Atlético desperdiça boas chances e é derrotado pelo Athletico-PR

Galo perde invencibilidade de seis jogos na Série A, mas continua no G4 – O Atlético perdeu invencibilidade de seis jogos no Campeonato Brasileiro. O Galo teve boa atuação diante do Athletico Paranaense, neste sábado, na Arena da Baixada, em Curitiba, mas acabou derrotado por 1 a 0, em duelo válido pela 15ª rodada da Série A. O Alvinegro criou chances claras e quase empatou nos instantes finais da partida. No entanto, o goleiro Santos salvou o Furacão em momentos cruciais. O gol foi marcado por Marcelo Cirino, aos 37 minutos do primeiro tempo. Com o resultado, o Atlético fica na quarta colocação do Brasileiro, com 27 pontos. O Athletico Paranaense chega ao oitavo lugar, com 22 pontos. O próximo desafio do Galo na competição é contra o Bahia, no sábado que vem, às 11h, no Independência. Antes, o time de Rodrigo Santana enfrenta o La Equidad em compromisso pelas quartas de final da Copa Sul-Americana, nesta terça-feira, às 21h30, no Horto. O JOGO – O primeiro lance de perigo foi criado pelo Atlético. Aos 2min, depois de jogada rápida de Cazares pela direita, Chará ficou com o rebote na entrada da área e arriscou o chute, para a defesa de Santos. O Galo mostrava segurança defensiva e conseguia criar oportunidades. A bola era carregada principalmente por Cazares e Chará e chegava a Papagaio. O centroavante, porém, finalizou mal em duas boas chances de gol. O time da casa passou a apertar a marcação e a ter maior posse de bola. Aos 29 minutos, foi a vez do Furacão ameaçar: Marco Ruben recebeu passe de Adriano e bateu forte. A bola saiu rente ao travessão de Cleiton. Após interrupção da partida por problemas na iluminação, o Atlhletico abriu o placar na Arena da Baixada. Marco Ruben recebeu cruzamento na área, mas foi travado no momento da conclusão. Marcelo Cirino pegou o rebote na entrada da área e chutou no canto direito de Cleiton: 1 a 0. A equipe rubro-negra ainda pressionou nos instantes finais e terminou a etapa com maior posse de bola: 52%. O Galo teve mais finalizações que o adversário: sete contra cinco. Na volta do intervalo, o técnico Rodrigo Santana realizou duas alterações no Atlético: Nathan no lugar de Martínez, que tinha cartão amarelo; e Otero na vaga de Cazares. Com as alterações, o ímpeto ofensivo do Alvinegro cresceu. Aos 5min, em cobrança de falta, Otero mandou a bola próxima ao travessão de Santos. O Galo pressionava, mas também deixava espaços. Em dois lances seguidos, os mineiros quase empataram. Aos 14min, Vinícius aproveitou boa jogada entre Fábio Santos e Chará, driblou Wellington e chutou cruzado. A bola desviou, Papagaio tentou na sobra, mas a zaga paranaense afastou. Um minuto depois, inversão de bola chegou a Chará, que entrou na área, driblou o marcador e finalizou forte. O goleiro Santos, apesar de desvio na trajetória, defendeu. O Athletico voltou a ameaçar aos 29 minutos, em finalização de Rony, de primeira. Cleiton defendeu com segurança. O Galo se manteve no ataque, com Vinícius, Otero e Chará ativos na criação. Papagaio, no entanto, não conseguia ter uma clara para concluir em gol. Aos 32min, Rodrigo Santana mexeu no time pela última vez: Geuvânio no lugar de Vinícius. Aos 39min, o Atlético teve a melhor chance de empatar a partida em dois lances consecutivos. Nathan trocou passes com Otero e chutou cruzado, rasteiro. Santos se esticou e espalmou. Chará apareceu completou no rebote, mas o goleiro do Furacão fez outra grande defesa. ATHLETICO-PR 1 X 0 ATLÉTICO Athletico-PR: Santos; Madson, Pedro Henrique, Léo Pereira e Adriano (Márcio Azevedo); Wellington, Bruno Guimarães e Thonny Anderson (Bruno Nazário); Marcelo Cirino (Nikão), Rony e Marco Ruben. Técnico: Tiago Nunes. Atlético: Cleiton; Guga, Igor Rabello, Réver e Fábio Santos; Ramón Martínez (Nathan); Cazares (Otero), Elias, Vinicius (Geuvânio) e Chará; Papagaio. Técnico: Rodrigo Santana. Gol: Marcelo Cirino (Athletico Paranaense), aos 37min do primeiro tempo Cartões amarelos: Bruno Nazário, Marco Rubén (Athletico Paranaense); Ramón Martínez (Atlético). Estádio: Arena da Baixada, em Curitiba, no Paraná
Coelho ganhou por 2 a 1 e respirou na Série B do Campeonato Brasileiro

