MEC divulga prazos para inscrições no Sisu, Prouni e Fies em 2023

O Ministério da Educação (MEC) tornou público os calendários para as inscrições nos primeiros processos seletivos de 2023 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), do Programa Universidade para Todos (Prouni) e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). A pasta também informou que os três editais, que detalharão o cronograma completo e as regras de cada um, serão publicados em janeiro. Já o resultado da edição deste ano do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que interfere nos processos seletivos, será divulgado em fevereiro. Os estudantes poderão ter acesso às suas notas pela internet. As inscrições para o Sisu, dedicado a selecionar estudantes para universidades e instituições públicas de ensino superior em todo o país, serão realizadas entre 28 de fevereiro e 3 de março. A classificação se dá com base no desempenho do Enem de 2022. O resultado final será divulgado em 7 de março. No caso do Prouni, por meio do qual são ofertadas bolsas de estudo para alunos de baixa renda estudarem em universidades particulares, as inscrições se iniciam em 7 de março e se encerram em 10 de março. São válidas para o processo seletivo as notas do Enem de 2022 e de 2021. O resultado da primeira chamada será divulgado em 14 de março e da segunda chamada no dia 28 de março. Já o Fies estará com inscrições abertas entre 14 e 17 de março. Trata-se de um fundo voltado para o financiamento integral ou parcial das mensalidades do curso de escolha do beneficiado. Dessa forma, o aluno pode arcar com custos de forma reduzida ou apenas após completar sua formação. Podem participar do processo seletivo os estudantes que realizaram alguma edição do Enem realizada desde 2010. O resultado da chamada única será conhecido em 21 de março. Todos os processos de inscrição ocorrem exclusivamente pela internet. Ainda não há informações relacionadas ao quantitativo de vagas de cada processo seletivo. O MEC informou que elas serão divulgadas em datas mais próximas à abertura das inscrições. Edição: Fábio Massalli – MEC
Como psicólogos têm tratado o adoecimento político na clínica

Adoecimento político: depois das eleições, o divã (foto: Arte: Soraia Piva/EM/D.A Press) Reatar laços que foram desfeitos após brigas em famílias e entre amigos por causa da polarização política virou um desafio até mesmo para psicanalistas “Meu irmão sempre soube que eu não era a favor do Bolsonaro, desde a última eleição (2018). Até então, ele me respeitava. Recentemente, antes do primeiro turno, ele começou a mudar, ficou muito agressivo. Fiz um post no grupo da família contra o Bolsonaro, aí ele respondeu com uma enxurrada de post a favor (de Bolsonaro). Um dia, às 2 da madrugada, ele me mandou um monte de mensagem no privado, me agredindo. Desde então, não conversamos mais. Bloqueei ele no Whatsapp. O triste é que isso gerou um racha na nossa família, que é pequena, são só quatro pessoas. O Natal deste ano está em aberto. Falei com o meu pai que enquanto ele não me pedir desculpas, não entra na minha casa.” *Ana Maria (nome fictício), 42 anos, designer. Ainda se recuperando de traumas psicológicos do longo período de restrição e isolamento impostos pela pandemia, os brasileiros vivem outro dilema social: a polarização política. Assim como o relato da Ana Maria, o racha ideológico entre amigos, familiares e até mesmo casais tem provocado brigas, rompimento e adoecimento mental para uma parcela da população. Em uma enquete feita nas redes sociais do Estado Minas, 49% dos nossos leitores disseram que vivenciaram alguma briga séria na família por causa da política antes ou depois das eleições, encerrada em 30 de outubro. Brigas que começaram em redes sociais, na rua ou dentro de casa e foram parar no divã. “Nesse momento de polarização que a gente viveu no período eleitoral ou está vivendo agora, praticamente todos os meus pacientes trazem algum tipo de problema para a clínica. É uma questão que atravessa a todos”, comenta o psicanalista Marcelo Bizzotto. Essa espécie de adoecimento político, como classifica o psicanalista Christian Dunker, tem atravessado tanta gente porque atinge os recursos naturais da saúde mental das pessoas. “Quais são esses recursos? São relações, família, comunidade, laços. Pessoas que nos escutam, que fazem parte da nossa história. E por isso, essa situação política fez muito mal, porque fez a gente perder uma parte desses recursos”, explica Dunker, que é professor titular do Departamento de