Atlético empata e segue no G4 do Brasileiro, mas distancia da liderança

Em jogo com poucas chances reais de gol, Galo fica no 0 a 0 com o Goiás no Serra Dourada e segura quarta posição nesta 12ª rodada da Série A, com 21 pontos, mas com o mesmo número de pontos do São Paulo; tres pontos atrás do Flamengo, que tem 24 pontos; oito pontos atrás do Palmeiras, que também empatou e ficou com 27 pontos, e nove pontos atrás Santos, o novo líder, que fechou a rodada com 29 pontos. Mais uma vez, o Atlético vacilou e deixou de fazer pontos preciosos enfrentando uma equipe da parte de baixo da tabela do Campeonato Brasileiro. Repetindo os erros apresentados contra o Fortaleza, o time mineiro ficou no empate em 0 a 0 contra o Goiás, neste domingo (28), no Serra Dourada. Com o resultado, o time alvinegro termina a rodada em quarto lugar e perdeu a chance de colar no Flamengo. Nas duas última rodadas, o time alvinegro desperdiçou quatro pontos que hoje o consolidariam na terceira colocação. Agora, o que resta é buscar a vitória sobre o Cruzeiro, adversário da próxima rodada. Em campo, o que se viu em Goiânia foi um time que não soube aproveitar, mais uma vez, a qualidade superior do elenco sobre um time que não possui as melhores condições técnicas. Mesmo sem jogar bem, o Goiás conseguiu fazer o meio de campo do Galo produzir pouco, principalmente devido a atuações apagadas de Chará e Otero. De fato, pesou contra os dois estrangeiros a formação colocada por Rodrigo Santana. O colombiano atuou pela direita, com Otero pela esquerda, o que deixou a construção de jogadas descaracterizada. O venezuelano foi sacado na segunda etapa e aí Chará passou a atuar mais no seu lado de costume, o direito, onde deu mais ofensividade ao Galo. Termômetro No primeiro tempo, o Galo dominou as ações, com mais posse de bola. Contudo, o goleiro Tadeu pouco trabalhou. Alerrandro, até por falta de chances, fez mais uma partida ruim e não conseguiu ser decisivo. Pelo lado goiano, pouquíssimas foram as jogadas de efeito e o time saiu vaiado para os vestiários. Contudo, se o primeiro tempo foi morno, o segundo esquentou, principalmente com as mudanças promovidas por Rodrigo Santana e Claudinei Oliveira. E apesar do Galo ter tido a chance mais clara, com chute na travessão de Alerrandro no qual a bola quicou na linha e saiu, o Goiás deu trabalho à defesa alvinegra. Pelo lado atleticano, Luan deu sobrevida às jogadas do Atlético, e Geuvânio tentou trabalhar melhor as jogadas, mas o dia parecia não ser mesmo de Galo em Goiânia. Por outro lado, Papagaio teve mais uma chance e não conseguiu fazer nada diferente no ataque. No Periquito, a única mudança que surtiu efeito positivo foi a entrada de Yago Felipe. Giovanni Augusto e Rafael Moura não alteraram o padrão de jogo goiano, que se mostrou ineficiente e definiu o ritmo fraco do jogo. De bom, ficou apenas a boa atuação da defesa atleticana, que viu Réver e Igor Rabello bem, e Cleiton seguro mesmo nos momentos de maior dificuldade. Na próxima rodada, no domingo (4), o Galo encara o Cruzeiro, às 19h, na Arena Independência. Vitória atleticana pode colocar a Raposa na zona de rebaixamento e a torcida comprou mais de 7.000 ingressos no primeiro dia de vendas. Todavia, antes do clássico, o time alvinegro foca as atenções no jogo de volta das oitavas de final da Copa Sul-Americana, quarta-feira (31), às 21h30, também no Horto. Ficha do Jogo GOIÁS 0 X 0 ATLÉTICO Motivo: 12ª rodada do Campeonato Brasileiro 2019 Local: Serra Dourada, em Goiânia (GO) Arbitragem: Luiz Flávio de Oliveira (SP), auxiliado por Danilo Simon Manis (SP) e Anderson José de Moraes Coelho (SP) VAR: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (SP) Gols: Não houve Cartões Amarelos: Yago Felipe Cartão Vermelho: Nenhum Público: 8.410 pagantes / 10.439 presentes Renda: R$ 176.890,00 GOIÁS Tadeu, Daniel Guedes, Yago, Rafael Vaz, Jefferson, Geovane, Léo Sena (Yago Felipe), Marlone (Giovanni Augusto), Michael, Kayke (Rafael Moura), Leandro Barcia Técnico: Claudinei Oliveira ATLÉTICO Cleiton; Patric, Réver, Igor Rabello e Fábio Santos; Ramón Martínez, Otero (Geuvânio), Elias, Vinicius (Luan) e Chará; Alerrandro (Papagaio) Técnico: Rodrigo Santana