Felipe Conceição valoriza ‘vitória maiúscula’ do América sobre Cuiabá: ‘É o adversário mais forte que enfrentamos’ Em sete jogos pelo América, Conceição contabiliza três vitórias, três empates e uma derrota (Foto: Mourão Panda / América) O técnico Felipe Conceição classificou como “vitória maiúscula” o placar de 2 a 1 obtido pelo América sobre o Cuiabá, neste sábado, no Independência, pela 16ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Ele elogiou o poder de contra-ataque e a grande campanha como visitante do adversário – agora de quatro triunfos, um empate e três reveses. “Vitória maiúscula. Enfrentamos uma equipe que, se sai daqui vencedora, estava no G-4, que não tinha perdido após a Copa América, é a segunda melhor visitante e, dos nossos adversários, tem o melhor contra-ataque. Fizemos um excelente primeiro tempo, evitamos esses contra-ataques no início do jogo, criamos superioridade e, no segundo tempo, soubemos sofrer, o que é necessário. Equipes assim em alguma hora vão nos encurralar. Há um bom trabalho do outro lado. É uma vitória maiúscula de um time que está lutando, e conseguindo, vitórias”, analisou. De acordo com Felipe Conceição, a característica do Cuiabá de jogar em velocidade dificultou a imposição do América em determinados momentos. O goleiro Jori, por exemplo, fez três boas defesas e contou com a sorte em uma bola que bateu no travessão. Na opinião do treinador, a equipe mato-grossense foi a mais complicada de enfrentar sob seu comando. “A gente estava conseguindo ter regularidade e impor nosso jogo nas outras partidas. É, talvez, o adversário mais forte que enfrentamos, sobretudo em casa. Quisemos controlar o jogo um pouco demais. Comigo [no comando] foi a primeira vez que tivemos a sensação de estar vencendo por 2 a 0, logo no primeiro tempo. Por isso, acho que o time buscou uma tranquilidade exagerada”, comentou. Na 16ª posição, com 17 pontos, o América ainda pode voltar à zona de rebaixamento, caso o Vitória vença o CRB neste domingo, às 16h, no Estádio Rei Pelé, em Maceió (confira a classificação da Série B). Para Conceição, a saída definitiva da degola acontecerá na medida em que o time continuar fazendo boas partidas na competição. “Tenho trabalhado com o grupo o desempenho. É o desempenho que vai nos tirar da zona e jogar para o meio da tabela. Sair da zona nos traz grande alívio e alegria, mas amanhã o Vitória pode ganhar e voltarmos. O importante é ter desempenho a cada partida, lutando pela vitória em casa ou fora” Via Superesportes
Cruzeiro encerra maior jejum de gols na história do clube em empate com Avaí

– Foram oito jogos sem poder comemorar um gol sequer. O maior jejum de gols da história do Cruzeiro foi quebrado neste domingo, em empate contra o Avaí, na Ressacada, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro. Pedro Rocha foi quem encerrou a péssima fase celeste. – A última vez que o time celeste havia marcado um gol foi há exatamente um mês, na vitória por 3 a 0 sobre o Atlético, no jogo de ida das quartas de final da Copa do Brasil, no dia 11 de julho. De lá para cá, foram mais de 800 minutos em campo sem balançar as redes dos adversários (em tentos validados). Neste domingo, Pedro Rocha buscou o primeiro empate cruzeirense aos 18 minutos do segundo tempo de partida. Marquinhos Gabriel dominou pela direita, ajeitou para o pé canhoto e chutou colocado. Vladimir defendeu e a bola tocou na trave! O camisa 32 foi oportunista e empurrou para as redes. O gol ajudou os jogadores a iniciarem a reação e deixarem a fase complicada para trás. Na sequência, o Cruzeiro melhorou seu rendimento em campo e esteve perto de virar o jogo. No entanto, o Avaí foi quem marcou, de pênalti, mas a equipe celeste não desistiu e igualou novamente o marcador. Desta vez, Sassá foi quem anotou o tento azul. O elenco cruzeirense agora volta de Santa Catarina e terá novidades durante a semana na Toca da Raposa II. O clube contratou Rogério Ceni para a vaga de Mano Menezes e o novo treinador deve iniciar os trabalhos com o grupo de jogadores na terça-feira, no CT celeste. O próximo compromisso do time é contra o líder Santos, às 16h de domingo, no Mineirão. Confira as partidas que o Cruzeiro ficou sem marcar durante jejum histórico: Botafogo 0 x 0 Cruzeiro – Campeonato Brasileiro Atlético 2 x 0 Cruzeiro – Copa do Brasil Bahia 0 x 0 Cruzeiro – Campeonato Brasileiro River Plate 0 x 0 Cruzeiro – Copa Libertadores Cruzeiro 0 x 2 Athletico-PR – Campeonato Brasileiro Cruzeiro 0 x 0 River Plate – Copa Libertadores Atlético 2 x 0 Cruzeiro – Campeonato Brasileiro Cruzeiro 0 x 1 Internacional – Copa do Brasil Via Superesportes
Depois de descartar proposta do Atlético, Rogério Ceni acerta com o Cruzeiro

Treinador se despediu do elenco do Fortaleza na manhã deste domingo O Cruzeiro acertou, na manhã deste domingo, a contratação do técnico Rogério Ceni, que estava no Fortaleza. O compromisso com o clube mineiro será válido até dezembro de 2020. Ceni substituirá Mano Menezes, que deixou o cargo na última quarta-feira, após a derrota para o Internacional, por 1 a 0, pela Copa do Brasil. O Fortaleza se prepara para enfrentar o CSA, nesta segunda-feira, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro. Após o último treino do Leão da Pici nesta manhã, Ceni se despediu dos jogadores. A informação foi adiantada pela Rádio Itatiaia e confirmada pelo Superesportes com a assessoria de comunicação do clube cearense. O técnico