Bolsonaro ofereceu o Brasil de bandeja aos Estados Unidos, a troco de nada

TRUMP PÕE A COLEIRA EM BOLSONARO, APONTA AROEIRA  – O chargista Aroeira retrata o momento mais baixo da história do Brasil, em que Jair Bolsonaro ofereceu o Brasil de bandeja aos Estados Unidos, a troco de nada. Uma viagem que ficará na História como marco servil, quando o país de Bolsonaro consolidou sua condição de vira-lata do país de Trump. Leia ainda o artigo de Gilvandro Filho, Jornalista pela Democracia: Por Gilvandro Filho, do Jornalistas pela Democracia A viagem do presidente Jair Bolsonaro aos Estados Unidos, que começou ontem com um jantar folclórico e termina hoje com uma cerimônia de beija-mão do presidente Donald Trump, deixa patente algumas verdades sobre as quais já havia um comboio de indícios. Da condição de terreiro do país-irmão que o Brasil de Bolsonaro assume de maneira escancarada ao inacreditável périplo realizado ao prédio da CIA pelo presidente brasileiro, com alguns auxiliares e um dos “primeiros-filhos”, tudo foi muito elucidativo. O que se vê não somente mata de vergonha pela breguice, como serve de alerta do que pode vir por aí. Porque, em termos de submissão, os caras estão dispostos a tudo. No campo do inimaginável, a visita à CIA é um daqueles episódios que só a ausência total do senso de ridículo pode justificar. Fora de agenda? Não parece crível. Pelo que pensam Bolsonaro e seus filhos, uma esticada ao maior centro de disseminação do terrorismo de Estado do planeta não pode ser tachada propriamente de visita-surpresa, mas de aproveitamento de oportunidade. Iam perder essa? O Brasil tem na presidência da República um agente de segurança. É disso que ele gosta e é disso que ele vive. É natural que ele corra para a Central de Inteligência dos EUA com o mesmo frenesi com que alguém que adora cultura corra para o Louvre. Ou um como estrangeiro amante de futebol, que vem ao Brasil e sai voando para o Maracanã. Ou um católico que vai à Itália e, antes de comer a primeira pizza, já está visitando o Vaticano. Cada qual com o seu cada qual. O de Bolsonaro é esse. O anúncio da liberação do visto de entrada no Brasil para os americanos e, de lambuja, para japoneses, canadenses e australianos, é outro episódio, digamos, peculiar em sabujice. Retrata uma política externa tonta feito uma barata idem. Calcada pura e simplesmente na “desesquerdização” do Itamarati, tendo à frente o “olavete” (by Olavo de Carvalho) Ernesto Araújo, essa política (se pode ser assim chamada) tem por base a coadjuvação em relação aos Estados Unidos e a Israel. O que vale, claro, ser contra qualquer inimigo dos americanos, como é o caso da Venezuela. A liberação do visto, concretizada por um decreto assinado de imediato por Bolsonaro, joga no ralo o princípio da reciprocidade, elemento basilar de qualquer política externa. Serviu de pano de fundo para os Estados unidos esclarecerem que, do lado de lá, os brasileiros continuarão não apenas tendo de apresentar visto, como, a depender da paranoia do dia, terem até que tirar sapatos para passar na alfândega. Resta saber como é que se diz “comigo não, violão” em inglês. A parte burlesca da viagem foi o rega-bofe oferecido a Steve Bannon, o sujeito que tornou exemplo cívico a propaganda suja e criminosa para derrotar inimigos eleitorais. Apesar de Bannon, a estrela da noite foi o “filósofo” Olavo de Carvalho que recebeu loas de todos os setores do bolsonarismo. Todo mundo fez questão agradar ao “guru” do governo, do ministro da Justiça, o juiz de primeira instância Sérgio Moro, ao general Augusto Heleno, tido como detentor da mais alta patente política entre os militares que pululam o primeiro escalão. É que Olavo De Carvalho tem criticado bastante setores do governo, sobretudo o vice general Hamilton Mourão que, a julgar pela idolatria geral para com o “guru”, está com o prestígio em baixa no governo. Tão em baixa que, embora seja ele o presidente em exercício, Bolsonaro deixou em Brasília o filho vereador pelo RJ, Carlos (o “Carlucho”, cuidando da agenda política. Pense numa confiança… Entrega da base aérea de Alcântara, no Maranhão, foi outro item lamentável desse cardápio indigesto que marcou a primeira viagem do governo brasileiro à matriz norte-americana. Um sonho de consumo político e militar que os Estados Unidos tentaram tornar realidade, em vão, durante décadas. Não conseguiram graças ao juízo dos governos anteriores. Até que chegou ao poder um grupo que tem por princípio o ato de se desfazer de qualquer patrimônio nacional. No caso de Alcântara, de soberania e mínima independência. Hoje tem o encontro de Bolsonaro com o patrão. E esta será uma viagem que ficará na História como marco servil, quando o país de Bolsonaro consolidou sua condição de vira-lata do país de Trump.  

