Goleiro Santos foi o nome da classificação brasileira para a final em Tóquio

No duelo entre os últimos campeões olímpicos, melhor para os brasileiros, que vão encarar na final o vencedor de Japão x Espanha, que se enfrentam na outra semi

O Brasil vai em busca de sua segunda medalha de ouro olímpica consecutiva. Na manhã desta terça-feira (horário de Brasília), jogando no estádio do Kashima, a Seleção Brasileira venceu o México, nos pênaltis (4 a 1), pela semifinal dos Jogos de Tóquio, depois do empate por 0 a 0 no tempo regulamentar e na prorrogação.

Nas penalidades, destaque para o goleiro brasileiro Santos, que fez uma importante defesa. Daniel Alves abriu as cobranças, marcando o primeiro gol do Brasil. O veterano goleiro mexicano Ochoa chegou a acertar o canto, tocou na bola, mas não segurou.

O arqueiro brasileiro, por sua vez, pegou a cobrança de Aguirre, deixando a Seleção à frente. Na sequência, Martinelli converteu a dele, e Vásquez acertou a trave direita de Santos.
Bruno Guimarães bateu muito bem e fez o terceiro da Seleção. Rodríguez marcou o primeiro para os mexicanos. Reinier também cumpriu seu papel, balançou a rede e garantiu o Brasil na decisão dos Jogos de Tóquio.

Sábado (7), às 8h30 (de Brasília), no Estádio Internacional de Yokohama, a Seleção vai disputar a final contra o ganhador de Japão x Espanha, que se enfrentam na outra semifinal da Olimpíada.

O duelo em Kashima foi a revanche da final de Londres’2012, que terminou com vitória dos mexicanos por 2 a 1, deixando o Brasil com a prata.

Defendendo a medalha de ouro conquistada na Rio’2016, em um Maracanã lotado, o Brasil chegou à semifinal invicto. Teve o desfalque importante do atacante Matheus Cunha, vetado por causa de uma contratura na coxa esquerda.

Já os mexicanos entraram em campo como donos do melhor ataque dos Jogos de Tóquio, com 14 gols marcados.

Poucas chances de gol
A Seleção Brasileira não fez uma boa partida. Chegou a fiinalizar duas vezes com perigo no primeiro tempo – aos 13min, com o atleticano Guilherme Arana (que chutou em cima de Ochoa), e aos 22, com Daniel Alves, em cobrança de falta.

Aos 27, teve um pênalti marcado pelo árbitro, de Esquivel em Douglas Luiz, anulado pelo VAR.

O México assustou em dois contra-ataques: aos 41, Romo bateu de primeira, obrigando Santos a grande defesa, e aos 45 Diego Carlos evitou o gol de Antuna.

O panorama se repetiu no segundo tempo, com o Brasil controlando a posse e os mexicanos investindo em contra-ataques e bolas paradas. Mas foram poucas as chances de gol. A melhor foi brasileira, com Richarlison cabeceando a bola na trave após cruzamento de Daniel Alves.

A prorrogação não teve muita emoção, que ficou toda reservada para os pênaltis.

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