Cruzeiro sofre gol nos acréscimos e só empata com a Chapecoense

Time celeste marcou com Dedé, no início do jogo, mas sofreu empate no fim Tudo indicava que o Cruzeiro voltaria a vencer um mês e doze dias depois do último triunfo no Campeonato Brasileiro. Neste domingo, o time celeste saiu na frente do placar diante da Chapecoense, logo aos 3’, com Dedé, mas sofreu o gol de empate já nos acréscimos do segundo tempo, quando Camilo marcou. Com o 1 a 1 da Arena Condá, a Raposa alcança a oitava partida seguida sem vitória na Série A. O resultado deixa o Cruzeiro estacionado na 18ª colocação do Campeonato Brasileiro, agora com 22 pontos. O primeiro time fora da zona do rebaixamento é o Ceará, que tem 26. O CSA, na 17ª posição, foi derrotado pelo Goiás nesse sábado e parou nos 25 pontos. O próximo compromisso do Cruzeiro é em casa, diante de seu torcedor. Na quarta-feira, o time celeste recebe o São Paulo, às 21h de quarta-feira (dia 16), no Mineirão. Com os resultados, a Raposa ficará pelo menos mais uma rodada no Z4 do Brasileiro, uma vez que tem duas vitórias a menos que o CSA. O jogo Depois de oito jogos sem marcar gol com a bola rolando, o Cruzeiro quebrou a sequência ruim neste domingo. Logo aos 3’, o time de Abel Braga aproveitou a segunda bola de uma cobrança de escanteio para abrir o placar da Arena Condá. Fred cruzou de cabeça, da segunda trave, e Dedé bateu de esquerda para o fundo do gol. 1 a 0. Com o gol marcado, o Cruzeiro recuou. Embora tenha tentado manter a linha alta de marcação, o time celeste acabou amassado pelos donos da casa, que não se sentiram o tento sofrido e saíram de forma organizada ao ataque. Aos 10’, em finalização de fora da área, Régis quase empatou a partida. Fábio salvou o time celeste. Ainda que o Cruzeiro tenha tido mais uma chance clara de gol, aos 45’, quando David acertou a trave em finalização de dentro da área, foi a Chape que teve maior controle do tempo inicial. Os números comprovam o domínio. De acordo com o Footstats, ao fim dos primeiros 45 minutos, o time catarinense teve 59% de posse de bola e nove finalizações (contra seis do Cruzeiro). Na volta do intervalo, os donos da casa intensificaram o controle do jogo. Aos 12’, Fábio salvou nova tentativa de Régis, que finalizou de fora da área. Quatro minutos depois, foi a vez de o goleiro cruzeirense impedir o gol de Bryan, que também testou da intermediária. O time de Abel Braga se segurou como pôde para buscar o contra-ataque. Nas oportunidades que teve para sair em velocidade, porém, a equipe celeste não teve tranquilidade para construir oportunidades de gol. David, principalmente, tomou decisões erradas na maioria das chances que desperdiçou. Pedro Rocha ainda entrou no time para tentar melhorar esse fundamento, mas a bola teimou em não entrar. O castigo veio aos 49’, no último lance do jogo. Arthur Gomes finalizou, Fábio deu rebote e, na sobra, Camilo finalizou. 1 a 1. Chapecoense 1 x 1 Cruzeiro Chapecoense João Ricardo; Bryan (Renato), Douglas, Rafael Pereira e Bruno Pacheco; Elicarlos, Roberto, Camilo e Vini Locatelli (Arthur Gomes); Régis (Diego Torres) e Henrique Almeida. Técnico: Marquinhos Santos Cruzeiro Fábio; Edilson (Weverton), Dedé, Fabrício Bruno e Egídio; Henrique e Éderson; Marquinhos Gabriel (Pedro Rocha), Thiago Neves e David (Ariel Cabral); Fred. Técnico: Abel Braga Gols: Dedé (aos 3’1ºT) e Camilo (aos 49’2ºT) Cartões amarelos: Rafael Pereira (Chapecoense); Pedro Rocha (Cruzeiro) Motivo: 25ª rodada do Campeonato Brasileiro Local: Arena Condá, em Chapecó (SC) Data e horário: 13 de outubro de 2019 (domingo), às 19h Árbitro: Caio Max Augusto Vieira (RN) Assistentes: Alessandro Alvaro Rocha de Matos (FIFA/BA) e Jean Marcio dos Santos (RN) VAR: Adriano Milczvski (PR) Via: Superesportes

Roger Machado, técnico do Bahia, dá aula sobre racismo ao comentar confronto com Fluminense