sequer comandará o time em Alagoas. Após a despedida de Ceni, o Fortaleza publicou um agradecimento ao treinador nas redes sociais. Fortaleza Esporte Clube ⭐️ ✔ @FortalezaEC O Fortaleza Esporte Clube comunica oficialmente a saída do Treinador Rogério Ceni. A diretoria do Cruzeiro havia feito um primeiro contato com Dorival Júnior, que está sem clube, na quinta. No dia seguinte, Ceni entrou no radar do clube celeste, mas a negociação era considerada ‘difícil’ pela cúpula da Raposa. Mesmo assim, as conversas se intensificaram no fim de semana. No fim de abril, Rogério Ceni recusou proposta do Atlético para suceder Levir Culpi, demitido pela diretoria no dia 11 daquele mês. Na ocasião, ele acabara de conquistar o Campeonato Cearense e estava em vias de confirmar o título da Copa do Nordeste. No Cruzeiro, Rogério Ceni terá a missão de evitar o rebaixamento à Série B do Campeonato Brasileiro e de classificar o time à final da Copa do Brasil. No jogo de ida da semifinal, contra o Internacional, no Mineirão, a Raposa perdeu por 1 a 0. O duelo de volta será em 4 de setembro, no Beira-Rio, em Porto Alegre. Para ir à decisão, os mineiros precisam de uma vitória por dois gols de diferença no tempo normal. Triunfo por um gol de vantagem leva a decisão para os pênaltis. Contratado pelo Fortaleza em 10 de novembro de 2017, Ceni conquistou a Série B, em 2018, o Campeonato Cearense e a Copa do Nordeste, em 2019. Após a saída de Mano Menezes do Cruzeiro, passou a ser o segundo técnico mais longevo da Série A, com 636 dias de trabalho, perdendo apenas para Renato Portaluppi, do Grêmio, com 1053 dias. Na Série B, o Fortaleza somou 71 pontos (21 vitórias, oito empates e nove derrotas) e faturou o título com nove de vantagem sobre o vice-campeão, CSA. No geral, Ceni acumulou 94 partidas à frente do Leão do Pici. São 51 vitórias, 18 empates e 25 derrotas, com 60,64% de aproveitamento. Rogério também treinou o São Paulo, em 2017, com 14 vitórias, 13 empates e dez reveses em 37 jogos. Os números foram aquém da trajetória como goleiro, de 1990 a 2015. Exímio cobrador de faltas e pênaltis, ele marcou 131 gols em 1237 presenças
Campeonato Brasileiro – Galo vence o Fluminense e segue firme no G4

Com gols de Cazares e Ricardo Oliveira, que quebrou jejum de 15 jogos, Atlético venceu por 2 a 1 no Horto e encostou nos líderes do Brasileiro Com direito à quebra de longo jejum de Ricardo Oliveira, o Atlético venceu o Fluminense por 2 a 1, na noite deste sábado, no Independência, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro, e embalou na competição nacional. Além do ‘Pastor’, Cazares também marcou pelo Galo na noite deste sábado. Nenê, na reta final do jogo, diminuiu o placar. Depois de enfrentar dificuldades no começo do jogo, o Atlético soube explorar as falhas defensivas do Fluminense para chegar aos seus gols: uma em corte errado da defesa após cruzamento de Patric, que Cazares fuzilou sem chances para Muriel, e outra em roubada de bola de Elias após marcação alta da equipe atleticana. O volante acionou Ricardo Oliveira, que marcou belo gol e quebrou jejum de 15 partidas. Com a vitória, o Galo mantém a quarta posição no Campeonato Brasileiro. O Flamengo venceu o Grêmio neste sábado, por 3 a 1, e se segurou em 3°. Os dois times têm 27 pontos, um a menos do que o Palmeiras, vice-líder, que recebe o Bahia neste domingo. O Santos, líder da Série A, perdeu para o São Paulo por 3 a 2 neste sábado, mas segue isolado na primeira posição com 32 pontos. O Atlético volta a campo no próximo sábado. O alvinegro visita o Athletico-PR, às 19h, na Arena da Baixada. No domingo, às 16h, o Fluminense recebe o CSA no Maracanã. O jogo Atlético e Fluminense fizeram um primeiro tempo muito movimentado no Independência. O tricolor, com sua característica de posse de bola e muita troca de passe, pressionou e criou boas chances na etapa inicial (foram 12 finalizações). O Galo, que apostou no contra-ataque em velocidade, desperdiçou chances claríssimas. Com dificuldades na marcação, o Galo viu o time visitante se impor no começo do jogo. Pedro, Igor Julião e Yony González, em três oportunidades, levaram perigo. Pelo lado do Atlético, as chances começaram a surgir a partir dos 20 minutos. Ricardo Oliveira recebeu lançamento, protegeu e avançou livre. O camisa 9 tentou driblar o goleiro, mas acabou finalizando em cima de Muriel. Vinícius, livre, estava ao lado do jogador para receber o passe e balançar as redes. O Galo cresceu no jogo. O alvinegro apostou nos lançamentos longos no meio da defesa tricolor, que estava exposta. Cazares e Chará pararam em boas defesas de Muriel. A pressão alvinegra seguiu. Na mesma estratégia, Cazares lançou para Ricardo Oliveira, que bateu na saída de Muriel. O goleiro espalmou e a jogada continuou. Patric cruzou, a zaga afastou mal e Cazares, de