Brasil dispensa visto para turistas dos EUA, em decisão unilateral

Bolsonaro deixa americano entrar sem visto no Brasil enquanto Trump não deixa brasileiro entrar sem visto nos EUA O presidente Jair Bolsonaro formalizou em edição extra do Diário Oficial da União (DOU), publicada na tarde desta segunda-feira, 18, a dispensa – unilateral – de visto para turistas norte-americanos entrarem no Brasil. A medida consta no decreto assinado por Bolsonaro e será estendida também a visitantes de Austrália, Canadá e Japão, também de forma unilateral. O decreto só entrará em vigor em 17 de junho deste ano. Na semana passada, o governo já havia dito que o fim do visto para os norte-americanos seria umas das medidas a serem anunciadas por Bolsonaro durante a visita ao presidente daquele país, Donald Trump. Bolsonaro já está em solo americano e o encontro com Trump deve ocorrer amanhã. De acordo com o decreto, a dispensa do visto de visita apenas se aplica aos nacionais dos quatro países que sejam portadores de passaportes válidos para: “entrar, sair, transitar e permanecer no território da República Federativa do Brasil, sem intenção de estabelecer residência, para fins de turismo, negócios, trânsito, realização de atividades artísticas ou desportivas ou em situações excepcionais por interesse nacional; e estada pelo prazo de até noventa dias, prorrogável por igual período, desde que não ultrapasse cento e oitenta dias, a cada doze meses, contado a partir da data da primeira entrada no País”. (…) Enquanto Bolsonaro libera os EUA de visto de turista, na União Europeia anuncia-se o contrário, como noticia o Washington Post: A partir de 2021, os americanos e os viajantes de outros países isentos de visto terão de passar por mais uma etapa ao visitar mais de duas dúzias de países na Europa. A União Européia anunciou no ano passado que os visitantes de todos os países isentos de visto, incluindo os Estados Unidos, precisarão preencher um requerimento on-line e pagar uma pequena taxa usando o Sistema Europeu de Informação e Autorização de Viagem (ETIAS) criado para “fortalecer as verificações de segurança das pessoas que viajam com isenção de visto para a UE ”, de acordo com uma ficha da Comissão Europeia. (…)

