Documento oficial dos militares que “fiscalizaram” trabalho do TSE não indicou qualquer anormalidade e trouxe apenas críticas aos métodos. O último fio de esperança dos golpistas está sepultado

O tal relatório das Forças Armadas sobre a “fiscalização” do processo eleitoral tocado pelo TSE, que era a última esperança dos bolsonaristas para seguirem alimentando teorias infundadas de irregularidades no pleito que elegeu Lula (PT) para a Presidência da República finalmente foi divulgado e não trouxe qualquer acusação de fraude.

A publicação do documento acabou com o último fio de esperança dos golpistas que tentavam melar a eleição legítima do líder petista, ainda que esses radicais se apeguem a toda e qualquer tese estapafúrdia que sustente uma irreal vitória de Jair Bolsonaro (PL) nas urnas.

O arquivo de 64 páginas faz apenas críticas ao método adotado pelo TSE, dizendo que ele dificultaria a tal “fiscalização” realizada pelos militares, cooptados pelo atual presidente para atrapalharem o processo. Em parte alguma há menção a irregularidades ou fraudes.

“Quanto à fiscalização da totalização, foi constatada, por amostragem, a conformidades entre os BU (boletins de urna) impressos e os dados disponibilizados pelo TSE”, diz um trecho do relatório, acabando com especulações de seguidores de Bolsonaro de que as Forças Armadas apontariam fraudes.

O ministro Alexandre de Moraes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e integrante do Supremo Tribunal Federal (STF), já se manifestou oficialmente por meio de uma nota no site da Corte, reafirmando “a eficácia, a lisura e a total transparência da apuração”.

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