Cruzeiro segura Athletico-PR em Curitiba e ganha duas posições na Série A

Sassá foi expulso logo no início do segundo tempo do jogo na Arena da Baixada Mesmo com um a menos desde os 14’ do segundo tempo, quando Sassá foi expulso, o Cruzeiro conseguiu segurar o Athletico-PR dentro da Arena da Baixada e conquistar um empate na 31ª rodada do Campeonato Brasileiro. Fábio, em noite inspirada, foi o grande responsável pelo 0 a 0 em Curitiba. Com o empate, o Cruzeiro ultrapassou Ceará e Botafogo e chegou à 14ª colocação da tabela. Nesta quinta-feira, o clube celeste torce contra seus adversários diretos, que poderão recuperar seus lugares na classificação caso não sejam derrotados por Internacional e Flamengo, respectivamente. Caso Ceará e Botafogo empatem seus compromissos, e o Fluminense também garanta um triunfo sobre o São Paulo, em jogo também nesta quinta-feira, o time celeste voltará para a zona de rebaixamento. Na próxima rodada, o Cruzeiro tem pela frente nada menos do que o clássico contra o arquirrival Atlético. A partida, válida pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro, está marcada para as 16h de domingo, no Mineirão. Os bilhetes para o duelo já podem ser adquiridos pelo torcedor celeste. O Furacão, por sua vez, mede forças com o São Paulo, no Morumbi. O jogo Embora tenha acumulado até 85% de posse de bola em dado momento do primeiro tempo, o Cruzeiro não conseguiu criar chances claras. O time de Abel Braga chegou a amassar o Athletico-PR, especialmente nos dez minutos iniciais, mas teve dificuldades para completar o último passe. Por outro lado, viu os donos da casa chegarem com muito mais perigo ao gol de Fábio, principal destaque da partida. Aos 11’, o Furacão chegou pela primeira vez. Madson deixou a marcação de David, ganhou pelo alto, e Fábio fez a primeira grande defesa. No minuto seguinte, o camisa 1 voltou a salvar em tentativa de Nikão. Aos 30’, aos 42’ e aos 43’, o goleiro do Cruzeiro também evitou gols de Bruno Guimarães, Rony e Marco Ruben, respectivamente. Da mesma forma que o primeiro tempo, o Cruzeiro iniciou a segunda etapa desequilibrando o jogo. O time celeste marcou em linha alta, chegou a assustar o goleiro Santos em duas oportunidades e viu Sassá crescer na partida. O atacante se mostrou participativo, conseguiu segurar a bola no campo ofensivo e chegou a marcar, aos 13’. No início da jogada, porém, ele dominou a bola com o braço. O árbitro Luiz Flavio de Oliveira não só anulou o tento, como aplicou o segundo amarelo e expulsou o goleador. Naturalmente, o Athletico passou a dominar a posse de bola e aumentou o volume de jogo. Com um jogador a mais, o técnico Eduardo Barros ainda trocou um volante (Wellington) pelo meia-atacante Marcelo Cirino, justamente para aproveitar o espaço deixado pelo Cruzeiro. Apesar disso, o time celeste mostrou solidez defensiva para segurar o ímpeto do Furacão. Aos 42’, Ezequiel, que havia substituído, acertou a trave em finalização pela esquerda. Apesar das tentativas, o jogo acabou sem gols. O Cruzeiro garantiu mais um empate – o 13º no Brasileiro -, chegou ao nono jogo sem derrotas e ganhou duas posições na classificação da Série A, ultrapassando, pelo menos momentaneamente, Ceará e Botafogo. Com seis defesas difíceis, Fábio se destaca no Cruzeiro em empate diante do Athletico-PR Com seis defesas difíceis, o goleiro Fábio foi destaque do Cruzeiro no empate por 0 a 0 diante do Athletico. Cinco das intervenções do camisa 1 aconteceram no primeiro tempo. O ponto somado fora de casa fez a Raposa subir do 16º ao 14º lugar, com 34 pontos. A primeira defesa de Fábio foi em cabeceio de Thiago Heleno, aos 15 minutos de jogo. Depois, o goleiro trabalhou em finalizações de Bruno Guimarães, Rony e Marco Rúben. Já no segundo tempo, mostrou-se arrojado ao pegar firme a conclusão de cabeça de Bruno Nazário. Na ocasião, a Raposa atuava com dez jogadores, pois Sassá tomou cartão vermelho aos 14’ da etapa final. “Glória a Deus sempre, por me dar oportunidade de estar em campo podendo ajudar, ainda mais em um momento tão difícil. A gente tem que somar pontos o máximo possível, independentemente de jogar fora ou dentro do Mineirão. Tem que ter entrega, dedicação e concentração para que a gente possa sair com resultados favoráveis e continue na luta jogo a jogo. Hoje, graças a Deus, fiz boas defesas. Toda honra e glória a Jesus”, comemorou Fábio, em entrevista à TV Globo. No geral, Fábio encerrou a partida com oito defesas. O Athletico-PR ainda errou o alvo em 11 finalizações. Já o Cruzeiro, embora tenha atacado menos, também levou perigo. Aos 2’, Sassá ganhou de dois adversários, levou para o pé esquerdo e bateu firme no canto direito, exigindo grande defesa de Santos. Aos 41’, Ezequiel surpreendeu ao, mesmo sem ângulo, acertar a trave direita. Para permanecer em 14º no Brasileiro, o Cruzeiro seca seus concorrentes, que entram em campo nesta quinta-feira no complemento da 31ª rodada. Às 19h30, o Ceará (16º, com 33) receberá o Internacional, no Castelão. O Botafogo (15º, com 33) pegará o líder Flamengo, às 20h, no estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro. Já o Fluminense (17º, com 31) visitará o São Paulo, às 19h30, no Morumbi.
