Globo se chateia porque a porra estancou

 – Golpe esvazia a Lava Jato – como previu o Jucá – Ao noticiar a prisão do bandido do Ademar Bendine – a Cegonhóloga diz que a culpa é da Dilma… – a manchete do Globo Overseas revela dor profunda: “…mas (sic) PF terá (sic) que reduzir operações”, porque segundo o Ministro (sic) da Justiça (sic) em atividade provisória, o corte de despesas da União vai afetar a Lava Jato: – Poderá implicar em processos seletivos (sic) de ações (ou seja, só as que tiverem petistas e amigos de petistas como alvos – PHA) e não fazer todas as necessárias (que envolverem Golpistas e amigos de Golpistas canalhas – PHA)”. O Globo está chateado porque não prestou atenção ao histórico e edificante diálogo do Sérgio Machado com o ‘essa porra’ Jucá, em que se previa a cumplicidade (sic) do Supremo: Estancou a porra ou não estancou? Se não fosse o Ministro Fachin… PHA

MST realiza Festival de Artes e Cultura

– Pré Festival de Arte e Cultura da Reforma Agrária promove interação entre campo e cidade neste sábado em Montes Claros – Do Campo à Cidade Amanha (29), Montes Claros vai poder conhecer de perto a importância da luta pela democratização da terra e da produção de alimentos saudáveis. A cidade vai receber o “Pré Festival de Arte e Cultura da Reforma Agrária” , que vai movimentar o dia com apresentações musicais, feira de produtos orgânicos e artesanato, além de outras atividades como oficina de tambores e contação de história. O evento vai ser realizado no Corredor Cultural e tem início marcado às 09 horas da manhã. Além de ser um momento de interação entre o campo e a cidade, o Pré Festival garante espaços para todas as idades. Será também um momento para a população se informar sobre a Reforma Agrária e entender a importância da pauta para garantia da vida da segurança alimentar, a partir da produção sustentável de alimentos. As 16H o evento contará com um ato político de lançamento do Festival Nacional que vai acontecer em setembro e que fez história no ano de 2016 no centro de Belo Horizonte por possibilitar vivências políticas e culturais. As 18H sobe ao palco a grande atração do evento: o cantor e compositor Wilson Dias. O Pré Festival de Arte e Cultura da Reforma Agrária está sendo organizado pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, Casa de Augusta, Centro de Agricultura Alternativa do Norte de Minas, Cooperativa Grande Sertão, Cooperativa Camponesa Veredas da Terra, Unimontes, Secretaria Municipal de Cultura e Instituto de Ciências Agrárias da UFMG.

Hoje tem Élcio Lucas no Quintal

 – Cantor e compositor se apresenta nessa noite na programação especial da Transa Poética –  O projeto Terça Poética, promovido pelo grupo Transa Poética volta a ativa hoje, com a ‘Terça Poética de Inverno’, no espaço cultural Quintal Avenida, a partir das 20h. Os amantes da poesia poderão comtemplar, gratuitamente, uma extensa programação que contará com lançamentos de CDs. De acordo com Aroldo Pereira, um dos organizadores, o projeto busca dar sequência à vivacidade artística em Montes Claros. “A Terça Poética no Quintal é mais uma iniciativa para celebrar a poesia e a existência nas ruas da cidade, com luta e resistência. No primeiro semestre, tivemos com grande sucesso de público e envolvimento as ‘Terças Poéticas de Verão’. A alegria nesta nova empreitada não deixará a desejar”, destaca o poeta. Na programação, tem lançamento de CD do cantor e compositor Élcio Lucas, que fez parte do Grupo Raízes. Ele lançará seu CD ‘Vago Uni Verso’, que já teve lançamentos na França, Itália, São Paulo, Rio e Belo Horizonte. Já o músico Gabriel Drumond Colares também lançará seu primeiro CD, como título ‘Terra dos Infames’. Ambos os trabalhos, tiveram a produção musical do guitarrista Yan Guedes, que faz parte da banda de apoio do cantor Beto Guedes. Também participa da primeira Terça Poética de Inverno, o Poeta africano de Guiné Bissau, Fernando Mandinga, que apresentará alguns poemas da sua lavra. Outros artistas também já confirmaram presença no encontro, são eles: o músico, cantor e radialista Álvaro Vicente; o poeta Aroldo Pereira e Samuel Pereira; o músico e artista plástico Alexandre Zuba – lançando suas camisetas ‘psiucodélicas’; e dos poetas Renilson Durães, Fabrício Tolentino, Luciene Mota, Anatalia Moreira, Albino José dos Santos, Marli Fróes, Hamilton Ferreira da Silva, Vítor Oliva, Márcio Caldeira, Fábio Parrela, Marina Sena, Karen Nascimento, Grupo de Literatura & Teatro Transa Poética e a poeta homenageada em 2017 pelo 31° Salão Nacional de Poesia Psiu Poético, Marlene Bandeira.Informação de Alana Freitas – Jornal Gazeta

