Cúpula de Líderes da COP30 aprova declaração sobre fome, pobreza e ação climática

Documento apoiado por 43 países e União Europeia alerta para o fato de que o impacto adverso das mudanças climáticas é desigual e atinge com mais força os mais vulneráveis A Cúpula de Líderes da COP30 aprovou, nesta sexta-feira (7), a Declaração de Belém sobre Fome, Pobreza e Ação Climática Centrada nas Pessoas, com o apoio de 43 países e da União Europeia. Tendo como base a visão do governo brasileiro sobre o combate a esses males, o documento alerta para o fato de que o impacto adverso das mudanças climáticas, embora afete a todos, é desigual e atinge com mais força os mais vulneráveis. Partindo desse pressuposto, a declaração reforça a importância de que os países continuem investindo na mitigação dos efeitos da crise ambiental, mas com foco especial nas medidas de adaptação climática centradas no ser humano, como a proteção social adaptativa, seguros-safra e outros instrumentos que promovam a resiliência dos pequenos produtores rurais às mudanças climáticas. Ao mesmo tempo, defende que o financiamento climático também invista em projetos que gerem oportunidades, empregos e meios de subsistência para agricultores familiares, comunidades tradicionais e povos da floresta, reforçando o entendimento de que o financiamento climático deve priorizar soluções centradas nas pessoas. No mesmo dia, também foram aprovados outros documentos para nortear as ações dos países signatários nos próximos anos. Um deles foi a Declaração de Belém sobre o Combate ao Racismo Ambiental, que busca fomentar o diálogo internacional sobre a interseção entre igualdade racial, meio ambiente e clima. Também foram aprovadas a Declaração sobre a Coalizão Aberta de Mercados Regulados de Carbono e o Compromisso de Belém pelos Combustíveis Sustentáveis, que pretende somar esforços para quadruplicar a produção e o uso de combustíveis sustentáveis até 2035. Fome, Pobreza e Ação Climática A Declaração de Belém sobre Fome, Pobreza e Ação Climática Centrada nas Pessoas — uma das mais abrangentes e impactantes entre os documentos aprovados — reforça que “a mudança do clima, a degradação ambiental e a perda da biodiversidade já estão agravando a fome, a pobreza e a insegurança alimentar, comprometendo o acesso à água, piorando os indicadores de saúde e aumentando a mortalidade, aprofundando desigualdades e ameaçando meios de subsistência, com impactos desproporcionais sobre pessoas já pobres ou em situação de vulnerabilidade”. Nesse sentido, se compromete a “colocar os impactos desiguais da mudança do clima no centro da nossa resposta, em consonância com o princípio da UNFCCC (Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima) de dar plena consideração às necessidades específicas e às circunstâncias especiais dos países em desenvolvimento, em especial os mais vulneráveis”. O documento aponta que os signatários trabalharão, entre outros pontos, para “expandir sistemas de proteção social e assistência emergencial adaptados às mudanças do clima; integrar os sistemas de proteção social com alertas antecipados, preparação para desastres, ações antecipatórias, respostas a perdas e danos, bem como com os setores de recursos naturais e meio ambiente e conectar a proteção social com intervenções em nutrição, alimentação escolar, meios de subsistência, saúde, extensão agrícola e educação, promovendo a resiliência de longo prazo e a adaptação frente a impactos climáticos adversos”. Quanto aos produtores rurais, a declaração se compromete a “ampliar soluções que permitam que famílias em situação de vulnerabilidade climática e pequenos produtores em áreas rurais gerenciem riscos climáticos, aumentem sua resiliência e reduzam vulnerabilidades — incluindo seguros, garantias, mecanismos de redução de riscos, proteção social vinculada à produção e financiamento para evitar, minimizar e enfrentar perdas e danos”. Também defende a expansão do acesso das populações mais vulneráveis em áreas rurais “a infraestrutura e serviços resilientes ao clima, como acesso seguro à água e saneamento, irrigação inteligente e eficiente, gestão de secas e enchentes, energia sustentável, instrumentos financeiros adequados, capacitação, informações de mercado, ferramentas e serviços de assistência técnica e extensão rural”. A declaração ainda se compromete a “desenvolver, implementar e ampliar soluções inclusivas e sustentáveis, incluindo modelos diversificados de agroflorestas, que gerem empregos decentes e meios de vida sustentáveis para as populações locais; expandir alternativas sustentáveis de subsistência por meio da bioeconomia, agroflorestas, serviços rurais, ecoturismo, restauração e conservação de terras e ecossistemas; apoiar o desenvolvimento do Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF) e incentivar ações climáticas e projetos de financiamento climático e proteger os direitos de propriedade sobre florestas e outros direitos dos Povos Indígenas e comunidades locais”. Para ler a íntegra da declaração, clique aqui.