Psicologia Clínica do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP). Emoção e afeto Marcelo Bizzotto acredita que recompor esses laços desfeitos pelos rachas políticos impõe desafios até mesmo para os profissionais da saúde mental, uma vez que o problema é coletivo e todos estão imersos no mesmo caldeirão. “A dimensão política, hoje, está muito ligada a uma questão dos afetos. A política deixou de ser algo simplesmente argumentativo e ideológico passou a ser algo muito da emoção e dos afetos mesmo”, comenta. Daí a necessidade de um afastamento profissional durante a análise, como explica Dunker. “Essa neutralidade, no fundo, é um afastamento que a gente tem em relação à vida das pessoas, que permite dizer coisas que ajudam essas pessoas. Não é sobre quem está certo, quem ganhou ou quem perdeu”, comenta. Não existe receita simples para solucionar o problema e restabelecer a harmonia entre os desafetos gerados pela política. “O trabalho que a gente faz na clínica é para que a pessoa trabalhe nela para tentar separar o que é a escolha dela na política e de fazer com que isso não seja algo maior do que deveria ser. No sentido de atrapalhar as relações”, explica Bizzotto. A tarefa, no entanto, não é nada fácil. Para a psicanalista Cristiane Barreto, nem sempre vai ser possível retomar ou estabelecer diálogo com quem tem ideologia oposta, mesmo que essa pessoa seja um amigo querido ou um familiar. “A proposta em si da psicanálise não é só terapêutica no sentido de a gente vender por terapêutica essa harmonia social. A oferta da psicanálise é justamente mostrar como cada um vai fazer para se virar com o sintoma que tem, com o mal-estar que está localizado para construir o melhor laço, o melhor arranjo. Não é então a promessa de uma certa pacificação. Às vezes um termo que aponta para um extremo é que dá essa boa medida”, analisa a profissional, que é membro da Escola Brasileira de Psicanálise e da Associação Mundial de Psicanálise. Os especialistas ressaltam que a psicanálise é o lugar do acolhimento, não um lugar doutrinador e de julgamentos. “Nesse sentido, a psicanálise vem como uma grande aliada. O remédio, digamos assim, é muito mais nessa perspectiva de você conhecer a você mesmo para você dar conta de estar num coletivo”, afirma Cristiane Barreto. Nessa perspectiva, segundo Marcelo Bizzotto, é importante atentar para a origem do próprio desconforto. “É preciso reconhecer que esse estranho que a gente localiza no outro, na verdade, está em nós mesmos. O trabalho de análise é a gente tratar isso que a gente projeta no outro como sendo mal e entender que, na verdade, está na gente”, afirma. Estratégia do ódio Bizzotto destaca que para entender como e porquê a política causou tantos rompimentos de relação aqui no Brasil, é preciso compreender que, embora haja suas peculiaridades, a estratégia política pautada na questão do ódio não tem nada de individual, nem é completamente nova. “O (Sigmund) Freud, por exemplo, no seu texto sobre a psicologia das massas, fala que a estratégia publicitária do fascismo era justamente essa de você fazer a pessoa ficar um pouco confusa no que é verdade, o que é mentira. E com isso você escolher um inimigo para poder descredenciá-lo, para poder atacá-lo, eliminá-lo. Foi assim que se constituíram as bases do fascismo e que hoje parece ter um retorno um pouco diferente”, explica Bizzotto. O profissional aponta que para amenizar o mal-estar social provocado pela divergência política é preciso autoconhecimento com uma boa dose de desapego. “Não cabe a você resolver o que é uma limitação que não é sua, é do outro. Mas é importante que você fale sobre isso
Padre Antônio Alvimar é o mais votado na lista tríplice para reitor da Unimontes

Atual reitor, Antônio Alvimar obtém 50,07% dos votos; Candidata a vice-reitora, Helena Papa teve 49,04% Foi concluída na noite sexta-feira (11), a apuração dos votos das Eleições para a composição da lista tríplice para reitor e vice-reitor(a) da Unimontes – Gestão 2023-2027. Conforme o processo eleitoral, no dia 22 de novembro, o Conselho Universitário (Consu) da instituição se reunirá extraordinariamente para homologação do resultado. Antônio Alvimar e Helena Papa foram os mais votados para os respectivos cargos nas eleições da Universidade para compor a lista tríplice. Antônio Alvimar obteve 50,07%% dos votos para reitor e Helena Papa obteve 49,04%% para o cargo de vice. Os votos na Unimontes são paritários, com os seguintes pesos: professor (70%), servidores técnico-administrativos e acadêmicos (peso