Brasil tem vitória triste sobre o Equador nas eliminatórias da Copa

O Brasil fez apenas o suficiente para conquistar a vitória que levou a equipe ao quarto lugar das Eliminatórias Reuters – O Brasil voltou a vencer nas eliminatórias sul-americanas para a Copa do Mundo com uma vitória monótona de 1 a 0 sobre o Equador na sexta-feira, graças ao gol do atacante Rodrygo, do Real Madrid, no primeiro tempo. Depois de uma primeira sequência de derrotas em três jogos consecutivos nas eliminatórias, o Brasil fez apenas o suficiente para conquistar a vitória que levou a equipe pentacampeã da Copa do Mundo, que enfrenta dificuldades, ao quarto lugar na classificação, com 10 pontos. A equipe está oito pontos atrás da líder Argentina e apenas dois pontos acima do Equador, em sexto lugar, a última vaga garantida para as finais de 2026. Jogando sua primeira partida após a decepcionante derrota na Copa América para o Uruguai nas quartas de final, o Brasil teve outro desempenho sem brilho, dominando a posse de bola, mas não conseguindo criar chances claras de gol durante toda a partida. O Brasil errou muitos passes e teve dificuldades para se conectar na frente, sem ideias de como vencer o sólido bloqueio defensivo do Equador. O Equador foi implacável ao aplicar uma pressão fisicamente agressiva com três atacantes esforçados, deixando os jogadores locais desconfortáveis ao colocar a bola em jogo. O Brasil também quase não teve espaço para entrar na sua área, o que o obrigou a circular a bola horizontalmente em torno da sua área e a recorrer a chutes de longa distância. Os dois únicos chutes a gol do Brasil no primeiro tempo foram dados por Rodrygo, que, depois de acertar as mãos do goleiro em uma cobrança de falta logo no início, teve sorte em abrir o placar aos 29 minutos. Seu chute disparado da entrada da área desviou em um zagueiro e contornou o goleiro, que estava com o pé errado, antes de bater na trave direita e encontrar o fundo da rede. O Equador quase empatou em um contra-ataque logo antes do intervalo, mas o zagueiro Gabriel Magalhães desviou o chute de Moises Caicedo com uma defesa na linha do gol no último minuto. O Brasil voltou ainda pior no segundo tempo, com um Vinicius Jr. pouco inspirado, criando seu único chute a gol em 45 minutos absolutamente monótonos, com vaias saudando o apito final. “Precisávamos dessa vitória, não importa se foi feia ou não. Estou feliz com a vitória e por ter feito o gol, e espero que isso nos ajude a melhorar e a progredir para o nível que queremos alcançar daqui para frente”, disse Rodrygo à TV Globo. O Brasil enfrentará o Paraguai em Assunção na terça-feira, enquanto o Equador receberá o Peru em Quito na segunda-feira.

Lateral William, do Cruzeiro, é convocado pela Seleção Brasileira

Atleta cruzeirense entra na vaga de Yan Couto, do Borussia Dortmund (Alemanha), que foi desconvocado por problemas clínicos O lateral direito William, do Cruzeiro, foi convocado para defender a Seleção Brasileira pelas Eliminatórias da Copa do Mundo dos Estados Unidos. O atleta cruzeirense vai integrar o elenco de Dorival Júnior nos duelos contra o Equador e o Paraguai. Ele entra na vaga de Yan Couto, do Borussia Dortmund (Alemanha), que foi desconvocado por problemas clínicos. “Nós tivemos um problema clínico com o atleta Yan, do Borússia Dortmund. Com isso, estamos convocando William, do Cruzeiro, de Belo Horizonte”, disse o técnico da Seleção Brasileira, Dorival Junior, em vídeo publicado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) nesta quinta-feira (29 de agosto). Os jogos O lateral deverá se apresentar em Curitiba, no Paraná, na próxima segunda-feira (2 de setembro). O primeiro compromisso dele com a camisa amarelinha será na sexta-feira (6) da próxima semana, quando o Brasil enfrenta o Equador, no estádio Couto Pereira. No dia 10 de setembro, o time comandado por Dorival Júnior jogará contra o Paraguai, em Assunção. William deverá desfalcar o Cruzeiro na partida contra o São Paulo. O confronto está previsto para o dia 15 de setembro, em horário a confirmar, no Mineirão. Carreira de William Revelado no Internacional, William se transferiu para o Wolfsburg, da Alemanha, em 2018. Antes de se transferir para a Europa, o lateral conquistou a medalha de ouro com a seleção masculina de futebol nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, de 2016. O atleta foi contratado pelo Cruzeiro em 2023, ano em que a equipe celeste retornou para a Série A do Campeonato Brasileiro. Nas redes sociais, o clube celeste parabenizou o atleta. “Parabéns e muito sucesso, convocação mais do que merecida!”, escreveu o Cruzeiro 🇧🇷 WILLIAM É SELEÇÃO! Nosso lateral William foi convocado pela Seleção Brasileira, que irá enfrentar o Equador e o Paraguai nas eliminatórias para a Copa do Mundo 2026. Os jogos serão nos dias 6 e 10 de setembro. Parabéns e muito sucesso, convocação mais do que merecida! 👏💙 pic.twitter.com/v1GhmG1cOd — Cruzeiro 🦊 (@Cruzeiro) August 30, 2024