Caetano e Bethânia são indicados no Grammy 2026; veja a lista completa

Irmãos concorrem na categoria de melhor álbum de música global e são os únicos brasileiros indicados nesta edição da premiação O Grammy anunciou, nesta sexta-feira (7/11), as indicações para a sua 68ª edição, que acontece em 1º de fevereiro do ano que vem. O prêmio mais importante da indústria musical americana, da Academia de Gravação, destaca nomes como Lady Gaga, com o álbum “Mayhem”; Bad Bunny, por “Debí Tirar Más Fotos”; Sabrina Carpenter, pelo badalado “Man’s Best Friend”; além de Kendrick Lamar, com o disco “GNX”, nas principais categorias -dentre eles, álbum, música e gravação do ano. Lamar, que levou cinco troféus na edição anterior do Grammy, é o com mais indicações ao todo, com nove menções. Depois dele vem Lady Gaga, com sete, superando o recorde de indicações dela, em 2010, quando concorreu a seis gramofones. A diva pop está empatada com os produtores Jack Antonoff e Cirkut. Depois, todos com seis indicações, estão Sabrina Carpenter, Serban Ghenea, Bad Bunny e Leon Thomas. O disco “Caetano e Bethânia Ao Vivo”, registro da turnê mais recente dos irmãos Caetano Veloso e Maria Bethânia, foi indicado na categoria de melhor álbum de música global. Os baianos disputam com nomes como o nigeriano Burna Boy, a indiana Siddhant Bhatia e a britânica indiana Anoushka Shankar. Lista dos indicados às principais categorias do Grammy 2026: GRAVAÇÃO DO ANO – Abracadabra – Lady Gaga – Anxiety – Doechii – APT. – ROSÉ, Bruno Mars – DtMF ? Bad Bunny – Manchild – Sabrina Carpenter – WILDFLOWER – Billie Eilish – luther – Kendrick Lamar & SZA – The Subway – Chappell Roan ÁLBUM DO ANO – SWAG – Justin Bieber – MAYHEM – Lady Gaga – DeBÍ TiRAR MáS FOToS – Bad Bunny – Man’s Best Friend – Sabrina Carpenter – Let God Sort Em Out – Clipse, Pusha T & Malice – GNX – Kendrick Lamar – MUTT – Leon Thomas – CHROMAKOPIA – Tyler, The Creator MÚSICA DO ANO – Golden – HUNTR/X: EJAE, Audrey Nuna, REI AMI – APT. – ROSÉ, Bruno Mars – Abracadabra – Lady Gaga – Anxiety – Doechii – DtMF – Bad Bunny – luther – Kendrick Lamar & SZA – Manchild – Sabrina Carpenter – WILDFLOWER – Billie Eilish ARTISTA REVELAÇÃO – Olivia Dean – KATSEYE – The Marias – Addison Rae – sombr – Leon Thomas – Alex Warren – Lola Young MELHOR GRAVAÇÃO DANCE/ELETRÔNICA – No Cap – Disclosure & Anderson .Paak – Victory Lap – Fred again.., Skepta, & PlaqueBoyMax – SPACE INVADER – KAYTRANADA – VOLTAGE – Skrillex – End Of Summer – Tame Impala MELHOR ÁLBUM DE ROCK – private music – Deftones – I quit – HAIM – From Zero – Linkin Park – NEVER ENOUGH – Turnstile – Idols – YUNGBLUD MELHOR MÚSICA DE ROCK – As Alive As You Need Me To Be (Nine Inch Nails) – Caramel (Sleep Token) – Glum (Hayley Williams) – NEVER ENOUGH (Turnstile) – Zombie (YUNGBLUD) MELHOR ÁLBUM DE RAP – Clipse: Let God Sort Em Out – GloRilla: GLORIOUS – JID: God Does Like Ugly – Kendrick Lamar: GNX – Tyler, the Creator: CHROMAKOPIA MELHOR MÚSICA DE RAP – Anxiety – Doechii – The Birds Don’t Sing – Clipse, Pusha T & Malice and John Legend & Voices Of Fire – Sticky – Tyler, The Creator, GloRilla, Sexyy Red & Lil Wayne – TGIF – GloRilla – tv off – Kendrick Lamar and Lefty Gunplay MELHOR PERFORMANCE DE RAP – Outside – Cardi B – Chains & Whips – Clipse, Pusha T & Malice, Kendrick Lamar & Pharrell Williams – Anxiety – Doechii – tv off – Kendrick Lamar and Lefty Gunplay – Darling, I – Tyler, The Creator and Teezo Touchdown MELHOR MÚSICA DE R&B – Folded – Kehlani – Heart Of A Woman – Summer Walker – It Depends – Chris Brown & Bryson Tiller – Overqualified – Durand Bernarr – YES IT IS – Leon Thomas MELHOR PERFORMANCE DE R&B – YUKON – Justin Bieber – It Depends – Chris Brown & Bryson Tiller – Folded – Kehlani – MUTT (Live From NPR’s Tiny Desk) – Leon Thomas – Heart Of A Woman – Summer Walker MELHOR PERFORMANCE DE POP SOLO – Justin Bieber: “DAISIES” – Sabrina Carpenter: “Manchild” – Lady Gaga: “Disease” – Chappell Roan: “The Subway” – Lola Young: “Messy” MELHOR ÁLBUM POP VOCAL – SWAG – Justin Bieber – Man’s Best Friend – Sabrina Carpenter – Something Beautiful – Miley Cyrus – MAYHEM – Lady Gaga – I’ve Tried Everything But Therapy (Part 2) – Teddy Swims MELHOR GRAVAÇÃO DE DANCE POP – Midnight