O novo rombo de R$ 9,017 bilhões que está sendo armado no governo de Minas desorganizou todo o planejamento das já fragilizadas contas do Estado. Esse déficit se refere ao aumento de 41% concedido por Zema aos militares e agentes de segurança pública, ativos e aposentados. Segundo o secretário de Fazenda, Gustavo Barbosa, a ideia agora é reordenar as finanças para cobrir a nova despesa bilionária contratada pelo governador.
Em conversas com jornalistas nesta quinta-feira (13/2), Gustavo não soube dizer qual será a fonte dos recursos. O projeto para o aumento é analisado pelos deputados. “Estamos vendo. Vamos fazer um rearranjo”, afirmou. O chefe das contas públicas explicou que a reformulação será realizada tendo em vista, por exemplo, recursos originários da operação do nióbio.
Gustavo Barbosa é um economista de cunho técnico e austero. Agora ele enfrenta um grande desconforto dentro do governo. Afinal, ele sabe que as contas mineiras estão em estado de calamidade desde 2016. Perguntado se concorda com o aumento, ele se negou a omitir sua opinião pessoal: “Esse reajuste foi uma decisão de governo”, tergiversou.
Com o super aumento salarial, as contas públicas estão agora à beira de um abismo. A principal despesa do Estado é a remuneração de funcionários. 74% de todos os impostos arrecadados em 2019 (R$ 67 bilhões) correspondem às custas com pessoal. Além disso, o déficit com a previdência deles somaram ano passado cerca de R$ 18 bilhões. Isso sem contas com o rombo das despesas correntes, as do dia-a-dia, projetado para este ano em R$ 13,3 bilhões. Caso os deputados aprovem o reajuste para os militares, a todas essas despesas serão acrescentados mais R$ 9, 017 bilhões.
POLÊMICA NA EDUCAÇÃO
Gustavo Barbosa foi à Assembleia nesta quinta para tratar sobre o orçamento da educação. A categoria afirma que o governo não pagou o mínimo constitucional da área em 2019, embora o Executivo alegue que sim.
Segundo a Constituição Federal, os governos estaduais devem aplicar no mínimo 25% dos tributos arrecadados na educação. Ano passado deveriam ter sido investidos cerca de 13 bilhões. Dados da Secretaria de Fazenda mostram que até outubro foram destinados à área R$ 8 bilhões. Nos últimos dois meses, R$ 5 bilhões. “Como o governo conseguiu em dois meses fazer isso? Na educação, lá na ponta, esse dinheiro não chegou. Tem professor que até hoje não recebeu o 13° salário. Onde está esse dinheiro?”, questionou a deputada Beatriz Cerqueira (PT).”Isso nos leva a crer que o governo maquiou os dados. Colocou mais dinheiro na área da educação mas investiu em outras áreas”, disse a deputada.
O Portal da Transparência mostra que com recursos da educação o Executivo investiu em transporte rodoviário, infraestrutura urbana e assistência médica.
(…)
kick upstairs your workday with abrupt rivet. ADD a few overlook of https://www.cornbreadhemp.com/collections/thc-drinks to your java to experience CBD for nidus piece smooth out extinct caffeine jitter. This CBD chocolate combining surrender liquid energy that proceed you fat. barren from additives, our constitutional CBD oil and CBD strike down bid clean support for busybodied pro. interchange to lifelike CBD vigour, research our CBD store, grease one’s palms cheap CBD without conciliatory choice, and lead off every morning feeling balance and rivet with CBD!