Maurício X Casagrande: não há reabilitação para mau-caratismo. Por Nathalí Macedo

A escritora e colunista Nathalí Macedo escreve sobre a crítica do comentairsta Casagrande, da Globo, sobre o jogador de vôlei homofóibico Maurício Souza. Ele atacou os quadrinhos do Superman bissexual e vai para cima de minorias LGBT nas redes sociais. Maurício versus Casagrande Desempregado, o jogador de vôlei Maurício Souza – mais famoso pelas merdas homofóbicas que posta do que pelo talento pro esporte – não desiste de se autodeclarar homofóbico sem que ninguém precise perguntar. Depois de ser dispensado do Minas pelas posturas preconceituosas nas redes sociais, o jogador publicou uma imagem em que o Superman beija a Mulher-Maravilha para reivindicar, mais uma vez, a heterossexualidade do herói. Aparentemente, pra ele, isso é tudo que importa: tudo bem ficar desempregado, desde que o c* do super-man esteja a salvo. Esse é o nível de esquizofrenia dessa gente: levar preconceitos como bandeiras mesmo que isso implique em prejuízos consideráveis, como a própria carreira, e depois agir como um mártir se sacrificando que vai até o fim pelas próprias convicções (quando acabar, a maluca sou eu). E já que, como disse Suassuna, “gente besta e pau seco é coisa que não acaba no mundo”, a tag #SomosTodosMauricioSouza esteve nos trending topics ontem. Tanta bandeira por aí precisando ser levantada e milhares de pessoas sobem uma tag em defesa de um cara que, além de homofóbico, tem um gosto horrível pra memes (tá explicado como Bolsonaro chegou à presidência). No “Seleção SporTV”, o comentarista Carlos Casagrande disse o que todas as pessoas sensatas (que não defendem criminoso na internet e chama isso de liberdade de expressão) gostariam de dizer: “É crime. É covardia. E é mau-caratismo. Principalmente e especificamente o Maurício Souza. E eu estou falando com propriedade, porque ele foi mau-caráter comigo. Então, para mim, ele é mau-caráter” E isso foi só o começo. Casagrande lembrou do episódio em que Jair Bolsonaro (apoiado por Maurício Souza, vale lembrar) acusou-o de satanista. “Dei uma entrevista para a revista Playboy, falei que ele era mentiroso. Obviamente que ele nem falou nada, porque é mentiroso mesmo” Tempos depois, Maurício Souza, seguidor de Jair Bolsonaro (como não poderia deixar de ser) editou um trecho de entrevista e postou como uma “prova” das acusações de Jair – seria a famigerada “fake News dos infernos?” “Casagrande Satanista” combina bastante, aliás, com outras fake News pra lá de criativas como marxismo cultural e kit gay, por exemplo. Same energy, como diriam os jovens. Sem reação diante das críticas do comentarista e ex-atacante, o bolsominion jogou baixo: usou a luta de Casagrande contra as drogas para ataca-lo. Porque não basta ser homofóbico: é preciso reunir outros preconceitos no pacote. Não tem jeito: é como se compõe a persona bolsonarista, é o jeitinho bolsominion de ser. “Não julgueis para não ser julgado, a mesma medida que julgar alguém, você também será julgado. Chama todo mundo de homofóbico e Nazista somente por discordar do pensamento da pessoa. Aí quando chamam ele de viciado, cheirador, se faz de vítima e diz “isso era uma doença”, mas adora julgar as pessoas”, escreveu o volante em seus stories do Instagram. Começar com um versículo bíblico, seguir para uma acusação e por fim, na intenção de se fazer de vítima, acusar o outro de se fazer de vítima: Maurício Souza desnudou toda a retórica bolsonarista em um só story. Mais didático, impossível. E o pior é que a premissa principal dessa afirmação não poderia ser mais a cara (de pau) do bolsonarismo: homofobia (um crime) é comparável a dependência química (uma doença) (???) Só que não. Existe reabilitação pra dependência química – alô, alô, Fábio Assunção ayahuasqueiro – mas pra falta de caráter, meus amigos, não há clínica que dê jeito. E, ainda que homofobia fosse uma doença, a reabilitação seria dificílima, se não impossível diante da recusa do homofóbico em ajudar a si próprio. Quando o dependente químico se vê desempregado, cancelado e humilhado, em geral ele se trata. Já o homofóbico não se emenda nunca: depois da demissão, ele vai pra casa postar beijo hétero e passar mais um pouquinho de vergonha. DCM

