Torcidas se unem para mutirão de combate à dengue em São João da Ponte

Para ajudar no combate ao Aedes aegypti, as torcidas organizadas do Cruzeiro, Choppzeiros, e do Atlético, a GaloPonte, deixaram a rivalidade de lado e uniram no combate à dengue Cidade registrou cerca de 800 casos da doença, onde 150 foram confirmados, além de um óbito que é investigado; organizadas dos clubes buscam ajudar no combate ao Aedes aegypti. Será realizado neste domingo (5) o “Mutirão de Prevenção Contra a Dengue” em São João da Ponte, no Norte de Minas. A iniciativa da campanha surgiu pelas torcidas organizadas do Cruzeiro, Choppzeiros, e do Atlético, a GaloPonte. O objetivo é deixar a rivalidade de lado e unir as torcidas para ajudar no combate ao Aedes aegypti. Segundo o secretário de saúde da cidade, Marcos Paulo Campos Costa, de janeiro a maio de 2019 foram registrados cerca de 800 casos de suspeita de dengue em São João da Ponte, onde 150 foram confirmados, e um óbito de um bebê de oito meses é investigado por suspeita de dengue hemorrágica. “Foi solicitado pela secretaria de Saúde o carro fumacê, devido ocorrência dos vários casos de dengue. O Estado liberou o uso do fumacê depois da morte da criança. Dessa forma, o carro passa pelas ruas, jogando a fumaça para matar o mosquito já na fase adulta”, explica o secretário. Devido o surto da doença no município, as torcidas tiveram a iniciativa de fazer a limpeza de lotes abandonados, eliminando o foco do mosquito. O grupo de torcedores se reúne em frente à secretaria de Saúde, na Rua Romão Ferreira, 176, a partir das 7h30, para fazer o mutirão pelas ruas da cidade. O evento é aberto para toda comunidade local. O presidente e organizador do evento, Luiz Henrique Fagundes, espera um público de mais de 100 pessoas no domingo. “Decidi fazer o mutirão, entrei em contato com a prefeitura e a torcida GaloPonte, eles apoiaram a ideia de unir as torcidas, mobilizando toda a comunidade, pois é preciso fazer alguma coisa. A dengue aqui [na cidade] está alarmante”. Minas Gerais Até o dia 29 de abril, Minas Gerais registrou 165.853 casos prováveis (casos confirmados mais suspeitos) de dengue. Em 2019, foram confirmados 21 óbitos por dengue dos municípios de Arcos (1), Betim (7), Frutal (1), Ibirité (1), Paracatu (1), Uberlândia (8) e Unaí (2). São 66 óbitos em investigação para dengue. Essas mortes foram notificadas ao longo de 2019 e não são, necessariamente, recentes. Em relação à chikungunya, o estado tem 1.414 casos prováveis da doença neste ano. Até o momento, não houve registro de óbitos suspeitos da doença. Já em relação à zika, foram registrados 497 casos prováveis da doença, até a o dia 22 de abril. Situação de emergência O governador Romeu Zema (Novo) decretou situação de emergência em saúde pública em parte do estado como medida para conter o avanço da dengue. O ato, que foi publicado no Diário Oficial de Minas Gerais, abrange o Centro, Noroeste, Norte, Oeste e Triângulo Mineiro. A SES disse que um registro maior de casos é esperado para este período (meses quentes e chuvosos) devido à sazonalidade da doença. Dessa forma, o estado está em situação de alerta para esse aumento no número de casos das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti (dengue, chikungunya e zika). Via G1 Grande Minas
Atlético vira no último lance, vence Ceará e segue 100% no Brasileirão