 “Para mim nós vivemos um preconceito estrutural, institucionalizado”, comentou o treinador Roger Machado após partida marcada pela presença dos dois únicos técnicos negros da Série A do Brasileirão O confronto entre Fluminense e Bahia, realizado no Maracanã na noite deste sábado (12), marcou o encontro entre os dois únicos treinadores negros que atuam na elite do futebol brasileiro – Roger Machado, no tricolor baiano, e Marcão, no tricolor carioca. Antes da partida os dois vestiram a camisa do Observatório da Discriminação Racial no Futebol, mas foi durante coletiva de imprensa, no pós-jogo, que Machado deu declarações fortes sobre o racismo. “Para mim nós vivemos um preconceito estrutural, institucionalizado. O preconceito que sofri não foi de injúria racial. O que sofro é quando vou a um restaurante e só tem eu de negro. Fiz uma faculdade onde era só eu era negro. As pessoas podem falar que não há racismo porque estou aqui e eu nego: há racismo porque só eu estou aqui”, declarou o treinador. Machado ainda lamentou o fato do confronto ter chamado tanto a atenção. “Não deveria chamar atenção e ter uma repercussão grande dois treinadores negros, que foram destaque como jogadores, estarem se enfrentando na área técnica. Para mim isso é a prova que existe um preconceito, à medida que a gente tem 50% da população negra e a proporcionalidade que se representa não é igual. A gente tem que se questionar: se não há preconceito no Brasil por que os negros tem um nível de escolaridade menor que os brancos, por que a população carcerária é 70% negra, por que quem mais morre são os jovens negros no Brasil…”, destacou. Diversos comentaristas esportivos foram às redes exaltar a declaração dada por Roger, que abordou também sobre feminicídio e o espaço das mulheres negras na sociedade. Curiosamente, o perfil Central FOX Brasil, da Fox Sports, postou a declaração completa e pouco depois apagou a publicação. Em seguida, o mesmo perfil publicou dois tuítes sobre a coletiva de Machado sem citar a declaração dada por ele sobre o racismo estrutural, em um possível caso de censura interna. Usuários do Twitter questionaram a motivação do vídeo ter sido deletado. Reprodução/Twitter Confira alguns comentários sobre a declaração do treinador: Vinícius Nascimento @eusouvinino “o preconceito que sofri não foi de injúria racial. O que sofro é quando vou a um restaurante e só tem eu de negro. Fiz uma faculdade onde só eu era negro. As pessoas podem falar que não há racismo porque estou aqui e eu nego: há racismo porque só eu estou aqui” – Roger Machado 4.014 21:34 – 12 de out de 2019 Informações e privacidade no Twitter Ads 1.175 pessoas estão falando sobre isso xico sá ✔ @xicosa Aula de história e de Brasil Real de hoje do professor Roger Machado, técnico do Bahia. Hoje valeu a pena gostar de futebol e ter um cara desses na ativa. #RogerMachado 2.141 21:40 – 12 de out de 2019 Informações e privacidade no Twitter Ads 326 pessoas estão falando sobre isso Cassius Medauar @cassiusmedauar Entrevista agora do Roger Machado, técnico do Bahia, foi uma das melhores entrevistas de todos os tempos! Falou de feminicídio, racismo, caramba! Fiquei até emocionado 14 21:35 – 12 de out de 2019 Informações e privacidade no Twitter Ads Veja outros Tweets de Cassius Medauar Juliano Medeiros ✔ @julianopsol50 Simplesmente de arrepiar a entrevista do Roger Machado, técnico do Bahia, após jogo contra o Fluminense abordando o racismo estrutural que marca a sociedade brasileira e, obviamente, o mundo do esporte. De uma lucidez rara no futebol brasileiro. Um belo exemplo a ser seguido. 1.051 21:38 – 12 de out de 2019 Informações e privacidade no Twitter Ads 146 pessoas estão falando sobre isso Ana Thaís ✔ @anathaismatos Que puuuuuuuuuuuutaaaaas entrevista de Roger Machado agora sobre racismo. Ao vivo no @SporTV 1.251 21:31 – 12 de out de 2019 Informações e privacidade no Twitter Ads 87 pessoas estão falando sobre isso

Conselho do Vasco rebate Perrella: ‘O correto dirigente entende bem mesmo é de helicóptero’

 Zezé Perrela afirmou que Cruzeiro caminha para se tornar Vasco ou Portuguesa A declaração do presidente do Conselho Deliberativo do Cruzeiro, Zezé Perrella, repercutiu negativamente no Vasco da Gama. Em entrevista ao Alterosa Esporte, nessa quinta-feira, o dirigente, que assumirá o departamento de futebol da Raposa, afirmou que o clube celeste “está caminhando a passos largos para virar um Vasco da Gama, uma Portuguesa”. Em nota oficial, o Conselho de Beneméritos do Vasco classificou a declaração de Perrella como ‘infeliz’ e ‘preconceituosa’, e provocou: “Talvez não conheça a história de lutas, glórias e conquistas do Vasco da Gama, afinal de contas, o correto dirigente entende bem mesmo é de helicóptero”. O comentário é em referência ao helicóptero da família de Perrella, então senador da república, que foi apreendido com mais de 400 quilos de cocaína no Espírito Santo, em 2013. No Twitter, o Vasco também provocou o dirigente, postando apenas um emoji de um helicóptero (veja o tuíte abaixo). Zezé Perrella foi presidente do Cruzeiro em dois mandatos: 1995 a 2002 e 2009 a 2011. Como vice-presidente, fez parte da gestão do seu irmão, Alvimar de Oliveira Costa, de 2003 a 2008. Atual presidente do Conselho Deliberativo do Cruzeiro, o ex-senador assumirá o departamento de futebol do clube após a saída de Itair Machado, nessa quinta-feira. O acordo foi feito na tarde desta quinta-feira em reunião com o mandatário do Cruzeiro, Wagner Pires de Sá. As negociações foram conduzidas desde o início por Alvimar de Oliveira Costa. Patrocinador do clube, o empresário Pedro Lourenço, dono do Supermercados BH, deverá ser o principal aliado financeiro desse novo grupo gestor. %uD83D%uDE81 %u2014 Vasco (@VascodaGama) October 10, 2019 Leia a nota na íntegra do Conselho de Beneméritos do Vasco Diante da entrevista recente do vice presidente do Cruzeiro, o Conselho de Beneméritos do Club de Regatas Vasco da Gama repudia com veemência a declaração irresponsável, preconceituosa e infeliz deste cidadão. Certo que ele desrespeitou a imensa torcida vascaína e denegriu a imagem do Clube. Talvez não conheça a história de lutas, glórias e conquistas do Vasco da Gama, afinal de contas, o correto dirigente entende bem mesmo é de helicóptero. Silvio Godoi Presidente do Conselho de Beneméritos do Club de Regatas Vasco da Gama.