de 15% cada categoria). Considerando esses pesos, o resultado ficou assim para os candidatos a reitor: professores Antônio Alvimar Souza (atual reitor), 50,07%; Wagner de Paulo Santiago 34,28%; e Geélisson Ferreira da Silva 15,66%. Para vice-reitor, o resultado foi: professora Helena Amália Papa, 49,04%, professor Dalton Caldeira Rocha, 31,11% e professor Danilo Fernando Macedo Narciso, 19,85%. Os trabalhos de apuração da Comissão Eleitoral duraram mais de 14 horas. O presidente da Comissão Eleitoral, professor Herbert Alcantara Ferreira, ao final do processo, entregou o relatório de votação ao atual reitor e também presidente do Consu, professor Antônio Alvimar Souza. Após a homologação pelo Consu, as listas tríplices serão encaminhadas ao governador Romeu Zema, para a nomeação dos futuros dirigentes da Universidade. A nomeação deverá ocorrer até 26 de dezembro de 2022, quando termina o mandato da atual gestão. O resultado das urnas seguirá o cronograma da Comissão Eleitoral. No dia 22, às 16h, haverá uma “reunião extraordinária do Conselho Universitário (Consu) para a apreciação dos eventuais recursos interpostos quanto ao processo eleitoral para deliberar sobre a homologação do resultado eleitoral que formalizará a lista tríplice para Reitor e Vice-Reitora. Já no dia 23/11, o Consu deverá homologar o resultado eleitoral formalizando o resultado das eleições. O documento será encaminhado ao Governador de Minas Gerais, Romeu Zema, em ordem alfabética, para a nomeação dos dirigentes da Instituição, o que que deverá acontecer até 26 de dezembro, quando termina a atual gestão. CERCA DE 14 MIL VOTANTES – Ao todo, estiveram aptas a participar do processo eleitoral cerca de 14 mil pessoas, incluindo 954 professores efetivos e designados, 1.419 servidores técnico-administrativos efetivos e comissionados e 11,63 mil alunos regularmente matriculados nos cursos de graduação, de Pós-Graduação Lato sensu e Stricto sensu, de educação profissional de nível técnico e tecnólogos, presenciais e a distância. Cada professor, servidor técnico-administrativo ou aluno votou na respectiva unidade onde é lotado. Fotos: Andrey Librelon/Unimontes
Estudantes podem conquistar vagas em universidades de Minas com nota do Enem

Estudantes da rede estadual de ensino de Minas Gerais estão a poucos dias de um importante passo em suas carreiras profissionais e acadêmicas. As provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) serão aplicadas neste e no próximo domingo (13 e 20/11) e, com suas notas, os alunos poderão encaminhar suas entradas em universidades públicas, como, por exemplo, as universidades do Estado de Minas Gerais (Uemg) e Estadual de Montes Claros (Unimontes). Após a realização do exame, o estudante interessado nas universidades do Estado poderá recorrer ao Sistema de Seleção Unificada (Sisu), com a opção de escolher o curso e instituição a partir da nota de corte. Vale lembrar, também, que a Uemg conta com vestibular próprio. Uemg A Universidade do Estado de Minas Gerais vai disponibilizar as vagas da seguinte forma: 25% para candidatos inscritos Sisu, por ampla concorrência; outros 75% para candidatos inscritos no Vestibular Uemg 2023. Para o processo seletivo próprio, os critérios serão: 50% destinadas ao Programa de Seleção Socioeconômica da Universidade do Estado de Minas Gerais (Procan/Uemg), política institucional de inclusão social que compõe uma das modalidades da Política de Ações Afirmativas; 20% direcionadas a ampla concorrência; 5% destinadas à inclusão regional (nesta modalidade, são considerados os candidatos que moram em MG e cursaram os três anos do ensino médio em instituições públicas de ensino sediadas no estado). A universidade segue o calendário do Ministério da Educação (MEC), que pode ser conferido no site do ministério. Com base no número de inscritos nos processos seletivos anteriores, os cursos mais procurados da Uemg são: Medicina, Direito e Tecnologia em Estética e Cosmética. Ao todo, na modalidade presencial, a universidade oferece 125 cursos de graduação. Confira todos clicando aqui. Unimontes A partir de 2024, todas as vagas da Universidade Estadual de Montes Claros serão disponibilizadas via Sisu Unimontes, utilizando a nota do Enem e tendo como critério a nota de corte, conforme curso escolhido pelo estudante. Os cursos da área de saúde, conforme a própria instituição, costumam ser os mais concorridos. Reta final de preparação O Governo de Minas tem investido em ações de incentivo e preparação dos alunos da rede, como o programa Se Liga na