Pedagoga é presa por injúria racial

 – Ela chamou o segurança de hospital de macaco e negro em um hospital de Montes Claros –Segundo a Polícia Civil, a pedagoga foi autuada em flagrante e liberada após pagar R$ 1 mil de fiança Via G1 Grande MinasUma pedagoga foi presa por injúria racial em Montes Claros, nessa sexta-feira (21). De acordo com a Polícia Civil, ela ofendeu um segurança de um hospital e o chamou de ‘macaco’ e negro durante um atendimento. A ocorrência foi registrada nessa sexta-feira (21).A delegada responsável pelo caso explicou que a pedagoga chegou ao hospital com um filho adolescente passando mal. Um outro filho dela, que é acadêmico de medicina, acompanhou o atendimento. “Ela também pediu para entrar alegando que o filho estava na condição de acadêmico, o segurança não deixou porque é permitido a entrada de apenas um acompanhante. A mulher ficou exaltada e chamou o segurança de macaco e negro”, disse a delegada Maria Angélica Fernandes Almeida Prado. O segurança acionou a polícia e fez uma representação por injúria racial contra a mulher. Segundo a delegada, a pedagoga foi autuada em flagrante e liberada após pagar fiança de R$ 1 mil, mas vai responder pelo crime em liberdade. “O segurança e a enfermeira, que testemunhou o crime, foram ouvidos e na próxima semana, outras pessoas também serão ouvidas”, conclui a delegada.O G1 não conseguiu falar com a assessoria do hospital.

Só queriam derrubar Dilma, não o fim da corrução

 – O procurador Carlos Fernando Lima, um dos integrantes da força-tarefa da Lava Jato, constatou que a motivação de muitas pessoas que apoiavam a operação era apenas derrubar a presidente Dilma Rousseff, e não o fim da corrupção. –  “Infelizmente muitas pessoas que apoiavam a investigação só queriam o fim do governo Dilma e não o fim da corrupção. Agora que Temer conseguiu com liberação de verbas, cargos e perdão de dívidas ganhar apoio do Congresso, o seu partido deseja acabar com as suas investigações. Mas, mesmo com todas as articulações do governo e de seus aliados, as investigações vão continuar por todo país”, escreveu ele, em seu Facebook. Em outra postagem, o procurador também criticou o deputado Fábio Ramalho, por defender, em entrevista ao Estado de S. Paulo, o fim da Lava Jato. Leia abaixo: A LAVA JATO REALMENTE NÃO CONCLUIU SUAS INVESTIGAÇÕES, mas ao contrário do que deseja o Estadão e o deputado Fábio Ramalho (PMDB-MG), não vai ser agora que a operação investiga o PMDB e outros partidos que se beneficiaram do governo Dilma e hoje se beneficiam do governo Temer que a Lava Jato vai acabar. Realmente há muito trabalho por fazer, seja terminarmos investigações do passado, seja iniciarmos novas investigações para o futuro.Não cabe ao Ministério Público escolher o crime que investiga. A Justiça é cega justamente porque a lei é igual para todos. A pior impunidade seria deixarmos agora de investigar crimes de corrupção simplesmente porque o grupo no poder atende os interesses econômicos do empresariado, cuja voz no mídia é a do jornal O Estado de São Paulo. P.S. Novamente o editorialista usa de mexericos para dizer que Procuradores da República seriam responsáveis por vazamentos. Seria bem mais corajoso se fossem nominadas essas pessoas que teriam vazado, pois intriga, fofoca e maledicência não são o que se espera de um jornal sério.

