Desfalques pesam, Cruzeiro desperdiça chances e perde para o Botafogo no Mineirão

Raposa vê cair invencibilidade de nove jogos no Brasileirão após sofrer 1 a 0 para o Glorioso; equipe sentiu ausências importantes e pagou caro pela falta de eficiência ofensiva. Atuar sem peças fundamentais cobrou o seu preço. Com desfalques de peso e a pontaria descalibrada, o Cruzeiro não fez valer o fator casa e perdeu por 1 a 0 para o Botafogo neste domingo (26), no Mineirão, em partida válida pela 20ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. A derrota fez cair uma sequência invicta de nove partidas da equipe celeste na competição.O técnico Artur Jorge teve que quebrar a cabeça para montar o time. Sem poder contar com os meio-campistas Gerson e Matheus Pereira, suspensos pelo terceiro cartão amarelo, e com o ponta direita Gabriel Pec, que fraturou a perna esquerda no último compromisso, o comandante escalou uma formação com quatro atacantes, apostando nas entradas de Marquinhos e Bruno Rodrigues.No entanto, volume de jogo não se traduziu em eficiência. Especialmente no primeiro tempo, o time mineiro criou boas oportunidades, incluindo uma finalização perdida pelo artilheiro Kaio Jorge cara a cara com o gol, mas pecou na hora de concluir. Para piorar a situação física da equipe, o colombiano Luis Sinisterra precisou ser substituído ainda antes do intervalo.Como dita a velha máxima do futebol, quem não faz, leva. O Botafogo, que já havia assustado o goleiro Otávio em algumas investidas, foi cirúrgico na reta final da primeira etapa. Aos 40 minutos, o lateral-esquerdo Alex Telles cobrou escanteio na medida para o zagueiro Justino testar firme, praticamente livre na área, abrindo o placar para o Alvinegro.No segundo tempo, a Raposa tentou reagir e voltou com postura agressiva em busca do empate. Contudo, o gol sofrido parece ter baqueado o ânimo celeste, que esbarrou na solidez defensiva do Glorioso e na falta de criatividade no terço final do campo. Organizado, o time carioca soube administrar a vantagem e garantiu os três pontos longe de seus domínios.Com o revés no Mineirão, a tabela da Série A sofreu alteração direta na parte superior. O Botafogo chegou aos 29 pontos, assumiu a sétima colocação e entrou de vez na briga por vaga na próxima Copa Libertadores. Já o Cruzeiro permaneceu com 27 pontos, caindo para a oitava posição após o fim da invencibilidade.O Cruzeiro tentará a recuperação fora de casa na próxima quinta-feira (30), às 21h30, quando visita o Coritiba no Estádio Couto Pereira. Enquanto isso, o Botafogo só voltará a campo no dia 8 de agosto, às 21h, para um clássico contra o Fluminense no Estádio Nilton Santos
Kaio Jorge e Matheus Pereira decidem, e Cruzeiro vence o Internacional na retomada do Brasileirão

Inter até pressionou, mas o Cruzeiro conseguiu levar a melhor em jogo com golaço, expulsão e muita chuva no Beira-Rio A retomada do Cruzeiro dos jogos do Campeonato Brasileiro 2026 foi com vitória. Na noite desta quarta-feira (22), o time celeste venceu o Internacional por 2 a 1 no Beira-Rio – gols de Kaio Jorge e Matheus Pereira (Carbonero descontou para o Inter) -, em Porto Alegre, pela 19ª rodada do torneio, a última do primeiro turno. O resultado fez o estrelado saltar, ao menos momentaneamente, para a sétima colocação, com 27 pontos. Para se manter nesta colocação, a Raposa precisa de um tropeço do Botafogo contra o Vitória, nesta quinta-feira (23).O começo da partida foi marcado por um forte ímpeto do Internacional. Em casa e precisando da vitória para melhorar sua condição na tabela, o Colorado subiu as linhas e buscava sufocar o Cruzeiro ainda no campo de defesa. Em determinado momento, a equipe mandante chegou a ter seis jogadores marcando a saída de bola celeste já no tiro de meta.E, de fato, o time estrelado sentiu os efeitos, com perdas de bola no campo defensivo que geraram chegadas perigosas do Inter. Em compensação, a marcação alta do time da casa teve um efeito colateral: um espaço considerável no meio de campo e às costas da zaga colorada.E o Cruzeiro aproveitou. Aos 10 minutos, Fagner achou passe em profundidade para Kaio Jorge, que arrancou e, cara a cara com Anthoni, bateu cruzado para inaugurar o placar. Mesmo com a Raposa em vantagem, o Inter seguiu pressionando a saída de bola do time azul, que estava descoordenada.As bolas esticadas pelo Inter da defesa para o ataque também causavam dificuldades à zaga cruzeirense. Ora porque Carbonero