Peso no bolso – Fevereiro começa com o aumento dos preços dos combustíveis

Reajuste do diesel pela Petrobras e aumento do ICMS provocaram aumento A partir deste sábado (1º), abastecer o veículo ficará mais caro. O reajuste do preço do diesel pela Petrobras e o aumento do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), arrecadado pelos estados, sobre a gasolina, o etanol, o diesel e o biodiesel, são os responsáveis pela alta. No caso do diesel, a Petrobras elevou o preço nas refinarias em R$ 0,22 por litro (+6,2%), para reduzir a defasagem de 17% em relação aos preços internacionais. Além disso, a alíquota de ICMS subirá R$ 0,06, de R$ 1,06 para R$ 1,12 por litro. Em relação à gasolina e ao etanol, a Petrobras não alterou o preço nas refinarias, que está com defasagem em torno de 7% em relação aos preços internacionais. No entanto, a alíquota de ICMS subiu R$ 0,10, de R$ 1,37 para R$ 1,47 por litro. O reajuste do ICMS sobre os combustíveis em todo o Brasil foi determinado pelo Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária), órgão que reúne os secretários de Fazenda dos estados. Pelo modelo em vigor desde o ano passado, as alíquotas de ICMS dos combustíveis passam a ser reajustas anualmente, com base nos preços médios pesquisados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) entre fevereiro e setembro do ano anterior. No caso do gás de cozinha, as alíquotas cairão R$ 0,02, de R$ 1,41 para R$ 1,39 por quilo. Segundo o Confaz, a queda ocorre porque o botijão ficou mais barato no ano passado, o que se refletiu em ICMS mais baixo. As alíquotas de ICMS passaram para os seguintes valores: Combustíveis Alíquotas até janeiro A partir de 1º de janeiro Gasolina/Etanol R$ 1,37 por litro R$ 1,47 por litro Diesel / Biodiesel R$ 1,06 por litro R$ 1,12 por litro Gás de cozinha R$ 1,41 por quilo R$ 1,39 por quilo O impacto no preço final depende do mercado. Isso porque os preços da Petrobras são fixados nas refinarias, cabendo às distribuidoras, aos postos de combustíveis e aos comerciantes, no caso do gás de cozinha, estabelecer o preço final. Geralmente, os aumentos de tributos e de preços nas refinarias são repassados aos consumidores. Desde 2022, as alíquotas do ICMS sobre os combustíveis são estabelecidas em valores fixos por litro (ou por quilo, no caso do gás de cozinha). Antes disso, as alíquotas estaduais obedeciam a um percentual do preço final definido por cada Unidade da Federação. Querosene de aviação Outro combustível que ficará mais caro em fevereiro é o querosene de aviação. A Petrobras anunciou a elevação do preço em 8%, equivalente a R$ 0,31 por litro nas refinarias. Diferentemente dos demais combustíveis, o preço do querosene de aviação é definido a cada mês, por estar atrelado ao dólar e à cotação internacional do petróleo. Com o reajuste em fevereiro, o querosene de aviação acumula alta de R$ 0,56 por litro em 2025 (+15,6%). Segundo a Petrobras, desde dezembro de 2022, o preço do querosene caiu R$ 0,93 por litro (-18,3%).