Flamengo faz 3 a 1 no Atlético-MG e abre 8 pontos para o vice-líder Santos

O Flamengo venceu o Atlético-MG por 3 a 1, nesta quinta-feira, no Maracanã, e aumentou para oito pontos sua vantagem na liderança do Campeonato Brasileiro – segundo colocado é o Santos, que venceu o Palmeiras por 2 a 0. Os gols do rubro-negro foram marcados por Arão, Vitinho e Reinier, e Nathan descontou para o Galo.[/caption] Invicto há 11 rodadas, o Fla segue no topo da Série A, agora soma 55 pontos. O Atlético, com 31, ocupa o 11º lugar na tabela. O jogo – Diante de mais de 63 mil torcedores no Maracanã, o Flamengo dominou o primeiro tempo de jogo diante do Atlético-MG e quase saiu na frente aos 11 minutos de bola rolando. Após cobrança de escanteio, Vitinho cruzou para medida para Willian Arão, que desviou de cabeça e viu a bola passar rente à trave. Aos 22, após bate-rebate dentro da área do Galo, Rafinha deu lençol e cruzou. Bruno Henrique pegou a sobra e viu a zaga atleticana se livrar do perigo. Com mais posse de bola, o líder seguiu sufocando o time mineiro e quase marcou aos 30, quando Rhodolfo arriscou um chute forte e viu Wilson saltar para espalmar. Depois, o goleiro ainda pegou a finalização de Rafinha. Mas, aos 36, Vitinho cobrou escanteio, e Arão desviou para o fundo das redes: 1 a 0. No segundo tempo, o ritmo não mudou. O Rubro-Negro seguiu bem organizado em campo e pressionando os visitantes. No primeiro minuto, Rafinha cruzou para Reinier, que quase ampliou de cabeça. O Galo respondeu aos cinco, quando Nathan recebeu de Vinicius dentro da área e marcou um belo gol para empatar o jogo: 1 a 1. O empate não abalou a equipe da casa, que logo voltou a ficar na frente. Aos 14 minutos, Vitinho fez ótima jogada individual, se livrou de dois marcadores e finalizou no cantinho de Wilson para colocar o Flamengo na frente novamente. Para fechar, aos 30, Vitinho deu passe cabeça para Reinier mandar para o fundo das redes: 3 a 1.

Campeonato Brasileiro – Cruzeiro empata e segue drama na Série A

 Time celeste tem gol anulado pela arbitragem, fica só no 0 a 0 com o Fluminense, no Mineirão, e afunda no Z4 do Campeonato Brasileiro Fred chegou a marcar para o Cruzeiro, mas teve gol anulado após consulta do árbitro ao VAR (Foto: Ramon Lisboa/EM D.A Press) O Cruzeiro deu sequência à campanha dramática no Campeonato Brasileiro ao empatar por 0 a 0 com o Fluminense, nesta quarta-feira, no Mineirão, pela 24ª rodada. Os torcedores celestes que compareceram ao estádio se frustraram principalmente com o gol anulado de Fred, aos 6 minutos do segundo tempo. Ao consultar o VAR, o árbitro Jean Pierre Gonçalves Lima interpretou como falta um toque de Robinho no lateral-direito Gilberto na origem do ataque. Para Sálvio Spínola Fagundes Filho, comentarista de arbitragem da TV Globo, o lance deveria ter sido validado, já que o choque entre o meia cruzeirense e o lateral-direito tricolor foi acidental. No primeiro tempo, Jean Pierre já havia recorrido ao VAR em duas oportunidades: uma para anular um cartão vermelho mostrado a Yuri, do Flu, e outra para advertir Fred com cartão amarelo. Os cruzeirenses questionaram bastante a atuação do árbitro filiado à federação do Rio Grande do Sul. Além do gol anulado de Fred, o Cruzeiro teve duas outras boas chances. Na etapa inicial, Jadson bateu da entrada da área, e Gilberto, quase em cima da linha, salvou o Fluminense. No segundo tempo, Edilson arriscou de longa distância e acertou o travessão. Fora isso, a Raposa insistiu em muitos cruzamentos e foi presa fácil para o adversário quando tentava trocar passes no ataque. Já o Flu, satisfeito com o empate, praticamente não assustou o goleiro Fábio. Com o tropeço em casa, o Cruzeiro chega a 21 pontos, mantém-se em 18º lugar e fica a quatro pontos do CSA, primeiro time fora do Z4 (16º), com 25. Por sua vez, o Fluminense continua em 15º, agora com 26 pontos. Sem vencer há sete rodadas no Brasileiro (três empates e quatro derrotas), o time celeste enfrentará a Chapecoense no próximo domingo, às 19h, na Arena Condá, em Chapecó. A equipe catarinense é lanterna da competição, com apenas 15 pontos. O jogo A vitória do CSA sobre o Internacional, por 1 a 0, em Maceió, colocou mais pressão sobre o Cruzeiro. Vencer o Fluminense seria crucial para, na pior das hipóteses, evitar disparada dos concorrentes na luta contra o rebaixamento. Na tentativa de obter a primeira vitória, Abel Braga ousou na escalação. Ele colocou Fred e Sassá para atuarem juntos no ataque, além de manter David. O meio-campo contava com Henrique, Jadson e Robinho. A primeira boa chance foi criada aos 8min, após desarme de Henrique em Gilberto. Sassá ficou com a bola e encontrou Fred, que, como pivô de futsal, escorou para Jadson chegar batendo. Gilberto se redimiu da falha e tirou a redonda dentro da pequena área. No rebote, Sassá acertou na rede, mas do lado de fora. Aos 17min, David recebeu de Edilson e, de longa distância, soltou a bomba de pé esquerdo. Com movimento semelhante ao de manchete no voleibol, o goleiro Muriel fez boa defesa. Depois de muita correria nos 20 primeiros minutos, o Cruzeiro apresentou sinais de cansaço físico e diminuiu o ritmo, enquanto o Fluminense, satisfeito com o empate que lhe era favorável, tocava a bola sem pressa. A partida parecia transcorrer sem contratempos, até que, aos 46min, houve princípio de confusão. Jean Pierre Gonçalves Lima mostrou cartão vermelho a Yuri, volante do Fluminense, por um suposto pontapé em Jadson. Entretanto, ao ser avisado pelo árbitro de vídeo, Jonathan Benkenstein Pinheiro, Jean Pierre foi ao monitor verificar o lance. Ele anulou a expulsão e mostrou amarelo a Yuri. Pouco depois, em nova consulta ao VAR, amarelou Fred por causa de empurrão em Ganso. Sobrou até para André Carvalho, preparador de goleiros do Fluminense, que tomou vermelho por reclamação. Por causa das constantes paralisações, a etapa inicial só foi encerrada aos 54 minutos. No segundo tempo, o Cruzeiro voltou com Marquinhos Gabriel no lugar de David. Logo no primeiro minuto, Edilson colocou em prática sua principal qualidade, o chute de longa distância, e carimbou o travessão de Muriel. Aos 4min, mais um lance do camisa 2, dessa vez em cobrança de falta, à direita da meta do Fluminense. Aos 7min, a torcida cruzeirense enfim soltou o grito de gol quando Fred se aproveitou de cruzamento de Egídio e cabeceou no canto direito. No entanto, o VAR voltou a entrar em ação, e Jean Pierre Gonçalves Lima consultou o recurso tecnológico. Ao analisar a imagem, Jean Pierre interpretou como falta um toque de Robinho em Gilberto e lhe advertiu com cartão amarelo. No lance, o meia cruzeirense atingiu o rosto do lateral-direito Gilberto com o pé depois de passar a bola para Egídio. O comentarista de arbitragem da TV Globo, Salvio Spínola Fagundes Filho, considerou equivocada a decisão de Jean Pierre, já que os dois atletas caíram juntos na dividida e se chocaram acidentalmente. O gol anulado de Fred foi ducha de água fria para o Cruzeiro, que até se manteve no campo ofensivo, mas não teve criatividade para envolver a defesa do Fluminense. Abel Braga tentou mudar os rumos do jogo com as entradas dos garotos Vinícius Popó e Maurício, porém o empate persistiu e o time celeste se manteve afundado na zona de rebaixamento. CRUZEIRO 0X0 FLUMINENSE CRUZEIRO Fábio; Edilson, Dedé, Fabrício Bruno e Egídio; Henrique, Jadson e Robinho (Maurício, aos 31min do 2ºT); David (Marquinhos Gabriel, no intervalo), Sassá (Sassá, aos 21min do 2ºT) e Fred Técnico: Abel Braga FLUMINENSE Muriel; Gilberto, Nino, Frazan e Orinho (Igor Julião, aos 28min do 2ºT); Yuri (Dodi, aos 15min do 2ºT), Daniel e Paulo Henrique Ganso (Ewandro, aos 42min do 2ºT); Nenê, Yony González e João Pedro Técnico: Marcão Cartões amarelos: Fred, aos 52min do 1ºT. Robinho, aos 9min, Egídio, aos 35min, Edilson, aos 49min do 2ºT (CRU); Yuri, aos 51min do 1ºT. Paulo Henrique Ganso, aos 33min do 2ºT (FLU) Motivo: 24ª rodada do Campeonato Brasileiro

