Corinthians repudia detenção de torcedor que protestou contra Bolsonaro

O Sport Club Corinthians Paulista divulgou uma nota oficial nesta terça-feira (6) repudiando a ação da Polícia Militar na detenção de um torcedor do clube que protestou contra o presidente Jair Bolsonaro (PSL) durante o clássico do último domingo (4) contra o Palmeiras, em Itaquera. – Para o Corinthians, a detenção do torcedor foi “um grave atentado às liberdades individuais do Estado Democrático de Direito”. Confira a íntegra da nota: A Arena e o Sport Club Corinthians Paulista vêm a público repudiar o episódio que resultou na detenção do torcedor Rogério Lemes Coelho durante o jogo ocorrido no último domingo (04) contra o Palmeiras na Arena Corinthians, após sua manifestação contra o Presidente da República. O clube historicamente reitera seu compromisso com a democracia e a defesa do direito constitucional de livre manifestação, desde que observados os princípios da civilidade e da não violência. A agremiação lembra que diferentes autoridades, entre elas o presidente do clube, já foram alvo de manifestações da torcida durante os mais variados eventos esportivos realizados no local e o episódio caracteriza-se como um grave atentado às liberdades individuais no Estado Democrático de Direito.
Atlético vence clássico no Independência e deixa Cruzeiro no Z4 do Brasileiro

– Vinicius e Nathan fizeram os gols que garantiram o triunfo alvinegro – Deu Atlético no Independência. Mesmo com menos posse de bola ao longo de toda a partida, o time alvinegro foi mais perigoso – e efetivo – que o Cruzeiro na noite deste domingo. Vinicius, no primeiro tempo, e Nathan, na etapa complementar, garantiram o triunfo da equipe mandante por 2 a 0, em partida válida pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com a vitória, o Atlético se manteve na quarta colocação da Série A e chegou aos 24 pontos – oito a menos que o líder Santos. Já o Cruzeiro continua com 10 pontos, na 17ª posição, já na zona de rebaixamento. A equipe celeste, há dez jogos sem vencer na competição, pode cair para 18º, se a Chapecoense não perder para o Grêmio nesta segunda-feira, em Porto Alegre. Atlético e Cruzeiro voltam a campo pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro no próximo final de semana. No sábado, às 21h, o time alvinegro tem compromisso contra o Fluminense, no Independência. Às 16h do domingo, a equipe celeste visita o Avaí, na Ressacada, em Florianópolis, capital de Santa Catarina. Antes, porém, o Cruzeiro tem decisão na Copa do Brasil, contra o Internacional. A partida de ida da semifinal está marcada para esta quarta-feira, às 21h30, no Mineirão. A volta será no Beira-Rio, em 4 de setembro, uma quarta-feira, também às 21h30. A equipe que avançar enfrentará Athletico-PR ou Grêmio na decisão. Apostas de Rodrigo Santana dão resposta No início da partida, Atlético e Cruzeiro fizeram um jogo estudado e equilibrado. Ao contrário do que se viu na vitória alvinegra por 2 a 0 na partida de volta das quartas de final da Copa do Brasil, o time celeste conseguia ter a bola. Tanto é que, mesmo na condição de visitante, tinha 55% de posse nos 20 primeiros minutos – cenário semelhante ao que se viu ao longo de toda a partida. O Atlético, porém, era mais perigoso. Aos 7’, Patric aproveitou bate-rebate na área e finalizou para defesa de Fábio. O goleiro celeste trabalhou novamente aos 15’, após finalização de fora da área de Vinicius – deslocado para a ponta direita. Aos 22’, Cazares fintou Orejuela na esquerda e chutou sem ângulo. Mais uma vez o lance parou em boa intervenção do arqueiro adversário. Na metade do primeiro tempo, a arbitragem ‘roubou a cena’. Em meio a pedidos de atleticanos de pênalti de Orejuela em Chará, o árbitro Leandro Pedro Vuaden – auxiliado pelo VAR – assinalou falta pró-Cruzeiro anterior à disputa entre o lateral celeste e o atacante alvinegro. A