Educação. A estratégia faz parte dos Materiais de Apoio Para Aprendizagens (Mapa), da Secretaria de Estado de Educação (SEE-MG), que conta com projetos, materiais e ferramentas que subsidiam todo o ensino do estudante da educação básica e ensino médio. Neste momento de véspera de prova, o importante é revisar todo o conteúdo e material, focando nos temas em que o estudante ainda encontra dificuldade e reforçar o estudo desses temas. É aconselhável também reservar um momento para descanso, crucial neste momento para consolidar tudo aquilo que foi estudado. As dicas são do professor Weynner Lopes Rodrigues, superintendente da Escola de Formação e Desenvolvimento de Profissionais e de Educadores. Ele também é coordenador do programa Se Liga Na Educação. Após a prova, é o momento de planejar o futuro. “Um dos maiores medos do estudante é a nota depois da prova, muitos ficam ansiosos. Atualmente, temos uma série de programas e projetos, além do Sisu. Temos o Programa Universidade Para Todos (Prouni), que disponibiliza bolsas de estudo em universidades particulares de 100% e 50%, dependendo da instituição e curso. O aluno precisa estudar se a nota de corte é compatível com o seu escore atingido e, caso não, tentar outro curso”, destaca Rodrigues. Além disso, complementa o superintendente, “o estudante conta com todo o aparelho do Estado para rever material e reforçar aprendizagem e conteúdos que foram gargalos na prova, para tentar em outra oportunidade”. Se Liga na Educação O programa apresenta, entre suas ações, o caderno pedagógico. A ferramenta traz proposta didática para professores e atividades para os estudantes, obedecendo o currículo de ensino e alinhado com o Enem. Outro destaque é a disponibilização de aulas e material complementar de estudos em diversos canais do estado e no aplicativo Conexão Escola 3.0. “Mais focado no Enem, contamos com uma programação toda sexta-feira, das 7h às 12h30, na Rede Minas, com aulas voltadas para o estudante do terceiro ano e focado no Enem: é o que chamamos de ‘dia do Enem’”, enfatiza Weynner Lopes. Outro destaque é a transmissão, na véspera da prova, de questões comentadas. ”Após a realização do exame, haverá a correção das questões ao vivo e também a participação dos estudantes da rede que quiserem tirar suas dúvidas ao vivo durante a programação”, acrescenta. O Se Liga na Educação vai ao ar, de segunda a sexta, de 7h às 12h30, com a seguinte programação de estudo: Segunda-feira: Linguagens – Língua Portuguesa, Literatura, Inglês, Arte e Educação Física; Terça-feira: Ciências Humanas – História, Geografia, Sociologia e Filosofia; Quarta-feira: Matemática; Quinta-feira: Ciências da Natureza – Biologia, Física e Química; Sexta-feira: Conteúdos do Enem. Via Por Ascom Unimontes
Unimontes realiza eleições para reitor e vice-reitor nesta quinta-feira (10)

Cerca de 14 mil pessoas estão aptas a participar do processo eleitoral Serão realizadas nesta quinta-feira (10) as eleições para a composição das listas tríplices para os cargos de reitor e vice-reitor(a) da Unimontes – Gestão 2022/2026. A votação será de 8h às 22h, no campus-sede, nos 11 campi e núcleos nas regiões Norte de Minas, Central e Noroeste do estado e Vale do Jequitinhonha, além das demais unidades da Unimontes em Montes Claros e no Escritório de Representação em Belo Horizonte (ERU). Conforme as regras do processo eleitoral, o voto na universidade é paritário: professores (peso de 70%), servidores técnico-administrativos (15%) e acadêmicos (15%). Após a apuração dos votos pela Comissão Eleitoral, o Conselho Universitário (Consu) se reunirá para homologar o resultado, no dia 23 de novembro. Na sequência, as listas tríplices para reitoria e para a vice-reitoria serão encaminhadas, em ordem alfabética, ao governador do Estado, Romeu Zema, para a nomeação dos dirigentes da Instituição, o que que deverá acontecer até 26 de dezembro, quando termina a atual gestão. CERCA DE 14 MIL VOTANTES – Ao todo, estão aptas a participar do processo eleitoral cerca de 14 mil pessoas, incluindo 954 professores efetivos e designados, 1.419 servidores técnico-administrativos efetivos e comissionados e 11,63 mil alunos regularmente matriculados nos cursos de graduação, de Pós-Graduação Lato sensu e Stricto sensu, de educação profissional de nível técnico e tecnólogos, presenciais e a distância. Cada professor, servidor técnico- administrativo ou aluno deverá votar na respectiva unidade onde é lotado. LOCAIS DE VOTAÇÃO – No campus-sede, as sessões de votação serão instaladas nos prédios dos