PCdoB e PPL formalizam fusão para vencer cláusula de barreira

 O Partido Comunista do Brasil(PCdoB) formalizou a fusão com o Partido da Pátria Livre (PPL), ex-MR8, para superar a cláusula da barreira e conseguir acesso ao fundo partidário e a propaganda política na TV. O partido não mudaria de nome e chegaria a dez deputados na Câmara em Brasília: nove próprios e um do PPL. De acordo com a cláusula de barreira, só terá direito ao fundo e ao tempo de propaganda a partir de 2019 o partido que tiver recebido ao menos 1,5% dos votos válidos nas eleições de 2018 para a Câmara de Deputados, distribuídos em pelo menos um terço dos estados (nove), com um mínimo de 1% dos votos válidos em cada um deles. A legenda vermelha não cumpriu os requisitos exigidos pela legislação eleitoral em vigor e buscou a fusão para garantir o pleno funcionamento político e institucional. Segue matéria do site Vermelho PCdoB se fortalece unido com o PPLEm congressos conjuntos, o Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e o Partido Pátria Livre (PPL) selaram a união das duas legendas históricas. O PCdoB se fortalece com a incorporação e a esquerda se fortalece para enfrentar o governo Bolsonaro, defender os interesses da nação e os direitos trabalhadores. O evento ocorreu no domingo (17), no Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo. Os congressos tiveram a coordenação dos secretários de organização do PCdoB e do PPL, Fábio Tokaski e Miguel Manso. A seguir, trechos das intervenções de dirigentes e militantes dos dois partidos, agora unificados sob a legenda do Partido Comunista do Brasil. Luciana Santos Março, com suas chuvas de fim de verão, vai marcando uma vez mais a saga do Partido Comunista do Brasil. Com essas palavras, a presidenta do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), Luciana Santos, iniciou a sua intervenção nos congressos extraordinários, realizados no domingo (18), que oficializaram a união da legenda comunista com o Partido Pátria Livre (PPL). Segundo ela, a corrente revolucionaria se fortaleceu com essa decisão. Para Luciana Santos, o PCdoB, que no próximo dia 25 completará 97 anos de existência, escreveu uma página importante na história. A incorporação do PPL, de acordo com ela, é um feito de grande magnitude e sentido histórico. “Trata-se do reencontro de correntes revolucionárias, que possuem em suas inspirações mais longínquas, a Revolução de Outubro de 1917, a primeira experiência de um modelo alternativo ao capitalismo. E que fizeram ao longo de seus percursos a defesa da nação, da democracia, do desenvolvimento e dos direitos suas bandeiras”, registrou. Luciana Santos também considerou que a opção firmada por PPL e PCdoB vai muito além do cumprimento de burocráticas “cláusulas de desempenho” instituídas pelas forças do golpe de 2016 como forma de impedir a livre atuação de legendas históricas da vida política nacional. “As organizações que ora se congregam empunham um projeto transformador para o Brasil: a retomada do desenvolvimento nacional soberano, com a reconquista da democracia e a ampliação dos direitos sociais e trabalhistas”, afirmou. Segundo ela, em tempos de profunda crise do capitalismo, de ascensão no mundo de forças da extrema-direita, com características fascistas até, a grande questão é a perspectiva. “Existe ou não alternativa ao capitalismo?”, indagou. “O socialismo nasceu no século XX, com a gloriosa Revolução Russa e se desenvolve no século XXI como a grande alternativa para os dilemas da humanidade”, respondeu. Para ela, a nova luta pelo socialismo se ergue da brava resistência dos trabalhadores e das trabalhadoras, e das nações contra as imposições neocoloniais do sistema dominante. É uma alternativa que se alimenta do poder criador do marxismo, que se renova e se mostra capaz de interpretar os grandes dilemas e problemas da atualidade, e da pertinácia do movimento revolucionário que, mesmo ainda sob defensiva estratégica, está presente e atuante em países de todos os continentes, explicou. Para Luciana Santos, o socialismo no século XXI está vivo e pulsante nos países que, mesmo enfrentando grandes adversidades, mantiveram sua construção, segundo as singularidades de cada um. A presidenta Luciana disse ainda que os comunistas têm a convicção de que a união dessas duas legendas revolucionárias, PCdoB e PPL, fortalece a luta dos que almejam construir uma sociedade democrática, mais justa, desenvolvida e soberana, dos que defendem a construção do socialismo no Brasil. “O Partido é um instrumento da ação política, de luta para conquistar o poder político, por transformar a sociedade em benefício da ampla maioria da população”, avaliou. Para ela, com os congressos os revolucionários deram um passo a mais na construção de um Partido forte, com solidez ideológica, flexibilidade e amplitude tática, que compreenda a natureza e os anseios do povo, uma força organizada, com ampla militância em distintas esferas da sociedade e com unidade política e de ação. “A incorporação do PPL ao PCdoB é decorrente da compreensão de fortalecermos a luta política e de nos colocarmos à altura das tarefas e dos desafios de uma realidade instável, regressiva, perigosa, no mundo e no Brasil”, avaliou. Ela falou também dos perigos que pairam sobre o Brasil, que ameaçam a sua existência como um Estado democrático, soberano e independente. “Estamos vivenciando uma das mais graves crises econômicas e políticas de nossa história recente. As forças que ascenderam ao poder procuram estabelecer um amplo processo de reorganização do Estado brasileiro, que passa pela revisão dos marcos do Estado Democrático de Direito e sua dimensão garantista; pelo desmonte dos instrumentos econômicos de promoção do desenvolvimento; pela liquidação do patrimônio nacional; e pela eliminação dos direitos conquistados”, explicou. A presidenta do PCdoB observou que trata-se de uma luta que tem por objetivo instaurar um novo regime político, de feição autoritária, retrógado nos costumes e ultraliberal, que procura realinhar o Brasil aos Estados Unidos com uma postura que se assemelha à vassalagem. “A nossa unidade fortalecerá a resistência a este governo nefasto”, enfatizou. “Apesar da força que preserva, em menos de três meses já há evidências de perda de prestígio do presidente, seja pelos números das pesquisas de opinião, seja pelo humor das ruas, como veio à tona no carnaval e nos protestos