Com gol de Hulk, Atlético bate o Villa Nova e vence pela primeira vez no Mineiro

Camisa 7 colocou fim ao seu maior jejum com a camisa alvinegra e aliviou a situação do Atlético na competição estadual O Atlético venceu seu primeiro jogo no Campeonato Mineiro. O Galo bateu o Villa Nova por 1 a 0, com gol de Hulk, que colocou fim ao seu maior jejum com a camisa alvinegra. A partida, válida pela quinta rodada do Estadual, foi disputada neste sábado (1º de fevereiro) no Estádio Municipal Castor Cifuentes, popularmente chamado de Alçapão do Bonfim, em Nova Lima. Com o resultado, o Galo chegou aos 7 pontos. A equipe agora ocupa a terceira posição do grupo A, que tem o Betim como líder. O Villa Nova é o terceiro colocado do grupo C, liderado pelo Cruzeiro. Conforme o regulamento do Campeonato Mineiro, o líder de cada grupo e o segundo melhor colocado geral avançam para as semifinais, que devem ser disputadas nos dias 15 e 22 de fevereiro. A partida marcou a estreia do argentino Tomás Cuello, de 24 anos, pelo Atlético. O atacante foi a quinta contratação anunciada pelo Galo para a temporada. O alvinegro desembolsou cerca de R$ 36 milhões ao Athletico Paranaense para assinar com o atleta por quatro temporadas. Outra novidade no confronto foi a estreia de Eugênio Souza no comando do Villa Nova. Ele assumiu como técnico após a demissão de Ricardo Drubscky, que deixou o cargo após a goleada por 6 a 1 para o Athletic. Souza tem experiência no futebol mineiro e já trabalhou em clubes como Pouso Alegre, Betim e Ipatinga. Agenda O próximo compromisso do Atlético será diante do Athletic. O Galo recebe a equipe de São João del-Rei na terça-feira (4), às 21h30, no Mineirão. O Villa Nova enfrenta o Itabirito na quarta-feira (5), às 20h, no Alçapão do Bonfim. Ambos os duelos são válidos pela sexta rodada do Campeonato Mineiro. Primeiro tempo Mesmo jogando fora de casa, o Atlético iniciou a partida com maior presença no campo de ataque. As jogadas foram construídas, principalmente, pela esquerda, com o lateral Guilherme Arana. O Villa Nova, por sua vez, tentava responder nas jogadas de contra-ataque, com bolas longas. Aos oito minutos, o Galo teve a oportunidade de abrir o placar após a troca de passes no ataque. Gabriel Menino finalizou por cima da meta defendida por Geaze. O Villa tentou responder na sequência, em jogada rápida de contra-ataque com Vinicius Tanque. O camisa 9 tocou para Paulinho, que estava livre na esquerda. Ele cruzou para a área, e Gustavo Scarpa cortou, cedendo escanteio para o time mandante. O confronto seguiu disputado no meio até que, aos 17 minutos, Hulk deu o passe para Scarpa, que entrou livre pela defesa do Villa. O meia atleticano finalizou por cima do gol. Na sequência, Scarpa arriscou mais uma vez, de fora da área. A bola passou ao lado da meta, saindo pela linha de fundo. O Villa respondeu à pressão atleticana aos 21 minutos. Norberto cobrou falta na área, e Davison Dutra subiu para cabecear. A bola, porém, saiu pela linha de fundo, próxima ao gol de Éverson. Aos 30 minutos, o Galo conseguiu levar perigo mais uma vez ao gol do Villa Nova. Rubens recuperou a bola que estava saindo pela linha de fundo e tocou para Hulk. O camisa 7 finalizou em cima da defesa adversária. No rebote, Scarpa chutou forte de fora da área para a defesa de Geaze. O primeiro tempo seguiu com o Atlético tendo maior posse de bola. O Galo trocava passes no meio, procurando espaços na defesa do Villa. Porém, Vinicius Tanque roubou a bola e tentou encobrir Éverson, que estava adiantado, fora da área. A bola, no entanto, saiu ao lado do gol. Na sequência, Tanque mais uma vez finalizou forte de fora da área, exigindo a defesa de Éverson. O lance agitou a torcida do Leão no Alçapão do Bonfim. No embalo da torcida, o Villa chegou mais uma vez com perigo à meta atleticana. Gaia recuperou a bola no meio e saiu driblando a defesa do Galo. Ele chutou cruzado, buscando o canto esquerdo de Éverson, que defendeu a finalização. Pressionado, o Atlético conseguiu responder com Junior Santos, Gabriel Menino e Rubens. Apesar das oportunidades de ambos os lados, o primeiro tempo terminou empatado sem gols. Segundo tempo Com menos de um minuto de jogo no segundo tempo, o alívio veio para o Atlético e para Hulk, que voltou a marcar após 14 jogos — seu maior jejum com a camisa alvinegra. O gol saiu de um lance de bastante movimentação ofensiva. O lateral-esquerdo Guilherme Arana cortou para o meio e tocou em direção ao artilheiro do Galo, que fez um corta-luz, deixando para Gustavo Scarpa, que colocou Hulk na cara do gol com um belo passe. O Atlético seguiu superior no segundo tempo. Com mais volume ofensivo, o Galo voltou a ter uma grande oportunidade aos 17 minutos, quando Júnior Santos chutou forte para a defesa de Geaze. A bola sobrou para Gustavo Scarpa, que, no rebote, chutou para fora. Sem conseguir matar o jogo com um segundo gol, o Atlético correu risco até o fim. Mesmo sem esboçar uma pressão intensa, o Villa Nova quase empatou aos 40 minutos, com um chute de Vinicius Tanque. Éverson foi decisivo no lance.