Atleta de Minas Gerais vence campeonato nacional de breaking pela segunda vez consecutiva

O breaking surgiu em meados da década de 70 nos guetos de Nova Iorque e logo se espalhou pelo mundo – Fábio Piva/Reprodução Apesar da pouca idade, além dos dois títulos, Itsa também traz na bagagem anos de experiência e dedicação Amélia Gomes Cria do Barreiro, região de Belo Horizonte, Itsa pratica breaking desde os 11 anos de idade. Hoje com 22, conquistou pela segunda vez consecutiva o Campeonato Nacional de Breaking, realizado no dia 3 de outubro. Ao longo destes onze anos de carreira, integrou o grupo o Corpo, o Cirque du Soleil e agora em novembro desembarca na Polônia para representar o Brasil na Final Mundial da competição de dança. Esporte é nova modalidade olímpica e Brasil ocupa lugar de destaque O breaking surgiu em meados da década de 70 nos guetos de Nova Iorque e logo se espalhou pelo mundo. A dança é contemporânea de outras manifestações culturais urbanas como o hip hop e o rap e a partir de 2024 passa a integrar o quadro de esportes das Olimpíadas. O Brasil ocupa lugar de destaque na disputa internacional e nossos atletas, assim como aconteceu com o skate em 2021, são espelho para o mundo. Para falar sobre a dança, o prêmio recém conquistado e contar sobre as dádivas e desafios da profissão, o Brasil de Fato conversou com Itsa. Na entrevista, Itsa, que se identifica como pessoa não binária, afirma que além da arte, também leva para os palcos do breaking reflexões sobre a sociedade e o papel que a cultura ocupa em nossas vidas. Brasil de Fato – Com apenas 22 anos, você já tem dois prêmios nacionais de breaking, um currículo extenso e 11 anos de carreira. Conta pra gente como começou a sua relação com o breaking? Eu comecei a dançar com 11 anos, depois que meu primo que já dançava se mudou para o lado da minha casa. Ele tinha um tablado de MDF e ele sempre colocava no quintal e ficava dançando. Um dia eu decidi pular o muro e pedir para ele me ensinar. E foi aí que tudo começou. Ele me levou ao Centro Cultural Lindeia Regina e também para um programa chamado Escola Aberta. Desde então comecei a dançar e nunca mais parei. No Centro Cultural foi onde eu comecei a participar de batalhas de dança e outras competições de breaking. E aí não parei mais. Participei de projetos sociais como o Valores de Minas e do projeto social do Corpo Cidadão. Com 17 anos eu entrei para uma companhia de dança de Belo Horizonte onde fiquei nove meses, depois eu dei aula em uma escola integrada durante um ano. Foi quando eu fiz a minha audição para participar do Cirque du Soleil. Além da arte, Itsa também leva para os palcos do breaking reflexões sobre a sociedade Então comecei a trabalhar com Soleil em 2018 e fiquei este ano todo viajando e me apresentando em vários shows por todo o mundo. Aí, por um acaso, em 2019 (e eu gosto muito de acaso) eu estava no intervalo de shows do Cirque. Era uma coisa muito rara de acontecer, a gente voltar para casa nos intervalos das turnês, e aí eu voltei e tinha a eliminatória regional do Red Bull aqui em Belo Horizonte. Participei da regional e ganhei. Eu tive um outro intervalo bem na final nacional do Red Bull, que foi em São Paulo. Foi muito por acaso mesmo, porque isso era muito raro. E aí participei da final nacional. Eu tinha acabado de me recuperar de uma lesão e dancei com meu pé enfaixado. Acho importante falar isso, porque só foi possível dançar porque tive um acompanhamento psicológico e de fisioterapia do Cirque, depois de ter me machucado em um show. Esse suporte acabou me ajudando para eu me preparar para a final e ganhei a final nacional em 2019. Eu já sofri discriminação, muita discriminação. É triste. E foi uma surpresa e tanto representar o Brasil na final mundial na Índia. Foi uma experiência muito enriquecedora. No início de 2020 eu voltei a fazer minhas turnês com o Cirque de Soleil e veio a pandemia. Eu que viajava muito, não ficava uma semana em casa, fiquei um ano inteiro em casa de novo. Foi uma sensação e tanto. E ainda teve toda dificuldade financeira porque o setor artístico ficou completamente quebrado. Então foi muito difícil mesmo. Graças a Deus eu tenho pai, mãe e irmãs que me ajudaram, que me acolheram. Desde o início da pandemia o setor cultural tem sido um dos que mais sofreu com a crise econômica que se agravou. Somado a isso, a negligência do governo em prestar apoio ao setor, com a extrema demora para sancionar a Lei Aldir Blanc. Como você vê isso? É uma vergonha, porque o nosso país é tão enriquecido culturalmente. É muito difícil para a gente ficar assistindo isso, sem poder agir de uma forma ou de outra. Parece que o sistema está trabalhando para que eu não consiga me sustentar e sobreviver. E eu tenho que ficar correndo para um trabalho ali outro aqui, e hora que eu vejo corta verba daqui, corta verba dali. Olha o trabalho que foi a burocracia que foi para a gente conseguir levar a Aldir Blanc. Olha a espera que teve que acontecer. Eu vejo tantos amigos, tantas pessoas passarem pelo mesmo. É muito dolorido para a gente. Eu sou uma pessoa muito paciente, mas quando baixa essa revolta, essa indignação no meu coração, aí eu tenho que ser artista mesmo. Aí a gente tem que usar muita dessa ferramenta, para transformar isso em alguma coisa boa porque senão isso vai me corroendo. Isso vai me sucumbir. Dediquei o troféu aos meus avós que perdi para a covid Mas ainda assim a gente não pode deixar de falar, não pode deixar de falar que está errado. Está errado cortar a verba da cultura. Errado. Olha o tanto de esforço e de tempo que a cultura gastou