ganhava no corpo, ora porque os pontas sempre saíam no mano a mano. A falta de qualidade na definição colorada das jogadas impediu que o Cruzeiro sofresse o empate na etapa inicial.Se a primeira etapa teve o ritmo que o Inter quis, o segundo tempo começou como o Cruzeiro determinou. Com Gerson e Matheus Pereira orquestrando as jogadas ofensivas, a Raposa conseguiu controlar a posse de bola e, naturalmente, ocupou o campo de ataque.E ainda teve seu trabalho facilitado pela expulsão do zagueiro Victor Gabriel, após o mesmo dar um carrinho pesadíssimo em Gabriel Pec. Logo depois, veio o segundo gol, no talento de Matheus Pereira, que aos 18 minutos, tirou três marcadores com um único drible na grande área e finalizou cruzado: 2 a 0.Embora o Cruzeiro controlasse melhor o jogo, o Inter não deixou de buscar o ataque e usava cruzamentos e chutes de fora da área para pressionar. E o Colorado incendiou o duelo aos 37 minutos, com Carbonero, que recebeu na pequena área e cavou por cima de Otávio.O Inter até tentou uma pressão final, mas novamente esbarrou em sua limitação técnica. O Cruzeiro usou a posse de bola para manter a redonda longe do gol de Otávio e garantiu o triunfo.Com a vitória sobre o Internacional nesta quarta-feira (22), o Cruzeiro encerrou um longo jejum. A equipe celeste voltou a vencer o Colorado como visitante após 12 anos. A última vez em que a Raposa havia triunfado sobre o time vermelho como visitante foi no Brasileirão de 2014, por 3 a 1.
Atlético-MG e Bahia empatam em 1 a 1 no retorno ao Brasileirão

Equipes se enfrentaram na Arena MRV, em Minas Gerais, em jogo válido pela 19ª rodada Atlético-MG e Bahia empataram em 1 a 1 nesta terça-feira (21), na Arena MRV, em jogo válido pela 19ª rodada do Campeonato Brasileiro.O resultado traduziu o equilibrio em campo. Melhor na primeira etapa, o Galo marcou com Tressoldi. Na segunda etapa, Ademir, ex-jogador do time mineiro, deixou tudo igual.Os times voltam a campo no fim de semana. Com o resultado, o Tricolor de Aço mantém a 6ª colocação, e o Galo, a 10º. O Bahia enfrenta o Corinthians em casa, no domingo (26), Às 16h. Já o Atlético-MG visita o palmeiras às 19h30. O jogoO Atlético começou superior no primeiro tempo. A primeira grande chance do jogo foi Galo, com Cuello, do lado direito. O meia arriscou cruzado, e Ronaldo fez uma boa defesa. Cassierra arriscou da marca do pênalti, e a zaga do Bahia afastou. Bahia se arriscaJá metade do primeiro tempo, o Bahia se lançou no ataque com Erick Pulga. Em uma saída de bola ruim do Galo, o atacante recebeu a bola na grande área, passou do marcador e cruzou rasteiro, e Everson fez a defesa.A estratégia de jogo era o contra-ataque. Ademir recebeu pela direita e cruzou para o atacante, que cabeceou sem força e atingiu a trave de Everson. Atlético-MG abre o placarAos 45, Ruan Tressoldi abriu o placar para o Atlético-MG em um lance de muito oportunismo dentro da pequena área.Após cobrança de escanteio, Bernard ficou com a bola e mandou no segundo pau. O zagueiro aparece vencendo os marcadores, cabeceando forte, no chão, sem chances para Ronaldo. Bahia volta melhorAtrás no placar, o Bahia tomou a iniciativa no segundo tempo. O empate quase veio em Erick Pulga, que finalizou rasteiro para grande defesa do camisa 22 atleticano. O volante Erick insistiu após jogada individual de Ademir, mas errou o cabeceio e a bola acabou saindo pela linha de fundo.O time de Rogério Ceni imprimiu seu ritmo até o gol sair, aos 11 minutos, com Ademir. O Tricolor de Aço se aproveitou de um erro de Tressoldi e recuperou a posse de bola, e Nestor acionou o atacante ex-Galo em condições de bater.O camisa 7 contou ainda com um desvio de Lyanco antes da bola morrer no fundo da rede, deixando o placar igual na Arena MRV. Bahia pede pênalti, Bernard perde um golaçoAos 18 minutos do segundo tempo Zé Guilherme, lateral do Bahia, caiu na área e pediu a marcação de um pênalti. O árbitro Bráulio da Silva Machado mandou o jogo seguir.O Atlético reagiu à pressão baiana com Bernard. O meia fez uma bela jogada, entrando na área com liberdade, cortando o marcador e com espaço para finalizar. O camisa 11 bateu colocado, com uma bela curva, mas a bola saiu demais e acabou indo para fora, passando muito perto do gol de Ronaldo. No último lanceAntes do apito final, David Duarte disputou pelo alto após um cruzamento com a zaga do Atlético-MG e mandou na trave, e Everson pouco pode fazer além de torcer para a bola não entrar.