Adolescente morre após passar mal durante partida de futebol

Arthur Fernandes da Costa tinha acabado de entrar em campo, no segundo tempo do jogo. Segundo o Samu, ele sofreu parada cardiorrespiratória e foram feitas manobras de reanimação por mais de 1h30. Um adolescente, de 15 anos, morreu após passar mal durante uma partida de futebol em Montes Claros, na noite dessa quarta-feira (13). Arthur Fernandes da Costa fazia parte da Seleção do município de Claro dos Poções que disputava a Copa Toninho Rebelo, contra o Mackenzie de Montes Claros. Por telefone, o técnico do time, Eduardo Alvarenga Santos, contou ao g1 que o adolescente tinha acabado de entrar no campo, quando começou a passar mal. “A partida teve início por volta das 19h15. Aos 10 minutos do segundo tempo, eu pedi pra ele se aquecer e entrar no jogo. Em questão de três minutos em campo, ele passou mal e caiu. Fui tentar socorrê-lo e o técnico do outro time foi fazendo massagem cardíaca até a chegada do Samu”. Em nota, a assessoria do Samu informou que o adolescente estava em parada cardiorrespiratória e a equipe do Suporte Avançado de Vida fez manobras de reanimação por mais de 1h30. A Polícia Militar também esteve no local e registrou um boletim de ocorrência, e o corpo foi liberado para a família. O técnico do time lamentou o ocorrido e falou sobre a paixão do jovem pelo esporte. “A vida dele era isso: jogar futebol, era sempre entusiasmado e dedicado. Era um menino muito alegre e brincalhão, que todo mundo gostava”. O corpo está sendo velado no Memorial Bom Pastor em Claro dos Poções. O horário do enterro ainda não foi definido. G1 Grande Minas

Lula assina MP que isenta medalhistas de “taxa olímpica”

Nesta quinta-feira (8), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou uma medida provisória publicada no Diário Oficial da União que isenta os atletas olímpicos de pagar Imposto de Renda sobre os prêmios em dinheiro recebidos nas Olimpíadas de Paris 2024. Enquanto medalhas e troféus já eram isentos de impostos federais, os prêmios monetários eram normalmente incluídos na declaração anual do Imposto de Renda. A nova medida provisória especifica que apenas os prêmios em dinheiro pagos pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) não estarão sujeitos à tributação para a edição atual dos Jogos Olímpicos. Vale ressaltar que prêmios recebidos de confederações esportivas, federações, patrocinadores e clubes dos atletas continuam sujeitos à taxação, que pode chegar a até 27,5%. A Receita Federal informou que não tinha a autoridade para dispensar a cobrança do imposto sem uma mudança legislativa. De acordo com o órgão, os atletas eram tratados como qualquer outro profissional para fins de tributação, com impostos aplicáveis a valores acima da faixa de isenção, que é de dois salários mínimos. “Isso é tributado como qualquer outra remuneração de qualquer outro(a) profissional, desde que seja um valor superior ao da faixa de isenção do imposto de renda (hoje em dois salários mínimos)”, acrescentou o Fisco, por meio de nota e antes da mudança. A medida provisória, assinada também pelo secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, e pelo ministro do Esporte, André Fufuca, tem validade de até 120 dias. Durante esse período, o texto precisa ser aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado para se tornar lei. Caso contrário, será revogado. Além disso, durante a tramitação, o texto pode sofrer alterações pelos parlamentares, e as modificações serão enviadas ao presidente Lula para sanção ou veto.