Atlético sai na frente, mas deixa vitória escapar e fica no empate com Palmeiras

 Time alvinegro saiu na frente com Nathan, no primeiro tempo, resistiu até os 37min da etapa final e acabou levando gol de Dudu no Allianz Parque O Atlético voltou a levar um gol no fim do jogo e perdeu pontos importantes. Depois de ser derrotado para o Vasco (2 a 1) no último minuto da partida, na quarta-feira passada, agora o Galo levou o gol do Palmeiras aos 37 minutos do segundo tempo e deixou escapar a vitória, no Allianz Parque. A partida foi válida pela 23ª rodada da Série A e ficou no Nathan marcou o gol do Atlético no fim do primeiro tempo, aos 47 minutos da etapa inicial. O Galo dominou os primeiros minutos e foi premiado com a vantagem no placar. Na etapa final, contudo, o time alvinegro recuou demais e acabou castigado. Dudu fez o gol para o time paulista. Com o empate, o Galo chegou a 31 pontos e ficou a sete do Internacional, clube que abre o G6 – clique aqui e acesse a tabela. Na próxima rodada, na quinta-feira, às 20h, o Atlético visita o líder Flamengo, no Maracanã. Para este jogo em São Paulo, o técnico Rodrigo Santana armou o time com cinco defensores. As novidades em relação à derrota por 2 a 1 para o Vasco foram Leonardo Silva, ocupando a vaga de Cazares, e Guga, que herda a posição de Patric. Atlético começa melhor Embora tenha entrado com uma escalação mais conservadora, o Galo começou jogando no campo de ataque do Palmeiras. As melhores oportunidades foram do Atlético, com seis finalizações certas. Apesar de lutar pela liderança, o time paulista se apresentou de forma muito burocrática. Sem inspiração, o Porco não acertou nenhuma bola na direção do gol do Galo. As principais jogadas surgiram em cruzamentos ou em bolas paradas cobradas por Otero. Aos 10 minutos, o venezuelano bateu falta com precisão no canto esquerdo para defesa de Weverton em dois tempos. Pouco tempo depois, o argentino Di Santo arrancou suspiros dos atleticanos. Aos 14′, Luan ficou com a sobra de bola na ponta esquerda e cruzou na segunda trave. Di Santo apareceu sozinho e chutou de primeira, isolando a bola. Na zaga, o sistema com cinco defensores funcionou bem. O time jogou bem agrupado e fechou o miolo do campo, permitindo os cruzamentos de Marcos Rocha para a área. Cleiton não fez nenhuma defesa difícil na etapa inicial. A melhor chegada do Palmeiras foi uma cabeçada do zagueiro Gustavo Gómez, aos 44 minutos. O primeiro tempo parecia que ficaria no 0 a 0, mas Nathan abriu o placar em um bonito gol. Ele recebeu a bola com espaço, levou para a entrada da área e chutou cruzado rasteiro no cantinho de Weverton: 0 a 1. Palmeiras arranca o empate O segundo tempo começou com o Atlético mais recuado. Por jogar em casa, o Palmeiras partiu para cima em busca do empate e começou pressionando. Aos 12 minutos, após cruzamento da direita de Willian, Bruno Henrique chutou de primeira da entrada da área. A bola foi para fora. Apesar de ter um elenco vasto e com jogadores de qualidade, o Palmeiras mostrou pouco arcabouço de jogadas coletivas. O time de Mano Menezes tentou muito as bolas alçadas na área. Durante alguns minutos, o Porco chegou a jogar com dois centroavantes: Borja e Deyverson. Pouco para um time com tantos recursos. No fim do jogo, o time paulista conseguiu o empate. Aos 37 minutos, Dudu recebeu na ponta esquerda cercado por dois, conseguiu tabelar com Gustavo Scarpa dentro da área e bateu rasteiro com pouco ângulo: 1 a 1. PALMEIRAS 1 X 1 ATLÉTICO Palmeiras Weverton; Marcos Rocha, Gómez, Luan e Diogo Barbosa; Felipe Melo (Raphael Veiga) e Bruno Henrique; Willian, Lucas Lima (Deyverson) e Dudu; Borja (Gustavo Scarpa) Técnico: Mano Menezes Atlético Cleiton; Guga, Igor Rabello, Leonardo Silva, Iago Maidana e Fábio Santos; Nathan (Zé Welison), Elias, Luan (Maicon Bolt) e Otero; Di Santo (Ricardo Oliveira) Técnico: Rodrigo Santana Gol: Nathan (Atlético) e Dudu (Palmeiras) Cartões amarelos: Luan, Leo Silva, Di Santo e Cleiton (Atlético) e Gustavo Gómez, Deyverson e Dudu (Palmeiras) Motivo: 23ª rodada do Campeonato Brasileiro Local: Allianz Parque, em São Paulo Data e horário: domingo, 6 de outubro de 2019, às 16h Árbitro: Rafael Traci (SC) Assistentes: Henrique Neu Ribeiro (SC) e Alex dos Santos (SC) VAR: Rodrigo Nunes de Sá (RJ) Via Superesportes