Chuva forte arranca telhado de ginásio e cancela jogo de vôlei do América pela Superliga

Ginásio Poliesportivo Tancredo Neves, em Montes Claros, teve parte do telhado arrancado com a chuva forte Toda a parte elétrica do local também foi danificada; partida que seria neste sábado será remarcada Um temporal que atingiu a cidade de Montes Claros, no Norte de Minas, nesta sexta-feira, causou estragos na região. O ginásio Poliesportivo Tancredo Neves teve a estrutura do telhado arrancada e toda a parte elétrica danificada. Por conta disso, o jogo de abertura da Superliga Masculina de Vôlei entre Montes Claros América e Brasília, que seria disputado neste sábado (23), às 17h, teve que ser cancelado. “A situação do ginásio, neste momento, oferece risco à população que mora no entorno do local, apresentando iminência de telhas se soltarem e atingirem os moradores, principalmente alunos da escola municipal vizinha ao ginásio”, informou o Montes Claros América em nota. Outras estruturas comerciais e residenciais de Montes Claros também foram afetadas pela forte chuva que caiu na cidade. O América aguarda o posicionamento do município quanto aos reparos necessários na estrutura. Será marcada uma nova data para o confronto. Confira as imagens dos estragos no ginásio Poliesportivo Tancredo Neves (crédito: Divulgação/Montes Claros América) pic.twitter.com/XU4Z8j3S5u — Itatiaia (@itatiaia) October 23, 2021

CBF libera a presença da torcida visitante em jogos, com comprovante de vacinação

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou uma atualização do Protocolo de Recomendações para Retorno do Público aos Estádios, cuja principal novidade é a permissão da presença de torcedores visitantes em estádios que já recebem público. Segundo o documento divulgado no final da noite da última segunda (12), a presença dos torcedores visitantes seguirá o mesmo protocolo dos apoiadores da equipe da casa, com a comprovação da vacinação completa para o novo coronavírus (covid-19) e a realização de teste antígeno não reagente. Esta atualização do protocolo também libera a presença de mascotes das equipes nas partidas e trata da dinâmica da entrada das equipes nos estádios