Davi Alcolumbre é eleito presidente do Senado com ampla maioria

Senador do União Brasil recebeu 73 do total de 81 votos O senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) foi eleito neste sábado (1º) presidente do Senado pelos próximos dois anos, com 73 dos 81 votos. A reunião preparatória começou pouco depois das 10h e, durante as falas dos candidatos, o senador Marcos do Val (Podemos-ES) e a senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) retiraram suas candidaturas. Concorreram ao cargo, junto com Alcolumbre, os senadores Marcos Pontes (PL-SP) e Eduardo Girão (Novo-CE). Em sua fala, Davi Alcolumbre se declarou um “defensor intransigente” do diálogo, da construção coletiva e de soluções compartilhadas. “Vocês me conhecem, sabem do meu compromisso verdadeiro com essa instituição e com o Brasil. Acima de tudo, com a população que confia em cada um de nós para representar os seus sonhos e as suas esperanças”, disse. “Para mim, governar é ouvir e liderar é servir. É disso que o nosso país precisa agora. Uma liderança que una e não que divida”. Marcos Pontes, por sua vez, avaliou que o país “clama por mudanças”. “O povo está aflito. Nossos eleitores nos pedem: ‘Façam alguma coisa’”, disse. “Estamos diante de um momento crucial. Precisamos escolher entre a estagnação e a mudança, entre o conforto e a luta. Precisamos restaurar a força e a credibilidade dessa casa. Precisamos garantir que as vozes da população sejam ouvidas e que os valores democráticos sejam sempre respeitados.” Já Eduardo Girão propôs restaurar a imagem do Senado que, segundo ele, é “péssima”. “Nosso grande problema foi não ter enfrentado o reequilíbrio entre os poderes, que foi perdido. A censura voltou ao Brasil depois da redemocratização, e o Senado ficou assistindo à censura. A Constituição é rasgada dia sim, dia não aqui, do nosso lado. E este Senado se acovarda. Todos nós somos responsáveis pela derrocada desta Casa”. Entenda O presidente do Senado é também o chefe do Poder Legislativo e, portanto, é ele quem preside o Congresso Nacional. Entre as funções do cargo estão empossar o presidente da República e convocar extraordinariamente o Congresso Nacional em caso de decretação de estado de defesa nacional ou de intervenção federal. É ele também quem recebe os pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Cabe ainda ao presidente do Senado definir a pauta das sessões da própria Casa e do Congresso como um todo. A eleição, secreta e realizada em cédulas de papel, exige a maioria absoluta dos votos dos senadores (mínimo de 41). Se nenhum candidato alcançar o número, é realizado segundo turno com os dois mais votados. Ainda assim, são necessários, no mínimo, 41 votos para eleger o presidente da Casa. Agência Brasil, com informações da Agência Senado
Pacheco se despede da presidência do Senado e cita defesa da democracia como legado

Ao se despedir do cargo na manhã deste sábado (1º), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), conversou com jornalistas e citou a defesa da democracia como legado dos quatro anos em que esteve à frente da Casa. A declaração foi feita pouco antes de Pacheco se dirigir ao plenário para participar da sessão preparatória que vai escolher o próximo presidente do Senado. “O que mais deve nos orgulhar, sem dúvida alguma, é a defesa que o Senado fez da democracia no Brasil. A defesa da democracia foi uma tônica que fez com que o Senado se unisse num momento de negacionismo, de ataques antidemocráticos, de negação à obviedade de que a democracia deve ser garantida no país. Eu considero que esse é um legado de todos esses senadores, da mesa diretora anterior e atual”. Pacheco destacou ainda o papel da imprensa durante o período em que esteve à frente do Senado – que incluiu parte da pandemia de covid-19, além das eleições presidenciais de 2022. Momentos que, segundo ele, exigem boa informação e a apuração da verdade sobre os fatos. “Em tempos de fake news, em tempos de descompromisso de veiculação da informação pelas redes sociais, nunca foi tão