‘Ainda Estou Aqui’ conquista três indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme

Fernanda Torres concorre ao prêmio de Melhor Atriz, categoria que venceu o Globo de Ouro. Além de Melhor Filme, ‘Ainda Estou Aqui’ concorre como Melhor Filme Internacional Nesta quinta-feira (23), o filme brasileiro ‘Ainda Estou Aqui’, dirigido por Walter Salles, conquistou três indicações ao Oscar 2025. A produção nacional irá disputar nas categorias Melhor Filme, Melhor Filme Internacional e Melhor Atriz com Fernanda Torres, que já venceu o Globo de Ouro como melhor atriz em filme de drama. É a primeira vez que uma produção brasileira concorre na categoria Melhor Filme. Na disputa com filmes estrangeiros é a quinta vez. Antes disputaram o Pagador de Promessas” (1963), “O Quatrilho” (1996), “O Que É Isso, Companheiro?” (1998) e “Central do Brasil” (1999), outro filme de Salles. Em 1999, Fernanda Montenegro concorreu ao Oscar de Melhor Atriz por sua atuação em Central do Brasil, feito repetido agora por sua filha. Leia mais: Fernanda Torres faz história no Globo de Ouro com prêmio de Melhor Atriz Na categoria de Melhor Atriz, concorrem: Fernanda Torres (“Ainda estou”) Mikey Madison (“Anora”) Demi Moore (“A substância”) Karla Sofía Gascón (“Emilia Pérez”) Cynthia Erivo (“Wicked”) A atriz Demi Moore é considerada a principal rival de Torres. Ela também venceu ao globo de ouro, mas como Melhor Atriz em Filme de Comédia ou Musical. Na categoria Melhor Filme Internacional, os indicados são: “Ainda estou aqui” (Brasil) “Emilia Pérez” (França) “Flow” (Letônia) “A Garota da Agulha” (Dinamarca) “A Semente do Fruto Sagrado” (Alemanha) Já como Melhor Filme são dez os indicados: “Ainda Estou Aqui” “Anora” “O Brutalista” “Um completo desconhecido” “Conclave” “Duna: Parte 2” “Emilia Pérez” “Nickel boys” “A substância” “Wicked” No total de 23 categorias, o filme com mais indicações neste ano foi ‘Emilia Pérez’, produção francesa gravada em espanhol. O polêmico drama criminal/musical, de Jacques Audiard, se passa no México, onde a advogada de um cartel ajuda seu líder a passar por uma redesignação sexual. O filme tem recebido muitas críticas pela visão estereotipada sobre os mexicanos e sobre como trata a questão da transição de gênero. Ainda assim, já é considerado o filme de língua não inglesa com mais indicações na história. O que joga a favor de ‘Emilia Pérez’ é a produtora, a Netflix, que realiza uma grande campanha para que, finalmente, um de seus filmes conquiste pela primeira vez a estatueta de Melhor Filme na principal premiação do cinema. Na segunda posição com dez indicações cada estão “Wicked” e “O Brutalista”, filme considerado um dos principais favoritos da noite. Na obra de ficção é retratada a vida do arquiteto húngaro László Toth (Adrien Brody) que foge da Europa para os Estados Unidos no pós 2º guerra para reconstruir a vida. A premiação da 97ª edição do Oscar acontece no dia 2 de março em Los Angeles (Califórnia, EUA). Confira aqui a lista completa de indicados.