Quais foram os jogadores da Argentina e Espanha que evitaram Donald Trump

Donald Trump foi vaiado ao entrar no gramado da final entre Espanha e Argentina e teve sua presença ignorada por zagueiros durante a cerimônia de premiação. Jogadores protagonizaram momentos de distanciamento em relação a Donald Trump Cristian Romero, da Argentina, e Borja Iglesias, da Espanha, protagonizaram momentos de distanciamento em relação a Donald Trump durante a cerimônia de premiação da Copa do Mundo de 2026. O argentino não cumprimentou o presidente dos Estados Unidos, enquanto o espanhol fez um contato rápido e seguiu pelo palco quase sem olhar para o político.As atitudes ocorreram após a vitória da Espanha por 1 a 0 sobre a Argentina na final disputada no MetLife Stadium, em Nova Jersey. Trump participou da entrega das medalhas ao lado do presidente da Fifa, Gianni Infantino, e também esteve presente no momento em que o capitão Rodri recebeu a taça.Romero passou pela fila de autoridades sem falar ou apertar a mão de Trump. O comportamento do zagueiro argentino chamou atenção porque os demais integrantes das duas seleções cumprimentaram o presidente norte-americano durante a passagem pelo pódio. A reação de Borja Iglesias foi diferente, mas também demonstrou desconforto. Ao receber a medalha de campeão mundial, o atacante espanhol apertou rapidamente a mão de Trump, evitou prolongar o contato visual e seguiu imediatamente para encontrar os companheiros. O jogador já havia antecipado que não desejava permanecer muito tempo diante do presidente dos Estados Unidos. Questionado antes da decisão sobre como reagiria ao encontro, Iglesias respondeu:“Não quero que me mandem à prisão (risos). Espero que passe muito rápido e eu me esqueça.”Conhecido por manifestações políticas públicas, o atacante espanhol já havia criticado Trump. Em maio, durante uma participação no programa espanhol “La Revuelta”, Iglesias afirmou que era contrário ao político norte-americano porque “gosta das pessoas que lutam pelo progresso e pela defesa dos valores fundamentais”.Na véspera da final, o jogador também usou as redes sociais para classificar como “vergonha” os preços cobrados pelos ingressos da decisão. Algumas entradas chegaram a ser oferecidas no mercado de revenda por valores equivalentes a R$ 47 mil.Trump foi recebido com vaias vindas de diferentes setores do estádio quando entrou no gramado para a cerimônia. Também houve aplausos, mas a manifestação contrária ao presidente foi ouvida durante sua caminhada até o palco.A participação de Trump não terminou com a entrega das medalhas. Depois de ajudar Infantino a entregar o troféu a Rodri, o presidente permaneceu no centro do pódio enquanto os jogadores espanhóis se preparavam para levantar a taça.Com isso, Trump apareceu ao lado da seleção campeã em uma das imagens mais simbólicas da competição: o primeiro momento em que o troféu foi erguido. Sua presença na entrega havia sido anunciada previamente por Infantino, mas a permanência no palco durante o início da comemoração ultrapassou a função inicialmente prevista.A atuação de Trump em assuntos relacionados ao torneio já havia provocado controvérsia durante a Copa. Uma ligação do presidente norte-americano para Infantino foi apontada como parte da mobilização que antecedeu a suspensão da punição ao atacante Folarin Balogun, expulso na vitória dos Estados Unidos sobre a Bósnia e Herzegovina.Após o Comitê Disciplinar da Fifa permitir que Balogun enfrentasse a Bélgica nas oitavas de final, Trump comemorou a decisão nas redes sociais:“Obrigado à FIFA por fazer o que era certo e reverter uma grande injustiça.”Na premiação da final, Romero adotou a atitude mais direta ao passar sem cumprimentar Trump. Borja Iglesias, por sua vez, manteve apenas o contato protocolar que havia indicado antes da partida, encerrando rapidamente o encontro com o presidente norte-americano.
