Atlético perde para vice-lanterna Chapecoense e vê crise aumentar no Brasileiro

Galo vive noite trágica no Horto, perdeu por 2 a 0, no Independência, e pode terminar a rodada mais perto do Z4 O Atlético voltou a jogar mal como mandante no Campeonato Brasileiro. Na noite desta quarta-feira, no Independência, o time demonstrou total falta de sintonia no ataque e cometeu falhas cruciais no sistema defensivo. A Chapecoense, que não tem nada a ver com os problemas do Galo, entrou em campo no Horto disposta a aproveitar os erros da equipe comandada por Vagner Mancini. Com gols de Henrique Almeida e Everaldo, o time catarinense venceu por 2 a 0 e ganhou fôlego para sonhar em escapar do rebaixamento. Com a derrota em casa, que teve direito a pênalti perdido, vaias a jogadores, gritos de burro para o treinador e pedidos de renúncia para o presidente, o Atlético caiu para a 13ª posição – o Fortaleza venceu o Avaí fora de casa –, com 35 pontos. Caso os times da parte de baixo pontuem, o Galo pode encerrar a rodada ainda mais perto da zona de rebaixamento. Na próxima rodada, o Atlético visita o Fortaleza. A partida será realizada no estádio Castelão, às 17h. No mesmo dia, às 21h, a Chapecoense recebe o São Paulo na Arena Condá. O jogo O Atlético foi escalado com Ricardo Oliveira no ataque na vaga de Franco Di Santo. No meio, Elias voltou na vaga de Vinícius. Réver, mais uma vez, entrou no time como volante. E a estratégia não funcionou. Nos primeiros minutos, a Chapecoense amassou o Atlético no Independência. Foram quatro grandes chances criadas. Em uma delas, após escanteio cobrado por Bruno Pacheco, Henrique Almeida subiu mais que Guga e cabeceou sem chances para Cleiton: 1 a 0. A partir daí, a torcida mostrou sua ira, especialmente com os laterais Guga e Fábio Santos. O camisa 6 foi vaiado a cada toque dado na bola. A equipe alvinegra passou a pressionar a Chapecoense. Mas os efeitos eram bem pequenos, já que o time não conseguia encontrar espaços. O Atlético apostou nos cruzamentos para a área (22, sendo apenas um certo), mas eles não surtiram o efeito desejado. Ricardo Oliveira, que ganhou a vaga na equipe, pouco encostou na bola. Essa tem sido uma tendência dos centroavantes, que são pouco acionados na equipe alvinegra. Na reta final da etapa inicial, o Atlético criou suas raras e principais chances. Primeiro com Luan, que aproveitou sobra de cruzamento e chutou por cima. Depois, com Nathan, que recebeu na entrada da área e acertou a trave de Tiepo. Para a etapa final, Mancini tirou o zagueiro Leonardo Silva e colocou em campo o meia Cazares. Com isso, Réver foi recuado para a zaga. E, assim como na etapa inicial, a Chape foi rápido ao ataque e ampliou. Após confusão na área, a bola sobrou para Everaldo finalizar para as redes: 2 a 0. Logo após o gol, o Atlético teve chance clara de diminuir. Cazares cruzou na cabeça de Ricardo Oliveira, que, livre, cabeceou para fora. Pouco depois, Guga foi derrubado na área. Enquanto Ricardo Oliveira era substituído, e vaiado, Franco Di Santo entrou e o VAR foi acionado para marcar pênalti para o Galo. Confiante, o argentino pegou a bola e cobrou no canto direito. Tiepo acertou o lado e defendeu a cobrança. O erro foi mais um banho de água fria no torcedor. O time alvinegro ainda teve um gol anulado. Igor Rabello balançou as redes, mas o gol foi invalidado por falta do zagueiro. Sem inspiração, o Atlético tentou até o fim, mas não conseguiu quebrar a barreira da Chape e amargou mais uma derrota em casa no Brasileiro. ATLÉTICO 0 X 2 CHAPECOENSE Atlético Cleiton; Guga, Leonardo Silva (Cazares, no intervalo), Igor Rabello e Fábio Santos; Réver; Luan, Elias (Geuvânio, aos 25/2°T), Nathan e Otero; Ricardo Oliveira (Franco Di Santo, aos 15/2°T) Técnico: Vagner Mancini Chapecoense Tiepo; Renato (Eduardo, aos 36/2°T), Douglas, Maurício Ramos (Rafael Pereira, aos 29/1°T) e Bruno Pacheco; Márcio Araújo, Camilo e Roberto; Dalberto, Henrique Almeida e Everaldo Técnico: Marquinhos Santos Gols: Henrique Almeida, aos 5/1°T; Everaldo, aos 4/2°T; Cartões amarelos: Roberto, aos 31/1°T; Henrique Almeida, aos 35/1°T; Dalberto, aos 16/2°T; Igor Rabello, aos 22/2°T; Cazares, aos 38/2°T; Otero, aos 42/2°T Motivo: 29ª rodada do Campeonato Brasileiro Local: estádio Independência, em Belo Horizonte Data e horário: quarta-feira, 30 de outubro, às 19h30 Público: 19.058 torcedores Renda: R$ 89.042,00 Árbitro: Diego Pombo Lopez (BA) Assistentes: Alessandro Alvaro Rocha de Matos (Fifa/BA) e Elicarlos Franco de Oliveira (BA) VAR: Paulo Roberto Alves Junior (PR)
Atlético é dominado pelo São Paulo e perde pela 13ª vez no Brasileiro