Programa de Aceleração da Transição Energética foi sancionado nesta quarta-feira

Nova lei facilita acesso ao crédito para projetos sustentáveis, estimula a modernização da infraestrutura energética e reforça o papel do Brasil no combate às mudanças climáticas O Governo Federal sancionou, nesta quarta-feira (22/1), a lei que institui o Programa de Aceleração da Transição Energética (Paten), uma iniciativa estratégica que reforça o compromisso do Brasil com o desenvolvimento sustentável e a liderança global na descarbonização. O Programa, que terá a adequação dos projetos coordenada pelo Ministério de Minas e Energia (MME), é um marco na promoção de tecnologias limpas e na ampliação da matriz energética renovável. Representando o Brasil do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, destacou a importância da nova lei para avançar nos compromissos de descarbonização firmados pelo Brasil. “O Paten reafirma o compromisso do nosso país com a liderança global na transição energética, trazendo inovação e desburocratizando o acesso a financiamentos de projetos de energia de baixo carbono”, comentou. O Paten viabiliza o acesso a crédito para empresas que possuem valores a receber da União, como precatórios e créditos tributários, para financiar projetos ligados à transição energética. O Fundo Verde, criado pela lei e administrado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), será a base desse financiamento, garantindo recursos para iniciativas de baixo carbono, sem a necessidade de garantias reais, o que reduz custos para os empreendedores. Entre as áreas contempladas pelo Programa, estão o desenvolvimento de combustíveis sustentáveis, a valorização energética de resíduos, a modernização da infraestrutura de geração e transmissão de energia e a substituição de fontes poluentes por alternativas renováveis. Além disso, o Paten deverá estimular a pesquisa e o desenvolvimento de tecnologias de captura e armazenamento de carbono, hidrogênio verde, biogás e outras soluções de energia sustentável
Trump inicia mandato com ataques a direitos humanos e ao clima

No primeiro dia, presidente assina atos executivos que marcam nova fase do imperialismo, desmontam conquistas sociais e reforçam controle sobre nações em desenvolvimento Horas após tomar posse para um mandato que promete inaugurar uma nova fase do imperialismo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, iniciou sua segunda administração à frente da Casa Branca nesta segunda (20) assinando uma série de decretos que marcam uma guinada radical em políticas domésticas e externas. As medidas foram anunciadas em dois momentos: durante um evento na Capital One Arena, em Washington, D.C., e posteriormente no Salão Oval, onde Trump prometeu “restaurar a América” e reverter as políticas de seu antecessor, Joe Biden. Entre as ordens executivas estão a retirada do país da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Acordo de Paris, endurecimento das leis de imigração, cortes em programas de diversidade e novas diretrizes sobre exploração de combustíveis fósseis. Segundo Trump, as medidas representam “o início da restauração completa” dos Estados Unidos. “Que sensação ótima”, disse Trump sobre o retorno ao Oval. “Uma das melhores sensações que já tive”, completou. Trump formalizou a saída dos Estados Unidos da OMS, suspendeu o envio de recursos à organização e ordenou a revisão de acordos sanitários internacionais. O presidente reiterou sua crítica à entidade, afirmando que ela foi “influenciada pela China” durante a pandemia de Covid-19 e que “os Estados Unidos não vão mais financiar sua má gestão”. Ao assinar o decreto na Casa Branca, Trump disse que os EUA pagam injustamente mais que a China ao organismo da ONU, e acrescentou: a OMS “nos roubou”. Os Estados Unidos, país que é o principal doador da OMS, fornece um financiamento vital que mantém diversas operações da organização. Em seu decreto, Trump instrui as agências federais a “pausar futuras transferências de fundos do governo dos Estados Unidos, apoio ou recursos à OMS”, e as insta a “identificar sócios americanos e internacionais confiáveis e transparentes para assumir as atividades necessárias previamente empreendidas pela OMS”. “A decisão de deixar (a OMS) fragiliza a influência dos Estados Unidos, aumenta o risco de uma pandemia mortal e nos torna mais vulneráveis”, criticou Tom Frieden, ex-alto funcionário de saúde no governo de Barack Obama, em postagem no X. Especialistas advertiram que o país vai perder um acesso privilegiado a dados muito importantes de vigilância epidemiológica, o que poderia minar as capacidades de prevenção e vigilância de ameaças de saúde no exterior. Em relação ao Acordo de Paris, Trump assinou um decreto que retira o país do pacto global sobre mudanças climáticas, classificando-o como “um roubo”. O pacto foi assinado em 2015 pela comunidade internacional com o objetivo de reduzir as emissões de gases de efeito estufa que agravam o aquecimento global. Segundo o presidente, a medida permitirá