centros de ensino (1, 2, 3 e 6) e na sede da Reitoria (prédio 5). Ainda em Montes Claros, haverá urnas no Hospital Universitário Clemente de Faria e no Centro de Educação Profissional e Tecnológica (CEPT). A votação também acontecerá nos campi de Almenara (Vale do Jequitinhonha), Bocaiúva, Brasília de Minas, Espinosa, Janaúba, Januária, Pirapora, Salinas e São Francisco (Norte de Minas); Paracatu e Unaí (Noroeste); e nos núcleos de Pompéu e Joaíma, além do Escritório de Representação da Unimontes (ERU) em Belo Horizonte. CANDIDATURAS DISTINTAS – Os candidatos a reitor e vice-reitor concorrem indistintamente, sem a formalização de chapas. Porém, a votação para os dois cargos será feita na mesma cédula. Haverá uma diferenciação de cédulas em cores por cada categoria: amarela (professores), branca (alunos) e azul (servidores técnico-administrativos). Pelas regras do processo, definidas pelo Consu, aqueles que tiverem mais de um cargo na Instituição – professor e servidor técnico-administrativo -, deverão votar uma única vez, prevalecendo a categoria de maior peso. OS CANDIDATOS – Concorrem ao cargo de reitor da Unimontes os professores Antônio Alvimar Souza (atual reitor), Geélison Ferreira Silva e Wagner de Paulo Santiago. Disputam a vice-reitoria os professores Dalton Caldeira Rocha, Danilo Fernando Macedo Narciso e Helena Amália Papa. Ainda que pelas regras não exista formação de chapas, fizeram campanhas juntos os candidatos: Antônio Alvimar (para reitor) e Helena Papa (para vice-reitora), Geélison Ferreira Silva (para reitor) e Danilo Narciso (para vice-reitor); e Wagner Santiago (para reitor) e Dalton Caldeira Rocha (para vice-reitor). SERVIÇO Eleições Unimontes Quinta-feira (10) Cargos de reitor e vice-reitor(a) da Unimontes Horário: 8h às 22h Local: Campus-sede, nos 11 campi e núcleos nas regiões Norte de Minas, Central e Noroeste do estado e Vale do Jequitinhonha, além das demais unidades da Unimontes em Montes Claros e no Escritório de Representação em Belo Horizonte (ERU)
Editora Unimontes lança “Darcy Ribeiro – o homem e suas peles” em homenagem ao seu centenário

Obra especial será destinada para bibliotecas públicas O Brasil comemora o centenário de nascimento do educador, antropólogo, político e escritor Darcy Ribeiro, natural de Montes Claros, completado quarta-feira (26/10). Marcando a comemoração do centenário do nascimento de Darcy, a Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) presta homenagem ao educador e intelectual com o lançamento do livro “Darcy Ribeiro – o homem e suas peles” (Editora Unimontes, 212 páginas). Organizado pelo professor João Batista de Almeida Costa (vinculado ao Programa de Mestrado em Desenvolvimento Social da Unimontes (PPGDS), a obra documenta e resgata a trajetória de Darcy Ribeiro, com uma coletânea de artigos elaborados por professores e pesquisadores que estudaram a vida e obra do intelectual e escritor. A publicação, em edição especial, em capa dura, será destinada para bibliotecas públicas de escolas e instituições de ensino de pesquisa. Marcando o lançamento da obra, nesta quarta-feira, 26 de outubro, quando foi comemorado o centenário de nascimento de Darcy (falecido em 17 de fevereiro de 2017), o diretor da Editora Unimontes, professor Antônio Dimas Cardoso, fez a entrega simbólica do primeiro exemplar do livro ao reitor da Unimontes, professor Antônio Alvimar Souza, no Gabinete da Reitoria. Na oportunidade, o professor Antônio Alvimar Souza enalteceu a relevância da iniciativa da Universidade e da Editora Unimontes ao homenagear Darcy Ribeiro. “Esse trabalho é magnífico e mostra a seriedade e a capacidade da Editora Unimontes”, assegurou o reitor. O reitor Alvimar destacou ainda a importância do legado de Darcy como uma das maiores personalidades do Brasil em todos os tempos, e ressaltou que a proposta da Unimontes, por meio de sua editora, é publicar obras de outros escritores do Norte de Minas, valorizando a cultura da região. “Sou um apaixonado pela nossa região, pela nossa cultura e pelo nosso povo”, declarou o reitor. COLETÂNEA INICIADA POR SOBRINHO – Dimas Cardoso lembro que, no ano de 2018, a Editora Unimontes, a partir de contato com Paulo Ribeiro (sobrinho de Darcy Ribeiro, falecido em abril de 2021), elaborou a proposta para a organização da coletânea de artigos sobre a obra do escritor e intelectual, a ser lançada na comemoração do seu centenário de nascimento em 2022 Ainda conforme o diretor da Editora Unimontes, na organização da coletânea, o professor João Batista Almeida Costa convidou