atacante recebeu livre, invadiu a área e tentou a cavadinha, mas a bola foi para fora.Dois minutos depois, Magalhães ajeitou de cabeça, e Rayan bateu com a perna direita para defesa de Nyland. O goleiro apareceu novamente no lance seguinte em chute à queima-roupa de Bruno Guimarães – só que o impedimento de Rayan, que deu passe, havia sido marcado. A Seleção Norueguesa até tentou reagir, mas não conseguiu levar perigo ao gol de Alisson. Enquanto isso, o lado “brasileiro” do estádio se animou com a mudança de Ancelotti na metade da etapa final: entrada de Neymar.Só que a tentativa de protagonismo do Brasil custou caro. Mais ofensivo, o Brasil tentou atacar, e a Noruega aproveitou para contra-atacar. Após Haaland disputar, a bola ficou na esquerda com Schjelderup: chute forte para mais uma defesa do goleiro Alisson. Já no minuto 34, o castigo final. Schjelderup fez a jogada pela esquerda, teve liberdade para cruzar, e Haaland subiu de forma soberana para cima de Gabriel Magalhães, dando um cabeceio certeiro: 1 a 0.Com a necessidade fazer o gol para tentar arrastar o jogo para a prorrogação, no mínimo, o Brasil teve duas grandes chances. Na primeira oportunidade, quase foi um gol contra, mas Nyland apareceu novamente para evitar – a bola ainda bateu

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Noruega vence Costa do Marfim e vai enfrentar o Brasil nas oitavas da Copa

Atacante Erling Haaland marcou o gol da vitória de sua seleção diante dos africanos A Noruega será a adversária do Brasil domingo (5/7) na luta por uma vaga às quartas de final da Copa 2026: nesta terça-feira (30/6), mostrando eficiência – e com direito a mais um gol de Haaland -, os nórdicos venceram Costa do Marfim por 2 a 1, no AT&T Stadium, em Dallas, carimbando a vaga às oitavas de final.O foco estava todo voltado em Haaland, autor de quatro gols nos dois primeiros jogos do Mundial (foi poupado diante da França, assim como a maioria dos titulares), mas, na maior parte do tempo, ele teve poucas oportunidades. E muito em função das mudanças na equipe marfinense.Para tentar conter o ‘gigante’ de 1,95m, o técnico Emerse Faé mudou a zaga, escalando seus defensores mais altos, Kossounou e Agbadou. Também buscou bloquear as ações de Berg e Odegaard, geralmente responsáveis por organizar as jogadas em direção a Haaland.A Noruega até tentou pressionar no início, mas Costa do Marfim rapidamente não só igualou as ações como passou a ter a posse da bola. E levava perigo, principalmente com Diomandé e Pépé, pelas extremas, com muita velocidade e habilidade. Neste ritmo, foram sete escanteios antes dos 35 minutos. Mas faltava a precisão na finalização. Que sobrou do outro lado…Em um dos raros momentos de lucidez da Noruega, Musa recebeu de Odegaard, cortou pra dentro e bateu, de curva, para superar Fofana e marcar um golaço. No segundo tempo, a Costa do Marfim manteve seu ímpeto. E foi criando boas chances, novamente insistindo pelas extremas. A primeira delas com Pépé, obrigando Nyland a fazer grande defesa. O quadro ficou ainda melhor para os africanos após a entrada de Dialló. Foi dele o gol de empate, em lance de rara habilidade.Quando a situação parecia a caráter para os marfinenses, a Noruega se aproveitou de uma das raras falhas da marcação. E, diante do artilheiro, foi fatal: Bobb encontrou Berg entrando na área, que rolou para Haaland, já sem goleiro pela frente, apenas tocar para o fundo do gol. Foi o quinto gol dele neste Mundial. O Brasil que se prepare.FICHA TÉCNICACosta do Marfim 1×2 Noruega Costa do MarfimFofana; Doué, Kossounou, Agbadou e Konan (Guessan); Kessié, Sangaré e Oulai (Dialló); Pépé (Diakité), Bonny (Wahi) e Diomandé (Touré). Técnico: Emerse Faé NoruegaNyland; Holmgren Pedersen, Ajer, Heggem e Moller Wolfe; Patrick Berg, Sander Berge e Odegaard; Sorloth (Bobb), Haaland e Musa (Schjelderup). Técnico: Stale SolbakkenMotivo: segunda fase da Copa 2026Local: AT&T Stadium, em Dallas (EUA)Árbitro: Jesús Valenzuela (Venezuela)Assistentes: Jorge Urrego (Venezuela) e Tulio Moreno (Venezuela)Gols: Musa, 39 do 1º, Dialló 28, Halland 40 do 2ºCartões amarelos: Musa (NOR)Público: 69.665

