Time mineiro sofreu virada incrível, passou novo vexame e acabou sendo derrotado por 4 a 1 no Paraguai

O time já não inspirava confiança, mas daí para um vexame bastaram quatro gols entre 13 minutos no primeiro tempo e uma eliminação iminente na Copa Libertadores com duas rodadas antes do fim da primeira fase. Com direito a lambanças dos defensores e desatenções injustificáveis, o Atlético tomou 4 a 1 para o Cerro Porteño-PAR, nesta quarta-feira (10), em Assunção, e só um milagre o levará às oitavas de final da competição.

Com a vitória do Nacional-URU sobre o Zamora-VEN, por 1 a 0, o Galo, que só tem três pontos no grupo E, fica a seis da equipe uruguaia. Além de vencer uruguaios e venezuelanos nas próximas partidas, terá que torcer contra o time de Montevidéu e ainda tirar a diferença de saldo.

O 2 a 0 para o Zamora, no primeiro tempo do jogo da semana passada, parecia um presságio. A diferença é que, com a torcida no cangote, o time reagiu e acabou virando a partida. Ontem, o time até começou bem, abrindo o placar com Ricardo Oliveira, aos 18 min. Mas o apagão após os 30 minutos o vez amargar seu pior primeiro tempo desde o fatídico 6 a 1 para o rival Cruzeiro, em 2011, quando levou quatro na etapa inicial.

Depois de passar pela pré-Libertadores sem empolgar, esperava-se que a equipe de Levir Culpi sobressaísse na fase de grupos, contra adversários com investimentos bem mais acanhados. Mas, sem um padrão de jogo e atuações individuais abaixo da crítica, o naufrágio era algo até esperado.

Ironicamente, com a tabela de momento, restará ao Galo brigar pela terceira posição na chave, que lhe dará uma vaga na Copa Sul-Americana, a “Série B da Libertadores”, competição continental que o clube desdenhou no ano passado.

O Atlético saiu na frente, mas tomou o vira-vira muito rápido. O primeiro gol paraguaio apareceu em uma cobrança de falta de Acosta por baixo da barreira, aos 30 min. Carrizo fez o segundo aos 33 min, em chute de fora da área, e, aos 35 min, Victor Cáceres anotou, numa lambança de Fábio Santos. Achou pouco? Teve mais na primeira etapa, com a trapalhada de Victor com Igor Rabello e o quarto gol, de Larrivey.

Na segunda etapa, o Galo tinha que se mandar ao ataque e ficou aberto na defesa. Sem criar algo efetivo, o time pode agradecer por não ter tomado mais gols.

Via Jornal O Tempo

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