Milícias de direita atiram e acertam ônibus da Caravana de Lula

 A gangue de Moro não quer apenas prender Lula, quer é mata-lo, e conta com a anuência do Estado. O ato fascista que vem sendo praticados contra a caravana de Lula na região sul do país, por grupos de extrema-direita, conhecidos também como coxinhas, está passando dos limites. Esta gangue não cansa de praticar injúrias e postagens criminosas no facebook e em grupos de Whatsapp, sem nenhuma ação do Ministério Público para identificar os extremistas e pobres de direitas.
Ontem, em uma tentativa de atentado contra Lula, ônibus que integram a comitiva do ex-presidente que viaja pelo Sul foram atingidos por tiros no Paraná. A Polícia Militar foi contactada para realizar perícia sobre as marcas dos dois tiros atingiram o segundo ônibus e dois, o terceiro, além de terem colocados pregos na estrada para furar os pneus dos ônibus. 

Juristas pela Democracia denunciam escalada de ódio e atentado contra Lula
Os Juristas pela Democracia divulgaram publicamente seu repúdio ao atentado a tiros contra a caravana do ex-presidente Lula, ontem à noite no Paraná; grupo manifestou preocupação com a “escalada da violência” e dos “crimes de ódio” durante a passagem da comitiva de Lula pelos estados do Sul do Brasil

Lula: se pensam que com pedras e tiros vão me abalar, estão errados
Em discurso no assentamento 8 de junho, do MST, em Laranjeiras do Sul, no Paraná, o ex-presidente Lula voltou a comentar a tentativa de atentado contra ele e sua equipe da caravana que faz pela região Sul; “Eu acho que eles não suportam a melhoria de vida que os mais pobres tiveram. É demais pra cabeça deles ver o filho do agricultor daqui estudando agronomia. Eles querem tudo pra eles”, disse Lula; segundo ele, “o Paraná foi o único estado da federação de todos os percorridos pela caravana a não fornecer uma escolta policial para a comitiva dos ônibus”

Dilma: “atentado contra Lula é inaceitável”
“Não estamos mais nos anos 50 do século passado, ou na ditadura militar, quando a eliminação física de adversários políticos era uma constante no Brasil e na América Latina. Essa prática não pode ser tolerada. Tais ataques não vão intimidar democratas e militantes políticos”, disse a presidente eleita e deposta pelo golpe, Dilma Rousseff

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A resposta do ilegítimo governo Temer: Jungmann diz que PF não vai investigar atentado contra Lula

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, afirmou que a Polícia Federal não irá investigar o atentado a tiros que atingiu dois ônibus da caravana do ex-presidente Lula na noite de ontem; o ministro disse que, porque o crime não foi federal, cabe às autoridades estaduais atuar; “Caberá à investigação estabelecer se foi ou não (um atentado político)”, disse

Alckmin, o ‘santo’, justifica atentado contra Lula e diz que PT colhe o que plantou
Numa postura repulsiva para um presidenciável, o governador Geraldo Alckmin, candidato do PSDB que é apontado como o “santo” nas planilhas da Odebrecht, minimizou a tentativa de atentado contra a vida do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva; “Acho que eles estão colhendo o que plantaram”, disse Alckmin, que, em seus governos, permitiu que a máquina de propaganda do governo paulista fosse utilizada para uma campanha de ódio contra Lula e o PT; o candidato do PSDB ao governo paulista, João Doria, também evitou repreender a tentativa de assassinato; “O PT sempre utilizou da violência, agora sofreu da própria violência”, afirmou

Boulos: comentário de Alckmin sobre tiros é praticamente aplauso ao fascismo
O líder do MTST, Guilherme Boulos, criticou as declarações do governador Geraldo Alckmin sobre o ataque a tiros contra a caravana de Lula; o tucano minimizou a violência e afirmou que o PT “colheu o que plantou”; nas redes sociais, o pré-candidato à Presidência pelo PSOL afirmou que a declaração de Alckmin era “praticamente um aplauso ao fascismo”.

 

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