pesquisadores de diferentes instituições que pesquisaram a obra de Darcy Ribeiro ou que trabalharam com o educador. Também foi convidado Mário Ribeiro Filho (Ucho Ribeiro), sobrinho de Darcy Ribeiro, que escreveu o artigo “Darcy Ribeiro, como eu o vi”. Ao todo, foram publicados 15 artigos. A coletânea é dividida em duas partes ao apresentar a obra, o pensamento, a trajetória e o legado de Darcy Ribeiro. Ele ressalta que, além dos artigos, a produção bibliográfica é enriquecida com uma galeria de fotos, ao final do livro, que revela momentos marcantes da vida do intelectual nascido em Montes Claros. O diretor da Editora Unimontes lembra que na primeira edição foram publicados 1 mil exemplares do livro “Darcy Ribeiro – o homem e suas peles. A obra comemorativa foi produzida com recursos públicos, do orçamento da Universidade, não sendo permitida a sua comercialização. Antônio Dimas explica que os exemplares do livro serão destinados, prioritariamente, para bibliotecas de escolas públicas do estado de Minas Gerais. Parceira no projeto, a Fundação Darcy Ribeiro (Fundar) também contribuirá na divulgação da obra em nível nacional. Os artigos do livro “Darcy Ribeiro – o homem e suas peles, são organizados pelo professor João Batista de Almeida Costa e contam com a participação dos seguintes autores: “Darcy Ribeiro, como eu vi”, Ucho Ribeiro; “Memórias Afetivas”, Cláudia Zarvos; “Para lembrar Darcy Ribeiro”, Gisele Jacon de Araújo Moreira; “Darcy Ribeiro 100 anos depois: uma justa homenagem”, André Borges de Mattos; “Darcy Ribeiro: pensando os povos indígenas no Brasil”, Marivaldo Aparecido de Carvalho e Roberta Brangioni Fontes; “O chabu da utopia Brasil”, Andrea Jakubasko; “Darcy Ribeiro, mestre educador brasileiro”, Lúcia Velloso Maurício; “Darcy Ribeiro e a universidade necessária”, Idenilson Meireles; “Darcy Ribeiro: as utopias e fazimentos de um intelectual brasileiro”, Lia Ciomar Macedo de Faria e Rosemaria J. V. Silva; “Espaço Biográfico: política da memória e arquivo em Darcy Ribeiro”, Haydée Ribeiro Coelho; “Raça”, classe e nação em Darcy Ribeiro; contribuições a um debate incandescente”, Adélia Miglievich-Ribeiro; “Eneida Tropical: o povo brasileiro como grande narrativa sobre o Brasil”, Demetrius Ricco Ávila. Ascom/Unimontes
Centenário de Darcy Ribeiro é celebrado com Colóquio na Unimontes

Nessa semana é comemorado o centenário de nascimento do educador, antropólogo, político e escritor Darcy Ribeiro, natural de Montes Claros-MG. O centenário de nascimento do montes-clarense ilustre é celebrado na Unimontes com a realização do colóquio “Darcy Ribeiro Libertário”, que discute a obra do educador e intelectual. Aberto na terça-feira (25), o evento encerrou nesta quarta, no auditório do Centro Ciências Humanas (CCH), prédio 2 do campus-sede. O colóquio é aberto foi aberto e gratuito, sendo voltado para professores/pesquisadores, acadêmicos e integrantes da comunidade em geral. Na terça-feira, o colóquio “Darcy Ribeiro Libertário” contou com os conferencistas Vera Nobre, Elise de Oliveira, Amelina Chaves e Geraldo Ferreira. Na quarta-feira (segundo e último dia do evento), foram apresentadas novas conferências pelos professores Edi de Freitas Cardoso Junior, do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG), Gy Reis Gomes de Brito, Antônio Wagner Veloso Rocha e pelo mestrando da Unimontes, Hugo Barbosa de Paulo. Trajetória de Darcy Ribeiro – Nascido em Montes Claros, em 26 de outubro de 1922, e falecido no Rio de Janeiro (em 17 de fevereiro de 1997), Darcy graduou-se em Antropologia em São Paulo, destacando-se como educador e como um dos mais influentes pensadores da sua geração. Notabilizou-se pelo seu incansável ativismo relacionado à busca de identidade do povo brasileiro e da América Latina, por meio dos seus estudos e pesquisas criteriosas. Para compreender de maneira profunda a questão dos índios brasileiros, Darcy viveu no meio deles. Dentre os seus inúmeros feitos, destacam-se o Museu do Índio e a Universidade de Brasília (UnB). Eleito para a Academia Brasileira de Letras (ABL), Darcy foi ministro da Educação e senador da República (1991/1997), entre outros cargos públicos que exerceu. No conjunto da sua vasta produção bibliográfica, podem ser destacados os títulos: “O processo civilizatório: etapas da evolução sociocultural” “América Latina: pátria grande”, “O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil”, “A universidade necessária”, “O Brasil como problema”, “Diários índios”, “Maíra”, “O mulo”, “Utopia selvagem”, “Migo” e “Confissões”.