Com revés por 2 a 0, alvinegro segue na 12ª posição na classificação da Série A Foi mais uma tarde de atuação apática do Atlético. No Morumbi, o alvinegro não incomodou o São Paulo e conheceu a sua 13ª derrota no Campeonato Brasileiro. No jogo válido pela 28ª rodada, a equipe mineira se segurou na etapa inicial, mas sofreu no segundo tempo e foi batida pelo tricolor por 2 a 0 – gols de Igor Gomes e Vitor Bueno. O Atlético praticamente assistiu ao São Paulo em campo. Com muita dificuldade em segurar a bola, o alvinegro foi presa fácil para o tricolor, que controlou a posse (65% durante boa parte do jogo) e aproveitou jogadas em profundidade pelos lados para conseguir furar o sistema defensivo armado por Vagner Mancini. Com mais uma derrota, o alvinegro segue na 12ª posição. O Galo soma 35 pontos, seis a mais do que o Cruzeiro, primeiro time na zona de rebaixamento do Brasileiro. Já o São Paulo chega a 49 pontos e vai se firmando, cada vez mais, no G4. O Atlético volta a campo na próxima quarta-feira. O alvinegro recebe a Chapecoense, às 19h30, no Independência. No mesmo dia e horário, o São Paulo visita o Palmeiras. O jogo O técnico Vagner Mancini colocou um Atlético mais ofensivo em campo contra o São Paulo. Na vaga do suspenso Elias entrou o meia Vinícius. Se a expectativa era por uma equipe que trabalhasse com frequência no campo de ataque, a realidade foi completamente diferente. O time alvinegro foi dominado na etapa inicial. Depois de um chute perigoso de Otero no minuto inicial, o Atlético teve dificuldades para ir ao ataque. O São Paulo, com a posse de bola, também não conseguia infiltrar na área alvinegra. Apesar disso, o tricolor criou boas oportunidades. Reinaldo acertou o travessão em cobrança de falta, e Igor Vinícius e Bruno Alves obrigaram Cleiton a fazer boas defesas. Na reta final do primeiro tempo, o Atlético voltou a aparecer no campo de ataque e criou duas grandes oportunidades. Vinícius recebeu de Luan e chutou com muito perigo. Depois, Guga, de fora da área, obrigou Tiago Volpi a fazer grande intervenção. No segundo tempo, o tricolor voltou com a mesma estratégia e manteve a pressão no campo de ataque. Desta vez, funcionou rapidamente. Com muita movimentação, o São Paulo marcou duas vezes em menos de 15 minutos. Aos 5’, Antony recebeu livre na área, passou por Igor Rabello e Fábio Santos e cruzou rasteiro para Igor Gomes finalizar para as redes: 1 a 0. Aos 12’, Igor Gomes tabelou pela esquerda e lançou do meio do campo para Vitor Bueno. O meia-atacante recebeu nas costas de Guga, invadiu a área e chutou cruzado sem chances para Cleiton: 2 a 0. Atônito, o Atlético não conseguiu reagir. O São Paulo deu a bola ao alvinegro, que não sabia o que fazer com ela. Nas raras escapadas, o tricolor levava mais perigo. No fim, a torcida do time da casa ainda gritou olé na troca de passes da equipe. Fim de jogo e derrota melancólica do Galo. SÃO PAULO 2 X 0 ATLÉTICO São Paulo Tiago Volpi; Igor Vinícius, Bruno Alves, Arboleda e Reinaldo; Tchê Tchê e Liziero (Hudson, aos 21/2°T); Antony (Marcos Calazans, aos 33/2°T), Igor Gomes (Hernanes, aos 16/2°T) e Vitor Bueno; Alexandre Pato Técnico: Fernando Diniz Atlético Cleiton; Guga, Igor Rabello, Leonardo Silva e Fábio Santos; Réver; Luan (Geuvânio, aos 36/2°T), Nathan, Vinícius (Marquinhos, aos 10/2°T) e Otero; Franco Di Santo (Ricardo Oliveira, aos 10/2°T) Técnico: Vagner Mancini Gols: Igor Gomes, aos 5/2°T; Vitor Bueno, aos 12/2°T Motivo: 28ª rodada do Campeonato Brasileiro Local: estádio Morumbi, em São Paulo Data e horário: domingo, 27 de outubro, às 16h Árbitro: Bruno Arleu de Araujo (RJ) Assistentes: Rodrigo Figueiredo Henrique Correa (Fifa/RJ) e Carlos Henrique Alves de Lima Filho (RJ) VAR: Pathrice Wallace Corrêa Maia (RJ) Via Superesportes Endereço: Rua São Geraldo, nº 56 Todos os Santos, Montes Claros/MG – CEP: 39400-140 Telefones: (38) 3221-7259 – 3212-5320 – 3221-5328 – 3212-3221
Cruzeiro empata com o Fortaleza e perde chance de deixar o Z4

Raposa tropeçou em casa contra um rival direto na tabela O Cruzeiro teve a chance de deixar a zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro, mas frustrou a torcida. Apesar de pressionar o jogo todo, a Raposa apenas empatou com o Fortaleza por 1 a 1, na noite deste sábado, no Mineirão, pela 28ª rodada. Orejuela, da equipe celeste, e Wellington Paulista, do Tricolor, fizeram os gols. Novamente, a torcida esteve ao lado de time e empurrou os jogadores os 90 minutos. Em alguns momentos, os cruzeirenses vaiaram Egídio, que errou no lance do gol do Fortaleza, e David, sempre muito cobrado. Com o resultado, o time de Abel Braga chegou aos 29 pontos e continua na 17ª posição. O CSA, que enfrenta o Flamengo, ainda pode ultrapassar a Raposa – clique aqui e confira a tabela. Na próxima rodada, o Cruzeiro pega o Botafogo, na quinta-feira, às 21h30, no Engenhão. A rodada começou muito favorável ao clube celeste, já que o Ceará apenas empatou em casa com o Vasco (1 a 1) e o Fluminense ficou no 1 a 1 com a Chapecoense, no Maracanã. Antes da partida, a maioria dos jogadores do Cruzeiro cumprimentou o técnico Rogério Ceni. Alguns preferiram não abraçar o ex-treinador antes de a bola rolar, casos de Thiago Neves, Robinho e Egídio. Pressão sem resultado O primeiro tempo demonstrou as estratégias diferentes de cada time. O Cruzeiro buscou o ataque desde o início. Já o Fortaleza se segurou na defesa e tentou sair no contra-ataque. A Raposa esteve bem melhor. O time de Abel Braga envolveu o adversário e criou boas oportunidades. Na melhor delas, aos 17 minutos, David cruzou na medida para Thiago Neves, que estava sozinho dentro da área. Mesmo sem marcação, ele cabeceou no meio do gol. No reflexo, Felipe Alves defendeu. O Cruzeiro seguiu pressionando. Aos 20, Orejuela fez Felipe Alves trabalhar mais uma vez. O