Como a gente te vê, Globo Overseas

– Ela fez, desfez e quer fazer… de novo! – Via PHA – Conversa Afiada Uma das subsidiárias da Rede Globo em paraísos fiscais. Outra é a DTH (Direct to Home). As duas participaram da patranha da compra dos direitos de transmissão da Copa do Mundo de 2002, quando, segundo suspeita da Receita Federal, a Globo pagou um “por fora” de US$ 60 milhões. O FBI americano investigou maracutaias da FIFA, o que resultou na prisão do Marin, amigão da Globo. Mas, quando o FBI chegou ao Ricardo Teixeira e à Globo, o FBI tirou o time. O FBI – ao contrario da Polícia Federal brasileira – tem chefe. E os americanos sabem com quem contar… As suspeitas sobre a Globo Overseas sumiram: como sumiram o Dr. Marcelo Campos Pinto, que dirigiu os “negócios” da Globo na compra de direitos, e o J. Hawilla, de quem há muito tempo também não se ouve falar. Para entender melhor as patranhas citadas, ler “O lado sujo do futebol”, livro de Luiz Carlos Azenha, que aí presta singela homenagem à Globo e ao Ricardo Teixeira.
Rogério Rosso é ladrão de dinheiro de estádio

– DEPUTADO QUE PRESIDIU GOLPE NA CÂMARA LEVOU PROPINA NO MANÉ GARRINCHA – – O deputado federal Rogério Rosso (PSD-DF), que presidiu a Comissão Especial da Câmara que analisou o processo de impeachment da presidente eleita Dilma Rousseff, teria sido beneficiado com recursos desviados das obras de reconstrução do estádio Mané Garrincha, em Brasília. Nesta terça-feira (23), a Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Panatenaico para investigar os desvios que podem ter chegado a R$ 900 milhões. O assessor especial da Presidência da República, e os ex-governadores do Distrito Federal José Roberto Arruda (PR) e Agnelo Queiroz (PT) foram presos por agentes federais. “Minha vida pública é muito correta e sempre muito diligente em relação à legislação e à conduta ética. Deve ser algum equívoco”, disse Rosso ao ser informado de que é suspeito de ter sido beneficiado com dinheiro desviado das obras. Rosso ficou à frente do governo do Distrito Federal em uma espécie de mandato tampão por oito meses em 2010, após Arruda renunciar devido as implicações da Operação Caixa de Pandora. Como Rosso possui foro privilegiado, as investigações sobre o parlamentar foram encaminhadas à Procuradoria Geral da República (PGR), para que o procurador-geral, Rodrigo Janot, decida se o caso deve ser encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) para abertura ou não de inquérito.
O bandido Romero Jucá sabia das coisas

– PRIMEIRO, NÓS TIRAMOS DILMA. DEPOIS COLOCAMOS TEMER. DEPOIS FAZEMOS UM GRANDE PACTO COM O JUDICIÁRIO – – Hoje completa um ano do vazamento do áudio do bandido senador do PMDB, ex-ministro do Planejamento do ilegítimo Temer, sobre a trama do golpe para tirar Dilma do poder. Gravados em março, semanas antes da votação do impeachment na Câmara, e divulgados no dia 23 de maio de 2016 pelo repórter Rubens Valente, na Folha, o senador Romero Jucá (envolvido em variados processos por corrupção no STF) revelou, pela primeira vez, os bastidores do pacto tramado para afastar a presidente Dilma Rousseff e deter as investigações da Lava-Jato, que ameaçavam (e continuam ameaçando) a cúpula do PMDBJucá sugeriu ao ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado que uma “mudança” no governo federal resultaria em um pacto para “estancar a sangria” representada pela Operação Lava Jato, que investiga ambos.Segundo reportagem de Rubens Valente, as conversas, que até hoje estão em poder da PGR (Procuradoria-Geral da República), ocorreram semanas antes da votação na Câmara que desencadeou o impeachment da presidente Dilma Rousseff.Machado se mostrou preocupado com o envio do seu caso para a PF de Curitiba e chegou a fazer ameaças: “Aí fodeu. Aí fodeu para todo mundo. Como montar uma estrutura para evitar que eu ‘desça’? Se eu ‘descer’…”.Romero Jucá afirmou que seria necessária uma resposta