Histórico! Rebeca Andrade supera Biles e é ouro no solo em Paris 2024

Brasileira conseguiu o inimaginável, contou com erros de Simone Biles e se tornou a maior medalhista olímpica da história do país Histórico, épico, impensável. Escolha o adjetivo que desejar, e ele se enquadrará perfeitamente no que Rebeca Andrade fez nesta segunda-feira (5/8) na Arena Bercy. A brasileira alcançou o que parecia inalcançável: superou a lenda Simone Biles e faturou a medalha de ouro no solo da ginástica artística na Olimpíada de Paris 2024. Rebeca não se abateu. Pouco mais de uma hora antes de celebrar o título olímpico a brasileira de 25 anos havia se frustrado com o quarto lugar na final da trave – prova em que Simone Biles também errou e terminou na quinta colocação. Mas ela estava obstinada a fazer história. E fez. Foi uma apresentação de altíssimo nível de Rebeca Andrade, que alcançou 14.166 no solo – neste momento, já sabia que dificilmente ficaria sem medalha. Mas o ouro dependia, fundamentalmente, de falhas de Biles. E aconteceu. A ginasta executou a série com nível de dificuldade altíssimo, mas pisou duas vezes fora do tablado e recebeu 14.133. Com isso, ficou com a prata Rebeca Andrade, a maior de todos os tempos Com o resultado, Rebeca Andrade chega sobe ao pódio pela sexta vez e se isola como a maior medalhista olímpica da história do Brasil. A paulista de Guarulhos supera outras lendas do esporte nacional: os velejadores Robert Scheidt e Torben Grael, que têm cinco medalhas cada. A história começou em Tóquio 2020. Na ocasião, Rebeca Andrade conquistou duas medalhas: o ouro no salto e a prata no individual geral. Depois, em Paris, quatro pódios em uma mesma Olimpíada – algo que nenhum outro brasileiro conseguiu. Rebeca faturou o ouro no solo, a prata no salto e no individual geral e o bronze por equipes. Maiores medalhistas do Brasil em Olimpíadas Rebeca Andrade (ginástica artística): 6 medalhas (dois ouros, ouro, três pratas e um bronze); Robert Scheidt (vela): 5 medalhas (dois ouros, duas pratas e um bronze); Torben Grael (vela): 5 medalhas (um ouro, três pratas e um bronze); Serginho (vôlei): 4 medalhas (dois ouros e duas pratas); Isaquias Queiroz (canoagem): 4 medalhas (um ouro, duas pratas e um bronze); Gustavo Borges (natação): 4 medalhas (duas pratas e dois bronzes); Marcelo Ferreira (vela): 3 medalhas (dois ouros e um bronze); Bruninho, Giba, Dante e Rodrigão (vôlei): 3 medalhas (um ouro e duas pratas); Ricardo e Emanuel (vôlei de praia): 3 medalhas (um ouro, uma prata e um bronze); Cesar Cielo (natação), Fofão (vôlei) e Rodrigo Pessoa (hipismo): 3 medalhas (um ouro e dois bronzes); Mayra Aguiar (judô): três medalhas (três bronzes). Altos e baixos A medalha no solo coroa uma participação memorável de Rebeca Andrade em Paris 2024 e a livra da frustração de ter ficado fora do pódio na trave. Mais cedo, ainda nesta segunda-feira, a brasileira se decepcionou ao terminar em quarto lugar. A prova foi atípica e também teve a lenda Simone Biles, quinta colocada, fora do pódio. Instantes depois, Rebeca Andrade estava de volta para a decisão do solo. Desta vez, com tudo dentro do script e a medalha no peito. Última Olimpíada de Rebeca Andrade? Esta pode ter sido a última final olímpica de Rebeca. A brasileira admitiu mais de uma vez que não sabe se irá aos Jogos de Los Angeles 2028. Porém, deixou essa possibilidade em aberto. Uma alternativa que Rebeca estuda é não competir mais no individual geral, para focar em provas específicas, por conta das lesões que já sofreu na carreira.