importante uma imprensa livre e profissional, cujo trabalho deve ser garantido por todas as instituições.” Ao agradecer aos colegas senadores e senadoras, Pacheco destacou o trabalho desempenhado na entrega de diversos projetos transformados em leis e reformas. “Pode-se criticar o Congresso em diversos aspectos, mas não se pode criticar em relação à capacidade que tem de fazer entregas e de ter uma produtividade em termos de marcos legislativos e reformas constitucionais, que são absolutamente essenciais”. “Quero também fazer um agradecimento à nossa Casa irmã, a Câmara dos Deputados, na pessoa do nosso presidente deputado federal Arthur Lira (PP-AL). A despeito de divergências que são absolutamente normais na democracia, o trato sempre foi muito respeitoso e cordial. Conseguimos entregar, em conjunto, diversos marcos legislativos de interesse do país.” “Quero também fazer um agradecimento aos outros poderes, ao Poder Executivo, na pessoa do senhor presidente Luiz Inácio Lula da Silva e todos os ministros, e também ao Poder Judiciário, na figura do seu chefe, ministro Luiz Roberto Barroso, presidente do Supremo Tribunal Federal. A todas as instituições que colaboraram conosco nesses quatro anos, que foram muito marcantes, muito difíceis até, em alguns aspectos, mas conseguimos fazer importantes realizações ao longo desses anos”.
Em apresentação, Neymar faz promessa à torcida do Santos: ‘Se depender de mim…’

Neymar foi apresentado pelo Santos em uma Vila Belmiro abarrotada de fãs e torcedores na noite desta sexta-feira (31/1) Doze anos depois, Neymar está de volta ao Santos. O craque foi apresentado pelo clube em uma Vila Belmiro abarrotada de fãs e torcedores na noite desta sexta-feira (31/1). É um dia muito especial para mim. Estou muito feliz”, iniciou Neymar, em suas primeiras palavras no retorno ao Peixe. Na sequência, o público no estádio cantou alto e “interrompeu” o discurso do astro por alguns segundos. Quando retomou o raciocínio, Neymar explicou porque fez questão de usar a faixa “100% Jesus” em seu regresso ao Santos. “Falei ali dentro que quando era menino, fui para a Vila Belmiro com essa faixa aqui. Não podia deixar de voltar assim. Estou contente e feliz. Vivemos muitos momentos lindos aqui”. O camisa 10 também fez promessa para a torcida santista. Segundo ele, não faltará “ousadia” nos momentos em que estiver dentro de campo. “Se depender de mim, do amor e do carinho que tenho por esse clube, não vão faltar força, garra, determinação, fé e, obviamente, muita ousadia”. Neymar, atacante do Santos Antes de encerrar o recado para distribuir camisas aos torcedores, Neymar citou familiares, amigos e fãs em agradecimentos. “Esse dia vai ficar marcado para o resto da minha vida. Obrigado a cada um que está fazendo parte desse momento. Vamos que vamos!”. As mensagens para Neymar Atletas que atuaram com Neymar por clubes e pela Seleção Brasileira, como Vinicius Junior, Rodrygo, Piqué e Buffon, mandaram vídeos transmitidos no telão, desejando boa sorte ao jogador na nova fase. Houve também uma mensagem da atacante Marta. Neymar chegou nesta sexta ao Brasil para iniciar sua segunda passagem pelo Santos. O atacante de 32 anos desembarcou pela manhã no aeroporto de São Roque, no interior de São Paulo, após voo fretado que partiu de Riade, na Arábia Saudita. O jogador, então, pegou um helicóptero que sobrevoou pontos da cidade de São Paulo, como o estádio do Pacaembu, e o litoral paulista, antes de rumar a Santos para firmar seu contrato. Na assinatura, o presidente Marcelo Teixeira entregou a camisa 11 ao craque, numeração que o jogador usou na equipe antes de sair. No entanto, Neymar usará a 10, eternizada por Pelé e deixada sem dono durante a Série B de 2024. “Você começou com a 7. Depois, fez história com a 11. Vou te dar agora na assinatura sua camisa tradicional, a 11. Agora, vamos lá na sua casa para você pegar a 10”, disse Teixeira para Neymar. Trajetória do craque Aos 32 anos, Neymar está de volta ao clube que o projetou para o futebol. Com a camisa do Santos, o atacante