Espanha domina Argentina, vence na prorrogação e leva o bi da Copa

Ferran Torres sai do banco para devolver a Fúria ao topo após 16 anos Foram 16 anos de espera até que uma nova e talentosa geração recolocasse a Espanha no topo do futebol. Muitos dos ídolos da conquista de 2010, na África do Sul, estiveram em Nova Jersey neste domingo (19). Iker Casillas, Xavi Hernández, Carles Puyol, Andrés Iniesta – autor do gol daquele título – e até mesmo Joan Capdevilla, liberado de última hora para viajar aos Estados Unidos e que chegou lá a tempo de se emocionar com a sonhada segunda estrela. Sim, a Fúria (apelido da seleção espanhola) é, mais uma vez, campeã da Copa do Mundo.Os espanhóis tiveram pela frente os atuais donos da taça. A vitória por 1 a 0 sobre a Argentina, na prorrogação, após um verdadeiro “amasso” durante 120 minutos de jogo, colocou a seleção europeia no grupo seleto de bicampeões mundiais, que também tem Uruguai e França – além, claro, daqueles com três ou mais títulos, como os próprios argentinos e, o maior de todos os ganhadores e único penta, o Brasil.Diferentemente de 2010, o herói do título saiu do banco de reservas. Mas, Ferran Torres e Iniesta têm algo em comum. No momento em que decidiram a Copa para a Espanha, ambos representavam o Barcelona. Ao contrário do ex-meio-campista, revelado no clube catalão, o atacante de 26 anos é cria do Valência e passou pelo Manchester City (Inglaterra) antes de chegar ao Barça.Com a sexta menor média de idade da Copa (26,2), a Fúria deixou um recado claro para 2030, quando será uma das sedes: é favorita para buscar o tri. Afinal, possui nomes como os meias Gavi e Pedri e o atacante Nico Williams – que sequer terão completado 30 anos – a caminho do terceiro Mundial. Mesmo os veteranos do elenco, como o volante Rodri (terá 34 anos) ou o lateral Marc Cucurella (32), podem muito bem chegar lá.E o que dizer de Lamine Yamal? O atacante de 19 anos é o mais jovem campeão mundial desde Ronaldo, que tinha 17 anos no tetra, em 1994. Detalhe: o brasileiro nem a campo foi naquela campanha, enquanto Yamal é simplesmente a estrela da companhia espanhola – apesar de atuação discreta neste domingo. O craque se tornou, também, o quarto mais novo da história a vencer uma Copa. O líder da estatística? Pelé, na Suécia, em 1958, com 17 anos e 249 dias.A Espanha ainda atingiu dois marcos históricos com a conquista deste domingo. É a primeira vez que um país assegura, de forma simultânea, os títulos mundiais em ambos os gêneros. A Fúria foi a campeã do mundo feminina em 2023, na edição realizada na Austrália e na Nova Zelândia. No ano que vem, o Brasil sediará a Copa das mulheres. Será a vez das espanholas tentarem manter a unificação das taças.Além disso, a Espanha tornou-se a seleção com mais jogos de invencibilidade na história – e justamente em uma final de Copa. Com o triunfo sobre a Argentina, são agora 38 partidas sem derrotas, superando a sequência da Itália entre 2018 e 2021. Curiosamente, a série positiva teve início contra o Brasil de Dorival Júnior, em um empate por 3 a 3, em 26 de março de 2024, na capital Madri.Do lado argentino, frustração pelo adiamento do sonho do tetra e do desejo de “vingar” a Copa de 1994, também nos Estados Unidos, quando Diego Maradona foi suspenso durante o torneio por doping. Sem esquecer do adeus de Lionel Messi às Copas. Aos 39 anos, no sexto Mundial da carreira, o camisa 10 se despede com o título de 2022, dois vices (2014 e 2026) e o posto de segundo maior artilheiro da história do evento, com 21 gols.Durante boa parte da Copa, Messi liderou a estatística, assumida na estreia, na vitória por 3 a 0 sobre a Argélia. Ele, porém, foi ultrapassado no último sábado (18) pelo também atacante Kylian Mbappé. O francês chegou a 22 gols na derrota por 6 a 4 para a Inglaterra, em Miami (Estados Unidos), na disputa do terceiro lugar. Futebol? Teve poucoDepois de um sábado repleto de gols e ainda com a memória da movimentada final de 2022, com quatro gols no tempo normal e dois na prorrogação, a expectativa era de um primeiro tempo tão animado quanto neste domingo. Bem longe disso. Com atuações abaixo do que podem apresentar, Espanha e Argentina demonstraram nervosismo e não saíram do zero.A Fúria teve a iniciativa e as únicas oportunidades de gol, ainda que nenhuma dela realmente clara. Aos quatro minutos, Yamal tabelou com o meia Dani Olmo, invadiu a área pela direita e finalizou, mas o chute desviou no zagueiro Lisandro Martínez e facilitou a defesa de Dibu Martínez.Corta, então, para os 38 minutos, quando o meia Fabian Ruiz acionou Olmo na entrada da área e o meia, com um leve toquinho de calcanhar, ajeitou para Mikel Oyarzabal, de frente para o gol. O atacante poderia ter devolvido para Ruiz, que passava sozinho pelas costas da marcação na esquerda, mas tentou o chute de primeira, parando em