primeira, finalizou sem chances para o goleiro tricolor: 1 a 0, aos 41 minutos. Para a etapa final, o Fluminense voltou com duas substituições: saíram Pedro, lesionado, e Marcos Paulo, para as entradas de João Pedro e Nenê. O Atlético voltou para o segundo tempo com a marcação adiantada. Na primeira chance criada, Vinicius obrigou Muriel a fazer boa defesa. No rebote, Digão afastou, a bola bateu em Ricardo Oliveira e passou raspando à trave. No tiro de meta, o Galo adiantou a marcação de novo, pressionou e Elias conseguiu antecipar o passe. Ele lançou para Ricardo Oliveira, que ajeitou e chutou colocado sem chances para Muriel: 2 a 0. O centroavante quebrou jejum de 15 jogos. Eram 107 dias sem balançar as redes. O Fluminense partiu para a pressão e teve um gol anulado, marcado por Yony González. O tricolor seguiu em cima e criou boas oportunidades. No contra-ataque, o Galo desperdiçou boas oportunidades, principalmente pelo individualismo de seus jogadores de ataque. O tricolor conseguiu diminuir na reta final. Aos 43′, João Pedro fez boa jogada na área e cruzou rasteiro para Nenê, que finalizou sem chances para Cleiton: 2 a 1. O Fluminense pressionou até o fim, mas o Galo conseguiu se segurar para garantir importante vitória no Campeonato Brasileiro. ATLÉTICO 2 X 1 FLUMINENSE Atlético Cleiton; Patric, Igor Rabello, Réver e Fábio Santos; Ramón Martínez e Elias; Cazares (Geuvânio, aos 15/2°T), Vinícius e Chará (Otero, aos 28/2°T); Ricardo Oliveira (Alerrandro, aos 36/2/T) Técnico: Rodrigo Santana Fluminense Muriel; Igor Julião, Nino, Digão e Caio Henrique; Allan, Daniel (Wellington Nem, aos 28/2°T) e Paulo Henrique Ganso; Marcos Paulo (Nenê, no intervalo), Yony González e Pedro (João Pedro, no intervalo) Técnico: Fernando Diniz Gols: Cazares, aos 41/1°T; Ricardo Oliveira, aos 5/2°T; Nenê, aos 43/2°T Cartões amarelos: Vinícius, aos 19/1°T; Patric, aos 9/2°T; Geuvânio, aos 33/2°T; Wellington Nem, aos 36/2°T; Otero, aos 37/2°T; Digão, aos 46/2°T; Nenê, aos 49/2°T Cartão vermelho: Nenê, após o fim do jogo Motivo: 14ª rodada do Campeonato Brasileiro Local: estádio Independência Público: 19.081 Renda: R$ 352.497,00 Data e horário: sábado, 10 de agosto, às 21h Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (GO) Assistentes: Fabrício Vilarinho da Silva e Bruno Raphael Pires (GO) VAR: Héber Roberto Lopes (SC) TV: Pay-per-view Via Superesportes
COPA DO BRASIL – Cruzeiro perde outra e Mano deixa comando

Time perde por 1 a 0 para o Internacional na partida de ida da semifinal da Copa do Brasil e aumenta pressão da torcida; Mano sai muito vaiado – Time celeste voltou a passar em branco e perdeu jogo de ida da semifinal Oito jogos sem vitória. Oito jogos sem fazer gol. E vai contando. A crise do Cruzeiro parece se agravar a cada vez que o time entra em campo. Desta vez, o tropeço foi diante do Internacional, nesta quarta-feira, no Mineirão, pelo duelo de ida da semifinal da Copa do Brasil. Edenilson, aos 30 minutos do segundo tempo, marcou o gol da vitória dos gaúchos, após rebote de Fábio em cobrança de falta de Paolo Guerrero: 1 a 0. Antes de ser vazado, o camisa 1 celeste havia feito duas ótimas defesas, em conclusões de Wellington Silva e do próprio Guerrero. Já a Raposa não exigiu uma intervenção importante de Marcelo Lomba. De 11 finalizações, dez foram longe do alvo. As inúmeras bolas levantadas na grande área consagraram os zagueiros Victor Cuesta e Rodrigo Moledo e mostraram as dificuldades de Mano Menezes para organizar uma equipe criativa no ataque. Por essa e outras razões, o treinador anunciou, em entrevista coletiva, o desligamento do Cruzeiro. Ele já havia colocado seu cargo à disposição após a derrota para o Atlético, no Independência, pelo Campeonato Brasileiro (2 a 0). Na ocasião, a diretoria decidiu mantê-lo no cargo. Com o revés desta quarta, as partes se acertaram pela saída. “Gostaria, juntamente com o Marcone (Barbosa, gerente de futebol) e o Marcelo (Djian, diretor de futebol), comunicar oficialmente que a gente interrompe o trabalho à frente do Cruzeiro nesta noite, porque a gente entendeu que era o momento de fazer isso, de que nós não poderíamos estender mais essa fase difícil. É muito mais que uma fase difícil que o Cruzeiro vem apresentando, porque são 18 jogos e uma vitória. A gente sabe que isso no futebol não se sustenta”, declarou Mano. À procura de novo treinador a partir desta quinta-feira, o Cruzeiro tentará reagir na semifinal da Copa do Brasil no dia 4 de setembro (quarta-feira), às 21h30, no Beira-Rio, em Porto Alegre. Para avançar à semifinal, o time precisa ganhar do Inter por dois gols de diferença. Se vencer por um gol, a vaga será decidida nos pênaltis. Antes de pensar no mata-mata, haverá o Campeonato Brasileiro. Na zona de rebaixamento (18º, com dez pontos), a Raposa visitará o lanterna Avaí, às 