Moro será sócio de consultoria que administra a quebra da Odebrecht e da OAS

O ex-juiz e ex-ministro passa a ser sócio-diretor da consultoria Alvarez & Marsal (A&M), com sede nos Estados Unidos, para atuar na área de Disputas e Investigações”. A empresa administra a quebra a Odebrecht e OAS – A consultoria Alvarez & Marsal (A&M), com sede nos Estados Unidos e que administra a recuperação judicial da Odebrecht e OAS, anunciou na noite deste domingo (29) um novo sócio no Brasil: o ex-ministro e ex-juiz da Lava Jato, Sérgio Moro. “A contratação de Moro está alinhada com o compromisso estratégico da A&M em desenvolver soluções para as complexas questões de disputas e investigações, oferecendo aos clientes da consultoria e seus próprios consultores a expertise de um ex-funcionário do governo brasileiro”, diz a nota da consultoria, após ressaltar que Moro será “sócio-diretor, com sede em São Paulo, para atuar na área de Disputas e Investigações”. “Durante seu mandato, foi juiz presidente em processos criminais complexos, tanto nacionais como internacionais, incluindo a Operação Lava Jato, maior iniciativa de combate à corrupção e lavagem de dinheiro da história do Brasil. A Lava Jato gerou uma onda anticorrupção não só no Brasil, mas em toda a América Latina. Tanto como ministro quanto como juiz federal, Moro colaborou com autoridades de países da América Latina, América do Norte e Europa na investigação de casos criminais internacionais relacionados a suborno, lavagem de dinheiro, tráfico de drogas e crime organizado”, diz ainda a nota.
Efeito Bolsonaro: Preço da carne dispara e some do prato do brasileiro

Um dos efeitos mais perversos da política econômica do governo Bolsonaro é a volta da carestia e da inflação. Segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15) o preço da carne subiu 4,83% – em algumas regiões do país a elevação foi maior ainda. A carne teve, de janeiro a outubro de 2020, uma alta de 11,04%, pressionando pela redução do consumo do produto da mesa dos mais pobres. Segundo analistas, a tendência é de alta no preço da carne nos próximos meses. A alta dos preços não afeta somente o preço da carne bovina. A inflação dos alimentos atinge em cheio outros produtos de amplo consumo popular: Arroz, feijão, óleo de soja, tubérculos e leguminosa, leite, entre outros, continuam em disparada nas gôndolas dos supermercados. Os capitalistas do agronegócio brasileiro aproveitaram o momento da pandemia de Sars-Cov-2 para elevar seus ganhos com a valorização do dólar sobre o real, ampliando as exportações, já que países exportadores frearam suas exportações para protegerem os seus mercados internos da alta de preços e de escassez de alimentos. Por sua vez, o governo Bolsonaro não adotou nenhuma medida para controlar a alta da inflação dos alimentos. Além disso, o governo eliminou os estoque reguladores dos armazéns estatais. De acordo com o estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), com base no IPCA-15, a inflação percebida pelos brasileiros mais pobres frente aos preços dos alimentos mais que triplicou em relação à dos mais ricos. De janeiro a outubro, a inflação das famílias de renda muito baixa foi de 3,68%, enquanto a da alta renda ficou em apenas 1,07%. Para a população de baixa renda, comer e beber está 9,75% mais caro entre janeiro e outubro de 2020, aponta os dados da inflação pelo IPCA-15, que subiu 2,31% no período. Considerando apenas os alimentos consumidos no domicílio, aqueles comprados em supermercados, o avanço de preços no ano foi de 12,69%. Já a inflação percebida pelas famílias de renda mais baixa subiu a 5,48% nos 12 meses encerrados em outubro. Entre os mais ricos, a inflação foi de 2,50% no período. De acordo com Maria Andréia Parente Lameiras, que é, responsável pelo cálculo do Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda do Ipea, “os alimentos no domicílio representam 30% do cálculo da inflação da baixa renda. Enquanto entre a dos mais ricos não chega a 10%. Então o impacto do aumento de preços acaba sendo muito menor entre os mais ricos”. Na cadeia dos preços dos alimentos, a alta de um alimento gera o aumento de outros, é um efeito dominó. No Brasil os preços dos alimentos que não são exportados também sofrem influências da alta dos produtos que são dolarizados. A carestia e a inflação, com a redução da massa salarial e o desemprego, são resultados da política econômica desastrosa do governo neoliberal de Bolsonaro. Uma política da volta da fome imposta contra a imensa maioria do povo brasileiro.
14 milhões de brasileiros estão desempregados. E daí?