Globo perde exclusividade de direitos digitais na transmissão da Copa do Mundo de 2022

Fifa tem oferecido pacotes de jogos da competição por streaming diretamente às plataformas digitais no Brasil. Youtube, Facebook e TikTok, por exemplo, já foram procurados e estudam a viabilidade do negócio Após batalha judicial contra a Fifa para reduzir o valor das parcelas de seu acordo de TV para a transmissão da Copa do Mundo de 2022, a Globo não será mais a emissora exclusiva a transmitir, pela internet, o torneio mundial de futebol no Qatar. Com o posicionamento da Globo de renunciar os direitos de transmissão, a Fifa tem oferecido pacotes de jogos da competição por streaming diretamente às plataformas digitais no Brasil. De acordo com reportagem do jornal Folha de S. Paulo, Youtube, Facebook e TikTok, por exemplo, já foram procurados e estudam a viabilidade do negócio. A emissora irá manter a transmissão dos jogos nos canais de TV aberta e no canal esportivo, mas nas plataformas digitais como GloboPlay e nos portais não será possível. Ainda de acordo com a reportagem, o pacote, avaliado em R$ 43 milhões (no câmbio atual), permite ao patrocinador explorar publicidade nos estádios durante os 64 confrontos do Mundial.

Goleiro Fábio publica carta anunciando paralisação dos treinos no Cruzeiro

Capitão destaca salários atrasados para jogadores e funcionários do clube. Segundo o comunicado, há pagamentos de 2020 em aberto O goleiro e capitão do Cruzeiro, Fábio, publicou uma carta em seu Instagram pessoal, nesta quarta-feira (13/10), afirmando que jogadores e outros funcionários do clube farão uma paralisação, em protesto aos salários atrasados na Raposa. De acordo com o atleta, há pendências referentes a 2020. Conforme aponta o comunicado assinado pelos jogadores profissionais da equipe mineira, o texto foi escrito com o objetivo de assegurar os direitos dos trabalhadores que atuam no Cruzeiro. A atual conjuntura, segundo a carta, é insustentável. A publicação indica que a inadimplência nos pagamentos chega a acumular seis meses de atraso em 2021. O Cruzeiro vive uma crise sem precedentes em sua história. Endividado após a gestão de Wagner Pires de Sá e Itair Machado, enfrenta problemas semanais na esfera jurídica e ainda batalha para se livrar das proibições impostas pela Fifa por calotes em contratações do passado.