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Brasil vira no fim contra o Japão e avança às oitavas da Copa

Casemiro e Martinelli marcam no segundo tempo e garantem a classificação brasileira em Houston O Brasil venceu o Japão por 2 a 1, nesta segunda-feira (29), no NRG Stadium, em Houston, e garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 em uma partida marcada por tensão, reação no segundo tempo e gol decisivo nos acréscimos. Após sair atrás no placar, a seleção brasileira buscou a virada com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli.A equipe comandada por Carlo Ancelotti teve um primeiro tempo de muitas dificuldades, sofreu com a marcação japonesa e só conseguiu construir a reação depois do intervalo, quando o treinador promoveu mudanças ofensivas. O próximo jogo do Brasil pelas oitavas está marcado para domingo, às 17h, no horário de Brasília.A seleção japonesa abriu o placar aos 29 minutos do primeiro tempo, após erro na saída de bola brasileira. Danilo tentou acionar o meio-campo, mas errou o passe e deixou o Brasil vulnerável. Sano avançou pelo setor central, passou por Casemiro e finalizou no canto baixo direito de Alisson, colocando o Japão em vantagem.O lance expôs os problemas defensivos do Brasil na etapa inicial. Casemiro, que já havia recebido cartão amarelo aos 14 minutos, não conseguiu interromper a jogada japonesa. Gabriel Magalhães também não reduziu o espaço para a finalização, e Alisson não alcançou a bola. A partir do gol, a seleção brasileira passou a acumular erros de passe, dificuldades de movimentação e desorganização no ataque. No intervalo, Ancelotti foi obrigado a mexer na equipe. Lucas Paquetá deixou o campo com dores musculares na parte posterior da coxa esquerda, e Endrick entrou para reforçar o setor ofensivo. Com a mudança, o Brasil passou a atuar em uma formação mais agressiva, próxima de um 4-2-4, buscando presença na área e maior volume de cruzamentos.A estratégia surtiu efeito logo nos primeiros minutos do segundo tempo. Bruno Guimarães obrigou Suzuki a fazer grande defesa, e Casemiro quase marcou de cabeça em lance salvo pela zaga japonesa em cima da linha. A pressão brasileira indicava o caminho para o empate.Aos 11 minutos da etapa final, Gabriel Magalhães cruzou para a área e encontrou Casemiro. O volante subiu bem e cabeceou com precisão para empatar a partida, redimindo-se da atuação irregular no primeiro tempo. O gol mudou o clima do jogo e colocou o Japão sob forte pressão. Pouco depois, Vini Jr. quase virou o placar em jogada individual. O atacante finalizou com perigo, Suzuki desviou levemente, e a bola tocou a trave. O Brasil passou a controlar o campo de ataque, enquanto o Japão tentou reorganizar a marcação com substituições pelos lados.Ancelotti voltou a mexer no setor ofensivo ao substituir Matheus Cunha por Gabriel Martinelli. O atacante passou a circular pelo lado esquerdo, enquanto Endrick e Vini Jr. buscaram espaço em posições mais centrais. Aos 29 minutos do segundo tempo, parte da torcida brasileira chegou a pedir a entrada de Neymar, mas o técnico manteve a estratégia com os jogadores em campo.Na reta final, Casemiro sentiu dores e foi substituído por Fabinho aos 46 minutos. Quando a partida parecia caminhar para a prorrogação, o Brasil encontrou o gol da virada. Aos 50 minutos do segundo tempo, Bruno Guimarães deu o passe para Gabriel Martinelli, que marcou e garantiu a classificação brasileira.Com a vitória, o Brasil escapa de uma eliminação dramática e segue vivo na Copa do Mundo. O resultado confirma a reação da equipe depois de um primeiro tempo ruim e reforça o peso das alterações feitas por Ancelotti, especialmente as entradas de Endrick e Martinelli. Ficha técnicaBrasil 2 x 1 Japão Local: NRG Stadium, em Houston, nos Estados Unidos Data e horário: segunda-feira (29), às 14h, de Brasília Árbitro: Maurizio Mariani, da Itália Assistentes: Daniele Bindoni e Alberto Tegoni, da ItáliaGols: Sano, aos 29 minutos do primeiro tempo; Casemiro, aos 11 minutos do segundo tempo; Gabriel Martinelli, aos 50 minutos do segundo tempoCartões amarelos: Casemiro e Danilo, pelo Brasil; Sano, Kamada e J. Suzuki, pelo JapãoBrasil: Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro (Fabinho), Bruno Guimarães (Danilo Santos), Lucas Paquetá (Endrick) e Matheus Cunha (Gabriel Martinelli); Rayan e Vini Jr. Técnico: Carlo AncelottiJapão: Suzuki; Tomiyasu, Taniguchi e Hiroki Ito; Doan (Sugawara), Sano, Kamada (Tanaka) e Nakamura (J. Suzuki); Junya Ito (Machino), Maeda e Ueda. Técnico: Hajime Moriyasu