Sun – Zara Larsson – Illegal – PinkPantheress – Bluest Flame – Selena Gomez & benny blanco – Abracadabra – Lady Gaga – Just Keep Watching (From F1® The Movie) – Tate McRae MELHOR ÁLBUM POP VOCAL TRADICIONAL – Harlequin – Lady Gaga – A Matter Of Time – Laufey – Wintersongs – Laila Biali – The Gift Of Love – Jennifer Hudson – Who Believes In Angels? – Elton John & Brandi Carlile – The Secret Of Life: Partners, Volume 2 – Barbra Streisand MELHOR PERFORMANCE DE MÚSICA ALTERNATIVA – Everything Is Peaceful Love Bon Iver – Alone – The Cure – SEEIN’ STARS – Turnstile – mangetout – Wet Leg – Parachute – Hayley Williams MELHOR ÁLBUM DE MÚSICA ALTERNATIVA – DON’T TAP THE GLASS – Tyler, The Creator – Ego Death At A Bachelorette Party – Hayley Williams – SABLE, fABLE – Bon Iver – Songs Of A Lost World – The Cure – moisturizer – Wet Leg PRODUTOR DO ANO, NÃO-CLÁSSICO – Dan Auerbach – Cirkut – Dijon – Blake Mills – Sounwave COMPOSITOR DO ANO, NÃO-CLÁSSICO – Amy Allen – Edgar Barrera – Jessie Jo Dillon – Tobias Jesso Jr. – Laura Veltz MELHOR ÁLBUM DE MÚSICA GLOBAL – Caetano e Bethânia Ao Vivo – Caetano Veloso And Maria Bethânia – No Sign of Weakness – Burna Boy – Sounds Of Kumbha- Siddhant Bhatia –
Vereadores querem que população decida sobre privatização da Copasa em Belo Horizonte

Proposta prevê plebiscito antes de qualquer concessão ou transferência à iniciativa privada Após o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e o presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), Tadeu Leite (MDB), articularem para derrubar o artigo da Constituição Estadual que obrigava a realização de referendo popular para privatização da Copasa, vereadores de Belo Horizonte apresentaram uma proposta para garantir que a população da capital tenha poder de decisão sobre o tema. Entenda: Tadeu Leite faz manobra, aceita voto fora do prazo, e PEC do Cala a Boca é aprovada pela ALMG As bancadas do PT, PSOL, PCdoB e PV anunciaram, na Câmara Municipal, um Projeto de Lei que torna obrigatório um plebiscito popular antes de qualquer concessão ou delegação à iniciativa privada dos serviços públicos de abastecimento de água e esgotamento sanitário no município. A iniciativa é de autoria do vereador Bruno Pedralva (PT) e surgiu após uma audiência pública que reuniu moradores, movimentos populares e sindicatos para discutir os impactos da privatização. Programas municipais ameaçados A proposta foi motivada pela preocupação com os efeitos que a privatização da Copasa poderia causar sobre programas e fundos essenciais da cidade. Um dos principais é o Fundo Municipal de Saneamento, que recebe 4% da arrecadação da companhia em Belo Horizonte, conforme contrato vigente. O recurso, administrado pela prefeitura, é direcionado a ações de urbanização e saneamento em vilas e favelas, além de subsidiar o custo da água em órgãos públicos municipais. Para Pedralva, a mudança na gestão da Copasa colocaria em risco essas políticas públicas. “Privatizar a Copasa significa esvaziar os investimentos públicos nas regiões mais vulneráveis da cidade. Nós estamos falando de menos acesso à saúde, menos desenvolvimento urbano, menos direitos básicos e fundamentais garantidos. É um retrocesso enorme”, destaca o parlamentar. Outro ponto levantado é o programa Drenurbs, que prevê investimentos conjuntos entre a Copasa e a prefeitura em drenagem urbana e recuperação de vales e córregos. O contrato atual da companhia estabelece que a estatal deve contribuir para esse tipo de obra, o que pode deixar de ocorrer caso o controle passe à iniciativa privada. Possível quebra de contrato A parceria entre o município e a Copasa está formalizada em um convênio de cooperação firmado em 2002, cuja cláusula quarta estabelece que a eficácia do contrato depende da manutenção do controle acionário e do poder de gestão da Copasa-MG pelo Estado. A venda da empresa, portanto, poderia configurar descumprimento contratual e abrir margem para questionamentos jurídicos. Direito à consulta popular O projeto dos vereadores se apoia na Lei Orgânica do Município de Belo Horizonte, que prevê o plebiscito como instrumento de exercício direto do poder popular. Segundo o texto, a consulta permite que os cidadãos legislem diretamente sobre decisões que impactam a vida da cidade. Com o avanço da pauta privatista no estado, os autores da proposta defendem que os moradores de Belo Horizonte tenham o direito de decidir o futuro da água e do saneamento da capital. Fonte: Brasil de Fato