Bolsonaro é xingado e vaiado em jogo do Palmeiras contra Vasco

Nas redes sociais, circulam vários vídeos com vaias e demonstrações de hostilidade contra Jair Bolsonaro, que foi ao Allianz Parque assistir ao jogo do Palmeiras contra Vasco; um dos vídeos mostra a torcida do Vasco vaiando o presidente e dizendo “Ei, Bolsonaro, vai tomar no cu; assista  – Bolsonaro atrapalhou jogo entre Palmeiras e Vasco, diz Casagrande Comentarista se irritou com o atraso causado pela presença do presidente Jair Bolsonaro no jogo do Palmeiras que ocorreu neste sábado (27) Quando a transmissão voltou do intervalo após o fim do segundo tempo, o comentarista criticou a demora para o jogo ser retomado, o que teria sido causado pela presença do presidente. “A coisa mais importante neste momento é o jogo de futebol. Ninguém pode atrapalhar, tem horário de começar. Pode ser quem for. Não pode ser o presidente ou qualquer outra pessoa que entre no campo para atrapalhar esse horário.” Após atrasar a volta do segundo tempo da partida, Bolsonaro assistiu ao restante do jogo em um camarote ao lado do presidente do clube Palmeiras, Mauricio Galiotte, e da patrocinadora, Leila Pereira. Antes do jogo começar, o presidente da República tinha entrado em campo ao lado de Galiotte e, assim como ocorreu na final da Copa América, no estádio do Maracanã, ele foi vaiado pelo público assim que entrou em cena.

Com reservas, Cruzeiro perde para Athletico-PR e segue à beira do Z4 do Brasileiro

– Time celeste chega ao nono jogo seguido sem vitória na competição nacional – O time reserva do Cruzeiro não conseguiu se impor contra os titulares do Athletico-PR e perdeu por 2 a 0 o jogo válido pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro, neste sábado, no Mineirão. Os gols do Furacão foram marcado pelo lateral-direito Jonathan, em cobrança de pênalti, aos 29min do primeiro tempo, e Bruno Guimarães, aos 31min da etapa final. O placar poderia ter sido maior para o rubro-negro, porém o goleiro Rafael fez boas defesas em chutes de Bruno Nazário e Nikão e contou com a sorte quando Rony, aos 11min da etapa complementar, acertou o travessão. Insatisfeitos, os torcedores esboçaram vaia por causa do mau rendimento da equipe. Derrotado, o time de Mano Menezes chegou a frequentar a zona de rebaixamento, porém se manteve em 16º graças à vitória do São Paulo sobre o Fluminense, por 2 a 1, no Maracanã. O segundo gol do tricolor paulista foi marcado nos últimos minutos do duelo, em pênalti assinalado com auxílio do VAR. Próximo ao Z4, o Cruzeiro soma dez pontos em 12 partidas, com apenas 27,7% de aproveitamento. A última vitória no campeonato aconteceu há quase três meses: 2 a 1 sobre o Goiás, em 5 de maio, no Mineirão. Em meio à má campanha no Brasileiro, o Cruzeiro vai bem nos mata-matas. Nesta terça-feira, às 19h15, o adversário será o River Plate, no Mineirão, pelo jogo de volta das oitavas de final da Copa Libertadores. O duelo de ida, no Monumental de Núñez, em Buenos Aires, terminou empatado por 0 a 0. O Athletico, que chegou a 19 pontos na Série A, também se preocupa com o torneio continental. O segundo duelo das oitavas de final, contra o Boca Juniors, acontecerá na Bombonera, às 21h30 de quarta-feira. Na ida, os argentinos ganharam por 1 a 0. CRUZEIRO 0X2 ATHLETICO-PR CRUZEIRO Rafael; Weverton, Fabrício Bruno, Cacá e Dodô; Éderson e Ariel Cabral (Jadsom Silva, aos 14min do 2ºT); Jadson, Maurício (Welinton, aos 24min do 2ºT) e David (Sassá, aos 20min do 2ºT); Fred Técnico: Mano Menezes ATHLETICO-PR Santos; Jonathan, Pedro Henrique, Léo Pereira e Márcio Azevedo (Abner, aos 29min do 2ºT); Wellington, Bruno Guimarães e Nikão; Bruno Nazário (Thonny Anderson, aos 39min do 2ºT), Rony e Marco Ruben (Marcelo Cirino, aos 20min do 2ºT) Técnico: Tiago Nunes Gols: Jonathan, aos 29min do 1ºT, e Bruno Guimarães, aos 31min do 2ºT (ATH) Cartão amarelo: Fred, aos 35min do 1ºT (CRU) Motivo: 12ª rodada do Campeonato Brasileiro Estádio: Mineirão Data: sábado, 27 de julho de 2019 Árbitro: Rodrigo Carvalhaes de Miranda (RJ) Assistentes: Luiz Cláudio Regazone e Carlos Henrique Alves de Lima Filho (ambos do RJ) VAR: Carlos Eduardo Nunes Braga (RJ)