Fiemg estuda recriar Conselho de Empresários

Olavo Machado Junior e Alberto Salum com os presidentes dos sindicatos patronais

 A Federação das Indústrias de Minas Gerais está decidida a recriar o Conselho de Empresários da Área Mineira da Sudene (CEAMS), que funcionou na entidade até o final da década de 90 e tinha como foco atrair investidores para aplicar nessa área, que oferece como atrativo a isenção do imposto de renda por 10 anos. O presidente Olavo Machado Júior esteve ontem à tarde em Montes Claros, acompanhado do vice-presidente Alberto Salum, quando explicou que a recriação do escritório da Sudene implicará na contrapartida da Fiemg, com a recriação do CEAMS, que sempre foi presidido pelo empresário Luiz de Paula. Olavo Machado visitou Montes Claros em busca de apoio dos nortemineiros à candidatura de Alberto Salum à presidência da Fiemg. A chapa tem de ser inscrita até outubro e a eleição será em abril de 2018. Olavo Machado explicou que a ampliação da área mineira da Sudene, que saiu de 86 para 168 municípios, pois envolve o Norte de Minas e Vales do Jequitinhonha e Mucurí, tornou a região a melhor opção de investimentos na área da Sudene, pois é a mais próxima das grandes áreas consumidoras do país, que é formada pelo Sudeste brasileiro. Ele lembra que a instalação da Eurofarma é reflexo dessa situação e fruto do trabalho realizado pelo presidente da Fiemg-Norte, Adauto Batista Marques, que acompanhou toda negociação com os investidores. Depois de acertado com os empresários, a Fiemg levou o assunto ao governador Fernando Pimentel, que consolidou o apoio de Minas Gerais. Olavo Machado Junior descarta que seja candidato a governador ou vice-governador de Minas Gerais na eleição de 2018, pois sua política é empresarial. O vice-presidente Alberto Salum, que é candidato a presidente, salienta que o Norte de Minas terá o mesmo espaço ocupado atualmente na Fiemg, com a liderança de Adauto Batista. Ele prometeu apoio para as causas do Norte de Minas, como a duplicação da BR 251, no trecho de Montes Claros a rodovia Rio Bahia e cujas obras de recuperação e manutenção estão sendo realizadas pela sua empresa Vilasa. O contrato é de cinco anos, sendo dois das obras e três de manutenção, mas seu esforço é para fazer a obra em um ano. Por GIRLENO ALENCAR

Comunidade quilombola de Monte Alto

O secretário Nilmário Miranda, no Fórum Regional (foto: Girleno Alencar)