partida ficou paralisada por cinco minutos. Depois dessa pausa, o ritmo da partida – que já não era tão acelerado assim – caiu ainda mais. Os ataques dependiam muito dos pontas, mas Chará e Vinicius, pelo lado alvinegro, e Pedro Rocha e Marquinhos Gabriel, do Cruzeiro, não eram tão efetivos nas disputas contra as defesas rivais. A grande chance celeste no primeiro tempo apareceu aos 41’. Henrique recebeu pela direita, avançou sem marcação e finalizou forte, no alto. Cleiton fez grande defesa e jogou para escanteio. Apenas quatro minutos depois, o Atlético abriu o placar. E com participação direta do trio formado por Cazares, Vinicius e Ricardo Oliveira, apostas do técnico Rodrigo Santana. Titular após ser desfalque nos últimos três jogos por conta de uma conjuntivite, Cazares roubou a bola no campo de ataque e tocou para Ricardo Oliveira. Na intermediária, o centroavante, há 14 jogos sem fazer gol, girou sobre a marcação e encontrou Vinicius. O meia – que ganhou espaço ao substituir justamente o equatoriano – deixou a marcação de Henrique para trás e, de fora da área, finalizou com precisão, no cantinho: 1 a 0. Atlético segura Cruzeiro, sofre pouco e amplia Em desvantagem, o Cruzeiro tentava transformar, no segundo tempo, a posse em oportunidades de gol. Já o Atlético buscava ter mais a bola e contragolpear. O cenário da partida seguiu o mesmo do primeiro tempo. Por isso, o técnico Mano Menezes resolveu arriscar: colocou Robinho na vaga de Ariel Cabral. O Cruzeiro trocava passes e tentava rodar o jogo, mas tinha dificuldades para superar as linhas de marcação do Atlético. Foi num momento de brilho que Robinho deixou Thiago Neves na cara cara do gol, aos 23’. O camisa 10 fintou Cleiton e se atirou, na tentativa de cavar o pênalti. Jogadores alvinegros cobraram o segundo cartão amarelo – que geraria expulsão -, mas o árbitro Leandro Pedro Vuaden não o advertiu e assinalou apenas impedimento. Aos 27’, um lance que gerou reclamação dos atleticanos: Chará tentou a finalização, e a bola resvalou na mão de Dedé. Na interpretação da arbitragem, não foi pênalti. Pouco depois, Geuvânio – que entrara na vaga de Cazares – arriscou de fora e acertou a trave. O Cruzeiro também chegou com perigo, em cabeçada para fora de Thiago Neves. Daí em diante, o Atlético tentou valorizar ainda mais a posse de bola. Quando atacava, a equipe era perigosa especialmente pelo lado direito. Geuvânio e Patric fizeram uma ‘dobradinha’ que criava boas oportunidades. Aos 46’, o lateral-direito avançou e cruzou para a área. Robinho desviou, e a bola sobrou para Nathan só empurrar para as redes: 2 a 0. ATLÉTICO 2 X 0 CRUZEIRO Atlético Cleiton; Patric, Igor Rabello, Réver e Fábio Santos; Jair; Vinicius (Nathan, aos 40’ do 2ºT), Elias, Cazares (Geuvânio, aos 24’ do 2ºT) e Chará; Ricardo Oliveira (Papagaio, aos 35’ do 2ºT) Técnico: Rodrigo Santana Cruzeiro Fábio; Orejuela, Dedé, Leo e Egídio; Henrique e Ariel Cabral (Robinho, aos 17’ do 2ºT); Marquinhos Gabriel, Thiago Neves (David, aos 32’ do 2ºT) e Pedro Rocha (Sassá, aos 40’ do 2ºT); Fred Técnico: Mano Menezes Gols: Vinicius, aos 45’ do 1ºT, e Nathan, aos 46’ do 2ºT (ATL) Cartões amarelos: Elias, aos 11’, e Jair, aos 21’ do 2ºT (ATL); Orejuela, aos 32’, Thiago Neves, aos 34’ do 1ºT, e Fred, aos 17’ do 2ºT (CRU) Público: 13.181 torcedores Renda: R$ 546.290,00 Motivo: 13ª rodada
Atlético volta a derrotar Botafogo e avança às quartas de final da Sul-Americana