Dos males, o menor – Cruzeiro arranca empate contra o Inter

 Raposa e Colorado ficaram no 1 a 1, em jogo no Mineirão – O Cruzeiro não conseguiu vencer, mas pelo menos somou um pontinho ao empatar por 1 a 1 contra o Internacional, neste sábado, no Mineirão, pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os gols foram marcados por Nonato, no primeiro tempo, e Fred, de pênalti, na etapa final. A penalidade, aliás, foi marcada com auxílio do VAR para reclamação geral do Colorado. Abel diz que empate foi merecido e vê evolução do Cruzeiro: ‘Melhor do que eu esperava’ Com o resultado, a Raposa permanece na zona de rebaixamento da Série A, na 17ª posição, com 20 pontos. O CSA, que enfrenta o Avaí, no estádio Rei Pelé, neste domingo, pode ultrapassar o time celeste. Os comandados de Abel Braga ainda torcem para o Fluminense, primeira equipe fora do Z4, perder para o Botafogo, no Engenhão. Clique aqui e veja a tabela do Brasileirão. Na próxima rodada, o Cruzeiro enfrenta justamente o Tricolor Carioca, na quarta-feira, às 21h30, no Mineirão. Caso perca para o rival direto na luta contra o descenso, só uma grande reviravolta salvaria o clube celeste. A nota positiva é a torcida, que compareceu em bom número (22.561 presentes) e apoiou o time durante todo o jogo. Responsável por uma das maiores crises do clube, o vice de futebol do Cruzeiro, Itair Machado, foi vaiado em vários momentos. Já o presidente Wagner Pires de Sá foi xingado na saída do estádio. Abel escalou o time com Jadson na vaga de Henrique, suspenso. Fred voltou ao ataque depois de desfalcar o time na derrota para o Goiás (1 a 0). A grande ausência foi Dedé, com dores no joelho. Cacá e Fabrício Bruno formaram a dupla de zaga. Defesa desorganizada Sem Dedé, um dos líderes do time, o Cruzeiro mostrou uma versão desorganizada da defesa. Logo na primeira chegada, o Inter abriu o placar. Aos 9 minutos, após uma rebatida da defesa, Thiago Neves perdeu dividida com Lindoso, que deu início ao lance do gol. Na sequência, Nico López tocou para Guerreiro, que passou para Edenílson. Ele escorou de primeira para López, cuja cabeçada deixou Nonato na cara do gol. O camisa 33 tirou de Fábio e guardou o dele: 0 a 1. O Cruzeiro até conseguiu pressionar o Inter, mas a incompetência ofensiva tem sido uma das marcas do time. O goleiro Lomba pouco trabalhou. Aos 12 minutos, Thiago Neves quase marcou um bonito gol. Lançado na esquerda, David driblou Heitor e tocou na marca do pênalti. Thiago Neves dominou, tirou Cuesta da jogada e finalizou para fora. A melhor oportunidade do Cruzeiro na etapa inicial esteve nos pés de David. E ele mais uma vez falhou em um momento importante. A jogada ocorreu aos 38 minutos. Thiago Neves lançou David com precisão. O atacante fez bem o facão, ganhou de Heitor na velocidade, mas finalizou para fora. VAR ‘salva’ o Cruzeiro O Cruzeiro voltou para o segundo tempo rondando a área do Internacional, mas com dificuldade de criar oportunidades de gol. Mas, aos 12 minutos, eis que o VAR chama o árbitro Wagner do Nascimento Magalhães. No lance, Orejuela estava de costas para o gol e levou um leve toque de Patrick. Magalhães viu o lance na tela do VAR e não teve dúvidas: pênalti para o Cruzeiro! O comentarista de arbitragem Paulo César de Oliveira, do Premier, disse que não houve penalidade. Fred bateu no canto esquerdo do goleiro e empatou o jogo: 1 a 1. O Cruzeiro aproveitou o bom momento e partiu para cima. Aos 25 minutos, David cruzou na cabeça de Robinho. O meia cabeceou para a defesa de Lomba. Para tentar a virada, Abel Braga mexeu no time e colocou Maurício na vaga de Jadson, Ezequiel no lugar de David e Sassá entrou para a saída de Thiago Neves. O Cruzeiro quase virou o jogo. Aos 46 minutos, Fred chutou fraco após dominar e girar dentro da área. CRUZEIRO 1 X 1 INTERNACIONAL Cruzeiro Fábio; Orejuela, Cacá, Fabrício Bruno e Egídio; Jadson (Maurício) e Éderson; Robinho, Thiago Neves (Sassá) e David (Ezequiel); Fred. Técnico: Abel Braga Internacional Marcelo Lomba; Heitor (Bruno), Bruno Fuchs, Víctor Cuesta e Uendel; Rodrigo Lindoso, Edenílson, Nonato (Neilton), Nico López (D’Alessandro) e Patrick; Guerrero. Técnico: Odair Hellmann Cartão amarelo: Cacá, Fabrício Bruno, Éderson e Thiago Neves (Cruzeiro). Undel, Marcelo Lomba e Nonato (Internacional) Gols: Nonato (Inter) e Fred (Cruzeiro) Público Total: 22.561 Público Pagante: 18.222 Renda: R$ 224.779,50 Motivo: 23ª rodada do Campeonato Brasileiro Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG) Data e horário: 5 de outubro de 2019 (sábado), às 21h Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (FIFA/RJ) Assistentes: Marcelo Carvalho Van Gasse (FIFA/SP) e Carlos Henrique Alves de Lima Filho (RJ) VAR: Pathrice Wallace Corrêa Maia (RJ) Tags: cruzeiroec inters seriea empate var polêmico Via Superesportes