PCdoB e PPL formalizam fusão para vencer cláusula de barreira

 O Partido Comunista do Brasil(PCdoB) formalizou a fusão com o Partido da Pátria Livre (PPL), ex-MR8, para superar a cláusula da barreira e conseguir acesso ao fundo partidário e a propaganda política na TV. O partido não mudaria de nome e chegaria a dez deputados na Câmara em Brasília: nove próprios e um do PPL. De acordo com a cláusula de barreira, só terá direito ao fundo e ao tempo de propaganda a partir de 2019 o partido que tiver recebido ao menos 1,5% dos votos válidos nas eleições de 2018 para a Câmara de Deputados, distribuídos em pelo menos um terço dos estados (nove), com um mínimo de 1% dos votos válidos em cada um deles. A legenda vermelha não cumpriu os requisitos exigidos pela legislação eleitoral em vigor e buscou a fusão para garantir o pleno funcionamento político e institucional. Segue matéria do site Vermelho PCdoB se fortalece unido com o PPLEm congressos conjuntos, o Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e o Partido Pátria Livre (PPL) selaram a união das duas legendas históricas. O PCdoB se fortalece com a incorporação e a esquerda se fortalece para enfrentar o governo Bolsonaro, defender os interesses da nação e os direitos trabalhadores. O evento ocorreu no domingo (17), no Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo. Os congressos tiveram a coordenação dos secretários de organização do PCdoB e do PPL, Fábio Tokaski e Miguel Manso. A seguir, trechos das intervenções de dirigentes e militantes dos dois partidos, agora unificados sob a legenda do Partido Comunista do Brasil. Luciana Santos Março, com suas chuvas de fim de verão, vai marcando uma vez mais a saga do Partido Comunista do Brasil. Com essas palavras, a presidenta do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), Luciana Santos, iniciou a sua intervenção nos congressos extraordinários, realizados no domingo (18), que oficializaram a união da legenda comunista com o Partido Pátria Livre (PPL). Segundo ela, a corrente revolucionaria se fortaleceu com essa decisão. Para Luciana Santos, o PCdoB, que no próximo dia 25 completará 97 anos de existência, escreveu uma página importante na história. A incorporação do PPL, de acordo com ela, é um feito de grande magnitude e sentido histórico. “Trata-se do reencontro de correntes revolucionárias, que possuem em suas inspirações mais longínquas, a Revolução de Outubro de 1917, a primeira experiência de um modelo alternativo ao capitalismo. E que fizeram ao longo de seus percursos a defesa da nação, da democracia, do desenvolvimento e dos direitos suas bandeiras”, registrou. Luciana Santos também considerou que a opção firmada por PPL e PCdoB vai muito além do cumprimento de burocráticas “cláusulas de desempenho” instituídas pelas forças do golpe de 2016 como forma de impedir a livre atuação de legendas históricas da vida política nacional. “As organizações que ora se congregam empunham um projeto transformador para o Brasil: a retomada do desenvolvimento nacional soberano, com a reconquista da democracia e a ampliação dos direitos sociais e trabalhistas”, afirmou. Segundo ela, em tempos de profunda crise do capitalismo, de ascensão no mundo de forças da extrema-direita, com características fascistas até, a grande questão é a perspectiva. “Existe ou não alternativa ao capitalismo?”, indagou. “O socialismo nasceu no século XX, com a gloriosa Revolução Russa e se desenvolve no século XXI como a grande alternativa para os dilemas da humanidade”, respondeu. Para ela, a nova luta pelo socialismo se ergue da brava resistência dos trabalhadores e das trabalhadoras, e das nações contra as imposições neocoloniais do sistema dominante. É uma alternativa que se alimenta do poder criador do marxismo, que se renova e se mostra capaz de interpretar os grandes dilemas e problemas da atualidade, e da pertinácia do movimento revolucionário que, mesmo ainda sob defensiva estratégica, está presente e atuante em países de todos os continentes, explicou. Para Luciana Santos, o socialismo no século XXI está vivo e pulsante nos países que, mesmo enfrentando grandes adversidades, mantiveram sua construção, segundo as singularidades de cada um. A presidenta Luciana disse ainda que os comunistas têm a convicção de que a união dessas duas legendas revolucionárias, PCdoB e PPL, fortalece a luta dos que almejam construir uma sociedade democrática, mais justa, desenvolvida e soberana, dos que defendem a construção do socialismo no Brasil. “O Partido é um instrumento da ação política, de luta para conquistar o poder político, por transformar a sociedade em benefício da ampla maioria da população”, avaliou. Para ela, com os congressos os revolucionários deram um passo a mais na construção de um Partido forte, com solidez ideológica, flexibilidade e amplitude tática, que compreenda a natureza e os anseios do povo, uma força organizada, com ampla militância em distintas esferas da sociedade e com unidade política e de ação. “A incorporação do PPL ao PCdoB é decorrente da compreensão de fortalecermos a luta política e de nos colocarmos à altura das tarefas e dos desafios de uma realidade instável, regressiva, perigosa, no mundo e no Brasil”, avaliou. Ela falou também dos perigos que pairam sobre o Brasil, que ameaçam a sua existência como um Estado democrático, soberano e independente. “Estamos vivenciando uma das mais graves crises econômicas e políticas de nossa história recente. As forças que ascenderam ao poder procuram estabelecer um amplo processo de reorganização do Estado brasileiro, que passa pela revisão dos marcos do Estado Democrático de Direito e sua dimensão garantista; pelo desmonte dos instrumentos econômicos de promoção do desenvolvimento; pela liquidação do patrimônio nacional; e pela eliminação dos direitos conquistados”, explicou. A presidenta do PCdoB observou que trata-se de uma luta que tem por objetivo instaurar um novo regime político, de feição autoritária, retrógado nos costumes e ultraliberal, que procura realinhar o Brasil aos Estados Unidos com uma postura que se assemelha à vassalagem. “A nossa unidade fortalecerá a resistência a este governo nefasto”, enfatizou. “Apesar da força que preserva, em menos de três meses já há evidências de perda de prestígio do presidente, seja pelos números das pesquisas de opinião, seja pelo humor das ruas, como veio à tona no carnaval e nos protestos