– Fábio Santos, de pênalti, e Vinicius marcaram os gols do Galo no Horto – O Atlético está nas quartas de final da Copa Sul-Americana. Com casa cheia no Independência, nesta quarta-feira, o Galo voltou a bater o Botafogo, dessa vez por 2 a 0, e confirmou a classificação depois da vantagem de 1 a 0 adquirida no primeiro duelo, no Rio de Janeiro. Fábio Santos (pênalti), e Vinicius, ambos no segundo tempo, fizeram os gols do alvinegro mineiro, que terá pela frente o La Equidad, da Colômbia A equipe colombiana derrotou o Royal Pari-BOL nas oitavas de final. Segundo calendário da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol), as partidas das quartas de final serão nas semanas dos dias 21 e 28 de agosto. Antes, o Atlético concentra esforços na 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. Neste domingo, a partir das 19h, o time alvinegro tem clássico contra o Cruzeiro, no Independência. No mesmo dia, às 16h, o Botafogo visita o Avaí, na Ressacada. Botafogo domina, mas Atlético equilibra jogo Aos desavisados, a primeira metade da etapa inicial pareceria estranha para um jogo disputado no Independência. Apesar de atuar em casa e com o apoio de mais de 20 mil torcedores, o Atlético recuou. A obrigação de buscar o ataque fez com que o Botafogo fosse mais agressivo e procurasse o gol com mais intensidade. Mas antes mesmo de qualquer lance de perigo, o jogo esquentou. Jogadores dos dois times se estranharam após uma disputa de bola na lateral. Luiz Fernando, do Botafogo, e Vinicius, do Atlético, receberam cartão amarelo. Quando a poeira baixou e a bola voltou a rolar, o cenário da partida seguiu o mesmo. Recuado, porém, o Atlético estava pronto para contra-atacar. A principal arma? Chará. O colombiano era a “flecha” projetada pelos “arcos” Vinicius e Elias e até mesmo pelo goleiro Cleiton, substituto de Victor – vetado por conta de uma tendinite no joelho esquerdo. Mas faltava precisão nos avanços. Com o passar do tempo, o Atlético passou a trocar mais passes e avançar a marcação. Numa dessas, o time recuperou a posse no campo de ataque, aos 31’. Chará recebeu na direita, já dentro da área, e tentou fintar o defensor, que se recuperou bem e evitou a conclusão. Aos 34’, Otero chutou de longe, para defesa de Gatito. Minutos depois, o venezuelano teve outra boa chance após arrancada de Ricardo Oliveira, mas a finalização de carrinho mandou a bola por cima. O lance mais perigoso do primeiro tempo, porém, foi do Botafogo. Aos 43’, Marcinho cobrou falta lateral no travessão. Ao fim da etapa inicial, 0 a 0. Atlético deslancha No início da segunda etapa, Atlético e Botafogo fizeram um jogo equilibrado. Faltavam, porém, finalizações dos dois lados. O clima entre jogadores foi ficando mais tenso, e o número de faltas e divididas ríspidas aumentou. Em vantagem, os donos da casa começaram a retardar o reinício da partida em determinadas situações. As chances começaram a aparecer aos 12’. Vinicius recebeu na área e finalizou com perigo. Aos 13’, foi a vez de Otero bater cruzado para difícil defesa de Gatito. A partir daí, o Atlético passou a mandar no jogo, ter mais posse de bola e chegar com perigo. Vinicius, aos 20’, desperdiçou grande oportunidade. E o gol atleticano saiu numa cobrança de pênalti. Jair, um dos principais destaques da partida, fez fila na zaga rival e foi derrubado. A torcida retribuiu e cantou alto o nome do volante. Fábio Santos bateu no alto, com precisão, e abriu o placar aos 31’: 1 a 0. Vinicius deixou o seu nome marcado na vitória do Atlético aos 39 minutos. Gatito rebateu chute de Ricardo Oliveira e o meia pegou de primeira, de perna direita, para fechar o placar: 2 a 0. ATLÉTICO 2 X 0 BOTAFOGO Atlético Cleiton; Patric, Igor Rabello, Réver e Fábio Santos; Jair (Zé Welison, 42’2ºT); Chará (Luan, aos 40’ do 2ºT), Elias, Vinicius e Otero (Geuvânio, aos 16’ do 2ºT); Ricardo Oliveira. Técnico: Rodrigo Santana Botafogo Gatito Fernández; Marcinho, Cícero, Marcelo Benevenuto e Gilson; Bochecha (Igor Cássio, aos 33’ do 2ºT), João Paulo (Alan Santos, aos 21’ do 2ºT) e Alex Santana; Rodrigo Pimpão (Léo Valência, aos 26’ do 2ºT), Luiz Fernando e Diego Souza. Técnico: Eduardo Barroca Gols: Fábio Santos, aos 31’ do 2ºT; Vinicius, aos 39’ do 2ºT (ATL) Cartões amarelos: Vinicius, aos 3’ do 1ºT, e Jair, aos 7’ do 2ºT (ATL); Luiz Fernando, aos 3’ do 1ºT (BOT) Motivo: jogo de volta das oitavas de final da Copa Sul-Americana Local: Independência, em Belo Horizonte Data e horário: quarta-feira, 31 de julho de 2019, às 21h30 Via Superesportes.com