Escola quilombola em Januária é referência em ensino público de inclusão social

Instituição se destaca por implementar projetos pedagógicos interdisciplinares Agência Minas – Na comunidade quilombola de Alegre, distrito de Riacho da Cruz, em Januária, no Norte de Minas, a Escola Estadual Antônio Corrêa e Silva é referência em qualidade de ensino público de inclusão social, pela diretriz da educação escolar quilombola que oferece à comunidade local, pela Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG). Na unidade, diversas ações e projetos implementados têm permitido aos alunos melhorias contínuas no aprendizado e resultados positivos no ensino. O diretor da escola, Odair Nunes de Almeida, comenta que essa conquista é fruto de muito trabalho e comprometimento da equipe educacional que prepara desde cedo os alunos, com projetos como “Lendo, Escrevendo e Cantando no Quilombo”. “Os professores trabalham as competências para desenvolver as habilidades nas crianças por meio da leitura, escrita, interpretação, criando contos, causos e poesias da história quilombola, valorizando as tradições dos antepassados que deram origem ao povo quilombola, durante o ano letivo”, destacou Odair. Uma das ações deste projeto é a dança folclórica maculelê, de raiz afro-brasileira, que simula uma luta com bastões de madeira, ao som de atabaques e cânticos. A dança foi apresentada pelos alunos para recepcionar o secretário de Estado de Educação, Igor de Alvarenga, a subsecretária de Educação Básica, Izabella Cavalcante, e a equipe da SEE/MG que esteve, na última sexta-feira (21/10), em visita à escola. O grupo de apresentação é formado por alunos do ensino médio e ex-alunos, como a estudante de Direito Júlia Vasconcelos, que também é um exemplo da qualidade de ensino da escola quilombola. Ela foi premiada como aluna nota 11 no Programa “Como Será”, da TV Globo, em 2018, em São Paulo. Júlia falou como a escola a ajudou a alcançar suas metas na vida. “Os professores, o diretor Odair e os servidores de modo geral acolhem, incentivam, acreditam no potencial de seus alunos e trabalham para que possam alcançar seus objetivos. Isso faz toda a diferença e torna a escola um espaço que nos prepara não só para o mundo acadêmico, mas também para a vida, é isso que me permitiu chegar onde estou”, explicou a aluna. Outra referência do resultado positivo da qualidade do ensino da escola que trouxe conquistas importantes para a educação na região, é a ex-aluna Marileide Moreira Costa, filha de pai pescador e mãe doméstica, que atualmente mora fora do Brasil. “Me orgulho muito de ter chegado onde estou. Sou pesquisadora no Westerdijk Fungal Biodiversity Institute (Instituto Científico de Pesquisa), em Utrecht, na Holanda. E se cheguei até aqui, é porque sempre fui incentivada a lutar para conquistar meus objetivos. Esse incentivo veio principalmente por parte dos professores, do diretor Odair Nunes e da estrutura de ensino que a escola me oferecia”, destacou Marileide. De acordo com Odair, ela fez intercâmbio na Itália, pelo curso de doutorado, realizado na Universidade Federal de Lavras (UFLA), na área de agronomia, e que agora, está em outro intercâmbio. Segundo o diretor, outros jovens que também foram alunos da escola já ingressaram em diversos cursos superiores. “É uma grande conquista para o ensino público da rede estadual mineira. Isso nos mostra que projetos pedagógicos assertivos e incentivos aos estudos, transforma a vida dos alunos e muda a realidade social”, relatou o diretor. Educação quilombola A assessora da Subsecretaria de Educação Básica, Iara Viana, destacou, durante a visita, a importância de garantir e preservar essa modalidade de ensino que apresenta resultados cada vez mais satisfatórios para a educação pública estadual, como os exemplos citados acima. “A Educação Quilombola em Minas Gerais tem sentido e significado, diz respeito à riqueza intelectual e científica dos povos tradicionais. São os mais de 392 quilombos sendo vistos a partir da potência empreendedora do que entregam, são estudantes quilombolas protagonizando sua história”, pontuou Iara. A Escola Estadual Antônio Corrêa e Silva atende cerca de 300 alunos do ensino fundamental, ensino médio e educação de jovens e adultos (EJA), além do curso técnico em Administração. A escola foi criada em 11 de março de 1983 para preservar as origens do povo quilombola na região do Norte de Minas Gerais. A unidade de ensino conquistou duas premiações na 3ª edição do Prêmio Escola Transformação 2021. Mais projetos Mas as ideias inovadoras da Escola Estadual Antônio Corrêa e Silva não param por aí. Há ainda mais projetos que convergem com a qualidade de ensino que a instituição apresenta a cada ano. A Web TV Quilombola, uma das ações do projeto Jovem de Futuro, promove o protagonismo juvenil, aprimorando técnicas importantes no aperfeiçoamento da escrita e da interpretação, além de fomentar e divulgar as ações da escola. Investimentos O Governo de Minas já investiu, desde o início desta gestão, mais de R$ 2 milhões na melhoria da infraestrutura dessa escola. Os recursos foram para a realização de obras de reforma geral na unidade, que contemplam ampliação de sala multimeios, banheiros, depósito, arquivo e varanda, construção de quadra poliesportiva coberta, além da renovação dos computadores e aquisição de mobiliários e equipamentos diversos para a escola.