jogou 225 partidas oficiais, marcou 136 gols e deu 63 assistências. As conquistas de Campeonato Paulista (2010, 2011 e 2012), Copa do Brasil (2010), Libertadores (2011) e Recopa Sul-Americana (2012) fizeram com que ele se consolidasse como ídolo do clube. O principal jogador do futebol brasileiro brilhou na Europa por Barcelona (186 jogos, 105 gols e 62 assistências) e Paris Saint-Germain (118 gols e 70 assistências em 173 jogos). No Velho Continente, Ney ganhou praticamente tudo que disputou, sendo os principais títulos a Liga dos Campeões de 2014/15, o Campeonato Espanhol em 2014/15 e 2015/16; a Copa do Rei em 2014/15, 2015/16 e 2016/17; o Campeonato Francês em 2017/18, 2018/19, 2019/20, 2021/22 e 2022/23; e a Copa da França em 2017/18, 2019/20 e 2020/21. A passagem pela Arábia Saudita, no entanto, foi frustrante. Em 531 dias como jogador do Al-Hilal, o atacante só entrou em campo sete vezes – cinco vitórias e dois empates. Neymar anotou um gol e deu duas assistências no Oriente Médio. Muito do insucesso se deve à grave lesão que ele sofreu em outubro do mesmo ano, quando rompeu o ligamento cruzado anterior e o menisco do joelho esquerdo em jogo da Seleção Brasileira pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026. Após isso, passou por cirurgia e só retornou aos gramados em novembro de 2024. Neymar na Seleção Brasileira O atacante assumiu o protagonismo da amarelinha ainda com pouca idade. Em 2014, aos 22 anos, foi o camisa 10 e grande líder técnico da Seleção Brasileira na Copa disputada no Brasil. Em 2018 e 2022, a história se repetiu. Neymar ainda ultrapassou Pelé e atingiu o posto de maior artilheiro da história da Seleção Brasileira, com 79 gols. Apesar das conquistas da Copa das Confederações de 2013 e da medalha de ouro nos Jogos Olímpicos Rio 2016, o atacante ainda não conseguiu levar o Brasil ao sexto título mundial – seu grande objetivo na carreira. Com informações da agência Folhapress
Hugo Motta e Davi Alcolumbre: herdeiros de dinastias políticas devem comandar Congresso

Fenômeno se repete ao longo da história do país, dificultando a renovação política e consolidando a presença de grupos familiares no poder Os favoritos para comandar a Câmara e o Senado pelos próximos dois anos têm algo em comum além do favoritismo entre os pares: Hugo Motta (Republicanos-PB) e Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) são herdeiros de grupos familiares que há gerações exercem influência em seus estados e no Congresso Nacional, informa reportagem do Estadão. O fenômeno se repete ao longo da história do país, dificultando a renovação política e consolidando a presença de grupos familiares no poder. Além de Motta e Alcolumbre, diversos ex-presidentes do Congresso também seguiram esse caminho, como Arthur Lira, Renan Calheiros, Jader Barbalho e José Sarney. Desde o Brasil Colônia – Na disputa pelo comando da Câmara, Hugo Motta representa um dos mais antigos grupos políticos da Paraíba. Sua família ocupa cargos eletivos há séculos, com raízes que remontam ao período colonial. Seu avô e sua avó maternos, Edivaldo e Francisca Motta, foram figuras influentes na política estadual, enquanto seu pai, Nabor Wanderley, mantém a presença do grupo na prefeitura de Patos. Mesmo enfrentando desafios, como investigações sobre contratos públicos que envolveram sua mãe e sua avó — ambas posteriormente absolvidas —, a família segue consolidada na política paraibana. Com essa estrutura, Motta se prepara para ser o próximo presidente da Câmara, garantindo a continuidade dessa trajetória familiar no Legislativo. Influência familiar no Amapá – No Senado, Davi Alcolumbre também carrega uma herança política marcante. Seu clã, com origem no comércio e na exploração mineral na Amazônia, construiu influência tanto nos negócios quanto no poder público. Além dele, diversos membros da família ocuparam cargos políticos, incluindo irmãos, primos e tios. Seu irmão, Josiel Alcolumbre, é suplente no Senado, enquanto seu tio, Alberto Alcolumbre, dá nome ao Aeroporto Internacional de Macapá.