Cruzeiro para em goleiro Armani e é eliminado pelo River Plate na Libertadores

Goleiro defendeu duas cobranças de pênaltis e ajudou time argentino a ganhar por 4 a 2 – Na noite desta terça-feira, a torcida do Cruzeiro voltou a viver o drama dos pênaltis, assim como ocorreu nas campanhas dos títulos da Copa do Brasil de 2017 e de 2018. Desta vez, porém, o final não foi feliz. No Mineirão com mais de 55 mil espectadores, o time celeste perdeu para o River Plate, por 4 a 2, depois de empate por 0 a 0 no tempo normal, e se despediu da Copa Libertadores. Classificados, os argentinos enfrentarão Cerro Porteño ou San Lorenzo nas quartas de final. O destaque da vitória do River foi o goleiro Franco Armani. Ele defendeu os chutes de Henrique e David. Fred e Robinho conseguiram superar o camisa 1. Já os Millonarios, atuais campeões da Libertadores, foram precisos em todas as cobranças e marcaram com De la Cruz, Montiel, Martínez e Borré. Foi o sétimo revés do Cruzeiro em mata-matas contra argentinos na Libertadores, o segundo diante do River, que já havia ganhado as quartas de final em 2015. Outros carrascos são Boca Juniors (final de 1977, oitavas de final de 2008 e quartas de final de 2018), Estudiantes (final de 2009) e San Lorenzo (quartas de final de 2014). Eliminado nas oitavas de final, o Cruzeiro sai da Libertadores com uma campanha geral de cinco vitórias, dois empates e uma derrota em oito partidas. Foram 11 gols marcados e apenas dois sofridos. Fred, com quatro tentos, foi o artilheiro azul. Agora, as atenções da equipe de Mano Menezes estarão divididas entre o Campeonato Brasileiro, no qual ocupa o 16º lugar, com 10 pontos em 12 rodadas, e a Copa do Brasil, em que é semifinalista e terá pela frente o Internacional. Pela Série A, o Cruzeiro fará clássico contra o Atlético no domingo, às 19h, no Independência. Já na Copa do Brasil, enfrentará o Internacional pelo duelo de ida na próxima quarta, 7 de agosto, às 21h30, no Mineirão Via Superesportes
Atlético empata e segue no G4 do Brasileiro, mas distancia da liderança

Em jogo com poucas chances reais de gol, Galo fica no 0 a 0 com o Goiás no Serra Dourada e segura quarta posição nesta 12ª rodada da Série A, com 21 pontos, mas com o mesmo número de pontos do São Paulo; tres pontos atrás do Flamengo, que tem 24 pontos; oito pontos atrás do Palmeiras, que também empatou e ficou com 27 pontos, e nove pontos atrás Santos, o novo líder, que fechou a rodada com 29 pontos. Mais uma vez, o Atlético vacilou e deixou de fazer pontos preciosos enfrentando uma equipe da parte de baixo da tabela do Campeonato Brasileiro. Repetindo os erros apresentados contra o Fortaleza, o time mineiro ficou no empate em 0 a 0 contra o Goiás, neste domingo (28), no Serra Dourada. Com o resultado, o time alvinegro termina a rodada em quarto lugar e perdeu a chance de colar no Flamengo. Nas duas última rodadas, o time alvinegro desperdiçou quatro pontos que hoje o consolidariam na terceira colocação. Agora, o que resta é buscar a vitória sobre o Cruzeiro, adversário da próxima rodada. Em campo, o que se viu em Goiânia foi um time que não soube aproveitar, mais uma vez, a qualidade superior do elenco sobre um time que não possui as melhores condições técnicas. Mesmo sem jogar bem, o Goiás conseguiu fazer o meio de campo do Galo produzir pouco, principalmente devido a atuações apagadas de Chará e Otero. De fato, pesou contra os dois estrangeiros a formação colocada por Rodrigo Santana. O colombiano atuou pela direita, com Otero pela esquerda, o que deixou a construção de jogadas descaracterizada. O venezuelano foi sacado na segunda etapa e aí Chará passou a atuar mais no seu lado de costume, o