Jovens decidem, Atlético vence Goiás no Mineirão e ganha fôlego no Brasileiro

Marquinhos e Bruninho fizeram os gols que definiram triunfo nesta quarta Com o brilho de duas jovens promessas das categorias de base, o Atlético voltou a vencer no Campeonato Brasileiro. Na noite desta quarta-feira, no Mineirão, o Galo dominou o Goiás, pressionou durante boa parte do jogo e foi premiado com dois gols no segundo tempo. Os meia-atacantes Marquinhos, de 20 anos, e Bruninho, de 18, saíram do banco de reservas no intervalo para garantir o triunfo do Galo por 2 a 0. Mais do que a vitória, que dá fôlego ao time na briga contra o rebaixamento, o Atlético voltou a jogar bem. Principalmente no primeiro tempo, o time alvinegro não deixou o Goiás respirar em campo. Foram 17 finalizações. Os gols, no entanto, só vieram na etapa final, com os garotos Marquinhos e Bruninho. Com a vitória, o Atlético respira no Campeonato Brasileiro. O alvinegro sobe, ainda que momentaneamente, para a 11ª posição, com 39 pontos, e se afasta mais da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. O Fluminense, 17º, tem 31 pontos. Já o Goiás permanece com 42 e deixa escapar a chance de encostar nas equipes do G6. Na próxima rodada, o Atlético tem o clássico contra o Cruzeiro pela frente. O jogo será realizado no domingo, às 16h, no Mineirão. No sábado, às 17h, o Goiás recebe o Santos no Serra Dourada. O técnico Vagner Mancini optou pela experiência no Atlético para a partida contra o Goiás. Otero voltou ao time na vaga de Geuvânio. No meio, Elias e Cazares ganharam as vagas de Nathan e Terans. Apesar da grande expectativa após um bom jogo contra o Fortaleza, Marquinhos e Bruninho ficaram no banco de reservas. Quando a bola rolou, o Atlético apático das últimas semanas saiu de cena e entrou em ação um time vibrante, brigando por todas as bolas e com uma incrível pressão na equipe goiana. O Galo abusou de perder chances, mas não deixou o time visitante ter qualquer contato com a bola perto da área de Cleiton. O Galo finalizou 17 vezes no primeiro tempo. O Goiás não chutou. O placar, no entanto, não foi alterado na etapa inicial. Muito disso graças ao goleiro Tadeu. Ele fez, pelo menos, cinco grandes defesas, em chutes de Cazares, Luan, Franco Di Santo, Fábio Santos e Otero. Di Santo e Cazares, em finalizações perigosas, também quase abriram o placar. Na reta final da primeira etapa, o Atlético diminuiu o ritmo. Depois de tanto correr, a equipe alvinegra se cansou e não conseguiu pressionar o Goiás no campo de defesa. No intervalo, Mancini resolveu apostar no jovem Marquinhos. Ele foi acionado para entrar na vaga de Elias. E não demorou muito para o garoto fazer a diferença. Aos 9′, ele recebeu de Cazares, girou na entrada da área e finalizou cruzado, sem chances para Tadeu: 1 a 0. O camisa 50 se emocionou bastante. O meia-atacante marcou na primeira vez que jogou no Mineirão. Depois do gol, o Atlético passou a controlar mais a posse de bola. O Goiás tentou agredir, mas não obteve muito sucesso. A chance mais clara veio em chute de Michael, que desviou na defesa. Cleiton espalmou para escanteio. Já o Galo obrigou Tadeu a fazer boas defesas em chutes seguidos de Marquinhos e Otero. Na reta final da partida, o Atlético foi pressionado pelo Goiás, e Cleiton precisou intervir com bela defesa após finalização de Caio. No ataque, Bruninho, livre dentro da área, perdeu uma grande chance de ampliar o marcador. Pouco tempo depois, já aos 49 minutos, o jovem fez o gol após lançamento de Cleiton e falha de Rafael Vaz: 2 a 0. No fim das contas, vitória alvinegra e maior tranquilidade na tabela. ATLÉTICO 2 X 0 GOIÁS Atlético Cleiton; Patric, Igor Rabello, Réver e Fábio Santos; Zé Welison; Luan, Elias (Marquinhos, no intervalo), Cazares (Bruninho, aos 16/2°T) e Otero (David Terans, aos 43/2ºT); Di Santo Técnico: Vagner Mancini Goiás Tadeu; Yago Rocha (Breno, aos 39/1°T), Lucão, Rafael Vaz e Jefferson; Gilberto (Kaio, aos 37/2°T), Léo Sena (Filipe Trindade, aos 27/2°T) e Thalles; Michael, Rafael Moura e Leandro Barcia Técnico: Ney Franco Gols: Marquinhos, aos 9/2°T, e Bruninho, aos 49/2ºT Cartões amarelos: Rafael Moura, aos 22/1°T; Leandro Barcia, aos 38/2°T Público: 38.937 torcedores Renda: R$ 230.750,00 Motivo: 31ª rodada do Campeonato Brasileiro Local: Mineirão, em Belo Horizonte Data e horário: quarta-feira, 6 de novembro de 2019, às 20h Árbitro: Thiago Duarte Peixoto (SP) Assistentes: Neuza Inês Back (FIFA/SP) e Evandro de Melo Lima (SP) VAR: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (SP)
Brasileirão – Em casa, o Cruzeiro consegue apenas o empate contra o Bahia

Cruzeiro busca empate com um jogador a menos contra o Bahia, mas vê escapar chance de ganhar posições na tabela da Série A Fernandão abriu o placar para os visitantes, mas Sassá empatou para a Raposa O Cruzeiro chegou ao seu oitavo jogo consecutivo sem derrota no Campeonato Brasileiro, voltou a ter boa atuação, mas deixou escapar a chance de subir duas colocações na tabela ao empatar por 1 a 1 com o Bahia, na noite deste domingo, no Mineirão. Os visitantes saíram na frente do placar, com gol de pênalti de Fernandão. Mesmo com um a menos, já que Orejuela foi expulso por colocar a mão na bola e receber o segundo amarelo no lance do pênalti, a Raposa conseguiu empatar. Sassá, em bonita finalização, de fora da área, igualou o marcador. Como seus adversários diretos – Fluminense e CSA – não venceram suas partidas, o Cruzeiro se mantém fora do Z4, com 33 pontos, na 16ª colocação. Se tivesse derrotado o Bahia, o time celeste ultrapassaria Ceará e Botafogo, que foram derrotados nesta rodada por Palmeiras (1 a 0) e Santos (4 a 1). Na próxima rodada, o Cruzeiro deixa Belo Horizonte e visita o Athletico-PR em duelo pela 31ª rodada da Série A. A partida está marcada para as 21h30 de quarta-feira (dia 6), na Arena da