– Gol de Jair, de cabeça, garantiu triunfo atleticano no Castelão – No sufoco! Com gol de Jair no último lance da partida, o Atlético virou sobre o Ceará e venceu por 2 a 1 em pleno Castelão, na noite deste sábado. O triunfo manteve o time mineiro com 100% de aproveitamento ao fim de três rodadas do Campeonato Brasileiro. A próxima partida do Atlético será pela sexta e última rodada do Grupo E da Copa Libertadores. Nesta terça-feira, a partir das 19h15, o time visita o Zamora-VEN, no estádio La Carolina, em Barinas, na Venezuela. Já eliminada, a equipe brasileira precisa vencer para conseguir vaga na Copa Sul-Americana. Pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro, Atlético e Ceará voltam a campo no próximo final de semana. No sábado, às 21h, os cearenses visitam o Goiás, no Serra Dourada, em Goiânia. No domingo, às 16h, os mineiros recebem o Palmeiras, em Belo Horizonte. Primeiro tempo Apesar de ter mais posse de bola e se postar no campo ofensivo nos primeiros minutos da partida, o Ceará não conseguia levar tanto perigo ao gol adversário. Recuado, o Atlético apostava em contra-ataques, especialmente com Geuvânio, na direita, e Yimmi Chará, na esquerda, e tentava finalizações de fora da área. Quando os visitantes passaram a trocar mais passes e a incomodar mais, o Ceará abriu o placar – e numa jogada que envolveu diretamente ex-jogadores do Atlético. Aos 23’, Samuel Xavier avançou pela direita e cruzou para Ricardo Bueno, que venceu Guga na disputa pelo alto e cabeceou. A bola ainda foi desviada por Réver antes de entrar: 1 a 0. Mas não deu nem tempo de o Atlético sentir o baque. Apenas dois minutos depois, Guga e Geuvânio fizeram boa tabela. O lateral-direito invadiu a área e cruzou rasteiro, para trás. A bola passou por Ricardo Oliveira e se apresentou limpa para Nathan. Livre, o meia finalizou no alto, com precisão: 1 a 1. Como fez bem em determinados momentos das vitórias sobre Avaí e Vasco nas rodadas anteriores, o Atlético começou a trocar passes para achar espaços na defesa rival. Faltavam, entretanto, jogadas de maior profundidade – seja pelo meio, seja pelas pontas. No último lance da etapa inicial, Thiago Carleto cobrou falta venenosa de muito longe, para defesa de Victor. A bola tocou na trave e, no rebote, Tiago Alves finalizou para fora. Segundo tempo Logo aos 6’ da etapa complementar, o susto para o Atlético: Ricardo Bueno concluiu para as redes após belo cruzamento de trivela da esquerda. A arbitragem, porém, assinalou impedimento. A dinâmica da partida seguiu a mesma da reta final do primeiro tempo. O equilíbrio era quebrado em raros momentos. Aos 13’, o técnico interino do Atlético, Rodrigo Santana, colocou Jair na vaga de Nathan. Pouco depois, Maicon Bolt substituiu Geuvânio. As alterações fizeram o time ganhar força ofensiva, mas as chances criadas não eram claras. Aos 25’, Ricardo Oliveira aproveitou rebote do goleiro num lance que se iniciou numa falta lateral e mandou para as redes. A arbitragem, porém, assinalou impedimento de Igor Rabello, que participou da jogada. Daí em diante, o Atlético tentava criar, mas seguia com dificuldades. No fim, brilhou a estrela de Jair. Aos 48′, o volante aproveitou cobrança de escanteio de Guga, subiu mais alto que todo mundo e testou com firmeza para o fundo das redes: 2 a 1. CEARÁ 1 X 2 ATLÉTICO Ceará Diogo Silva; Samuel Xavier, Tiago Alves, Luiz Otávio e Thiago Carleto; Edinho, Fabinho e Ricardinho (Bergson, aos 18’ do 2ºT); Chico (Mateus Gonçalves, aos 27’ do 2ºT), Fernando Sobral e Ricardo Bueno (Pedro Ken, aos 35’ do 2ºT) Técnico: Luís Fernando Flores Atlético Victor; Guga, Réver, Igor Rabello e Fábio Santos; Zé Welison; Geuvânio (Maicon Bolt, aos 20’ do 2ºT), Elias, Nathan (Jair, aos 13’ do 2ºT) e Chará; Ricardo Oliveira (Papagaio, aos 40’ do 2ºT) Técnico: Rodrigo Santana Gols: Ricardo Bueno, aos 23’ do 1ºT (CEA); Nathan, aos 25’ do 1ºT, e Jair, aos 48′ do 2ºT (ATL) Cartão amarelo: Jair, aos 39’ do 2ºT (ATL) Motivo: 3ª rodada do Campeonato Brasileiro Data e horário: sábado, 4 de maio de 2019, às 21h Local: Castelão, em Fortaleza (CE) Árbitro: Flávio Rodrigues de Souza (SP) Assistentes: Alex Ang Ribeiro (SP) e Bruno Salgado Rizo (SP) VAR: José Cláudio Rocha Filho (SP) Via Superesportes
Cruzeiro supera Palmeiras e lidera maiores salários pagos; Galo é o sexto