política: “Se é político, como é a política? Tem que resolver essa porra. Tem que mudar o governo para estancar essa sangria”, diz o senador do PMDB. Ele acrescentou que um eventual governo Michel Temer deveria construir um pacto nacional “com o Supremo, com tudo”. Machado disse: “aí parava tudo”.Segundo Jucá, “ministros do Supremo” teriam relacionado a saída de Dilma ao fim das pressões da imprensa e de outros setores pela continuidade das investigações da Lava Jato. O ex-ministro do Planejamento de Temer afirmou que tem “poucos caras ali [no STF]” ao quais não tem acesso e um deles seria o ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no tribunal, a quem classificou de “um cara fechado”.Ele concordou que o envio do processo para o juiz Sérgio Moro não seria uma boa opção e o chamou de “uma ‘Torre de Londres’”, em referência ao castelo da Inglaterra em que ocorreram torturas e execuções entre os séculos 15 e 16. Segundo ele, os suspeitos eram enviados para lá “para o cara confessar”.Na conversa, eles dizem que o único empecilho no pacto era o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), porque odiaria Cunha. “Só Renan que está contra essa porra. ‘Porque não gosta do Michel, porque o Michel é Eduardo Cunha’. Gente, esquece o Eduardo Cunha. O Eduardo Cunha está morto, porra”, afirma Jucá no diálogo, que foi gravado.“O Renan reage à solução do Michel. Porra, o Michel, é uma solução que a gente pode, antes de resolver, negociar como é que vai ser. ‘Michel, vem cá, é isso e isso, isso, vai ser assim, as reformas são essas’”, disse Jucá ao ex-presidente da Transpetro.
Montes Claros resgatou uma tradição secular

– Serestas marcaram as comemorações dos 38 anos do Centro Cultural Hermes de Paula – – A Prefeitura de Montes Claros, através da secretaria municipal de Cultura, em parceria com a Associação dos Seresteiros de Montes Claros e Amigos da Arte – ASAMA, resgatou uma tradição secular dos montes-clarenses. – Não havia lua no céu da última sexta-feira, dia 19 de maio, mas, ainda assim a noite estava linda. Um encontro de seresteiros para celebrar o amor, o lirismo. Famílias e casais de volta à Praça Doutor João Chaves, para comemorar o Dia Municipal da Seresta e também aniversário de seu mais ilustre representante, o escritor e compositor autor do hino amoroso de nossa cidade, a seresta nacionalmente conhecida: Amo-te-muito. “Trabalhamos para que as modinhas voltem a fazer parte da vida de todos e, seus poetas e autores, sejam devidamente reconhecidos. Estivemos juntos nesta noite em que, em nossa amada Montes Claros, se faz seresteira”, destaca Eduardo Chaves, presidente da Associação dos Seresteiros de Montes Claros – ASAMA. As músicas de serestas foram feitas para serem cantadas em noites enluaradas, falando de amor ou de tristeza, mostrando a pureza de tempos que não voltam mais. Foram inúmeros os precursores poetas, músicos e cantores, amantes da boa música que encheram de sons as madrugadas montes-clarense: João Chaves, Hermenegildo Chaves, Nivaldo Maciel, Luís Procópio, Gilberto Câmara, Sinval Fróes, Sebastião Mendes (Sr. Ducho), Celestino Soares (Telé), João Vale Maurício, Virgílio de Paula, Josefina de Paula e Raymundo Chaves. Quatro grupos remanescentes de seresta se apresentaram no palco e o público, saudoso, confirmava que apesar de Diamantina possuir o cenário, nós, montes-clarenses, é quem temos a vocação.Leia mais aqui:
Temer desafia: se quiserem, me derrubem