Baixada. O Bahia, por sua vez, ainda sonhando com vaga na Copa Libertadores de 2020, recebe a vice-lanterna Chapecoense em partida que será realizada na mesma data e horário do compromisso da Raposa. O jogo Dono de 63% da posse de bola no primeiro tempo, o Cruzeiro também teve as melhores chances da etapa inicial do duelo no Mineirão. Privilegiando a criação das jogadas pelo lado direito, nas costas de Artur, o time celeste chegou com perigo aos 12’. Éderson, Marquinhos Gabriel e Orejuela trabalharam a bola. O lateral cruzou para área, mas David, livre, deseperdiçou a chance. O Bahia até buscou ser agressivo quando tinha a posse da bola, mas dificilmente conseguia completar o último passe com qualidade. Enquanto impedia o Tricolor de avançar, o Cruzeiro também buscava abrir o placar. Aos 23’, Éderson finalizou de longe, e a bola raspou na trave. Seis minutos depois, Fred conseguiu marcar, mas o gol foi anulado. O camisa 9 estava em posição de impedimento. O domínio do Cruzeiro se intensificou na volta do intervalo. No início do tempo final, a Raposa chegou a ter 75% da posse de bola e criando novas oportunidades de gol. No primeiro minuto, David entrou na área com a bola dominada e recebeu um toque do zagueiro do Bahia. O árbitro marcou impedimento de forma equivocadamente no início da jogada e ignorou a penalidade. Aos 5’, o camisa 11 teve nova oportunidade. Ele aproveitou sobra na entrada da área, cortou Nino Paraíba e finalizou. Douglas fez importante defesa. A resposta do Bahia, que até então não havia sequer assustado Fábio, veio com gol. Aos 20’, Orejuela cortou cruzamento com a mão, e o árbitro Wagner Reway, auxiliado pelo VAR, marcou pênalti, convertido por Fernandão. 1 a 0. O lateral-direito também recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso. Mesmo com um a menos, o Cruzeiro não desistiu de atacar. Muito pelo contrário. Abel Braga deu gás novo ao setor ofensivo, acionando Ezequiel e Sassá no banco de reservas, e viu as mudanças funcionarem. Aos 28’, Sassá testou de fora da área e acertou bela finalização, sem chances para Douglas. 1 a 1. Depois do gol, o treinador tentou recompor o setor defensivo e optou pela entrada de Edilson na vaga de Fred. O atacante deixou o jogo sob muitas vaias. A partida ficou aberta, com tentativas de ambos os lados, após o gol do Cruzeiro. Apesar disso, o placar não foi mais alterado. Com o empate, o Cruzeiro se manteve fora da zona de rebaixamento, mas deixou escapar a possibilidade de subir duas colocações na tabela. CRUZEIRO 1X1 BAHIA Cruzeiro Fábio; Orejuela, Cacá, Leo e Dodô; Henrique e Éderson; Marquinhos Gabriel (Ezequiel), Thiago Neves e David (Sassá); Fred (Edilson). Técnico: Abel Braga Bahia Douglas; Nino Paraíba, Lucas Fonseca, Juninho e Moisés; Flávio Medeiros, Marco Antônio (Lucca) e João Pedro; Artur, Elber (Rogério) e Fernandão (Arthur Caíke). Técnico: Roger Machado. Gols: Fernandão (aos 20’2ºT) e Sassá (aos 28’2ºT) Cartões amarelos: Orejuela (2x) e Fred (Cruzeiro) Cartão vermelho: Orejuela (Cruzeiro) Público total: 25.913 Público pagante: 21.933 Renda: R$ 395.657,00 Motivo: 30ª rodada do Campeonato Brasileiro Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG) Data e horário: 3 de novembro de 2019 (domingo), às 19h Árbitro: Wagner Reway (FIFA/PB) Assistentes: Bruno Raphael Pires e Oberto da Silva Santos (PB) VAR: Paulo Roberto Alves Junior (PR) Via Superesportes
América empata com a Ponte Preta e segue fora do G4 da Série B

Coelho poderia entrar no grupo dos quatro melhores se vencesse duelo – Rodrigo Melo/Superesportes Uniforme novo, festa da torcida, bom futebol, ótima disposição. O dia parecia que teria somente boas notícias para o América. O time, no entanto, parou em atuação inspirada do goleiro Ivan, da Ponte Preta, e não conseguiu vencer para entrar no G4 da Série B do Campeonato Brasileiro. Coelho e Macaca ficaram no 0 a 0, no Independência, e seguem na luta por uma vaga de acesso à primeira divisão nacional. Com o resultado, o América chegou aos 49 pontos, dois a menos que o 4º colocado Atlético-GO, que também empatou na rodada. Mesmo fora de casa, o empate foi pior para a Ponte, que foi a 42 pontos e perdeu duas posições – para Cuiabá e Brasil de Pelotas, que venceram seus compromissos. Na próxima rodada, o América tem confronto direto contra o Paraná. O duelo está marcado para às 20h30 de terça-feira, no Independência. A Ponte Preta recebe o São Bento, no mesmo dia, às 21h30, no Moisés Lucarelli. O jogo – América começa melhor, Ivan brilha e Ponte equilibra confronto O duelo entre América e Ponte Preta, neste sábado, no Independência, teve um ritmo muito forte nos 30 primeiros minutos. O Coelho iniciou bem o confronto, com triangulações por ambos os lados do campo e sabendo usar os espaços na intermediária adversária. A Macaca, por sua vez, demonstrou resiliência e segurou o ímpeto dos donos da casa, equilibrando a partida e levando o empate para os vestiários. O América iniciou pressionando o rival. Tabelas e chegadas de surpresa dos jogadores que vinham da linha de trás dos atacantes davam dinâmica ao time. Aos 15 minutos, Matheusinho exigiu boa defesa de Ivan. O goleiro da Ponte brilhou mais duas vezes: aos 20’, defendendo pênalti batido por Felipe Azevedo, rasteiro, no meio do gol. O atacante americano ainda saiu cara a cara e parou em ótima intervenção do arqueiro, aos 34’. Os visitantes também tiveram boa chances, principalmente com Roger. O camisa 9 tentou de longe, aos 24’, mas Airton defendeu seguro. Quando a Ponte equilibrou a partida, o centroavante ainda sofreu pênalti em entrada de Ricardo Silva. O árbitro Ramon Abatti Abel assinalou a falta, mas a assistente Gizeli Cazaril invalidou o lance porque o jogador da Macaca iniciou a jogada em posição de impedimento. Segundo tempo segue equilibrado, e Ivan segura o empate Com o retorno para a segunda