direito, onde deu mais ofensividade ao Galo. Termômetro No primeiro tempo, o Galo dominou as ações, com mais posse de bola. Contudo, o goleiro Tadeu pouco trabalhou. Alerrandro, até por falta de chances, fez mais uma partida ruim e não conseguiu ser decisivo. Pelo lado goiano, pouquíssimas foram as jogadas de efeito e o time saiu vaiado para os vestiários. Contudo, se o primeiro tempo foi morno, o segundo esquentou, principalmente com as mudanças promovidas por Rodrigo Santana e Claudinei Oliveira. E apesar do Galo ter tido a chance mais clara, com chute na travessão de Alerrandro no qual a bola quicou na linha e saiu, o Goiás deu trabalho à defesa alvinegra. Pelo lado atleticano, Luan deu sobrevida às jogadas do Atlético, e Geuvânio tentou trabalhar melhor as jogadas, mas o dia parecia não ser mesmo de Galo em Goiânia. Por outro lado, Papagaio teve mais uma chance e não conseguiu fazer nada diferente no ataque. No Periquito, a única mudança que surtiu efeito positivo foi a entrada de Yago Felipe. Giovanni Augusto e Rafael Moura não alteraram o padrão de jogo goiano, que se mostrou ineficiente e definiu o ritmo fraco do jogo. De bom, ficou apenas a boa atuação da defesa atleticana, que viu Réver e Igor Rabello bem, e Cleiton seguro mesmo nos momentos de maior dificuldade. Na próxima rodada, no domingo (4), o Galo encara o Cruzeiro, às 19h, na Arena Independência. Vitória atleticana pode colocar a Raposa na zona de rebaixamento e a torcida comprou mais de 7.000 ingressos no primeiro dia de vendas. Todavia, antes do clássico, o time alvinegro foca as atenções no jogo de volta das oitavas de final da Copa Sul-Americana, quarta-feira (31), às 21h30, também no Horto. Ficha do Jogo GOIÁS 0 X 0 ATLÉTICO Motivo: 12ª rodada do Campeonato Brasileiro 2019 Local: Serra Dourada, em Goiânia (GO) Arbitragem: Luiz Flávio de Oliveira (SP), auxiliado por Danilo Simon Manis (SP) e Anderson José de Moraes Coelho (SP) VAR: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (SP) Gols: Não houve Cartões Amarelos: Yago Felipe Cartão Vermelho: Nenhum Público: 8.410 pagantes / 10.439 presentes Renda: R$ 176.890,00 GOIÁS Tadeu, Daniel Guedes, Yago, Rafael Vaz, Jefferson, Geovane, Léo Sena (Yago Felipe), Marlone (Giovanni Augusto), Michael, Kayke (Rafael Moura), Leandro Barcia Técnico: Claudinei Oliveira ATLÉTICO Cleiton; Patric, Réver, Igor Rabello e Fábio Santos; Ramón Martínez, Otero (Geuvânio), Elias, Vinicius (Luan) e Chará; Alerrandro (Papagaio) Técnico: Rodrigo Santana
Bolsonaro é xingado e vaiado em jogo do Palmeiras contra Vasco

Nas redes sociais, circulam vários vídeos com vaias e demonstrações de hostilidade contra Jair Bolsonaro, que foi ao Allianz Parque assistir ao jogo do Palmeiras contra Vasco; um dos vídeos mostra a torcida do Vasco vaiando o presidente e dizendo “Ei, Bolsonaro, vai tomar no cu; assista – Bolsonaro atrapalhou jogo entre Palmeiras e Vasco, diz Casagrande Comentarista se irritou com o atraso causado pela presença do presidente Jair Bolsonaro no jogo do Palmeiras que ocorreu neste sábado (27) Quando a transmissão voltou do intervalo após o fim do segundo tempo, o comentarista criticou a demora para o jogo ser retomado, o que teria sido causado pela presença do presidente. “A coisa mais importante neste momento é o jogo de futebol. Ninguém pode atrapalhar, tem horário de começar. Pode ser quem for. Não pode ser o presidente ou qualquer outra pessoa que entre no campo para atrapalhar esse horário.” Após atrasar a volta do segundo tempo da partida, Bolsonaro assistiu ao restante do jogo em um camarote ao lado do presidente do clube Palmeiras, Mauricio Galiotte, e da patrocinadora, Leila Pereira. Antes do jogo começar, o presidente da República tinha entrado em campo ao lado de Galiotte e, assim como ocorreu na final da Copa América, no estádio do Maracanã, ele foi vaiado pelo público assim que entrou em cena.
