O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tem uma das gasolinas mais caras do mundo, apesar de o Brasil ser um país autossuficiente na produção do combustível. Na outra ponta, a Venezuela, tem a gasolina mais barata do planeta.

A título de comparação, com a apenas cinco reais é possível encher o tanque com 50 litros de gasolina na República Bolivariana de Nicolás Maduro, enquanto no desgoverno Bolsonaro o mesmo tanque com 50 litros só é enchido por, em média, R$ 300 (trezentos reais).

Feito essa confrontação, entre o preço da gasolina no Brasil e a a gasolina na Venezuela, sentimos informá-lo que o “Bozo” voltou a aprontar nesta quinta-feira (12/08) contra os consumidores brasileiros –sempre a favor de especuladores e fundos estrangeiros.

Para desviar da comparação, Bolsonaro alega invariavelmente o perigo do “comunismo” venezuelano. Ora, se comunismo significa gasolina de qualidade e baritíssima, então, por que não experimentar essa nova ordem socioeconômica estruturada sobre as ideias de igualitarismo, propriedade comum dos meios de produção e da ausência de classes sociais, do dinheiro e do Estado?

A Petrobras subiu o preço da gasolina em 3,3% a partir hoje, mas, segundo a estatal brasileira, o preço do diesel não terá elevação.

De acordo com a petrolífera brasileira, o reajuste médio é de R$ 0,09 por litro, elevando o preço de venda em suas refinarias a R$ 2,78 por litro. Até chegar aos postos, o valor ainda é acrescido de impostos e margens de distribuidores e postos. Em média, o consumidor paga seis reais por litro nas bombas.

Em nota divulgada na quarta (11/08), a estatal destacou qual sua contribuição para o preço médio final da gasolina, que passará a ser de R$ 2,03 por litro, já que o produto vendido nos postos recebe 27% de etanol anidro.

A Petrobras está sob o comando do general Joaquim Silva e Luna, amigo de Bolsonaro, que havia assumido a empresa no primeiro semestre com a promessa de mudar a política de preços, no entanto, tudo ficou como dantes.

O preço dos combustíveis é definido de acordo com a cotação internacional do petróleo e a variação cambial do dólar –embora os brasileiros recebam salários em reais e o país seja autossuficiente na produção do petróleo.

Resumo da ópera: Bolsonaro propõe que você tenha “liberdade” de ser “roubado” [no preço da gasolina] por fundos de especulação estrangeiros com o apoio do Estado.

Via Blog do Esmael

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