O STF paga o preço da cumplicidade com Moro – Por Fernando Brito

 É patético ver Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal, enquanto legiões de “mínions” sacodem faixas desmoralizantes para o Judiciário, dizer que “não é a ação de heróis que resolve os problemas do Estado, mas as instituições”. Tudo o que está acontecendo em nosso país deriva justamente do fato de a mídia e a omissão do Judiciário terem permitido que se construísse um “herói”, o justiceiro Sérgio Moro, acima das leis e das instituições, com o objetivo planejado, executado e finalmente concluído de afastar Lula do processo eleitoral que, de outra forma, venceria. Estimulou-se, por isso, toda espécie de arreganho de juízes e de promotores, em nome de uma hipócrita ‘cruzada anticorrupção’. Não hesitaram, sequer em uma condenação estapafúrdia do ex-presidente, por obras num apartamento que nunca se comprovou pertencer-lhe. Mas um detalhe “complicou” esta trama. Como o herói Moro não podia, ao mesmo tempo, condenar Lula e ser candidato ao cargo para o qual este seria eleito, arranjou-se outro “herói”, mais tosco e grosseiro, caricato mesmo, o “Capitão Mito”. É ridículo olhar e ver que tudo correu como num roteiro de histórias em quadrinhos, onde o Judiciário tudo fez para construir os “vilões” dos quais o “herói” nos livrariam. Produzir um Frankestein, ministro Toffoli, é mais fácil que sobreviver a ele quando toma vida. Via Tijolaço  

Mais de 50 partidas do Brasileirão não terão transmissão televisiva

 Palmeiras e Athletico-PR não entraram em acordo até o momento com o Grupo Globo pelos direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro deste ano e, por isso, 52 partidas do campeonato nacional não terão transmissão em nenhum canal. Ambos os clubes não acertaram compromisso com TV Aberta (Globo) e pay-per-view (Premiere), apenas com TV fechada (Turner).  Na temporada 2019, o torneio terá a estreia do Esporte Interativo na transmissão, o que dividirá os times e deixará a maior parte das partidas sem nenhuma emissora.O Palmeiras mantém a posição de não comentar as negociações em andamento e parece não ter pressa em definir sua situação. O clube fechou com o Esporte Interativo em detrimento do SporTV e agora teria de aceitar a proposta da Globo para TV aberta e pay-per-view. O mesmo ocorre com o Athletico-PR. Procurados pelo Estadão, os dois clubes preferiram não se manifestar sobre o tema.Pela Lei Pelé, uma partida só pode ser transmitida se houver a anuência das duas equipes que estiverem em campo. Parte dos clubes da Série A aceitou a proposta do Esporte Interativo/Turner (Athletico-PR, Bahia, Ceará, Fortaleza, Internacional, Palmeiras e Santos) e com isso apenas os jogos entre esses times, um total de 42, poderão exibidos pelos canais Space e TNT.Já o SporTV assinou com 13 equipes (Atlético-MG, Avaí, Botafogo, CSA, Chapecoense,Corinthians, Cruzeiro, Flamengo, Fluminense, Goiás, Grêmio, São Paulo e Vasco) e poderá exibir 156 partidas, nas combinações entre esses times. Claro que tanto o SporTV quanto a Turner poderão escolher quais jogos vão exibir entre os que possuem os direitos.Mas dos 380 jogos programados para o Campeonato Brasileiro neste ano – a competição começa em 28 de abril -, 52 não terão qualquer transmissão televisiva. São as partidas que envolvem Palmeiras ou Athletico-PR contra os 13 times que assinaram com o SporTV. Nos anos anteriores, todas as partidas eram exibidas pelo Canal Premiere, mas agora esses 52 jogos não terão TV.Para a Globo, a situação ainda pode ser contornada e mesmo que o Brasileirão comece dessa maneira, caso Palmeiras ou Athletico-PR cheguem a um entendimento com TV aberta e o pay-per-view, a situação vai se normalizar no decorrer do campeonato. Mas de qualquer forma o torcedor já pode ir se preparando para uma nova forma de ver o campeonato nacional.IMPACTO NO CARTOLASem os acertos de Palmeiras e Athletico-PR, o Cartola, “um game online no qual os usuários, chamados de cartoleiros, escalam as equipes de atletas do Brasileirão”, não terá as escalações das duas equipes a cada rodada. Assim, o torcedor que optar por escalar atletas de um time que vai enfrentar Palmeiras ou Athletico-PR, poderá ganhar a pontuação desses atletas.“O Cartola vai funcionar de acordo com os direitos contratados com os clubes da série A. As negociações seguem em andamento e não temos necessariamente um deadline para encerrar as conversas. Contudo, estamos aptos, no decorrer dos entendimentos, para qualquer mudança no game que se faça necessária – o que seria uma questão técnica de desenvolvimento”, explica a Unidade de Esporte do Grupo Globo.DIREITOS DE TV NO BRASILEIRÃOClubes assinados com SporTVAtlético-MG, Avaí, Botafogo, CSA, Chapecoense, Corinthians, Cruzeiro, Flamengo, Fluminense, Goiás, Grêmio, São Paulo e VascoJogos no SporTV – 156Clubes assinados com Esporte Interativo/TurnerAthletico-PR, Bahia, Ceará, Fortaleza, Internacional, Palmeiras e SantosJogos no Space / TNT – 42Clubes assinados com Globo e Pay-per-viewAtlético-MG, Avaí, Bahia, Botafogo, Ceará, CSA, Chapecoense, Corinthians, Cruzeiro, Flamengo, Fluminense, Fortaleza, Goiás, Grêmio, Internacional, Santos, São Paulo e Vasco