Com reservas, Cruzeiro perde para Athletico-PR e segue à beira do Z4 do Brasileiro

– Time celeste chega ao nono jogo seguido sem vitória na competição nacional – O time reserva do Cruzeiro não conseguiu se impor contra os titulares do Athletico-PR e perdeu por 2 a 0 o jogo válido pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro, neste sábado, no Mineirão. Os gols do Furacão foram marcado pelo lateral-direito Jonathan, em cobrança de pênalti, aos 29min do primeiro tempo, e Bruno Guimarães, aos 31min da etapa final. O placar poderia ter sido maior para o rubro-negro, porém o goleiro Rafael fez boas defesas em chutes de Bruno Nazário e Nikão e contou com a sorte quando Rony, aos 11min da etapa complementar, acertou o travessão. Insatisfeitos, os torcedores esboçaram vaia por causa do mau rendimento da equipe. Derrotado, o time de Mano Menezes chegou a frequentar a zona de rebaixamento, porém se manteve em 16º graças à vitória do São Paulo sobre o Fluminense, por 2 a 1, no Maracanã. O segundo gol do tricolor paulista foi marcado nos últimos minutos do duelo, em pênalti assinalado com auxílio do VAR. Próximo ao Z4, o Cruzeiro soma dez pontos em 12 partidas, com apenas 27,7% de aproveitamento. A última vitória no campeonato aconteceu há quase três meses: 2 a 1 sobre o Goiás, em 5 de maio, no Mineirão. Em meio à má campanha no Brasileiro, o Cruzeiro vai bem nos mata-matas. Nesta terça-feira, às 19h15, o adversário será o River Plate, no Mineirão, pelo jogo de volta das oitavas de final da Copa Libertadores. O duelo de ida, no Monumental de Núñez, em Buenos Aires, terminou empatado por 0 a 0. O Athletico, que chegou a 19 pontos na Série A, também se preocupa com o torneio continental. O segundo duelo das oitavas de final, contra o Boca Juniors, acontecerá na Bombonera, às 21h30 de quarta-feira. Na ida, os argentinos ganharam por 1 a 0. CRUZEIRO 0X2 ATHLETICO-PR CRUZEIRO Rafael; Weverton, Fabrício Bruno, Cacá e Dodô; Éderson e Ariel Cabral (Jadsom Silva, aos 14min do 2ºT); Jadson, Maurício (Welinton, aos 24min do 2ºT) e David (Sassá, aos 20min do 2ºT); Fred Técnico: Mano Menezes ATHLETICO-PR Santos; Jonathan, Pedro Henrique, Léo Pereira e Márcio Azevedo (Abner, aos 29min do 2ºT); Wellington, Bruno Guimarães e Nikão; Bruno Nazário (Thonny Anderson, aos 39min do 2ºT), Rony e Marco Ruben (Marcelo Cirino, aos 20min do 2ºT) Técnico: Tiago Nunes Gols: Jonathan, aos 29min do 1ºT, e Bruno Guimarães, aos 31min do 2ºT (ATH) Cartão amarelo: Fred, aos 35min do 1ºT (CRU) Motivo: 12ª rodada do Campeonato Brasileiro Estádio: Mineirão Data: sábado, 27 de julho de 2019 Árbitro: Rodrigo Carvalhaes de Miranda (RJ) Assistentes: Luiz Cláudio Regazone e Carlos Henrique Alves de Lima Filho (ambos do RJ) VAR: Carlos Eduardo Nunes Braga (RJ)
Futebol palestino na linha de fogo de Israel

Afinal da Taça Palestina, campeonato nacional de futebol que reúne times de todo o território palestino, estava marcada para acontecer na primeira semana de julho, porém teve de ser adiada após Israel negar autorização para que a delegação do time Khadamat Rafah, cuja sede é na Faixa de Gaza, pudesse ir até a Cisjordânia, onde o jogo seria sediado. De acordo com a Associação de Futebol da Palestina, o time de Gaza requisitou, no total, 35 autorizações de viagem para a Cisjordânia, porém apenas quatro foram concedidas pelo Ministério de Defesa de Israel. De todo o time, apenas um jogador recebeu permissão para sair da Faixa de Gaza. O episódio não é novidade. Durante 15 anos, o campeonato não pôde ser realizado devido à sabotagem feita pelas “autoridades” israelenses e, mesmo conseguindo realizá-lo desde 2015, após uma intervenção da Federação Internacional de Futebol (Fifa), todo ano se repete a mesma complicação para se conseguir as autorizações de viagem. Os dois territórios, da Cisjordânia e de Gaza, são espacialmente separados pelo território de Israel, e para ir de um ao outro é necessário o aval do governo israelense. A Cisjordânia sofre com a ocupação territorial sionista, e está coberta de assentamentos ilegais, enquanto Gaza vive sob o cerco de Israel há já quase 12 anos. VISTA GROSSA DA FIFA Apesar de ser fundamentalmente uma instituição reacionária, a Fifa reconhece