Após mais um fracasso da seleção em Copas do Mundo, a entidade pretende investir em um treinador de peso do futebol internacional

Após a eliminação na Copa do Mundo do Catar e a confirmação da saída do técnico Tite da seleção brasileira, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) já está pensando no substituto para o novo ciclo, com vistas ao Mundial de 2026. Desta vez, o preferido é um treinador estrangeiro.

Representantes da entidade já tinham feito consultas sobre a possibilidade de contar com o espanhol Pep Guardiola, que fez muito sucesso no Barcelona e, nas últimas temporadas, comanda o Manchester City.

Porém, além de não demonstrar muito interesse em trabalhar no Brasil, seu salário inviabilizou qualquer progresso nas negociações.

A bola da vez passou a ser o italiano Carlo Ancelotti, do Real Madrid, que foi consultado pela primeira vez em outubro, de acordo com informações do UOL.

O multicampeão se mostrou aberto a avançar com as negociações junto à CBF. Porém, disse que aceitaria conversar somente quando o cargo estivesse vago. Além disso, afirmou que quer finalizar a temporada no clube espanhol. Com isso, em caso de sucesso nas tratativas, ele assumiria a seleção em junho de 2023.
Ancelotti foi campeão em todos os países onde trabalhou

Amigo de Tite, Ancelotti tem 63 anos e uma trajetória recheada de títulos. Foi campeão em todos os países onde trabalhou: Itália (com o Milan), Inglaterra (Chelsea), França (PSG), Alemanha (Bayern) e Espanha (Real Madrid). Ainda conta no currículo com quatro títulos da Liga dos Campeões.

O presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, já admitiu a preferência por um técnico estrangeiro. O português Abel Ferreira, no Palmeiras há dois anos com sucesso, também é citado, mas não é um nome de consenso.

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