Futebol palestino na linha de fogo de Israel

Afinal da Taça Palestina, campeonato nacional de futebol que reúne times de todo o território palestino, estava marcada para acontecer na primeira semana de julho, porém teve de ser adiada após Israel negar autorização para que a delegação do time Khadamat Rafah, cuja sede é na Faixa de Gaza, pudesse ir até a Cisjordânia, onde o jogo seria sediado. De acordo com a Associação de Futebol da Palestina, o time de Gaza requisitou, no total, 35 autorizações de viagem para a Cisjordânia, porém apenas quatro foram concedidas pelo Ministério de Defesa de Israel. De todo o time, apenas um jogador recebeu permissão para sair da Faixa de Gaza. O episódio não é novidade. Durante 15 anos, o campeonato não pôde ser realizado devido à sabotagem feita pelas “autoridades” israelenses e, mesmo conseguindo realizá-lo desde 2015, após uma intervenção da Federação Internacional de Futebol (Fifa), todo ano se repete a mesma complicação para se conseguir as autorizações de viagem. Os dois territórios, da Cisjordânia e de Gaza, são espacialmente separados pelo território de Israel, e para ir de um ao outro é necessário o aval do governo israelense. A Cisjordânia sofre com a ocupação territorial sionista, e está coberta de assentamentos ilegais, enquanto Gaza vive sob o cerco de Israel há já quase 12 anos. VISTA GROSSA DA FIFA Apesar de ser fundamentalmente uma instituição reacionária, a Fifa reconhece o Estado da Palestina e considera a Cisjordânia território palestino. Entretanto, a Federação se contradiz com suas próprias regras ao ignorar os absurdos perpetrados contra a competição nacional palestina. Em tese, por ser a mais importante organização do esporte no mundo, era seu dever garantir o direito da Palestina, como um Estado independente, de organizar torneios nacionais e que as competições lá sediadas ocorressem sem entraves. A vice-presidente da Associação de Futebol da Palestina, Susan Shalabi, afirmou em entrevista à Agence France-Press (AFP) de notícias que “a forma como a Fifa está lidando com os israelenses está incentivando-os a agir com impunidade”. O futebol reflete o conflito entre Palestina e Israel recorrentemente. Outra problemática que está em pauta há anos é de que Israel possui cinco times de futebol, sob controle da Associação Israelense de Futebol (IFA), com sede no território da Cisjordânia, que nunca foi oficialmente anexado. Assim, segundo seu regulamento, a Fifa não deveria reconhecê-los nem permitir que participem de competições, uma vez que ele determina que uma federação só pode atuar em outros territórios com o consentimento do outro país. Recentemente, o próprio presidente da Fifa, Gianni Infantino, compareceu à conferência organizada pelo USA no Bahrein, boicotada pelas organizações pró-Palestina. Sua presença no evento, que tratava de relações econômicas e políticas entre os ianques e o Oriente Médio, demonstra que a tendência da Fifa é de se inclinar ainda mais a favor de Israel, e não resolver as injustiças cometidas contra os times palestinos. Eduardo Galeano narra, em seu livro Futebol ao sol e à sombra, como o esporte serviu em diversos momentos como expressão da luta contra a opressão e o colonialismo. Conta, por exemplo, que a Argélia, durante sua guerra de independência contra a França, só pôde jogar por meio da federação do Marrocos, país que acabou sendo desfiliado pela Fifa “por tal pecado”. A Palestina, que luta pelo seu reconhecimento e por sua libertação, luta também pela possibilidade de reproduzir sua cultura, e nisso inclui-se seu futebol. O episódio recente reitera o que Galeano já dizia, que o futebol pode vir para abrir os olhos do mundo, mas serve também como ferramenta que legitima o injusto e invisibiliza o apartheid.

Atlético vence o Botafogo e fica perto de vaga nas quartas da Sul-Americana

Com gol de Vinícius, no primeiro tempo, time mineiro sai em vantagem no mata-mata das oitavas de final; Botafogo perde Carli, expulso, e deixa gramado vaiado pelos torcedores – Erro crucial O jogo estava bastante equilibrado no primeiro tempo, mas um erro foi fundamental. Marcelo Benevenuto errou na saída de bola ao tentar um balãozinho e deu no peito de Elias, que deixou de primeira para Vinícius abrir o placar para o Atlético-MG. Foi o início das vaias da torcida do Botafogo para o time. Jogo de volta A partida de volta será na quarta-feira que vem, às 21h30 (de Brasília), no Independência. O Atlético joga até por um empate para ficar com a vaga. Botafogo precisa vencer: 1 a 0 leva a decisão para os pênaltis; uUm gol de diferença acima de 1 a 0 ou qualquer outra vitória classifica o time carioca. Antes disso, os dois times jogam pelo Campeonato Brasileiro. No domingo, às 16h, o Botafogo encara o Flamengo, no Maracanã, enquanto o Galo joga às 19h, no Serra Dourada, contra o Goiás. Público e renda Público pagante: 14.345 Público presente: 15.774 Renda: R$ 496.450,50 Via Globo Esportes

Cruzeiro garante empate contra o River no jogo de ida das oitavas da Libertadores