16h de domingo, no Estádio da Ressacada, em Florianópolis, pela 14ª rodada. Possivelmente, o auxiliar permanente da comissão técnica, James Freitas, estará à frente da equipe. O jogo “Eu disse que não vinha mais… mas quem ama, perdoa”. A mensagem transmitida por uma torcedora em cartaz representava o sentimento de milhões de cruzeirenses. A sequência de sete partidas sem vencer e nem sequer fazer gol causava incômodo e insatisfação, porém os apaixonados pela Raposa tinham esperanças de que a maré ruim acabaria nesta quarta. Qual seria, então, a estratégia de Mano Menezes? Apostando no poder de decisão de Thiago Neves, o treinador tirou Marquinhos Gabriel para dar lugar a Sassá. Com isso, Pedro Rocha foi deslocado para a ponta. Na lateral esquerda, Dodô substituiu Egídio, negativamente marcado por sucessivos erros de passe e falhas na marcação nas últimas apresentações. O Cruzeiro começou o jogo com vantagem na posse de bola, chegando a contabilizar 64%. Só que o domínio era estéril. A paciência do público foi colocada à prova com passes entre Orejuela, Dedé, Leo e Dodô. Quando o time ameaçava avançar, os meio-campistas erravam na transição, seja com lançamentos malsucedidos ou perdas de posse. Como o Inter parecia interessado no empate, a qualidade técnica do espetáculo acabou prejudicada. Até os 30 minutos, a única finalização certa foi colorada: Rafael Sobis arriscou de fora da área, no centro da meta. Fábio segurou com tranquilidade. Ciente da importância da vitória na ida, o Cruzeiro se esforçou para tentar superar a boa marcação do Internacional. Aos 35 minutos, Sassá conseguiu dominar dentro da grande área após cobrança de escanteio, porém bateu muito mal. Aos 39 minutos, o camisa 99 recebeu assistência de Pedro Rocha, girou em cima de Victor Cuesta e voltou a errar o alvo. O Inter respondeu aos 41min: Guerrero deu enfiada no ‘vazio’ para Uendel, que foi à linha de fundo e buscou o passe rasteiro para Edenílson no segundo pau. No meio do caminho, Dodô fez corte providencial e salvou a Raposa. Na volta para o segundo tempo, o Cruzeiro teve boa chance logo a 1min. Pedro Rocha arrancou no meio-campo e deu bom passe para Thiago Neves, que “furou” no momento da finalização. Em lances seguintes, o camisa 10 errou domínios e passes aparentemente fáceis, irritando parte do público no Mineirão. Aos 21min, Mano Menezes recorreu a Fred, artilheiro do time em 2019, com 16 gols, porém sem balançar a rede há 15 partidas. Tanto os laterais quanto os meias buscaram explorar o jogo aéreo com o camisa 9, mas a retaguarda do adversário estava atenta para afastar as bolas. Depois de ficar por muito tempo na defesa, o Internacional percebeu que tinha condições de levar perigo ao Cruzeiro. Aos 24min, Wellington Silva tabelou com Edenilson, livrou-se de Dodô e chutou forte. Fábio espalmou. Aos 26min, Patrick deixou Robinho no chão e encontrou Guerrero na pequena área. O camisa 1 cruzeirense novamente se mostrou arrojado e nem rebote deu na conclusão do peruano. Aos 30min, Fábio voltou a salvar o Cruzeiro defendendo cobrança de falta de Guerrero, porém a defesa não acompanhou a sobra, e Edenilson só teve o trabalho de tocar a redonda para o fundo da rede: 1 a 0. Sem forças para reagir, o time deixou o campo vaiado. As cobranças foram incisivas em cima de Mano Menezes, que recebeu xingamentos assim que o árbitro Luiz Flávio de Oliveira apitou pela última vez. Na resposta, o treinador ironizou com sinal de ‘joia’. Jogadores como Henrique, Ariel Cabral e Fred também foram insultados. CRUZEIRO
Corinthians repudia detenção de torcedor que protestou contra Bolsonaro

O Sport Club Corinthians Paulista divulgou uma nota oficial nesta terça-feira (6) repudiando a ação da Polícia Militar na detenção de um torcedor do clube que protestou contra o presidente Jair Bolsonaro (PSL) durante o clássico do último domingo (4) contra o Palmeiras, em Itaquera. – Para o Corinthians, a detenção do torcedor foi “um grave atentado às liberdades individuais do Estado Democrático de Direito”. Confira a íntegra da nota: A Arena e o Sport Club Corinthians Paulista vêm a público repudiar o episódio que resultou na detenção do torcedor Rogério Lemes Coelho durante o jogo ocorrido no último domingo (04) contra o Palmeiras na Arena Corinthians, após sua manifestação contra o Presidente da República. O clube historicamente reitera seu compromisso com a democracia e a defesa do direito constitucional de livre manifestação, desde que observados os princípios da civilidade e da não violência. A agremiação lembra que diferentes autoridades, entre elas o presidente do clube, já foram alvo de manifestações da torcida durante os mais variados eventos esportivos realizados no local e o episódio caracteriza-se como um grave atentado às liberdades individuais no Estado Democrático de Direito.