 – Conferência discutirá criação do primeiro quilombo de Montes Claros –  Será realizada hoje e amanhã, em Montes Claros, a IV Conferência Regional de Promoção da Igualdade Racial do Norte de Minas, com a participação de 34 municípios e que terá como novidade a criação do primeiro quilombo de Montes Claros, na comunidade de Monte Alto, a 13 quilômetros de Montes Claros. O processo de criação dessa comunidade quilombola foi iniciado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e agora será montado o processo, para buscar o credenciamento na Fundação Palmares. O foco é construir uma escola na localidade, usando os recursos do programa Brasil Afrodescendente. A Conferência começa hoje às 19 horas, no campus da Unimontes e com a presença do secretário Nilmário Miranda, de Direitos Humanos e Cidadania. A Conferência Regional de Promoção da Igualdade Racial do Norte de Minas ocorre no momento em que Montes Claros viveu, na última sexta-feira, uma polêmica: uma pedagoga (cujo nome foi mantido em sigilo) foi presa acusada de injúria racial, ao ofender um segurança de um hospital. Ela o teria chamado de ‘macaco’ e negro, durante um atendimento. Ela chegou ao hospital com um filho adolescente passando mal. Outro filho dela, que é acadêmico de medicina, acompanhou o atendimento, quando a pedagoga também pediu para entrar alegando que o filho estava na condição de acadêmico. O segurança não deixou porque é permitido a entrada de apenas um acompanhante. A mulher ficou exaltada e chamou o segurança de macaco e negro. A mulher foi autuada em flagrante e liberada após pagar fiança de R$ 1 mil, mas vai responder pelo crime em liberdade. A IV Conferência Regional de Promoção da Igualdade Racial do Norte de Minas tem como tema deste ano “O Brasil na Década do Afrodescendente: Montes Claros promovendo a Igualdade Racial por nenhum Direito a menos”. O organizador Rodrigo Lucas Ferreira de Souza explica que o secretário estadual Nilmário Miranda confirmou sua presença na abertura, às 19 horas, no auditório Mário Ribeiro da Silveira, no prédio 6. No dia 25, durante todo dia, serão discutidos vários assuntos. A previsão dos organizadores é de reunir cerca de 250 pessoas, entre representantes do Governo de Minas, ONGs, instituições de ensino, líderes comunitários, pesquisadores, professores e acadêmicos. 35 municípios do Norte de Minas estão inscritos para o evento. O procedimento a seguir, conforme orientação da Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Participação Social e Cidadania (Sedpac), é para que cada prefeitura publique o respectivo decreto sobre sua inserção no evento.  Por Girleno Alencar – Jornal Gazeta Territórios remanescentes de quilombos O Território Remanescente de Comunidade Quilombola é uma concretização das conquistas da comunidade afro descendente no Brasil, fruto das várias e heróicas resistências ao modelo escravagista e opressor instaurado no Brasil colônia e do reconhecimento dessa injustiça histórica. Embora continue presente perpassando as relações socioculturais da sociedade brasileira, enquanto sistema, o escravagista vigorou até 1888 e foi responsável pela entrada de mais de 3,5 milhões de homens e mulheres prisioneiros oriundos do continente africano – embora haja discrepância entre as estimativas apresentadas, Sérgio Buarque de Holanda1 faz uma análise das mesmas considerando este um número sensato. Além de oriundos dos antigos quilombos de escravos refugiados é importante lembrar que muitas das comunidades foram estabelecidas em terras oriundas de heranças, doações, pagamento em troca de serviços prestados ou compra de terras, tanto durante a vigência do sistema escravocrata quanto após sua abolição. Os remanescentes de quilombo são definidos como grupos étnico-raciais que tenham também uma trajetória histórica própria, dotado de relações territoriais específicas, com presunção de ancestralidade negra relacionada com a resistência à opressão histórica sofrida, e sua caracterização deve ser dada segundo critérios de auto- atribuição atestada pelas próprias comunidades, como também adotado pela Convenção da OIT sobre Povos Indígenas e Tribais. A chamada comunidade remanescente de quilombo é uma categoria social relativamente recente, representa uma força social relevante no meio rural brasileiro, dando nova tradução àquilo que era conhecido como comunidades negras rurais (mais ao centro, sul e sudeste do país) e terras de preto (mais ao norte e nordeste), que também começa a penetrar ao meio urbano, dando nova tradução a um leque variado de situações que vão desde antigas comunidades negras rurais atingidas pela expansão dos perímetros urbanos até bairros no entorno dos terreiros de candomblé. Atualmente, há mais de 2 mil comunidades quilombolas no país, lutando pelo direito de propriedade de suas terras consagrado pela Constituição Federal desde 1988.