Atlético leva virada do Vasco no fim, é vaiado e segue longe do G6

 Donos da casa abriram o placar com Otero, mas Rossi e Marcos Júnior garantiram vitória da equipe carioca Com Santana pressionado, Atlético terá pela frente três dos melhores times do país Foi da forma mais cruel possível. Aos 48 minutos do segundo tempo, quando tentava pressionar para conseguir a segunda vitória consecutiva no Campeonato Brasileiro, o Atlético levou a virada do Vasco. Foi o estopim da revolta dos pouco mais de 10 mil torcedores que foram ao Independência na noite desta quarta-feira e acompanharam o revés dos donos da casa por 2 a 1, em partida adiada da 21ª rodada. Otero abriu o placar para o Atlético já no segundo tempo, aos 14’. Na saída de bola, o Vasco conseguiu empatar, com Rossi, que cobrou pênalti cometido por Patric em Marrony. E o lateral-direito, que vivia bom momento e parecia enfim ter conquistado a torcida, voltou a falhar no gol da virada. Já no finalzinho, ele não conseguiu cortar cruzamento. A bola, então, chegou a Marcos Júnior, que dominou, finalizou firme e venceu Cleiton. Com o resultado, o Atlético ‘estacionou’ na 10ª posição, com 30 pontos – sete a menos que o Bahia, primeiro time do G6. Já o Vasco chega aos 27 pontos, na 13ª posição, e ganha fôlego na disputa contra o rebaixamento. A distância para o Cruzeiro, 17º colocado, é de oito pontos. Equipes se enfrentam em jogo adiado da 21ª rodada do Campeonato Brasileiro ATLÉTICO 1 X 2 VASCO Atlético Cleiton; Patric, Iago Maidana, Igor Rabello e Fábio Santos; Nathan e Elias (Geuvânio, aos 32’ do 2ºT); Luan (Ricardo Oliveira, aos 42’ do 2ºT), Cazares (Vinicius, aos 12’ do 2ºT) e Otero; Franco Di Santo Técnico: Rodrigo Santana Vasco Fernando Miguel; Yago Pikachu, Henríquez, Leandro Castán e Henrique; Richard, Raul e Andrey (Marcos Júnior, no intervalo); Marrony, Ribamar (Rossi, aos 11’ do 2ºT) e Talles Magno (Gabriel Pec, aos 26’ do 2ºT) Técnico: Vanderlei Luxemburgo Gols: Otero, aos 14’ do 2ºT (ATL); Rossi, aos 21’, e Marcos Júnior, aos 48’ do 2ºT (VAS) Cartões amarelos: Cazares, aos 38’ do 1ºT, Nathan, aos 7’, e Patric, aos 20’ do 2ºT (ATL); Andrey, aos 4’ do 1ºT, e Raul, aos 30’ do 2ºT (VAS) Com Santana pressionado, Atlético terá pela frente três dos melhores times do país Equipe tenta sair de mau momento em meio a uma dura sequência no Brasileiro Muito pressionado, o técnico Rodrigo Santana tem o desafio de comandar uma reviravolta na temporada do Atlético. Mas, ao que tudo indica, ser bem-sucedido não vai ser nada fácil. Afinal, as próximas partidas no Campeonato Brasileiro serão contra três dos melhores times do país: Palmeiras (fora), Flamengo (fora) e Grêmio (em casa). E a situação ficou ainda mais complicada após a derrota dessa quarta-feira por 2 a 1 para o Vasco, no Independência, em jogo adiado da 21ª rodada. O duelo diante dos cariocas era visto como a chance de o Atlético ‘respirar’ na tabela do Campeonato Brasileiro. Era a oportunidade de emendar a segunda vitória – após bater o Ceará por 2 a 1 – e encurtar para quatro pontos a distância até o G6. “A gente lamenta muito por ter feito uma partida abaixo (contra o Vasco), por não ter somado pontos em casa. A gente não cogitava nem o empate, porque sabíamos dos jogos que teremos fora de casa. Infelizmente o resultado não foi bom. Mas isso não quer dizer que a gente não possa ir lá fora e buscar os pontos. Isso faz com que a gente mexa mais com o brio dos jogadores para procurar buscar pontos no domingo”, disse o treinador. Desafio 1: Palmeiras A primeira partida dessa série será diante do vice-líder Palmeiras, neste domingo. A partir das 16h, as equipes se enfrentam no Allianz Parque, em São Paulo, pela 23ª rodada. Com 46 pontos – três a menos que o primeiro colocado Flamengo -, a equipe paulista tem foco único na temporada: conquistar o Campeonato Brasileiro. Desafio 2: Flamengo Depois, o rival será o líder Flamengo. Em 10 de outubro (quinta-feira), a partir das 20h, as equipes se enfrentam no Maracanã. O time rubro-negro deverá ter força máxima no confronto, já que o jogo de volta da semifinal da Copa Libertadores, contra o Grêmio, será apenas no dia 23. Desafio 3: Grêmio O fim da série é contra o Grêmio, o outro representante do Brasil na semifinal da Copa Libertadores. Desde 2016 – ano em que conquistou a Copa do Brasil, o time do técnico Renato Gaúcho é considerado um dos melhores times do país. A partida está marcada para 13 de outubro (domingo), às 19h, no Independência, pela 25ª rodada. Depois, o adversário será o CSA, no Estádio Rei Pelé. O time alagoano briga para sair da zona de rebaixamento. Via Superesportes

