Veículos de luxo e R$ 27 mil são apreendidos em operação que investiga contratos de rodeio em Manga

Ação apura possíveis crimes contra a Administração Pública, lavagem de capitais e organização criminosa. Operação Palco Oculto foi realizada pelo Ministério Público, com apoio da Polícia Civil, nesta quarta-feira (29). Por Marina Pereira, Taislane Antunes, g1 Grande Minas Onze mandados de busca e apreensão foram cumpridos durante a operação Palco Oculto, realizada pelo Ministério Público, com apoio da Polícia Civil, em Manga, no Norte de Minas, nesta quarta-feira (29). A ação apura possíveis crimes contra a Administração Pública, lavagem de capitais e organização criminosa.Os mandados foram cumpridos em endereços públicos, residenciais e empresariais vinculados aos investigados. Segundo o MPMG, a investigação envolve contratações e pagamentos relacionados à estrutura e ao suporte do 1º Rodeio de Manga, realizado durante as festividades do aniversário de 102 anos do município, entre os dias 5 e 7 de setembro de 2025.“Segundo a apuração, há indícios de que recursos públicos pagos a empresa contratada para o evento possam ter sido posteriormente movimentados por meio de empresas e pessoas interpostas, em fluxo financeiro que está sendo investigado pelo Ministério Público”, informou o MPMG.As diligências tiveram como objetivo a apreensão de documentos, processos administrativos, notas fiscais, registros contábeis, contratos, equipamentos eletrônicos e outros elementos capazes de auxiliar na reconstrução do fluxo contratual e financeiro investigado.Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos documentos, equipamentos eletrônicos, R$ 27.038 em espécie e veículos de luxo vinculados aos investigados.“Os elementos arrecadados serão analisados para aprofundar a apuração sobre a origem, a circulação e a destinação dos valores, bem como para verificar eventual incompatibilidade patrimonial”, disse o MPMG. A Polícia Civil informou que os mandados foram cumpridos em desfavor de dois investigados: um agente público municipal e um particular com vínculo familiar com integrante do Poder Executivo local.A investigação prossegue sob sigilo. O que diz a prefeituraEm nota, a Prefeitura de Manga informou que foi surpreendida com a operação nesta manhã e disse que os órgãos recolheram “documentos públicos para averiguação na Secretaria de Cultura, documentos esses já disponibilizados em anteriormente ao Ministério Público de Minas Gerais, e de acesso a qualquer cidadão pelo portal da transparência”.A Prefeitura esclareceu ainda que está à disposição das autoridades, colaborando de forma transparente para o total esclarecimento dos fatos.Fonte G1 Grande Minas
Superlotação prejudica ressocialização e eleva tensão nas prisões em Minas

Com déficit de 30 mil vagas, Estado tem 72 mil presos nas 41 mil vagas do sistema prisional; Governo de Minas afirma que obras foram entregues e outras seguem em andamento Setenta e dois mil presos e apenas 41 mil vagas. Esse é o retrato dos superlotados presídios mineiros. O déficit de mais de 30 mil vagas escancara um dos principais desafios do sistema penitenciário. Para especialistas, as celas abarrotadas de detentos aumentam a tensão e dificultam a ressocialização. O Estado afirma que obras foram entregues e outras seguem em andamento.
