Sputnik V – Vacina russa contra a Covid-19 será entregue primeiro aos governadores

 Somente após a entrega aos estados serão entregues as doses encomendadas pelo governo federal O laboratório que produz a vacina russa contra a Covid-19, a Sputnik V, anunciou que os imunizantes serão entregues primeiro aos governadores. As entregas encomendadas pelo governo federal serão entregues depois, informa a coluna de Guilherme Amado, na Época. Segundo o jornalista, governadores suspeitam que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) demora em aprovar o imunizante para que Jair Bolsonaro não passe um novo constrangimento na compra de vacinas. Na sexta (16), a agência enviou ao STF (Supremo Tribunal Federal) documentos que apontam incertezas e “pontos críticos” relacionados à qualidade, eficácia e segurança da Sputnik V.

O PSB mineiro, falso feminismo e a exploração da FETAEMG – Por Humberto Santos

Usando um discurso feminista de fachada, com o real intuito de controlar o partido, a atual secretária geral do PSB Kátia Gaivoto, tem planos ambiciosos, ora deseja a cadeira de deputado federal do marido traído e acovardado Vilson da FETAEMG, ora quer uma vaga de deputada estadual sem sequer respeitar a base dos parlamentares eleitos no partido, publicando comissões provisórias a revelia e “assediando” prefeitos, vereadores e lideranças. Pois bem, o que garantiria a eleição de uma deputada que não é de MG, nunca prestou nenhum serviço ao povo mineiro. Seria a FETAEMG? A entidade de amparo aos trabalhadores(as) rurais de Minas Gerais que já é explorada financeiro e politicamente pelo Vilson Luiz da Silva, “o Vilson da FETAEMG”, investigado pelo MPF, qual seria o argumento? Ela não é trabalhadora rural, portanto não os representa! Foto: CTB Minas/Divulgação O que estaria por trás de tamanho interesse político desse casal e cumplices em traições? * Servidor público municipal de Belo Horizonte  

Governo Bolsonaro deixa São Paulo e Minas Gerais sem medicamentos para kit intubação

 O presidente da FNP afirmou que mais de 1.200 municípios do país relataram falta de insumos e medicamentos: “é como se a pandemia tivesse deixado de existir para o governo” O governo de São Paulo enviou nesta terça-feira (13), um ofício ao Ministério da Saúde onde afirma precisar de medicamentos do kit intubação em 24 horas para repor estoques e evitar o desabastecimento de drogas essenciais para o tratamento dos pacientes de Covid-19 em situação grave. “A situação de abastecimento de medicamentos, principalmente daqueles que compõem as classes terapêuticas de bloqueadores neuromusculares e sedativos está gravíssima, isto é, na iminência do colapso, considerando os dados de estoque e consumo atualizado pelos hospitais nesses últimos dias”, afirma o documento assinado pelo secretário de Saúde, Jean Gorinchteyn. As informações são da coluna de Mônica Bergamo. O secretário afirma ainda que “a partir dos próximos dias” faltará medicamentos, caso nada seja feito. Gorinchteyn diz também que há mais de 40 dias vem formalizando “reiteradamente” ao Ministério da Saúde solicitações para a adoção de “medidas expressas e urgentes” para a recomposição dos estoques em São Paulo. Diz que enviou nove ofícios, que enumera no documento, “sem retorno”. “Tais fatos motivam nossa insistência em solicitar providências imediatas”, afirma ele. “O Ministério da Saúde manteve o Estado de São Paulo durante 6 (seis) meses sem fornecimento de qualquer quantidade de medicamentos provenientes das requisições administrativas realizadas. E furta-se a esclarecer qual critério adotado para definir a distribuição dos milhões de unidades farmacêuticas requisitadas, face ao quantitativo ínfimo enviado ao Estado de São Paulo”, dia ainda o secretário. Em Minas, o mesmo A mesma situação se repete em Mina Gerais. Na última semana, o governador Romeu Zema (Novo) chegou a alertar que algumas regiões mineiras só possuíam estoques do produto para até dois dias. “Estamos correndo risco de pacientes intubados acordarem por falta de sedativos e isso não pode ocorrer de forma nenhuma”, declarou na ocasião. Uma das causas do agravamento do problema, segundo Zema, é que o Ministério da Saúde teria requisitado toda a produção industrial desses medicamentos. O presidente da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), Jonas Donizette, afirmou que mais de 1.200 municípios do país relataram falta de insumos e medicamentos. Para ele, o problema está acontecendo também por culpa do governo federal, que teria se negado a comprar, em setembro, os itens para o chamado kit intubação. Na época, segundo Donizette, o Executivo federal alegou aumento de 10% nos preços. Porém, agora, com o agravamento da crise, o kit intubação aumentou quase 1.000% no mercado. “As dificuldades vão se multiplicando. Na virada do ano, é como se a pandemia tivesse deixado de existir para o governo. Os municípios ficaram praticamente sozinhos”, ressaltou.