lateral da Raposa acertou um forte chute de fora da área. O goleiro se atirou no canto direito e espalmou para escanteio. Na parte final do primeiro tempo, o time celeste perdeu fôlego e deu espaço para o Fortaleza. Apesar disso, a equipe de Rogério Ceni mostrou toda sua limitação e não finalizou no gol uma vez sequer. Empate em casa Para o segundo tempo, o técnico Abel Braga tirou o volante Jadson, que já tinha um cartão amarelo, e mandou a campo o meia Marquinhos Gabriel. Com a alteração, Robinho ficou um pouco mais recuado para fazer a saída de bola. O Cruzeiro seguiu em cima do Fortaleza, que apenas se defendia. Aos 13 minutos, Orejuela cruzou na área, Fred tentou emendar de bicicleta, mas errou. Na sobra, David chegou batendo forte e mandou para fora. Dois minutos depois, o ex-atacante do Vitória teve outra chance clara. Ele recebeu dentro da área, limpou a marcação, mas isolou a bola. Aos 24 minutos, o Cruzeiro carimbou a trave. Após cruzamento para área, David dominou após rebatida e escorou para Marquinhos Gabriel, que chegou chutando na trave. De tanto pressionar, o time celeste, abriu o placar. Aos 34 minutos, a zaga do Fortaleza afastou mal cruzamento, Marquinhos Gabriel ajeitou para Orejuela, que bateu forte sem chances para o goleiro: 1 a 0. A vantagem do Cruzeiro, contudo, durou pouco. Aos 37 minutos, Egídio saiu jogando errado e levou bola nas costas. Após cruzamento para área, Wellington Paulista finalizou duas vezes até marcar, quase caindo no gramado: 1 a 1. CRUZEIRO 1 X 1 FORTALEZA Cruzeiro Fábio; Orejuela, Cacá, Fabrício Bruno e Egídio; Henrique, Jadson (Marquinhos Gabriel), Robinho (Sassá), Thiago Neves e David (Ezequiel); Fred. Técnico: Abel Braga Fortaleza Felipe Alves; Gabriel, Quintero, Paulão e Carlinhos; Felipe e Juninho; Romarinho (Felipe Pires), André Luis (Kieza), Oswaldo (Marlon) e Wellington Paulista. Técnico: Rogério Ceni Gols: Orejuela (Cruzeiro) e Wellington Paulista (Fortaleza) Cartão amarelo: Felipe (Fortaleza). Jadson, Robinho e Cacá (Cruzeiro) Público total: 32.268 Público pagante: 25.644 Renda: R$ 540.229 Motivo: 28ª rodada do Campeonato Brasileiro Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG) Data e horário: 26 de novembro de 2019 (sábado), às 21h Árbitro: Raphael Claus (SP) Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho e Neuza Inês Back (SP) VAR: José Cláudio Rocha Filho Via Superesportes
Filho de Perrella recebeu R$ 190 mil por três meses de trabalho no Cruzeiro

RESUMO DA NOTÍCIA Gustavo Perrella assinou contrato de consultoria financeira com o Cruzeiro por meio de sua empresa – a B.I. Sports Produções e Serviços Eireli No acordo firmado pelo filho de Zezé Perrella, ele receberia R$ 190 mil. O acordo era válido entre 28 de fevereiro e 31 de maio de 2019 Metas de Gustavo Perrella eram contribuir com profissionalização da gestão financeira e de contratos e auxiliar no imbróglio com o Mineirão Pagamento do filho de Zezé foi dividido em duas parcelas idênticas de R$ 95 mil. Valores foram pagos em 10 de abril e 10 de maio Gustavo Perrella atesta a veracidade do contrato e cita Wagner Pires de Sá ao falar que recebeu R$ 63 mil por mês no clube mineiro Gustavo Perrella, filho de Zezé Perrella, recebeu R$ 190 mil do Cruzeiro neste ano. Ele assinou um contrato por meio de sua empresa, a B.I. Sports Produções e Serviços Eireli, com três meses de duração, entre fevereiro e maio de 2019. De acordo com o vínculo, ele prestaria serviços na reestruturação da área financeira. O UOL teve acesso ao contrato firmado entre Gustavo e a cúpula do clube. A cláusula segunda do acordo explica quais eram as obrigações do filho de Zezé Perrella na diretoria. `Contribuir com a profissionalização da gestão financeira do CRUZEIRO, inclusive em projetos de reestruturação, com foco na sua integração, com o objetivo de torná-las mais eficientes e rentáveis; Promover atividades gerais que promovam a melhor eficiência dos processos administrativos financeiros e na gestão de contratos; Auxiliar na prestação de serviços na gestão financeira dos contratos com a Minas Arena Gestão de Instalações Esportivas e na reestruturação do Departamento Internacional do CRUZEIRO”. Para realizar o que foi feito, o filho de Zezé Perrella teria remuneração de R$ 190 mil, conforme a cláusula terceira do acordo. O valor foi pago em duas parcelas de R$ 95 mil. A primeira prestação foi quitada em 10 de abril. A segunda foi depositada um mês mais tarde, em 10 de maio. O vínculo foi firmado em 28 de fevereiro e se encerraria em 31 de maio do mesmo ano. Procurado para falar sobre o assunto, Gustavo Perrella confirma a veracidade do contrato. “Exato, a remuneração foi referente a três meses de contrato, ao qual eu optei por não renová-lo. O total mensal foi de R$ 63 mil”, confirmou por meio de mensagem ao UOL. “Lembrando que essa notícia foi dada em nota oficial pelo presidente Wagner [Pires de Sá]. Ele não foi correto ao falar o valor referente ao mês. Ele disse que o pagamento era de R$ 95 mil mensal”, acrescentou. Procurada para falar sobre o assunto, a diretoria do Cruzeiro não se manifestou até a publicação deste texto. Zezé Perrella e Wagner Pires de Sá vivem altos e baixos desde o início do ano. Hoje vice-presidente