Atlético vence clássico no Independência e deixa Cruzeiro no Z4 do Brasileiro

– Vinicius e Nathan fizeram os gols que garantiram o triunfo alvinegro – Deu Atlético no Independência. Mesmo com menos posse de bola ao longo de toda a partida, o time alvinegro foi mais perigoso – e efetivo – que o Cruzeiro na noite deste domingo. Vinicius, no primeiro tempo, e Nathan, na etapa complementar, garantiram o triunfo da equipe mandante por 2 a 0, em partida válida pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com a vitória, o Atlético se manteve na quarta colocação da Série A e chegou aos 24 pontos – oito a menos que o líder Santos. Já o Cruzeiro continua com 10 pontos, na 17ª posição, já na zona de rebaixamento. A equipe celeste, há dez jogos sem vencer na competição, pode cair para 18º, se a Chapecoense não perder para o Grêmio nesta segunda-feira, em Porto Alegre. Atlético e Cruzeiro voltam a campo pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro no próximo final de semana. No sábado, às 21h, o time alvinegro tem compromisso contra o Fluminense, no Independência. Às 16h do domingo, a equipe celeste visita o Avaí, na Ressacada, em Florianópolis, capital de Santa Catarina. Antes, porém, o Cruzeiro tem decisão na Copa do Brasil, contra o Internacional. A partida de ida da semifinal está marcada para esta quarta-feira, às 21h30, no Mineirão. A volta será no Beira-Rio, em 4 de setembro, uma quarta-feira, também às 21h30. A equipe que avançar enfrentará Athletico-PR ou Grêmio na decisão. Apostas de Rodrigo Santana dão resposta No início da partida, Atlético e Cruzeiro fizeram um jogo estudado e equilibrado. Ao contrário do que se viu na vitória alvinegra por 2 a 0 na partida de volta das quartas de final da Copa do Brasil, o time celeste conseguia ter a bola. Tanto é que, mesmo na condição de visitante, tinha 55% de posse nos 20 primeiros minutos – cenário semelhante ao que se viu ao longo de toda a partida. O Atlético, porém, era mais perigoso. Aos 7’, Patric aproveitou bate-rebate na área e finalizou para defesa de Fábio. O goleiro celeste trabalhou novamente aos 15’, após finalização de fora da área de Vinicius – deslocado para a ponta direita. Aos 22’, Cazares fintou Orejuela na esquerda e chutou sem ângulo. Mais uma vez o lance parou em boa intervenção do arqueiro adversário. Na metade do primeiro tempo, a arbitragem ‘roubou a cena’. Em meio a pedidos de atleticanos de pênalti de Orejuela em Chará, o árbitro Leandro Pedro Vuaden – auxiliado pelo VAR – assinalou falta pró-Cruzeiro anterior à disputa entre o lateral celeste e o atacante alvinegro. A partida ficou paralisada por cinco minutos. Depois dessa pausa, o ritmo da partida – que já não era tão acelerado assim – caiu ainda mais. Os ataques dependiam muito dos pontas, mas Chará e Vinicius, pelo lado alvinegro, e Pedro Rocha e Marquinhos Gabriel, do Cruzeiro, não eram tão efetivos nas disputas contra as defesas rivais. A grande chance celeste no primeiro tempo apareceu aos 41’. Henrique recebeu pela direita, avançou sem marcação e finalizou forte, no alto. Cleiton fez grande defesa e jogou para escanteio. Apenas quatro minutos depois, o Atlético abriu o placar. E com participação direta do trio formado por Cazares, Vinicius e Ricardo Oliveira, apostas do técnico Rodrigo Santana. Titular após ser desfalque nos últimos três jogos por conta de uma conjuntivite, Cazares roubou a bola no campo de ataque e tocou para Ricardo Oliveira. Na intermediária, o centroavante, há 14 jogos sem fazer gol, girou sobre a marcação e encontrou Vinicius. O meia – que ganhou espaço ao substituir justamente o equatoriano – deixou a marcação de Henrique para trás e, de fora da área, finalizou com precisão, no cantinho: 1 a 0. Atlético segura Cruzeiro, sofre pouco e amplia Em desvantagem, o Cruzeiro tentava transformar, no segundo tempo, a posse em oportunidades de gol. Já o Atlético buscava ter mais a bola e contragolpear. O cenário da partida seguiu o mesmo do primeiro tempo. Por isso, o técnico Mano Menezes resolveu arriscar: colocou Robinho na vaga de Ariel Cabral. O Cruzeiro trocava passes e tentava rodar o jogo, mas tinha dificuldades para superar as linhas de