etapa, a Ponte Preta aproveitou ter equilibrado o confronto e manteve ritmo morno, segurando o América com imposição física. O Coelho criava suas melhores chances quando trocava passe e invertia jogadas de um lado pelo outro na intermediária ofensiva. No entanto, a Macaca tinha o contra-ataque forte, com articulação de Renato Cajá e bom posicionamento de Roger. Aos 21’, a Macaca teve um gol anulado. Araos bateu de fora da área, e Roger, em posição de impedimento, se abaixa para que a bola passe. O assistente Eli Alves Svidorki assinalou a posição do centroavante e o árbitro invalidou o lance. Talentoso, Matheusinho era quem mais armava as oportunidades ao América. Do outro lado, Ivan seguia em noite inspirada. O meia americano arrancou da intermediária, driblou três marcadores e passou na medida para Viçosa, que domina mal e a bola sobra para o goleiro da Ponte, que sai bem da meta. O Coelho mostrou muita disposição e entrega física, mas parou mesmo em noite inspirada do camisa 1 pontepretano. Empate no Horto. AMÉRICA 0 x 0 PONTE PRETA América Airton; Diego Ferreira, Lucas Kal, Ricardo Silva e Sávio (Jonatas Belusso); Zé Ricardo, Juninho e Geovane; Matheusinho, Felipe Azevedo (Rafael Bilu) e Júnior Viçosa (Vitão) Técnico: Felipe Conceição Ponte Preta Ivan; Edilson, Renan Fonseca, Reginaldo e Trevisan; Camilo, Lucas Mineiro, Araos (Bill) e Renato Cajá (Washington); Vico (Marquinhos) e Roger Técnico: Gilson Kleina Cartões amarelos: Matheusinho (América); Edilson, Lucas Mineiro e Roger (Ponte Preta) Público: 5.845 Renda: R$ 26.342,00 Motivo: 32ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro Local: Estádio Independência, em Belo Horizonte (MG) Data: sábado, 2 de novembro de 2019 Árbitro: Ramon Abatti Abel (SC) Assistentes: Eli Alves Svidorki e Gizeli Cazaril (SC)
Com um jogador a menos, Atlético arranca empate diante do Fortaleza

Patric, em belo chute, e Fábio Santos garantem resultado no Castelão Por José Cândido Junior /Superesportes Com um jogador a menos e heróis improváveis, o Atlético arrancou empate em duelo direto contra o Fortaleza, por 2 a 2, neste sábado, no Castelão, pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro. Em lances praticamente idênticos, o lateral-direito Gabriel Dias deixou o time cearense em vantagem em duas oportunidades. No entanto, os ‘renegados’ Patric e Fábio Santos impediram o revés do Galo, que teve Geuvânio expulso no início da segunda etapa. Ainda em risco de rebaixamento, o Atlético segue na 13ª colocação, com 36 pontos. Já o Fortaleza fica no 12º lugar, com pontuação idêntica. Na próxima rodada, o Galo recebe o Goiás, nesta quarta-feira, às 20h, no Mineirão. No mesmo dia, o Tricolor, do técnico Rogério Ceni, pega o Corinthians, às 19h30, no Itaquerão. Com mudanças na formação titular, o Atlético pressionou bastante a saída de bola do adversário e criou oportunidades no início da primeira etapa. Aos 6min, Nathan roubou a bola de Quintero na entrada da área e bateu cruzado. Felipe Alves fez boa defesa no lance. Apenas um minuto depois, Luan tomou a bola de Jackson e tocou para Terans, que invadiu a área, mas acabou travado no momento da finalização. Os jogadores do Atlético pediram pênalti na jogada. O Fortaleza respondeu em perigoso chute de fora da área de Osvaldo. Aos 14 minutos, o Tricolor abriu o placar no Castelão. Em escanteio pela esquerda, Osvaldo recebeu passe curto e cruzou para a área. Gabriel Dias se antecipou a Réver, saltou na primeira trave e cabeceou para a rede: 1 a 0. O Atlético teve chance de empatar o jogo aos 17 minutos. Após bate-rebate na área, Luan ficou com a sobra e chutou. A bola passou pelo goleiro e explodiu no calcanhar de Gabriel Dias, quase em cima da linha. Barrado pelo técnico Vagner Mancini, o lateral-esquerdo Fábio Santos entrou na partida aos 20 minutos, na vaga de Guga, lesionado. A mudança fez Patric retornar à posição de origem, a lateral direita. E foi justamente do lado direito que o camisa 2 interceptou chutão de Felipe Alves, ajeitou na intermediária e bateu de canhota, por cobertura. Adiantado, o goleiro do Fortaleza tocou na bola, mas não evitou o bonito gol do ‘Patricão da Massa’, aos 23 minutos: 1 a 1. A reação do Atlético durou apenas quatro minutos. Em lance praticamente idêntico ao do primeiro gol, o Fortaleza retomou a vantagem. Juninho cobrou escanteio fechado da esquerda. Gabriel saltou novamente na primeira trave, agora se antecipando a Di Santo, e testou no canto direito de Cleiton: 2 a 1. Com o Alvinegro instável em campo, o Leão ainda teve outras chances para chegar ao terceiro gol. Aos 31min, André Luis desarmou Igor Rabello, finalizou forte, e Cleiton salvou no cantinho direito. Aos 46min, o goleiro defendeu em dois tempos o arremate de Osvaldo. Também nos acréscimos, Romarinho passou por Réver e Patric. Rabello tentou afastar, e a bola ficou com Osvaldo, que mandou para fora, de novo com perigo. O Atlético voltou para o segundo tempo com Bruninho no lugar de Nathan. Mas a situação atleticana piorou logo no primeiro minuto da etapa final. Geuvânio segurou Gabriel Dias pela camisa, recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso. Apesar da desvantagem numérica, o Alvinegro mostrou valentia em busca do empate. Patric, Terans e Bruninho criaram chances. Mas foi Fábio Santos, aos 40 minutos, quem livrou o Galo do revés. Marquinhos, que entrara no lugar de Terans, foi lançado na ponta esquerda, driblou Gabriel Dias e tocou para a área. O lateral-esquerdo apareceu livre e soltou a bomba rasteira para empatar no Castelão: 2 a 2. FORTALEZA 2 X 2 ATLÉTICO Fortaleza: Felipe Alves; Gabriel Dias, Quintero, Jackson e Carlinhos; Juninho, Felipe, Romarinho (Felipe Pires) e Osvaldo (Marlon); André Luís e Wellington Paulista (Kieza). Técnico: Rogério Ceni Atlético: Cleiton; Guga (Fábio Santos), Igor Rabello, Réver, e Patric; Nathan (Bruninho), José Welison, Luan, Terans (Marquinhos) e Geuvânio; Di Santo. Técnico: Vagner Mancini. Cartões amarelos: Jackson e Felipe (Fortaleza); Réver, Di Santo e Geuvânio (Atlético) Cartões vermelhos: Geuvânio (Atlético) Gols: Gabriel Dias, aos 14 e aos 27 do 1ºT (Fortaleza); Patric, aos 23 do 1ºT e Fábio Santos, aos 40 do 2ºT(Atlético) Motivo: 30ª rodada do Campeonato Brasileiro Local: Castelão, em Fortaleza Data: 2 de novembro de 2019, sábado Árbitro: Rodolpho Toski Marques (PR) Assistentes: Bruno Boschilia (PR) e Victor Hugo Imazu dos Santos (PR) VAR: Héber Roberto Lopes (SC)