Dibu.Já aos 42, foi a vez do lateral Marc Cucurella, acionado pela esquerda, bater cruzado, de fora da área, e mandar a bola rente à trave. Foi o último lance de perigo da primeira etapa. A Argentina não conseguiu efetuar nenhuma finalização antes do intervalo. Ataque contra defesaA pressão espanhola se intensificou na volta para o segundo tempo. Com menos de um minuto, o volante Ezequiel Paredes – que tinha acabado de entrar, no lugar do meia Nico González – errou o passe na intermediária e a bola ficou com Alex Baena. O atacante carregou até a entrada da área e arrematou no canto esquerdo, mas Dibu se esticou para agarrar.Sem deixar os argentinos passarem do meio-campo, a Espanha encurralava os sul-americanos com marcação, pressão e troca rápida de passes, procurando espaço para finalização. Como aos 18, quando Olmo recebeu do meia Pedri (que substituiu Fabián Ruiz) na entrada da área e chutou. Dibu salvou
Argentina Vence a Inglaterra e está na Final da Copa do Mundo de 2026

Seleção argentina sai perdendo, mas consegue virada nos minutos finais e segue na busca pelo bicampeonato consecutivo A Argentina venceu a Inglaterra por 2 a 1 nesta quarta-feira (15), em Atlanta, e garantiu seu lugar na final da Copa do Mundo. Esta é a segunda decisão consecutiva dos argentinos na competição, que buscam o tetracampeonato mundial.Na marca de 10 minutos do segundo tempo, Anthony Gordon completou o cruzamento vindo da direita e abriu o placar no Mercedes-Benz Stadium, nos Estados Unidos. Já no fim do confronto, Enzo Fernández e Lautaro Martínez balançaram as redes e decretaram a virada a favor dos sul-americanos.Com o resultado, a Seleção Argentina terá pela frente a Espanha na disputa pelo título do Mundial. O adversário derrotou a França por 2 a 0 e está atrás do bicampeonato do torneio.A grande final da Copa acontece no próximo domingo (19), às 16h (de Brasília), no MetLife Stadium, em Los Angeles. Já os ingleses, disputam o terceiro lugar contra os franceses no sábado (18), às 18h, no Hard Rock Stadium, em Miami. Sobre a partidaApós um início de muita tensão e marcado por um grande número de faltas, o confronto chegou na pausa para a hidratação sem nenhuma grande oportunidade criada por ambas as equipes. A primeira chance saiu somente aos 33 minutos, em cabeçada para fora do zagueiro John Stones após cruzamento do volante Declan Rice.Já aos 38 minutos, o volante Enzo Fernández, da Argentina, arriscou de fora da área e errou o alvo. O primeiro cartão amarelo do jogo saiu pouco antes, para o meio-campista inglês Elliot Anderson, após falta dura no craque Lionel Messi.Mais tarde, aos 42, o árbitro Ismail Elfath mostrou mais um amarelo, agora para o zagueiro Lisandro Martínez, do lado sul-americano do duelo, por matar o contra-ataque com um puxão na camisa do meia Morgan Rogers.Na volta do intervalo, a Argentina levou perigo com o atacante Julián Álvarez. Ele recebeu na área e encheu o pé para ótima defesa do goleiro Jordan Pickford. No rebote, o próprio Álvarez tentou mais uma vez e Pickford colocou a bola para escanteio.Porém, aos 10 minutos, foram os ingleses que tiraram o zero do placar. Rogers cruzou na segunda trave e o ponta Anthony Gordon antecipou a marcação e empurrou para as redes: 1 a 0.Atrás na partida, a Seleção Argentina passou a pressionar o rival em busca do empate. Na marca de 24 minutos, Messi cruzou na área e o ponta Nico González cabeceou firme, mas Pickford realizou um milagre para salvar a Inglaterra. Aos 30, o meio-campista Alexis Mac Allister apareceu sozinho e acertou a trave em tentativa de cabeça.Aos 40 minutos, Enzo Fernández recebeu passe de Messi e, com muita liberdade, finalizou de longe para empatar o jogo. Pouco depois, Lionel foi até a linha de fundo e cruzou na cabeça do atacante Lautaro Martínez, que saiu do banco de reservas para sacramentar a classificação argentina à grande final
Racismo, arbitragem, Milei, arrogância: torcer contra a Argentina é dever de todo sul-americano

Há uma cascata segundo a qual, por sermos do mesmo continente, devemos torcer para a Argentina na Copa do Mundo após o vexame do Brasil. É uma estupidez. Entre outros motivos, porque a Argentina não se considera do mesmo continente. Há uma cascata segundo a qual, por sermos do mesmo continente, devemos torcer para a Argentina na Copa do Mundo após o vexame do Brasil. É uma estupidez. Entre outros motivos, porque a Argentina não se considera do mesmo continente.A última representante da América Latina no torneio não conta com a torcida de seus vizinhos. Do México ao Chile, passando por Colômbia, Peru, Equador, Uruguai e pela parte sã do Brasil, a eliminação da seleção de Lionel Messi tornou-se quase um objetivo comum.A rejeição mistura rivalidades históricas, favorecimento da arbitragem no torneio, a idolatria idiota em torno de Messi, racismo e o fato de