Flamengo demite preparador físico após agressão ao atacante Pedro

Decisão da diretoria em demitir Pablo Fernández foi comunicada na noite deste domingo, um dia após as agressões O Flamengo demitiu o preparador físico Pablo Fernández após o incidente de violência no vestiário que evoluiu na agressão ao atacante Pedro. A decisão da diretoria em demitir o profissional foi comunicada na noite deste domingo (30), e confirmada pelo Uol. O clima dentro do clube já não favoreceu a permanência de Pablo Fernández, e a agressão ao atacante Pedro foi o ponto culminante que levou à sua demissão, destaca a reportagem. O preparador físico, em nota publicada anteriormente, admitiu a agressão e expressou suas desculpas ao atacante Pedro, aos colegas e ao próprio Flamengo. O pedido de desculpas não foi suficiente para reverter a decisão do clube, que optou por encerrar a relação profissional com o profissional envolvido no episódio.
Escritor lança livro e faz apresentação de suas demais obras no IHGMC

O escritor montes-clarense, João Figueiredo, fez, na tarde do último sábado (29), na reunião ordinária dos integrantes do Instituto histórico e Geográfico de Montes Claros (IHGMC), o lançamento da segunda edição do seu livro “Motim no Norte de Minas – 1997: Memórias de uma greve de PMs que começou dentro da Universidade”. Na ocasião, o autor fez também uma rápida apresentação de todas as suas obras publicadas. João Figueiredo é historiador, sociólogo, jornalista, poeta, cordelista, memorialista, cronista, contista e ensaísta; é subtenente veterano da PMMG e mestrando em Desenvolvimento Social pela Unimontes. Já publicou 10 livros no formato impresso em tiragem: 1) Capoeira: a psicoterapia corporal dos oprimidos (ensaio); 2) Ataque ao Palácio e outros causos da caserna (contos); 3) Minha vida durante e depois do câncer (memórias); 4) Capoeira e Religião: O que separa uma prática da outra? (ensaio); 5) Sobre Capoeira e capoeiristas em sexteto agalopado (poesia e ensaio); 6) Motim no Norte de Minas – 1997: Memórias de uma greve de PMs que começou dentro da Universidade (memórias); 7) Meninice Campesina (contos autobiográficos); 8) A arte do Cordelismo: Noções básicas (ensaio paradidático); 9) As forças invisíveis da Capoeira (poesia e ensaio); e 10) Cordéis censurados (coletânea de cordéis). O autor publicou também 12 livros no formato ebook e impresso sob encomenda no site: www.amazon.com.br . São eles: 1) Contos e crônicas infanto-juvenis do meio rural (contos e crônicas); 2) Zé doido morreu! (conto); 3) O câncer: definição, origens e perspectivas de tratamento – Um breve estudo da obra “A biopatia do câncer”, de Wilhelm Reich (ensaio); 4) Pássaros e outras aves do Cerrado – 100 espécies catalogadas na comunidade de Espigão de Cima, Montes Claros-MG (ensaio); 5) O PT de ontem e o PT de hoje (ensaio); 6) O Conservadorismo descortês e hostil de Bolsonaro é endêmico; 7) Os fantasmas do adultério são perenes (conto); 8) O julgamento do subversivo (conto); 9) Fama de pistoleiro (conto); 10) O crime do cidadão de bem e outros quatro contos sombrios da caserna (contos); 11) Quando o povo fala… (conto); 12) Traição (conto). Além destes, o autor já publicou 60 livretos de Literatura de Cordel no formato impresso, seis dos quais estão também no site Amazon, no formato ebook. São eles: 1) A Dependência Química (em cordel): Doença incurável que acomete o paciente e fere pessoas do seu convívio (cordel e ensaios); 2) Crítica à elite cordelista – O cordel surgiu da luta contra a cultura aristocrática, mas criou sua própria elite (cordel); 3) Os campos de concentração brasileiros – Primeiro antecedemos, depois imitamos os Nazistas (cordel); 4) Patrimônio mineiro e brasileiro, Mestre Téo Azevedo catrumano – Em Martelo Agalopado (cordel); 5) O MST – Uma história de lutas por justiça social e contra a perseguição dos poderosos (cordel); 6) O câncer de próstata – Mitos e verdades (cordel). Publicidade
Bolsonaro investiu doações de R$ 17 milhões via PIX ao invés de pagar multas