Montes Claros recebe Encontro Literário do Cerrado

Começa nesta segunda-feira (17) e segue até o dia 26, em Montes Claros o Encontro Literário do Cerrado (Elicer), uma feira de livros com participação de escritores, contadores de história, música, teatro, dança, literatura e gastronomia. O evento acontecerá no Estacionamento Sul do Montes Claros Shopping, das 8 às 21 horas. A expectativa dos organizadores é receber cerca de 55 mil pessoas, durante os cinco dias do evento. O tema é “Quintais da Imaginação: uma viagem literária por Minas Gerais”. O evento é aberto para a comunidade em geral, com entrada gratuita. Serão 16 expositores que vão levar uma grande variedade de livros, com valores a partir de R$ 5,00 e muitas promoções. A aquisição pode ser feita com dinheiro, cartão de crédito ou débito e com vale-livro. A organização é de Humberto Paes Leme, da Pool Comunicação, de Uberlândia. Desde sua primeira edição, em 2015, o Elicer já recebeu mais de 250 mil pessoas. Em 2022, a primeira etapa foi em Ituiutaba, com 35 mil visitantes. Em Uberlândia, foram 54 mil. Campo Belo somou 36 mil pessoas. Agora o evento segue para Montes Claros, Uberaba e Juiz de Fora. O Encontro contribui também para movimentar a economia da cidade e gerar empregos, com contratação de serviços de transporte, alimentação e hospedagem e pessoal de apoio. A programação traz literatura, contação de histórias, cinema, arte e gastronomia. O Elicer é voltado para escolas públicas e privadas e tem como propósito desenvolver o hábito da leitura, em crianças, jovens e adolescentes. As atividades do Elicer acontecem diariamente das 8h às 21h. Além dos estudantes, toda a comunidade pode participar da programação e aproveitar as oportunidades oferecidas pelo Elicer, que terá contação de histórias, música, arte e muita animação. A Rede Estadual de Ensino participará do Elicer com 170 escolas de 30 municípios que fazem parte da Superintendência Regional de Ensino de Montes Claros. O evento em uma área de 5,9 mil metros quadrados. Serão 16 expositores distribuídos em 1,1 mil metros quadrados. Foram disponibilizados 40 mil vales-livro para estudantes da rede estadual de Montes Claros, no valor de R$ 50,00 cada. Para professores e professoras, são 4 mil vales, no valor de R$ 100,00 cada. Isso permitirá que, ao visitar o Elicer, esse público possa escolher os livros literários de sua preferência na Feira do Livro. Para os seis eventos previstos em 2022, foram destinados R$ 9,6 milhões em vales-livro para todas as etapas do Elicer. Na feira, cada estudante vai escolher o livro literário que quer comprar, apresentar o vale e fazer o pagamento por meio de um QR Code. O objetivo é que a partir do contato com a literatura, crianças e jovens tenham autonomia para escolher e pagar por seus livros. Para isso, foi desenvolvida uma plataforma digital, que será usada pelas empresas expositoras e pelas escolas, que permitirá as vendas digitais e acompanhamento do movimento em tempo real. Quem tiver interesse pode adquirir vales-livros antecipadamente, pelo site www.elicer.com.br, onde também é possível acessar a programação completa:
15 de outubro – Dia do Professor – Conheça a história desta data

O Dia do Professor é celebrado em 15 de outubro. Trata-se de uma data comemorativa importantíssima, que reforça o valor desses profissionais tão essenciais para a formação humana e desenvolvimento da sociedade. CRIAÇÃO DO DIA DO PROFESSOR O décimo quinto dia do mês de outubro não foi escolhido para celebrar o Dia do Professor aleatoriamente. Nessa data, no ano de 1827, foi decretado, por Dom Pedro I, a criação do Ensino Elementar no Brasil. A Lei de 15 de outubro de 1827 buscava alfabetizar os cidadãos brasileiros, tendo como o primeiro artigo a seguinte definição: “Em todas as cidades, villas e logares mais populosos, haverão as escolas de primeiras letras que forem necessarias.”* *a ortografia original foi mantida. Uma outra definição da lei promulgada foi a definição do que seria ensinado nas escolas. Além de ler e escrever, os professores deveriam ensinar operações matemáticas básicas, a gramática da língua portuguesa, a história do país e os princípios da moral cristã. Para atrair mais docentes, também foi decretado alguns direitos dos denominados mestres e mestras, como salário igual independentemente do gênero e aumento da remuneração. Muitos anos depois, em 1947, o professor do estado de São Paulo, Salomão Becker, teve a ideia de transformar a data da lei no Dia do Professor, iniciando as comemorações nas instituições educativas e uma pausa nas atividades do segundo semestre letivo. A ideia do professor foi muito bem aceita e realizada em outras escolas. Foi então, em 1963, que o Dia do Professor foi oficializado como um feriado escolar. A oficialização ocorreu por meio do Decreto Federal nº 52.682, e ainda ressalta a importância de envolver todos da comunidade escolar (como demais funcionários da escola, alunos e suas famílias) na comemoração para o professor. HOMENAGEM DE DIA DOS PROFESSORES O Dia do Professor é um momento excelente para prestar uma homenagem aos profissionais. E incluir os alunos da escola nessa homenagem torna tudo ainda mais especial. Aproveite a data para planejar um momento de comunhão, no qual a comunidade escolar se reúna e demonstre o seu apreço por meio de apresentações, leitura de poemas e até presentes.