Zema entrega parques à Vale e à iniciativa privada

PASSANDO A BOIADA

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As reservas em questão são os parques nacionais da Serra da Gandarela, da Serra do Cipó, da Serra da Canastra, do Caparaó, Grande Sertão Veredas, Cavernas do Peruaçu e Parque Nacional das Sempre-Vivas.

Segundo o governo, o montante de R$ 150 milhões será gasto com a construção de trilhas, aquisição de veículos, computadores, kits de energia solar e sistemas de comunicação. Toda a aplicação e gestão dos recursos será feita pela própria mineradora.

Privatização das BRs 381 e 262

Em outra reunião com o governo federal, dessa vez com o Ministério de Infraestrutura no dia 10 de outubro, Romeu Zema recebeu a afirmativa da destinação de R$ 5,4 bilhões ao estado.

O recurso será destinado, segundo o próprio governo, para a duplicação e revitalização das rodovias federais BR-381 – que liga Belo Horizonte a Governador Valadares – e BR-262 – no trecho entre Betim e Uberaba. Os leilões de licitação para privatização das vias estão previstos para dezembro deste ano.

Venda dos parques do Ibitipoca e Itacolomi

Na terça-feira (18), o Instituto Estadual de Florestas publicou o edital de privatização dos parques estaduais Ibitipoca, na Zona da Mata, e Itacolomi, na região Central do estado.

O certame concede os patrimônios à iniciativa privada por um prazo de 30 anos, e o leilão de privatização está previsto para 15 de dezembro. Além desses, Zema também pretende entregar outros 20 parques estaduais à iniciativa privada. O governo mineiro é criticado por ambientalistas por não criar nenhuma reserva ambiental durante toda sua gestão.

Comunicação pública ou comunicação do governo?

Na segunda-feira (3), logo após o primeiro turno, foi divulgado no perfil oficial da Rádio Inconfidência no Instagram um post de propaganda do governo. A emissora é de caráter público, ou seja, não se trata de um veículo governamental.

A publicação, que também foi veiculada em perfis de secretarias do Executivo, ressaltava o governo de Romeu Zema e comemorava a vitória da reeleição. Após questionamento do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais, o post foi excluído da conta, o governo também informou ao sindicato que a publicação foi um engano.

Edição: Larissa Costa Brasil de Fato

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