Cruzeiro derrota Botafogo e deixa Z4 do Brasileiro após dez rodadas

Cacá e Éderson marcaram na vitória sobre os cariocas, no Nilton Santos O Cruzeiro venceu o Botafogo por 2 a 0, na noite desta quinta-feira, no Nilton Santos, e colocou fim ao drama vivido há dez rodadas. Os três pontos somados no Rio de Janeiro, graças aos gols dos jovens Cacá (20) e Éderson (20), tiraram a Raposa da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro depois de 6 semanas e 7 dias de angústia. O time celeste chegou aos 32 pontos, alcançou a 16ª colocação e ultrapassou o Fluminense, que estacionou nos 30 com a derrota por 3 a 0 para o Ceará, nessa quarta-feira. O próximo compromisso do Cruzeiro pelo Brasileirão é diante do Bahia, neste domingo (dia 3), às 19h, no Mineirão. Os ingressos para o reencontro da torcida com os comandados de Abel Braga já podem ser adquiridos desde a última quarta-feira. O Botafogo, por sua vez, mede forças com o Santos, na Vila Belmiro, também às 19h de domingo. O jogo Buscando desacelerar o ritmo do Botafogo nos instantes iniciais, o Cruzeiro marcou em linha média e procurou trabalhar a posse de bola. Apesar disso, conseguiu assustar Gatito Fernández logo aos 3’. Henrique deu cruzamento na medida para Marquinhos Gabriel, que entrou na área com a bola dominada, mas falhou no momento da finalização. Com dificuldade para realizar transição ofensiva e sem repertório, o Botafogo conseguiu responder apenas aos 19’ e, mesmo assim, sem levar muito perigo para Fábio. Yuri avançou pela esquerda, fintou Orejuela e encontrou Luiz Fernando dentro da área. O meia girou e finalizou, mas a bola passou por cima do gol. Também com dificuldade na criação, o Cruzeiro contou com uma bola parada para abrir o placar. Thiago Neves cobrou escanteio do lado esquerdo, e Cacá, com impulsão incomum, subiu sozinho e cabeceou sem chances para Gatito Fernández. 1 a 0. O time de Abel Braga recuou após o gol marcado e deu espaço para o Botafogo, que equilibrou a posse de bola, mas seguiu sem conseguir criar chances claras. Os donos da casa voltaram do intervalo impondo o mesmo ritmo. Em ritmo mais intenso e buscando o gol a qualquer custo. O Cruzeiro, claramente mais recuado, entregou a bola ao adversário para tentar jogar no erro do rival e assumiu o risco de sofrer nos minutos iniciais da etapa final. Aos 18’, o zagueiro Cacá, autor do gol, salvou o Cruzeiro de sofrer o empate. Marquinhos Gabriel perdeu a bola no meio e viu o Botafogo sair em velocidade pela direita, com Luiz Fernando. O meia encontrou Diego Souza na área, mas o jovem defensor celeste bloqueou, de carrinho, a finalização na marca do pênalti. Depois disso, para tentar proteger a primeira linha da zaga, Abel Braga trocou Marquinhos Gabriel por Dodô, e Fred por Ariel Cabral. Apesar dos sustos, o Cruzeiro conseguiu se segurar e ainda marcar mais um gol. Éderson, aos 51′, marcou de fora da área após rápido contra ataque para garantir o triunfo no Rio de Janeiro. 2 a 0. Essa foi a sétima vitória no Campeonato Brasileiro, que tirou o time da zona de rebaixamento após dez rodadas. BOTAFOGO 0 X 2 CRUZEIRO BOTAFOGO Gatito Fernández; Marcinho, Carli, Gabriel e Yuri; João Paulo e Gustavo Buchecha (Vinicius Tanque); Luiz Fernando, Leo Valencia (Alex Santana) e Diego Souza; Victor Rangel (Igor Cássio). Técnico: Alberto Valentim CRUZEIRO Fábio; Orejuela, Cacá, Fabrício Bruno e Egídio; Henrique e Éderson; Marquinhos Gabriel (Dodô), Thiago Neves e David (Sassá); Fred (Ariel Cabral). Técnico: Abel Braga Gols: Cacá (25’1ºT) e Éderson (aos 51’2ºT) Cartões amarelos: Luiz Fernando (Botafogo); Thiago Neves, Dodô e Fabrício Bruno (Cruzeiro) Motivo: 29ª rodada do Campeonato Brasileiro Estádio: Nilton Santos, no Rio de Janeiro Data e horário: 31 de outubro de 2019 (quinta-feira), às 21h30 Árbitro: Caio Max Augusto Vieira (RN) Assistentes: Jean Márcio dos Santos e Nailton Junior de Sousa Oliveira (RN) VAR: Adriano Milczvski (PR)
Atlético perde para vice-lanterna Chapecoense e vê crise aumentar no Brasileiro

Galo vive noite trágica no Horto, perdeu por 2 a 0, no Independência, e pode terminar a rodada mais perto do Z4 O Atlético voltou a jogar mal como mandante no Campeonato Brasileiro. Na noite desta quarta-feira, no Independência, o time demonstrou total falta de sintonia no ataque e cometeu falhas cruciais no sistema defensivo. A Chapecoense, que não tem nada a ver com os problemas do Galo, entrou em campo no Horto disposta a aproveitar os erros da equipe comandada por Vagner Mancini. Com gols de Henrique Almeida e Everaldo, o time catarinense venceu por 2 a 0 e ganhou fôlego para sonhar em escapar do rebaixamento. Com a derrota em casa, que teve direito a pênalti perdido, vaias a jogadores, gritos de burro para o treinador e pedidos de renúncia para o presidente, o Atlético caiu para a 13ª posição – o Fortaleza venceu o Avaí fora de casa –, com 35 pontos. Caso os times da parte de baixo pontuem, o Galo pode encerrar a rodada ainda mais perto da zona de rebaixamento. Na próxima rodada, o Atlético visita o Fortaleza. A partida será realizada no estádio Castelão, às 17h. No mesmo dia, às 21h, a Chapecoense recebe o São Paulo na Arena Condá. O jogo O Atlético foi escalado com Ricardo Oliveira no ataque na vaga de Franco Di