O pai deu a luz no hospital universitário de MontesClaros

Parto de menina que foi gerada pelo pai aconteceu  no HUCF Montes Claros registrou na última terça-feira (6) o primeiro nascimento de uma filha biológica de casal transexual do Norte de Minas. Isabella Victória Martins da Silva veio ao mundo nas primeiras horas de ontem. É a primogênita do casal Rodrigo Bryan da Silva, de 33 anos, e Ellen Carine Martins da Silva, de 25. A menina nasceu na maternidade Maria Barbosa, do Hospital Universitário Clemente de Faria (HUCF), vinculado à Unimontes. “Nossa filha trouxe esperança para o mundo LGBTQIA+. Estamos felizes e somos exemplo de que todos podem construir a sua própria família”, disse Ellen. “A bolsa rompeu, mas não tive contrações suficientes. Então, a equipe médica decidiu realizar o parto induzido assistido. Eles me deixaram à vontade para escolher a posição. No tempo certo, minha filha veio ao mundo. Estou muito feliz, principalmente, por que a DVN (Declaração de Nascido Vivo) respeitará a identidade de gênero”, ponderou Rodrigo, que foi quem gerou a criança durante os nove meses. De acordo com o casal, os campos nome da mãe e correlatos foram preenchidos com as informações da mãe afetiva e não biológica. Ou seja, apesar de gerar a criança, Rodrigo foi registrado como pai e Ellen, como a mãe. ACOLHIMENTO Ellen Carine conta que se sente bastante realizada e feliz, e que a surpresa maior não foi a filha ter antecipado o nascimento em uma semana (estava previsto para o dia 12), mas a forma como foram recebidos e tratados no HUCF. “Estamos encantados com o respeito e dignidade com que fomos recebidos e tratados no hospital. Profissionais preparados para nos atender e nos deixar à vontade. O HU fez tudo para nos ajudar. Estamos abrindo portas para os próximos casais trans”, disse ela, afirmando acreditar num futuro no qual a filha encontre pessoas tão preparadas quanto elas encontraram no HU, cujo atendimento observou respeito e dignidade. “Temos esperança no futuro. Assim que possível, Isabella terá outro irmãozinho”, revelou Ellen. REGISTRO A servidora e socióloga da maternidade, Theresa Raquel Bethônico Corrêa Martinez, explica que o relatório da DVN tem a finalidade de garantir e justificar a decisão do HU quanto ao preenchimento das informações contidas na declaração, seguindo o desejo dos pais. “Trata-se de um casal transexual em que o gestante é o Rodrigo Bryan da Silva. Procuraram nossa maternidade em outubro de 2020 com objetivo de conhecer nossa estrutura física e a equipe, considerando a possibilidade de realizar o parto conosco”, explica. Segundo ela, dentre as várias demandas do casal, havia o desejo de que no registro de nascimento da filha fosse respeitado o preenchimento do campo nome da mãe e nome do pai de acordo com as informações afetivas em detrimento das biológicas. “Isso porque, entendiam que, se não fosse assim, no registro de nascimento da criança o Rodrigo seria a mãe e a Ellen o pai, em desarmonia com a condição social e afetiva em relação à filha”, esclareceu Martinez. A Constituição assegura o princípio da igualdade a todos os brasileiros de forma indistinta. Para os casos de pessoas trans, o Provimento 73 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) permite a averbação da alteração do prenome e do gênero nos assentos de nascimento e casamento de pessoa transgênero no Registro Civil das Pessoas Naturais (RCPN), podendo tal mudança ser feita pela via administrativa, facilitando o acesso dessas pessoas aos direitos e garantias.  