Marinho rejeita “chororô” de empresas com fim da escala 6×1 e critica Hugo Motta

Ministro do Trabalho rejeita compensações a empresas no debate sobre o fim da escala de trabalho 6×1 O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, rejeitou nesta segunda-feira (27) a possibilidade de compensações no debate sobre a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6×1. Segundo ele, o governo tem posição definida sobre o tema.“A posição do governo é muito clara. Não cabe compensação nesse tipo de benefício para o conjunto da economia”, afirmou Marinho a jornalistas na sede do MTE, após a apresentação do 5º Relatório de Transparência Salarial.Marinho também criticou a reação de setores empresariais diante da proposta e disse que parlamentares devem rejeitar a proposta de desoneração para compensar as empresas, acrescentando que “historicamente, sempre, as empresas vêm com um chororô muito grande, é além da realidade”.De acordo com o ministro, argumentos de impacto negativo já foram apresentados em outros momentos, mas não se confirmaram. “Em todos momentos, dizem que isso vai desregular, gerar desemprego e quebrar empresas, mas a história, no mundo e no Brasil, diz exatamente o contrário”, declarou.Marinho reconheceu que há efeitos econômicos, mas afirmou que eles são compensados por ganhos de produtividade e organização do trabalho. “Tem impacto financeiro, sim, mas ele é compensado por outro impacto. Uma empresa, por exemplo, que tinha 24 faltas diárias na escala 6×1, sem reduzir para 40 horas semanais, mas na 5×2, zerou as faltas diárias e preencheu as vagas que não conseguia preencher na escala 6×1”, explicou.Ele reforçou que mudanças desse tipo não provocam prejuízos generalizados. “Não gerou quebradeira para as empresas coisa nenhuma”, afirmou. “Vários aspectos positivos se contrapõem” e “os impactos são compensados pela melhoria do mercado, aumento da produtividade e da capacidade”, disse.O ministro também destacou que o governo mantém diálogo com os setores econômicos, mas descartou discutir compensações neste momento. “Evidente, nosso governo é um governo de muita escuta. Se algum nicho de empresa perceber que tem esse tipo de problema, vamos escutar, mas não é agora no bojo da discussão da redução da jornada que se discute compensação, porque precisa pegar a especificidade de cada setor”, disse.A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou a proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6×1. O texto seguirá agora para análise de uma comissão especial, ainda a ser instalada, antes de ser encaminhado ao plenário.Paralelamente, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou à Câmara um projeto de lei (PL) sobre o tema em regime de urgência. A proposta também prevê o fim da escala 6×1 e tem prazo até 15 de julho para ser votada pelo Congresso Nacional.Esse é um debate muito importante, não é de agora. A PEC do Reginaldo Lopes está tramitando desde 2019.Marinho também afirmou, durante a coletiva, que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva apoia tanto a aprovação da PEC quanto do PL, mas demonstra preferência pela tramitação do projeto de lei.“Por que o governo prefere o PL, sem absolutamente uma rejeição à PEC?”, disse Marinho. “Se a PEC avançar e for aprovada, está tudo certo, mas reconhecidamente as PECs têm um caminho mais longo a ser percorrido”, acrescentou.Ele também rejeitou as críticas de que o PL seria inconstitucional e afirmou que dialoga com o presidente da Câmara, Hugo Motta, mas ponderou: “Visivelmente, ele está tramitando a PEC e fazendo de tudo para segurar o PL”.Marinho disse que Motta havia assumido inicialmente o compromisso de tramitar as duas propostas.
Atlético é goleado em casa pelo Flamengo, vê turbulência aumentar e flerta com Z4