o Estado da Palestina e considera a Cisjordânia território palestino. Entretanto, a Federação se contradiz com suas próprias regras ao ignorar os absurdos perpetrados contra a competição nacional palestina. Em tese, por ser a mais importante organização do esporte no mundo, era seu dever garantir o direito da Palestina, como um Estado independente, de organizar torneios nacionais e que as competições lá sediadas ocorressem sem entraves. A vice-presidente da Associação de Futebol da Palestina, Susan Shalabi, afirmou em entrevista à Agence France-Press (AFP) de notícias que “a forma como a Fifa está lidando com os israelenses está incentivando-os a agir com impunidade”. O futebol reflete o conflito entre Palestina e Israel recorrentemente. Outra problemática que está em pauta há anos é de que Israel possui cinco times de futebol, sob controle da Associação Israelense de Futebol (IFA), com sede no território da Cisjordânia, que nunca foi oficialmente anexado. Assim, segundo seu regulamento, a Fifa não deveria reconhecê-los nem permitir que participem de competições, uma vez que ele determina que uma federação só pode atuar em outros territórios com o consentimento do outro país. Recentemente, o próprio presidente da Fifa, Gianni Infantino, compareceu à conferência organizada pelo USA no Bahrein, boicotada pelas organizações pró-Palestina. Sua presença no evento, que tratava de relações econômicas e políticas entre os ianques e o Oriente Médio, demonstra que a tendência da Fifa é de se inclinar ainda mais a favor de Israel, e não resolver as injustiças cometidas contra os times palestinos. Eduardo Galeano narra, em seu livro Futebol ao sol e à sombra, como o esporte serviu em diversos momentos como expressão da luta contra a opressão e o colonialismo. Conta, por exemplo, que a Argélia, durante sua guerra de independência contra a França, só pôde jogar por meio da federação do Marrocos, país que acabou sendo desfiliado pela Fifa “por tal pecado”. A Palestina, que luta pelo seu reconhecimento e por sua libertação, luta também pela possibilidade de reproduzir sua cultura, e nisso inclui-se seu futebol. O episódio recente reitera o que Galeano já dizia, que o futebol pode vir para abrir os olhos do mundo, mas serve também como ferramenta que legitima o injusto e invisibiliza o apartheid.
Atlético vence o Botafogo e fica perto de vaga nas quartas da Sul-Americana

Com gol de Vinícius, no primeiro tempo, time mineiro sai em vantagem no mata-mata das oitavas de final; Botafogo perde Carli, expulso, e deixa gramado vaiado pelos torcedores – Erro crucial O jogo estava bastante equilibrado no primeiro tempo, mas um erro foi fundamental. Marcelo Benevenuto errou na saída de bola ao tentar um balãozinho e deu no peito de Elias, que deixou de primeira para Vinícius abrir o placar para o Atlético-MG. Foi o início das vaias da torcida do Botafogo para o time. Jogo de volta A partida de volta será na quarta-feira que vem, às 21h30 (de Brasília), no Independência. O Atlético joga até por um empate para ficar com a vaga. Botafogo precisa vencer: 1 a 0 leva a decisão para os pênaltis; uUm gol de diferença acima de 1 a 0 ou qualquer outra vitória classifica o time carioca. Antes disso, os dois times jogam pelo Campeonato Brasileiro. No domingo, às 16h, o Botafogo encara o Flamengo, no Maracanã, enquanto o Galo joga às 19h, no Serra Dourada, contra o Goiás. Público e renda Público pagante: 14.345 Público presente: 15.774 Renda: R$ 496.450,50 Via Globo Esportes
Cruzeiro garante empate contra o River no jogo de ida das oitavas da Libertadores