Na estreia de Abel, Cruzeiro perde para o Goiás e segue no Z4 do Brasileiro

Drama sem fim? Time celeste chegou ao quinto jogo consecutivo sem vitórias na Série A – Com novidade no banco de reservas, o Cruzeiro voltou a ser derrotado em compromisso pelo Campeonato Brasileiro. Na estreia do técnico Abel Braga, o time celeste viu o Goiás marcar com Alan Ruschel, aos 16’ da segunda etapa, e confirmar a vitória por 1 a 0 no Serra Dourada, em Goiânia. Em crise severa, cada vez mais profunda, a Raposa alcançou o quinto jogo consecutivo sem triunfo na Série A. Com o revés, o Cruzeiro se vê ainda mais afundado na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. Na 17ª colocação da tabela, com 19 pontos, os mineiros permanecem a três de distância do Fluminense, primeiro time fora do Z4, que soma 22. Como tem duas vitórias a menos do que o Tricolor, a Raposa não conseguirá deixar o grupo dos quatro últimos na próxima rodada, independentemente dos resultados. Na próxima rodada, o Cruzeiro receberá o Internacional no Mineirão. O duelo está marcado para as 21h de sábado, dia 5 de outubro. Será o reencontro de mineiros e gaúchos depois da semifinal da Copa do Brasil. Naquela ocasião, o Colorado venceu a Raposa nos dois jogos – 1 a 0 no Mineirão e 3 a 0 no Beira-Rio. Adversário desta quarta, o Goiás tem pela frente o Ceará pelo Campeonato Brasileiro. O jogo Com mais volume e mais posse de bola, o Cruzeiro teve o controle da primeira metade do tempo inicial. Sob o comando de Abel Braga, o time celeste coordenou as ações de ataque e viu o Goiás se fechar em busca de um contra-ataque no Serra Dourada. Aos 13’, com Sassá, mas principalmente aos 15’, com Robinho, os mineiros assustaram o goleiro Tadeu. Os donos da casa exploraram as jogadas de bola parada. Rafael Vaz tentou em cobrança de falta, aos 10’, mas a bola passou longe do gol de Fábio. Já aos 27’, Alan Ruschel cruzou da direita, e Fábio Sanchez, de cabeça, dentro da área, deu trabalho ao camisa 1 celeste, que completou 39 anos nesta quarta-feira. Diferentemente dos minutos iniciais, quando as duas equipes chegaram com alguma frequência ao terço final do campo adversário, os instantes finais do primeiro tempo foram mais monótonos. Goiás e Cruzeiro seguraram a bola na região central do campo, diminuíram a movimentação e encerraram os 45 minutos sem marcar gols. Buscando retomar o controle do jogo, o Cruzeiro voltou do intervalo buscando com mais efetividade o gol do Goiás. Logo aos 4’, David – muito participativo no jogo – recuperou bola na ponta esquerda, foi até a linha de fundo e serviu Thiago Neves na área. Livre, o camisa 10 finalizou e marcou. O VAR, no entanto, viu posição de impedimento no início da jogada e anulou o tento celeste. No momento em que tinha domínio das ações, o Cruzeiro viu o Goiás abrir o placar. Aos 16’, Michael fez jogada individual pela direita e cruzou para Alan Ruschel. Livre de marcação na esquerda, já que Edilson fechou o meio, o lateral esmeraldino só teve o trabalho de completar para o gol, sem chances para Fábio. 1 a 0. Abel Braga ainda buscou ofensividade, trocando o volante Éderson pelo atacante Ezequiel, mas, muito nervoso, o Cruzeiro não conseguiu acertar o último passe e desperdiçou novas chances no Serra Dourada. Desta forma, acabou observando a derrota se confirmar e a situação na tabela de classificação ficar ainda mais complicada. GOIÁS 1X0 CRUZEIRO Goiás Tadeu; Yago Rocha, Fábio Sanches, Rafael Vaz e Alan Ruschel; Gilberto Júnior, Yago Felipe e Léo Sena; Michael, Rafael Moura (Papagaio) e Leandro Barcia (Kaio). Técnico: Ney Franco Cruzeiro Fábio; Orejuela (Edilson), Dedé, Fabrício Bruno e Egídio; Henrique e Éderson (Ezequiel); Robinho (Marquinhos Gabriel), Thiago Neves e David; Sassá. Técnico: Abel Braga Gol: Alan Ruschel (aos 16’2ºT) Cartões amarelos: Henrique, David e Thiago Neves (Cruzeiro) Motivo: 22ª rodada do Campeonato Brasileiro Local: Serra Dourada, em Goiânia (GO) Data: 30 de setembro de 2019 (segunda-feira), às 20h Árbitro: Gilberto Rodrigues Castro Júnior (PE) Assistentes: Clóvis Amaral da Silva (PE) e Fábio Pereira (TO) VAR: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (SP) Tags: cruzeiro interiormg seriea futnacional goiasgo