de futebol do clube, Zezé já fez duras críticas à atual gestão, pensando inclusive em votar o afastamento da gestão por 120 dias para depois tentar um impeachment. Atualmente, porém, a dupla trabalha junta nos bastidores. Perrella, inclusive, voltou a atuar oficialmente na diretoria cruzeirense ao assumir no dia 10 de outubro o comando do futebol. Quem é Gustavo Perrela? Gustavo Henrique Perrella Amaral Costa foi superintendente de gestão e vice-presidente de futebol do Cruzeiro Esporte Clube. Desde 1995 que vive no meio futebolístico quando seu pai, o ex senador e ex-presidente do Cruzeiro, Zeze Perrella assumiu função de comandar o clube de futebol de Minas Gerais. Graças ao Cruzeiro, foi Deputado Estadual (2011 – 2015); Exerceu de Junho de 2016 a Dezembro de 2017 o cargo de Secretário Nacional de Futebol e Defesa dos Direitos do Torcedor, órgão do Ministério do Esporte e diretor da CBF, no Governo Michel Temer, graças ao golpe contra a presidenta Dilma Rouseff, com voto de Zezé Perrela. Escândalo da cocaína no helicóptero Em 2013, um helicóptero de sua família foi flagrado transportando 445 kg de pasta base de cocaína e teve sua carga apreendida ao aterrissar em uma fazenda em Afonso Cláudio, no Espírito Santo, no dia 24 de novembro. Aliança entre Zezé Perrela e Gustavo Perrela com Aécio Neves Pelo mesmo partido do pai e com a bênção de Aécio Neves, Gustavo Perrella se elegeu deputado estadual. Ele foi nomeado vice de futebol do Cruzeiro no fim de 2009 para ganhar popularidade. Como dirigente, sua conquista mais notável foi ter fechado uma parceria com o Nacional, de Nova Serrana, cidade onde conquistou 6.300 votos. O Cruzeiro não foi a única plataforma eleitoral de Perrellinha, como era conhecido no clube, já que Aécio também autorizou aliados em municípios do interior a fazerem campanha pelo filho de Zezé. Como senador, Zezé Perrella seguiu fiel às orientações de Aécio no Congresso, sobretudo no alinhamento pelo impeachment de Dilma Rousseff, tal qual nos velhos tempos do Cruzeiro. A influência de Aécio era estrategicamente usada para favorecer os interesses do clube, como na ocasião em que os dois então senadores foram à CBF pedir efeito suspensivo de uma punição que impediria o Cruzeiro de jogar no Mineirão contra o Grêmio, pelo Campeonato Brasileiro de 2013. A confederação atendeu o pedido e, menos de uma semana depois, Perrella articulou a retirada de assinaturas do requerimento para abertura de uma CPI contra a CBF. Por outro lado, a influência de Zezé transformou Aécio em figura ilustre para os cruzeirenses, mesmo distante das dependências celestes. “O Aécio nunca participou da política do clube. Quando ele aparecia, estava sempre com o Zezé”, conta Fernando Torquetti, conselheiro do Cruzeiro desde 2001. A ausência não impediu o ex-governador de se tornar o primeiro grande benemérito do clube, honraria concedida em 2008 por Alvimar de Oliveira Costa. O salão nobre na sede administrativa do clube leva o nome de Aécio Neves da Cunha, enquanto o prédio foi batizado de “Zezé Perrella”. Após uma dinastia de 17 anos, revezando-se com o irmão Alvimar no poder, Zezé deixou o Cruzeiro em 2011 à beira do rebaixamento e um déficit de 30 milhões
Atlético bate Santos no Horto e volta a vencer no Brasileiro

Luan e Leonardo Silva garantiram o triunfo do Galo no Independência Depois de quatro partidas de jejum, o Atlético voltou a ganhar no Campeonato Brasileiro. Neste domingo, o Galo mostrou consistência para anular o estilo ofensivo do Santos e triunfou por 2 a 0, no Independência, em duelo pela 27ª rodada da Série A. Os gols da vitória foram marcados por Luan e Leonardo Silva, no primeiro tempo. O resultado deixa o time mineiro a nove pontos acima da zona do rebaixamento e a sete de distância do G6. Com o triunfo sobre o Santos, o Galo chega a 35 pontos, mas segue no 12º lugar da tabela. O Atlético não vencia desde 29 de setembro, quando bateu o Ceará, no Independência, por 2 a 1, pela 22ª rodada. Posteriormente, a equipe teve derrotas para Grêmio e Flamengo, além de empates com Palmeiras e CSA. Esta é a primeira vitória do Alvinegro sob o comando do técnico Vagner Mancini, que estreou em casa neste domingo. Já o Peixe permanece na terceira posição, com 51 pontos, e perde invencibilidade de seis jogos. Na rodada seguinte, o Atlético enfrenta o São Paulo. A partida será no próximo domingo, às 16h, no Morumbi. Um dia antes, o Santos tem clássico contra o Corinthians, às 17h, no Itaquerão. Galo garante vitória na primeira etapa O Atlético abriu o placar logo aos 2 minutos de jogo. Luan recebeu longo lançamento de Réver, dominou no ombro, passou por Jorge, invadiu a área pela direita e bateu cruzado, rasteiro, para balançar a rede: 1 a 0. Após demora na revisão no VAR, o árbitro confirmou o gol atleticano. Havia dúvida sobre um possível toque de mão do meia-atacante no lance. O Santos tentou responder com perigosos cruzamentos de Sánchez para a área. E chegou a assustar com o cabeceio de Lucas Veríssimo. A bola saiu rente ao travessão de Cleiton. Apesar das investidas do adversário, o Atlético ampliou a vantagem no Horto.Di Santo foi lançado na grande área e bateu forte, mas Everson espalmou a escanteio. Na cobrança