Estado autoriza duas microrregiões de Saúde na onda vermelha

O Comitê Extraordinário Estadual de Covid-19 decidiu que apenas os municípios da microrregião de Saúde de Montes Claros/Bocaiuva e de Taiobeiras podem retornar a onda vermelha e com isso, flexibilizar as atividades econômicas. Outras nove microrregiões de saúde do Norte de Minas continua na onda roxa, com muitas restrições para as atividades econômicas. A decisão surpreende, pois não explica quais foram os critérios usados para tomar essa decisão, ainda mais que no município de Montes Claros existem os piores indicadores do Norte de Minas. O comunicado afirma que Montes Claros/ Bocaiuva e Taiobeiras apresentaram melhora nos indicadores e poderão avançar para a onda vermelha. Entretanto, as microrregiões serão monitoradas até amanhã (9/4) pela Secretaria de Estado de Saúde, podendo, caso haja piora nos indicadores de Covid-19, regressar a onda roxa. A decisão será publicada no Diário Oficial de hoje. Somente será permitido o avanço a partir de segunda (12/4) caso o cenário positivo se mantenha favorável. As demais regiões do estado devem seguir, por mais uma semana, as medidas decretadas na semana passada. Triângulo do Norte permanece na onda vermelha e as outras 12, na roxa. A decisão foi tomada ontem (7) pelo Comitê Extraordinário Covid-19, grupo que se reúne semanalmente para avaliar a situação da pandemia no estado. Ainda durante o encontro virtual, o Comitê – que conta com integrantes da Assembleia Legislativa, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, do Ministério Público, da Associação Mineira dos Municípios e da Defensoria, entre outros órgãos – optou por alterar a norma que restringe a circulação de pessoas das 20h às 5h e proíbe reuniões familiares durante a onda roxa do plano Minas Consciente, decretando o fim das duas medidas. A suspensão atende a um acordo judicial feito pelo Governo de Minas na última segunda-feira (5/4), após o deputado estadual Bruno Engler questionar a constitucionalidade das medidas. Apesar do fim da proibição, o governador Romeu Zema reitera que o Estado desaconselha qualquer tipo de aglomeração ou trânsito desnecessário durante a pandemia. “Essas medidas não serão mais obrigatórias, mas é essencial que todos façam a sua parte para conseguirmos reduzir a propagação do vírus. Precisamos que a população mantenha todos os cuidados, use máscara e evite aglomerações para conseguirmos sair disso o mais rápido possível”, destacou. O governador ressaltou que os números já apontam para o resultado positivo das medidas mais restritivas impostas pela onda roxa e que o esforço da população terá reflexo na queda no número de óbitos. “Temos observado resultado positivo nos números das regiões que entraram na onda roxa há mais tempo, o que permite deduzir que as demais regiões, em breve, também terão queda no número de casos. Essa queda, em um segundo momento, se refletirá na diminuição no número de internações e, em um terceiro momento, levará à queda no número de óbitos”, explicou Zema. Via Jornal Gazeta