Em jogo marcado por saída de Hulk no vestiário, Atlético foi goleado pelo Flamengo na Arena MRV e vê drama aumentar no Brasileiro Nada deu certo para o Atlético na noite deste domingo (26/4). Amplamente dominado do início ao fim, o Galo foi atropelado e perdeu por 4 a 0 para o Flamengo na Arena MRV, em Belo Horizonte, em duelo pela 13ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. O rubro-negro carioca abriu o placar logo aos sete minutos de jogo, com o centroavante Pedro. Aos 30, o meia-atacante equatoriano Gonzalo Plata ampliou com golaço de fora da área e, nos acréscimos do primeiro tempo, o meia uruguaio Arrascaeta fez 3 a 0 por meio de cabeçada. Aos 39 minutos do segundo tempo, Pedro voltou a marcar para dar números finais à goleada. Furiosa com a atuação do time, a torcida do Galo – que compareceu em bom número ao estádio – bradou cantos contra Rubens e Rafael Menin, acionistas majoritários da Sociedade Anônima Futeblística (SAF) do Galo, e contra o elenco, com o clássico “Time sem vergonha!”. A torcida do Flamengo chegou a cantar “olé” diversas vezes no segundo tempo. Com o resultado, o Galo passa a “flertar” seriamente com a zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. Os comandados do argentino Eduardo Domínguez somam 14 pontos e ocupam a 15ª colocação, mas empatados com o 16º, Internacional, e o 17º, Santos, que abre o Z4. O alvinegro mineiro está acima da dupla por ter uma vitória a mais. ATLÉTICOAtlético: titular diz quando ficou sabendo de saída de Hulk e reage a extracampoFlamengo comemora gol contra o Atlético na Arena MRV (foto: Leandro Couri/EM/D.A Press)Já o Flamengo dá sequência ao momento “mágico” que vive com o português Leonardo Jardim, ex-técnico do Cruzeiro. O rubro-negro emplaca a sétima vitória seguida e é o vice-líder da elite nacional, com 26 pontos, seis a menos que o líder Palmeiras, que soma 32.Crise interna do Atlético aumentaA derrota “acachapante” só aumenta a turbulência interna do Atlético. O primeiro baque veio antes ainda do início do jogo – minutos antes do pontapé inicial, Hulk deixou o vestiário da Arena devido à possibilidade de se transferir. Logo após divulgar a escalação, o Galo informou que liberou o jogador para “avaliar a possibilidade” de deixar o Galo após receber “sondagem de outro clube do futebol brasileiro”. Caso atuasse no duelo, o camisa 7 completaria o 13º jogo pelo Brasileiro e não poderia mais jogar na competição por outra equipe. Após a partida anterior do Atlético – a vitória por 2 a 1 sobre o Ceará, na Arena MRV, pela ida da quinta fase da Copa do Brasil, na quinta-feira (23/4) -, Hulk já havia dito que “pela conversa que teve com quem manda”, pode sair no meio ou no fim de 2026 – ele tem contrato até dezembro. No início do ano, o atacante esteve próximo de deixar o clube e ir para o Fluminense – na ocasião, chegou a ir às redes sociais para desabafar, criticando a diretoria e dizendo que havia se sentido desvalorizado pela instituição. Também depois do jogo contra o Vozão, o lateral-esquerdo Renan Lodi deu declaração polêmica ao SporTV: “Primeiro que nós temos que dar resposta o quanto antes, porque a gente sabe que não vem em um momento muito bom – por vários fatores, não só dentro de campo, mas fora de campo também. Isso tem que reconhecer e ninguém vê o que está acontecendo no dia a dia”. A reportagem do NA pôde apurar mais sobre o tema na última sexta-feira (24/4). Fontes ouvidas pela reportagem asseguraram que alguns jogadores estão descontentes com o que caracterizam como “distanciamento dos gestores” perante ao elenco e também com promessas não cumpridas. No sábado (25/4), o próprio Atlético admitiu as turbulências publicamente e fez reunião que envolveu Rafael Menin, membros da diretoria e grupo de jogadores.O jogoO Atlético tomou banho de água fria logo nos primeiros minutos de jogo – aos sete, o Flamengo construiu bela jogada desde a defesa que foi finalizada com maestria pelos atacantes Samuel Lino e Pedro. O primeiro recebeu de Arrascaeta na ponta-esquerda, infiltrou a área e deu passe perfeito para o segundo, que balançou as redes com o gol “escancarado”: 1 a 0. Já baqueados pela saída surpreendente de Hulk do vestiário, os jogadores do Galo demonstravam pelas feições que estavam completamente abatidos. A primeira boa chance do alvinegro veio somente aos 28 minutos, com chute cruzado do lateral-direito Natanael