– O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatístico (IBGE) divulgou nesta sexta-feira (16) um levantamento do PNAD Covid que mensura o nível de ocupação dos brasileiros. De acordo com o levantamento feito na quarta semana de Setembro, cerca de 14 milhões de pessoas estão desempregadas no Brasil, representando uma taxa de 14,4% de desocupação nacional, sem variação significativa frente à terceira semana de setembro (13,7%). Fonte: IBGE De acordo com a coordenadora do levantamento, Maria Lucia Vieira, com a flexibilização do isolamento social e a retomada da economia, as pessoas estão voltando a buscar emprego formal. “Embora as informações sobre a desocupação tenham ficado estáveis na comparação semanal, elas sugerem que mais pessoas estejam pressionando o mercado em busca de trabalho, em meio à flexibilização das medidas de distanciamento social e à retomada das atividades econômicas” Ainda de acordo com o IBGE, no intervalo de uma semana, cerca de 2,2 milhões de brasileiros deixaram o isolamento social radical. Sendo assim, houve um aumento no descuido das pessoas em relação a medidas de restrição para evitar a contaminação pelo coronavírus. Esse contingente cresceu 937 mil em uma semana, chegando a 7,4 milhões.
Os monstros estão à solta – Por Fernando Brito

O espasmo de suposta popularidade alcançado por Jair Bolsonaro com a distribuição do auxílio-emergencial teve o efeito de liberar a mais desumana insanidade na turma de Paulo Guedes. Nos jornais, sucedem-se as propostas de maldades: congelar aposentadorias, retirar benefícios de idosos e deficientes, tudo o que permita “catar recursos” para o delírio demagógico do presidente. Até o relator da PEC do Pacto Federativo, o tucano e pecuarista Márcio Bittar (nada pior do que um ex-esquerdista que se tornou direitista) vem com a ideia genial de deixar o salário mínimo congelado por dois anos, além de tirar do Orçamento a obrigatoriedade dos gastos em Saúde e Educação. Rodrigo Maia, a favor de qualquer arrocho que não seja feito sobre o “querido mercado” já deu seu apoio a congelar aposentadorias acima do mínimo, o que vai arrastar mais gente “rica”, que ganha de R$ 1.045 para cima, inclusive quem ganha R$ 1.046… É o “3D” de Paulo Guedes: desvinculação, desindexação e descentralização. O que, resumidamente, significa acabar com as destinações compulsórias àqueles serviços públicos essenciais, eliminar a garantia de que os valores do trabalho nem sequer terão a reposição inflacionária e que recursos e programas da União que poderiam fazer diferença no desenvolvimento nacional irão para os prefeitos, claro, “amigos do Rei”. É óbvio que estas maldades são só para pobres, não vão mexer com os “cidadãos de bem” do Judiciário, do Legislativo, dos altos cargos estatais, dos militares, dos policiais e, menos ainda, com a “turma da bufunfa” que, claro, vai continuar “descongelada” eu seu paraíso tropical. A tecnocracia está em festa, com sua economia de botequim, que não sabe ter projetos para melhorar o desempenho do negócio, senão o de demitir o balconista, arrancar o couro da cozinheira e deixar mesas e cadeira se desfazendo. Cada qual se esmera em procurar de onde pode tirar dos pobres e dos remediados algum para botar na cesta do ex-capitão, para que ele faça aviãozinho para a plateia. Só não pode investir em infraestrutura, produção e estas bobagens que trazem renda, emprego e progresso, É evidente que isso é algo que pode até ser conseguido, mas que não se sustenta. A pequena classe média, que achava que um ditador “moralizante” resolveria tudo, está na iminência de comer os frutos amargos de sua própria escolha. Quando chegamos ao ponto de que um ser primário como Jair Bolsonaro tenha mais sensibilidade que seus formuladores de política econômica é que caímos, mesmo, muito, em matéria de gestão econômica do país. Via Tijolaço
Com explosão do custo de vida, Bolsonaro traz a fome de volta