Sem vacina, Bolsonaro é impedido de assistir jogo do Santos na Vila Belmiro

Presidente da República, que ainda não tomou sequer uma dose de imunizante contra a COVID-19, disparou contra o ‘passaporte’, medida adotada em SP O presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que ainda não tomou a vacina contra a COVID-19, tinha a intenção de assistir ao jogo de futebol entre Santos e Grêmio, neste domingo (10/10), pela Série A do Campeonato Brasileiro. A ausência do comprovante de imunização, no entanto, fez os planos naufragarem. O chefe do Executivo cumpre agenda no litoral paulista, estado onde, para entrar em estádios, é preciso atestar o recebimento das injeções contra a doença. Sem poder comparecer à Vila Belmiro, em Santos, Bolsonaro protestou. “Por que cartão, passaporte, da vacina? Eu queria ver o jogo do Santos agora. Me falaram que tem que estar vacinado. Por que isso?”, criticou. O “passaporte” vacinal é norma fixada pelo governador João Doria (PSDB) para liberar o retorno da torcida às arquibancadas. Às pessoas que receberam duas doses, basta apresentar o comprovante. Cidadãos contemplados com apenas uma injeção precisam levar, ainda, teste negativo da doença. “Eu tenho mais anticorpos do que quem tomou a vacina”, disse Bolsonaro, em tom irônico. Por ora, os estádios paulistas podem receber até 30% da capacidade total. A gestão estadual pretende autorizar a abertura de todos os setores das arenas no próximo mês. “Por que cartão, passaporte da vacina? Eu queria ver o jogo do Santos agora me falaram que tem que estar vacinado. Por que isso? Eu tenho mais anticorpos do que quem tomou a vacina”, protestou aos seus eleitores. O documento está sendo exigido em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro para acesso a eventos de grande porte, como estádios. O Santos negou ter sido procurado pela equipe do chefe de governo. Em nota, o clube afirmou: “O Santos FC não foi procurado pela equipe do presidente. O Clube segue os protocolos da CBF, que, por sua vez, segue as normas sanitárias da Anvisa”. Passando o feriado no litoral paulista, presidente @jairbolsonaro diz que foi impedido de assistir jogo do @SantosFC por não estar vacinado. “Por que isso?”, questionou em tom de indignação. pic.twitter.com/VcJ9t5qGTU — Metrópoles (@Metropoles) October 10, 2021 BH: vereador bolsonarista barrado no Cristo Há duas semanas, outro bolsonarista, Nikolas Ferreira (PRTB), vereador de Belo Horizonte, também debochou da necessidade de comprovar a imunização. Ele queria visitar o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, mas acabou barrado. Sem atestar a imunização, exigida pela prefeitura fluminense para entrada em locais de uso coletivo, Nikolas não pôde visitar o ponto turístico . Na Câmara dos Deputados, Junio Amaral (PSL), outro mineiro alinhado às ideias de Bolsonaro, tenta emplacar projeto que inviabiliza o passaporte da vacina. O pesselista apresentou a ideia à Mesa Diretora do Parlamento. A ideia é multar quem “tratar de forma desigual pessoas vacinadas e não vacinadas”.

Galvão Bueno chama Neymar de idiota no final da partido do Brasil x Colômbia

​Irmã de Neymar rebate Galvão Bueno: “Idiota. Será ele ou você?” Durante a transmissão da partida entre Colômbia e Brasil, o narrador Galvão Bueno se tornou um dos principais assuntos das redes sociais neste domingo (10). Bueno deixou o microfone ligado onde vazou ele chamando Neymar de “idiota”. O jornalista Eric Faria explicava o que ocorreu no final da partida e Galvão comentou por cima, mas sem saber que o áudio estava aberto. “Todos os jogadores estão se cumprimentando no campo a exceção é o Neymar que assim que o árbitro acabou o jogo ele foi embora para o vestiário ele não ficou para esse protocolo de fair play”, explicou o repórter. Neste momento, é possível escutar a voz do narrador. “Idiota”, disparou. A seleção brasileira enfrentou a Colômbia pelas Eliminatórias da Copa do Mundo e empatou em zero a zero. A equipe do técnico Tite segue líder da competição e está muito próxima de ir para o mundial de 2022. O próximo jogo ocorrerá na quinta-feira (14). Irmã de Neymar rebate Galvão Bueno: “Idiota. Será ele ou você?”; veja vídeo   Rafaella Santos publicou um vídeo e saiu em defesa do irmão, Neymar Jr. “Aí, um certo senhor que eu já tinha falado no meu story passado, durante a transmissão chamou meu irmão de idiota. Será ele ou você?”, indaga Rafaella, com olhar de desdém. Galvão Bueno e o salário Galvão Bueno teve redução salarial na TV Globo. O principal narrador esportivo do país recebia R$ 5 milhões mensalmente. Agora, com o corte, tem um salário de R$ 800 mil. A redução é de 80%. O locutor está insatisfeito com a tesourada, segundo a coluna de Leo Dias no Metrópoles. Neste ano, completou 40 anos de emissora. Já narrou 10 copas do mundo, entre eles o tetra do Brasil, em 1994, e o penta, em 2022. Eternizou vitórias de Ayrton Senna, na F1, e de Popó, no boxe.