para boa defesa do goleiro argentino Rossi. No escanteio gerado pelo lance, o atacante argentino Cuello cabeceou e viu o compatriota fazer outra grande defesa, seguida por toque da bola no travessão. Justamente quando o Galo esboçava reação, recebeu outro balde de água fria – aos 30, logo depois das duas boas chances, o meia-atacante equatoriano Gonzalo Plata “tirou coelho da cartola” para fazer golaço. Ele recebeu na ponta-direita, superou o lateral-esquerdo alvinegro Pascini com facilidade, costurou toda a defesa atleticana e finalizou da pequena área, colocado, para acertar a a gaveta direita de Everson: 2 a 0. O Flamengo “se esbaldava” do espaço deixado pelo Atlético nas costas dos volantes e jogava com facilidade, “desfilando” na Arena MRV. Aos 46, Arrascaeta fez o terceiro – o meia recebeu cruzamento do lateral-direito uruguaio Varela e, mesmo sem estatura privilegiada, subiu mais que o centroavante Pedro e a defesa alvinegra para acertar cabeceio digno de um “matador”: 3 a 0. O rubro-negro carioca não acumulava chances, mas dominava espiritualmente e tecnicamente a partida e mostrava-se impecável – das seis finalizações no primeiro tempo, cinco acertaram o gol e três terminaram nas redes de Everson.Segundo tempoO Atlético até melhorou no primeiro tempo com as entradas de Tomás Pérez e Alan Minda, mas sem conseguir criar grandes chances. A única veio aos 19, quando o atacante equatoriano recebeu na altura da marca da cal e finalizou para grande defesa de Rossi. A bola ainda bateu na trave na sequência, antes de voltar para os braços do argentino. O
Cruzeiro bate Remo, emenda terceira vitória no Brasileiro e ganha posições

Arroyo marcou o único gol da partida, que significou a primeira vitória do Cruzeiro como mandante e deu gás ao processo de reação no Brasileiro Fora de casa, desfalcado e diante de um gramado considerado ‘de jardim‘ pelo técnico Artur Jorge, o Cruzeiro deu sequência ao processo de reação no Campeonato Brasileiro ao derrotar o Remo por 1 a 0. O resultado também significou o primeiro triunfo da Raposa fora de casa na Série A (e a primeira diante do Leão Azul em Belém). As equipes se enfrentaram neste sábado (25/4), no Baenão, pela 13ª rodada. A partida começou truncada e faltosa. Por todo o contexto, o Cruzeiro apostou em passes longos nos primeiros minutos. Pouco a pouco, depois de se acostumarem com o cenário, os celestes assumiram a posse de bola e passaram a ditar o ritmo do confronto. Até sofreram um tento, invalidado por falta no goleiro Matheus Cunha, mas abriram o marcador com o atacante Keny Arroyo. Na segunda etapa, panorama diferente. A Raposa deu a bola ao Remo e, bem postada defensivamente, impediu grandes oportunidades. A partir da metade da parcial, voltou a oferecer perigo e viu o arqueiro Marcelo Rangel salvar algumas vezes. Na reta final, o Leão Azul também chegou, mas não foi capaz de buscar o empate. A vitória fez com que o Cruzeiro chegasse aos 16 pontos e escalasse posições importantes: saiu da 16ª para a 11ª. A classificação é momentânea, já que outros sete jogos da 13ª rodada ainda estão pendentes. O Remo, por sua vez, segue com oito pontos e figura em 19º lugar na tabela de classificação. Próximos jogos de Cruzeiro e RemoPelo Brasileiro, o Cruzeiro volta a campo no próximo sábado (2/5), quando recebe o Atlético no Mineirão, em Belo Horizonte, a partir das 21h. Antes, há um compromisso pela terceira rodada da Copa Libertadores: contra o Boca Juniors-ARG, nesta terça-feira (28/4), às 21h30, também no Gigante da Pampulha. Também em 2 de maio, o Remo visita o Botafogo no Nilton Santos, no Rio de Janeiro, às 16h, pela 14ª rodada da Série A. Já nesta quarta-feira (29/4), joga contra o Galvez a quinta rodada da Copa Verde, a partir das 19h, em casa. Remo 0 x 1 Cruzeiro Jogo truncado e gol na reta final Sem peças importantes, o técnico Artur Jorge precisou mudar o time. Suspensos, o zagueiro Fabrício Bruno e o meio-campista Matheus Pereira deram vaga a João Marcelo e Bruno Rodrigues, respectivamente. Matheus Cunha retomou espaço na meta, antes ocupada por Otávio. Nos