do córner, Otero levantou da esquerda para a primeira trave, e Leonardo Silva desviou de cabeça. A bola ainda tocou no goleiro e entrou: 2 a 0 para o Galo, aos 22 minutos. Na sequência, o Peixe quase diminuiu após confusão na defesa atleticana – Réver, Leo Silva e Cleiton se atrapalharam para afastar cobrança de escanteio de Jean Mota. A bola saiu pela linha de fundo. Aos 31 minutos, o clima esquentou no Independência, com discussão entre os dois times depois de ríspidas entradas. Na confusão, Elias levou o cartão amarelo, o terceiro no Brasileiro, e ficou suspenso para a próxima rodada. No restante da etapa, o Santos tentou trocar passes e trabalhar as jogadas pela intermediária. No entanto, o Atlético se manteve bem postado na marcação e anulou a ofensiva santista. Aos 39min, outro lance de perigo do Peixe: Carlos Sánchez cobrou falta com muito efeito. Cleiton saltou no meio do gol e mandou para fora. O Atlético voltou com mudança para o segundo tempo: Zé Welison na vaga de Réver, lesionado. O Santos também mudou: Sasha entrou no lugar de Marinho. A etapa final foi mais pegada, truncada, com poucas chances efetivas criadas pelas equipes. Aos 25 minutos, Mancini substituiu Luan por Maicon Bolt e levou uma sonora vaia da torcida. Somente nos instantes finais é que o Galo teve outras oportunidades. Aos 39min, Otero bateu falta com muita força e curva. Everson, no meio do gol, espalmou. Aos 46min, o venezuelano arriscou de novo e mandou longe. Em seguida, Cazares chutou colocado da entrada da área, mas à esquerda. ATLÉTICO 2 X 0 SANTOS Atlético: Cleiton; Guga, Igor Rabello, Leonardo Silva e Fábio Santos; Réver (Zé Welison); Luan (Maicon Bolt), Elias (Cazares), Nathan e Otero; Di Santo.Técnico: Vagner Mancini. Santos: Everson; Luan Peres, Gustavo Henrique, Lucas Veríssimo e Jorge; Diego Pituca, Sánchez (Evandro) e Jean Mota; Derlís González, Marinho (Sasha) e Soteldo (Tailson). Técnico: Jorge Sampaoli. Gols: Luan, aos 2 minutos do 1ºT; Leonardo Silva, aos 22 minutos do 1° tempo (Atlético) Cartões amarelos: Luan, Elias, Otero (Atlético); Lucas Veríssimo, Soteldo, Derlís González, Luan Peres (Santos). Motivo: 27º rodada do Campeonato Brasileiro Local: Independência, em Belo Horizonte Data e horário: 20 de outubro de 2019 (domingo), ás 16h Árbitro: Caio Max Augusto Vieira (CBF/RN) Assistentes: Alessandro Álvaro Rocha de Matos (Fifa/BA) e Jean Márcio dos Santos (CBF/RN) VAR: Héber Roberto Lopes (CBF/SC) Público: 21.771 Renda: R$ 104.562
Cruzeiro vence Corinthians e sai da zona de rebaixamento do Brasileirão

O Cruzeiro saiu da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro ao vencer o Corinthians de virada, por 2 a 1, neste sábado, na Arena Corinthians, pela 27ª rodada. Na etapa inicial, o lateral-direito Fagner abriu o placar para o time paulista, porém Fred, em cobrança de pênalti, deixou tudo igual. No segundo tempo, o volante Éderson se aproveitou de “passe” para trás de Fagner, carregou a bola sozinho até a grande área e driblou o goleiro Walter para marcar o segundo tento celeste. Com o resultado, o Cruzeiro celebrou a primeira vitória como visitante no Campeonato Brasileiro de 2019 e quebrou jejum de mais de um ano e quatro meses sem ganhar fora de Belo Horizonte pela competição. O último triunfo havia ocorrido em 3 de junho de 2018: 1 a 0 em cima do Ceará, no Castelão, pela edição de 2018. Desde então, o retrospecto apontava 12 empates e 13 derrotas. Para se manter em 16º lugar, com 28 pontos, o Cruzeiro ‘secará’ seus concorrentes na luta contra o descenso, que só entram em campo na segunda-feira. O Ceará, 17º (26), visitará o Bahia, às 19h30, no Estádio de Pituaçu, em Salvador. Já o CSA, 18º (26), enfrentará o Botafogo, às 20h, no Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro. No próximo sábado, às 21h, a Raposa terá confronto direto com o Fortaleza (13º, com 31), no Mineirão, pela 28ª rodada do Brasileiro. Será o reencontro com o técnico Rogério Ceni, demitido do clube no fim de setembro e substituído por Abel Braga. O jogo Abel realizou duas mudanças em relação ao time que havia vencido o São Paulo na quarta-feira, por 1 a 0, no Mineirão. Na lateral direita, Orejuela, de volta após convocação à Seleção Colombiana, substituiu Edilson. No setor ofensivo, Marquinhos Gabriel supriu a ausência de David, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. O Cruzeiro começou a partida bem na troca de passes e com marcação compacta no meio-campo. Em dado momento, chegou a emplacar 55% de posse de bola. Nem parecia que estava há um ano e quatro meses sem ganhar fora de BH pelo Brasileiro. O problema era a dificuldade em transformar o volume de jogo em finalizações. Aos 18’, o time sofreu uma baixa importante. Dedé, que não havia participado do treinamento de sexta, queixou-se de dores no joelho direito e deixou o gramado mancando. Cacá entrou em seu lugar. Aos 21’, o Cruzeiro enfim criou a primeira grande chance. Em cruzamento rasteiro de Thiago Neves, Fred se antecipou à zaga corintiana e, cara a cara com Walter, bateu para fora. O Corinthians, até então em dificuldades para envolver a Raposa no toque de bola, obteve sucesso na jogada aérea. Aos 33’, Danilo Avelar cruzou na segunda trave, Gustavo