– Depois de conspirar contra a presidente legítima Dilma Rousseff, usurpar o poder e ser flagrado cometendo vários crimes, pelos quais será denunciado pela Procuradoria-Geral da República, o ladrão Temer fica preso em sua própria teia – – O ilegítimo Michel Temer voltou a afirmar, em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo publicada nesta segunda-feira, que não irá renunciar ao mandato, afirmando que uma renúncia representaria uma declaração de culpa, e acrescentou que só deixará o cargo se for derrubado. “Mantenho a serenidade, especialmente na medida em que eu disse: eu não vou renunciar. Se quiserem, me derrubem, porque, se eu renuncio, é uma declaração de culpa”, disse o presidente ao jornal, em entrevista no Palácio da Alvorada. Temer enfrenta a mais grave crise de seu governo, após ter sido gravado pelo empresário Joesley Batista, um dos donos da JBS, em uma conversa cuja divulgação deflagrou uma grave crise no país. O presidente é alvo de inquérito no STF por corrupção passiva, organização criminosa e obstrução da Justiça, em investigação aberta com base em acordo de delação fechado por Joesley. Um pedido de suspensão do inquérito será analisado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na quarta-feira. Perguntado na entrevista à Folha se deixaria o cargo caso seja denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR), seguindo regra que estabeleceu para seus ministros, Temer disse que não, porque é o chefe do Executivo. “Os ministros são agentes do Executivo, de modo que a linha de corte que eu estabeleci para os ministros, por evidente não será a linha de corte para o presidente”, afirmou o presidente, acrescentando que não irá se afastar voluntariamente. “Não vou fazer isso (se afastar), tanto mais que já contestei muito acentuadamente a gravação espetaculosa que foi feita. Tenho demonstrado com relativo sucesso que o que o empresário fez foi induzir uma conversa. Insistem sempre no ponto que avalizei um pagamento para o ex-deputado Eduardo Cunha, quando não querem tomar como resposta o que dei a uma frase dele em que ele dizia: “Olhe, tenho mantido boa relação com o Cunha”. Temer disse ainda que acredita na fidelidade do PSDB a seu governo até o fim do mandato, em 31 de dezembro de 2018, e minimizou a perda do apoio do PSB e do PPS após a deflagração da crise envolvendo a delação da JBS. “O PSB eu não perdi agora, foi antes, em razão da Previdência. No PPS, o Roberto Freire veio me explicar que tinha dificuldades. Eu agradeci, mas o Raul Jungmann, que é do PPS, está conosco.” TEMER MENTIU NA ENTREVISTA À FOLHA SOBRE ENCONTRO COM JOESLEY FORA DA AGENDA Michel Temer, flagrado pela Polícia Federal cometendo vários crimes, também mentiu na entrevista publicada pela Folha nesta segunda-feira; ele disse que recebeu o empresário Joesley Batista no subsolo do Palácio do Jaburu, de fim da noite de 7 de março, porque imaginava que ele viesse falar sobre a Operação Carne Fraca – e não sobre as ações penais em que é réu; ocorre que a Carne Fraca só aconteceu dez dias depois do encontro entre Temer e Joesley, no dia 17 de março; cada vez mais isolado, Temer pode cair a qualquer momento, embora tenha dito que não irá renunciar; seus últimos aliados, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, já falam em renúncia. O Globo deita e rola na Folha com mentiras de TemerO jornalista Eduardo Bresciani, do O Globo, desmente Temer, veja aqui. Depois de o Fantástico ridicularizar o perito escolhido pela Folha para afirmar que houve edição no áudio gravado por Joesley Batista com Michel Temer -mostrando, entre outras coisas, que ele atesta a ausência de fantasmas em fotografias – hoje o jornal dos Marinho pega no contrapé o da família Frias. Mostra que a alegação aceita pelo jornal, na entrevista que publica hoje com o ocupante do Planalto tem uma contradição insanável. A Operação Carne Fraca, apontada por Temer como o tema que ele acreditaria ser o da conversa desejada pelo presidente da República só aconteceria 10 dias depois do 7 de março em que ambos se encontraram. Portanto, só por premonição poderia Temer “achar” que era essa a razão. Neste momento, a ma garrafal manchete do site de O Globo, como você vê na imagem do post. É mais fácil pegar um coxo do que um mentiroso e a Folha, se quiser andar na mochila de um vai amargar as gozações globais, uma depois da outra.