Como foi montado o golpe do século contra a Petrobras, por Luis Nassif

 – Nassif desmonta o golpe do século contra a Petrobrás: Acordo de leniência, sugerido por Ellen Gracie, foi a chave –  O acordo de leniência, sugerido por Ellen Gracie, transformou a Petrobras de vítima em ré. por Luís Nassif, no GGN A Procuradora Geral da República tem defeitos e virtudes. Os defeitos, dizem, são de temperamento; as virtudes são de caráter. É fechada, centralizadora, discretíssima e tem pouca visão de estratégias políticas. Por outro lado, é técnica, correta, ciosa do interesse público e, especialmente, do papel institucional do Ministério Público. Em nome dessa defesa do MP, varreu para baixo do tapete os erros gigantescos cometidos pelo antecessor Rodrigo Janot e pela Lava Jato. E deixou para o último instante o questionamento da excrescência da fundação de direito privado financiada pela Petrobras, em cima de um acordo com autoridades norte-americanas. Só a questionou quando começaram a brotar críticas na imprensa, em uma demonstração da falta de timming sobre o momento de demonstrar sua coragem. Nessa fundação está a chave da questão, para entender uma série de ações nebulosas de Janot e da Lava Jato nos Estados Unidos. Ouça a explicação de Dallagnoll. Segundo ele, não se está tirando dinheiro da Petrobras, mas apenas impedindo que o valor da multa fique nos Estados Unidos. Diz também que, como a União é controladora da Petrobras, as autoridades americanas não permitiriam que ficasse com os recursos das multas. Trata a Lava Jato como se fosse a legítima representante, no Brasil, dos interesses das autoridades judiciais americanas, que não confiariam sequer no estado brasileiro. Há outras fakenews no discurso. Por exemplo, o acordo não está condicionado à criação de uma fundação. Fala em reparação de direitos difusos. E não aponta qual o direito difuso a ser reparado. Além disso, há um Fundo dos Direitos Difusos Lesados, que impede que o Tesouro se aproprie dos recursos. Falsifica os fatos, também, quando minimiza a influência da Lava Jato na fundação. Caberá aos procuradores e ao juiz escolher as organizações que farão parte do Conselho, assim como colocar representantes em cada área e dar um enorme impulso à indústria do compliance, que terá nos procuradores da Lava Jato os consultores especializados. Não é a parte mais grave da história. Vamos entender melhor a partilha do que pode ser chamado de “o golpe do século”, em relação a Petrobras. A montagem do golpe do século Coube a Ellen Gracie, ex-Ministra do STF (Supremo Tribunal Federal) traçar a estratégia do acordo da Petrobras com a SEC (a CVM americana) e com o Departamento de Justiça (DoJ). Ao mesmo tempo em que se iniciavam as tratativas, Janot e o grupo da Lava Jato foram pessoalmente aos Estados Unidos compartilhar provas e delatores contra a Petrobras. Com essa estratégia, a Petrobras deixou de ser tratada como vítima para se tornar ré: esta foi a chave do golpe. Por aí se entende, também, o desmonte implacável da imagem da Petrobras pela Lava Jato. Foram dois os motivos das quedas nas cotações da Petrobras: 1.A queda nas cotações internacionais de petróleo, que afetou todas as petroleiras. 2.A expectativa das multas a serem aplicadas pela SEC e pelo DoJ à Petrobras, em função da estratégia de acordo delineada. Ou seja, parte da queda no valor das ações da Petrobras tem relação direta com a estratégia encampada pela PGR de Janot somada à campanha para apresentar a Petrobras como a empresa mais corrupta do planeta. As propinas não tiveram peso algum nos resultados da Petrobras, porque embutidas nos preços dos contratos e irrisórias perto do faturamento da empresa. Tudo isso poderia ter sido demonstrado para rebater as pretensões dos escritórios que decidiram processar a Petrobras. Além disso, aqui mesmo, nosso colunista André Araújo mostrou caminhos alternativos que poderiam ter sido trilhados para evitar essas multas, passando pelos acordos diplomáticos governo a governo. O acordo abriu espaço para um enorme butim, acertado entre três partes: a Petrobras, através de seu presidente Pedro Parente, as autoridades norte-americanas, e a Lava Jato. O butim foi dividido da seguinte maneira: 1.US$ 2,95 bilhões para um acordo extrajudicial com os acionistas nos EUA, o triplo das previsões mais otimistas de seus advogados. Parte relevante de honorários para escritórios de advocacia. Tudo isso sem que a Lava Jato esboçasse uma reação sequer. 2.US$ 400 milhões para contratação de escritórios para atender às demandas do DoJ na Petrobras. Depois da Petrobras, Ellen Gracie aplicou a mesma estratégia na Eletrobras, alvo da Lava Jato em cima de informações trazidas por Janot na sua visita ao DoJ. E graças às mudanças ocorridas na presidência e no Conselho da empresa, ampliando enormemente o escopo de trabalho dos escritórios contratados. 3.R$ 2,45 bilhões para serem administrados por uma fundação montada e controlada pela República do Paraná. Reza o acordo firmado: A cooperação da Petrobras incluiu a realização de uma investigação interna minuciosa, compartilhamento proativo em tempo real de fatos descobertos durante a investigação interna e compartilhamento de informações que não estariam disponíveis ao Departamento, fazendo apresentações regulares ao Departamento, facilitando entrevistas e informações de testemunhas estrangeiras e coletando, analisando e organizando voluntariamente volumosos evidências e informações para o Departamento em resposta a solicitações, incluindo a tradução de documentos-chave. Por aí se entende as inúmeras homenagens recebidas pelos bravos integrantes da Lava Jato nos principais centros de lobby dos Estados Unidos e do mundo. Agora se chegou a um ponto de não retorno, que exigirá da PGR e dos Ministros do STF uma determinação que até agora não demonstraram, em defesa da institucionalidade brasileira, e para impedir a desmoralização final das instituições e a intimidação pelo uso das milícias paraestatais  