dividiu pelo alto com Fabrício Bruno, e Fagner pegou a sobra de primeira, acertando um bonito chute no canto direito de Fábio: 1 a 0. A resposta cruzeirense foi dada rapidamente. Aos 35’, Marquinhos Gabriel cabeceou, e Bruno Méndez tocou na bola com a mão. Auxiliado pelo VAR, o árbitro Bruno Arleu de Araújo marcou pênalti. Fred bateu no canto esquerdo e empatou: 1 a 1. Na reta final do primeiro tempo, Thiago Neves teve duas oportunidades: aos 41’, em cobrança de falta, e aos 43’, em tentativa de cobertura de cabeça. Walter defendeu as duas conclusões. Depois de uma etapa inicial segura, o Cruzeiro voltou para o segundo tempo acuado e levou pressão do Corinthians. Aos 5’, Cacá afastou mal o lançamento de Sornoza, Pedrinho ficou com a sobra e soltou a bomba da entrada da área. Fábio se esticou e espalmou para a linha de fundo. No lance seguinte, em escanteio, Mateus Vital se aproveitou de corte ineficaz de Orejuela e balançou a rede, mas Bruno Arleu de Araújo viu falta de Marllon em Fred e parou o jogo antes mesmo de a bola entrar. Depois de sustentar pressão do Corinthians, o Cruzeiro se soltou a partir dos 20 minutos. Aos 22’, Thiago Neves teve espaço para carregar a bola, bateu rasteiro e quase marcou por causa de desvio em Marllon. Aos 23’, mais uma grande chance perdida por Fred, que não aproveitou como deveria a assistência de TN10. Aos 25’, o Cruzeiro virou o jogo em um lance inusitado. O volante Éderson, que voltava de impedimento após ficar caído perto da área do Corinthians, recebeu bola sem nenhuma marcação. Ao perceber que o árbitro Bruno Arleu de Arajúo não apitou, ele carregou até a grande área, driblou Walter e fez 2 a 1. Os jogadores do Corinthians reclamaram bastante, pois o assistente número um, Luiz Cláudio Regazone, havia levantado a bandeira e, por isso, Marllon acabou não acompanhando Éderson. Entretanto, o auxiliar não tinha o mesmo ângulo de visão de Bruno Arleu, que verificou o passe para trás do corintiano Fagner, em vez de assistência do cruzeirense Marquinhos Gabriel. Esse detalhe descaracterizou o impedimento. O comentarista de arbitragem da TV Globo, Sálvio Spínola Fagundes Filho, considerou a jogada legal. Com a vantagem de 2 a 1, Abel Braga ‘fechou’ o meio-campo a partir dos 30 minutos, colocando o volante Ariel Cabral no lugar do meia Robinho. O técnico também mexeu no ataque ao mandar Joel, atleta de mais velocidade, na vaga de Fred. O Corinthians, por sua vez, apostou no experiente Vagner Love e em Clayson, porém não foi capaz de superar a marcação do Cruzeiro, que, enfim, comemorou o placar favorável longe de seus domínios e diminuiu a pressão no Brasileiro. CORINTHIANS 1X2 CRUZEIRO CORINTHIANS Walter; Fagner, Marllon, Bruno Méndez e Danilo Avelar; Ralf e Sornoza (Jadson, aos 12min do 2ºT); Pedrinho (Clayson, aos 36min do 2ºT), Mateus Vital (Vagner Love, aos 27min do 2ºT) e Janderson; Gustavo Técnico: Fábio Carille CRUZEIRO Fábio; Orejuela, Dedé, Fabrício Bruno (Cacá, aos 18min do 1ºT) e Egídio; Henrique e Éderson; Robinho (Ariel Cabral, aos 29min do 2ºT), Thiago Neves e Marquinhos Gabriel; Fred (Joel, aos 31min do 2ºT) Técnico: Abel Braga Gols: Fagner, aos 33min do 1ºT (Corinthians); Fred, aos 37min do 1ºT;
Cruzeiro vence São Paulo e ganha fôlego na luta contra o rebaixamento

Thiago Neves marca e cumpriu promessa de voltar a ser decisivo e garantiu vitória celeste O Cruzeiro ganhou fôlego no Campeonato Brasileiro ao vencer o São Paulo por 1 a 0, nesta quarta-feira, no Mineirão, pela 26ª rodada. Thiago Neves cumpriu a promessa de ser novamente decisivo para a equipe e marcou, de cabeça, o gol da vitória, aos 12 minutos do segundo tempo. Apesar de não ter sido brilhante, o time celeste foi eficiente e até criou algumas oportunidades para aumentar o placar. Na parte defensiva, mostrou-se seguro, graças à dupla de zaga formada por Dedé e Fabrício Bruno e a proteção dos volantes Henrique e Éderson. Diante dessa combinação, o técnico Abel Braga enfim celebrou o primeiro triunfo no clube. Com o resultado em Belo Horizonte, o Cruzeiro encerrou sequência de oito partidas sem vencer no Brasileiro (quatro empates e quatro derrotas) e chegou a 25 pontos, aumentando a chance de se livrar do rebaixamento à Série B. Embora siga na 18ª posição, a equipe cruzeirense diminuiu a distância para o 16º colocado, Ceará, que enfrentará o Santos nesta quinta, às 19h15, na Vila Belmiro, em Santos-SP. O próximo desafio será contra o Corinthians, às 19h de sábado, na Arena Corinthians, em São Paulo. No Brasileiro de 2019, o Cruzeiro é o único que não venceu como visitante. Em 13 jogos até o momento, foram seis empates e sete derrotas. O jogo Abel Braga manteve a base do time que empatou com a Chapecoense por 1 a 1, domingo, em Chapecó. A única mudança foi a entrada de Robinho, de volta após cumprir suspensão, no lugar de Marquinhos Gabriel. Desde o começo, o Cruzeiro apertou a saída de bola do São Paulo, orientado pelo técnico Fernando Diniz a tocar curto em tiros de meta. Num desses lances, a bola sobrou para Thiago Neves, que, pressionado por Luan, não conseguiu chutar. Assim foi a tônica da etapa inicial: jogada em velocidade pelas beiradas, especialmente com David, mas dificuldade para finalizar. A Raposa