que os argentinos se consideram superiores aos vizinhos. Sim, temos uma velha rivalidade em campo que o saudoso Galvão Bueno explorava.Ocorre que eles nos ainda nos chamam de macaquitos e cantam que viemos “da favela”. Isso não é um detalhe e não é do “folclore futebolístico”.Infantino, o chefão da Fifa, não esconde sua predileção por Messi. Além do assalto contra o Egito, o americano Ismail Elfath foi escolhido como árbitro contra a Inglaterra. Elfath tem um histórico que chama atenção. Desde que Messi chegou ao Inter Miami, em 2023, apitou quatro partidas do craque argentino. O resultado foi perfeito para o camisa 10: quatro vitórias, quatro gols marcados e nenhum tropeço. O caso Enzo FernándezO debate ganhou dimensão internacional após a Copa América de 2024.Durante a comemoração do título, o volante Enzo Fernández apareceu em uma transmissão ao vivo no ônibus cantando, junto com companheiros da seleção, uma música que afirmava que os jogadores da França “jogam pela França, mas são de Angola”.A canção ainda dizia que Kylian Mbappé gostava de travestis, a mãe era camaronesa, o pai nigeriano e que “o passaporte dizia francês”.Em determinado momento do vídeo, um integrante da delegação percebe a gravidade da situação e grita para interromper a transmissão ao vivo, evidenciando que os próprios jogadores sabiam que o conteúdo poderia gerar repercussão. Tarde demais.A canção havia surgido ainda durante a Copa de 2022 entre grupos de torcedores argentinos, mas ganhou repercussão mundial apenas após a divulgação do vídeo de Enzo Fernández.O Chelsea abriu investigação interna contra o jogador, atletas franceses condenaram o cântico e entidades de combate ao racismo classificaram a música como xenófoba, racista e transfóbica, mas ficou por isso mesmo.Durante esta Copa do Mundo, torcedores argentinos foram flagrados dirigindo insultos racistas contra um streamer negro americano em duas partidas da seleção. Chamaram-no de macaco.Também repercutiu a declaração do jornalista argentino Eduardo Feinmann, que afirmou na televisão que “detesta os mexicanos” e que eles têm inveja dos argentinos “não apenas no futebol, mas em tudo”. A fala foi condenada pela presidente mexicana Claudia Sheinbaum. Messi não é PeléEmbora seja um dos maiores jogadores da história, Lionel Messi é alvo de uma babação de ovo insuportável. A cobertura da imprensa e das transmissões transforma qualquer lance do camisa 10 em um momento extraordinário, criando uma idolatria psicótica. O narrador da CazéTV tem orgasmos múltiplos a cada vez que ele pega na bola ou dê um passe de lado.A relação com o México também ficou abalada após a Copa de 2022, quando um vídeo mostrou uma camisa mexicana no chão do vestiário argentino enquanto Messi retirava as chuteiras. O boxeador Saúl “Canelo” Álvarez acusou o craque de desrespeitar o uniforme mexicano, algo que Messi sempre negou.Anos depois, o próprio argentino reconheceu que aquele episódio alterou a forma como muitos mexicanos passaram a enxergá-lo.Eles são auto-indulgentes. Como persiste no país a ideia de que “não existem negros” e, portanto, não haveria racismo, os argentinos sequer reconhecem o caráter discriminatório de músicas e gestos.A única autoridade do governo que sugeriu um gesto de retratação após o hino atacando a seleção francesa, feita de filhos de imigrantes da África, acabou perdendo o cargo.O então secretário de Esportes da Argentina afirmou, em entrevista, que os jogadores poderiam pedir perdão pelo episódio. A declaração desagradou Milei, que determinou sua demissão.Segundo ele, ninguém poderia dizer “o que os campeões do mundo e bicampeões da América devem fazer ou dizer”.
França é eliminada da Copa e perde chance de igualar recorde de Brasil e Alemanha

Franceses sonhavam com o possível tricampeonato do Mundial, mas ficam para trás A principal favorita para o título da Copa do Mundo, a França foi eliminada na semifinal do torneio. Com isso, os franceses perderam a chance de igualar recorde da Seleção Brasileira e da Alemanha de jogar três finais de Mundial seguidas.Os franceses não só chegaram na final da Copa do Mundo de 2018, mas como também foram campeões do torneio. Em 2022, a França voltou a chegar na decisão do Mundial, mas dessa vez foram derrotados pela Argentina, nos pênaltis. AlemanhaA Alemanha foi a primeira seleção a chegar em três finais consecutivas de Copa do Mundo. Os europeus disputaram a decisão do torneio em 1982, 1986 – vice em ambas – e 1990 – onde foi campeã em cima da Argentina. BrasilA Seleção Brasileira também conquistou o feito, pouco tempo depois. Em 1994, nos Estados Unidos, o Brasil conquistou o tetracampeonato da Copa do Mundo.Em 2002, o Brasil voltou a ser campeão do mundo. A Seleção Brasileira chegou na final, pela terceira vez consecutiva, e derrotou a Alemanha por 2 a 0, conquistando o pentacampeonato.