Montes Claros será sede do Bossa n´Jazz Gourmet

 Montes Claros será sede para a segunda edição do Bossa n´Jazz Gourmet, que reúne música e gastronomia pelo interior de Minas Gerais. O evento será realizado no próximo sábado (29), com uma grande programação musical com artistas de renome nacional e atrações regionais, como: as bandas Berrodágua, Falcatrua e Zimun – que vai lançar seu segundo CD – e os músicos Aggeu Marques e Flávio Venturini. A produção é da empresa UN Music, que contam com apoio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura. A promotora é a mesma responsável por eventos como o festival Marte (que foi realizado neste fim de semana em Mariana), o Circuito Itabirito de Arte Cultura entre outros. Na sua segunda edição, o Bossa n´Jazz Gourmet traz como parte da programação o Festival de Cerveja Artesanal (FCA), um encontro de cervejarias artesanais de vários lugares do Estado permitindo os moradores da cidade e visitantes, descobrirem os diferentes sabores, aromas e harmonizações. “Cervejeiros, especialistas e consumidores poderão degustar mais de 100 rótulos e, ao mesmo tempo”, informou a organização do evento. Ainda de acordo com a organização, o Bossa n´Jazz Gourmet, tem o “intuito de explorar o potencial da cozinha mineira, trazer grandes nomes da música atual para o Estado e dar oportunidade pra artistas locais”. A primeira edição do evento, que é aberto ao público, aconteceu ano passado, em Itabirito. Neste ano, além de Montes Claros, Juiz de Fora vai receber o Bossa n´Jazz Gourmet, no dia 19 de agosto. Outra finalidade do Bossa n´Jazz Gourmet é valorizar e dar oportunidade para artistas mineiros dedicados a música. Além desses propósitos, o evento pretende ser um atrativo a mais para que turistas visitem a cidade durante o dia do evento.  Flávio Venturini será a grande atração da noite O mineiro, um dos ícones do movimento Clube da Esquina, apresenta um show com repertório de seus grandes sucessos, como “Todo Azul do Mar”, “Noites com Sol”, “Pierrot”, Espanhola, Céu de Santo Amaro, todas com novos arranjos, e algumas composições instrumentais, feitas por ele ao longo de mais de 40 anos de travessia. Banda Zimun lança segundo CD em Montes Claros Criatividade, improviso e construções sonoras arquitetadas com o som que vem das ruas. Essa é a essência da banda Zimun, que junta o jazz, rap, um pouco de rock, afrobeat e MPB para criar um novo estilo: o Street Jazz. Essa mistura musical, que passeia por diversos estilos, já levou a banda para turnê na Europa e agora poderá ser conferida em Montes Claros. No show, a banda lança seu segundo álbum de inéditas “Sobre o Bom Senso & o Senso Comum”, com as inéditas A Máquina do Ontem, Na Memória, Cidadão do Mundo, entre outras. Pérolas falcatruescas A banda Falcatrua leva ao evento de seu quinto CD “Pequenas Porções de Espaço”. Conhecidos pela autenticidade e por fazer diversão e poesia a partir de uma base rock´n´roll que inclui MPB, folk, influências do soul de Tim Maia a marchinhas de carnavais. Músicos locais no palco do Bossa n´Jazz Gourmet De Montes Claros, a banda Berrodágua se dedica ao rock em suas diversas vertentes. O show traz composições próprias e ainda um repertório de covers que tem como principal proposta entreter o público com o que há de melhor no rock de todos os tempos. Aggeu Marques, outra atração da programação, é cantor, compositor e médico, Aggeu nasceu em Caratinga (MG), mas passou a infância e grande parte da vida em Montes Claros. Tocou em importantes bandas covers de Beatles e participou, por nove vezes, do Liverpool Beatle Week, na Inglaterra, alcançando sempre grande destaque.  Via Alana Freitas – Jornal Gazeta

Justiça manda médicos finalizar greve em 10 dias

 – A greve dos médicos especialistas foi iniciada em setembro do ano passado e tem causado impacto principalmente na oftalmologia, onde mais de 1.000 pacientes deixaram de ser atendidos, como nos casos de cataratas. –  O desembargador Wander Marota, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, concedeu liminar para a Prefeitura de Montes Claros e deu 10 dias de prazo para os médicos especialistas, que atendem pelo Sistema Único de Saúde, retornarem suas atividades, sob pena de multa diária de R$ 50 mil, a ser cobrada do Sindicato dos Médicos do Norte de Minas. A decisão saiu na sexta-feira à tarde, mas a entidade dos médicos não foi citada ainda. O presidente Carlos Eduardo Queiroz explica que esperará ser intimado oficialmente, mas convocará nova assembléia geral para essa semana, quando se decidirá as medidas a serem tomadas. Desde o mês de julho de 2015, portanto há dois anos, que o Sindicato dos Médicos pediu a Prefeitura de Montes Claros para analisar as reivindicações aumento do piso salarial de médicos especialistas com 20 horas semanais, criação de turno de trabalho de 10 horas semanais sem exigência de meta de produtividade, pagamento de reflexo da gratificação/produtividade sobre o 13º salário de 2015; pagamento de insalubridade em grau máximo de 40% sobre o piso da categoria, melhora no meio ambiente de trabalho e repasse da contribuição sindical para o SINDMED. No dia 18 de fevereiro de 2016 enviou novo ofício, com as reivindicações não apenas dos médicos especialistas, mas também dos médicos de atenção primária e terciária. Em 12 de setembro de 2016, o SINDMED notificou o Município a deflagração de greve por tempo indeterminado e a manutenção mínima dos serviços essenciais durante o período de greve, no percentual de 30% do total dos funcionários, para que não haja prejuízo para a população, especialmente para os casos de urgência e emergência. No dia 14, a Prefeitura apresentou a proposta de negociação. Porém no dia 23, o SINDMED os médicos tiveram negado o pedido de suas escalas de trabalho, quando ocorreu o desconto nos salários e por isso foi deflagrada nova greve a partir do dia 24 de outubro. Denunciou a falta de local para os médicos trabalharem, obrigando a fazer rodízio dos consultórios. O desembargador Wander Marota explica que o Sindicato afirma que a greve irá durar até que o Município efetue o pagamento dos descontos realizados a partir do mês de junho de 2016 dos médicos que cumpriram integralmente as escalas de serviço impostas pelo Município, o que não é legal, pois não é possível saber se, de fato, os descontos referem-se ao período em que os servidores não trabalharam durante a greve ou a adequação da remuneração dos médicos especialistas ao disposto na Lei Municipal Complementar nº 51 de 30 de maio de 2016, como afirma o autor. Ele lembra que alguns profissionais aderiram à greve na condição de atendimento mínimo de 30%, outros chegam a 100% de ausência”, o que é também ilegal e que a greve já dura mais de seis meses, o que torna necessária a tutela pretendida. “Embora seja a greve um direito fundamental, pertencente a todo trabalhador, seja ele privado ou público, tal direito não poder ser exercido de forma a causar prejuízo a toda a coletividade, devendo o Judiciário atuar na busca de soluções que levem à preservação dos interesses dos servidores, mas sem prejudicar a sociedade. Dever-se-á sempre insistir na busca de um equilíbrio difícil, mas de possível consecução. Lembro, por último, que o objetivo precípuo da liminar é, justamente, o de impedir os males corrosivos do tempo no processo – e caso seja autorizada a paralisação os pacientes ficarão, ao que parece, sem atendimento médico e hospitalar, podendo haver danos irreparáveis, inclusive com risco de morte”. Com informação do jornal Gazeta