 – Suárez isolou cobrança aos 52′ e time celeste segurou resultado na Argentina – O Cruzeiro soube sofrer na noite desta terça-feira, em Buenos Aires, no jogo de ida das oitavas de final da Copa Libertadores. O time celeste foi bastante pressionado, especialmente na primeira etapa, mas conseguiu segurar o placar de 0 a 0 com o River Plate, atual campeão da competição, em pleno Monumental de Nuñez, na Argentina. Aos 52′ do segundo tempo, os donos da casa ainda desperdiçaram um pênalti – Suárez cobrou por cima do gol. O time cruzeirense chegou a marcar na etapa final, mas teve o gol anulado. Marquinhos Gabriel recebeu lançamento de Lucas Romero, aos 2′, e saiu livre na cara de Armani. O meia-atacante tocou na saída do goleiro e marcou o gol, mas Julio Bascuñan confirmou posição de impedimento com auxílio do VAR. Com o empate sem gols na Argentina, o time celeste precisará de uma vitória simples na segunda partida para garantir classificação às quartas de final da Libertadores. Novo 0 a 0 leva a decisão para os pênaltis. Empates com gols classificam os argentinos. A partida de volta será já na próxima semana. Brasileiros e argentinos se enfrentam na terça-feira, dia 30, às 19h15, no Mineirão. Antes disso, porém, o Cruzeiro tem compromisso pelo Campeonato Brasileiro, torneio em que ocupa a 16ª colocação, com 10 pontos. No sábado, a equipe celeste medirá forças com o Athletico-PR, às 19h, no Gigante da Pampulha. O jogo Conforme esperado, o Cruzeiro foi amassado no primeiro tempo de jogo. Dentro de casa, o River Plate pressionou o time de Mano Menezes e conseguiu assustar em pelo menos duas oportunidades. Aos 24’, os argentinos tiveram a melhor chance. Alvarez desviou cruzamento de cabeça, Fábio espalmou, e a bola sobrou para Nacho Fernández, que por pouco não marcou. Apostando na solidez defensiva, a Raposa se segurava da forma que podia e buscava o erro do adversário para explorar a velocidade de Marquinhos Gabriel e Pedro Rocha. No entanto, especialmente pela inoperância do setor de meio-campo e os vários passes errados – foram 36 na primeira etapa -, o Cruzeiro não conseguiu aproveitar as poucas oportunidades que os Millonarios proporcionaram. Outras estatísticas do primeiro tempo comprovaram a superioridade dos argentinos. O River registrou maior posse da bola (60% a 40%), finalizou oito vezes mais (10 a 2) e trocou mais do que o dobro de passes do que o Cruzeiro (256 a 123). O mapa de calor também mostrou um duelo de ataque versus defesa. Na volta do intervalo, para tentar corrigir os erros, Mano optou por substituir Robinho por Ariel Cabral. Não que a alteração tenha sido decisiva, mas algo mudou para o Cruzeiro no início do segundo tempo. Logo aos 2’, Marquinhos Gabriel recebeu lançamento na medida de Lucas Romero, saiu na cara de Armani e só tocou na saída do goleiro. Com ajuda do VAR, porém, o árbitro Julio Bascuñan confirmou posição de impedimento que já havia sido apontada pelo auxiliar e anulou o gol celeste. Fato é que o comportamento do Cruzeiro mudou em relação ao tempo inicial. Ainda que não tenha conseguido criar grandes chances de marcar, a equipe celeste conseguiu segurar a bola um pouco mais longe de sua área e mostrou mais mobilidade no meio-campo. Aos 16’, Mano trocou Thiago Neves por David e buscou dar mais profundidade ao time, principalmente pelo lado esquerdo de ataque. Apesar da mudança de postura, o Cruzeiro não conseguiu furar a defensiva dos donos da casa, ainda que tenha tido boa oportunidade aos 43′, com finalização de Egídio. A bola passou por cima do gol. Nove minutos depois, foi o River que teve tudo para pular na frente do marcador. Aos 51′, Henrique puxou a camisa de Lucas Pratto e o árbitro, com auxílio do VAR, marcou pênalti. Na cobrança, aos 52, Suárez isolou por cima. Mesmo sem conseguir marcar gols, a equipe celeste segurou o atual campeão da Libertadores e conquistou um empate na Argentina. No duelo de volta, na próxima semana, no Mineirão, o time de Mano Menezes poderá garantir vaga nas quartas de final com uma vitória simples. RIVER PLATE 0X0 CRUZEIRO River Plate Armani; Montiel, Martínez Quarta, Pinola (Rojas) e Angileri; Nacho Fernández, Enzo Pérez, Palacios e De La Cruz (Cristian Ferreira); Alvarez (Lucas Pratto) e Suárez. Técnico: Marcelo Gallardo Cruzeiro Fábio; Orejuela, Dedé, Leo e Egídio; Henrique, Lucas Romero (Jadson), Robinho (Ariel Cabral), Thiago Neves (David) e Marquinhos Gabriel; Pedro Rocha. Técnico: Mano Menezes Cartões amarelos: Alvarez, Enzo Pérez e De La Cruz (River Plate); David e Leo (Cruzeiro) Motivo: jogo de ida das oitavas de final da Copa Libertadores Estádio: Monumental de Núñez, em Buenos Aires, na Argentina Data e horário: 23 de julho de 2019 (terça-feira), às 19h15 Árbitro: Julio Bascuñan (CHI) Assistentes: Christian Schelmann e Claudio Urrutia (CHI) VAR: Piero Maza (CHI)