LUCRO COM DINHEIRO ALHEIO Ex-presidente pediu dinheiro de apoiadores para pagar multa, não pagou e ainda investiu quantia equivalente em títulos de renda fixa O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) descobriu que o ex-presidente Jair Bolsonaro investiu R$ 17 milhões em renda fixa. Essa quantia corresponde ao valor que o ex-presidente recebeu através do sistema Pix no primeiro semestre de 2023. De acordo com o Coaf, Bolsonaro optou por investir em títulos como Certificado de Depósito Bancário (CDB) e Recibo de Depósito Bancário (RDB). O relatório elaborado pelo órgão de controle financeiro sobre o ex-presidente foi divulgado pelo jornal O Globo neste sábado (29). Os milhões que foram depositados na conta de Bolsonaro vieram de 769 mil transações realizadas via Pix ao longo deste ano, até o dia 4 de julho. No total, o ex-presidente movimentou quase R$ 18,5 milhões. O Coaf classificou essa movimentação como “atípica” e sugeriu que poderia estar relacionada a doações provenientes de uma campanha organizada por apoiadores nas redes sociais. Os aliados do ex-presidente alegavam que o dinheiro seria destinado ao pagamento de multas. Apesar disso, uma dívida de quase R$ 1 milhão do ex-presidente Bolsonaro ainda não foi quitada. Essa penalidade foi aplicada pelo estado de São Paulo devido ao descumprimento das normas sanitárias durante a pandemia da Covid-19. Em 29 de junho, Bolsonaro afirmou que já havia arrecadado recursos suficientes para pagar as multas impostas e também eventuais novas punições, mas não divulgou publicamente os valores arrecadados na campanha. A defesa de Bolsonaro alegou que o dinheiro tem origem lícita e classificou o episódio como uma “inaceitável e criminosa violação de sigilo bancário”. Mauro Cid na mira da CPMI O Coaf também identificou movimentações “atípicas” e “incompatíveis” nas contas bancárias do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro. Ao todo, Cid movimentou R$ 3,2 milhões em sete meses, entre 26 de junho de 2022 e 25 de janeiro de 2023. Essa informação também foi divulgada pelo jornal O Globo. Segundo o relatório, há indícios de “movimentação de recursos incompatível com o patrimônio, atividade econômica ou ocupação profissional e capacidade financeira do cliente”, além de “transferências unilaterais que, pela habitualidade e valor ou forma, não se justificam ou apresentam atipicidade”. Após a divulgação do relatório, a CPMI dos Atos Golpistas deve investigar as movimentações financeiras atípicas de Cid, com o objetivo de verificar se existe alguma relação entre as transações e o financiamento dos atos golpistas que estão sob análise do colegiado.
Morre o presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Montes Claros

José Avelino Pereira Neto estava tratando de um tumor no fígado. Ele tinha 63 anos e deixa esposa e filho. Por G1 Grande Minas O Sindicato dos Produtores Rurais de Montes Claros comunicou o falecimento do presidente, José Avelino Pereira Neto, de 63 anos, nesta sexta-feira (28). Informações sobre o sepultamento e velório serão divulgadas posteriormente. Segundo a entidade, José Avelino, que é empresário e produtor rural, está há mais de 10 anos no sindicato, onde assumiu a presidência em 2018 e foi reeleito em 2020. Ele se afastou do cargo em 29 de junho para tratar um tumor no fígado. José Avelino era casado com Lina Patrícia Pereira, com que tinha um filho de 15 anos. Publicidade
Ministério da Saúde: Distorções nos dados do SUS são investigados em 467 municípios