Zema, Tadeuzinho e o golpe no povo mineiro para vender a Copasa

“A guerra das forças populares mineiras contra a rapina do patrimônio público continua” – Editorial BdF MG A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), foi palco, na última quarta-feira (5), ao mesmo tempo, do melhor e do pior que há na política mineira. A votação em segundo turno da PEC do Cala Boca, como ficou conhecida a Proposta de Emenda à Constituição que retira a obrigatoriedade do referendo popular para a entrega da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) à iniciativa privada, foi marcada por galerias, ruas e praça lotadas de trabalhadoras, trabalhadores, movimentos populares e sindicais e cidadãos manifestando sua indignação com esse retrocesso democrático. Os deputados do bloco de oposição realizaram um trabalho incansável de obstrução da pauta, denunciando a impopularidade da medida e o cerceamento ao debate que foi, ao longo de todo o processo, operado pela base do governo. Sob a condução do presidente da ALMG, Tadeu Leite (MDB), o processo contou com algumas manobras no mínimo questionáveis, para garantir o resultado esperado pelo governo de Romeu Zema (Novo) e seus aliados. A base do governo teve dificuldades para garantir a presença em plenário de seus deputados, atrasando forçosamente a votação até o momento que lhe fosse mais conveniente. A mais constrangedora das manobras, contudo, aconteceu às claras, sob os olhos do plenário com as galerias lotadas e televisionada para milhões de mineiros. A votação foi encerrada pelo presidente da ALMG e teve o resultado transmitido no painel da casa de 47 votos favoráveis à PEC, um a menos do que o necessário para sua aprovação. Cabe lembrar que, no primeiro turno, foram 52 votos favoráveis. O deputado Bruno Engler (PL) não estava presente no momento da votação e chegou após o encerramento, declarando seu voto no microfone. O voto foi aceito fora do prazo por Tadeu Leite, dando vitória à base governista. Que as forças populares são sub-representadas no legislativo e que a batalha seria árdua nós já sabíamos. Contudo, essas movimentações dos setores ligados ao grande empresariado mostraram que a luta popular surtiu efeito. Foram 4 votos virados entre o primeiro e segundo turno. E a cena protagonizada por Bruno Engler escancarou a sua covardia. O deputado, assim como outros da base do governo, fez de tudo para não estar presente no momento da votação e poder se abster, evitando o desgaste político. Diversos deputados, com vergonha de votar, só apareceram no último minuto quando perceberam que seus votos seriam essenciais para a aprovação da pauta. Nesse jogo perigoso, o aliado de Nikolas Ferreira errou no cálculo e se atrasou por alguns segundos, abrindo espaço para a judicialização do resultado. O dia de quarta-feira mostrou que estava enganado quem previu vitória fácil para o governo, assim como estava enganado quem enxergava em Tadeu Leite um perfil democrata. A luta popular contra as privatizações funcionou e, nessa batalha, o governo teve uma vitória amarga, com gosto de derrota. A guerra das forças populares mineiras contra a rapina do patrimônio público continua e promete novos e importantes embates. Fonte: Brasil de Fato
Tadeuzinho faz manobra, aceita voto fora do prazo, e PEC do Cala a Boca é aprovada pela ALMG