Perícia comprada para Temer foi desmoralizada

– PIG em conflito: O Globo, dos irmãos Marinho, desmente a Folha, dos Frias – – O empresário Otávio Frias Filho, dono da Folha, tentou salvar Michel Temer, comprando uma perícia para questionar os áudios que devem derrubar o atual governo, e acabou desmoralizado. Reportagem que acaba de ser publicada pelo jornal O Globo, dos irmãos Marinho, revela que o perito Ricardo Caires dos Santos fez um trabalho precário, com equipamentos amadores, e não tem vínculos com o Tribunal de Justiça de São Paulo, ao contrário do que diz a Folha. Caires é também figura frequente em programas sensacionalistas e de celebridades e recuou quando foi questionado pelo Globo. “Esse trabalho tem como intuito que outro profissional faça a perícia”, afirmou. A coluna deste domingo da ombudsman da Folha revela que leitores do jornal ficaram indignados com a tentativa de Otávio Frias de salvar Temer. Abaixo, a reportagem do Globo sobre a “perícia” da Folha: Autor de laudo citado por Temer usou equipamento amador Autor do laudo citado pelo presidente Michel Temer em seu pronunciamento de sábado, o perito judicial Ricardo Caires dos Santos afirma ser profissional em transcrever áudios. Bacharel em Direito pela Unifig, de Guarulhos, onde também diz ter se especializado em Direito Penal, ele se tornou figura frequente em programas sensacionalistas e de celebridade na TV. Antes de se dedicar à degravação da conversa entre o empresário Joesley Batista e o presidente Michel Temer, coube a ele, por exemplo, determinar se havia ou não um fantasma em uma fotografia divulgada na internet pela atriz americana Jéssica Alba, em janeiro do ano passado. Embora costume se apresentar como perito do Tribunal de Justiça de São Paulo, ele é um prestador de serviços eventual da Justiça, sem qualquer vínculo com o tribunal. Procurado pelo GLOBO, ele afirmou que seu trabalho é apenas inicial e que qualquer conclusão a respeito da conversa depende de uma outra perícia. Negou ainda que o áudio da conversa tenha 50 pontos de edição, como apontado por reportagem publicada pela Folha de S.Paulo em seu site na sexta à noite. Segundo ele, são 14 pontos de edição, entre 15 e 20 pontos de corte e diversos trechos de ruído. Santos, no entanto, disse não ser possível apontar onde estão os pontos de edição. — Esse trabalho tem como intuito que outro profissional faça a perícia. E, sobre os pontos que eu mostrei, ele (o outro perito) venha e fale: folha dois é só corte, folha três não dá para ouvir, na folha 33 existe edição. Esse seria o rito para ter a perícia — explicou. ESPECIALISTA EM ‘ESPIONAGEM’ O laudo feito por Santos, ao qual O GLOBO teve acesso, é composto da transcrição do áudio da conversa e, em 54 trechos do diálogo, ele identifica os “pontos a serem analisados”. Aos ouvidos de um leigo, esses pontos são apenas inaudíveis. Para elaborar o laudo, ele afirma ter usado um tocador de mídia, o programa Audacity, uma ferramenta gratuita para edições de áudio caseiras e o software Vegas Pro 10, ferramenta profissional para edição de vídeo, embora não haja imagens da conversa de Temer e Joesley. De acordo com especialistas ouvidos pelo GLOBO, as ferramentas adotadas por Caires são insuficientes para dizer se houve ou não edição da gravação. – A perícia de um áudio é um trabalho multidisciplinar, exige um grupo de pessoas, diversos softwares e alguns dias de trabalho. Não dá pra fazer em poucas horas – afirmou um perito que pediu para ter a identidade preservada. Embora se diga experiente no trabalho, Santos cometeu uma série de erros em sua degravação da conversa: a presidente do BNDES Maria Sílvia Bastos foi confundida com Marina Silva, a CVM, Comissão de Valores Mobiliários, foi transcrita como CDN. Em sua conclusão, Santos escorregou ainda na língua portuguesa. Ele escreve: “para melhor identificação está marcados (sic) os pontos em vermelho e amarelo” e “o objeto “áudio” está eivados (sic) de vícios”. Santos defendeu ainda que os trechos editados teriam reduzido o tempo total de conversa de 50 minutos para os 38 minutos apresentados pelo empresário. Ele não considerou na perícia, no entanto, a gravação feita enquanto Joesley estava no carro, antes e depois de entrar no Palácio para conversar com Temer. No site que mantém na internet, Caires se diz especializado em espionagem. Apesar da carreira de perito, o site também mostra que ele atua no ramo imobiliário, inclusive com registro de corretor de imóveis. O site é onde ele também faz propaganda de suas participações nos programas de TV.