uma economia de “US$1 trilhão” e estimulará a exploração doméstica de combustíveis fósseis. “Não vamos sabotar nossa indústria enquanto outros poluem impunemente”, afirmou. Um dos decretos assinado declarou emergência na área energética, embora a produção de petróleo de seu país esteja em recordes históricos. Isso lhe permitirá flexibilizar mais rapidamente todas as restrições sobre o uso de combustíveis fósseis. Sob o lema “perfurar, perfurar, perfurar”, prometeu agilizar licenças e revogar regulamentações e taxas à produção e uso de energia, incluindo mineração. Foram eliminadas também todos os limites de emissões sobre veículos e outros equipamentos que usam combustíveis fósseis. “Pode comprar o carro que quiser”, disse ele. Na área de imigração, Trump decretou emergência nacional na fronteira com o México, autorizando o envio de tropas e recursos adicionais para retomar a construção do muro iniciado em seu primeiro mandato. Também foram assinadas medidas para revogar a cidadania por direito de nascimento e suspender temporariamente o programa de reassentamento de refugiados. Os cartéis de drogas mexicanos foram designados como organizações terroristas, o que permitirá ações militares mais rigorosas. Trump anunciou ainda a retomada de políticas que mantêm migrantes em território mexicano enquanto aguardam decisões sobre pedidos de asilo. Outro ponto de destaque foi o perdão concedido a 1.500 pessoas condenadas pela invasão ao Capitólio em 6 de janeiro de 2021. Trump classificou os envolvidos como “patriotas injustamente perseguidos” e ordenou a libertação imediata daqueles que estão presos. A medida foi amplamente criticada por grupos de direitos humanos e adversários políticos. Trump revogou programas federais voltados para promoção de diversidade e equidade racial. Ele definiu o gênero como uma característica biológica e imutável, eliminando o reconhecimento de pessoas transgênero em documentos oficiais e suspendendo o financiamento de iniciativas voltadas para direitos reprodutivos e LGBTQIA+. No campo econômico, o presidente congelou novas contratações no setor público e exigiu o retorno imediato de funcionários federais ao trabalho presencial. Trump também determinou a revisão de práticas comerciais para combater déficits e indicou que tarifas sobre produtos importados podem ser reavaliadas. As ordens executivas de Trump geraram reações imediatas no cenário interno e internacional. Governadores de estados democratas prometeram contestar medidas que consideram inconstitucionais, enquanto organizações ambientais e de direitos humanos denunciaram retrocessos. Na ONU, a saída dos EUA da OMS e do Acordo de Paris foi vista como um golpe para a cooperação global em saúde e clima. Especialistas apontam que, apesar de o Partido Republicano controlar ambas as casas do Congresso, a margem estreita pode dificultar a implementação de algumas propostas mais controversas. Além disso, a resistência de cortes judiciais e governos estaduais pode limitar o alcance das políticas de Trump. Com uma agenda que polariza o país e intensifica a oposição internacional, o segundo mandato de Donald Trump promete testar novamente os limites das instituições americanas e os impactos de sua liderança no cenário global.
Diplomata André Corrêa do Lago será presidente da COP30

Embaixador foi o principal negociador do Brasil nas últimas duas cúpulas do clima O embaixador André Aranha Corrêa do Lago será presidente da COP30, a conferência da ONU sobre o clima, que acontecerá em Belém, no Pará, no final deste ano. Corrêa do Lago conhece profundamente as dificuldades envolvidas nas negociações envolvendo o combate às mudanças climáticas, e, em entrevista a este blog, ele afirmou que o Brasil terá três desafios principais na COP30. O primeiro deles é a revisão das metas climáticas de todos os países que assinaram o Acordo de Paris, exatamente 10 anos depois de o tratado ter sido fechado na capital francesa. O segundo desafio diz respeito ao financiamento das ações contra as mudanças climáticas, um tema que gerou muitas discussões, mas poucos resultados nas últimas COPs, realizadas em Sharm el-Sheik, no Egito, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, e em Baku, no Azerbaijão. Os países mais ricos e desenvolvidos precisam definir os valores que destinarão às nações em desenvolvimento para que eles também tenham condições de financiar suas ações climáticas. Afinal, os países ricos são os maiores responsáveis pela emissão de gases de efeito estufa, que provocam o aquecimento global. Nestes dois casos, a missão de Corrêa do Lago e do Brasil ficou muito mais difícil com a saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris, anunciada na segunda-feira (20) pelo presidente Donald Trump. “Brasil tem que chegar unido à COP30”, diz embaixador | LIVE CNN O terceiro desafio é justamente a questão da criação do consenso mínimo nacional para que o país chegue menos dividido a Belém. “Eu acredito, como muitas outras pessoas, que nós temos que chegar unidos na