Trapaça de Trump e Infantino fracassa e Bélgica humilha Estados Unidos

Escalação de Balogun após liberação polêmica da Fifa não evita goleada belga por 4 a 1 e eliminação dos anfitriões da Copa A tentativa de salvar o atacante Folarin Balogun nos bastidores da Copa do Mundo terminou em fiasco para os Estados Unidos. Nesta segunda-feira (6), o atleta foi titular após ter uma suspensão automática revogada pela Fifa, mas não conseguiu impedir a goleada da Bélgica por 4 a 1, em Seattle, pelas oitavas de final do torneio. O resultado eliminou os anfitriões e colocou a seleção belga nas quartas, contra a Espanha.A Bélgica construiu a vitória com autoridade, eficiência ofensiva e aproveitamento dos erros norte-americanos. Charles De Ketelaere marcou duas vezes no primeiro tempo, Hans Vanaken ampliou na etapa final e Romelu Lukaku fechou a goleada. O único gol dos Estados Unidos foi de Malik Tillman, em cobrança de falta que desviou na barreira.O início belga já indicava uma noite difícil para os donos da casa. Após jogada pelo lado direito e corte mal feito pela defesa dos Estados Unidos, Nicolas Raskin ficou com a sobra dentro da área e finalizou cruzado. De Ketelaere apareceu próximo à linha do gol para completar e abrir o placar.Os Estados Unidos conseguiram reagir em lance que passou diretamente por Balogun. O atacante sofreu falta frontal na entrada da área, e Tillman cobrou com a perna direita. A bola desviou na barreira, enganou Thibaut Courtois e entrou no meio do gol, empatando a partida em Seattle.A resposta belga, porém, foi imediata. Menos de um minuto depois, Leandro Trossard avançou pela esquerda, chegou à linha de fundo e cruzou para De Ketelaere. O atacante venceu a disputa pelo alto e marcou o segundo dele no jogo, recolocando a Bélgica em vantagem antes do intervalo.Na etapa final, os Estados Unidos tentaram assumir o controle da posse de bola e empurrar a Bélgica para o campo de defesa. A equipe norte-americana teve mais volume em alguns momentos, mas encontrou dificuldade para criar chances limpas diante de uma seleção belga organizada e mais precisa nas transições.A melhor oportunidade dos anfitriões saiu novamente com Balogun. O atacante aproveitou falha de Brandon Mechele, arrancou em velocidade pela esquerda e entrou na área em condição clara de finalização. Courtois fechou o ângulo e fez defesa decisiva, impedindo o empate e mantendo a vantagem belga.Pouco depois, a Bélgica transformou o controle emocional do jogo em vantagem no placar. Matt Freese saiu da área para se antecipar a De Ketelaere e dominou a bola no peito, mas hesitou na sequência. O atacante belga pressionou, recuperou a jogada e a bola sobrou para Vanaken, que finalizou de fora da área, com o gol aberto, para fazer 3 a 1.No fim, Lukaku completou a noite desastrosa dos Estados Unidos. O maior artilheiro da história da seleção belga entrou no segundo tempo e aproveitou erro na saída de bola norte-americana pelo lado direito. O atacante carregou para o meio da área e bateu colocado, de direita, no canto esquerdo de Freese, decretando o 4 a 1.A derrota encerra de forma contundente a campanha dos Estados Unidos na Copa disputada em casa. A seleção havia liderado o Grupo D, com vitórias sobre Paraguai e Austrália e derrota para a Turquia. Na etapa seguinte, venceu a Bósnia e Herzegovina por 2 a 0, em partida marcada pela expulsão de Balogun.A Bélgica, por sua vez, confirma sua recuperação no torneio. Depois de uma fase de grupos irregular, com empates contra Egito e Irã e goleada sobre a Nova Zelândia, a equipe eliminou o Senegal na prorrogação e agora derrubou os anfitriões com uma atuação dominante. Nas quartas de final, enfrentará a Espanha, que venceu Portugal por 1 a 0. Revogação de cartão de Balogun expõe pressão nos bastidoresA goleada também ampliou o peso político e esportivo da polêmica que antecedeu a partida. Balogun havia sido expulso contra a Bósnia, na segunda fase, em lance revisado pelo VAR e confirmado pelo árbitro brasileiro Raphael Claus. A jogada envolveu um pisão no calcanhar do zagueiro Muharemovic, punido inicialmente com cartão vermelho direto e suspensão automática.Apesar da punição, o Comitê Disciplinar da Fifa revogou a suspensão e autorizou Balogun a enfrentar a Bélgica. A Associação Belga de Futebol reagiu imediatamente, recorreu da decisão e afirmou que o pedido foi negado. A entidade também declarou não ter recebido a íntegra do despacho nem