A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, por 39 votos a 25, o parecer do deputado Darci de Matos (PSD-SC) favorável a manter a prisão do deputado Chiquinho Brazão. A manutenção da prisão ainda precisa ser decidida pelo Plenário.

Brazão, que foi expulso do União Brasil, está preso desde o último dia 23. Ele é acusado de ser um dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco (Psol) e do seu motorista, Anderson Gomes, em 14 de março de 2018, no centro do Rio de Janeiro. Na época, Brazão era vereador na capital fluminense. Mesmo assim, o deputado federal Marcelo de Freitas votou para que o parlamentar acusado do assassinato de Marielle Franco fosse solto. Além de Marcelo de Freitas, mais cinco deputados de Minas Gerais votaram para liberar Brazão: Felipe Saliba (PRD-MG), Pedro Aihara (PRD-MG), Lafayette Andrada (REPUBLICANOS-MG); Rafael Simoes (UNIÃO-MG) e Domingos Sávio (PL-MG)
Brazão é acusado de ser um dos mandantes do assassinato da vereadora do Rio Janeiro, Marielle Franco, em março de 2018. Na ocasião, a parlamentar e o motorista Anderson Gomes foram executados no Rio de Janeiro. Chiquinho Brazão está detido desde 24 de março. Após a prisão, a executiva Nacional do partido União Brasil aprovou, por unanimidade, a expulsão do deputado federal Chiquinho Brazão (RJ) da sigla.

“E agora? A ultradireita vai continuar tentando votar a SAIDINHA DO BRAZÃO? Bandido bom, pra eles, é bandido solto para continuar obstruindo a justiça. Continuaremos a nossa luta no plenário da Câmara, que ainda precisa referendar a decisão”, comentou o deputado federal Rogério Correia (PT).

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