Sindicato dos trabalhadores da Copasa anunciou que entrará com ação judicial contra a votação Com a Assembleia Legislação de Minas Gerais (ALMG) lotada de trabalhadores e lideranças populares contrários à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 24/2023, o legislativo aprovou, na tarde desta quarta-feira (5), a medida que retira a obrigatoriedade de realização de um referendo popular para autorizar a privatização da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa). A proposta, de autoria do governador Romeu Zema (Novo), obteve 47 votos no tempo regulamentar exigido pela ALMG, menos que os 48 votos necessários para a aprovação da PEC. Segundos depois da contabilização dos deputados favoráveis e contrários, o presidente da Casa, Tadeu Martins (MDB), fez uma manobra e aceitou o voto de Bruno Engler (PL), após o encerramento do prazo. Deputados da oposição e manifestantes presentes na ALMG denunciaram a movimentação e, aos gritos de “vergonha”, denunciaram que atuação de Leite fere as regras regimentais do legislativo. O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Purificação e Distribuição de Água e em Serviços de Esgotos do Estado de Minas Gerais (Sindágua/MG) anunciou que entrará com ação judicial para anular a votação, e o Bloco Democracia e Luta, de oposição ao governo, deve entrar com recurso. Entenda Após a ALMG aprovar, em 1º turno, a chamada PEC do Cala a Boca, na madrugada de sexta-feira (24), o texto voltou à tramitação, em 2º turno, nesta quarta-feira (5). Na primeira votação, a PEC foi aprovada com 52 votos favoráveis e 18 contrários. O texto permite que a venda ou federalização da estatal ocorra sem consulta à população, inclusive para o cumprimento de obrigações ligadas à dívida pública ou a programas como o Programa de Pleno Pagamento das Dívidas dos Estados (Propag), que prevê contrapartidas em áreas como educação e infraestrutura. A Copasa é responsável pelo abastecimento de água e tratamento de esgoto em mais da metade dos municípios mineiros e figura entre as empresas mais lucrativas do estado. Segundo especialistas, a aprovação da PEC é um passo decisivo para o projeto de privatização defendido pelo governo Zema desde 2024, sob o discurso de “modernizar” e “equilibrar as contas públicas”. Casos em outros estados reforçam as preocupações. Em Ouro Preto (MG), moradores enfrentaram tarifas abusivas e cortes de água após a empresa privada Saneouro assumir o serviço. No Rio de Janeiro, a venda da Cedae resultou em queda no tratamento de esgoto e aumento nas reclamações por falta d’água. Já em Manaus, duas décadas após a privatização, 80% da população ainda não tem esgotamento sanitário adequado. No Tocantins, a Saneatins chegou a ser reestatizada em 2013 após anos de piora nos indicadores. Fonte: Brasil de Fato
Leão critica técnicos estrangeiros ao lado de Carlo Ancelotti

Durante o Fórum Brasileiro de Treinadores, Emerson Leão e Oswaldo de Oliveira criticaram a presença de técnicos estrangeiros no país O 2º Fórum Brasileiro dos Treinadores de Futebol, realizado nesta terça-feira (4/11), homenageou técnicos brasileiros e o italiano Carlo Ancelotti, atual comandante da Seleção Brasileira. Durante o evento, Emerson Leão e Oswaldo de Oliveira aproveitaram o palco para criticar a presença de estrangeiros no futebol nacional. Campeão do mundo em 1970 e ex-técnico da Seleção, Leão subiu e criticou a “invasão” de treinadores estrageiros no país: Confira: “Eu sempre disse que não gosto de treinadores estrangeiros no meu país. Antes eu falava que não suportaria, e não mudo minha opinião. Mas tenho que ser inteligente o suficiente para dizer que isso tudo tem um culpado: nós, os treinadores brasileiros. Somos culpados pela invasão de outros profissionais”, afirmou, olhando para Ancelotti, que estava presente no auditório. Leão tentou amenizar o tom ao encerrar seu discurso, desejando “boa sorte” a Vagner Mancini, presidente da Federação Brasileira de Treinadores, e, logo em seguida, encarando o técnico italiano: “Boa sorte para você também”, disse. Outro homenageado, Oswaldo de Oliveira seguiu a mesma linha crítica, mas fez questão de destacar o respeito por Ancelotti. “Eu não queria treinador estrangeiro, mas não tinha jeito. Se tivesse que ser, que fosse esse senhor. Torci para ser esse senhor. Depois que ele for embora, campeão do mundo, que venha um brasileiro”, comentou. Ancelotti, por sua vez, recebeu sua homenagem no evento e não respondeu às falas. O evento contou ainda com a presença de Zé Mário, ex-treinador, e Vagner Mancini, que preside a federação e atualmente comanda o Bragantino. Apesar do tom político e das críticas, a CBF manteve o discurso de valorização do trabalho dos treinadores nacionais e estrangeiros, destacando a troca de experiências como fator positivo para o desenvolvimento do futebol brasileiro.