De frente para o colapso, vacina contra a COVID-19 opõe Zema e Kalil

Governador criticou prefeituras por ‘segurar’ imunizantes e admitiu risco de que pacientes intubados deixem a sedação por falta crítica de remédios Jornal Estado de Minas – O governador Romeu Zema (Novo) admitiu ontem o risco de que pacientes intubados saiam da sedação por falta de medicamentos, tendo em vista o nível crítico ao qual chegou a escassez de remédios nos hospitais do estado. Unidades de saúde que costumavam trabalhar com estoques para dois meses preveem prazo máximo de um a três dias de disponibilidade dos sedativos. O problema foi tratado por Zema durante entrevista em que fez um balanço sobre as medidas de enfrentamento à COVID-19 em Minas e falou sobre a campanha de vacinação. Em tom de crítica, ele afirmou que há prefeituras estocando imunizantes contra o coronavírus e apelou para que o trabalho não seja interrompido. Belo Horizonte foi uma das cidades que suspendeu a imunização no fim de semana, com o argumento de que os profissionais de Saúde necessitavam de descanso. A crítica do governador gerou resposta ontem mesmo do prefeito de BH, Alexandre Kalil. Horas depois da declaração do governador, Kalil publicou em sua conta no Twitter taxa percentual de vacinação na capital, de 13,97% da população, superior a do estado e do Brasil. A postagem foi acompanhada da frase “Esclarecimento sobre vacinação. Chega de polêmica sem planejamento”, escreveu o prefeito. Esclarecimento sobre vacinação. Chega de polêmicas sem planejamento. pic.twitter.com/bpNSsiNHHB — Alexandre Kalil (@alexandrekalil) April 8, 2021 Ainda em relação à falta de sedativos, Romeu Zema disse que além da demanda muito alta, a escassez estaria ligada à mudanca de trâmites no Ministério da Saúde. “Esta sim é uma grande preocupação. As unidades hospitalares do estado que sempre trabalharam com estoque de 60 dias ou mais, hoje, muitas delas têm estoque para um dia, dois dias ou três dias. Estamos correndo o risco de pacientes intubados acordarem porque faltou sedativo, e sabemos que isso não pode ocorrer de forma alguma”, afirmou. De acordo com Romeu Zema, o desabastecimento de sedativos ocorre devido ao fato de o Ministério da Saúde ter feito requisição administrativa desses insumos junto à indústria. Até poucas semanas atrás, cada unidade hospitalar fazia seu pedido diretamente na indústria. “Com essa requisição administrativa, o ministério passou a ter acesso a toda essa produção, e ele não tem conseguido distribuir na velocidade adequada”, afirmou. O governador disse que busca parceiros para a compra de mais sedativos. “Temos tentado importar, temos tentado outros meios, mas é um insumo que está em falta. Precisamos deixar claro, hoje a situação é crítica, e amanhã podemos ter notícias desagradáveis com relação a isso caso o fornecimento não seja normalizado”. Leia aqui a matéria completa do EM