NÃO ME DEIXEM SÓ! EU PRECISO DE VOCÊS

Frase de Collor de Mello poderá ser usada por Temer. Sozinho e abandonado, ele cancela jantar com base aliada – O jantar marcado para esta noite no Palácio da Alvorada, para tentar mostrar o apoio dos líderes governistas a Michel Temer foi cancelado.- Não há mais o que ser servido aos sempre vorazes comensais do golpe. O isolamento de Temer é evidente, o que comprova o fim de feira — ou de governo. Nem mesmo os habituais comensais do PSDB, DEM, PPS e do PMDB confirmaram presença. Sem adesão para o jantar, Temer transformou o encontro numa conversa informal no Palácio da Alvorada. Michel Temer já faz “hora extra” no cargo. Ele deverá renunciar, sofrer impeachment ou cassação no TSE. É questão de tempo. Pouquíssimo tempo, aliás. A reforma trabalhista queimou ainda no forno e a previdenciária, o prato principal, estragou ainda nos temperos. A batata de Temer assou e ele agora é um prato vazio e sujo, que despudoradamente oferece-se para ser lambido nas últimas migalhas. Desta vez, ao contrário do que ocorreu naquela churrascaria quando da trapalhada da Carne Fraca, o que menos despertava o apetite era a carne. Porque Temer foi trinchado, fatiado e descarnado por sua própria cupidez e, perdoem a rima, estupidez. Se ele não fosse tão mau poeta, serviriam-lhe os versos de um bom, um ótimo, o Cartola: E hoje quando eu passo A gurizada pasma Horrorizada como quem Vê um fantasma E um esqueleto humano assim vai Cambaleando quase cai, não cai
Depois da onça morta, até golpista mija nela

– CONTRATADA PELO PSDB PARA DAR O PARECER JURÍDICO DO GOLPE, JANAÍNA PEDE AÉCIO NA CADEIA – A advogada Janaina Paschoal, que foi contratada por R$ 45 mil pelo PSDB, na gestão de Aécio Neves, para formular o parecer das chamadas “pedaladas fiscais”, usado para golpear a democracia brasileira e a presidente legítima Dilma Rousseff, agora diz que quer ver Aécio na cadeia. Leia abaixo, reportagem da Agência Sputinik: Provocada no Twitter, a jurista responsável pelo embasamento jurídico do processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff se defendeu. Usuários da rede social relembravam o momento em que a advogada recebeu apoio de Aécio após discurso no Senado durante o processo que tirou a petista do cargo. Janaína continuou as mensagens dizendo “ser Brasil” enquanto os críticos eram “PT”. Reafirmando ser favorável à renúncia de Michel Temer, Paschoal cobrou também punição à JBS pela prática de insider trading. A prática, proibida em bolsas de valores, se resume a tomar decisões econômicas a partir de informações privilegiadas. A JBS é investigada pela Comissão de Valores Mobiliários por se aproveitar da divulgação da delação premiada de Joesley Batista para se beneficiar do impacto que as revelações causariam no câmbio. Na véspera da divulgação da delação, a empresa teria comprado US$ 750 milhões. Com a forte alta do dólar no dia seguinte, o lucro teria girado na casa dos US$ 170 milhões, valor mais que suficiente para pagar a multa do acordo de leniência fechado com o Ministério Público (R$250 milhões).