Palmeiras e Flamengo disputam império do futebol brasileiro

– Palmeiras e Flamengo ampliam império concentrando um quarto das receitas somadas de 27 clubes da elite do futebol brasileiro. Os dois alcançaram R$ 1,190 bilhão dos R$ 5,162 bilhões do total arrecadado– 23% desse valor, diz estudo do banco Itaú BBA divulgado neste mês. Análise econômica do Itaú, banco que investe no futebol e mantém patrocínio com a CBF há pouco mais de uma década, aponta o Palmeiras como o de maior receita na temporada 2018 atingindo R$ 654 milhões. Flamengo aparece em segundo, com R$ 536 milhões. O terceiro é o São Paulo, com R$ 399 milhões, e o Corinthians é o quarto, com R$ 389 milhões. O levantamento tem como base os balanços de 2018 publicados pelos 27 clubes neste ano de 2019. De acordo com o estudo, Palmeiras aparece como o que mais investiu na contratação de reforços em 2018: R$ 198 milhões. Flamengo, R$ 135 milhões, em segundo, e o Cruzeiro, terceiro, gastando R$ 73 milhões. (…) Diante desses números cresce a expectativa a respeito de quem vai assumir a liderança geral do futebol brasileiro, considerando receitas, despesas e, em especial, conquistas de campeonatos e desempenho dentro de campo. (…) E a discussão do momento é uma possível “espanholização” do futebol no Brasil com Palmeiras e Flamengo ampliando império financeiro e técnico, a exemplo de Barcelona e Real Madrid na Espanha. “A gente começa a ver um descolamento absurdo entre os clubes”, disse César Grafietti, coordenador do estudo do banco Itaú BBA, ao globoesporte. “O impacto desses dois clubes, a capacidade gestão deles, distorce a informação quando a vejo no todo… A tendência é (essa diferença) aumentar. Lembrando que a (receita de) TV hoje tem produtividade, com (pagamento por) desempenho. A tendência é Palmeiras e Flamengo se destacarem, vão ter mais conquistas e mais jogos transmitidos na TV. Essa distância tende a aumentar”, concluiu Grafietti. Com Carta Capital

Em jogo com golaço contra e três pênaltis, Atlético cede empate ao Fortaleza no Horto