– O IPCA-15 mostra que alimentação e bebida já acumulam alta de 5,78% de janeiro até agosto. Nesse período, o arroz já subiu mais de 16% em média, mas atingindo 20% em diversas regiões. Ao mesmo tempo, o governo reajustou o salário mínimo para 2021 em apenas 2% e reduziu o Auxílio Emergencial pela metade Um pacote de cinco quilos de arroz já está custando até R$ 40 em supermercados das capitais brasileiras e, segundo o setor, o preço deve continuar em alta. De acordo com levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/ USP, o arroz subiu 100% nos últimos 12 meses. O arroz, no entanto, é apenas um dos produtos responsáveis pelo aumento do custo de vida que já inferniza a vida dos brasileiros. O IPCA-15 mostra que alimentação e bebida já acumulam alta de 5,78% de janeiro até agosto. Nesse período, o arroz já subiu mais de 16% em média, mas chegando a 20% em diversas regiões. A situação é resultado da redução da oferta interna, ou seja, queda das importações em razão do dólar elevado e aumento das exportações. Um levantamento do Dieese reforça o descontrole dos preços de alimentos no país. Divulgado na sexta-feira (4), o relatório mostra que os alimentos básicos do dia a dia registraram aumento muito acima da inflação. No atacado, subiram 15,02% em 12 meses, até agosto. E para o mesmo período, no varejo, houve alta de 8,5%. Você deve ter percebido o aumento absurdo nos preços dos alimentos nos supermercados. Mas você sabe o motivo desse aumento? Clica aqui no vídeo pois vamos explicar: pic.twitter.com/Uvpmf8u4vp — Rogério Carvalho ???????? 1️⃣3️⃣ (@SenadorRogerio) September 8, 2020 Enquanto isso, para piorar a situação, o governo reajustou o salário mínimo para 2021 em cerca de apenas 2%. De acordo com o IBGE, a massa salarial dos trabalhadores brasileiros caiu 15% em um ano, o maior tombo já registrado pelo instituto em toda a série de pesquisas. Não bastasse o arrocho dos salários, o governo também reduziu o Auxílio Emergencial para R$ 300,00, metade dos R$ 600,00 inicialmente aprovados pelo Congresso. Diante da situação, o presidente Bolsonaro se limita a fazer discursos demagógicos em lives nas redes sociais. “Estamos conversando, estou pedindo um sacrifício, um patriotismo, para os grandes donos de supermercados, para manter o preço na menor margem de lucro”, disse Bolsonaro na semana passada. Sem qualquer efeito prático, o apelo é um reconhecimento de que a situação está fora do controle. Opção pelo agronegócio O aumento dos preços de alimentos é resultado da opção do governo pelo agronegócio e pela monocultura, em detrimento da agricultura familiar. A política voltada apenas para os grandes proprietários limita a produção de grãos e de alimentos. A agricultura familiar é responsável por 70% dos alimentos consumidos no país. A consequência é a alta no preço os produtos da cesta básica. Em agosto, Bolsonaro vetou, quase integralmente, a proposta que prevê um auxílio financeiro aos agricultores durante a pandemia de Covid-19. O recurso seria repassado para os produtores que não receberam o auxílio emergencial. No total, seriam cinco parcelas de R$ 600, ou seja, R$ 3 mil. Os senadores do PT trabalham para derrubar o veto no Congresso Nacional. De janeiro a julho, por exemplo, os preços do feijão fradinho, feijão preto, mulatinho e rajado, cresceram, respectivamente, 72, 64, 43 e 36 vezes acima do IPCA geral. Os do arroz, 41 vezes acima; batata 29 vezes e farinha de mandioca, 24 vezes. A absurda elevação dos preços afasta a maioria dos produtos da mesa dos mais pobres. Depois que os governos petistas tiraram o Brasil do Mapa da Fome, Bolsonaro está trazendo a fome de volta ao país. A inércia do governo frente ao ao abastecimento do país e ao aumento do custo de vida não se verifica em outros setores da economia, especialmente o setor financeiro. Recentemente, o ministro Paulo Guedes autorizou a transferência de R$ 325 bilhões para os bancos, em nome da instabilidade do setor. Um recurso que poderia ser melhor utilizado para investir na agricultura familiar e pagar o Auxílio Emergencial até o final do ano.
Reforma administrativa de Bolsonaro não atinge militares, juízes, promotores e parlamentares