COP. Tem vários temas relacionados às mudanças do clima que estão dividindo muito as pessoas do Brasil”, disse ele. “Então, eu acho que a melhor solução é o debate, a informação, para que, uma vez bem informados, pelo menos a gente possa chegar com o mesmo nível de informação e tão unidos quanto possível em Belém”, adicionou. Corrêa do Lago foi o principal negociador do Brasil nas últimas duas cúpulas do clima, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos (em 2023) e em Baku, no Azerbaijão. Ana Toni será diretora-executiva da COP O governo confirmou também que a secretária nacional de Mudança do Clima do Ministério do Meio Ambiente, Ana Toni, será a diretora-executiva da COP. Ana Toni é uma das mais respeitadas especialistas em mudanças climáticas e meio ambiente do Brasil, com muita experiência em negociações internacionais. Ela e Corrêa do Lago fizeram uma parceria muito importante durante a última COP, em Baku, quando ajudaram a criar uma solução para o impasse relacionado ao financiamento das mudanças climáticas pelos países ricos – que se recusaram a chegar às cifras de mais de US$ 1 bilhão em ajuda anual para as nações em desenvolvimento. Juntos, os dois ajudaram a criar o “road from Baku to Belém”, um conceito que abriu espaço para negociações com relação ao tema durante o ano de 2025. Eles participaram, representando o Brasil, das reuniões mais importantes das últimas COPs
CIMAMS ė convidado pelo Ministério Público para instalação do SISAN

Em sua primeira agenda de compromissos, na capital do estado, o novo presidente do Consórcio Intermunicipal Multifinalitario da Área Mineira da Sudene – CIMAMS, Adaildo Rocha, o Tampinha, esteve na sexta-feira (17), na sede do Ministério Público do Estado de Minas Gerais, sendo recebido pelo coordenador de Inclusão e Mobilização Sociais do Ministério Público, o promotor Paulo César Vicente de Lima. Na oportunidade, foi feita a proposta de parceria a um dos maiores programas de combate a fome do país, o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional – SISAN, que tem como objetivos formular e implementar políticas e planos de segurança alimentar e nutricional, estimular a integração dos esforços entre governo e sociedade civil, bem como promover o acompanhamento, o monitoramento e a avaliação da segurança alimentar e nutricional do País. O presidente Tampinha ressaltou que o consórcio tem mais de 100 municípios consorciados e como representante, não medirá esforços para que sejam alcançados o maior índice de participação neste programa que, segundo ele, trará a milhões de brasileiros mais dignidade. “O SISAN terá com certeza o CIMAMS como parceiro. Agradeço ao promotor Paulo César Vicente de Lima e toda equipe por nos convidar a participar deste tão importante projeto. Contamos com o apoio e participação de todos os colegas prefeitos e prefeitas consorciados afinal de contas, juntos somos mais fortes.” SOBRE O SISAN O Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN) foi criado em 2006, integrando a Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (PNSAN), regulamentada em 2010. Reúne e articula diferentes setores, entre os três níveis de governo, atuando com políticas públicas que buscam assegurar o direito humano à alimentação adequada. A proposta de parceria é de que os gestores municipais façam adesão ao Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN). A participação das prefeituras requer a instalação do conselho e de uma câmara intersetorial, além do compromisso de elaboração de um plano municipal de segurança alimentar e nutricional, viabilizando maior e melhor acesso ao direito humano à alimentação adequada nos municípios. Arthur Amorim Júnior ASCOM/CIMAMS
ELEIÇÃO NO SAMU – Serviço de urgência não será o mesmo depois de Guilherme

Definitivamente, não cola essa de querer convencer que a eleição no Cisrun/SAMU, onde só prefeitos votam, teria desgastado o prefeito Guilherme Guimarães junto aos eleitores montes-clarenses. Quem deu 151 mil votos a Guilherme em outubro passado não tem nenhum motivo para recuar. Passadas as eleições municipais, como então vice (e prefeito eleito), Guilherme seguiu ajudando o prefeito Humberto Souto a manter a Prefeitura a todo vapor, com serviços de referência e dezenas de obras em andamento. Agora em janeiro, Guilherme e seu vice, Otávio Rocha, tomaram posse e o trem está mantido normalmente nos trilhos. É isso que interessa aos votantes montes-clarenses. Quanto à disputa no Cisrun, Guilherme Guimarães não fugiu à luta. Ele deu voz a mais de 40% dos prefeitos dos municípios que defendem melhorias no SAMU regional. Prefeitos esses que entendem ser possível oferecer muito mais qualidade aos usuários e trabalhadores do SAMU, com mais e melhores ambulâncias e valorização dos profissionais do serviço. Sacudir, sacudiu. Já se fala na vinda de representante do assustado governo federal trazendo novas ambulâncias para o Samu. O recado foi dado: Montes Claros e região querem, precisam e têm direito a muito mais do primo rico de Brasília.