Atlético vira sobre o Ceará, quebra série de derrotas no Brasileiro e ameniza pressão

 Jogadores e comissão técnica haviam sido cobrados pelos torcedores após eliminação na Sul-Americana e maus resultados na elite nacional O Atlético amenizou a pressão pela eliminação na semifinal da Copa Sul-Americana ao vencer o Ceará por 2 a 1, neste domingo, no Independência, pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro. A virada no Horto encerrou sequência de seis derrotas na elite nacional e fez o time alvinegro alcançar 30 pontos, na 10ª posição. Thiago Galhardo abriu o placar para os cearenses, em cobrança de pênalti na etapa inicial, mas Otero e Luan, no segundo tempo, garantiram o triunfo ao Galo. O próximo compromisso do Atlético é contra o Vasco, quarta-feira, às 19h15, no Independência, em jogo atrasado da 21ª rodada. No domingo, às 16h, será a vez de medir forças com o Palmeiras, vice-líder da Série A (46 pontos), no Allianz Parque, em São Paulo. O jogo A eliminação para o Colón na semifinal da Copa Sul-Americana aumentou a pressão para o Atlético no Brasileiro. E os torcedores fizeram protesto em razão dos maus resultados na competição nacional. O espaço destinado às organizadas, por exemplo, ficou vazio. Quem compareceu ao campo, criticou principalmente Elias, Cazares, Fábio Santos e o técnico Rodrigo Santana. Na escalação, Santana teve um dilema: quem substituiria o aclamado Jair, com lesão muscular na parte posterior da coxa direita? Pelas características de marcação, seria Zé Welison o principal candidato. Entretanto, o treinador optou por Nathan, meio-campista sem tanto perfil defensivo, porém com maior eficiência na troca de passes. No começo da partida, a válvula de escape atleticana era Chará, que buscou jogadas de velocidade pelo lado esquerdo. Ele finalizou por cima do gol, aos 2’, em um dos primeiros ataques. Aos 23’, o colombiano sentiu dores na coxa direita e pediu substituição. Otero entrou em seu lugar. A supremacia do Atlético na posse de bola – 56,49% x 43,51%, segundo o Footstats – não refletiu em oportunidades claras. Grande parte da troca de passes se concentrava da defesa para a lateral e, em seguida, ao meio-campo. O time insistiu bastante também em cruzamentos – a maioria errados: 19 de 24. Já o Ceará, bem postado defensivamente, mas pouco agressivo no ataque, teve pênalti aos 39min, quando Igor Rabello atingiu Felippe Cardoso na grande área. Depois de três minutos de avaliação do VAR, o árbitro Paulo Roberto Alves Júnior confirmou a infração. Thiago Galhardo bateu alto, entre o centro e o canto direito, e abriu o placar no Independência: 1 a 0. Somente após sofrer o gol é que o Galo assustou o goleiro Tiago Alves. Primeiro com Otero, em chute venenoso aos 44’. Em seguida, nas conclusões de Elias e Patric. Na etapa final, o Atlético pressionou o Ceará e conseguiu empatar rápido, aos 8min. Réver recebeu assistência de Elias na grande área e chutou rasteiro, na trave esquerda. A bola sobrou limpa para Otero, que finalizou de primeira e deixou tudo igual: 1 a 1. Aos 20’, Patric só não fez o segundo porque Samuel Xavier, quase em cima da linha, afastou a redonda. Na base do abafa, o Galo acreditou que poderia virar. E conseguiu, aos 34’. Após cruzamento de Di Santo, Réver cabeceou à queima-roupa, e Diogo Silva rebateu. Na sobra, o zagueiro rolou para trás, Igor Rabelo furou, e Luan finalizou no canto esquerdo, dando números finais à partida: 2 a 1. ATLÉTICO 2X1 CEARÁ ATLÉTICO Cleiton; Patric, Igor Rabello, Réver e Fábio Santos; Nathan; Luan, Elias (Bruninho, aos 29min do 2ºT), Cazares (Vinícius, aos 39min do 2ºT) e Chará (Otero, aos 23min do 1ºT); Franco Di Santo Técnico: Rodrigo Santana CEARÁ Diogo Silva; Samuel Xavier (Wescley, aos 37min do 2ºT), Valdo, Tiago Alves e João Lucas; Fabinho, Ricardinho, Thiago Galhardo e Lima (Cristovam, aos 32; Mateus Gonçalves (Felipe Silva, aos 38min do 2ºT) e Felippe Cardoso Técnico: Enderson Moreira Gols: Otero, aos 8min, Luan, aos 34min do 2ºT (Atlético); Thiago Galhardo, aos 42min do 1ºT (Ceará) Cartões amarelos: Samuel Xavier, aos 7min, Felippe Cardoso, aos 14min do 2ºT (Ceará) Motivo: 22ª rodada do Campeonato Brasileiro Estádio: Independência, em Belo Horizonte Data: domingo, 29 de setembro de 2019 Árbitro: Paulo Roberto Alves Júnior (PR) Assistentes: Bruno Boschilia e Rafael Trombeta (PR) VAR: Carlos Eduardo Nunes Braga (RJ) Assistentes do VAR: Rafael Gomes Felix da Silva e Bruno Salgado Rizo (SP) Público: 6.131 Renda: R$ 47.121,00 Via Superesportes