– Servidores comuns pagarão a conta da proposta de reforma administrativa, enviada pelo governo de Jair Bolsonaro ao Congresso nesta quinta-feira (3), que não abrange militares, parlamentares, magistrados e promotores – -A proposta de reforma administrativa, enviada pelo governo de Jair Bolsonaro ao Congresso nesta quinta-feira (3), não abrange parlamentares, magistrados e promotores. Restará aos servidores comuns pagarem a conta. De acordo com o governo, esses são membros de poderes e têm regras diferentes dos servidores comuns. A reforma também não valerá para militares, que também seguem normas distintas. A informação é o portal G1. “No Judiciário, os membros do poder são os que integram a magistratura, juízes, desembargadores, ministros dos tribunais superiores. No Ministério Público, são os promotores, procuradores. No Legislativo, são os parlamentares. Esses são membros do poder que são regidos por estatuto próprio. O que estamos apresentado na PEC é o que é aplicado a servidores dos poderes executivos, legislativos, judiciário da União, estados e municípios”, afirmou o secretário-adjunto de Desburocratização do Ministério da Economia, Gleisson Rubin. A reportagem também informa que a reforma administrativa foi enviada ao Congresso em forma da proposta de emenda à Constituição (PEC). Para virar lei de fato, precisará ser aprovada em dois turnos de votação na Câmara e no Senado.
Bolsonaro copia programas de Lula e lança pacote social com nomes trocados

– Numa espécie de cover desajeitado de Lula, Bolsonaro troca o Bolsa Família por Renda Brasil e o Minha Casa Minha Vida por Casa Verde e Amarela – O presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido-RJ) lança, nesta terça-feira (25), um pacote de medidas sociais baseadas em programas criados pelo governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para tentar alavancar sua popularidade. Entre os vários programas requentados por Bolsonaro com novos nomes estão o Renda Brasil, um conjunto de ações para substituir o Bolsa Família, programa de transferência de renda criado por Lula em 2003. O toque bolsonarista é a criação de prêmios de meritocracia para bons alunos e jovens esportistas. No lugar do programa habitacional Minha Casa Minha Vida, criado por Lula em 2009 para financiar a compra de imóveis para a baixa renda, Bolsonaro lança o programa Casa Verde e Amarela. Outra frente do pacote a ser anunciado por Bolsonaro é em infraestrutura. O governo prepara uma proposta ao Congresso para usar ao menos R$ 5 bilhões para obras hídricas ainda neste ano. Via Revista Fórum, com informações da Folha
Com pandemia, trabalhadores ganham na Justiça direito de sacar todo o FGTS

Trabalhadores e desempregados têm usado a pandemia do novo coronavírus, que já deixou mais de 109 mil mortos em todo o país, como argumento para sacar – com sucesso, em vários casos – todo o dinheiro do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). Na prática, o resgate do FGTS é bem limitado, o que gera críticas de especialistas, uma vez que o dinheiro é, afinal, do trabalhador. A legislação permite o saque em casos de demissão sem justa causa ou para quem se aposentou, por exemplo – conheça 10 situações nas quais é possível fazer saques no dinheiro do FGTS. Além disso, o governo permitiu, por causa da pandemia, o saque emergencial do FGTS de até R$ 1.045. Também é possível ter acesso ao dinheiro via saque-aniversário, também limitado, pois a pessoa terá que abrir mão de parte do resgate caso seja demitido. No entanto, brasileiros têm conquistado, na Justiça, o direito de acessar até todo o Fundo de Garantia com base no decreto 5.113/2004, que permite o resgate caso o governo federal determine estado de calamidade pública em razão de desastre natural. Utilizando e adaptando essa disposição legal, uma vez que o governo federal decretou estado de calamidade pública em 20 de março, que vigora pelo menos até 31 de dezembro, muitos trabalhadores e desempregados que comprovem necessidade estão conseguindo acesso ao FGTS. Embora não exista um registro formal de quantas causas do tipo já foram vencidas no país, advogados assinalam o crescimento dessas ações.
Trabalhadores dos Correios decretam greve em todo o país por tempo indeterminado

