O prefeito Alexandre Kalil enfatizou que se o Lula visitar Belo Horizonte será recebido com tapete vermelho

O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, fez elogios ao ex-presidente Lula e não rechaçou a possibilidade de dividir o palanque ainda no primeiro turno.

“Lula não precisa do Kalil, mas pode ser que o Kalil precise de Lula”, disse Kalil em entrevista à Carta Capital. “O Lula é uma liderança e não precisa de interlocutor. E se tiver que conversar com o presidente Lula eu vou conversar diretamente”, frisou prefeito de Belo Horizonte sobre as especulações sobre conversas para tratar das alianças para as eleições.

O prefeito enfatizou que se o Lula visitar Belo Horizonte será recebido com tapete vermelho, bem como qualquer outra liderança política do país. Kalil recebeu a visita do pré-candidato à presidência pelo PDT, Ciro Gomes, na sexta-feira (11).
Com o segundo maior colégio eleitoral do país, Minas Gerais é um dos centros da disputa nacional deste ano. Os presidenciáveis ​​digladiam-se por palanques no estado e o PSD, partido de Kalil, é cortejado por diversos partidos.

Segundo a última rodada da pesquisa DataTempo, o prefeito possui 28% de intenções de voto, metade do porcentual do governador Romeu Zema, candidato à reeleição.

Com a gestão aprovada por 74% dos moradores da capital mineira, Kalil usa o título a Belo Horizonte pelo Imperial College de Londres, de “cidade que melhor combateu a pandemia no Brasil”, como um strunfo a ser explorador nas saídas.

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