Piso salarial dos professores tem reajuste acima da inflação

Com aumento de 6,27%, o valor mínimo que professores da rede pública da educação básica devem ganhar no Brasil passa a ser de R$ 4.867,77. Como os salários são pagos pelas redes de ensino, cada estado e município precisa oficializar seu valor Piso Salarial Profissional Nacional do magistério público da educação básica foi reajustado em 6,27%. O valor mínimo definido pelo Ministério da Educação (MEC) para o exercício de 2025 é de R$ 4.867,77 para a rede pública de todo o país, com jornada de 40 horas semanais. A Portaria nº 77/2025, que define o novo piso salarial dos professores da educação básica, foi publicada nesta sexta-feira, 31 de janeiro, no Diário Oficial da União (DOU). Como os salários dos professores são pagos pelas redes de ensino, cada estado e município precisa oficializar o valor por meio de norma própria. As remunerações dos profissionais da educação básica são pagas por prefeituras e estados a partir de recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), bem como de complementações da União. Reajuste – O aumento está acima da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Ele é usado para reajuste salarial de diversas categorias de trabalhadores e foi de 4,77% no acumulado de 2024. O reajuste também está acima da inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que fechou o ano passado em 4,83%. O piso salarial é o valor mínimo que professores devem ganhar no Brasil inteiro. O reajuste anual do piso para os profissionais do magistério público da educação básica foi definido pela Lei nº 11.738/2008. De acordo com a norma, o piso é a base estabelecida para professores com formação em nível médio. Todos os anos, cabe ao MEC realizar os cálculos do índice de reajuste e publicar a portaria com os novos valores, conforme a lei prevê. Por determinação legal, o MEC calcula o reajuste do piso utilizando o mesmo percentual de crescimento do Valor Anual Mínimo por Aluno (VAF mínimo), publicado na terceira atualização do Fundeb. Para chegar a 6,27%, o MEC calculou a variação percentual entre o VAF mínimo publicado na terceira atualização do Fundeb de 2024 e de 2023. “O piso foi criado em 2008. Foi uma forma de assegurar que o magistério tivesse uma referência mínima de remuneração equivalente a 40h. Em geral, ele tem assegurado, desde então, ganho real ao professor. Essa trajetória de valorização da carreira foi possível nos últimos 15 anos em função da lei do piso”, destaca o secretário substituto da Secretaria de Articulação Intersetorial e com os Sistemas de Ensino (Sase), Armando Simões. Como os salários dos professores são pagos pelas redes de ensino, cada estado e município precisa oficializar o valor por meio de norma própria. As remunerações dos profissionais da educação básica são pagas por prefeituras e estados a partir de recursos do Fundeb e de complementações da União.