Morre Léo Batista, a ‘voz marcante’ da Globo, aos 92 anos

Ele estava internado desde 6 de janeiro, quando foi diagnosticado com um tumor no pâncreas Morreu neste domingo (19) o jornalista Léo Batista, a “voz marcante” da Globo, aos 92 anos de idade. O comunicador estava internado desde 6 de janeiro no Hospital Rios D’Or, no Rio de Janeiro, após ser diagnosticado com um tumor no pâncreas. Pelas redes sociais, a TV Globo se manifestou e homenageou o jornalista. “Hoje nos despedimos de um gigante. Léo Batista não era apenas uma voz marcante na TV, ele era a trilha sonora do esporte brasileiro. Durante décadas, nos emocionou, informou e nos fez sentir que cada gol, cada vitória, e até mesmo cada derrota tinham mais significado”, iniciou. “Léo viveu e respirou jornalismo esportivo como poucos. Com sua elegância e simpatia, transformou a notícia em arte e o futebol em poesia. Seu legado estará para sempre nos corações de quem ama o esporte e reconhece o poder das boas histórias. Que a saudade se transforme em inspiração para todos nós”, completou. Léo Batista nasceu em Cordeirópolis, cidade de São Paulo, em 22 de julho de 1932. O icônico jornalista deu entrada no hospital do Rio após “quadro de desidratação e dor abdominal”, sendo diagnosticado posteriormente com tumor no pâncreas. História de Léo Batista Léo Batista é uma das grandes vozes do jornalismo esportivo. Ele foi contratado pela Globo em 1970 e ficou conhecido como A Voz Marcante. Atualmente, faz participações esporádicas na programação de esportes do canal carioca. Léo Batista participou de momentos marcantes do Jornalismo. Como locutor da Rádio Globo, noticiou a morte do presidente Getúlio Vargas, em 1954. Torcedor do Botafogo, fez parte da primeira partida oficial de Garrincha, no futebol. Em 2022, ele recebeu um documentário em sua homenagem, com participações de Pedro Bial, Tadeu Schmidt, Galvão Bueno, Boni, Leilane Neubarth e Luis Roberto. A peça destaca toda a carreira e as coberturas de Copa do Mundo, Olímpiada, Carnaval do Rio de Janeiro, âncora do Jornal Nacional e repórter.
Atlético e Cruzeiro empatam sem gols em clássico quente nos EUA

Galo e Raposa jogaram pela FC Series neste sábado (18) com destaque para atuação de Everson e confusões em campo No primeiro clássico da temporada 2025, Atlético e Cruzeiro empataram por 0 a 0, neste sábado (18), em partida válida pelo torneio amistoso FC Series, em Orlando, EUA. A partida foi marcada por muitas faltas (mais de 40) e seis cartões amarelos, refletindo a tensão entre as equipes. O jogo começou com as duas equipes tentando se impor, mas logo se transformou em um duelo de confusões. No primeiro tempo, após um lance de Lyanco em Marlon, os ânimos se exaltaram, e uma briga generalizada se formou, exigindo a intervenção do árbitro. Com a bola rolando, a principal atração foi o goleiro Everson, que fez defesas importantes, como contra Gabigol, que teve boa chance para o Cruzeiro, mas viu sua finalização ser salva pelo arqueiro atleticano. Já na segunda etapa, as equipes tentaram se reorganizar, mas o clima pegado seguiu com várias substituições feitas por ambos os técnicos. O Cruzeiro teve boas oportunidades com Dudu e Gabigol, mas novamente Everson se destacou, evitando o gol da vitória celeste. O Atlético também criou algumas chances com Hulk, mas o atacante não conseguiu acertar o alvo. Entre as estreias, o meia Gabriel Menino e o lateral direito Natanael fizeram suas primeiras aparições com a camisa do Galo, mas ambos tiveram atuações discretas. Já no final da partida, o técnico Fernando Diniz aproveitou para testar praticamente todos os jogadores disponíveis, enquanto Cuca também fez alterações em busca de um novo impulso no jogo. O clássico terminou sem gols, mas com sabor de rivalidade e uma temporada que promete.