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Conheça a seleção do Japão, próxima adversária do Brasil

Futebol cresceu no país com ajuda de brasileiros Após empatar com a Suécia, o Japão garantiu vaga na próxima fase e será o adversário da seleção brasileira na Copa do Mundo 2026. Os dois vão se enfrentar na segunda-feira (29), às 14h (horário de Brasília), em Houston, nos Estados Unidos, um dos países-sedes da competição.A partida marca o início do mata-mata do Mundial, fase que reúne 32 seleções na disputa pelo título.A seleção japonesa ficou em segundo lugar no Grupo F, liderado pela Holanda. Na fase de grupo, a equipe asiática goleou a Tunísia, marcando quatro gols contra o time africano, desclassificado da competição. Na disputa contra a Holanda, o placar ficou empatado em 2 a 2, na primeira rodada do Mundial. O Japão é uma seleção com nível técnico crescente e o confronto não tem favorito, avalia a comentarista de futebol da TV Brasil e da Rádio Nacional, Luciana Zogaib.“[O Japão] É uma seleção que joga em transição rápida, é uma equipe que tem equilíbrio emocional, mesmo quando sai atrás, consegue buscar o resultado, como aconteceu na partida contra a Holanda”.Em 2025, o Japão também derrotou o Brasil de virada, em um amistoso, no final de 2025, em Tóquio, por 3 a 2. Na ocasião, o técnico do time brasileiro, Carlo Ancelotti, pediu que os jogadores brasileiros desenvolvessem “resiliência mental” e disse que a equipe precisava aprender com os erros.“Os japoneses têm o mental forte e nós vamos colocar o nosso [emocional] à prova neste jogo”, brincou Zogaib.A comentarista também lembrou que, desde o confronto com o Brasil, ano passado, o Japão não perdeu nenhum jogo. “Eles chegam motivados à Copa”, frisou.A evolução do futebol japonês é nítido, acrescentou Rachel Motta, também comentarista esportiva da TV Brasil. Ela chama atenção para a agilidade do time no contra-ataque.“A equipe japonesa pode não ter tantos jogadores habilidosos ou com mais nome, porém, o contra-ataque japonês é a arma deles, que marcam muito bem, e aí, a gente precisa mostrar habilidade”, cobrou.“Além do Vini Jr. não temos visto tanta habilidade na seleção brasileira”, criticou. Zico e o futebol japonêsA perspectiva do duelo mexe com os torcedores brasileiros, que viram o crescimento do futebol japonês. O país contou com experts brasileiros, como o jogador Zico, Arthur Antunes Coimbra. Ele contribuiu para a profissionalização do esporte no país asiático e comandou a seleção nipônica na Copa de 2006.“Que o flamenguista não fique chateado, mas com o Flamengo foram 20 anos e com o Japão foram 22”, brincou, em entrevista à Agência brasil, em abril.Fora de campo, os dois países possuem uma longa relação, considerando como marco a chegada de 800 japoneses no navio Kasato Maru, em 1908, que vieram trabalhar nas lavouras de café, em São Paulo.Atualmente, o Japão é um dos principais parceiros do Brasil na Ásia. Segundo o Ministério das Relações Exteriores do Brasil, os países, nos últimos anos, vêm buscando estreitar parcerias e cooperações na área comercial em ciência e tecnologia.Entre as áreas mais promissoras, de acordo com o órgão, destacam-se tecnologias da informação e das comunicações, aeroespacial, robótica, ciências médicas e saúde e energias renováveis.O Japão é também um dos maiores investidores do Brasil, com US$ 22,8 bilhões em estoque (investido ou em circulação). Os investimentos japoneses são diversificados e incluem setores como o automotivo, de materiais elétricos e siderurgia.Em 2023, o dado mais recente indica que o intercâmbio comercial bilateral foi de US$ 11,7 bilhões, com superávit para o Brasil de US$ 1,5 bilhão. As exportações brasileiras para o Japão foram, na maior parte, de produtos como minério de ferro, frango, café, alumínio e milho, enquanto as importações incluíram autopeças, compostos químicos, instrumentos de medição e controle e circuitos integrados. Japoneses escolheram São PauloDesde a chegada do navio Kasato Maru a São Paulo, a comunidade nipônica cresceu. A Embaixada Japonesa estima que 2 milhões de japoneses e seus descendentes vivem no país, a maior população nipônica fora do Japão. E, como não poderia ser diferente, a influência cultural deixou marcas, em diversas áreas, como agricultura, gastronomia e artes marciais.São Paulo conta com a maior comunidade japonesa do Brasil. O bairro da Liberdade chega a ter toda a atmosfera do Japão, com fachadas escritas com ideogramas e arquitetura oriental.Mas há outras cidades brasileiras também marcadas pela presença desses imigrantes, como Assaí, no Paraná; Ivoti, no Rio Grande do Sul; e Tomé-Açu, no Pará.De acordo com o MRE, os japoneses são cerca de quatro em cada dez dos 1 milhão de estrangeiros vivendo no Brasil. Já no país insular, do outro lado do globo, vivem 200 mil brasileiros, nas contas do governo japonês.“O elo humano é um dos principais patrimônios das relações Brasil-Japão e fomenta o diálogo e a cooperação”, afirmou o ministério.