Galo x América: Alerrandro marca dois e comanda vitória atleticana

 Substituto de de Ricardo Oliveira, jovem atacante foi decisivo na vitória sobre o Coelho, por 3 a 2, e garantiu o primeiro lugar na fase classificatória do Estadual  Réver comemora gol do Atlético – Foto: Douglas Magno Em tarde de cinco gols no Gigante, dois deles do artilheiro Alerrandro, o Atlético bateu o América por 3 a 2, neste domingo (17), pela 10ª rodada do Campeonato Mineiro, garantindo o primeiro lugar da primeira fase do Estadual. Com o resultado, o Galo terá vantagens nas fases mata-matas do torneio. Os gols Após cobrança de escanteio de Terans e desvios de cabeça de Igor Rabello e Luan, que pegou na trave, Réver pegou o rebote e testou para as redes aos 27 min. Aos 38 min, após sobra do escanteio, Felipe Azevedo deixou tudo igual para o América. No segundo tempo, Alerrandro, livre na área, recebeu de Luan e fez o segundo do Galo aos 18 min. Mas o Coelho reagiu rápido e Paulão, de cabeça, deixou tudo igual novamente aos 21 min. No apagar das luzes, aos 45 min, Alerrandro fez o gol da vitória. Atuação do árbitro Emerson de Almeida Ferreira foi severo na parte disciplinar, amarelando quem abusou da força ou ficava reclamando. Expulsou Matheusinho direto. Pecou na lei da vantagem em alguns lances. Destaque O garoto Alerrandro, que substituiu Ricardo Oliveira, gripado, pode até pecar no individual, mas tem o faro de artilheiro. Fez dois e foi o homem do jogo. Ele se isola na artilharia do Campeonato Mineiro, com sete gols. Comportamento das torcidas Depois dos 38 mil contra o Cerro Porteño, na Libertadores, a torcida do Galo compareceu com 43 mil torcedores neste domingo. Os atleticanos pediram raça antes de a bola rolar. Mesmo em menor número, a torcida do Coelho fez barulho no Gigante. Polêmicas Mateusinho deixou as travas da chuteira em Cazares. O árbitro não aliviou e o expulsou. Luan fez um gol, mas o juiz viu que o atacante dominou com a mão. Curiosidades Réver fez seu quarto gol contra o América. Os três anteriores foram anotados no mesmo dia 17 de março, na ocasião, em 2013, pelo Campeonato Mineiro daquele ano. Homenagem Junto com dezenas de mascotinhos que entraram com o time do Atlético no gramado, duas dezenas eram crianças de Brumadinho, parentes de vítimas da tragédia que matou 206 pessoas e deixou 102 desaparecidas. Próximos jogos A última rodada da primeira fase do Campeonato Mineiro acontece na próxima quarta-feira. O Galo enfrenta o Tupynambás, em Juiz de Fora, e o Coelho, recebe o Guarani, no Independência. As duas partidas são às 21h30.  