PANDEMIA – Kalil decide prorrogar fechamento do comércio de Belo Horizonte

Lojas de roupas e outras atividades não essenciais continuarão fechadas em Belo Horizonte (foto: Edésio Ferreira/EM/D.A Press) Comitê de enfrentamento à COVID-19 se reuniu na tarde desta terça-feira (6/4) e optou pela manutenção das restrições em Belo Horizonte Em reunião na tarde desta terça-feira (6/4), o prefeito Alexandre Kalil (PSD) decidiu manter as restrições no comércio não essencial de Belo Horizonte por tempo indeterminado. A decisão ocorreu depois de encontro que inicialmente seria nesta quarta-feira (7/4), mas foi antecipado, e contou com a presença do secretário municipal de Saúde, Jackson Machado Pinto, e dos infectologistas Estevão Urbano, Carlos Starling e Unaí Tupinambás. Desta forma, a capital mineira segue apenas com o comércio essencial em funcionamento, atendendo ao decreto assinado por Kalil no mês passado. Bares e restaurantes (exceto para delivery), cinemas, feiras, escolas, lojas de vestuário, academias, eventos e parques, entre outros, não poderão abrir as portas. Aos domingos, o município continuará com padarias, supermercados e açougues fechados para evitar aglomerações. Segundo a PBH, continuarão liberados para funcionar os estabelecimentos de artigos farmacêuticos (incluindo as de manipulação), postos de combustíveis, óticas, artigos médicos e ortopédicos e o comércio de medicamentos e atendimento veterinários. Os centros de saúde e hospitais permanecerão com as portas abertas. Já o toque de recolher foi revogado por decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). Em contato com o Estado de Minas, a prefeitura alega que acatará as decisões do governo de Minas. UTIs lotadas Em seu último boletim epidemiológico, Belo Horizonte conta com 98,8% de ocupação de UTIs para COVID-19. Já a ocupação de leitos de enfermaria está com 82,5%. Ambos os indicadores se mantiveram no vermelho, nível considerado o mais grave na classificação do município. O fator RT, que mensura a taxa de transmissão por infectado, caiu e está em 0,99, no nível verde. Isso quer dizer que 100 pessoas são capazes de contaminar outras 99. Via Estado de Minas

É seu Wan Dyck, se eu soubesse… * Por  Gustavo (Tatá) Dumont

Se eu soubesse que aquele homem, de semblante sereno, voz baixa e sorriso fácil não seria imortal. Se eu soubesse que aquele ser de coração bom, de aperto de mão firme, não estaria para sempre entre nós. Se eu soubesse que nossas vidas perderiam parte do seu brilho. Que Bocaiuva perderia um homem que se doou por este lugar. Que perderíamos um prefeito, em que as pessoas confiavam, se sentiam seguras. Perderíamos um homem caridoso, alegre, desprovido de quaisquer vaidades. Ahh seu Wan Dyck… Se eu soubesse que a dor da saudade fosse tão forte, quebraria a lei natural da vida e partiria primeiro. Talvez os mais jovens nunca irão entender o que o homem Wan Dyck representou para este lugar . Talvez nem ele mesmo um dia soubesse. Construiu escolas, ruas, avenidas e pontes. As pontes inúmeras de madeira em tempos remotos e outras tantas de concreto. Mas a maior e melhor delas foi à ponte da união. Reconstruiu a história política unindo as pessoas com um pensamento que somente os genuínos homens públicos possuem. Com a sua partida eu não imaginava a herança que me deixas te. De saber que pelos cantos deste chão Norte Mineiro, és uma referência de retidão, dignidade e bons exemplos. Já no alto dos 90 anos, lembro bem quando era cumprimentado, principalmente pelas pessoas mais simples. Colocava a mão no meu ombro e dizia: – Fico feliz, mesmo não sendo mais prefeito e receber o carinho das pessoas. Mal sabia ele que estas pessoas é que sentiam também honradas pela sua atenção. E todas elas contavam alguma estória em que o prefeito Wan dyck, o homem, o amigo estivesse presente. E via em seus olhos o brilho, de quem passou por este plano, e cumpriu sua tarefa. Fez o bem. Somente o bem. Há quem diga, que ele foi e será o eterno prefeito. O prefeito dos prefeitos. Mas a prefeitura de portas abertas, a prefeitura onde achava o sr Wan Dyck pronto para atender, dos mais letrados aos mais humildes, essa não existe a tempos. Na verdade, o cargo de prefeito, nada mais foi do que uma ferramenta para que ele fizesse mais. Para que pudesse construir um futuro digno, onde as pessoas pudessem criar e educar seus filhos em uma terra boa. Essa terra que ele tanto amava e que tanto fez. Adversários políticos. Esse termo pra ele não existiam. Eram amigos. Todos. O respeito e a educação sempre foram a pauta principal de sua vida tanto pública quanto pessoal. No dia da sua morte, a cidade chorou. Mas chorou por inteiro. Era como se cada família de nossa cidade estivesse perdendo um ente querido. Ahhh seu Vandico, como era chamado por muitos, se eu soubesse que nunca mais as coisas seriam as mesmas. Que nunca mais veríamos o bom e velho prefeito descendo a rua com a pastinha debaixo do braço, cumprimentando as pessoas na rua, e diga se passagem, cumprimentando pelo nome. Isso ahh é uma pena, não existe mais. Se eu soubesse que tudo passaria de forma tão rápida, eu faria muita coisa diferente. Ame seus pais, abrace os, não tenham vergonha de falar o quanto eles são importantes. Ahh meu amigo, meu prefeito, meu pai….. Quanta falta você nos faz. * Jornalista