marcação do Atlético. Foi num momento de brilho que Robinho deixou Thiago Neves na cara cara do gol, aos 23’. O camisa 10 fintou Cleiton e se atirou, na tentativa de cavar o pênalti. Jogadores alvinegros cobraram o segundo cartão amarelo – que geraria expulsão -, mas o árbitro Leandro Pedro Vuaden não o advertiu e assinalou apenas impedimento. Aos 27’, um lance que gerou reclamação dos atleticanos: Chará tentou a finalização, e a bola resvalou na mão de Dedé. Na interpretação da arbitragem, não foi pênalti. Pouco depois, Geuvânio – que entrara na vaga de Cazares – arriscou de fora e acertou a trave. O Cruzeiro também chegou com perigo, em cabeçada para fora de Thiago Neves. Daí em diante, o Atlético tentou valorizar ainda mais a posse de bola. Quando atacava, a equipe era perigosa especialmente pelo lado direito. Geuvânio e Patric fizeram uma ‘dobradinha’ que criava boas oportunidades. Aos 46’, o lateral-direito avançou e cruzou para a área. Robinho desviou, e a bola sobrou para Nathan só empurrar para as redes: 2 a 0. ATLÉTICO 2 X 0 CRUZEIRO Atlético Cleiton; Patric, Igor Rabello, Réver e Fábio Santos; Jair; Vinicius (Nathan, aos 40’ do 2ºT), Elias, Cazares (Geuvânio, aos 24’ do 2ºT) e Chará; Ricardo Oliveira (Papagaio, aos 35’ do 2ºT) Técnico: Rodrigo Santana Cruzeiro Fábio; Orejuela, Dedé, Leo e Egídio; Henrique e Ariel Cabral (Robinho, aos 17’ do 2ºT); Marquinhos Gabriel, Thiago Neves (David, aos 32’ do 2ºT) e Pedro Rocha (Sassá, aos 40’ do 2ºT); Fred Técnico: Mano Menezes Gols: Vinicius, aos 45’ do 1ºT, e Nathan, aos 46’ do 2ºT (ATL) Cartões amarelos: Elias, aos 11’, e Jair, aos 21’ do 2ºT (ATL); Orejuela, aos 32’, Thiago Neves, aos 34’ do 1ºT, e Fred, aos 17’ do 2ºT (CRU) Público: 13.181 torcedores Renda: R$ 546.290,00 Motivo: 13ª rodada
Atlético volta a derrotar Botafogo e avança às quartas de final da Sul-Americana

– Fábio Santos, de pênalti, e Vinicius marcaram os gols do Galo no Horto – O Atlético está nas quartas de final da Copa Sul-Americana. Com casa cheia no Independência, nesta quarta-feira, o Galo voltou a bater o Botafogo, dessa vez por 2 a 0, e confirmou a classificação depois da vantagem de 1 a 0 adquirida no primeiro duelo, no Rio de Janeiro. Fábio Santos (pênalti), e Vinicius, ambos no segundo tempo, fizeram os gols do alvinegro mineiro, que terá pela frente o La Equidad, da Colômbia A equipe colombiana derrotou o Royal Pari-BOL nas oitavas de final. Segundo calendário da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol), as partidas das quartas de final serão nas semanas dos dias 21 e 28 de agosto. Antes, o Atlético concentra esforços na 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. Neste domingo, a partir das 19h, o time alvinegro tem clássico contra o Cruzeiro, no Independência. No mesmo dia, às 16h, o Botafogo visita o Avaí, na Ressacada. Botafogo domina, mas Atlético equilibra jogo Aos desavisados, a primeira metade da etapa inicial pareceria estranha para um jogo disputado no Independência. Apesar de atuar em casa e com o apoio de mais de 20 mil torcedores, o Atlético recuou. A obrigação de buscar o ataque fez com que o Botafogo fosse mais agressivo e procurasse o gol com mais intensidade. Mas antes mesmo de qualquer lance de perigo, o jogo esquentou. Jogadores dos dois times se estranharam após uma disputa de bola na lateral. Luiz Fernando, do Botafogo, e Vinicius, do Atlético, receberam cartão amarelo. Quando a poeira baixou e a bola voltou a rolar, o cenário da partida seguiu o mesmo. Recuado, porém, o Atlético estava pronto para contra-atacar. A principal arma? Chará. O colombiano era a “flecha” projetada pelos “arcos” Vinicius e Elias e até mesmo pelo goleiro Cleiton, substituto de Victor – vetado por conta de uma tendinite no joelho esquerdo. Mas faltava precisão nos avanços. Com o passar do tempo, o Atlético passou a trocar mais passes e avançar a marcação. Numa dessas, o time recuperou a posse no campo de ataque, aos 31’. Chará recebeu na direita, já dentro da área, e tentou fintar o defensor, que se recuperou bem e evitou a conclusão. Aos 34’, Otero chutou de longe, para defesa de Gatito. Minutos depois, o venezuelano teve outra boa chance após arrancada