O Ministério da Saúde analisa dados de produção do SUS potencialmente ‘exagerados’ ou ‘discrepantes’ informados nos últimos anos por 467 municípios pelo país. A informação é do colunista Guilherme Amado, do Metrópoles. Vale destacar que os números informados por prefeituras de Alagoas contrastam com a realidade dos sistemas de saúde pública locais. Além disso, outras diversas prefeituras também registraram aumentos repentinos na produção. A Saúde fez um pente-fino e enviou informações à CGU e à Polícia Federal. No Maranhão, foi descoberto um esquema de falsificação de dados das prefeituras para aumentar artificialmente o teto de recursos do Fundo Nacional de Saúde (FNS) que parlamentares podiam indicar. Diante disso, prefeituras passaram a receber recursos milionários de que não precisavam. O Ministério da Saúde, entretanto, elaborou uma lista de municípios cujos dados são suspeitos. O órgão também analisa se a produção relatada ao SUS corresponde à realidade para encaminhar os achados aos órgãos competentes. O AudSUS, órgão de auditoria interna do SUS, terminou de analisar os dados em prefeituras do Maranhão e pediu a restituição de R$ 53 milhões enviados indevidamente ao sistema de saúde dos municípios. Outras auditorias também estão em andamento. “O Ministério da Saúde vem aprimorando as regras de negócio dos sistemas oficiais de informação, objetivando reduzir os riscos de registros de produção assistencial distorcidos ou irregulares”, diz o órgão em nota. “Foram desenvolvidos mecanismos para controlar a quantidade máxima de procedimentos por paciente, a cada período, e para impedir alterações nos dados. Essas medidas permitem um melhor acompanhamento das informações inseridas nos bancos de dados.”
SOB NOVA DIREÇÃO – Marcio Pochmann será novo presidente do IBGE

O anúncio foi feito por Paulo Pimenta, ministro da Secretaria de Comunicação do governo Lula O governo do presidente Lula (PT), por intermédio do ministro da Secretaria de Comunicação, Paulo Pimenta, anunciou, nesta quarta-feira (26), o nome do novo presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Trata-se do economista Marcio Pochmann. O diretor de pesquisa, Cimar Azeredo, está, temporariamente, à frente da presidência do órgão, desde o começo de janeiro, quando Eduardo Rios foi exonerado. Ele deverá ocupar o posto até a oficialização da chegada de Pochmann. “Marcio Pochmann que vai para o IBGE e não teve nenhum ruído sobre isso. Vai ser o presidente, vai assumir o IBGE”, disse Pimenta. O ministro afirmou, ainda, que a opção de nomear o economista para a presidência do instituto não teve nenhuma espécie de veto dentro do governo. Pochmann foi presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), de 2007 a 2012, e participou da transição do governo após a eleição de Lula. Além disso, foi presidente da Fundação Perseu Abramo, candidato do PT à Prefeitura de Campinas, em 2012 e 2016, e também dirigiu a Secretaria Municipal do Desenvolvimento, Trabalho e Solidariedade durante gestão de Marta Suplicy (PT), em São Paulo.
CULTURA – Montes Claros recebe concerto “O Som da Vida”