Santo. No meio, Elias voltou na vaga de Vinícius. Réver, mais uma vez, entrou no time como volante. E a estratégia não funcionou. Nos primeiros minutos, a Chapecoense amassou o Atlético no Independência. Foram quatro grandes chances criadas. Em uma delas, após escanteio cobrado por Bruno Pacheco, Henrique Almeida subiu mais que Guga e cabeceou sem chances para Cleiton: 1 a 0. A partir daí, a torcida mostrou sua ira, especialmente com os laterais Guga e Fábio Santos. O camisa 6 foi vaiado a cada toque dado na bola. A equipe alvinegra passou a pressionar a Chapecoense. Mas os efeitos eram bem pequenos, já que o time não conseguia encontrar espaços. O Atlético apostou nos cruzamentos para a área (22, sendo apenas um certo), mas eles não surtiram o efeito desejado. Ricardo Oliveira, que ganhou a vaga na equipe, pouco encostou na bola. Essa tem sido uma tendência dos centroavantes, que são pouco acionados na equipe alvinegra. Na reta final da etapa inicial, o Atlético criou suas raras e principais chances. Primeiro com Luan, que aproveitou sobra de cruzamento e chutou por cima. Depois, com Nathan, que recebeu na entrada da área e acertou a trave de Tiepo. Para a etapa final, Mancini tirou o zagueiro Leonardo Silva e colocou em campo o meia Cazares. Com isso, Réver foi recuado para a zaga. E, assim como na etapa inicial, a Chape foi rápido ao ataque e ampliou. Após confusão na área, a bola sobrou para Everaldo finalizar para as redes: 2 a 0. Logo após o gol, o Atlético teve chance clara de diminuir. Cazares cruzou na cabeça de Ricardo Oliveira, que, livre, cabeceou para fora. Pouco depois, Guga foi derrubado na área. Enquanto Ricardo Oliveira era substituído, e vaiado, Franco Di Santo entrou e o VAR foi acionado para marcar pênalti para o Galo. Confiante, o argentino pegou a bola e cobrou no canto direito. Tiepo acertou o lado e defendeu a cobrança. O erro foi mais um banho de água fria no torcedor. O time alvinegro ainda teve um gol anulado. Igor Rabello balançou as redes, mas o gol foi invalidado por falta do zagueiro. Sem inspiração, o Atlético tentou até o fim, mas não conseguiu quebrar a barreira da Chape e amargou mais uma derrota em casa no Brasileiro. ATLÉTICO 0 X 2 CHAPECOENSE Atlético Cleiton; Guga, Leonardo Silva (Cazares, no intervalo), Igor Rabello e Fábio Santos; Réver; Luan, Elias (Geuvânio, aos 25/2°T), Nathan e Otero; Ricardo Oliveira (Franco Di Santo, aos 15/2°T) Técnico: Vagner Mancini Chapecoense Tiepo; Renato (Eduardo, aos 36/2°T), Douglas, Maurício Ramos (Rafael Pereira, aos 29/1°T) e Bruno Pacheco; Márcio Araújo, Camilo e Roberto; Dalberto, Henrique Almeida e Everaldo Técnico: Marquinhos Santos Gols: Henrique Almeida, aos 5/1°T; Everaldo, aos 4/2°T; Cartões amarelos: Roberto, aos 31/1°T; Henrique Almeida, aos 35/1°T; Dalberto, aos 16/2°T; Igor Rabello, aos 22/2°T; Cazares, aos 38/2°T; Otero, aos 42/2°T Motivo: 29ª rodada do Campeonato Brasileiro Local: estádio Independência, em Belo Horizonte Data e horário: quarta-feira, 30 de outubro, às 19h30 Público: 19.058 torcedores Renda: R$ 89.042,00 Árbitro: Diego Pombo Lopez (BA) Assistentes: Alessandro Alvaro Rocha de Matos (Fifa/BA) e Elicarlos Franco de Oliveira (BA) VAR: Paulo Roberto Alves Junior (PR)
Atlético é dominado pelo São Paulo e perde pela 13ª vez no Brasileiro

Com revés por 2 a 0, alvinegro segue na 12ª posição na classificação da Série A Foi mais uma tarde de atuação apática do Atlético. No Morumbi, o alvinegro não incomodou o São Paulo e conheceu a sua 13ª derrota no Campeonato Brasileiro. No jogo válido pela 28ª rodada, a equipe mineira se segurou na etapa inicial, mas sofreu no segundo tempo e foi batida pelo tricolor por 2 a 0 – gols de Igor Gomes e Vitor Bueno. O Atlético praticamente assistiu ao São Paulo em campo. Com muita dificuldade em segurar a bola, o alvinegro foi presa fácil para o tricolor, que controlou a posse (65% durante boa parte do jogo) e aproveitou jogadas em profundidade pelos lados para conseguir furar o sistema defensivo armado por Vagner Mancini. Com mais uma derrota, o alvinegro segue na 12ª posição. O Galo soma 35 pontos, seis a mais do que o Cruzeiro, primeiro time na zona de rebaixamento do Brasileiro. Já o São Paulo chega a 49 pontos e vai se firmando, cada vez mais, no G4. O Atlético volta a campo na próxima quarta-feira. O alvinegro recebe a Chapecoense, às 19h30, no Independência. No mesmo dia e horário, o São Paulo visita o Palmeiras. O jogo O técnico Vagner Mancini colocou um Atlético mais ofensivo em campo contra o São Paulo. Na vaga do suspenso Elias entrou o meia Vinícius. Se a expectativa era por uma equipe que trabalhasse com frequência no campo de ataque, a realidade foi completamente diferente. O time alvinegro foi dominado na etapa inicial. Depois de um chute perigoso de Otero no minuto inicial, o Atlético teve dificuldades para ir ao ataque. O São Paulo, com a posse de bola, também não conseguia infiltrar na área alvinegra. Apesar disso, o tricolor criou boas oportunidades. Reinaldo acertou o travessão em cobrança de falta, e Igor Vinícius e Bruno Alves obrigaram Cleiton a fazer boas defesas. Na reta final do primeiro tempo, o Atlético voltou a aparecer no campo de ataque e criou duas grandes oportunidades. Vinícius recebeu de Luan e chutou com muito perigo. Depois, Guga, de fora da área, obrigou Tiago Volpi a fazer grande intervenção. No segundo tempo, o tricolor voltou com a mesma estratégia e manteve a pressão no campo de ataque. Desta vez, funcionou rapidamente. Com muita movimentação, o São Paulo marcou duas vezes em menos de 15 minutos. Aos 5’, Antony recebeu livre na área, passou por Igor Rabello e Fábio Santos e cruzou rasteiro para Igor Gomes finalizar para as redes: 1 a 0. Aos 12’, Igor Gomes tabelou pela esquerda e lançou do meio do campo para Vitor Bueno. O meia-atacante recebeu nas costas de Guga, invadiu