Alvinegro abriu 2 a 0 no começo do jogo, cedeu empate no segundo tempo e desperdiçou chance da vitória com pênalti perdido por Luan A tarde foi de um jogo maluco no Independência. O dia, que começou com muitas homenagens e festa da torcida com dois gols rápidos do Atlético, terminou com muitas vaias e frustração. O Fortaleza buscou o empate por 2 a 2 na etapa final. O alvinegro ainda teve duas chances em cobranças de pênalti para garantir a vitória, mas Alerrandro e Luan desperdiçaram as batidas. O resultado foi frustrante para o Galo, que deixou escapar a chance de encostar nos líderes do Brasileiro. O jogo começou “fácil” para o Atlético. Juninho, do meio-campo, aos 6′, marcou um golaço contra. Cazares, de pênalti, ampliou aos 10′. O Galo desperdiçou um caminhão de chances e o castigo veio na etapa final. Após cruzamento, o baixinho Carlinhos marcou de cabeça. No lance seguinte, pênalti de Igor Rabello em André Luís. Na cobrança, Juninho empatou o duelo. O alvinegro teve a chance de garantir a vitória após Alerrandro sofrer pênalti. O centroavante cobrou e o goleiro Felipe Alves defendeu. A árbitra Edina Alves Batista mandou voltar porque o camisa 12 se adiantou. Luan assumiu a responsabilidade, cobrou mal e, mais uma vez, o goleiro defendeu. Antes do jogo, muitas homenagens. Adilson, que foi forçado a se aposentar por causa de problemas cardíacos, deu o pontapé inicial e foi aplaudido pelos torcedores. O família do torcedor Luciano Palhares, que morreu durante o clássico da última quarta-feira, foi homenageada. Foi respeitado 1 minuto de silêncio no Independência. Com o empate, o Atlético segue em quarto no Campeonato Brasileiro. O Galo soma 20 pontos, um a menos do que o Flamengo, terceiro colocado. Já o Fortaleza está em 14º, com 14 pontos. O foco do Galo agora é na Copa Sul-Americana. Na próxima quarta-feira, às 21h30, o Atlético visita o Botafogo, no Estádio Nilton Santos. O jogo O técnico Rodrigo Santana escalou um time mesclado para enfrentar o Fortaleza. Victor, com tendinite no joelho esquerdo, deu lugar a Cleiton. Patric, Fábio Santos, Otero e Chará foram poupados. Em seus lugares entraram, respectivamente, Guga, Lucas Hernández, Vinicius e Geuvânio. O jogo começou com as duas equipes se estudando, mas o placar foi inaugurado rapidamente. Juninho, volante do Fortaleza, tentou recuar do meio-campo para Felipe Alves, mas encobriu o goleiro e marcou um golaço contra: 1 a 0. O gol deixou os visitantes mais tensos em campo. E, quatro minutos depois, o VAR chamou a árbitra Edina Alves Batista. O volante Elias foi derrubado na área pelo zagueiro Roger Carvalho. Com auxílio do vídeo, o pênalti foi marcado. Na cobrança, Cazares deslocou Felipe Alves e ampliou: 2 a 0. O lance gerou muita reclamação dos jogadores do Fortaleza. Para os atletas e comissão técnica, Geuvânio cometeu falta em Carlinhos pouco antes do pênalti. O auxiliar de Rogério Ceni, Charles Hembert, foi expulso. Wellington Paulista levou o cartão amarelo. Os ânimos ficaram menos exaltados e o jogo deu uma acalmada. O Fortaleza controlava a posse da bola e o Atlético tentava os contra-ataques, principalmente pelo lado direito, explorando a velocidade de Geuvânio. Wellington Paulista, de cabeça, obrigou Cleiton a fazer boa defesa. Pelo lado do Galo, Alerrandro, livre, perdeu chance incrível de ampliar o placar. Na reta final do primeiro tempo, as duas equipes quase balançaram as redes. André Luís fez jogada individual e finalizou. A bola desviou em Jair, mas Cleiton conseguiu fazer grande defesa. A bola ainda explodiu no travessão. Já no último lance da etapa inicial, Cazares encontrou Vinicius livre, mas a finalização de primeira acertou o travessão. Os dois times voltaram com a mesma formação na etapa final, e o Atlético esteve muito próximo do terceiro gol logo no início. Lucas Hernández saiu na cara do gol, driblou o defensor e chutou para defesa de Felipe Alves. No rebote, Alerrandro chutou forte e o camisa 12 do Fortaleza salvou com os pés. A bola caiu nos pés de Cazares, de fora da área, que finalizou no ângulo. O goleiro voou para espalmar para escanteio. O Atlético seguiu desperdiçando chances. Geuvânio, livre, tentou driblar o goleiro e chutou para fora. Depois disso, o time viveu um inferno astral. Após jogada trabalhada pelo time cearense, Tinga cruzou e Carlinhos subiu livre para cabecear e balançar as redes: 2 a 1. No lance seguinte, após confusão na área, a defesa do Atlético saiu jogando errado, André Luís carregou a bola e foi derrubado por Igor Rabello dentro da área: pênalti. Na cobrança, Juninho bateu no meio do gol e empatou o jogo: 2 a 2. O jogo ficou quente. Alerrandro foi derrubado na área e o terceiro pênalti foi marcado. Depois de muita reclamação dos jogadores do Fortaleza, o próprio centroavante foi para a cobrança. Ele bateu no canto e o goleiro Felipe Alves voou para defender. No entanto, o goleiro se adiantou, levou cartão amarelo e a árbitra mandou a cobrança voltar. Luan assumiu a responsabilidade e bateu muito mal, no canto de Felipe Alves, que fez defesa tranquila. Depois do lance, o camisa 27 passou a ser vaiado pela torcida. O alvinegro lutou até o fim. Luan desperdiçou chance clara nos acréscimos. Após o apito final, muitas vaias dos atleticanos nas arquibancadas do Independência. ATLÉTICO 2 X 2 FORTALEZA Atlético Cleiton; Guga, Igor Rabello, Réver e Lucas Hernández; Jair (Ramón Martínez, aos 17/2°T) e Elias; Geuvânio (Luan, aos 30/2°T), Vinicius e Cazares (Chará, aos 14/2°T); Alerrandro Técnico: Rodrigo Santana Fortaleza Felipe Alves; Tinga, Quintero, Roger Carvalho e Carlinhos; Juninho, Araruna e Romarinho (Marlon, aos 53/2°T); Kieza, Wellington Paulista e André Luís (Gabriel Dias, aos 41/2°T) Técnico: Rogério Ceni Gols: Juninho, contra, aos 6/1°T; Cazares, aos 13/1°T; Carlinhos, aos 19/2°T; Juninho, aos 26/2°T Cartões amarelos: Wellington Paulista, aos 12/1°T; André Luiz, aos 42/1°T; Quintero, aos 42/1°T; Lucas Hernández, aos 17/2°T; Felipe Alves, aos 34/2°T Motivo: 11ª rodada do Campeonato Brasileiro Local: estádio Independência Público: 16.043 Renda: R$292.563,00 Data e horário: domingo, 21 de