Antes de morrer, Fred deverá delatar Aécio

– O capanga e senador afastado de Minas Aécio Neves, que prometeu matar seu primo antes da delação, não deverá cumprir sua jura – O tiro de misericórdia no senador afastado Aécio Neves será dado pelo seu primo Fred Pacheco, que foi preso depois de ser flagrado carregando malas de dinheiro para o presidente licenciado do PSDB nacional.Familiares de Fred estão indignados com a postura de Aécio, que não assumiu a responsabilidade pelos crimes e também disse que o carregador de dinheiro deveria ser alguém que eles pudessem matar antes de se tornar delator.“Tem que ser um que a gente mata ele antes de fazer delação. Vai ser o Fred com um cara seu. Vamos combinar o Fred com um cara seu porque ele sai de lá e vai no cara. E você vai me dar uma ajuda do caralho”, disse Aécio a Joesley Batista, um dos donos da JBS, num dos grampos interceptados pela Polícia Federal.Filho de um respeitado desembargador aposentado de Minas Gerais, chamado Lucas Pacheco, Fred já foi orientado pelos familiares a delatar todos os esquemas de Aécio.Quando esteve com Ricardo Saud, executivo da JBS que lhe entregou uma mala com R$ 500 mil, Fred se queixou do papel que desempenhava para o primo. “Outro dia eu tava pensando, acordei à 0h30, o que eu tô fazendo? O que eu tenho com isso? Eu não trabalho para o Aécio, eu não sou funcionário público, eu sou empresário. (…) Trabalho pra caralho, Ricardo”, disse Fred. “Eu tenho com o Aécio um compromisso de lealdade que o que precisar eu tenho que fazer. Eu falei: ‘Olha onde eu tô me metendo’.”Acima, trecho em que Aécio fala que o carregador deveria ser alguém que eles pudessem matar antes de se tornar delator. “Fred”, do áudio de Aécio, é ex-diretor da Cemig Aécio Neves, ex-presidente do PSDB e senador afastado por Minas Gerais, foi gravado pedindo R$ 2 milhões a Joesley Batista, dono da JBS, segundo reportagem do jornal “O Globo” publicada na quarta-feira (17) e divulgada de forma massiva em diversos meios de comunicação, juntamente com as denúncias envolvendo Michel Temer e Eduardo Cunha. — Se for você a pegar em mãos, vou eu mesmo entregar. Mas, se você mandar alguém de sua confiança, mando alguém da minha confiança — propôs Joesley.— Tem que ser um que a gente mata ele antes de fazer delação. Vai ser o Fred com um cara seu. Vamos combinar o Fred com um cara seu porque ele sai de lá e vai no cara. E você vai me dar uma ajuda do caralho — respondeu Aécio.“Fred”, o nome indicado para receber o dinheiro e que seria “morto”, é Frederico Pacheco de Medeiros, primo de Aécio e ex-diretor da Cemig, uma das principais concessionárias de energia elétrica do Brasil, considerada a maior empresa integrada do setor de energia elétrica da América do Sul, e a maior da América Latina, em quilômetros de rede e de equipamentos e instalações de barragens e uma das maiores violadoras dos direitos dos atingidos em todo o país.O grupo é constituído por mais de 181 sociedades e 17 consórcios. Trata-se de uma companhia de capital aberto controlada pelo Governo do Estado de Minas Gerais e possui 117 mil acionistas em 44 países. Suas ações são negociadas na Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo, na Bolsa de Valores de Nova York e na Bolsa de Madri.Em março de 2014, a Cemig comprou 83% do capital social e 49% das ações da SAAG Investimentos, empresa de investimentos do Grupo Andrade Gutierrez, fato que também despertam suspeitas para as investigações da Lava-Jato. Com isso, aumentou sua participação na Madeira Energia, consórcio responsável pela construção da Usina Hidrelétrica de Santo Antônio. Localizada no Rio Madeira, em Rondônia, a Usina de Santo Antônio será a segunda maior hidrelétrica de turbinas bulbo do mundo, alagando centenas de quilômetros de terras na região amazônica e atingido milhares de ribeirinhos, que até hoje não tem seus direitos