– Suárez isolou cobrança aos 52′ e time celeste segurou resultado na Argentina – O Cruzeiro soube sofrer na noite desta terça-feira, em Buenos Aires, no jogo de ida das oitavas de final da Copa Libertadores. O time celeste foi bastante pressionado, especialmente na primeira etapa, mas conseguiu segurar o placar de 0 a 0 com o River Plate, atual campeão da competição, em pleno Monumental de Nuñez, na Argentina. Aos 52′ do segundo tempo, os donos da casa ainda desperdiçaram um pênalti – Suárez cobrou por cima do gol. O time cruzeirense chegou a marcar na etapa final, mas teve o gol anulado. Marquinhos Gabriel recebeu lançamento de Lucas Romero, aos 2′, e saiu livre na cara de Armani. O meia-atacante tocou na saída do goleiro e marcou o gol, mas Julio Bascuñan confirmou posição de impedimento com auxílio do VAR. Com o empate sem gols na Argentina, o time celeste precisará de uma vitória simples na segunda partida para garantir classificação às quartas de final da Libertadores. Novo 0 a 0 leva a decisão para os pênaltis. Empates com gols classificam os argentinos. A partida de volta será já na próxima semana. Brasileiros e argentinos se enfrentam na terça-feira, dia 30, às 19h15, no Mineirão. Antes disso, porém, o Cruzeiro tem compromisso pelo Campeonato Brasileiro, torneio em que ocupa a 16ª colocação, com 10 pontos. No sábado, a equipe celeste medirá forças com o Athletico-PR, às 19h, no Gigante da Pampulha. O jogo Conforme esperado, o Cruzeiro foi amassado no primeiro tempo de jogo. Dentro de casa, o River Plate pressionou o time de Mano Menezes e conseguiu assustar em pelo menos duas oportunidades. Aos 24’, os argentinos tiveram a melhor chance. Alvarez desviou cruzamento de cabeça, Fábio espalmou, e a bola sobrou para Nacho Fernández, que por pouco não marcou. Apostando na solidez defensiva, a Raposa se segurava da forma que podia e buscava o erro do adversário para explorar a velocidade de Marquinhos Gabriel e Pedro Rocha. No entanto, especialmente pela inoperância do setor de meio-campo e os vários passes errados – foram 36 na primeira etapa -, o Cruzeiro não conseguiu aproveitar as poucas oportunidades que os Millonarios proporcionaram. Outras estatísticas do primeiro tempo comprovaram a superioridade dos argentinos. O River registrou maior posse da bola (60% a 40%), finalizou oito vezes mais (10 a 2) e trocou mais do que o dobro de passes do que o Cruzeiro (256 a 123). O mapa de calor também mostrou um duelo de ataque versus defesa. Na volta do intervalo, para tentar corrigir os erros, Mano optou por substituir Robinho por Ariel Cabral. Não que a alteração tenha sido decisiva, mas algo mudou para o Cruzeiro no início do segundo tempo. Logo aos 2’, Marquinhos Gabriel recebeu lançamento na medida de Lucas Romero, saiu na cara de Armani e só tocou na saída do goleiro. Com ajuda do VAR, porém, o árbitro Julio Bascuñan confirmou posição de impedimento que já havia sido apontada pelo auxiliar e anulou o gol celeste. Fato é que o comportamento do Cruzeiro mudou em relação ao tempo inicial. Ainda que não tenha conseguido criar grandes chances de marcar, a equipe celeste conseguiu segurar a bola um pouco mais longe de sua área e mostrou mais mobilidade no meio-campo. Aos 16’, Mano trocou Thiago Neves por David e buscou dar mais profundidade ao time, principalmente pelo lado esquerdo de ataque. Apesar da mudança de postura, o Cruzeiro não conseguiu furar a defensiva dos donos da casa, ainda que tenha tido boa oportunidade aos 43′, com finalização de Egídio. A bola passou por cima do gol. Nove minutos depois, foi o River que teve tudo para pular na frente do marcador. Aos 51′, Henrique puxou a camisa de Lucas Pratto e o árbitro, com auxílio do VAR, marcou pênalti. Na cobrança, aos 52, Suárez isolou por cima. Mesmo sem conseguir marcar gols, a equipe celeste segurou o atual campeão da Libertadores e conquistou um empate na Argentina. No duelo de volta, na próxima semana, no Mineirão, o time de Mano Menezes poderá garantir vaga nas quartas de final com uma vitória simples. RIVER PLATE 0X0 CRUZEIRO River Plate Armani; Montiel, Martínez Quarta, Pinola (Rojas) e Angileri; Nacho Fernández, Enzo Pérez, Palacios e De La Cruz (Cristian Ferreira); Alvarez (Lucas Pratto) e Suárez. Técnico: Marcelo Gallardo Cruzeiro Fábio; Orejuela, Dedé, Leo e Egídio; Henrique, Lucas Romero (Jadson), Robinho (Ariel Cabral), Thiago Neves (David) e Marquinhos Gabriel; Pedro Rocha. Técnico: Mano Menezes Cartões amarelos: Alvarez, Enzo Pérez e De La Cruz (River Plate); David e Leo (Cruzeiro) Motivo: jogo de ida das oitavas de final da Copa Libertadores Estádio: Monumental de Núñez, em Buenos Aires, na Argentina Data e horário: 23 de julho de 2019 (terça-feira), às 19h15 Árbitro: Julio Bascuñan (CHI) Assistentes: Christian Schelmann e Claudio Urrutia (CHI) VAR: Piero Maza (CHI)