Xandão nega pedido de Bolsonaro para ir à posse de Trump

Alexandre de Moraes destaca risco de fuga do ex-presidente. “O cenário continua a indicar a possibilidade de tentativa de evasão para se furtar à aplicação da lei penal”, diz trecho da decisão do ministro do STF O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), conhecido como Xandão, negou nesta quinta-feira (16) o pedido de devolução do passaporte do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), impedindo sua viagem aos Estados Unidos para participar da posse de Donald Trump. Esta é a quarta vez que o STF rejeita o pedido de restituição do documento. Na decisão, segundo relata o g1, Moraes afirmou que “não há dúvidas” de que o cenário que motivou a apreensão do passaporte permanece inalterado. Segundo o ministro, não houve nenhuma mudança factual que justificasse a revogação da medida cautelar. Ele destacou ainda que Bolsonaro continua demonstrando indícios de que pode tentar deixar o país para escapar de uma eventual responsabilização penal. “O cenário que fundamentou a imposição de proibição de se ausentar do país, com entrega de passaportes, continua a indicar a possibilidade de tentativa de evasão do indiciado Jair Messias Bolsonaro, para se furtar à aplicação da lei penal, da mesma maneira como vem defendendo a fuga do país e o asilo no exterior para os diversos condenados com trânsito em julgado pelo plenário do Supremo Tribunal Federal em casos conexos à presente investigação”, diz trecho da decisão. Moraes também ressaltou que, após o indiciamento, Bolsonaro teria cogitado pedir asilo político em outro país. O documento menciona ainda o apoio do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente, que teria intermediado o convite para a cerimônia de posse de Trump. Segundo o ministro, a defesa de Bolsonaro não apresentou elementos suficientes para comprovar a oficialidade do convite. O passaporte de Jair Bolsonaro foi apreendido em fevereiro de 2024 durante uma operação da Polícia Federal que investiga uma suposta tentativa de golpe de Estado para mantê-lo no poder. O inquérito envolve o ex-presidente, aliados e membros das Forças Armadas. Em novembro, Bolsonaro e outras 39 pessoas foram indiciadas pela PF por tentativa de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito. A Procuradoria-Geral da República (PGR) analisa se apresentará denúncia formal ao Supremo até fevereiro deste ano. Os advogados de Bolsonaro solicitaram autorização para sua saída do Brasil entre 17 e 22 de janeiro, argumentando que a posse de Trump seria um evento de “notória magnitude política e simbólica” e que sua presença poderia fortalecer as relações bilaterais entre Brasil e EUA. No entanto, Moraes questionou a autenticidade do convite apresentado, que consistia em um e-mail sem identificação clara ou programação detalhada do evento. A defesa insistiu que o documento era o convite oficial, mas não conseguiu comprovar sua validade. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, também foi contrário à devolução do passaporte. Em seu parecer, Gonet afirmou que não há interesse público relevante que justifique a liberação da viagem de Bolsonaro, ressaltando que o ex-presidente não desempenha função oficial que exija sua presença na cerimônia.
Prefeito de São Sebastião do Paraíso, Marcelo Morais oficializa candidatura à presidência da AMM

Reeleito com 91,63% dos votos válidos em outubro, Morais tornou público, primeiramente, intenção de ser candidato no início do mês Prefeito de São Sebastião do Paraíso, Marcelo Morais (PSD) oficializou sua candidatura à presidência da Associação Mineira dos Municípios (AMM) nesta quinta-feira (16 de janeiro). Ele se apresentou como candidato durante um encontro promovido pela associação e sugeriu a possibilidade de uma composição política para evitar divisões entre prefeitos que disputam a chefia da AMM. “Sou candidato à presidência pelo Sudoeste, pela região Sul e por Minas Gerais, para garantir, principalmente, que a causa municipalista seja defendida a todo momento”, afirmou o prefeito. Reeleito com 91,63% dos votos válidos em outubro, Morais tornou público, primeiramente, intenção de ser candidato no início do mês, durante a posse como presidente da Associação dos Municípios da Microrregião do Médio Rio Grande (Ameg). O prefeito de Capitólio, Cristiano Gerardão (PL), deve apoiá-lo. Ele já tem o apoio da Associação dos Municípios da Microrregião da Baixa Mogiana, presidida pelo prefeito de Guaxupé, Jarbinhas (PSDB). Por ora, a disputa pela presidência da AMM tem como candidatos o atual presidente, Marcos Vinícius Bizarro (sem partido), e o prefeito de Patos de Minas, Alto Paranaíba, Luís Eduardo Falcão (Novo). Como Bizarro e Falcão são aliados do governador Romeu Zema (Novo), o Palácio Tiradentes já deu o recado de que espera uma composição para uma chapa única.