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Romário viraliza dançando em após jogo do Brasil enquanto dá chapéu no Senado

O senador do PL decidiu continuar no exercício do mandato parlamentar enquanto trabalha nos Estados Unidos como comentarista da CazéTV na Copa do Mundo. Enquanto a Seleção Brasileira comemorava a vitória por 3 a 0 sobre a Escócia pela Copa do Mundo, outro nome ligado ao futebol brasileiro dominava as redes sociais: Romário. O senador e ex-jogador apareceu em vídeos gravados em uma festa em Miami Beach, nos Estados Unidos, dançando no palco, interagindo com o público e celebrando o resultado da partida. As imagens foram divulgadas pelo influenciador Jon Vlogs e rapidamente viralizaram. No vídeo, o Baixinho surge descontraído em uma casa noturna frequentada por brasileiros, reforçando uma rotina que tem chamado atenção durante o torneio: entre comentários sobre os jogos, participações em partidas de veteranos e vídeos para redes sociais, Romário transformou sua passagem pelos Estados Unidos em atração paralela da Copa. O senador não se licenciou do mandato nem foi substituído por suplente durante a viagem. Ele continua exercendo formalmente suas funções parlamentares e recebendo normalmente os vencimentos do cargo.A situação é possível porque o Senado opera em regime semipresencial durante o período dos festejos juninos.O modelo, criado durante a pandemia de Covid-19, permite que parlamentares participem de votações remotamente e acompanhem atividades legislativas por videoconferência.Ao Senado, Romário informou que viajaria ao exterior em caráter particular e sem custos para os cofres públicos. Segundo sua assessoria, não há sessões deliberativas previstas até o encerramento da Copa do Mundo, em 19 de julho, o que afastaria qualquer conflito entre a agenda parlamentar e a permanência nos Estados Unidos.Mesmo fora do país, o senador registrou presença em votações importantes. Desde sua chegada aos EUA, em 10 de junho, ele marcou presença na sessão que confirmou a indicação do ministro Benedito Gonçalves para o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), embora não tenha votado. Também participou da votação do projeto que altera a Lei de Responsabilidade Fiscal para impedir bloqueios orçamentários nas agências reguladoras.A assessoria do ex-atacante afirma ainda que os escritórios parlamentares no Rio de Janeiro e em Brasília seguem funcionando normalmente e atendendo às demandas da população.

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