Lô Borges: multidão vai à famosa esquina homenagear cantor; vídeo

Evento foi organizado espontaneamente por coletivos de BH; em uma janela lateral, foi colocada uma faixa com os dizeres: “Celebramos a vida e a arte de Lô Borges” Uma verdadeira multidão foi à famosa esquina das ruas Divinópolis com a Paraisópolis, no bairro Santa Tereza, em Belo Horizonte, na noite desta segunda-feira (3), para se despedir e homenagear o cantor e compositor Lô Borges, morto no último domingo. Em um clima de muita comoção, amigos e admiradores do artista cantaram e tocaram durante várias horas as suas canções. Desde às 18h, pessoas chegavam de todas as partes para acompanhar o evento, em um pequeno palco montado sob uma tenda. Uma verdadeira fila de músicos fez questão de passar por lá para se apresentar e homenagear o icônico artista. Durante todo o dia, centenas de pessoas passaram pelo local, que ficou conhecido mundialmente como o Clube da Esquina, graças a músicos como Lô Borges, Milton Nascimento, Beto Guedes, Toninho Horta, Tavinho Moura entre muito outros, para deixar flores no local. O evento foi organizado espontaneamente por vários coletivos de Belo Horizonte. No local foi colocada uma foto em preto e branco de Lô ao lado das placas que já existem por lá demarcado a esquina. Em uma janela lateral foi pendurada uma faixa amarela com os dizeres: “Celebramos a vida e a arte de Lô Borges”. BH homenageando o inesquecível Lô Borges com cantoria na esquina da Paraisópolis com a Divinópolis 💛 pic.twitter.com/PD8pHf98Fi — Rogério Correia (@RogerioCorreia_) November 4, 2025 Sabe a tal esquina do Clube da Esquina? É essa aí. No Santa Tereza, Belo Horizonte. E a cena é dela no gurufim a Lô Borges, que nos deixou hoje. Que sorte estar aqui e ser conterrâneo desses caras. 🔺️ pic.twitter.com/GGXAODulZJ — Thales Machado (@thalescmachado) November 4, 2025 ETERNO LÔ BORGES- Desde as 17h desta segunda, uma pequena multidão se aglomera no entorno da esquina em homenagem ao artista, onde uma tenda branca foi montada, e ao longo da noite estão previstos shows e tributos de artistas que conviveram com Lô ou foram influenciados por ele.… pic.twitter.com/cFdOg1A2Cv — O TEMPO (@otempo) November 3, 2025 A morte O cantor e compositor Lô Borges morreu na noite deste domingo (2), aos 73 anos, em Belo Horizonte. A informação foi confirmada pela família do artista. Internado desde 17 de outubro em uma UTI, Lô foi hospitalizado após uma intoxicação por medicamentos e chegou a ser submetido a ventilação mecânica. No dia 25 de outubro, passou por uma traqueostomia, mas não resistiu às complicações do quadro. Autor de clássicos como “Um Girassol da Cor do Seu Cabelo”, “O Trem Azul” e “Paisagem da Janela”, Lô Borges deixa uma obra que ajudou a redefinir os rumos da MPB ao lado de Milton Nascimento e outros integrantes do lendário Clube da Esquina. Da escadaria ao Clube da Esquina Nascido Salomão Borges Filho em Belo Horizonte, Lô era o sexto de 11 irmãos e cresceu no bairro Santa Tereza, berço do movimento que levaria o nome da esquina das ruas Divinópolis e Paraisópolis para o mundo. A história de Lô com a música começou ainda na infância. Aos 10 anos, nas escadas do Edifício Levy, na Avenida Amazonas, conheceu o vizinho que mudaria sua vida — Milton Nascimento, então com 20. “Sentei na escadaria, dei de cara com um carinha tocando violão, era o Bituca. Eu tinha 10 anos, ele tinha 20. Ele olhou pra mim e disse: ‘Você gosta de música, né, menino?’”, contou Lô em entrevista ao Conversa com Bial em 2023. Pouco depois, ele também conheceu Beto Guedes, outro futuro parceiro, durante um encontro casual nas ruas do centro da capital mineira. De volta a Santa Tereza, Lô passou a tocar com os irmãos e amigos. Milton, já famoso, continuava visitando a casa da família Borges. Foi assim que nasceu a parceria que daria origem ao disco “Clube da Esquina” (1972), considerado um divisor de águas na música brasileira. Gravado quando Lô tinha apenas 19 anos, o álbum foi eleito, décadas depois, o maior disco brasileiro de todos os tempos e figura entre os dez melhores da história da música mundial, segundo a revista norte-americana Paste Magazine. No mesmo ano, Lô lançou seu primeiro disco solo, o emblemático “Disco do Tênis”, símbolo de juventude e liberdade musical. Entre pausas e renascimentos O sucesso precoce levou o músico a uma reclusão voluntária. Lô passou um período vivendo em Arembepe (BA), afastado dos palcos, mas nunca da composição. “Eu não parei de compor. As canções foram se avolumando na minha vida”, recordou. Em 1978, ele retornou à cena com o álbum “Via Láctea”, que considerava um de seus trabalhos mais maduros. Nos anos 1980, lançou “Sonho Real” e realizou sua primeira turnê nacional. Na década de 1990, uma nova geração redescobriu Lô graças à parceria com Samuel Rosa (Skank) em “Dois Rios”, que uniu o lirismo mineiro à sonoridade pop. Nos últimos anos, o artista manteve uma rotina criativa intensa: desde 2019, lançava um álbum de inéditas por ano. Seu trabalho mais recente, “Céu de Giz”, em parceria com Zeca Baleiro, saiu em agosto de 2025