primeiro minutos, prevaleceu o jogo físico em detrimento da técnica. Wilton Pereira Sampaio, o árbitro principal, segurou o cartão até o 37º minuto. Desacostumado com as condições do campo (gramado alto), perseguido pela marcação e sem o camisa 10, responsável pelas jogadas elaboradas, o Cruzeiro apostou principalmente em bolas longas para os atacantes de velocidade. Os cruzamentos também compuseram o catálogo de opções. Pouco a pouco, a Raposa assumiu o controle e a posse. Enfrentava, contudo, dificuldade de encontrar espaços para agredir o adversário. O tímido Remo que balançou a rede primeiro, aos 30 minutos, mas com falta em Matheus Cunha, o que invalidou a jogada. Pouco depois, aos 33, Arroyo fez valer a superioridade da Raposa. O atacante recebeu na direita, invadiu a grande área e chutou rasteiro: 1 a 0. Segundo tempo No segundo tempo, o cenário mudou. Com vantagem no placar, o Cruzeiro deu a bola ao Remo – em certos momentos, o clube mineiro marcava com todos os atletas no próprio campo. Bem postada defensivamente, a Raposa não permitiu grandes chances. Outra vez, a estratégia de alçar bolas se repetiu. O Cruzeiro só voltou a oferecer perigo depois do 20º minuto. E por vezes viu o arqueiro Marcelo Rangel evitar alteração no marcador. A partir dali, um cenário de trocas. Se Arroyo arriscava para o Cruzeiro, Alef Manga e João Pedro criavam para o Remo. Não o suficiente para buscar o empate. Vitoriosa, a Raposa deu sequência ao processo de reação, conseguiu a primeira vitória fora de casa (e a primeira diante do Remo em Belém), chegou aos 16 pontos e subiu para a 11ª posição – pelo menos de forma momentânea. REMO X CRUZEIRO Remo Marcelo Rangel; Marcelinho, Marllon, Tchamba e Mayk; Zé Welison (Picco, aos 36′ do 2ºT), Zé Ricardo (Jáderson, aos 11′ do 2ºT) e Patrick; Pikachu (Hernández, aos 22′ do 2ºT), Gabriel Poveda (Alef Manga, aos 11′ do 2ºT) e Jajá (João Pedro, aos 36′ do 2ºT). Técnico: Léo Condé. Cruzeiro Matheus Cunha; Kauã Moraes; João Marcelo, Jonathan Jesus e Kaiki; Lucas Romero e Gerson; Arroyo (Sinisterra, aos 41′ do 2ºT), Bruno Rodrigues (Chico da Costa, aos 29′ do 2ºT), Christian (Matheus Henrique, aos 30′ do 2ºT) e Kaio Jorge (Wanderson, aos 20′ do 2ºT).
Atirador tenta invadir jantar de gala para assassinar Donald Trump e integrantes do governo dos EUA

Jantar para jornalistas na capital Washington se transformou em noite de pânico quando barulhos de tiro ecoaram pelo evento. Dezenas de agentes do Serviço Secreto e das forças de segurança correram para retirar Trump e autoridades do hotel onde o evento acontecia. O jantar, evento anual em que o presidente dos EUA se reúne com correspondentes que cobrem a Casa Branca, ocorria na noite de sábado (25), em um hotel em Washington, quando foi interrompido após tiros serem ouvidos. Trump foi retirado às pressas e o autor dos disparos foi detido por agentes do Serviço Secreto.O jantar foi interrompido, e jornalistas e autoridades do alto escalão do governo Trump que estavam no local se agacharam. Trump, a primeira-dama Melania Trump e o vice-presidente JD Vance, que estavam em uma mesa no palco do salão, foram retirados, enquanto os jornalistas permaneceram para checagens de agentes do Serviço Secreto.Jornalistas relataram que o esquema de segurança para entrada no evento não foi rigoroso. A equipe da TV Globo que esteve no local afirmou ter passado por apenas uma checagem de segurança.
Preferido de Aécio, Ciro faz primeiro teste entre tucanos para a sucessão presidencial

Aécio Neves articula alternativa ao Planalto e ex-governador do Ceará avalia ser alternativa contra polarização entre Lula e Flávio A Executiva Estadual do PSDB de São Paulo realiza neste sábado (25), às 11h, um encontro com seus pré-candidatos a deputado estadual e federal que marcará a primeira agenda pública de Ciro Gomes desde que foi oficialmente estimulado pelo partido a disputar a Presidência da República em 2026. O evento acontecerá no Clube Juventus, na Mooca, em São Paulo, e servirá como ato de mobilização interna da legenda após o encerramento da janela partidária.