só assustou de fato o tricolor em conclusão prensada de Thiago Neves, aos 44min. Nos acréscimos do primeiro tempo, o São Paulo levou perigo com Alexandre Pato, que driblou Fabrício Bruno e bateu rasteiro, nas mãos de Fábio. No intervalo, Abel substituiu Robinho por Marquinhos Gabriel. Diniz também mexeu no São Paulo, com Vitor Bueno na vaga de Juanfran, recém-recuperado de dores musculares. Com isso, Daniel Alves virou lateral-direito. Logo no primeiro minuto da etapa final, o Cruzeiro quase balançou a rede. Thiago Neves recebeu passe nas costas de Daniel Alves e soltou a bomba de pé canhoto. Tiago Volpi fez ótima defesa. Aos 9min, mais uma grande chance, também com Thiago Neves. Após jogada brilhante de Éderson, que roubou a bola de Antony, livrou-se de dois adversários e rolou para a área, o camisa 10 arrematou forte, mas em cima do zagueiro Arboleda, providencial na hora do corte. Defensivamente, o Cruzeiro se mostrou seguro, sobretudo pela firmeza de Dedé e pelo poder de recuperação de Fabrício Bruno. No meio-campo, Éderson esbanjava qualidade na condução de bola. A missão era encaixar o último passe no ataque e balançar a rede. Aos 12min, enfim a torcida vibrou. Depois de toque de Fred, Marquinhos Gabriel ajeitou a bola na linha de fundo, fez a proteção em cima de Reinaldo e conseguiu cruzar de pé esquerdo. Thiago Neves, livre de marcação, pulou de peixinho e, de cabeça, mandou a bola no canto esquerdo: 1 a 0. Quando a torcida cruzeirense demonstrava empolgação com a evolução, David deu um grande susto no Mineirão ao recuar uma bola longa para a defesa. Alexandre Pato interceptou o passe, porém Dedé, bem posicionado, conseguiu o desarme. Na reta final da etapa complementar, Abel Braga fez mais duas mudanças. Cansado, Éderson deu lugar a Jadson, enquanto David, por opção tática, foi substituído por Ariel Cabral. Com marcação reforçada no meio-campo, o Cruzeiro se fechou, segurou o São Paulo e proporcionou alívio aos seus torcedores, agora mais esperançosos em ver o clube do coração permanecer na primeira divisão. CRUZEIRO 1X0 SÃO PAULO CRUZEIRO Fábio; Edilson, Dedé, Fabrício Bruno e Egídio; Henrique, Éderson (Jadson, aos 28min do 2ºT), Robinho (Marquinhos Gabriel, no intervalo) e Thiago Neves; David (Ariel Cabral, aos 31min do 2ºT) e Fred Técnico: Abel Braga SÃO PAULO Tiago Volpi; Juanfran (Vitor Bueno, no intervalo), Bruno Alves, Arboleda e Reinaldo; Luan (Liziero, aos 31min do 2ºT), Tchê Tchê, Hernanes (Igor Gomes, aos 18min do 2ºT) e Daniel Alves; Antony e Alexandre Pato Técnico: Fernando Diniz Gol: Thiago Neves, aos 12min do 2ºT (Cruzeiro) Cartões amarelos: Fred, aos 7min do 1ºT. David, aos 22min do 2ºT (Cruzeiro); Reinaldo, aos 7min do 2ºT (São Paulo) Motivo: 26ª rodada do Campeonato Brasileiro Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG) Data: 16 de outubro de 2019 (quarta-feira) Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (FIFA/GO) Assistentes: Fabrício Vilarinho da Silva (FIFA/GO) e Bruno Raphael Pires (FIFA/GO) VAR: Elmo Alves Resende Cunha (GO) Pagantes: 26.313 Presentes: 30.969 Renda: R$ 350.646,00 Via Superesportes
Atlético leva os primeiros gols do CSA em toda história do confronto

Galo empatou com o clube alagoano por 2 a 2, nesta quarta-feira O CSA marcou os primeiros gols em confrontos contra o Atlético, no duelo desta quarta-feira, no estádio Rei Pelé, pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro. O jogo ficou no 2 a 2. Os gols foram marcados por Alecsandro, Jonatan Gomez (ambos do CSA), Réver e Luan (Galo). Em toda história, o CSA havia enfrentado o Galo em seis oportunidades. Foram cinco vitórias alvinegras e um empate. Até então, o clube alagoano não tinha balançado as redes uma vez sequer. No primeiro confronto entre as equipes, o Atlético aplicou uma bela goleada pelo Campeonato Brasileiro. Fora de casa, o Galo venceu por 5 a 0. Os gols da vitória foram marcados por Campos, duas vezes, Totonho, China e Arlém. 18/01/1981 – Atlético 3 x 0 CSA – Mineirão – Campeonato Brasileiro Depois de pouco mais de seis anos, as equipes se enfrentaram mais uma vez. A partida foi realizada no Mineirão e o Galo goleou de novo: 3 a 0, com gols de Palhinha, Renato Queirós e Heleno, de pênalti. 10/07/1985 – Atlético 2 x 0 CSA – Mineirão – Campeonato Brasileiro O terceiro jogo entre os times também aconteceu no Mineirão. Mais uma vez, o Atlético venceu. Os gols do triunfo foram marcados por Edvaldo e Everton. O jogo foi válido pelo grupo E da segunda fase do Campeonato Brasileiro. 17/07/1985 – CSA 0 x 0 Atlético – Estádio Rei Pelé – Campeonato Brasileiro Uma semana depois, os times se enfrentaram mais uma vez pelo Grupo E do Campeonato Brasileiro. O jogo em Alagoas terminou sem gols e se configurou no único empate entre as equipes na história. 07/09/1986 – CSA 0 x 2 Atlético – Estádio Rei Pelé – Campeonato Brasileiro Na última vez em que o CSA participou da Série A antes do retorno em 2019, o Galo venceu fora de casa por 2 a 0. Os gols foram de Everton e Renato Morungaba. 02/06/2019 – Atlético 4 x 0 CSA – Independência – Campeonato Brasileiro No jogo no primeiro turno, o Atlético goleou o clube alagoano. Os gols do jogo foram marcados por Fábio Santos, Cazares, Chará e Adílson.