Levantamento do UOL Esporte colocou a Raposa na primeira colocação seguido pelos paulistas e cariocas O Cruzeiro é o time do Brasil que mais paga salários para seus jogadores na CLT (carteira de trabalho). Diferente dos outros clubes, a atual direção celeste optou em arcar com os vencimentos em sua minoria com direitos de imagem. Normalmente, no futebol brasileiro, a maioria dos salários dos atletas são pagos através do direito de imagem, com o restante sendo quitado na CLT. A intenção é fugir dos impostos em cima dos vínculos dos jogadores. De acordo com levantamento feito pelo site UOL Esporte, o Cruzeiro lidera o quesito contrário no Brasil. O clube celeste é quem mais gasta com os atletas na CLT, pagando uma parte pequena de direito de imagens. A Raposa superou equipes como Palmeiras e Flamengo, que são tídas como as mais ricas e de maiores folhas salárias do futebol brasileiro. O Cruzeiro é o atual terceiro colocado neste ranking. Veja os clubes que mais pagam seus atletas através da CLT 1º CRUZEIRO 2º Corinthians e Flamengo 3º Palmeiras 4º Grêmio e São Paulo 5º Internacional 6º ATLÉTICO Bahia, Vasco, Botafogo e Goiás Via O Tempo
Futebol une as pessoas pelo amor e segrega pelo dinheiro

O preço médio dos ingressos mais baratos no Campeonato Brasileiro aumentou 300% em dez anos, enquanto a inflação no período foi de 90% No Brasil, a cultura esportiva é algo muito forte. As pessoas vibram, choram e ficam nervosas quando há partidas de seu esporte preferido e, principalmente, se o time ou atleta do coração estiver competindo. Com esse grande apreço pelo esporte, muita gente encontrou nele o espaço para subir na vida, como um “coringa” para a inclusão social. No país do futebol, é esse o esporte que costuma ser a meta para a maioria das crianças. Assim, muitos meninos crescem com o sonho de se tornarem jogador de futebol. Jogam futebol na rua de casa, no campinho do bairro ou na rua mesmo. O futebol começa sendo uma brincadeira para distrair e, muitas vezes, torna-se a meta de profissão. Mas é complicado ser amante do futebol quando o ingresso para o estádio é caro. Não há uma ação de possibilitar o acesso de todos que querem acompanhar seu time em sua caminhada. Sendo que, muitas vezes, o ato de ir ao estádio faz com que o torcedor se sinta pertencente da multidão de pessoas que possuem o mesmo amor. A elitização do futebol brasileiro é uma tendência atualmente, principalmente após a Copa do Mundo de 2014, a Copa das reformas milionárias. Um estudo da Pluri Consultoria aponta que o preço médio dos ingressos mais baratos no Campeonato Brasileiro aumentou 300% em dez anos, enquanto a inflação no período foi de 90%. Então, ao mesmo tempo que o futebol une as pessoas pelo amor, ele segrega pelo dinheiro. Somente pessoas que possuem uma renda mais alta conseguem arcar com o custo de ir ao estádio e acompanhar seu time, porque além do preço do ingresso, tem o custo da alimentação, que também é alto nesses lugares. Assim, sem garantir a ida aos jogos, muitas pessoas deixam de assistir a algumas partidas, pelo fato de depender da transmissão da TV. Grande parte da população brasileira possui acesso somente a TV aberta, assim, assiste ao que está passando. Consequentemente, a parcela mais pobre da população, que costuma ver o futebol como momento de lazer, é excluída dos momentos de seu time. Paralelamente a isso, pode-se perceber que há a modernização do futebol, que envolve o alto custo da manutenção dos times e dos estádios, e acarretou uma mudança do perfil do torcedor, já que a fidelidade ao time agora pesa no bolso. Isso reflete, muitas vezes, no apoio que o time possui da torcida para enfrentar suas fases. Porque, quando a equipe passa por momentos difíceis em campeonatos, é normal ver as arquibancadas mais vazias durante as partidas. Mas será que se o preço não fosse mais acessível não teria mais amantes do time naquele momento demonstrando espírito de luta? Esse fato também pode provocar afastamento das crianças em relação ao esporte, porque, com a mudança do perfil dos torcedores, aqueles que não se enquadrarem nele podem perder o sentimento de pertencimento. Com isso, pode haver um afastamento e pouco sentimento que una o torcedor ao seu time. Assim, pode haver menos contato com os jogos, o que acarretará em menos conhecimento do futebol por parte dos pequenos. De fato, é possível perceber que o principal lazer do povo brasileiro está sendo afastado do mesmo. É necessário mudanças ou atitudes por parte da CBF e dos próprios times, para que exista uma integração da população menos favorecida. Isso evitará que uma das maiores diversões do povo brasileiro seja afastada dos mesmos. Via Carta Capital
Definidos os confrontos das oitavas de final da Copa do Brasil

– Realizada pela CBF (Confederação Brasileira de Futebol) na tarde desta quinta-feira (2), o sorteio das oitavas de final da Copa do Brasil 2019 definiu os próximos confrontos da competição e os mandos de campo. Dos oito jogos, cinco serão duelos de times que estão na Série A do Campeonato Brasileiro: Flamengo x Corinthians, Atlético Mineiro x Santos, Athletico Paranaense x Fortaleza, Cruzeiro x Fluminense e São Paulo x Bahia. Confira as partidas e os respectivos mandos: Ida: Corinthians x Flamengo Volta: Flamengo x Corinthians Ida: Fluminense x Cruzeiro Volta: Cruzeiro x Fluminense Ida: Atlético-MG x Santos Volta: Santos x Atlético-MG Ida: Sampaio Corrêa x Palmeiras Volta: Palmeiras x Sampaio Corrêa Ida: São Paulo x Bahia Volta: Bahia x São Paulo Ida: Internacional x Paysandu Volta: Paysandu x Internacional Ida: *Juventude/Vila Nova x Grêmio Volta: Grêmio x Juventude/Vila Nova Ida: Fortaleza x Athletico Volta: Athletico x Fortaleza A partir desta fase, o VAR passará a ser utilizado na Copa do Brasil. Os oito classificados conhecerão seus adversários das quartas de final em novo sorteio. E, das quartas em diante, os cruzamentos serão direcionados até as finais. *Vila Nova e Juventude se enfrentam em Goiânia na próxima terça-feira (7). O jogo de ida, disputado em Caxias do Sul, terminou empatado sem gols.
Na estreia do Brasileiro, Cruzeiro perde para o Flamengo e Atlético vence o Avaí

O Urubu venceu de virada a Raposa e o Galo garantiu três ponto em cima do Leão da Ilha O Cruzeiro conheceu sua primeira derrota na temporada 2019 ao levar virada do Flamengo na noite deste sábado, no Maracanã, pela rodada de abertura do Campeonato Brasileiro. O time celeste até saiu na frente, com gol de Pedro Rocha, aos 39min da etapa inicial, mas levou o empate no minuto seguinte, em finalização de Bruno Henrique. No segundo tempo, Bruno Henrique voltou a balançar a rede e Gabriel fechou a vitória rubro-negra em 3 a 1. Na próxima quarta-feira, feriado do Dia do Trabalhador, o Cruzeiro enfrentará o Ceará, às 19h15, no Mineirão, pela segunda rodada do Brasileiro. Por sua vez, o Flamengo visitará o Internacional no mesmo dia, às 16h, no Beira-Rio, em Porto Alegre. FLAMENGO 3X1 CRUZEIRO FLAMENGO César; Pará, Léo Duarte, Rodrigo Caio e Renê; Cuéllar e Willian Arão; Everton Ribeiro (Juan, aos 45min do 2ºT), Arrascaeta (Diego, aos 29min do 2ºT) e Bruno Henrique; Gabriel. Técnico: Abel Braga CRUZEIRO Fábio; Edilson, Dedé, Murilo e Dodô; Henrique e Lucas Romero (Lucas Silva, aos 23min do 2ºT); Pedro Rocha (Rafinha, aos 24min do 2ºT), Rodriguinho (Thiago Neves, aos 16min do 2ºT) e Marquinhos Gabriel; Fred Técnico: Mano Menezes ATLÉTICO Vitória no Brasileiro quebra sequência ruim e traz alívio ao Atlético E o Galo fez o dever de casa, batendo a equipe catarinense por 2 a 1 no Horto, com gols de Fábio Santos e Ricardo Oliveira. Brizuela marcou para o Leão da Ilha, num lance confuso, com interferência do árbitro de vídeo. O jogo foi marcado por protestos da torcida do lado de fora do Independência. Organizadas do Atlético optaram por não ir para a arquibancada e permaneceram do lado de fora do estádio, com faixas pedindo a saída de jogadores como Elias e Cazares do elenco. O próximo compromisso do Atlético é fora de casa. No dia 1º de maio, o Galo terá o trabalho de enfrentar o Vasco no Rio de Janeiro, às 21h30, no Estádio São Januário. ATLÉTICO 2 X 1 AVAÍ ATLÉTICO: Victor; Guga, Leonardo Silva, Maidana e Fábio Santos; Adilson, Elias (Vinícius, 21’/2ºT), Luan e Geuvânio; Chará (Jair, 32’/2ºT) e Ricardo Oliveira (Zé Welison, 46’/2ºT). Técnico: Rodrigo Santana AVAÍ: Vladimir; Iuri, Marquinhos Silva, Betão e Paulinho; Mosquera (André Moritz, 27’/2º T), Pedro Castro, Matheus Barbosa e João Paulo, Gegê (Jones Carioca, 29’/2ºT) e Getúlio (Brizuela, no intervalo) Técnico: Geninho
Galo x Nacional: Atlético perde outra e está eliminado na Libertadores

– Time mineiro teve atuação ruim, pouco atacou e acabou sofrendo mais uma derrota – O Atlético está eliminado da Copa Libertadores. O Galo precisava de uma vitória sobre o Nacional-URU, nesta terça-feira, para manter a esperança de classificação às oitavas na última rodada. Mas, sem encontrar o caminho do gol, ainda foi castigado com o gol de Carballo aos 41 minutos da segunda etapa. O time uruguaio garante a vaga à próxima fase, se juntando ao Cerro Porteño, o outro que avança do grupo E. O alvinegro ainda terá que ir à Venezuela, cumprir tabela diante do Zamora. GOL No lançamento de Zunino, Carballo tocou por cobertura, na saída de Victor, aos 41 min do segundo tempo, fazendo o gol da vitória uruguaia. ÁRBITRO O argentino Fernando Rapallini não se envolveu em polêmicas, e aplicou cartões em jogadas mais ríspida, sabendo conduzir bem a partida. TORCIDA O Mineirão não esteve tão cheio como nos duelos anteriores na Pampulha, mas a torcida gritou e empurrou o time o tempo inteiro. Da esperança, aos xingamentos, a torcida não poupou o ex-técnico Levir Culpi, o meia Cazares e a diretoria. A torcida do Nacional, que marcou presença fez a festa no Mineirão. PRÓXIMOS JOGOS No sábado, às 19h, o Atlético estreia no Campeonato Brasileiro, contra o Avaí, no Independência. Pela Libertadores, a rodada derradeira do grupo acontece no dia 7 de maio, contra o Zamora, na Venezuela, só pra cumprir tabela.
Cruzeiro vence Deportivo Lara e mantém 100% de aproveitamento na Libertadores

– Clube celeste controlou duelo em Cabudare e garantiu mais um triunfo – Sem cinco jogadores que participaram da conquista do título mineiro no último sábado, o Cruzeiro entrou em campo e voltou a vencer pela Copa Libertadores. Com gols de Fred e Sassá, o time celeste derrotou o Deportivo Lara por 2 a 0, no Estádio Metropolitano de Lara, em Cabudare, na Venezuela, em duelo pela quinta rodada do Grupo B. Com a vitória, o Cruzeiro mantém os 100% de aproveitamento na competição sul-americana e segue na luta pela melhor campanha da fase de grupos da Libertadores. O time celeste já está classificado para as oitavas de final como líder de sua chave. O Cruzeiro agora volta suas atenções para a disputa do Campeonato Brasileiro. O time celeste estreia na competição nacional em duelo contra o Flamengo, neste sábado, às 21h, no Maracanã. O próximo e último compromisso do clube pela fase de grupos da Libertadores está marcado para o dia 8 de maio (quarta-feira), contra o Emelec, às 19h15, no Mineirão. O jogo Em estádio sem torcida, uma vez que o Deportivo Lara cumpre punição imposta pela Conmebol, o Cruzeiro dominou a partida desde os primeiros minutos. O time de Mano Menezes avançou a marcação, controlou a posse de bola e, com muito volume, assustou o goleiro Carlos Salazar em mais de uma oportunidade nos 25 minutos iniciais. Aos 15′, Orejuela recebeu lançamento de Rafinha e foi derrubado por Di Renzo na linha da pequena área. Os jogadores do Cruzeiro cobraram muito um pênalti no colombiano, mas o árbitro Gery Vargas mandou seguir a partida. Aos 22′, foi a vez de Lucas Silva testar de longe. Ele recebeu pela direita, fintou o marcador e finalizou para importante defesa do arqueiro venezuelano. Salazar, no entanto, não conseguiu impedir o gol de Fred. Thiago Neves serviu o camisa 9 na entrada da área. Aos 30′, ele avançou, encontrou espaço ao fintar o marcador e finalizou no ângulo esquerdo. A bola ainda bateu no travessão antes de estufar as redes. 1 a 0. O Deportivo Lara ensaiou uma reação, diante do relaxamento natural do Cruzeiro, mas a finalização de Di Renzo, aos 41′, passou à esquerda do gol de Fábio. À frente do placar, o Cruzeiro mudou a estratégia na volta do intervalo. O time celeste deu mais espaço para os venezuelanos, recuou a linha de marcação e buscou jogar em velocidade no erro do adversário. Desta forma, aos 20′, Marquinhos Gabriel quase marcou. O camisa 20 saiu da direita, tabelou com Fred, que fez belo trabalho de pivô, e finalizou de dentro da área. Salazar realizou excelente defesa, quase que à queima-roupa. O segundo gol celeste não demorou a sair. Se na primeira etapa o árbitro Gery Vargas deixou de marcar pênalti em Orejuela, no tempo final ele não cometeu o mesmo erro. Aos 31′, Marquinhos Gabriel recebeu lançamento de Lucas Silva, partiu em velocidade e serviu Jadson – que havia substituído Thiago Neves – na entrada da área. O meio-campista foi derrubado pelo carrinho de Miers. O juiz apontou para a marca da cal sem hesitar. Na cobrança, Sassá deslocou o goleiro e marcou. 2 a 0. Com a vitória, a Raposa manteve os 100% de aproveitamento na Libertadores e seguirá brigando pela melhor campanha geral na fase de grupos. DEPORTIVO LARA-VEN 0X2 CRUZEIRO DEPORTIVO LARA-VEN Carlos Salazar; Jefre Vargas, Giácomo Di Giorgi, Marcos Miers e Leonardo Aponte; Jorge Yriarte (Otero), Bernaldo Manzano, David Centeno e Gonzalo Di Renzo (Figueroa); Lorenzo Frutos (Vargas) e Jaime Moreno. Técnico: Leonardo González CRUZEIRO Fábio; Orejuela, Dedé, Leo e Egídio; Henrique e Lucas Silva; Rafinha (David), Thiago Neves (Jadson) e Marquinhos Gabriel; Fred (Sassá). Técnico: Mano Menezes Gols: Fred (aos 30’1ºT) e Sassá (aos 32’2ºT) Motivo: quinta rodada do Grupo B da Copa Libertadores Estádio: Metropolitano de Lara, em Cabudare (Venezuela) Data e horário: 23 de abril de 2019 (terça-feira), às 17h (de Brasília) Árbitro: Gery Vargas (Bolívia) Assistentes: Jose Antelo e Edwar Saavedra (ambos da Bolívia)
Ciranda de técnicos começa antes mesmo do início do Brasileirão

Atlético e mais dois da Série A estão sem técnico a poucos dias da estreia; Mano, no Cruzeiro, é o mais longevo Além do Galo, Goiás e Vasco ainda buscam um treinador O Campeonato Brasileiro começa no próximo fim de semana e parte dos clubes ainda está em busca da contratação de um técnico. A poucos dias da estreia, Atlético-MG, Goiás e Vasco estão sem treinador, enquanto na tarde deste segunda-feira, (22) o Ceará anunciou Enderson Moreira para o cargo. A tradicional ciranda de técnicos começou mais cedo. Em vez de os profissionais perderem o emprego depois de resultados ruins no início do Campeonato Brasileiro, agora foi a vez do ciclo de demissões ter início durante os Campeonatos Estaduais. Dos 20 times da Série A, oito já trocaram de técnico até agora na temporada. As derrotas nas finais dos estaduais custaram a demissão de três treinadores só no último domingo. Lisca foi desligado do Ceará, Alberto Valentim caiu Vasco e Mauricio Barbieri deixou o Goiás. Todos perderam a decisão para os principais rivais locais. “Não faltou empenho e profissionalismo da minha parte. Deixo o clube com a certeza de que montamos um bom grupo e que ele tem condições de fazer uma campanha digna das tradições do Goiás no Brasileiro”, disse Barbieri, que lamentou ter deixado o cargo após conseguir um aproveitamento de 73% dos pontos. Outro clube com o cargo vago no comando é o Atlético-MG. A diretoria anunciou há quase suas semanas a saída de Levir Culpi, logo depois de derrota por goleada por 4 a 1 na Copa Libertadores para o Cerro Porteño, no Paraguai. A solução para a lacuna deve ser tirar um treinador que esteja empregado em outra equipe. Depois de tentar sem sucesso conversar com Tiago Nunes, do Athletico-PR, a equipe vai negociar com Rogério Ceni, do Fortaleza. “Nós vamos trabalhar dentro daquilo que for melhor para o Atlético, porque, se não for assim, vamos ter que trabalhar só com banco de dados de profissionais que estão, eventualmente, fora do mercado. Futebol nunca foi assim”, afirmou o diretor de futebol do Atlético-MG, Rui Costa. Quem também passou por trocas recentes no comando foram outros quatro times da Série A. O São Paulo afastou André Jardine em fevereiro e passou a contar com Cuca a partir de abril. A Chapecoense trouxe Ney Franco para substituir Claudinei Oliveira, o Bahia trocou Enderson Moreira por Roger Machado e o Botafogo escolheu Eduardo Barroca após demitir Zé Ricardo. A solução para quem está o cargo de técnico vago pode ser recorrer justamente a quem perdeu emprego recentemente. O Ceará, por exemplo, apostou na contratação de Enderson Moreira, demitido pelo Bahia no fim de março. O Vasco tem como principal alvo Dorival Junior, que dirigiu o Flamengo no fim do ano passado, e Jair Ventura, desligado do Corinthians em dezembro. Outro nome cotado para essas equipes é o de Vanderlei Luxemburgo, sem clube desde o trabalho no Sport, encerrado em outubro de 2017. Exceção O técnico mais longevo da Série A é Mano Menezes, do Cruzeiro, que está no cargo desde julho de 2016 e conquistou quatro títulos, com duas Copas do Brasil e dois Campeonatos Mineiros. Apenas nesse mesmo período o São Paulo, por exemplo, teve sete treinadores diferentes (Edgardo Bauza, Ricardo Gomes, Rogério Ceni, Dorival Junior, Diego Aguirre, André Jardine e Cuca). A rotatividade intensa dos técnicos levou a CBF a propor para o Brasileirão deste ano o limite de apenas uma troca permitida no comando de cada uma das equipes ao longo da competição. A sugestão, no entanto, acabou recusada pela maioria dos clubes em votação realizada em fevereiro. Estadão Conteúdo
Cruzeiro empata com Atlético e conquista o bicampeonato mineiro

Foi no sufoco, com protagonismo do VAR, ‘lei do ex’ decisiva e em pleno Independência. Após sair atrás no marcador, o Cruzeiro buscou o empate por 1 a 1 com o Atlético neste sábado e conquistou o título do Campeonato Mineiro pela 39ª vez na história. Fred, de pênalti – marcado com auxílio da arbitragem de vídeo -, fez para o time celeste, aos 35’ da etapa final. Elias havia aberto a contagem ainda no primeiro tempo. No primeiro tempo, o Cruzeiro apostou em ataques pelo lado esquerdo e levou perigo ao gol adversário. Mas foi o Atlético que abriu o placar. Após boa jogada de Chará pela esquerda, Ricardo Oliveira finalizou, para defesa de Fábio. Elias atacou a bola no rebote e cabeçeou para o fundo das redes. Na etapa final, Mano Menezes promoveu as entradas do atacante Pedro Rocha e do meia Thiago Neves. E foi justamente numa jogada do ex-gremista que o zagueiro Leonardo Silva deu um carrinho e tocou com a mão na bola. Após consulta ao monitor do VAR, o árbitro Leandro Bizzio Marinho assinalou pênalti – convertido por Fred. Daí em diante, o Cruzeiro se fechou para suportar a pressão adversária. E conseguiu. Agora, as equipes voltam as atenções para a Copa Libertadores. Nesta terça-feira, às 21h30, o Atlético faz jogo decisivo contra o Nacional-URU, no Mineirão, pela quinta rodada do Grupo E. O time alvinegro precisa vencer para manter o sonho de avançar às oitavas de final. No mesmo dia, às 17h, o Cruzeiro visita o Deportivo Lara, no Estádio Metropolitano de Lara, em Cabudare, na Venezuela. Com 12 pontos ganhos nas quatro primeiras rodadas, o time celeste já tem a liderança do Grupo B garantida. O jogo Os dois treinadores fizeram mistério antes da final e surpreenderam na escalação. No Atlético, Leonardo Silva foi mantido no lugar do vetado Réver. Na vaga de Cazares, vetado por dores musculares, o escolhido foi Geuvânio, que jogou pelo lado direito. Com isso, Luan atuou centralizado e o colombiano Chará pela esquerda. No Cruzeiro, Mano Menezes colocou Dodô no time titular. Egídio ficou no banco de reservas. O jogo começou quente. Logo aos 2′, o árbitro Leandro Bizzio Marinho foi acionado pelo VAR para rever lance de Geuvânio. O atleticano cometeu falta dura em Dodô e levou o cartão amarelo. E foi dos pés do camisa 49 do Galo que surgiu a primeira jogada de perigo do jogo. Ele arrancou pela direita, deixou o marcador para trás e cruzou rasteiro. Ricardo Oliveira finalizou e acertou o travessão. No rebote, Luan chutou para fora. O time celeste tentou suas primeiras investidas pelo lado esquerdo do ataque. No primeiro cruzamento, Fábio Santos cortou antes de Rodriguinho finalizar. No segundo, que veio rasteiro, Igor Rabello tentou cortar e acertou a bola no travessão de Victor. Com mais posse de bola, o Cruzeiro seguiu insistindo pelo mesmo setor. Guga ficou sobrecarregado, já que a participação de Geuvânio na marcação foi praticamente nula. No lado alvinegro, muita dificuldade para a criação de jogadas. A marcação celeste, bem encaixada, dava poucos espaços ao Galo. Quem mais conseguiu se sobressair foi o meia-atacante Geuvânio, com boas arrancadas pela direita. Se entrar na defesa do Cruzeiro estava complicado, o Atlético precisava encontrar o adversário desarrumado. E foi assim que aconteceu o primeiro gol do jogo. Robinho perdeu a bola para Fábio Santos na lateral. O camisa 6 lançou Chará, que driblou a marcação e conseguiu dar belo passe para Ricardo Oliveira avançar livre. O centroavante finalizou na saída de Fábio, que fez grande defesa. No rebote, Elias apareceu rapidamente pelo meio da área e cabeceou para o fundo das redes: 1 a 0. Depois do gol, o Atlético recuou as linhas e deixou o rival com a bola. O Cruzeiro não conseguiu criar muito. Rodriguinho, responsável pela criação no meio-campo celeste, não teve sossego da marcação de Zé Welison e pouco produziu. Mesmo assim, numa rara escapada, finalizou da entrada da área. A bola desviou na defesa, mas Victor conseguiu segurar. Ainda no fim da etapa inicial, o Galo quase ampliou. Geuvânio deu belo drible em Dodô e finalizou de fora da área. Fábio, com bela defesa, espalmou para escanteio. O segundo tempo começou com o Atlético recuado e o Cruzeiro com a posse de bola. Logo no início, Robinho quase empatou em cobrança de falta que passou muito perto do gol de Victor. O jogo na etapa final não teve muita sequência. O árbitro Leandro Bizzio Marinho acionou o VAR muitas vezes, irritando jogadores e torcedores no Horto. O Atlético apostava nas jogadas pelo lado direito. As triangulações com Guga, Elias e Geuvânio funcionavam, mas o time não conseguia concluir as jogadas. Mano Menezes apostou na entrada de Pedro Rocha no lugar de Marquinhos Gabriel. Na primeira vez que recebeu a bola, o atacante dominou e finalizou na rede pelo lado de fora. Luan sentiu contusão e deu lugar a Vinicius. No Cruzeiro, Thiago Neves foi o escolhido para entrar no lugar de Romero. A equipe celeste ficou mais ofensiva. Rodrigo Santana, do Atlético, foi obrigado a mexer mais uma vez. Geuvânio pediu substituição. Maicon Bolt entrou em seu lugar. Logo após o gol, Mano recompôs a equipe com a entrada de Lucas Silva no lugar de Rodriguinho. A cartada final de Rodrigo Santana no Galo foi a entrada do jovem Alerrandro no lugar de Zé Welison. O Atlético foi para o abafa no fim. De todas as formas, o Galo tentava chegar na área celeste. Experiente, a equipe cruzeirense soube controlar bem as ações e esfriou o jogo até o fim para conquistar o bicampeonato estadual. ATLÉTICO 1 X 1 CRUZEIRO Atlético Victor; Guga, Leonardo Silva, Igor Rabello e Fábio Santos; Zé Welison (Alerrandro, aos 40/2°T); Geuvânio (Maicon Bolt, aos 27/2°T), Luan (Vinicius, aos 22/2°T), Elias e Chará; Ricardo Oliveira. Técnico: Rodrigo Santana Cruzeiro Fábio; Edilson, Dedé, Leo e Dodô; Henrique e Lucas Romero (Thiago Neves, aos 26/2°T); Robinho, Rodriguinho (Lucas Silva, aos 35/2°T) e Marquinhos Gabriel (Pedro Rocha, aos 20/2°T);