Morre Lô Borges, ícone da MPB e fundador do Clube da Esquina

Cantor e compositor mineiro precisou ser internado após intoxicação de medicamentos em Belo Horizonte e morreu aos 73 anos Lô Borges, um dos nomes mais importantes da MPB e um dos fundadores do Clube da Esquina, morreu nesse domingo (2/11), aos 73 anos. A informação foi confirmada pelo Hospital Unimed, de Belo Horizonte, nesta segunda-feira (3/11), em nota enviada à imprensa. O músico foi internado em 17 de outubro após passar por intoxicação de medicamentos em casa. Ele precisou ser levado ao hospital às pressas. Carreira Com mais de 20 álbuns lançados ao longo da carreira de mais de 50 anos, Lô Borges foi responsável por compor músicas como Trem Azul, Um Girassol da Cor do Seu Cabelo, Para Lennon e McCartney, Trem de Doido e muitos outros sucessos que marcaram o gênero. Ao lado de Milton Nascimento, Beto Guedes, do irmão, Márcio Borges, e outros artistas mineiros, Lô Borges fundou o movimento que revolucionou a MPB à época. Ele também foi um dos principais compositores dos álbuns Clube da Esquina (1972), considerado em 2022 como o melhor álbum brasileiro da história; e Clube da Esquina 2 (1978). Nascido em 1952, em Belo Horizonte, Salomão Borges Filho começou a tocar violão depois de conhecer os sucessos dos Beatles e deu início à carreira musical após incentivo do parceiro de composição, Milton Nascimento. Com o sucesso do primeiro álbum do Clube da Esquina, partiu para a carreira solo. Em 1972, lançou o primeiro projeto, Disco do Tênis, e depois Via Láctea, que fez sucesso entre os críticos. Foram desses trabalhos que vieram alguns de seus maiores sucessos, como Equatorial e Ventos de Maio. Dedicado à música e às composições, Lô Borges nunca se casou. O artista, no entanto, conquistou o carinho dos fãs e o respeito dos demais músicos do gênero ao longo dos anos
Japonvar deixa Lontra para trás e fica em primeiro lugar no acesso à educação

Levantamento realizado pela Veredas Assessoria em Políticas Públicas Ltda, mostra que no norte de Minas, a qualidade da educação municipal é melhor em pequenos municípios. Os municípios com menos de 10 mil habitantes, no norte de Minas, têm melhor qualidade de ensino nas suas redes municipais do que aqueles com maior população e maior número de matriculados, na educação infantil (creche e pré-escola) e no ensino fundamental (5ª até a 9ª série). É o que demonstra um levantamento realizado pela Veredas Assessoria em Políticas Públicas Ltda, a partir da arrecadação do ICMS Educação, em 2.024. Em 2.024, os municípios de Japonvar e Lontra com menos de 9 mil habitantes e cerca de 1.000 alunos matriculados nas suas redes municipais de ensino, desbancaram Montes Claros com seus 418.381 habitantes e 48.547 alunos matriculados. Enquanto Japonvar arrecadou R$ 2.690.115, e Lontra R$2.614.937, Montes Claros arrecadou R$ 2.489.480,53, um pouco mais do que a capital do norte de Minas. Parece estranho, mas não é. A qualidade da educação é o maior parâmetro para o cálculo da pontuação e posterior arrecadação de cada município. A Lei nº 24.431, de 14/09/2023 alterou a Lei nº 18.030, de 12 de janeiro de 2009,(Lei Robin Hood) que dispõe sobre a distribuição da parcela da receita do produto da arrecadação do ICMS pertencente aos municípios. Em Minas, 10% da arrecadação do ICMS deve ser distribuído para os municípios. Os principais critérios são: Índice de Desempenho Escolar; Adoção de medidas de equidade expressas no Índice de Rendimento Escolar; Atendimento Educacional e Gestão Escolar Que critérios são esses? Índice de Desempenho Escolar – taxa de participação dos estudantes nas avaliações; indicadores de nível socioeconômico dos estudantes, observadas as desigualdades entre os distintos grupos raciais e entre estudantes residentes em áreas urbanas e rurais. Este é o fator principal para ter uma boa arrecadação. Adoção de medidas de equidade expressas no Índice de Rendimento Escolar a) redução das desigualdades de acesso e permanência na educação básica, observadas as desigualdades entre estudantes negros e não negros e entre estudantes residentes em áreas urbanas e rurais; b) progressão dos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, dentre