Com reservas, Cruzeiro empata com Bahia fora de casa e deixa Z4 do Brasileiro

Mesmo jogando com um a mais durante o segundo tempo, time celeste não consegue sair do 0 a 0 na Arena Fonte Nova – Os reservas do Cruzeiro entraram em ação contra o Bahia, na tarde deste sábado, na Arena Fonte Nova, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os times não saíram do 0 a 0, apesar de a equipe celeste ter atuado com um a mais em todo segundo tempo. Mas o ponto conquistado foi suficiente para tirar a Raposa da incômoda zona de rebaixamento. Com dez pontos, o Cruzeiro ultrapassou o Fluminense, com nove, e agora ocupa a 16ª posição. Mas para permanecer fora do Z4 após o fim da rodada, é preciso que a Chapecoense não vença o São Paulo na segunda-feira, às 20h, no Morumbi. O Bahia terminou a partida na 9ª colocação, com 15 pontos. Enquanto os reservas do Cruzeiro estavam em campo, os titulares se preservaram para a próxima partida, que será contra o River Plate, às 19h15 de terça-feira, em Buenos Aires, pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa Libertadores. O Bahia, por sua vez, joga apenas no próximo domingo, às 11h, contra a Chapecoense, na Arena Condá. O jogo Priorizando a Libertadores, o técnico Mano Menezes optou por uma escalação alternativa, com vários garotos. Dos titulares escolhidos pelo técnico, o mais novo era o meia Maurício, que completou 18 anos em 22 de junho. Outros com idade sub-20 eram o zagueiro Cacá (20), o lateral-direito Weverton (20) e o volante Éderson (20). Aos 31 anos, o volante argentino Ariel Cabral era o mais experiente entre os 11 escolhidos. Apesar disso, o Cruzeiro começou melhor na partida, empurrando o Bahia em seu campo de defesa. A marcação celeste na saída de bola do tricolor começava no meio-campo, o que dificultou as ações do time da casa. A Raposa quase chegou ao gol em duas oportunidades, ambas aos 12’: na primeira, Sassá cabeceou para o chão, obrigando Douglas a fazer excelente defesa. Na segunda, Ezequiel, ex-Cruzeiro, falhou após cobrança de escanteio e a bola sobrou para Éderson, que acertou a trave. O Bahia tentava encontrar espaços para sair jogando. Em uma das vezes que conseguiu escapar, criou uma ótima oportunidade a gol. Aos 26’, Juninho cabeceou após escanteio pela direita e a bola passou rente ao travessão. Com pouco sucesso na troca de passes, o Tricolor apostava nos lançamentos na maior parte do tempo, sobretudo em ligações diretas para Artur. Aos 43’, Arthur Caike, que já tinha cartão amarelo, pisou no tornozelo de Jadson e recebeu a segunda advertência, sendo expulso em seguida. Assim como no primeiro tempo, o Cruzeiro assumiu as ações da partida no começo da segunda etapa, pressionando a saída de bola do Bahia. A Raposa assustou logo aos 8’, quando David arriscou de fora da área e viu Douglas espalmar. Três minutos depois foi a vez do jovem Maurício experimentar da mesma maneira, mas a bola foi para fora, passando rente ao gol. O Bahia, então, respondeu com Lucca. Aos 13’, o atacante do Tricolor fez boa jogada pela esquerda, bateu para o gol e Rafael executou boa defesa. Três minutos depois, Juninho arriscou de fora da área e viu a bola desviar em Fabrício Bruno antes de o goleiro do Cruzeiro espalmar. Mesmo com um a menos, o time da casa não esperava para sair no contra-ataque e tentava se impor na partida. Após os 30’, o Bahia passou a esperar o Cruzeiro, que tentava achar espaços na defesa adversária. Mas não houve vencedor nesse embate e o 0 a 0 acabou prevalecendo no placar. BAHIA 0 X 0 CRUZEIRO BAHIA Douglas Friedrich; Ezequiel (Ronaldo), Lucas Fonseca, Juninho e Giovanni; Gregore, Flávio e Ramires (Lucca); Arthur Caike, Gilberto (Fernandão) e Artur Técnico: Roger Machado CRUZEIRO Rafael; Weverton, Fabrício Bruno, Cacá e Dodô; Éderson e Ariel Cabral; Jadson, Maurício (Rafael Santos) e David; Sassá (Vinícius Popó) Técnico: Mano Menezes Público: 19.040 torcedores Renda: R$ 248.619,00 Cartões amarelos: Ezequiel e Arthur Caike (BAH); Cacá (CRU) Cartão vermelho: Arthur Caike (BAH) Motivo: 11ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro Local: Arena Fonte Nova, em Salvador/BA Data: sábado, 20 de julho Horário: 17h (de Brasília) Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira (SP) Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho e Bruno Salgado Rizo (SP) VAR: Márcio Henrique de Góis (SP)

Em estreia de Conceição, América cede empate ao Vila Nova e cai para a lanterna da Série B