reconhecidos.Violações contra os atingidosSão diversas as violações de direitos contra os atingidos praticados por parte da Cemig. As barragens de Irapé, no Vale do Jequitinhonha, e da Usina de Aimorés, no leste do estado de Minas Gerais são bons exemplo da atuação da Companhia.Inaugurada em junho de 2006, a Usina Hidrelétrica de Irapé possui a barragem mais alta do Brasil e a segunda maior da América Latina, com 208 metros, desde sua construção, o regime de cheias e baixas do rio foi alterado, o que impactou na produção de alimentos, na pesca e na forma de ocupação das margens pelas comunidades locais, além disso houve uma profunda contaminação das águas com mercúrio.Ainda hoje, a região possui mais de 3% das moradias sem acesso à energia elétrica– a taxa de porcentagem, em nível de Brasil, é de menos de 1% dos domicílios que vivem no escuro. Enquanto o Vale do Jequitinhonha apenas se perpetua como a região com menor PIB de Minas Gerais, os atingidos por barragens veem as violações aumentando a cada ano.“A privatização do setor elétrico é um dos pilares que sustenta os esquemas de corrupção em todo o país, aumentando a exploração aos trabalhadores atingidos por barragens e garantindo os lucros dos grandes empresários do setor elétrico”, afirma.“Fred”, hoje preso, foi nomeado pelo próprio tucano Aécio Neves para assumir o cargo na companhia,. Além disso, foi um dos coordenadores de sua campanha a presidente em 2014, responsável por tocar a área de logística.Fonte: MAB
A segunda morte de Tancredo Neves

– Aécio e Andrea não honram a memória do avô – Por Juca Kfouri Tancredo Neves, o presidente que foi sem nunca ter sido, teve dos mais gloriosos enterros já vistos no Brasil Menos pelo que era, mais pela esperança que despertou depois de 21 anos de ditadura. Conservador, malicioso, frasista, dava nó em pingo d’água. Democrata, posicionou-se a todo risco pessoal tanto contra o golpe que levou Getúlio Vargas ao suicídio quanto contra o que derrubou João Goulart. Pagou o preço de suas escolhas e certamente jamais apoiaria nem Lula nem Dilma Rousseff. Do mesmo modo que desaprovou os golpes contra dois presidentes legítimos nos anos 1950 e 1960, provavelmente não aprovaria outro golpe mesmo contra adversários. E, sem dúvida, não merece que sua história seja pisoteada de maneira tão vil e tão burra como está sendo por dois netos como Aécio e Andrea, um afastado do Senado depois de pego em gravações criminosas, e de baixíssimo calão, outra presa por cumplicidade depois de, hipocritamente, jurar inocência em nome da filha e da mãe. Aécio e Andrea não honram a memória do avô. Nem a teoria de Darwin Juca Kfouri é formado em Ciências Sociais pela USP. Desde 2005, é colunista da Folha de S.Paulo e do UOL A segunda morte de Tancredo Neves Aécio e Andrea não honram a memória do avô. Por Juca Kfouri Tancredo Neves, o presidente que foi sem nunca ter sido, teve dos mais gloriosos enterros já vistos no Brasil Menos pelo que era, mais pela esperança que despertou depois de 21 anos de ditadura. Conservador, malicioso, frasista, dava nó em pingo d’água. Democrata, posicionou-se a todo risco pessoal tanto contra o golpe que levou Getúlio Vargas ao suicídio quanto contra o que derrubou João Goulart. Pagou o preço de suas escolhas e certamente jamais apoiaria nem Lula nem Dilma Rousseff. Do mesmo modo que desaprovou os golpes contra dois presidentes legítimos nos anos 1950 e 1960, provavelmente não aprovaria outro golpe mesmo contra adversários. E, sem dúvida, não merece que sua história seja pisoteada de maneira tão vil e tão burra como está sendo por dois netos como Aécio e Andrea, um afastado do Senado depois de pego em gravações criminosas, e de baixíssimo calão, outra presa por cumplicidade depois de, hipocritamente, jurar inocência em nome da filha e da mãe. Aécio e Andrea não honram a memória do avô. Nem a teoria de Darwin