Paralisação luta contra a privatização da estatal e a “negligência com a saúde dos trabalhadores” na pandemia A Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas dos Correios e Similares (FENTECT) anunciou que funcionários da estatal entraram em greve em todo o país nesta segunda-feira (17). Segundo a entidade, não há prazo para o fim da paralisação. De acordo com a federação, a paralisação luta contra a privatização da estatal e a “negligência com a saúde dos trabalhadores” na pandemia. Trabalhadores também pedem que direitos sejam garantidos. De acordo com reportagem do G1, a entidade afirma que, em agosto, trabalhadores foram surpreendidos com a revogação do atual Acordo Coletivo, que estaria em vigência até 2021. “Foram retiradas 70 cláusulas com direitos como 30% do adicional de risco, vale alimentação, licença maternidade de 180 dias, auxílio creche, indenização de morte, auxílio creche, indenização de morte, auxílio para filhos com necessidades especiais, pagamento de adicional noturno e horas extras”, diz comunicado da Federação. Confira a nota completa: Os Correios não pretendem suprimir direitos dos empregados. A empresa propõe ajustes dos benefícios concedidos ao que está previsto na CLT e em outras legislações, resguardando os vencimentos dos empregados. Sobre as deliberações das representações sindicais, os Correios ressaltam que a possuem um Plano de Continuidade de Negócios, para seguir atendendo à população em qualquer situação adversa. No momento em que pessoas e empresas mais contam com seus serviços, a estatal tem conseguido responder à demanda, conciliando a segurança dos seus empregados com a manutenção das suas atividades comerciais, movimentando a economia nacional. Desde o início das negociações com as entidades sindicais, os Correios tiveram um objetivo primordial: cuidar da sustentabilidade financeira da empresa, a fim de retomar seu poder de investimento e sua estabilidade, para se proteger da crise financeira ocasionada pela pandemia. A diminuição de despesas prevista com as medidas de contenção em pauta é da ordem de R$ 600 milhões anuais. As reivindicações da Fentect, por sua vez, custariam aos cofres dos Correios quase R$ 1 bilhão no mesmo período – dez vezes o lucro obtido em 2019. Trata-se de uma proposta impossível de ser atendida. Respaldados por orientação da Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (SEST), bem como por diretrizes do Ministério da Economia, os Correios se veem obrigados a zelar pelo reequilíbrio do caixa financeiro da empresa. Em parte, isso significa repensar a concessão de benefícios que extrapolem a prática de mercado e a legislação vigente. Assim, a estatal persegue dois grandes objetivos: a sustentabilidade da empresa e a manutenção dos empregos de todos.
Banco Central vai lançar nota de R$ 200 estampada pelo lobo-guará

– Nas redes sociais, internautas provocaram uma avalanche de memes com sugestões de imagens para a nova cédula – O Banco Central (BC) informou nesta quarta-feira (29) que o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou o lançamento de uma cédula de 200 reais, que terá como personagem o lobo-guará. A previsão é de que a nova cédula deverá entrar em circulação no final de agosto, com estimativa de serem impressas 450 milhões de cédulas neste ano. E, como a cédula ainda não foi apresentada, internautas logo se mobilizaram para criar um possível design, inunando as redes sociais com memes (relativo a esse tópico e outros, sobretudo sugerindo outas ilustrações para ela). Veja abaixo alguns: O peixe da nota de 100 reias vendo que terá uma Nota de 200 agora. pic.twitter.com/BljVlJeGal — Lucas Portela (@Lucas97portela) July 29, 2020 Se não for essa nota de 200 reais é melhor nem fazer pic.twitter.com/p3OP60Ahzb — mbz Jota (@jotaplays) July 29, 2020 Quem vai estar na nova nota de 200 reais /// Quem realmente merecia estar pic.twitter.com/cxDd4Ul6wk — amigo da naturesa ™ (@SoPostRuim) July 29, 2020 A verdadeira nota de 200 reais. pic.twitter.com/k8eZn04hHB — Danny Bond ???????? (@BonddDanny) July 29, 2020 como a nota de R$200 deveria ser pic.twitter.com/FkA0nbAISK — seu amigo cleyto (@cleytxn) July 29, 2020 vai ser mais fácil encontrar um lobo-guará no quintal de casa do que uma nota de 200 na carteira pic.twitter.com/oyhVK21IQv — instagram: pedro.rafhael (@falarafha) July 29, 2020 petição pro cachorro caramelo de esquina ficar na nota de 200 pic.twitter.com/IH00jSsoLh — se a terra nao é plana como explica o céu reto? ???? (@moreiraviw) July 29, 2020 Eu e a moça do caixa do supermercado esperando vir alguém trocar a nota de 200 reais por 20 notas de 10. pic.twitter.com/2TYID15h0m — tudo esterelizado pra vc nao ficar mal (@hiagorelias) July 29, 2020