 Coelho leva gol de Diego Jussani e sofre com ‘lei do ex’ no Serra Douradav – Apesar de mais uma troca de treinador, o América segue na zona do rebaixamento na Série B do Campeonato Brasileiro. Em estreia do técnico Felipe Conceição – que substituiu o demitido Maurício Barbieri -, o Coelho ficou no empate por 1 a 1 com o Vila Nova, neste sábado, em Goiânia, pela 10ª rodada da Segunda Divisão. A equipe mineira largou na frente no Serra Dourada aos 12 minutos da etapa final, com Juninho. Ex-zagueiro americano, Diego Jussani igualou o placar para o Tigre, aos 32 minutos. Com o resultado, o América caiu para a lanterna da Série B, com seis pontos – graças ao empate do Guarani com o Botafogo-SP. O Coelho tem apenas uma vitória na competição – conquistada sobre o CRB, por 3 a 1, fora de casa, pela sétima rodada. Já o Vila Nova aparece no 15º lugar da tabela, com 11 pontos. Na rodada seguinte, o América enfrenta o Oeste. O duelo será na próxima terça-feira, às 21h30, no Independência. No mesmo dia, às 19h15, o Vila Nova visita o Coritiba no Couto Pereira. Um gol anulado para cada lado Vila Nova e América fizeram um primeiro tempo aberto e equilibrado. Mesmo fora de casa, o Coelho não se limitou à marcação e mostrou desenvoltura para trabalhar a bola no campo do adversário. No entanto, a equipe mineira pecou nos erros de passes e deu brechas para os contra-ataques. A primeira chance do jogo foi dos goianos, em chute de Alan Mineiro da entrada da área – para a defesa de Jori. Aos 10 minutos, Jonatas Belusso chegou a marcar para o América. O atacante recebeu lançamento, invadiu a grande área e encobriu o goleiro Rafael Santos. O gol alviverde foi anulado por impedimento. Aos 33 minutos, Jonatas Belusso levou perigo em cobrança de falta, defendida por Rafael Santos. O Vila Nova respondeu em lance marcado por falha de Jori. Após saída errada do goleiro, Diego Jussani aproveitou a sobra de bola e completou para o gol. O zagueiro Paulão, em cima da linha, salvou o Coelho. Na sequência, Belusso teve outra oportunidade, mas acabou travado por Neto Moura e Rafael Silva no momento da finalização. Aos 42min, foi a vez do Vila ter um gol anulado. Bruno Mota aproveitou chutão vindo da defesa e encobriu Jori. O árbitro também assinalou impedimento, em jogada semelhante à que o time mineiro balançou a rede no Serra Dourada. Coelho sai na frente, mas leva empate O Vila Nova voltou mais ativo para a segunda etapa e assustou o América aos sete minutos, em chute de fora da área de Neto Moura. A bola desviou na defesa e passou perto do gol de Jori. Aos 12 minutos, o Coelho contou com falha de Rafael Santos para abrir o placar em Goiânia. Zé Ricardo avançou pela intermediária e chutou rasteiro. A bola saiu fraca em direção ao meio do gol. O goleiro tentou encaixar, mas cedeu o rebote. Juninho apareceu rápido no lance e só completou para a rede: 1 a 0. Após o gol, a equipe de Felipe Conceição passou a ditar o ritmo da partida, trocando passes com tranquilidade. Irritada, a torcida do Vila protestou contra o próprio time com gritos de ‘olé’. Apesar do controle, o Coelho sofreu o empate aos 32 minutos. Em cobrança de falta, Alan Mineiro levantou a bola para a área. O zagueiro Diego Jussani, ex-América, subiu entre os marcadores e cabeceou firme no ângulo direito de Jori: 1 a 1. VILA NOVA 1 X 1 AMÉRICA Vila Nova: Rafael Santos; Felipe Rodrigues, Wesley Matos, Diego Jussani e Romário; Ramon, Neto Moura (Elias, aos 16’2ºT) e Alan Mineiro, Alan Carius (Erick, aos 25’2ºT), Bruno Mota e Mateus Anderson (Boné, aos 42’2°T). Técnico: Marcelo Cabo. América: Jori; Leandro Silva, Paulão, Ricardo Silva e Sávio (Geovane, aos 41’2°T); Zé Ricardo, Willian Maranhão, Juninho e Matheusinho; Felipe Azevedo (França, aos 32’2ºT) e Jonatas Belusso (Junior Viçosa, aos 42’2°T). Técnico: Felipe Conceição. Gols: Juninho (América), aos 12 minutos do segundo tempo; Diego Jussani (Vila Nova), aos 32 minutos do segundo tempo Cartão amarelo: William Maranhão (América) Motivo: 10ª rodada da Série B do Brasileiro Estádio: Serra Dourada, em Goiânia (GO) Data: 20 de julho de 2019 (sábado) Árbitro: Emerson Ricardo de Almeida Andrade (BA) Assistentes: Alessandro Rocha de Matos e Edevan de Oliveira (BA) Público: 3.314 Renda: R$ 40.730 Via Superesportes