Evento gratuito comemora os 65 anos da banda de música da 11° RPM. Por Leonardo Queiroz – O Norte Nesta sexta-feira (28), a partir das 19h, a Praça da Catedral em Montes Claros será palco do emocionante concerto “O Som da Vida”. O evento, que conta com a colaboração da Polícia Militar de Minas Gerais, do Corpo de Bombeiros Militar, do 55º Batalhão de Infantaria (55º BI), da Prefeitura de Montes Claros e do Conservatório Estadual de Música Lorenzo Fernandes (Celf), promete uma noite especial de união entre as forças de segurança e a música. Além de comemorar os 65 anos da banda da 11° Região de Policia Militar (11º RPM), o evento tem como objetivo levar a música até as pessoas como meio de transformação de vida. Participam do concerto as bandas de música da 11° RPM e do 55° BI; Orquestra do Conservatório Estadual de Música Lorenzo Fernandez; Guarda Municipal de Montes Claros, Jk Jazz Band, de Diamantina, os corais da Arquidiocese e o Lírico Bezzi; além de músicos, cantores e instrumentistas convidados da cidade. O tenente e maestro da banda de música da 11º RPM, Paulo Roberto Cruz Gomes, explica que o concerto foi preparado com o objetivo de levar vida até as pessoas. “A música tem um poder transformador de mudar a vida das pessoas, tanto na forma de agir quanto mudar a vida das pessoas para melhor. Iremos levar uma mensagem de esperança e de harmonia com uma interação com a nossa sociedade. A mensagem que vamos transmitir é que viver vale a pena, música é vida, o som da vida”, comenta. Ainda de acordo com o tenente, a região será agraciada com um presente musical de valor histórico: a celebração dos 65 anos da Banda de Música da 11ª Região da Polícia Militar (11°RPM). “Quem ganha o presente é Montes Claros, o povo norte-mineiro. Teremos uma grande apresentação, um concerto especial preparado para que possamos comemorar o som da vida e celebrar esse momento com harmonia”, finaliza. Para Vera Alencar, cantora e vice-diretora do Celf, “O Som da Vida” é um momento especial de celebração da música. “Sabemos da importância que a música tem na vida das pessoas como agente de transformação social e de modificação das estruturas da nossa sociedade. A música ajuda as pessoas que passam por uma depressão ou para, simplesmente, aquelas que querem ser mais felizes. E esse momento para o conservatório estar junto com outras instituições celebrando a vida através da música é algo que fazemos melhor quando estamos todos juntos”, conta. Vera revela que o repertório preparado para o concerto é excepcionalmente diversificado. “Teremos música erudita, música popular, musica coral, solos de instrumentistas e muitas surpresas. Quem for pode esperar um grandioso show e tenho certeza que ninguém vai se arrepender”, completa.
Mulheres indígenas de Minas Gerais realizam seu primeiro encontro estadual

Reunião será do dia 28 a 31 de julho e busca a garantia de uma vida segura e com direitos, dentro e fora dos territórios Por Ana Carolina Vasconcelos | Brasil de Fato MG Para ampliar a união, a solidariedade e o fortalecimento da identidade ancestral feminina, entre os dias 28 e 31 deste mês, acontece o primeiro Encontro Estadual de Mulheres Indígenas de Minas Gerais. A atividade, que também busca o empoderamento e compartilhamento de vivências, será na Aldeia Ibiramã Kiriri do Acré, em Caldas, na região Sul do estado. Organizado pela Articulação dos Povos Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo (Apoinme), o evento também tem o objetivo de preservar a cultura indígena. Por isso, a programação conta com a realização de rituais tradicionais, troca de saberes, atividades de artesanato e danças, que são herança geracional dos povos tradicionais. Giselma Xucuru-Kariri, que faz parte do departamento de mulheres indígenas da Apoinme, conta que a principal expectativa é de que o encontro seja um espaço privilegiado de debate, alinhamento e construção de encaminhamentos para a garantia de uma vida segura e com direitos, dentro e fora dos territórios. “Nós vamos tratar de pautas como a violência contra as mulheres indígenas, as questões da educação, saúde, segurança alimentar, sustentabilidade, desenvolvimento, entre outras. Queremos a garantia dos direitos dentro dos territórios e uma vida segura. Queremos semear e gerar frutos com o encontro”, comenta. Para cumprir com esses objetivos, a atividade terá, além das mesas de debate, uma série de oficinas que permitem a troca entre as mulheres. Ao final, a organização espera criar um canal permanente entre as indígenas de todas as etnias em Minas Gerais. Dessa forma, elas buscam conseguir pautar o reconhecimento e a valorização. “Tem muito tempo que nós não conseguimos sentar juntas e nos ouvir. Nosso espaço precisa ser afirmado, reafirmado, defendido e garantido, para que a gente consiga trabalhar nas bases, junto às nossas lideranças, e ter reconhecimento e valorização”, destaca Giselma. Desafios O encontro acontece em meio a uma série de impasses sobre a implementação do novo marco temporal, aprovado na Câmara dos Deputados e em debate no Supremo Tribunal Federal (STF). A proposta, defendida por ruralistas, é caracterizada como genocida pelos indígenas e por defensores dos povos tradicionais. Se entrar em vigor, a demarcação de terras só deve acontecer quando for comprovado que os indígenas a habitam de forma permanente antes de 5 de outubro de 1988, quando foi promulgada a Constituição Federal. A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) calcula que existam 41 mil indígenas em Minas Gerais, de 20 etnias pertencentes ao tronco linguístico Macro-Jê e Tupi-Guarani. Até abril deste ano, apenas 16 terras foram demarcadas ou estão em processos de demarcação no estado, o que corresponde a menos de 0,2% dos 586.528 quilômetros quadrados do território mineiro. Em entrevista ao Brasil de Fato MG, publicada em junho deste ano, Haroldo Heleno, representante do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), avaliou que, independentemente da situação regulatória das terras, todos os povos que habitam o estado serão impactados negativamente pelo marco temporal. Giselma destaca que, diante desse desafio, o encontro das mulheres indígenas ganha ainda mais relevância. “O marco temporal traz riscos para nós indígenas, principalmente para aqueles que estão com seu território em fase de homologação e demarcação. A luta é resistir e persistir para que a gente consiga garantir o direito de viver em nossos territórios, com a esperança de tempos melhores para todas nós. Acreditamos que vamos sair vitoriosas”, conclui.
A saída de Lula para não desagradar Gilmar Mendes e Moraes na escolha para o STF