MEC lança guias sobre uso de celulares em ambiente escolar

Materiais orientam sobre prejuízos do uso do aparelho nas escolas O Ministério da Educação (MEC) lançou, nesta sexta-feira (31), dois guias que tratam do uso consciente de celulares na escola: um voltado às escolas de todo o país, e o outro, às redes de educação. As publicações incentivam as conversas com as equipes dos profissionais de educação e a definição de estratégias para colocar o celular e tablets como parte do processo de aprendizagem. Além disso, os documentos dão orientações práticas sobre os desafios, as oportunidades e as estratégias para o uso consciente dos celulares no ambiente escolar. De acordo com o Ministério da Educação, o foco é o uso pedagógico. As publicações do MEC chegam após a sanção da Lei nº 15.100/2025 em janeiro deste ano. A nova legislação regulamenta o uso de aparelhos eletrônicos portáteis pessoais – celulares smartphones e tablets – durante aulas, recreios e intervalos em todas as etapas da educação básica. A proibição não se aplica ao uso pedagógico dos dispositivos. O ministro da Educação, Camilo Santana, alerta para os danos causados pelo uso excessivo desses equipamentos eletrônicos à aprendizagem e à qualidade de vida dos estudantes. Camilo incentiva o uso consciente da tecnologia para fins pedagógicos. “Não queremos proibir o uso, mas sim proteger nossas crianças, contribuindo para que a escola seja um ambiente de aprendizagem e interação”, explicou o ministro em webinário (videoconferência) transmitido pelo canal do MEC no Youtube, nesta sexta-feira. Onde encontrar Os novos materiais foram publicados na plataforma MEC RED de recursos educacionais digitais. O primeiro guia chamado “Conscientização para o uso de celulares na escola: por que precisamos falar sobre isso?” destinado às escolas, pode ser baixado neste link. O documento relata estudos que apontam que a simples presença do celular próximo ao estudante pode impactar negativamente a aprendizagem e o desenvolvimento de crianças e adolescentes e causar transtornos mentais e dependência. “Na escola, o uso prolongado de celular diminui as oportunidades de interação social entre os estudantes, prejudicando o desenvolvimento de habilidades sociais e emocionais”, diz o guia. Além de considerar que crianças e adolescentes podem ficar mais expostos a conteúdos inadequados e situações de risco. O segundo guia – voltado às redes de ensino de todo o país – está disponível no link. Nas páginas, o leitor encontra exemplos de em escolas públicas e particulares brasileiras e de outros países que restringiram o uso de celulares nas dependências das unidades de ensino, incluindo os momentos do recreio e de intervalos entre as aulas. O material digital ainda explica que, com planejamento pedagógico, de forma intencional, o celular pode servir como uma ferramenta relevante para ampliar o acesso à educação e enriquecer as práticas de ensino, especialmente em contextos de desigualdade. “A educação digital e midiática são abordagens estratégicas para garantir que o uso dessas tecnologias não apenas apoie o acesso à educação, mas também desenvolva habilidades críticas, éticas e cidadãs no uso da informação e dos meios digitas”, defende o guia do MEC. (Agência Brasil)
Com Trump, EUA encerram programas de educação racial e de gênero nas escolas

Para o chefe da Casa Branca, esse tipo de ensino faz parte de uma agenda de “doutrinação” em ideologias “antiamericanas” O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, decidiu nesta quarta-feira (30) assinar uma ordem executiva para eliminar incentivos federais para disciplinas que abordam raça, gênero e diversidade nas escolas. De acordo com o chefe da Casa Branca, esse tipo de ensino faz parte de uma agenda de “doutrinação” em ideologias “antiamericanas”. Pelo texto aprovado, essas disciplinas comprometem “os próprios fundamentos da identidade pessoal e da unidade familiar”. O documento ainda menciona a imposição de ideias “subversivas, prejudiciais e falsas” às crianças norte-americanas. A ordem determina que, em até 90 dias, seja elaborado um plano de trabalho para interromper a “doutrinação” apontada nas escolas. A reformulação será aplicada à educação infanto-juvenil, abrangendo crianças e adolescentes entre 5 e 18 anos.