Velho Chico Vive debate os conflitos socioambientais que ameaçam o Norte de Minas

Acontecerá nessa quarta-feira (07) a segunda formação virtual do Velho Chico Vive, com um importante debate sobre os conflitos socioambientais que ameaçam a região do Norte de Minas Gerais, com a participação da Comissão Pastoral da Terra CPT, da Cáritas-MG, do Mandato Popular da Deputada Leninha e da professora da UNIMONTES, Cláudia Luz. Estudo inédito com uma matriz de riscos ambientais, elaborada a partir da análise de empreendimentos de geração de três diferentes fontes, revela que hidrelétricas apresentam maior potencial de danos ao meio ambiente que termelétricas a gás natural e usinas eólicas. O documento lançado na semana passada em evento online do Instituto Escolhas traz um guia para a incorporação da variável ambiental pelo setor financeiro, na avaliação de financiamentos para o setor elétrico e demais áreas de infraestrutura. A análise concluiu que as hidrelétricas apresentam 46 tipos de risco, listando supressão de vegetação, interferência com a pesca e atividades extrativistas e relocação involuntária de população. Leia também: Comunidades tradicionais e organizações se manifestam contrárias à construção da Barragem Formoso

Aglomeração – No pior momento da pandemia, Dom Justino autoriza missas presenciais

 Arcebispo ignora a ciência e escancara as portas das igrejas para o novo coronavírus, que não para de matar seus membros. O diácono Vivaldo foi a nova vítima de Covid-19. Mesmo diante do caos provocado pela pandemia, o arcebispo de Montes Claros, Dom João Justino de Medeiros Silva, autorizou a abertura das igrejas, depois que o ministro Kassio Nunes, liberou a realização de missas e cultos religiosos em todo o Brasil. No comunicado enviado para os párocos e administradores paroquiais, Dom João Justino informa a retomada das celebrações presenciais a partir desse domingo (4), obedecendo as restrições da decisão de Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal, indicado por Bolsonaro, que prevê que “sejam aplicados, nos cultos, missas e reuniões de quaisquer credos e religiões, os protocolos sanitários de prevenção, relativos à limitação de presença (no máximo, 25% da capacidade), além das medidas acima mencionadas, tais como: distanciamento social (com ocupação de forma espaçada entre os assentos e modo alternado entre as fileiras de cadeiras ou bancos), observância de que o espaço seja arejado (com janelas e portas abertas, sempre que possível), obrigatoriedade quanto ao uso de máscaras, disponibilização de álcool em gel nas entradas dos templos, aferição de temperatura, fixadas estas como balizas mínimas”. Isso, mesmo num cenário em que o clero vem perdendo a luta contra o coronavírus. Centenas de padres, freiras, diáconos e bispos que atuavam em paróquias de todo o país já morreram vítimas da doença. Na última sexta-feira (2), o diácono permanente Vivaldo dos Reis Ferreira, de Montes Claros, perdeu a luta contra o vírus.   O Diácono Permanente Vivaldo dos Reis Ferreira faleceu no último dia 02 de abril, vítima de COVID. Ele estava hospitalizado há uma semana. (Foto: Arquimoc). Veja aqui a íntegra do comunicado