Lula tem considerado indicar uma mulher para a próxima vaga do Supremo Tribunal Federal (STF). Essa seria uma forma de não reduzir a já pequena participação feminina na corte com a aposentadoria de Rosa Weber, em outubro. Um novo fator passou a pesar favoravelmente para este cenário. A justificativa é que, ao selecionar uma advogada ou magistrada para o posto, Lula não desagradaria ministros do Supremo que hoje são os mais próximos ao petista: Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes. Ambos apoiam nomes diferentes para a cadeira de Rosa Weber. Gilmar mostra, nos bastidores, preferência pelo presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Bruno Dantas, enquanto Moraes tem entre “afilhados” o ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Luís Felipe Salomão. Os argumentos levados a Lula são os de que, além de atender a apelos da sociedade civil, de parte do governo e da esquerda, a escolha de uma mulher ajudaria a não criar arestas com integrantes do Supremo e nem com o ministro aposentado Ricardo Lewandowski. O magistrado que saiu do tribunal em abril não conseguiu emplacar seu candidato como sucessor. Lula escolheu Cristiano Zanin, que toma posse em agosto. Outra saída apontada para o presidente evitar rusgas com Moraes e Gilmar sobre esse tema seria escolher um nome que agradaria a ambos. No Judiciário e no governo, o ministro da Justiça, Flávio Dino, desponta como o nome que conseguiria unir os dois apoios de peso. Dino tem negado a aliados qualquer interesse na vaga. Hoje, Lula deixa claro não abre mão de uma característica para ser seu indicado: ter canal direto com ele. Como informou a coluna, entre os cotados que preenchem esse requisito estão o próprio Dino, o ministro da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias e o presidente do TCU, Bruno Dantas. Bela Megale – O Globo
Perspectiva do BNDES é financiar R$50 bi este ano, diz Mercadante

Mercadante também comentou sobre o Fundo Clima, que financia projetos voltados à redução de emissões de gases do efeito estufa (Reuters) – O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Alozio Mercadante, disse nesta segunda-feira que o banco tem a perspectiva de financiar projetos no valor de 50 bilhões de reais em 2023, o dobro do montante de 2022. Em entrevista a jornalistas depois de se reunir com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, Mercadante também comentou sobre o Fundo Clima, que financia projetos voltados à redução de emissões de gases do efeito estufa e à adaptação às mudanças climáticas. “Nós vamos ter agora um acréscimo de em torno de 620 bilhões de reais no Fundo Clima, que é administrado pelo BNDES e é um fundo que o Brasil tem imenso potencial para captar recursos no exterior, os chamados green bonds, os fundos verdes, que possam alavancar a capacidade de financiamento de investimento para o desenvolvimento”, disse.