Com show de Gabigol, Cruzeiro goleia o Itabirito e se reabilita no Mineiro

Em primeiro jogo após Era Diniz, Raposa passeou sobre time do interior do Estado Com a contratação de Gabigol, a torcida esperava jogos como o desta quinta-feira (30/): vitória e com show do camisa 9 celeste. Atuando no Independência, o Cruzeiro venceu o Itabirito por 4 a 1 e conseguiu ter um respiro no Campeonato Mineiro, onde vive pressão por melhores resultados e atuações. A estrela, que fez a sua segunda partida oficial com a camisa estrelada, marcou três gols, ainda no primeiro tempo, e ajudou a encaminhar o triunfo antes do intervalo. O quarto tento foi efetuado por Marquinhos, outro reforço deste início de temporada e que também balançou as redes pela primeira vez. Com esse resultado, a Raposa se estabeleceu como líder do Grupo C, com 7 pontos, dois a mais que o Aymorés. Já o Itabirito, que acumulou apenas um ponto em quatro jogos até aqui, é o lanterna do Grupo B e corre risco de rebaixamento. O embate, cujo mando de campo era do Gato do Mato, foi o primeiro após a demissão do treinador Fernando Diniz, por isso, o auxiliar fixo do clube, Wesley Carvalho, esteve à beira de campo. Na escalação inicial, ele não pôde contar com o lateral-esquerdo Marlon e com o atacante Kaio Jorge, por problemas de ordem médica. O jogo Com a posse da bola, os celestes se mantiveram, desde o início, no campo de ataque, e alguns jogadores tentavam jogadas individuais, como Dudu. E foi ele a vítima de uma falta na área, que originou em um pênalti, logo aos 10 minutos. William e Matheus Pereira fingiram que poderiam bater, mas foi Gabigol que pegou a bola, para o delírio dos torcedores presentes no Horto. No chute, de perna esquerda, o goleiro Rodolfo defendeu, mas o centroavante balançou as redes no rebote. Ainda na primeira etapa, aos 30 minutos, veio o segundo. Gabriel Barbosa roubou a bola na intermediária, saiu de frente para o arqueiro do Gato do Mato e finalizou de esquerda, sem chances para o adversário. O terceiro veio logo em seguida, com Marquinhos, de cabeça, que aproveitou cruzamento da esquerda de Pereira. Já o terceiro de Gabi e o quarto do Cruzeiro veio, enfim, diretamente de um penal, após o veterano Serginho recuar a bola com a mão. No início do segundo tempo, o jovem Kaiki pisou no pé de um jogador do Itabirito e fez pênalti. Na cobrança, o atacante Luan, que passou pela Toca da Raposa, bateu no canto de Cássio para diminuir. Após isso, o Cruzeiro diminuiu o ritmo, enquanto o Itabirito ainda buscou o ataque até os instantes finais e assustou o goleiro Cássio. Mas o placar permaneceu inalterado. Futuro O próximo jogo do Cruzeiro será, novamente, na capital mineira, mas na condição de mandante. No domingo (2/2), a partir das 18h30, o time encara o Uberlândia, no Mineirão. Ficha técnica O quê: Itabirito 1 x 4 Cruzeiro Motivo: 4ª rodada do Campeonato Mineiro Quando: quinta-feira, 30 de janeiro de 2025, às 19h (de Brasília) Onde: Arena Independência, em Belo Horizonte Itabirito: Rodolfo; Daniel Fagundes (Patric), Jamerson, Victor Sallinas e Bryan (Bruno Menezes); Serginho (Alexsander), Gustavo Crecci e David Lucas; Léo Reis, Ramon (Carlos Gabriel) e Jô (Luan). Técnico: Cícero Júnior Cruzeiro: Cássio; William, Jonathan Jesus, Fabrício Bruno e Kaiki Bruno (Lucas Villalba); Lucas Romero (Eduardo), Matheus Henrique e Matheus Pereira (Yannick Bolasie): Marquinhos (Lautaro Díaz), Dudu (Christian) e Gabriel Barbosa. Técnico: Wesley Carvalho Arbitragem: Michel Patrick Costa Guimarães; Pablo Almeida Costa e Ricardo Junio de Souza. VAR: Wagner Reway Gols: Gabigol, aos 13′, 30′ e 53′ do 1ºT; Marquinhos, aos 33′ do 1ºT (CRU); Luan, aos 2′ do 2ºT (ITA) Cartões amarelos: Sallinas, Serginho, Luan e Crecci (ITA); Matheusinho e Romero (CRU)