Rodrigo Santana não resiste à goleada para o Grêmio e é demitido pelo Atlético

Galo perdeu por 4 a 1 para o Grêmio, no Independência, e treinador perdeu o cargo Rodrigo Santana não é mais técnico do Atlético. O treinador não resistiu à goleada sofrida para o Grêmio, por 4 a 1, na noite deste domingo, no Independência, em jogo válido pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro. Trajetória Contratado para dirigir o time sub-20, Rodrigo Santana assumiu interinamente a equipe profissional após a demissão de Levir Culpi, em abril. Logo de cara, teve pela frente as finais do Campeonato Mineiro – perdidas para o Cruzeiro – e jogos decisivos da fase de grupos da Copa Libertadores, na qual o Atlético foi eliminado. O bom início no Campeonato Brasileiro e a acentuada melhora de desempenho da equipe em campo acalmaram os ânimos e deram força para Rodrigo Santana seguir interinamente no cargo após as recusas de Tiago Nunes e Rogério Ceni. Ainda no primeiro semestre, o Atlético avançou de fase na Copa Sul-Americana e na Copa do Brasil. Rodrigo Santana foi efetivado em 24 de junho, quando o calendário de jogos do futebol nacional foi paralisado para a disputa da Copa América. A volta reservou problemas para a equipe. Nas quartas de final da Copa do Brasil, foi eliminada pelo arquirrival Cruzeiro. A queda aumentou a pressão no treinador. No Campeonato Brasileiro, as coisas começaram a desandar na segunda metade de agosto. Nos últimos 11 jogos, foram apenas quatro pontos conquistados. O time deixou o G4 e agora está perto da zona de rebaixamento. A classificação à semifinal da Sul-Americana e o bom desempenho – apesar das derrotas – em algumas partidas da Série A deram sobrevida ao técnico. Após a eliminação na Copa Sul-Americana e a sequência da fase ruim no Brasileiro, o Atlético, que bancava a permanência do treinador até o fim do ano, mudou de ideia e decidiu pela saída do comandante. Rodrigo Santana dirigiu o Atlético em 41 jogos, 18 vitórias, seis empates, 17 derrotas e um aproveitamento de 48,7% dos pontos disputados. Foram 50 gols marcados e 50 sofridos no período.
Em noite hostil no Horto, Atlético é goleado pelo Grêmio e perde mais uma em casa

Alvinegro fez mais uma partida ruim e foi muito vaiado na derrota por 4 a 1 O Atlético foi derrotado mais uma vez no Independência. Na noite deste domingo, o Galo foi dominado pelo Grêmio do começo ao fim e acabou goleado por 4 a 1. Os gols do tricolor foram de Galhardo, Maicon, Pepê e Alisson. Franco Di Santo, de pênalti, diminuiu para o time mineiro. Cazares ainda foi expulso na etapa final. O jogo Com muitas mudanças, o Atlético encarou o Grêmio de ‘peito aberto’. O técnico Rodrigo Santana escalou um meio-campo bem ofensivo, com Nathan, Elias, Luan, Cazares e o jovem Marquinhos, que ganhou sua primeira chance como titular do clube. Na lateral esquerda, Hulk foi escolhido para substituir o suspenso Fábio Santos. E foi no lado do garoto que o time tricolor fez suas principais jogadas. Foram muitas bolas nas costas de Hulk, que não conseguiu acompanhar o ímpeto ofensivo de Galhardo e Pepê. No começo, o Grêmio mandou na partida, dominou a posse de bola e criou boas chances. Na melhor delas, Luan obrigou Wilson a fazer grande defesa. O Atlético respondeu. Luan, duas vezes, quase abriu o placar. Aos poucos, com boas triangulações, o time alvinegro passou a dar trabalho para a defesa gremista. Mas quando o jogo estava mais equilibrado, veio mais uma jogada pela direita do ataque gremista. Na linha de fundo, Galhardo cruzou. Wilson tentou segurar a bola, e acabou jogando a pelota para dentro do gol: 1 a 0. O Galo respondeu com Elias, que obrigou Paulo Victor a fazer mais uma grande defesa. Na sequência, o Grêmio atacou pela esquerda. Cortez passou por Patric e Luan e acabou derrubado pelo meia-atacante. Pênalti. Na cobrança, Maicon bateu no cantinho, sem chances para Wilson: 2 a 0. Pouco depois, foi a vez do VAR aparecer no Horto. Galhardo puxou Luan dentro da área e o árbitro Luiz Flavio de Oliveira foi avisado da existência do pênalti. A infração foi marcada e, na cobrança, Franco Di Santo deslocou o goleiro Paulo Victor para diminuir: 2 a 1 e fim do primeiro tempo. O segundo tempo começou tão animado quanto terminou o primeiro. Logo no primeiro minuto, Pepê tabelou com André, saiu nas costas da defesa atleticana e tocou por cima do goleiro Wilson: 3 a 1. A partir daí, o Independência virou um local hostil para o Atlético. Os torcedores passaram a vaiar os jogadores. Os principais alvos eram Patric, Wilson, Elias e Cazares. O presidente Sérgio Sette Câmara também foi um dos alvos. No aquecimento dos reservas, Ricardo Oliveira discutiu com alguns atleticanos na arquibancada. Para piorar a situação, o meia Cazares foi expulso por entrada dura em Luan, do Grêmio. As duas equipes ainda criaram boas chances de marcar. No fim, Alisson recebeu, invadiu a área e finalizou. A bola desviou em Réver e foi no ângulo de Wilson: 4 a 1 e fim de jogo no Horto. ATLÉTICO 1 X 4 GRÊMIO Atlético Wilson; Patric, Igor Rabello, Réver e Hulk; Nathan e Elias (Geuvânio, aos 10/2°T); Luan, Cazares e Marquinhos (Vinícius, aos 39/2°T); Franco Di Santo (Alerrandro, aos 39/2°T) Técnico: Rodrigo Santana Grêmio Paulo Victor; Galhardo, Geromel, David Braz e Cortez; Michel e Maicon (Luciano, aos 27/2°T); Alisson, Luan e Pepê; André (Thaciano, aos 17/2°T) Técnico: Renato Gaúcho Gols: Galhardo, aos 33/1°T; Maicon, aos 43/1°T; Franco Di Santo, aos 47/1°T; Pepê, a 1/2°T; Alisson, aos 48/2°T Cartões amarelos: Cazares, aos 48/1°T; Geuvânio, aos 17/2°T; André, aos 17/2°T; Luan, aos 19/2°T; Nathan, aos 43/2°T Cartão vermelho: Cazares, aos 22/2°T Motivo: 25ª rodada do Campeonato Brasileiro Local: estádio Independência, em Belo Horizonte Data e horário: domingo, 13 de outubro, às 19h Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (Fifa/SP) Assistentes: Danilo Ricardo Simon Manis (Fifa/SP) e Neuza Inês Back (Fifa/SP) VAR: Jose Claudio Rocha Filho (SP)