O Expominas recebe a partir desta terça-feira (6) a 33ª Feira Nacional de Artesanato. O tema deste ano são os 200 Anos da Revolução Industrial. A exposição estará disponível até o próximo domingo (11).

Neste ano, o tema será contado na exposição “A arte do Ofício”, com apoio do Senai e do Sebrae. A exposição será exibida na entrada principal do Expominas e mostrará a história da produção artesanal desde os anos 6.000 antes de Cristo até os dias atuais em espaços interativos e participativos, onde o visitante terá a oportunidade de viver a jornada dos nossos antepassados até os dias de hoje.

Nesta 33ª edição, serão cerca de 900 estandes com apresentação de produtos de todo o país e de representantes de outros países da América Latina, África e da Europa e de mais de 30 etnias indígenas.

As exposições terão oficinas artesanais gratuitas, apresentações culturais com manifestações artísticas do folclore e do cancioneiro nacional, cortejos e shows musicais.

O evento contará ainda com três praças de alimentação, lanchonetes e restaurantes.

Interação virtual

Uma novidade é que o evento acontecerá também no modo virtual. Uma plataforma realizará a gravação 360 graus de todos os estandes e os internautas de qualquer parte do Brasil e do mundo poderão “passear” por eles, se comunicar com os expositores e fazer as suas compras.

Ela ficará no ar até novembro de 2023, transformando a Feira Nacional de Artesanato em um evento 365 dias.

Ingressos

A feira é destinada ao público em geral e a lojistas, e os ingressos deverão ser retirados com antecedência pelo Sympla, ao preço de R$ 17,50.

Maiores de 60 anos, menores de 12 anos e PCDs (pessoas com deficiência) não pagam, entretanto, devem retirar a entrada na plataforma virtual.

Na portaria, os ingressos serão vendidos a R$ 20 e o estacionamento, que é terceirizado, tem diária de R$ 60.

Endereço e horário:

O Expominas fica na avenida Amazonas, 6.200, no bairro Gameleira, na região Oeste de Belo Horizonte.

Evento inclusivo

De acordo com Tânia Machado, organizadora da feira, a FNA é estruturada para ser um evento responsável e inclusivo.

“Nos tempos atuais, não tem como não atendermos às necessidades de todas as pessoas e do meio ambiente. É com muita consciência e orgulho que fazemos isso”, enfatiza, ao enumerar as iniciativas.

“Incentivamos a visita tátil para o deficiente visual, tradução em libras para o deficiente auditivo nas oficinas, acesso adequado para os deficientes físicos e acolhimento para crianças autistas, além de espaço indígena com mais de 30 etnias de diversas regiões brasileiras”, informa.

Feira Nacional de Artesanato

A feira teve início em 1989, com apenas 60 estandes e 200 expositores, hoje é a maior da América Latina. Em 2019, 5 mil expositores de todos os estados do Brasil e outros 12 países da América Latina, África e Europa ocuparam 1 mil estandes do Expominas.

Em 2020, para adaptar-se aos protocolos sanitários, em função da pandemia da Covid, diminuiu o número de estandes para 497, teve 2 mil expositores, com quase 30 mil visitantes. Em 2021, manteve o formato de 2020, ainda por causa da Covid, mas registrou um aumento de expositores e visitantes para 2.500 e 80 mil, respectivamente.

BHAZ

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