a área e chutou cruzado sem chances para Cleiton: 2 a 0. Atônito, o Atlético não conseguiu reagir. O São Paulo deu a bola ao alvinegro, que não sabia o que fazer com ela. Nas raras escapadas, o tricolor levava mais perigo. No fim, a torcida do time da casa ainda gritou olé na troca de passes da equipe. Fim de jogo e derrota melancólica do Galo. SÃO PAULO 2 X 0 ATLÉTICO São Paulo Tiago Volpi; Igor Vinícius, Bruno Alves, Arboleda e Reinaldo; Tchê Tchê e Liziero (Hudson, aos 21/2°T); Antony (Marcos Calazans, aos 33/2°T), Igor Gomes (Hernanes, aos 16/2°T) e Vitor Bueno; Alexandre Pato Técnico: Fernando Diniz Atlético Cleiton; Guga, Igor Rabello, Leonardo Silva e Fábio Santos; Réver; Luan (Geuvânio, aos 36/2°T), Nathan, Vinícius (Marquinhos, aos 10/2°T) e Otero; Franco Di Santo (Ricardo Oliveira, aos 10/2°T) Técnico: Vagner Mancini Gols: Igor Gomes, aos 5/2°T; Vitor Bueno, aos 12/2°T Motivo: 28ª rodada do Campeonato Brasileiro Local: estádio Morumbi, em São Paulo Data e horário: domingo, 27 de outubro, às 16h Árbitro: Bruno Arleu de Araujo (RJ) Assistentes: Rodrigo Figueiredo Henrique Correa (Fifa/RJ) e Carlos Henrique Alves de Lima Filho (RJ) VAR: Pathrice Wallace Corrêa Maia (RJ) Via Superesportes Endereço: Rua São Geraldo, nº 56 Todos os Santos, Montes Claros/MG – CEP: 39400-140 Telefones: (38) 3221-7259 – 3212-5320 – 3221-5328 – 3212-3221
Cruzeiro empata com o Fortaleza e perde chance de deixar o Z4

Raposa tropeçou em casa contra um rival direto na tabela O Cruzeiro teve a chance de deixar a zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro, mas frustrou a torcida. Apesar de pressionar o jogo todo, a Raposa apenas empatou com o Fortaleza por 1 a 1, na noite deste sábado, no Mineirão, pela 28ª rodada. Orejuela, da equipe celeste, e Wellington Paulista, do Tricolor, fizeram os gols. Novamente, a torcida esteve ao lado de time e empurrou os jogadores os 90 minutos. Em alguns momentos, os cruzeirenses vaiaram Egídio, que errou no lance do gol do Fortaleza, e David, sempre muito cobrado. Com o resultado, o time de Abel Braga chegou aos 29 pontos e continua na 17ª posição. O CSA, que enfrenta o Flamengo, ainda pode ultrapassar a Raposa – clique aqui e confira a tabela. Na próxima rodada, o Cruzeiro pega o Botafogo, na quinta-feira, às 21h30, no Engenhão. A rodada começou muito favorável ao clube celeste, já que o Ceará apenas empatou em casa com o Vasco (1 a 1) e o Fluminense ficou no 1 a 1 com a Chapecoense, no Maracanã. Antes da partida, a maioria dos jogadores do Cruzeiro cumprimentou o técnico Rogério Ceni. Alguns preferiram não abraçar o ex-treinador antes de a bola rolar, casos de Thiago Neves, Robinho e Egídio. Pressão sem resultado O primeiro tempo demonstrou as estratégias diferentes de cada time. O Cruzeiro buscou o ataque desde o início. Já o Fortaleza se segurou na defesa e tentou sair no contra-ataque. A Raposa esteve bem melhor. O time de Abel Braga envolveu o adversário e criou boas oportunidades. Na melhor delas, aos 17 minutos, David cruzou na medida para Thiago Neves, que estava sozinho dentro da área. Mesmo sem marcação, ele cabeceou no meio do gol. No reflexo, Felipe Alves defendeu. O Cruzeiro seguiu pressionando. Aos 20, Orejuela fez Felipe Alves trabalhar mais uma vez. O lateral da Raposa acertou um forte chute de fora da área. O goleiro se atirou no canto direito e espalmou para escanteio. Na parte final do primeiro tempo, o time celeste perdeu fôlego e deu espaço para o Fortaleza. Apesar disso, a equipe de Rogério Ceni mostrou toda sua limitação e não finalizou no gol uma vez sequer. Empate em casa Para o segundo tempo, o técnico Abel Braga tirou o volante Jadson, que já tinha um cartão amarelo, e mandou a campo o meia Marquinhos Gabriel. Com a alteração, Robinho ficou um pouco mais recuado para fazer a saída de bola. O Cruzeiro seguiu em cima do Fortaleza, que apenas se defendia. Aos 13 minutos, Orejuela cruzou na área, Fred tentou emendar de bicicleta, mas errou. Na sobra, David chegou batendo forte e mandou para fora. Dois minutos depois, o ex-atacante do Vitória teve outra chance clara. Ele recebeu dentro da área, limpou a marcação, mas isolou a bola. Aos 24 minutos, o Cruzeiro carimbou a trave. Após cruzamento para área, David dominou após rebatida e escorou para Marquinhos Gabriel, que chegou chutando na trave. De tanto pressionar, o time celeste, abriu o placar. Aos 34 minutos, a zaga do Fortaleza afastou mal cruzamento, Marquinhos Gabriel ajeitou para Orejuela, que bateu forte sem chances para o goleiro: 1 a 0. A vantagem do Cruzeiro, contudo, durou pouco. Aos 37 minutos, Egídio saiu jogando errado e levou bola nas costas. Após cruzamento para área, Wellington Paulista finalizou duas vezes até marcar, quase caindo no gramado: 1 a 1. CRUZEIRO 1 X 1 FORTALEZA Cruzeiro Fábio; Orejuela, Cacá, Fabrício Bruno e Egídio; Henrique, Jadson (Marquinhos Gabriel), Robinho (Sassá), Thiago Neves e David (Ezequiel); Fred. Técnico: Abel Braga Fortaleza Felipe Alves; Gabriel, Quintero, Paulão e Carlinhos; Felipe e Juninho; Romarinho (Felipe Pires), André Luis (Kieza), Oswaldo (Marlon) e Wellington Paulista. Técnico: Rogério Ceni Gols: Orejuela (Cruzeiro) e Wellington Paulista (Fortaleza) Cartão amarelo: Felipe (Fortaleza). Jadson, Robinho e Cacá (Cruzeiro) Público total: 32.268 Público pagante: 25.644 Renda: R$ 540.229 Motivo: 28ª rodada do Campeonato Brasileiro Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG) Data e horário: 26 de novembro de 2019 (sábado), às 21h Árbitro: Raphael Claus (SP) Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho e Neuza Inês Back (SP) VAR: José Cláudio Rocha Filho Via Superesportes
Filho de Perrella recebeu R$ 190 mil por três meses de trabalho no Cruzeiro