Tupi x Cruzeiro: Com um gol de Fred, Raposa vence e rebaixa Galo Carijó

 Esse foi o 100º triunfo de Mano Menezes à frente do Cruzeiro em 204 partidas   Já que não teve Copa Libertadores no meio de semana, o Cruzeiro foi a Juiz de Fora com seu time principal para pegar o Tupi. E o adversário tornou-se uma presa fácil. Muito superior, a Raposa dominou o Galo Carijó, vencendo por 3 a 0, um gol contra de Aislan e depois um tento de Fred, ambos na primeira etapa, e depois com Egídio, um verdadeiro golaço, aos 38 min do 2ºT. Resultado que significou a 100ª vitória de Mano Menezes pelo Cruzeiro e também sacramentou a queda melancólica do Tupi ao Módulo II do Campeonato Mineiro, um fato que não acontecia desde 2004, quando o time terminou na penúltima posição. Os gols Logo aos 2 min de jogo, uma recuada de cabeça completamente equivocada de Aislan matou o goleiro Ricardo Vilar. A Raposa abria o placar e começava a consolidar o triunfo. O segundo da Raposa veio aos 20 min da etapa inicial, com Fred, de pênalti, marcando seu quinto gol no Campeonato Mineiro e igualando-se na artilharia com Ricardo Oliveira e Alerrandro, do Atlético, e Gustavo Henrique, do Boa, ambos com cinco gols. O referido golpe de misericórdia aconteceu com Egídio, em uma magistral cobrança de falta, aos 38 min do 2ºT. O caixão do Tupi fechou de vez. Atuação do árbitro O árbitro Jefferson Antônio da Costa teve atuação discreta e não atrapalhou no andamento da partida. A partida também favoreceu, transcorrendo com fluidez e tranquilidade. Destaque do jogo Marquinhos Gabriel entrou em campo próximo ao fim da primeira etapa, substituindo Rafinha, e mostrou muita personalidade no lado esquerdo, mais uma vez. A dobradinha com o Fred mostrou-se afiada, com boas oportunidades criadas na segunda etapa. Comportamento da torcida De campeão do interior no ano passado à uma despedida melancólica do Módulo I. O torcedor do Tupi sofreu com um time bem apático no Mário Helênio neste sábado e que teve em Romarinho talvez o único suspiro de lucidez. Quem comemorou mesmo foi a torcida do Cruzeiro, que pode comemorar mais uma vitória sobre o Tupi no Estadual. Polêmica Um lance que pode gerar algum tipo de controvérsia é pênalti cometido por Guilherme, do Tupi, e depois convertido por Fred. A imagem mostra o toque de mão do atleta dentro da área. Apesar da reclamação dos jogadores do Tupi, o árbitro Jefferson Antônio da Costa não teve dúvidas ao assinalar a infração. Próximo adversário O Cruzeiro encerra sua participação na primeira fase do Campeonato Mineiro na quarta-feira, quando recebe a Caldense, no Mineirão, às 21h30. Já rebaixado, o Tupi se despede do Módulo I visitando a URT, em Poços, também na quarta, às 21h30.

Delação premiada: Sérgio Cabral promete entregar Aécio Neves

  Preso há mais de dois anos, Sérgio Cabral está disposto a contar fatos graves sobre o tucano Aécio Neves, informam os jornalistas Guilherme Amado e Eduardo Barreto, da revista Época. O ex-governador disse poder falar sobre supostos esquemas ilegais do tucano para formar sua chapa em 2014, na disputa pela Presidência da República. Segundo a revista, o MPF do Rio de Janeiro já foi notificado da possibilidade de delação. A reportagem da Revista Época ainda informa que “em 2014, o PMDB do Rio de Janeiro apoiou oficiosamente Aécio Neves, e incitou o voto Aezão — em Aécio Neves e em Luiz Fernando Pezão.”] Segundo a matéria, “Cabral disse que ele sabe cada detalhe sobre o que o PSDB e o PMDB fizeram naquele verão.”