Judoca Bia Souza ganha o primeiro ouro do Brasil nos Jogos de Paris

Transmissões oficiais das Olimpíadas destacam simbolismo de uma mulher negra ser a primeira a garantir o prêmio máximo da competição para o País. A judoca Beatriz Souza garantiu a primeira medalha de ouro do Brasil nessa edição dos Jogos Olímpicos de Paris. Ela foi a vencedora da categoria +78kg, que teve a final realizada nesta sexta-feira 2.  A judoca disputava a medalha com a atleta israelense Haz Hershko, a segunda colocada no ranking mundial na categoria. A brasileira, porém, dominou a luta, principalmente após acertar um waza-ari, com apenas 44 segundos de disputa. A pontuação garantiu a vitória para a brasileira ao final do tempo regulamentar.  Bia Souza é a única judoca a receber uma medalha de ouro logo na sua primeira Olimpíada. Em 2021, ela não competiu após perdeu a vaga para Maria Suelen Altheman, à época adversária e hoje sua treinadora. Beatriz se junta as duas outras judocas brasileiras a ganharem ouro na modalidade, Sarah Menezes, em Londres-2012, e Rafaela Silva, no Rio-2016. A conquista, vale dizer, é inédita na categoria +78 kg.  Na edição francesa dos jogos, esse é a terceira medalha de judocas brasileiros. Willian Lima foi prata na categoria meio-leve e Larissa Pimenta ganhou a medalha de bronze na mesma categoria feminina. Com o ouro de Beatriz, o Brasil também chega a sua sétima medalha em Paris (um ouro, três pratas e três bronzes) e à 25ª no judô olímpico. Mulher negra O título conquistado por Bia Souza nesta sexta-feira também tem um tom simbólico por vir de uma mulher negra, conforme destacaram as duas transmissões oficiais dos Jogos no Brasil. Na prática, a judoca vencedora é representante da maior parcela da população brasileira, a das mulheres negras, atualmente formada por 60 milhões de pessoas ou 28,5% de toda a população, segundo os dados do Censo do IBGE. A própria atleta fez questão de dar destaque ao simbolismo da conquista em entrevista à Caze Tv após a luta: “Mulherada, pretos e pretas do mundo todo, é possível, acreditem. Às vezes a gente acha que pode estar pagando muito caro, mas vale cada centavo quando a gente conquista o que a gente quer. Acreditem.”

Equipe feminina de ginástica conquista bronze histórico em Paris

Liderada por Rebeca Andrade, brasileiras conquistam primeira medalha da história do país na disputa coletiva; o time dos EUA ficou com o ouro e Itália com a prata A equipe brasileira feminina de ginástica artística fez história ao conquistar a inédita medalha de bronze na final por equipes nos Jogos Olímpicos de Paris 2024. Com um total de 164.497 pontos, o time brasileiro, composto por Rebeca Andrade, Jade Barbosa, Flávia Saraiva, Lorrane Oliveira e Júlia Soares, ficou atrás apenas dos Estados Unidos, que levaram o ouro com 171.296 pontos, e da Itália, que garantiu a prata com 165.494 pontos. Entrando na disputa com grandes expectativas após a conquista da medalha de prata no Mundial da Antuérpia em 2023, a equipe brasileira enfrentou momentos dramáticos durante a final. Em três aparelhos, as brasileiras apresentaram desempenho inferior ao das classificatórias. Na trave, somaram 39.966 pontos, 1.467 a menos do que na fase preliminar. Nas barras assimétricas, obtiveram 41.199 pontos, uma redução de 0.234, e no salto, marcaram 42.366 pontos, 0.367 a menos. No solo, porém, as ginastas brasileiras tiveram um desempenho levemente superior, com destaque para Flávia Saraiva, cuja nota foi maior que a de Jade Barbosa na classificatória. No salto, o principal aparelho da equipe, Rebeca Andrade brilhou com uma nota de 15.100, superando sua própria marca preliminar. A final foi marcada por momentos de tensão antes mesmo do início da competição, quando Flávia Saraiva se machucou durante o aquecimento nas barras paralelas. A atleta do Flamengo escorregou, caindo com o rosto no chão, e teve que sair da área de competição com ajuda do técnico. Apesar de um corte no supercílio que exigiu proteção durante a final, Flávia voltou e contribuiu para a conquista histórica da equipe. Essa medalha de bronze é um marco para a ginástica artística brasileira, celebrando o talento e a resiliência das atletas que, mesmo enfrentando adversidades, alcançaram um feito inédito nas Olimpíadas.