RESUMO DA NOTÍCIA Gustavo Perrella assinou contrato de consultoria financeira com o Cruzeiro por meio de sua empresa – a B.I. Sports Produções e Serviços Eireli No acordo firmado pelo filho de Zezé Perrella, ele receberia R$ 190 mil. O acordo era válido entre 28 de fevereiro e 31 de maio de 2019 Metas de Gustavo Perrella eram contribuir com profissionalização da gestão financeira e de contratos e auxiliar no imbróglio com o Mineirão Pagamento do filho de Zezé foi dividido em duas parcelas idênticas de R$ 95 mil. Valores foram pagos em 10 de abril e 10 de maio Gustavo Perrella atesta a veracidade do contrato e cita Wagner Pires de Sá ao falar que recebeu R$ 63 mil por mês no clube mineiro Gustavo Perrella, filho de Zezé Perrella, recebeu R$ 190 mil do Cruzeiro neste ano. Ele assinou um contrato por meio de sua empresa, a B.I. Sports Produções e Serviços Eireli, com três meses de duração, entre fevereiro e maio de 2019. De acordo com o vínculo, ele prestaria serviços na reestruturação da área financeira. O UOL teve acesso ao contrato firmado entre Gustavo e a cúpula do clube. A cláusula segunda do acordo explica quais eram as obrigações do filho de Zezé Perrella na diretoria. `Contribuir com a profissionalização da gestão financeira do CRUZEIRO, inclusive em projetos de reestruturação, com foco na sua integração, com o objetivo de torná-las mais eficientes e rentáveis; Promover atividades gerais que promovam a melhor eficiência dos processos administrativos financeiros e na gestão de contratos; Auxiliar na prestação de serviços na gestão financeira dos contratos com a Minas Arena Gestão de Instalações Esportivas e na reestruturação do Departamento Internacional do CRUZEIRO”. Para realizar o que foi feito, o filho de Zezé Perrella teria remuneração de R$ 190 mil, conforme a cláusula terceira do acordo. O valor foi pago em duas parcelas de R$ 95 mil. A primeira prestação foi quitada em 10 de abril. A segunda foi depositada um mês mais tarde, em 10 de maio. O vínculo foi firmado em 28 de fevereiro e se encerraria em 31 de maio do mesmo ano. Procurado para falar sobre o assunto, Gustavo Perrella confirma a veracidade do contrato. “Exato, a remuneração foi referente a três meses de contrato, ao qual eu optei por não renová-lo. O total mensal foi de R$ 63 mil”, confirmou por meio de mensagem ao UOL. “Lembrando que essa notícia foi dada em nota oficial pelo presidente Wagner [Pires de Sá]. Ele não foi correto ao falar o valor referente ao mês. Ele disse que o pagamento era de R$ 95 mil mensal”, acrescentou. Procurada para falar sobre o assunto, a diretoria do Cruzeiro não se manifestou até a publicação deste texto. Zezé Perrella e Wagner Pires de Sá vivem altos e baixos desde o início do ano. Hoje vice-presidente de futebol do clube, Zezé já fez duras críticas à atual gestão, pensando inclusive em votar o afastamento da gestão por 120 dias para depois tentar um impeachment. Atualmente, porém, a dupla trabalha junta nos bastidores. Perrella, inclusive, voltou a atuar oficialmente na diretoria cruzeirense ao assumir no dia 10 de outubro o comando do futebol. Quem é Gustavo Perrela? Gustavo Henrique Perrella Amaral Costa foi superintendente de gestão e vice-presidente de futebol do Cruzeiro Esporte Clube. Desde 1995 que vive no meio futebolístico quando seu pai, o ex senador e ex-presidente do Cruzeiro, Zeze Perrella assumiu função de comandar o clube de futebol de Minas Gerais. Graças ao Cruzeiro, foi Deputado Estadual (2011 – 2015); Exerceu de Junho de 2016 a Dezembro de 2017 o cargo de Secretário Nacional de Futebol e Defesa dos Direitos do Torcedor, órgão do Ministério do Esporte e diretor da CBF, no Governo Michel Temer, graças ao golpe contra a presidenta Dilma Rouseff, com voto de Zezé Perrela. Escândalo da cocaína no helicóptero Em 2013, um helicóptero de sua família foi flagrado transportando 445 kg de pasta base de cocaína e teve sua carga apreendida ao aterrissar em uma fazenda em Afonso Cláudio, no Espírito Santo, no dia 24 de novembro. Aliança entre Zezé Perrela e Gustavo Perrela com Aécio Neves Pelo mesmo partido do pai e com a bênção de Aécio Neves, Gustavo Perrella se elegeu deputado estadual. Ele foi nomeado vice de futebol do Cruzeiro no fim de 2009 para ganhar popularidade. Como dirigente, sua conquista mais notável foi ter fechado uma parceria com o Nacional, de Nova Serrana, cidade onde conquistou 6.300 votos. O Cruzeiro não foi a única plataforma eleitoral de Perrellinha, como era conhecido no clube, já que Aécio também autorizou aliados em municípios do interior a fazerem campanha pelo filho de Zezé. Como senador, Zezé Perrella seguiu fiel às orientações de Aécio no Congresso, sobretudo no alinhamento pelo impeachment de Dilma Rousseff, tal qual nos velhos tempos do Cruzeiro. A influência de Aécio era estrategicamente usada para favorecer os interesses do clube, como na ocasião em que os dois então senadores foram à CBF pedir efeito suspensivo de uma punição que impediria o Cruzeiro de jogar no Mineirão contra o Grêmio, pelo Campeonato Brasileiro de 2013. A confederação atendeu o pedido e, menos de uma semana depois, Perrella articulou a retirada de assinaturas do requerimento para abertura de uma CPI contra a CBF. Por outro lado, a influência de Zezé transformou Aécio em figura ilustre para os cruzeirenses, mesmo distante das dependências celestes. “O Aécio nunca participou da política do clube. Quando ele aparecia, estava sempre com o Zezé”, conta Fernando Torquetti, conselheiro do Cruzeiro desde 2001. A ausência não impediu o ex-governador de se tornar o primeiro grande benemérito do clube, honraria concedida em 2008 por Alvimar de Oliveira Costa. O salão nobre na sede administrativa do clube leva o nome de Aécio Neves da Cunha, enquanto o prédio foi batizado de “Zezé Perrella”. Após uma dinastia de 17 anos, revezando-se com o irmão Alvimar no poder, Zezé deixou o Cruzeiro em 2011 à beira do rebaixamento e um déficit de 30 milhões