de Ricardo Oliveira, mas a finalização de carrinho mandou a bola por cima. O lance mais perigoso do primeiro tempo, porém, foi do Botafogo. Aos 43’, Marcinho cobrou falta lateral no travessão. Ao fim da etapa inicial, 0 a 0. Atlético deslancha No início da segunda etapa, Atlético e Botafogo fizeram um jogo equilibrado. Faltavam, porém, finalizações dos dois lados. O clima entre jogadores foi ficando mais tenso, e o número de faltas e divididas ríspidas aumentou. Em vantagem, os donos da casa começaram a retardar o reinício da partida em determinadas situações. As chances começaram a aparecer aos 12’. Vinicius recebeu na área e finalizou com perigo. Aos 13’, foi a vez de Otero bater cruzado para difícil defesa de Gatito. A partir daí, o Atlético passou a mandar no jogo, ter mais posse de bola e chegar com perigo. Vinicius, aos 20’, desperdiçou grande oportunidade. E o gol atleticano saiu numa cobrança de pênalti. Jair, um dos principais destaques da partida, fez fila na zaga rival e foi derrubado. A torcida retribuiu e cantou alto o nome do volante. Fábio Santos bateu no alto, com precisão, e abriu o placar aos 31’: 1 a 0. Vinicius deixou o seu nome marcado na vitória do Atlético aos 39 minutos. Gatito rebateu chute de Ricardo Oliveira e o meia pegou de primeira, de perna direita, para fechar o placar: 2 a 0. ATLÉTICO 2 X 0 BOTAFOGO Atlético Cleiton; Patric, Igor Rabello, Réver e Fábio Santos; Jair (Zé Welison, 42’2ºT); Chará (Luan, aos 40’ do 2ºT), Elias, Vinicius e Otero (Geuvânio, aos 16’ do 2ºT); Ricardo Oliveira. Técnico: Rodrigo Santana Botafogo Gatito Fernández; Marcinho, Cícero, Marcelo Benevenuto e Gilson; Bochecha (Igor Cássio, aos 33’ do 2ºT), João Paulo (Alan Santos, aos 21’ do 2ºT) e Alex Santana; Rodrigo Pimpão (Léo Valência, aos 26’ do 2ºT), Luiz Fernando e Diego Souza. Técnico: Eduardo Barroca Gols: Fábio Santos, aos 31’ do 2ºT; Vinicius, aos 39’ do 2ºT (ATL) Cartões amarelos: Vinicius, aos 3’ do 1ºT, e Jair, aos 7’ do 2ºT (ATL); Luiz Fernando, aos 3’ do 1ºT (BOT) Motivo: jogo de volta das oitavas de final da Copa Sul-Americana Local: Independência, em Belo Horizonte Data e horário: quarta-feira, 31 de julho de 2019, às 21h30 Via Superesportes.com
Cruzeiro para em goleiro Armani e é eliminado pelo River Plate na Libertadores

Goleiro defendeu duas cobranças de pênaltis e ajudou time argentino a ganhar por 4 a 2 – Na noite desta terça-feira, a torcida do Cruzeiro voltou a viver o drama dos pênaltis, assim como ocorreu nas campanhas dos títulos da Copa do Brasil de 2017 e de 2018. Desta vez, porém, o final não foi feliz. No Mineirão com mais de 55 mil espectadores, o time celeste perdeu para o River Plate, por 4 a 2, depois de empate por 0 a 0 no tempo normal, e se despediu da Copa Libertadores. Classificados, os argentinos enfrentarão Cerro Porteño ou San Lorenzo nas quartas de final. O destaque da vitória do River foi o goleiro Franco Armani. Ele defendeu os chutes de Henrique e David. Fred e Robinho conseguiram superar o camisa 1. Já os Millonarios, atuais campeões da Libertadores, foram precisos em todas as cobranças e marcaram com De la Cruz, Montiel, Martínez e Borré. Foi o sétimo revés do Cruzeiro em mata-matas contra argentinos na Libertadores, o segundo diante do River, que já havia ganhado as quartas de final em 2015. Outros carrascos são Boca Juniors (final de 1977, oitavas de final de 2008 e quartas de final de 2018), Estudiantes (final de 2009) e San Lorenzo (quartas de final de 2014). Eliminado nas oitavas de final, o Cruzeiro sai da Libertadores com uma campanha geral de cinco vitórias, dois empates e uma derrota em oito partidas. Foram 11 gols marcados e apenas dois sofridos. Fred, com quatro tentos, foi o artilheiro azul. Agora, as atenções da equipe de Mano Menezes estarão divididas entre o Campeonato Brasileiro, no qual ocupa o 16º lugar, com 10 pontos em 12 rodadas, e a Copa do Brasil, em que é semifinalista e terá pela frente o Internacional. Pela Série A, o Cruzeiro fará clássico contra o Atlético no domingo, às 19h, no Independência. Já na Copa do Brasil, enfrentará o Internacional pelo duelo de ida na próxima quarta, 7 de agosto, às 21h30, no Mineirão Via Superesportes