eles os estudantes com transtorno do espectro autista – TEA. Atendimento Educacional, com apuração da taxa de atendimento educacional nos níveis e modalidades de ensino de responsabilidade do município, observando a) a oferta de educação em tempo integral; b) a ampliação do atendimento aos estudantes quilombolas e residentes em áreas rurais; c) a ampliação da taxa de alfabetização e escolaridade da população com 15 anos ou mais; Gestão Escolar – dados do censo escolar e indicadores de infraestrutura escolar, os recursos de acessibilidade, a formação dos profissionais de educação e a efetividade da gestão democrática das escolas, como eleição de diretores e participação social da comunidade escolar. Os dados são registrados e avaliados pela Secretaria de Estado da Educação. Esta elabora um Relatório e pontuação de cada município na área da educação. Encaminha à Fundação João Pinheiro que, junto com a Secretaria da Fazenda de Minas, calcula o índice de participação anual do ICMS de cada município. Os índices publicados em um ano são de informações e dados gerais de segundo ano anterior. Exemplo: os índices publicados, para o exercício de 2024, foram baseados em dados de 2022. Essa breve análise é sobre o valor da arrecadação. Estudos estão sendo feitos para avaliação e comparação dos critérios educacionais. BREVE ANÁLISE DO CRITÉRIO EDUCAÇÃO NA ARRECADAÇÃO DO ICMS, EM 2.024. REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO MUNICÍPIOS DO MÉDIO SÃO FRANCISCO DADOS COMPARATIVOS Critério ICMS – Educação Relatório Anual até 31 de agosto – SEE-MG A pontuação do critério Educação na distribuição do ICMS estadual garante um percentual significativo do total repassado aos municípios. Nos Critérios de distribuição percentuais do ICMS, o VAF – Valor Adicionado Fiscal tem 75,00% e a Educação tem 10,00%. Pontuação no ICMS Observa-se que o número de alunos matriculados, a partir da lei24.431/2023, não tem peso relevante nos novos índices calculados. A avaliação qualitativa é fundamental no estabelecimento de novos parâmetros. A tabela acima mostra que municípios com menos alunos matriculados receberam, em 2024, valores bem maiores que outros com grande número de alunos. Outro exemplo: Ibiracatu com seus 567 alunos matriculados, arrecadou R$ 2.378.673,67. Mais do que Januária com 4.716 matriculados que amealhou R$ 1.736.686,82, e Pirapora, com 4.653 matriculados, tendo a arrecadação de R$ 1.644.971,38. Outros municípios com menos de 10 mil habitantes e menos de 800 alunos matriculados como Campo Azul, Bonito de Minas, Luislândia e Verdelândia também superam Januária e Pirapora. “Os gestores municipais da educação devem repensar seus planos, programas e projetos, avaliando suas diretrizes, objetivos e metas, tendo como referência experiências exitosas de seus vizinhos muitas vezes desprezados”. comentou o presidente da Veredas Assessoria em Políticas Públicas Ltda, Álbano Silveira Machado Para mais informações (38) 99878-4055 Email: veredas.consultoria1@gmail.com
Nikolas e Zema estão entre os políticos mais rejeitados do país, aponta pesquisa

OPINIÃO PÚBLICA – Levantamento da Atlas Intel mostra que imagem negativa do deputado e do governador supera a aprovação popular Os mineiros Nikolas Ferreira (PL) e Romeu Zema (Novo) figuram entre as lideranças políticas com maior rejeição no país, segundo levantamento divulgado pela Atlas Intel. A pesquisa, realizada entre os dias 15 e 19 de outubro, ouviu cerca de 14 mil pessoas em todo o Brasil e tem margem de erro de um ponto percentual. De acordo com o levantamento, 54% dos entrevistados avaliam negativamente a imagem do deputado federal Nikolas Ferreira, um dos principais nomes da extrema direita nas redes sociais. A avaliação positiva dele é inferior à negativa, o que o coloca na mesma faixa de rejeição do líder da organização criminosa da trama golpista, Jair Bolsonaro (PL).: Já o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, que tem se movimentado como pré-candidato à Presidência da República em 2026, também aparece com imagem mais negativa do que positiva. Segundo o instituto, 51% da população avaliam o governador de forma desfavorável. A pesquisa mostra que a insatisfação popular não se limita a um campo político. No topo da rejeição estão os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), com 83%, e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), com 68% de imagem negativa.: Outros nomes de políticos que aparecem na lista são Ciro Gomes (PSDB), com 62% de rejeição; Michelle Bolsonaro (PL) e Ronaldo Caiado (União Brasil), ambos com 53%; e Tarcísio de Freitas (Republicanos), governador de São Paulo, com 50%.