as justificativas formais para a liberação do atacante.Em comunicado, a RBFA afirmou: “A RBFA notificou a Federação de Futebol dos EUA de que contestará a elegibilidade do jogador caso seu nome conste na súmula oficial da partida. Consequentemente, todos os demais recursos legais e outras medidas permanecem em aberto”.A federação deixou aberta a possibilidade de levar o caso a instâncias superiores, como a Corte Arbitral do Esporte, conhecida pela sigla CAS, responsável por julgar disputas disciplinares e regulatórias no futebol internacional.O episódio ganhou ainda mais repercussão depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ligou para o presidente da Fifa, Gianni Infantino, para pedir a revogação da suspensão automática de Balogun. A interferência política ampliou as críticas à decisão da entidade máxima do futebol e colocou ainda mais pressão sobre o confronto.O técnico Mauricio Pochettino foi o principal defensor da liberação do atacante. O argentino sustentou que a expulsão contra a Bósnia havia sido injusta e argumentou que os Estados Unidos já tinham sido suficientemente prejudicados naquele jogo. Em campo, Balogun participou do lance do gol norte-americano e teve a melhor chance da equipe no segundo tempo, mas terminou a noite como símbolo de uma manobra frustrada.
Trump admite interferência na Fifa e detona árbitro brasileiro: “Suspeito”

Em entrevista coletiva, presidente dos EUA confessou ter pedido para cancelar cartão vermelho de Balogun, estrela da seleção norte-americana O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou nesta segunda-feira (6) que pediu à FIFA a revisão do cartão vermelho aplicado ao atacante Folarin Balogun durante a vitória da seleção norte-americana sobre a Bósnia-Herzegovina, pela Copa do Mundo. Após a análise da entidade, a expulsão foi anulada e o jogador foi liberado para enfrentar a Bélgica nas oitavas de final.Durante entrevista no Salão Oval da Casa Branca, Trump afirmou que não concordou com a decisão da arbitragem, mas negou ter interferido diretamente na condução da competição. Segundo ele, o objetivo foi apenas solicitar uma reavaliação do lance.“Tudo o que fiz foi pedir uma revisão, porque não achei que fosse falta. Eu não disse à Fifa o que fazer. O comitê tomou a decisão certa. É injusto excluir um dos melhores jogadores dos EUA”, declarou.A expulsão ocorreu aos 18 minutos do segundo tempo da partida contra a Bósnia-Herzegovina. O árbitro brasileiro Raphael Claus aplicou o cartão vermelho após revisão do VAR, entendendo que Balogun atingiu o tornozelo do defensor Muharemovic com um pisão.“Tudo o que fiz foi pedir uma revisão, porque não achei que fosse falta. Eu não disse à Fifa o que fazer. O comitê tomou a decisão certa. É injusto excluir um dos melhores jogadores dos EUA”, declarou.A expulsão ocorreu aos 18 minutos do segundo tempo da partida contra a Bósnia-Herzegovina. O árbitro brasileiro Raphael Claus aplicou o cartão vermelho após revisão do VAR, entendendo que Balogun atingiu o tornozelo do defensor Muharemovic com um pisão. Na entrevista, Trump também criticou a atuação de Claus e levantou suspeitas sobre o histórico do árbitro, sem apresentar provas. “Esse árbitro é um pouco suspeito. Se você verificar o passado dele… Eu não quero dizer isso, porque não gosto de criar polêmica, mas muito suspeito, como se eu pudesse te mostrar o histórico. Ele fez uma marcação que ninguém conseguiu acreditar, sabe? Até pessoas do outro lado”, afirmou.A decisão da FIFA provocou reação da Federação Belga de Futebol, adversária dos Estados Unidos nas oitavas de final. Em comunicado, a entidade informou que não recebeu explicações oficiais para a revisão da punição e sustentou que a suspensão automática prevista para cartões vermelhos deveria ter sido mantida.Segundo a federação, o Artigo 66.4 do Código Disciplinar da FIFA e o regulamento da Copa do Mundo estabelecem a suspensão automática após expulsões. A entidade acrescentou que a regra também foi reforçada em circulares e reuniões realizadas antes do início do torneio e informou que estuda medidas para contestar a condição de jogo de Balogun.O episódio também repercutiu no futebol europeu. A Uefa manifestou críticas à decisão de anular o cartão vermelho, enquanto a discussão sobre a revisão da punição ganhou destaque às vésperas do confronto entre Estados Unidos e Bélgica, válido pelas oitavas de final da Copa do Mundo. Veja o vídeo na íntegra: