Óscar Ortega passa a noite na prisão por violência de gênero

Preparador físico do Atlético de Madrid está na função desde dezembro de 2011 e é braço direito do treinador Simeone. Ainda não foram divulgados detalhes do ocorrido Óscar Ortega, durante a final da Champions de 2016 entre o Real Madrid e o Atlético de Madri GETTY O professor Óscar Ortega, preparador físico do Atlético de Madrid e braço direito de Diego Pablo Simeone, foi liberado na manhã desta terça-feira após passar a noite detido sob acusação de violência de gênero em um quartel da Guarda Civil espanhola na localidade de Majadahonda, nos arredores de Madri. Segundo fontes policiais, o técnico uruguaio, de 60 anos, foi preso por agentes da Guarda Civil na noite desta segunda-feira e colocado à disposição da Justiça. Fontes judiciais informaram à agência EFE que o caso coube à sétima vara da Justiça em Majadahonda, especializada em violência de gênero. “Tudo parece indicar que será um julgamento rápido”, segundo as mesmas fontes. Por enquanto não se conhecem os detalhes do ocorrido. Óscar Ezequiel Ortega del Río (Montevidéu, 29 de março de 1958) já trabalhou no México, Colômbia, Chile, Japão, Argentina e Espanha. Chegou ao futebol espanhol em 1995 como preparador físico do Rayo Vallecano, ao lado do treinador Marcos Alonso, com quem também esteve no Atlético de Madri em 2001. Retornou em 2004 ao clube vermelho e branco, onde coincidiu pela primeira vez com Simeone, então na sua segunda passagem como jogador colchonero, dirigido por Gregorio Manzano. Ortega, preparador físico do Atlético desde dezembro de 2011, faz parte do estafe de Simeone desde 2006, quando o técnico o chamou ao migrar para a área técnica. Desde então, o acompanhou no Racing de Avellaneda, Estudiantes, River Plate e San Lorenzo, na Argentina, no Catania italiano e no Atlético de Madri. É o homem de confiança do treinador e muito popular no clube. O elenco principal do clube deve treinar normalmente nesta terça, e só joga no fim de semana.
Fase de grupos: Brasil encara Bolívia, Venezuela e Peru na Copa América

Seleção fica na chave mais fácil do torneio continental; Argentina pega a Colômbia e Uruguai enfrenta o Chile O Brasil teve seus adversários de grupos definidos no sorteio da Copa América 2019 que aconteceu nesta quinta-feira, no Rio de Janeiro. A seleção, que sedia o torneio pela quinta vez, ficou no grupo A, com Peru, Venezuela e Bolívia. Nos outros grupos, destaques para os confrontos entre Argentina x Colômbia no grupo B e Uruguai x Chile no grupo C. A abertura da Copa acontece no dia 7 de junho, com Brasil x Bolívia no estádio do Morumbi, em São Paulo. Grupo A: Brasil, Peru, Venezuela e Bolívia; Grupo B: Argentina, Colômbia, Paraguai e Catar; Grupo C: Uruguai, Chile, Japão e Equador. Na teoria, o grupo que Tite terá que enfrentar é o mais fácil da competição. Depois de estrear no dia 7, contra a Bolívia, o Brasil enfrenta a Venezuela na Fonte Nova, no dia 18 de junho em Salvador, e o Peru na Arena Corinthians, voltando a São Paulo no dia 22 de junho. Além das duas capitais, Porto Alegre (Arena do Grêmio), Belo Horizonte (Mineirão) e Rio de Janeiro (Maracanã) são as outras cidades sedes da Copa América, que termina no dia 14 de julho. Com a vida mais complicada que os brasileiros, a Argentina, que ainda não sabe se contará com Messi, terá de passar por Colômbia, eliminada nas oitavas da última Copa do Mundo, o Paraguai, de Juan Carlos Osorio, e Catar, que é seleção convidada da Conmebol. Do outro lado, o Uruguai, que parou nas quartas do Mundial, joga contra Chile, atual campeão, Japão, também convidado, e Equador. Além dos dois primeiros de cada grupo, os dois melhores terceiros colocados também se classificam. O evento realizado pela Conmebol no Rio de Janeiro contou com a presença de autoridades locais, representantes das comissões de cada país e estrelas do futebol, que ajudaram no sorteio das bolinhas, como capitão do penta, Ronaldinho, Zico, Marta, Zanetti, Zé Roberto, Lugano, Romerito e Francisco Maturana.
O verdadeiro futebol arte foi ofuscado pela elitização e mercantilização

O futebol moderno é chato sim – Por Carta Capital A paixão pelo esporte perdeu espaço por uma indústria bilionária dominada por ganância, exibicionismo e elitismo Transformações sociais, econômicas e tecnológicas mudaram o mundo, e consequentemente o futebol também. Nos últimos anos, o esporte centenário que fascina multidões, ganhou uma roupagem mais moderna, técnico, sério e profissional demais; e o verdadeiro “futebol arte” foi ofuscado pela elitização, mercantilização e espetacularização. E, sinceramente, tornou-se bastante chato.Desde a década de 80 o futebol moderno vem ganhando força dentro e fora dos gramados do mundo. Não só tecnicamente, mas principalmente pelo fato do esporte que antes era agregador e democrático, ser hoje uma indústria bilionária dominada por ganância, exibicionismo e elitismo. Os charmosos estádios, com suas acolhedoras arquibancadas de cimento e os desgastados alambrados, que antes eram palco do futebol simples e artístico, tiveram suas cortinas fechadas e transformaram-se em monumentais e inovadoras arenas. O público que assiste ao espetáculo tático e operacional é controlado e ocupa cadeiras numeradas, nada de bandeirões, sinalizadores e instrumentos musicais, muito menos bebidas alcoólicas. Uma grande porção da plateia assume a postura da tendência europeia, onde a euforia no ato do gol é retribuída ao artista, vulgo goleador, com uma contida salva de palmas de aprovação. Inclusive, entre um lance e outro, desembolsam oito, dez ou vinte reais para saborearem um picolé, um saquinho de pipocas ou um copo de refrigerante. Vale ressaltar que esses espectadores são, em sua maioria, aqueles que investem uma bagatela em programas de fidelidade dos clubes para terem preferência na compra de ingressos e que também se submetem a pagarem valores exorbitantes para assistirem aos jogos de futebol. As arenas tornaram-se uma barreira social e excluíram os torcedores sem condições financeiras de participarem da festa, calando seus gritos de amor pelo time. A torcida, hoje mais consumidora do que incentivadora, deixou de ser aquele décimo segundo jogador em campo capaz de determinar o resultado final de uma partida. Além disso, em campo, a tecnificação do futebol também contribuiu para engessar e tornar os jogos impressionantemente tediosos. Os comandantes de terno e gravatas, que não perduram mais que três derrotas no clube, mergulham em cursos profissionalizantes e se munem de tablets e aplicativos para avaliarem a eficiência do seu time enquanto a bola rola. Os lances são minimamente analisados por eles e por árbitros de vídeo (VAR), que obrigam os torcedores a esperarem sofridos minutos para comemorem o gol após a bola entrar na rede, enquanto o fato passa por um minucioso raio x sob os olhos atentos de diversos juízes. O coração precisa de paciência e a euforia é extravasada com delay. Dentro das quatro linhas o individualismo, a vaidade e a mesquinharia também se sobressaem, fruto da constante injeção de dinheiro por parte de empresas e patrocinadores que veem no esporte uma fonte muitíssimo lucrativa. Hoje, todos sabem, que o jogador que entra em campo é aquele que tem por trás o empresário mais influente e não aquele atleta mais habilidoso. E isso se reflete diretamente nas categorias de base da maioria dos clubes brasileiros, onde os pequenos esportistas respiram esse ambiente ambicioso e longe de vestirem a camisa da seleção brasileira, sonham primeiro com os grandes clubes europeus pelas oportunidades milionárias. Essa exposição ao dinheiro rápido e fácil inflama o ego e distancia as futuras gerações das suas raízes. Às vezes, o corte de cabelo chamativo, a chuteira estilosa, os brincos de diamantes, a propaganda para uma determinada marca na televisão, a quantidade de seguidores nas redes sociais e o número de curtidas em publicações são mais relevantes que fazer o gol que pode definir o campeonato, acertar aquele pênalti decisivo, driblar o adversário com genialidade, defender com perfeição uma falta perigosa, dar uma boa entrevista diante da imprensa e até mesmo autografar a camisa do seu torcedor. E essa egolatria é ainda mais estimulada quando técnicos, ao invés de formarem profissionais maduros, passam as mãos na cabeça de determinados jogadores enquanto são sabatinados em entrevistas coletivas para pouparem o seu emocional. E assim, consequentemente, meninos mimados criam uma relação fria e distante com a imprensa e seus admiradores, não dando à cara a tapa quando a vitória não vem, quando o rebaixamento está próximo ou simplesmente quando não tiveram uma boa atuação na partida do dia. É bastante preocupante, pois são esses os ídolos das crianças e aqueles que vestem com paixão (?) a camisa canarinho. Nitidamente, a infiltração de interesses empresariais no esporte e a consequente modernização do futebol tornaram a modalidade uma barreira social, segregando o público da sua fonte de lazer, distanciando dos estádios as camadas sociais de menor poder aquisitivo e privilegiando os endinheirados. A vaidade, a ganância e o egoísmo, atualmente, também são marcas registradas entre jogadores e comissões técnicas, que promovem um futebol mais individualista, marqueteiro e mimado. E a cada partida, o esporte apaixonante vê sua chama se apagar e o coração de seus torcedores baterem de maneira menos vibrante. A cada minuto, o futebol está mais frio, distante e vendido. Esse é o futebol moderno. Esse é o futebol chato.
Montes-clarenses vão à 94ª Corrida Internacional de São Silvestre

Samuel Martins, que venceu a obesidade com a prática da corrida, é um dos estreantes na prova paulistana Por Gian Marlon * – O Norte Uma das mais tradicionais provas de rua no Brasil, a 94ª Corrida Internacional de São Silvestre, que acontece na próxima segunda-feira, 31, em São Paulo, terá entre os 30 mil corredores atletas montes-clarenses. Na mochila, alguns carregam o peso de representar o Norte de Minas pela primeira vez – caso do auxiliar financeiro Samuel Martins, de 29 anos, que disputará a prova na categoria geral. Há dois anos ele participa das principais corridas da cidade e na região. “A primeira corrida foi a do aniversário de Montes Claros – foram 5 km. Corri nas provas dos Santos Reis, Contra a Corrupção, Outubro Rosa e do Novembro Azul”, conta o atleta. Ele diz que começou a correr em busca de qualidade de vida, pois pesava 140 kg e precisava mudar os hábitos. “Comecei a fazer caminhada, pedalar e acabei tomando gosto. A qualidade de vida melhorou e foi fundamental. Tomei gosto e não parei”, revela. Samuel tem se preparado fisicamente – participou de um desafio de 24 km na serra, em que os atletas tentam superar os limites –, além de cuidar do psicológico e ter acompanhamento de fisioterapeuta. Ele espera ter boa participação e percorrer os 15 Km da São Silvestre. “A expectativa é completar a prova. Será a realização de um sonho. Todo corredor sonha com isso. É fechar o ano com chave de ouro”. A administradora de empresas Renata Araújo, de 40 anos, e o marido Luiz Paulo, de 37, capitão do Corpo de Bombeiros, começaram a correr há quatro anos. Para Renata, o contato com o esporte aconteceu pela necessidade de perder peso. “Tomei gosto e hoje é uma das maiores paixões”, declara. Ela reforça a importância de o atleta entender até onde o corpo pode chegar e também de trabalhar a disciplina. “A prática de esportes é qualidade de vida. A minha rotina de treinos e de reforço muscular é quase diária, mas respeitando os limites do corpo. Ao longo desses anos foram em torno de cem medalhas e alguns pódios”, diz. Com bom humor, a administradora conta que ambos são corredores apaixonados e que participarão apenas para a superação pessoal. “Lá é tipo o sonho de todos os corredores. É um evento grande que envolve atletas de muitas partes do mundo. As expectativas são as melhores possíveis, enfrentaremos boas subidas e o calor de milhares de torcedores que ao longo do percurso nos incentivam a não desistir”, completa. A PROVAA largada é na avenida Paulista, próximo ao número 2.000, com chegada em frente ao prédio da fundação Cásper Líbero, também na tradicional via. No pelotão de elite participam 30 competidores estrangeiros da Etiópia, Bahrein, Quênia, Uganda, Tanzânia, Argentina, Equador e Bolívia.* Estagiário sob supervisão do editor* Com Agência Brasil
Cruzeiro ganha Missa de Ação de Graças em Montes Claros

O maior de Minas comemora 98 anos nesta quarta-feira, dia 02 de janeiro de 2019 Pela primeira vez fora da capital mineira, acontecerá em Montes Claros, no dia 02/01, na Igreja de São Judas Tadeu, a Missa em Ação de Graças pelo aniversário do clube mais vencedor de Minas Gerais, o Cruzeiro Esporte Clube. A missa será celebrada pelos padres cruzeirenses: Brígido, Handerson, Adão, Kennedy Santos e João Batista. A celebração acontecerá na próxima quarta-feira, dia 02 de janeiro, na Igreja São Judas Tadeu, no bairro São Judas, às 19 horas. HISTÓRIA DO CRUZEIROO Cruzeiro Esporte Clube foi fundado em 2 de janeiro de 1921 por desportistas da colônia italiana de Belo Horizonte com o nome de Societá Sportiva Palestra Itália. As cores adotadas foram as mesmas da bandeira italiana: verde, vermelho e branco. O primeiro uniforme do clube foi camisa verde, calção branco e meias vermelhas.O clube foi restrito apenas à participação de elementos da colônia até o ano de 1925, quando abriu as portas para desportistas de qualquer nacionalidade.Primeira PartidaO primeiro jogo do Palestra aconteceu no dia 3 de abril de 1921, no estádio do Prado Mineiro, cerca de 1500 pessoas estiveram presentes para assistir o jogo. O Palestra venceu por 2 a 0 um combinado formado por jogadores de dois times de Nova Lima ( Villa Nova e Palmeiras), com gols do atacante João Lazarotti, conhecido por Nani. Porém, a primeira apresentação oficial da nova equipe ao público foi em um jogo contra o Atlético-MG. Vitória Palestrina por 3 a 0. A equipe era composta por Nullo, Henriqueto e Polenta; Grande, Gallo e Checchino; Pederzoli, Parizi, Nani, Attílio e Armandinho.Classe trabalhadoraAlém de se caracterizar como uma equipe de descendentes de italianos, o Palestra também se destacava por possuir elementos da classe trabalhadora de Belo Horizonte. No corpo social do Palestra prevaleciam homens da profissão de pedreiros, policiais, pintores, comerciários e marceneiros, que eram os filhos dos imigrantes que vieram construir a capital do estado de Minas Gerais, Belo Horizonte, em 1894, e que herdaram de seus pais a mesma profissão. Mudança de NomeEm janeiro de 1942, o Brasil entrou na 2ª Guerra Mundial e um decreto lei do governo federal impediu o uso de termos das nações inimigas em entidades, instituições, estabelecimentos, etc. Com isso, o nome Itália foi retirado e a diretoria e os sócios do clube levaram 10 meses para criarem um nome e um novo símbolo para o clube que fosse totalmente brasileiro. Em outubro, um consenso dos diretores aprovou o nome Cruzeiro Esporte Clube por ser a constelação do Cruzeiro do Sul o maior símbolo da pátria brasileira. O uniforme também mudou para camisa azul, calção e meias brancas. Antes de se tornar Cruzeiro, o clube se chamou Palestra Mineiro, nome criado em 30 de janeiro de 1942. На сайте Матуркай в Челнах – самые желанные и горячие проститутки Набережных Челнов – индивидуалки, умеющие расслаблять клиентов на дому и с выездом 24 часа. Também se chamou Ypiranga em apenas uma partida, no dia 07 de outubro de 1942, quando perdeu para o arqui-rival Atlético.MascoteA Raposa é o mascote Sequência de TítulosNa década de 1990 o Cruzeiro iniciou uma impressionante sequência de 15 anos ganhando pelo menos um título por ano. Foram duas Supercopas da Libertadores (1991 e 1992), uma Recopa Sul-Americana (1998), quatro Copas do Brasil (1993, 1996, 2000 e 2003), uma Copa Ouro (1995), uma Copa Master da Supercopa (1995), duas Copas Sul-Minas (2001, 2002), oito Campeonatos Mineiros (1990, 1992, 1994, 1996, 1997, 1998, 2003, 2004) uma Copa Centro-Oeste (1999), duas Copa dos Campeões Mineiros 1991,(1999), um Supercampeonato Mineiro (2002), além da segunda Taça Libertadores da América (1997) e do Campeonato Brasileiro de 2003, o primeiro disputado por pontos corridos, em turno e returno.Grandes craquesEduardo Gonçalves Andrade, o Tostão, foi o maior artilheiro e o maior jogador da história do clube. Em 378 partidas jogadas (de 1963 a 1972), fez 248 gols. Foi o primeiro atleta de um clube mineiro a disputar uma Copa do Mundo, em 1966.Zé Carlos – José Carlos Bernardo chegou ao clube em 1966 vindo do Sport de Juiz de Fora/MG e foi o jogador que mais atuou pelo clube; em 628 partidas (de 1966 a 1977) fez 83 gols.Dirceu Lopes Mendes começou a carreira no Juvenil do Pedro Leopoldo, de onde veio para o Cruzeiro em 1963. Atuou em 601 partidas fazendo 224 gols com a camisa do Cruzeiro. Nos profissionais atuou de 1964 a 1976.Melhor do Brasil no Século XXEm setembro de 2009, a Federação Internacional de História e Estatística do Futebol (IFFHS), entidade alemã reconhecida pela FIFA, apontou o Cruzeiro como o Melhor Clube Brasileiro do Século XX. O instituto levou em consideração a performance dos clubes do mundo em competições organizadas pelas federações continentais.É TETRA!Em 23 de novembro de 2014, faltando ainda duas rodadas para finalizar o campeonato, vence o Goiás por 2 a 1, e torna-se no primeiro clube fora do eixo Rio-SP a conquistar o Campeonato Brasileiro por quatro vezes. Ricardo Goulart abriu o placar aos 12; Samuel (para o Goiás) empatou aos 22, ambos os gols no 1° tempo; e Everton Ribeiro, aos 17 do 2° tempo fez o gol do título HINO OFICIAL (Ao Campeão)Autor: Maestro Jadir AmbrósioExiste um grande clube na cidadeQue mora dentro do meu coraçãoEu vivo cheio de vaidade,Pois na realidade é um grande campeãoNos gramados de Minas GeraisTemos páginas heróicas, imortaisCruzeiro, Cruzeiro queridoTão combatido, jamais vencido ! TÍTULOS Titulos InternacionaisCopa Libertadores: 1976, 1997Supercopa dos Campeões da Libertadores: 1991, 1992Recopa Sulamericana: 1997 (disputada em 1998)Copa Ouro Nicolás Leoz: 1995Copa Master da Supercopa: 1995 Titulos Nacionais / RegionaisCampeonato Brasileiro: 1966, 2003, 2013 e 2014Copa do Brasil: 1993, 1996, 2000, 2003, 2017 e 2018Copa Sul Minas: 2001 e 2002Copa Centro Oeste: 1999Titulos EstaduaisCampeonato Mineiro: 1926, 1928, 1929, 1930, 1940, 1943, 1944, 1945, 1956, 1959, 1960, 1961, 1965, 1966, 1967, 1968, 1969, 1972, 1973, 1974, 1975, 1977, 1984, 1987, 1990, 1992, 1994, 1996, 1997, 1998, 2002 (Supercampeonato), 2003, 2004, 2006, 2008, 2009, 2011, 2014, 2018Copa dos Campeões Mineiros: 1991
Real Madrid goleia Al Ain e fatura o tri do Mundial de Clubes em Abu Dhabi

Time merengue construiu, com facilidade, o placar de 4 a 1 – Real Madrid conquistou o Mundial organizado pela Fifa nas temporadas de 2014, 2016 e 2017 e 2018 O Real Madrid conquistou o Mundial de Clubes pela terceira vez consecutiva na tarde deste sábado. Em Abu Dhabi, o poderoso time espanhol confirmou seu favoritismo diante do Al Ain e venceu a decisão contra o algoz do argentino River Plate por 4 a 1. A equipe madrilena conquistou o Mundial organizado pela Fifa nas temporadas de 2014, 2016 e 2017 e 2018. Na antiga Copa Intercontinental, o Real levou a melhor nas edições de 1960, 1998 e 2002. Entre os dois torneio, a equipe merengue contabiliza, portanto, sete títulos. O próximo compromisso do Real Madrid está marcado apenas para o dia 3 de janeiro de 2019. Pela 17ª rodada do Campeonato Espanhol, o time merengue entra em campo pela primeira vez desde o título mundial para enfrentar o Villarreal, na condição de visitante. O jogo O Al Ain desperdiçou uma grande chance de inaugurar o marcador logo no começo. O lateral brasileiro Marcelo vacilou pela esquerda e a bola sobrou para El Shahat, que fez bela jogada individual, passou pelo goleiro Courtois e bateu, mas Sergio Ramos salvou. Logo depois do susto, aos 13 minutos do primeiro tempo, o Real Madrid respondeu em grande estilo e saiu na frente. Após cruzamento vindo da direita, Benzema dominou e ajeitou para Modric. De fora da área, o meio-campista croata abriu o placar com um chute colocado. Em vantagem, o time espanhol dominou as ações e deu trabalho ao goleiro adversário. Ainda no primeiro tempo, Khalid fez intervenções importantes em cabeçada de Bale e em novo chute desferido por Modric. Assim, o Real Madrid foi para o intervalo com a diferença mínima. O time espanhol envolveu o Al Ain na etapa complementar e conseguiu ampliar a vantagem aos 14 minutos. Após cobrança de escanteio de Kroos pela direita, a zaga procurou afastar. De frente para o gol, Llorente completou a sobra de bate-pronto e o goleiro Khalid, imóvel, nada pôde fazer. O Real Madrid praticamente assegurou o título mundial aos 32 minutos da etapa complementar. Após cobrança de escanteio pela direita, Sérgio Ramos subiu sem ser incomodado e cabeceou o firme. O goleiro Khalid chegou a tocar na bola, mas não conseguiu defender. Aos 40 minutos do segundo tempo, o brasileiro Caio cobrou falta pela direita e o japonês Shiotani completou de cabeça para marcar o gol de honra do Al Ain. Nos acréscimos, o brasileiro Vinícius Júnior, colocado no lugar de Lucas Vazquez, invadiu a área pela esquerda e cruzou. Na tentativa de cortar, Yahia marcou contra. REAL MADRID 4 x 1 AL AIN REAL MADRID: Courtois; Carvajal, Sérgio Ramos, Varane e Marcelo; Llorente (Casemiro), Toni Kroos (Ceballos) e Modric; Lucas Vasquez (Vinícius Júnior), Benzema e Gareth Bale. Técnico: Santiago Solari AL AIN: Khalid; Ahmed (Al Ahbabi), Ismail, Fayez e Shiotani; Doumbia, Abdulrahman (Amer), El Shatat e Yaslem; Caio Lucas e Berg (Yahia). Técnico: Zoran Mamic Gols:AL AIN: Shiotani, aos 40 minutos do 2º tempo; REAL MADRID: Modric, aos 13 minutos do 1º tempo, Llorente, aos 14 minutos do 2º tempo, Sérgio Ramos, aos 32 minutos do 2º tempo, e Yahia (contra), aos 45 minutos do 2º tempo Cartões amarelos: Sérgio Ramos (RMA) Local: Estádio Xeique Zayed (Abu Dhabi)Data: 22 de dezembro de 2018, sábadoHorário: 14h30 (horário de Brasília)Árbitro: Jair Marrufo (Estados Unidos)Assistentes: Frank Anderson (Estados Unidos), Corey Rockwell (Estados Unidos)Árbitro de vídeo: Danny Makkelie (Holanda)Tags: Real Madrid espanholfut mundialdeclubes futinternacional
River derrota Boca e conquista o tetra da Libertadores em Madri

A mais longa das finais da Copa Libertadores está nas mãos do River Plate. Em um jogo dramático, o time venceu o Boca Juniors por 3 a 1, de virada, neste domingo, em Madri, na Espanha. Os gols da vitória foram marcados no segundo tempo da prorrogação após empate por 1 a 1 no tempo normal. O Boca se mostrou um time aguerrido e jogou com dez jogadores após a expulsão de Barrios no segundo tempo e acertou uma bola na trave no final da prorrogação. De virada, o River Plate conseguiu uma vitória épica sobre o maior rival. Foi o quarto título da equipe na Libertadores. Está classificado para a disputa do Mundial de Clubes da Fifa, que começa já na quarta-feira nos Emirados Árabes Unidos. A estreia do representante sul-americano será no dia 18. A final deveria ter sido realizada no dia 24 de novembro, em Buenos Aires, mas foi adiada por causa do ataque ao ônibus do Boca Juniors por parte de torcedores do River Plate a poucas horas do início daquele jogo. Madri foi escolhida pela Conmebol para receber o jogo decisivo. A Libertadores, assim, encerra a edição mais insólita de sua história. Exatamente como havia previsto o técnico do Boca, Guillermo Schelotto, a partida foi truncada e amarrada. Muito mais pegada que o jogo de ida (2 a 2 na Bombonera). Não havia espaço. O campo “encolheu” tamanha a dedicação dos jogadores à marcação. Toda bola era dividida com carrinho, cara feia e faísca. O espetáculo ficou em segundo plano. Curiosamente, o primeiro cartão amarelo só saiu aos 27 do primeiro tempo para Ponzio. Os inúmeros erros de passe escancaravam o nervosismo dos rivais, principalmente do River Plate. No final do primeiro tempo, o time de Marcelo Gallardo (fora do banco de reservas por suspensão) não acertou nenhum chute a gol. O Boca começou melhor escorado em um esquema com três atacantes: Benedetto, Pavón e Villa. O time xeneize soube jogar pelas pontas. Aos 9 minutos, Olaza cruzou, Maidana tentou o corte, mas quase fez gol contra. Na sequência, Perez aproveitou o escanteio, mas chutou em cima do goleiro Armani. Vinte minutos depois, a melhor chance do jogo até então veio com Perez (de novo). Ele chutou cruzado, mas o volante Nández não alcançou para fazer o primeiro gol. As torcidas tomaram posse do Santiago Bernabéu, com gritos, cantos e bandeiras. Os agentes de segurança só não permitiram as faixas. Atrás de cada gol, um pequeno setor das arquibancadas foi fechado para separar as duas torcidas. Em todos os detalhes, a arena espanhola virou um estádio sul-americano. Os argentinos que percorreram os 10 mil quilômetros de Buenos Aires a Madri levaram para o estádio a mania quase religiosa de cantar o jogo todo. Sem parar. Mostraram aos europeus um jeito próprio de torcer. Paixão tipo exportação. O jogo deste domingo começou muito antes do apito do árbitro Andrés Cunha. No dia 24 de novembro, o ônibus do Boca Juniors foi alvo de pedradas antes de acessar o estádio Monumental. Jogadores feridos, partida adiada. Depois de dias de entrave para decidir um novo local, a Conmebol anunciou que a partida seria fora da América do Sul, causando insatisfação e reclamação dos dois times. O Boca queria ser declarado campeão, o River queria jogar em seu estádio. Nesse contexto, cada dividida trazia a rivalidade histórica atualizada pelas polêmicas recentes. O jogo destravou no final do primeiro tempo quando os times aceleraram as jogadas pelos lados do campo. O jogo ficou lá e cá. Foi assim que o Boca abriu o placar aos 43. Depois que o River errou um cruzamento, o uruguaio Nández deu passe excelente em profundidade para Benedetto, que deu um corte espetacular no zagueiro Maidana e tocou na saída de Armani. Golaço. Foi o quinto gol do atacante, carrasco do Cruzeiro e Palmeiras nas fases anteriores da Libertadores e que já havia marcado na primeira partida da final.
Campeão Brasileiro: Bolsonaro jogou água no chopp do Palmeiras

Torcedores e famosos explicam indignação com Bolsonaro no PalmeirasDe carteirinha rasgada a comparações com os anos 1930, veja algumas reações à presença de político na entrega da taça de campeão brasileiro Palmeirense há mais de 50 anos, Paulo Zaidan quebrou sua carteirinha de sócio; ele não foi o único por Rodrigo Durão Coelho e Vinícius Segalla — Carta Capital Vencer o Campeonato Brasileiro não é fácil. Para muita gente, ver seu time campeão nacional é algo que acontece poucas vezes na vida e, de tão especial, se torna um momento guardado com carinho, a celebração de uma conquista esportiva dissociada de outros valores, como a política. É por isso que a presença do presidente eleito, Jair Bolsonaro, na entrega da taça ao Palmeiras, após a partida contra o Vitória neste domingo 2, desagradou, e muito, a vários palmeirenses. Já o Palmeiras se diz tranquilo com o imbróglio, e lava as mãos. Fontes do clube dizem que o convite a Bolsonaro foi apenas para ir ao estádio, acompanhar a partida. Já a decisão de escolhê-lo para entregar a taça partiu da CBF, garantem dirigentes do clube. E, como a entidade ainda era a detentora do troféu, o alviverde não opinou sobre o assunto. Horas depois do ocorrido, as redes sociais já estavam repletas de depoimentos de palestrinos furiosos, incluindo sócio-torcedores que decidiram abandonar o programa de fidelidade e não prosseguir apoiando o time financeiramente. A CartaCapital ouviu torcedores ilustres e comuns que resolveram expressar seu descontentamento por discordar da presença do político na festa do clube. “Fez lembrar a Olimpíada de 1936 na Alemanha” O neurocientista Miguel Nicolelis, considerado uma das maiores mentes vivas do Brasil, viajou dos Estados Unidos (onde está trabalhando) a São Paulo só para vir assistir à entrega da faixa de campeão brasileiro ao time pelo qual sempre foi apaixonado. Acabou não gostando nada do que viu. “Foi constrangedor, nunca esperei que o clube fosse protagonizar essa mistura de celebração esportiva com palanque político. Erro crasso da diretoria, que vai repercutir no mundo inteiro”, lamenta. O ato da diretoria palmeirense fez o neurocientista voltar mais de meio século na história. “Fiquei lembrando de quando Benito Mussolini, na Itália, usava o esporte para fazer propaganda de seu regime, ou de como o governo alemão fez uso da Olimpíada de 1936 para propagar as ideias de seu regime. Sou palmeirense há mais de 50 anos, a instituição não merece e não será atingida por este ato irresponsável e amador da diretoria”. “Ele não me representa. Nem palmeirense ele é”É do publicitário Paulo Zaidan, 59 anos, o cartão rompido em fúria que ilustra essa reportagem. “Desde que me tornei sócio-torcedor em 2015, devo não ter ido a só uns três jogos e não por vontade própria, mas impedimentos sérios. Este ano parei momentaneamente por motivos financeiros mas ia voltar a tempo de ver o último jogo. Desisti quando soube do convite ao Bolsonaro, por ele ser misógino, racista, contra tudo o que acredito. Quando vi a palhaçada, quebrei meu cartão para não ficar tentado a voltar. “O Palmeiras é enorme, antifascista, operário, libertário, formado por imigrantes. O Bolsonaro é o oposto disso, nem palmeirense é, já tirou foto com camisa de tudo quanto é time, é um oportunista. Foi um desrespeito ao Palmeiras.” “O protagonismo do título não deveria ser de um político” O ator Marco Ricca destaca que o título do Palmeiras acabou ofuscado pela presença em campo do político. “Achei a decisão da diretoria absolutamente lastimável. Ninguém poderia ser maior do que o nosso décimo título brasileiro!”, resume. Ricca afirma também que mesmo que não tenha sido a diretoria do clube a responsável pelo convite ao presidente eleito para fazer a entrega dos prêmios, os cartolas deveriam ter enfrentado a situação de forma a evitar “este grande constrangimento à história do clube”. “Quando alguns jogadores do Palmeiras declararam que iriam votar em Bolsonaro, eu fiz parte de um grupo de torcedores que fez um abaixo-assinado em repúdio a este ato. Agora, acontece esse episódio, que deixou tanta gente com ‘vergonha alheia’… A torcida não merecia isso, mesmo que muitos apoiem este senhor, o protagonismo em um título do Palmeiras jamais deveria ser de um político. O campeonato terminou de maneira melancólica, nem consegui assistir à comemoração”, desabafa. “Nunca imaginei que fosse presenciar isso em vida”A produtora de cinema Anamaria Boschi tem belas memórias de títulos do Palmeiras, lembra com carinho de todos os títulos a que assistiu, até os conquistados fora de casa, como o Campeonato Brasileiro de 1993, vencido em uma partida contra o Vitória no Morumbi, estádio do São Paulo. No último domingo, porém, ela foi à sua arena festejar a mais nova conquista, mas diz ter ficado horrorizada. “Quase o estádio inteiro de punho fechado gritando ‘mito’. Me senti em um filme, no Museu do Holocausto em Nuremberg. Depois de quatro anos vivendo na China, onde vi vários desfiles militares, achei isso uma palhaçada. Mulheres e crianças gritando, me mandando calar a boca, me chamando de petista louca, comunista, rindo na minha cara…” “Me lembrou Hitler e Mussolini” O ex-presidente palmeirense, responsável pelo acordo com a Alianz para a construção da Arena, Luiz Gonzaga Belluzzo acredita que a confusão foi “uma mancada”, provavelmente ingenuidade do presidente palmeirense. Para ele, o problema não é exatamente a figura de Bolsonaro, mas “qualquer um que fosse presidente eleito seria uma inconveniência. Não se deve misturar política assim, achei uma impropriedade”. Apesar das cenas terem feito Belluzzo lembrar de regimes totalitários, incluindo a ditadura militar brasileira (1964-85), o economista não crê que o caso terá maiores repercussões. “A maioria não achou mal, não”, diz. “Quando fiquei sabendo, devolvi meu ingresso”O professor Raphael Brito, 35, foi a mais de 20 jogos do Palmeiras neste ano. Em 2017, se deixou de ir a cinco jogos do clube na cidade de São Paulo, foi muito. “Era sócio cinco estrelas, porque ia a quase todos os jogos”, conta. Esta realidade começou a mudar no meio da semana passada. “Já estava com
América perde pênalti, leva castigo e dá adeus à Série A com derrota no Maracanã

O América lutou muito, mas esbarrou na falta de competência – e também sorte – para se manter na Série A do Brasileiro. Na última rodada, o Coelho perdeu para o Fluminense por 1 a 0, neste domingo, no Maracanã, e foi rebaixado para a Segunda Divisão. Richard fez o gol que garantiu o Tricolor na elite. O time mineiro pode lamentar as oportunidades desperdiçadas. A principal delas foi um pênalti batido por Luan e defendido pelo goleiro Júlio César, herói da tarde, quando o placar ainda estava zerado. Adilson Batista foi um dos culpados pelo rebaixamento do Coelho Enquanto Júlio César foi o herói do Fluminense e deixou o campo ovacionado pela torcida no Maracanã, Luan viveu o outro lado e se transformou em personagem negativo da tarde. Além de perder o pênalti que abriria o placar, o atacante desperdiçou mais uma grande oportunidade, ainda na etapa inicial. O América poderia ter ao menos empatado e até merecia. Mas, se não faltou empenho, os mineiros pecaram pela pontaria descalibrada. Com 40 pontos, o América terminou o Brasileiro entre os quatro que caíram para a Série B. O Sport, que bateu o Santos em casa, passou os mineiros, mas também não se salvou da queda. O Leão da Ilha chegou aos 42 pontos, enquanto Vitória (37) e Paraná (23) completaram o grupo dos rebaixados. O Coelho só dependia de seus esforços, se manteria na elite com vitória no Maracanã. Em caso de empate, o América teria que torcer por tropeço da Chapecoense, o que não ocorreu. Ao Fluminense, uma simples igualdade bastava para o alívio, que acabou vindo em forma de triunfo. Como prêmio, o Tricolor ainda ganhou vaga na Copa Sul-Americana, chegando a 45 pontos. Campeão da Série B em 2017, o América viveu altos e baixos no Brasileiro. Começou bem, mas perdeu o ritmo justamente na reta final do campeonato, teve três trocas de treinador e terminou de forma melancólica, frustrando as expectativas iniciais. O Coelho terá que se reconstruir para retornar à Segunda Divisão e buscar novo acesso, no próximo ano. O jogo O primeiro tempo reservou emoções diversas para tricolores e americanos. As torcidas viveram minutos de entusiasmo e desespero. Os dois times começaram a partida com muito cuidado em não expôr aos contra-ataques. Tanto que os goleiros trabalharam muito pouco, ao menos nos 20min iniciais. Meio-campo congestionado e pouca penetração. O América estava consicente, jogando com estratégia. Sem desespero. E teve a chance de abrir o placar e deixar a torcida do Flu ainda mais tensa no Maracanã. Aos 24min, Aderlan foi derrubado na área por Marlon, e o árbitro marcou pênalti. Na cobrança, aos 26, Luan bateu para defesa de Júlio César, no canto direto. No rebote, Rafael Moura ainda isolou. O público foi ao êxtase no Maracanã, gritando o nome do goleiro. Júlio César e Luan foram os personagens do primeiro tempo. Um pelo lado positivo, outro pelo negativo. Logo depois do pênalti perdido, o América teve mais uma oportunidade de ouro. Novamente, a chance caiu nos pés de Luan. Ele recebeu passe de Rafael Moura, invadiu a área e tocou para defesa salvadora do goleiro. No rebote, a bola ia entrando e Gum se jogou para evitar o gol. Enquanto a torcida gritava o nome de Júlio César o herói até então, o América lamentou mais uma chance que poderia representar vantagem importante. E o castigo veio no fim, aos 40. Marlon cobrou escanteio da esquerda, Richard se antecipou e desviou fora do alcance de João Ricardo: 1 a 0. Dessa vez foi o goleiro tricolor que agradeceu, comemorando de forma efusiva o gol do volante, que quebrou jejum de 802 minutos do time carioca sem balançar as redes. Luta até o fim A desvantagem não intimidou ou abalou o América, que voltou do intervalo com ímpeto de buscar a reação. Tanto que obrigou Júlio César a trabalhar de novo, em chute de Paulão que desviou e quase traiu o goleiro. Em seguida, Luan invadiu a área e concluiu prensado. Na sobra, Matheusinho errou o alvo. O Fluminense assustou com Richard, que acertou o travessão em mais uma cabeçada após escanteio. O técnico Givanildo Oliveira tentou modificar o panorama ofensivo, trocando Marquinhos, desgastado, por Ademir. Depois, Lincoln substituiu o volante Zé Ricardo. Além da derrota, os resultados dos concorrentes não ajudaram o Coelho. A Chapecoense bateu o São Paulo em casa e se salvou. Um triste desfecho de temporada para o América, ainda que os problemas ao longo do campeonato tenham servido de alerta para o pior. FLUMINENSE 1 X 0 AMÉRICA FLUMINENSEJúlio César; Igor Julião, Gum (Paulo Ricardo), Digão e Marlon; Airton (Dodi), Richard e Jadson; Marcos Júnior, Junior Dutra, Luciano e Kayke (Everaldo)Técnico: Fábio Moreno AMÉRICAJoão Ricardo; Aderlan, Paulão, Matheus Ferraz e Carlinhos; Zé Ricardo (Lincoln), Juninho, Marquinhos (Ademir) e Matheusinho; Luan e Rafael MouraTécnico: Givanildo Oliveira Motivo: 38ª rodada do Campeonato BrasileiroLocal: Maracanã, no Rio de JaneiroData: domingo, 2 de dezembroÁrbitro: Rafael Traci (PR)Assistentes: Ivan Carlos Bohn (PR) e Rafael Trombeta (PR)Cartões amarelos: Gum, Everaldo, Marcos Júnior (FLU)GOL: Richard, aos 40min do 1ºT
CBF remarca partida entre Atlético e Botafogo para sábado, dia 30

A regra de que a última rodada do Campeonato Brasileiro é disputada com os 10 jogos simultâneos já não existe mais. A CBF modificou duas partidas da 38ª rodada do Campeonato Brasileiro 2018. Uma delas é o embate Atlético x Botafogo. Inicialmente marcado para domingo (2), às 17h, o jogo do Independência será realizado no sábado, às 19h. A modificação da CBF se deve a um erro de planejamento da montagem da tabela. Isso porque foi marcado para esta rodada derradeira jogos de Flamengo e Fluminense como mandantes. Ambos dividem o Maracanã e querem usar o estádio para receber América e Atlético-PR, respectivamente. A escolha foi pra antecipar o jogo do Fla diante do Furacão para sábado, 19h. Como o Atlético-PR tem uma disputa direta pelo Atlético pela sexta colocação do Campeonato Brasileiro – a última posição que garante vaga na Libertadores, então os xarás precisam jogar no mesmo dia e horário. A mudança gerou revolta em alguns atleticanos no Twitter, reclamando do jogo antecipado. O Atlético vende ingressos para a despedida de 2018 há dias, e mais de 20 mil torcedores garantiram presença no jogo. Agora, com a modificação de datas, haverá pessoas incapacitadas de comparecer no Horto, sábado. O Galo precisa vencer o Botafogo para não depeder do resultado do Maracanã e, assim, estar presente novamente na Libertadores.