Patrocinador do Atlético Mineiro, Rubens Menin é dono ​​​​de quatro offshores em paraísos fiscais

Pandora Papers revelam offshores de sócios da Prevent Senior, MRV e outros empresários – 25 sócios ou donos de 20 das maiores empresas do Brasil têm offshores em paraísos fiscais Esta reportagem faz parte do Pandora Papers, projeto do Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ) que reúne mais de 600 repórteres de 151 veículos em 117 países e territórios. O Pandora Papers investigou milhões de documentos de paraísos fiscais em todo o mundo. No Brasil, participaram da apuração Agência Pública, revista piauí, Poder360 e Metrópoles. Esta reportagem foi produzida por Guilherme Amado e Lucas Marchesini. Os acionistas de 20 das 500 empresas que mais empregam no Brasil têm offshores em paraísos fiscais. Ao todo, 25 acionistas ou donos de companhias como Prevent Senior, MRV Engenharia, Grendene e Riachuelo, entre outras, inauguraram esses negócios com objetivos que foram desde a compra de imóveis e iates até a economia de impostos e a proteção de suas fortunas contra crises políticas e econômicas do Brasil. Uma colaboração jornalística organizada pelo Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ, na sigla em inglês), do qual o Metrópoles faz parte, investigou, nos últimos meses, milhares dessas offshores, abertas principalmente nas Ilhas Virgens Britânicas, e cujos documentos foram entregues ao ICIJ por uma fonte anônima há cerca de um ano. O resultado dessa investigação deu origem à série de reportagens Pandora Papers, que começa a ser publicada a partir deste domingo (3/10) por veículos como Washington Post, Le Monde, El País, The Guardian e BBC, entre outros. No Brasil, além do Metrópoles, também participaram da investigação o site Agência Pública, a revista Piauí e o site Poder 360. Offshores são empresas em paraísos fiscais e constituem populares instrumentos entre as pessoas mais ricas do mundo. Elas são criadas por motivos que vão desde economizar no pagamento de impostos — um drible fiscal eufemisticamente chamado de eficiência tributária — até a proteção de ativos contra o risco político ou confiscos, como o que ocorreu no Brasil em 1990. Por estarem localizadas em países com pouca transparência e fiscalização, as offshores também são usadas por quem quer ocultar patrimônio ou por corruptos ou integrantes de organizações criminosas que desejam esconder dinheiro sujo. No Brasil, é permitido ter offshores, desde que declaradas à Receita Federal e, quando seus ativos ultrapassam US$ 1 milhão, ao Banco Central. O ICIJ entende que revelar a existência de offshores de ricos e poderosos, mesmo quando não há crime envolvendo a sua criação, é prestar um serviço de interesse público, porque esse é um mecanismo de economizar impostos e proteger patrimônio exclusivo da elite econômica mundial. Em outras palavras, a maioria da população não tem dinheiro nem meios para abrir uma offshore. Os brasileiros estão em destaque dentro desse clube exclusivo. Com 1.897 nomes, o país é o quinto com a maior quantidade de pessoas citadas na base do Pandora Papers, que conta com pelo menos 27,1 mil offshores. Constam, nesse grupo, os donos das maiores empresas do Brasil, como os irmãos Andrea, Eduardo e Fernando Parrillo, donos do plano de saúde Prevent Senior; o dono do grupo Guararapes (Riachuelo) e quase candidato à Presidência da República em 2018, Flávio Rocha; os donos da Grendene, Pedro e Alexandre Grendene; o patriarca da família Menin, Rubens Menin, e seus filhos, donos da MRV, do Banco Inter e da CNN Brasil, entre outras empresas; e o dono da Rede D’Or, Paulo Junqueira Moll. Todos eles afirmaram ter declarado às autoridades brasileiras que são proprietários de offshores. Para chegar aos nomes, o Metrópoles solicitou ao Ministério da Economia a lista das 500 empresas brasileiras com a maior quantidade de funcionários. Depois, uma pesquisa desses CNPJs nas informações societárias públicas da Receita Federal elencou quem são os donos, diretores e conselheiros dessas empresas. Por fim, um último cruzamento identificou quais desses nomes tinham offshores com documentos no acervo do Pandora Papers. As empresas dos brasileiros citados no Pandora Papers foram abertas por razões diversas, desde a compra de um barco e imóveis até a diversificação de portfólios de investimentos em contas em países como a Suíça e os Estados Unidos. Também houve quem abrisse a offshore para usar o cartão de débito de uma conta no exterior. Todos os 70 executivos e empresários foram contatados, seja por meio da assessoria de imprensa, seja por outros canais, para que informassem se declararam à Receita Federal e ao Banco Central a abertura da offshore e explicassem a razão de terem criado as empresas. Veja a seguir os detalhes sobre os casos envolvendo os dez primeiros nomes desta lista e na sequência a relação completa, dos 70 executivos. Irmãos Parrillo (Prevent Senior) A Prevent Senior, plano de saúde que tem rede própria de hospitais, entrou no foco da CPI da Pandemia devido a supostos estudos realizados pela empresa para, sem a autorização dos pacientes, avaliar a efetividade da cloroquina e de outros medicamentos contra a Covid-19. Os irmãos que controlam a Prevent Senior — Andrea, Eduardo e Fernando Fagundes Parrillo — figuram no banco de dados do Pandora Papers como detentores de quatro offshores: a Shiny Developments Limited, a Luna Management Limited, a Hummingbyrd Ventures Limited e a Grande Developments Limited. Juntas, totalizam quase US$ 9 milhões em ativos. Reprodução/Facebook – Os irmãos Andrea, Eduardo e Fernando Fagundes Parrillo – os últimos na foto –, donos da Prevent Senior, são detentores de quatro offshores Em todos os casos, o dono da empresa é uma offshore localizada em São Cristóvão e Nevis, país que é um movimentado paraíso fiscal no Caribe, e que não informa quem são os donos de suas offshores. Os irmãos aparecem sempre como beneficiários, ou seja, as pessoas que efetivamente controlam a companhia. A manobra é comum, e muitas vezes seu objetivo é deixar mais opaca a propriedade de offshores. Beneficiários de offshores costumam alegar que não são donos, já que não detêm nominalmente as ações da empresa. A Shiny e a Luna são ligadas a Andrea. Em formulário de atualização dos dados da companhia de 2018, a empresária informou que a Shiny foi criada para manter portfólio de investimentos e conta-corrente, ambos no