“Padre Red Pill”: Em sermão, Frei Gilson defende submissão feminina

E a senadora Soraya Thronicke criticou o bolsonarista, rotulando-o de “falso profeta” O discurso ocorre em meio a um aumento nos casos de feminicídio no país. “Ela sempre quer ter mais. Eu não me contento só em ter qualidades normais de uma mulher, eu quero mais. É isso a ideologia dos mundos atuais. Eu vou até usar a palavra que vocês já escutaram muito: ‘empoderamento’”, diz o bolsonarista.Ele alega que isso é um problema causado pela “guerra dos sexos” e que a Bíblia defende que a mulher tenha “desejo de serviço”. “É claro ver que Deus deu ao homem a liderança. É claro ver que Deus deu ao homem o ser o chefe. Isso está na Bíblia. O homem é o chefe do lar. O homem foi dado a ele a liderança”, prossegue.O religioso também defende que que a única “missão” da mulher é ser auxiliadora do marido e cita o versículo Gênesis 2:18, que diz: “Disse mais o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea”. “A guerra de masculino com feminino é diabólica. Para curar a solidão do homem, Deus fez você [mulher]. Olha o texto bíblico, gênesis 2:18. O que está escrito aí? ‘Vou dar-lhe uma auxiliar, que ele seja adequada’”, completou.O Brasil teve um recorde histórico de casos de feminicídio em 2025, com um total de 1.568 vítimas. O número representa o assassinato de quatros mulheres por dia em razão de gênero e essa foi a maior taxa registrada desde 2015, quando ocorreu a tipificação do crime.Mesmo assim, Frei Gilson deve ser usado por Flávio Bolsonaro (PL-RJ), senador e pré-candidato à Presidência, para atrair eleitores religiosos nas eleições deste ano. Paralelamente, o parlamentar tem tentado incorporar o combate ao feminicídio como bandeira eleitoral para diminuir a rejeição entre mulheres “Falso profeta”: Soraya Thronicke detona bolsonarista Frei Gilson A senadora Soraya Thronicke (PSB-MS) detonou o bolsonarista Frei Gilson e afirmou que ele é um “falso profeta”. A parlamentar ainda acusa o religioso de misoginia por um sermão em que diz que a mulher deve ser “auxiliar” do marido.“Mais um falso profeta. São freis, padres, pastores, pais de santo, políticos e etc. usando o nome de Deus em vão. Apesar da nossa laicidade, não posso deixar de destacar que eles infringem diuturnamente a própria fé que propagam, norma disposta no 3º mandamento (Êxodo 20:7). Haja fé para sobrevivermos nestes tempos…”, escreveu a senadora no X.Soraya ainda disse que não se sente representada pelo bolsonarista, mesmo sendo religiosa, e cobrou providências da Igreja Católica.“Nasci em berço católico e posso dizer que esse frei não me representa. Ele já passou de todos os limites possíveis de intolerância religiosa, misoginia e etc. Espero que nossa Igreja Católica tome severas providências”, prosseguiu.
Boneco homossexual- Zema intensifica ataques ao STF

Pré-campanha de Zema mira STF, critica ministros e vê vantagem política em confronto com Gilmar Mendes, que fez a seguinte declaração sobre Zema: “Se começarmos a fazer piadas com coisas sérias, com as instituições, imagine que comecemos a fazer bonecos do Zema como homossexual. Será que não é ofensivo? Se fizermos ele roubando dinheiro no estado, será que não é ofensivo? É correto brincar com isso? Homens públicos podem fazer isso?” A pré-campanha presidencial de Romeu Zema (Novo) decidiu intensificar as críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e aposta que a reação do ministro Gilmar Mendes pode gerar dividendos políticos. A estratégia envolve ampliar ataques à Corte, reforçar o discurso contra ministros e explorar a ofensiva judicial como elemento central da narrativa eleitoral.
Compositores Márcio e Yé Borges abandonam cerimônia durante discurso de Zema

A cerimônia da Medalha da Inconfidência, realizada em Minas Gerais, ficou marcada pela saída dos compositores Márcio Borges e Yé Borges durante o discurso do governador do estado, Romeu Zema (Novo). O episódio ocorreu antes do encerramento do evento, no momento em que o bolsonarista fazia uma fala prolongada diante das autoridades presentes.Márcio Borges foi homenageado com a Grande Medalha da Inconfidência. Já Yé Borges recebeu a honraria em nome do irmão dos dois, Lô Borges, falecido em 2 de novembro de 2025.Durante o evento, Zema fez um discurso extenso, com ataques a decisões do Supremo Tribunal Federal e a outros atores do cenário político nacional. A fala ocorreu na etapa final da solenidade, após a entrega das medalhas aos homenageados.Foi nesse momento que Márcio Borges e Yé Borges deixaram o palco. A saída aconteceu antes da conclusão oficial da cerimônia. Não houve interrupção formal do evento. Além dos irmãos Borges, a cerimônia contou com a presença de outras autoridades. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, recebeu o Grande Colar da Inconfidência, considerada a mais alta honraria concedida pelo governo de Minas Gerais.A Medalha da Inconfidência é tradicionalmente entregue em cerimônia pública e reúne representantes dos poderes, além de nomes da cultura e da sociedade civil. O evento segue calendário oficial do estado e ocorre anualmente como parte das celebrações históricas mineiras.