O delegado Edmar Moreira Camata “admirador do Moro e do Dallagnol” é  um conhecido defensor da Lava Jato e defendeu a prisão de Lula

 A escolha de Edmar Moreira Camata para comandar a Polícia Rodoviária Federal (PRF) provocou reação de dirigentes petistas e integrantes do grupo Prerrogativas, que reúne advogados aliados de Lula e críticos da operação que danificou a economia nacional e violou normas democráticas. A informação é da coluna da jornalista Malu Gaspar no Globo.

O delegado é um conhecido defensor da Lava Jato, e várias vezes se manifestou a favor das prisões da operação, inclusive a de Lula. Em 2018, Camata foi candidato a deputado federal pelo PSB do Espírito Santo com o lema “para a Lava Jato não acabar”. Assim que Flávio Dino, o ministro designado por Lula para a Pasta da Justiça anunciou que Camata será o novo chefe da PRF, houve forte reação por membros do grupo Prerrogativas. “Essa indicação do novo diretor geral da PRF é um desastre. O cara é admirador do Moro e do Dallagnol”, escreveu um integrante do Prerrogativas num grupo de WhatsApp. “Um absurdo total. Está deflagrada a primeira crise”, concordou outro membro.

Aliados de Flávio Dino defendem a escolha de Camata, cujo nome foi bem recebido por integrantes da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da Polícia Federal, segundo a coluna.

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