Pela segunda vez consecutiva final da Libertadores será um clássico brasileiro

A 62ª edição da Copa Libertadores da América terá uma decisão brasileira, entre Palmeiras e Flamengo Após eliminarem Atlético Mineiro e Barcelona de Guayaquil, respectivamente, Palmeiras e Flamengo farão a grande final do dia 27 de novembro, no Estádio Centenário, em Montevidéu, no Uruguai. Essa será a 4ª vez na história em que duas equipes do Brasil decidem a maior competição de futebol da América do Sul. Curiosamente, é a segunda vez em que isso ocorre de maneira consecutiva. A primeira vez foi em 2005, quando São Paulo e Athletico Paranaense se enfrentaram em dois jogos. Quem levou a melhor foi o Tricolor. Após um empate em 1 a 1 no jogo de ida, os paulistas golearam por 4 a 0 e ficaram com a taça. No ano seguinte, o time do Morumbi chegou mais uma vez na decisão. O adversário dessa vez foi o Internacional, que acabou se sagrando campeão ao ganhar a primeira partida por 2 a 1 e empatar no Beira-Rio em 2 a 2. A última vez que brasileiros se encontraram na decisão foi no ano passado. Em jogo único, Palmeiras e Santos disputaram o título até o último minuto, quando Breno Lopes marcou o gol que decretou a vitória alviverde por 1 a 0, no Maracanã. Mais do que times brasileiros, no entanto, a final da Libertadores 2021 reunirá os seus dois últimos campeões. Um tira-teima digno do tamanho da competição e do que fizeram Palmeiras e Flamengo nos últimos anos, no país e no continente. FINAIS BRASILEIRAS NA LIBERTADORES 2005 – São Paulo x Athletico-PR – São Paulo campeão 2006 – São Paulo x Internacional – Internacional campeão 2020 – Palmeiras x Santos – Palmeiras campeão 2021 – Palmeiras x Flamengo – ?