Norte de Minas é destaque na produção de manga

 – Região atinge produção de 600 toneladas de manga por semana –Cerca de 120 toneladas são exportadas para países da Europa; Norte de MG possui cerca de 10% de toda a área de cultivo da fruta no Brasil. Pesquisas foram apresentadas em Congresso, na China (Foto: Abanorte/Divulgação) Pesquisas foram apresentadas em Congresso, na China (Foto: Abanorte/Divulgação) Do G1 Grande Minas O Norte de Minas se destaca no cenário da mangicultura, com cerca de seis mil hectares dedicados ao cultivo da manga. De acordo com dados da Associação Central dos Fruticultores do Norte de Minas (Abanorte), semanalmente são produzidos 600 toneladas da fruta; sendo que 120 toneladas são exportadas para países da Europa. A área plantada na Norte de Minas representa cerca de 10% de todo o território de cultivo da manga no Brasil. O produtor rural Darcy da Silva Glória afirma que possui uma área de 25 hectares produzindo o fruto, onde são colhidos entre 600 e 700 toneladas anualmente.O produtor afirma ainda que outros 15 hectares já iniciam o ciclo produtor em 2018. Mesmo com outras áreas cultivando outros frutos, o produtor diz estar satisfeito com os resultados da mangicultura. “É uma cultura cara, mas as possibilidades de lucro são boas também. Creio que nossa produção seja satisfatória devido ao clima bom para o fruto na região e também com as boas técnicas de manejo aplicadas”, afirma Darcy da Silva.Em busca de novas tecnologias a serem aplicadas no cultivo da manga na região, consultores da Abanorte participaram do XII Congresso da Manga, realizado na China. Especialistas de várias partes do mundo apresentaram pesquisas em torno da mangicultura durante o encontro.O coordenador da Câmara Setorial da Manga da Abanorte, Moacir Brito Oliveira, explica que a China investe alto na indústria da manga, mas, ao mesmo tempo, satisfeito em reafirmar a imagem do Norte de Minas como referência na produção do fruto, inclusive em relação à países como a China e Índia.“Lá eles produzem um fruto com o sabor intenso. Voltamos impressionados com os investimentos do país na produção. Porém, a produção deles ainda é para o consumo próprio. Hoje o Norte de Minas é destaque no Brasil, com uma das produções mais regulares. Cerca de 10% de toda produção nacional sai da nossa região”, explica.Para Oliveira, os resultados obtidos na região, e que foram levados ao congresso, se devem às parcerias firmadas entre a Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) e a Abanorte. “Foi muito importante participar deste congresso, porque lá apresentamos os resultados de nossa produção. Pudemos ver o que fazer em questões de tecnologia e percebemos que estamos no caminho certo. Com o apoio da Unimontes e da Abanorte, que abraçam a causa deste cultivo, iremos conseguir novos e bons resultados”.