Rayssa Leal conquista sua segunda medalha olímpica

Com apenas 16 anos, Rayssa Leal se destacou aos 7 anos e ainda é chamada de Fadinha; agora, se torna uma das poucas brasileiras com mais de uma medalha nos Jogos Olímpicos Rayssa Leal, de apenas 16 anos, conquistou a medalha de bronze, graças a uma manobra em sua última tentativa. Essa é a segunda medalha conquistada pela Fadinha, como é conhecida. Em Tóquio 2020, ela havia conquistado a medalha de prata. Em Paris,o ouro e a prata ficaram com as japonesas Coco Yoshizawa e Liz Akama, respectivamente. Na etapa de corridas, Rayssa não foi tão bem e terminou em quinto lugar, com a melhor nota de 71.66, quase 18 pontos a menos que a japonesa Liz Akama, que fechou a fase de voltas em primeiro. Ficou difícil recuperar a diferença de pontuação na fase de manobras, mas Rayssa recebeu um 92.88 e um 88.83 e conseguiu terminar em terceiro lugar. Coco recebeu um 96.49, a maior nota da modalidade na história das Olimpíadas. Rayssa Leal é uma skatista brasileira que ganhou destaque internacional por suas habilidades no skate. Ela nasceu em 4 de janeiro de 2008, em Imperatriz, Maranhão, Brasil. Conhecida como “Fadinha do Skate”, Rayssa começou a praticar skate muito jovem e ganhou notoriedade aos 7 anos, quando um vídeo dela vestida de fada realizando um kickflip (uma manobra de skate) se tornou viral na internet. Rayssa tem se destacado em competições de skate ao redor do mundo. Ela ganhou a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, tornando-se uma das medalhistas mais jovens da história do Brasil e do skate nas Olimpíadas. Além disso, ela tem participado e vencido diversas competições de prestígio, como o X Games e etapas do circuito mundial de skate. O talento, a jovialidade e o carisma de Rayssa Leal fizeram dela uma figura querida no esporte e uma inspiração para jovens skatistas em todo o mundo.

Encenação com drag queens nos Jogos não tem relação com a ‘Última Ceia’

A abertura dos Jogos Olímpicos de Paris 2024 ocorreu nesta sexta-feira (26), com apresentações espalhadas por diversos pontos das margens do rio Sena, representando aspectos da cultura mundial. Um dos momentos de destaque foi um desfile que homenageou a moda francesa, incluindo a participação de drag queens. O evento gerou polêmica entre internautas e a página oficial dos Jogos Olímpicos franceses foi a público esclarecer que a apresentação não fazia referência ao quadro “A Última Ceia”, de Leonardo da Vinci, como muitos acreditaram, mas sim à obra “Festa dos Deuses”, de Jan Harmensz van Bijlert, pintada por volta de 1635 e mantida no Museu Magnin em Dijon. Na pintura, o centro da mesa é ocupado por Apolo coroado, e não por Cristo. A cena começa com a chegada de Dionísio/Baco, representando o deus greco-romano do vinho e das festas. Esta representação simbólica destaca a França como um país conhecido por seu vinho e celebrações, fazendo referência ao famoso quadro “Festa dos Deuses” de Jan van Bijlert. “A interpretação do deus grego Dionísio nos conscientiza do absurdo da violência entre os seres humanos”, disse o perfil olímpico. L'interprétation du dieu grec Dionysos nous fait prendre conscience de l'absurdité de la violence entre les êtres humains.#Paris2024 #CeremoniedOuverture pic.twitter.com/HMzS8gIGXh — Jeux Olympiques (@jeuxolympiques) July 26, 2024 A Igreja Católica na França criticou o segmento, e políticos de extrema direita no país, juntamente com diversos outras figuras de ultradireitas em outros lugares do mundo, recorreram às redes sociais para expressar seu desgosto, confundindo as obras e acreditando que se tratava de uma paródia de uma pintura sagrada para a religião cristã.

North não vence o Mamoré e fica fora da elite do Campeonato Mineiro

Time de Montes Claros precisava vencer para subir para o Módulo 1, mas parou na defesa do Sapo. Eliminado do Módulo 2, o Mamoré segurou um empate sem gols com o North em Patos de Minas e tirou do adversário a chance de garantir o acesso à elite do Mineiro. Após o jogo, a festa começou em Ubá: o resultado classificou o Aymorés para a elite do estadual pela primeira vez. TUDO AZUL! O North precisava vencer por três gols de diferença para se classificar para a final e conseguir o acesso. O resultado em Patos de Minas não foi favorável, e o time de Montes Claros foi eliminado. Betim e Aymorés subiram e farão a final do Módulo 2. O JOGO Precisando de três gols para se classificar para a próxima fase e garantir o aceso, o North ficou mais com a bola na primeira etapa, mas não conseguiu criar muitas chances. O jogador mais perigoso foi Robinho, que deu trabalho para a defesa do Mamoré do lado esquerdo. A melhor oportunidade de gol antes do intervalo foi dele, em chute rasteiro que passou triscando a trave aos minutos. O Mamoré se segurou na defesa e apostou nos contra-ataques, mas também não ameaçou o goleiro Leandro. Após a pausa, o North manteve o ímpeto forte, mas seguiu parando na muralha alviverde – em especial, no goleiro Luizão, que fez várias defesas. Vivo no jogo, por pouco, não foi o Mamoré quem abriu o placar aos 21 minutos, em chute de João Paulo que acertou a trave. Desanimada, a equipe do North perdeu fôlego no fim e não conseguiu balançar as redes. GE