Os coxinhas foram mesquinhos ou ingênuos

– O desabafo é do procurador da Lava Jato, Carlos Fernando Lima – Segundo ele, os coxinhas mesquinhos queriam apenas substituir um partido pelo seu próprio partido, sem qualquer pretensão de buscar o bem comum. Já os ingênuos acreditavam que todo mal estava no governo do PT. Ledo engano. O procurador Carlos Fernando dos Santos LimaPublicado no Facebook do procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, da Lava Jato. Amigos. A operação lava jato começou ostensivamente em março de 2014. Fui convidado a participar das investigações pelo Dr. Deltan Dallagnol, com o respaldo do Procurador Geral da República Dr. Rodrigo Janot. Nesses mais de três anos desvendamos com o apoio da Polícia Federal e da Receita Federal diversas organizações criminosas, tanto empresariais, quanto político-partidárias, que vêm sugando a vitalidade dos cidadãos brasileiros. Esses esquemas criminosos nos vampirizam, por um lado, pela corrupção, que corrói nossa economia e irriga os cofres de partidos políticos, políticos e funcionários públicos, e por outro lado, pelo benefício ilegal a empresas, seus proprietários e executivos em contratos públicos. Apesar do sucesso das investigações até o momento, sempre soubemos o tamanho das forças contrárias que enfrentaríamos. Nunca fomos ingênuos a esse respeito. Por sorte pudemos contar com o apoio de pessoas de bem. Infelizmente, entretanto, algumas das pessoas que nos apoiavam o fizeram por motivos mesquinhos ou ingênuos. Os primeiros queriam apenas substituir um partido pelo seu próprio partido, sem qualquer pretensão de buscar o bem comum. Já os segundos acreditavam que todo mal estava no governo do PT. Ledo engano. A verdade é que estamos mergulhados em uma crise de um sistema político – partidário corrupto, que usa, independentemente do partido, de todos os meios ilícitos para sobreviver. Esse sistema corrupto continua no atual governo. Não sejamos ingênuos ou, pior, cegos por não desejarmos ver a verdade. A atual luta não é esquerda contra direita, nem ricos contra pobres. É aqueles que desejam um país honesto com seu povo, limpo de toda essa abominável sujeira, contra aqueles que se beneficiaram da corrupção para alcançarem poder e dinheiro à custa do trabalho duro de todos os brasileiros. Dessa forma, quero reiterar a todos a confiança que tenho nos trabalhos da equipe do Procurador Geral da República Dr. Rodrigo Janot, pois sei da seriedade de todos os seus esforços para que seja alcançado o mesmo objetivo de termos um país melhor. Esse é o meu testemunho. E o faço livremente na esperança que as pessoas que o leiam possam acreditar nas minhas palavras. Não tenho compromisso algum com quem quer que seja, salvo com meu compromisso , que também foi o de meu pai e é de meus irmãos, de sermos servidores públicos e promotores de justiça. Carlos Fernando dos Santos Lima, cidadão.
Corrida do aniversário de Montes Claros

– As inscrições estão abertas até o dia 23 deste mês – No dia 2 de julho, às 8 horas, os amantes da prática esportiva tem encontro marcado na Praça dos Jatobás, em Montes Claros, na Corrida Aniversário de Montes Claros – José Nardel. A prova é promovida pela Secretaria de Esportes da Prefeitura de Montes Claros, em parceria com a Federação Mineira de Atletismo, e terá dois percursos, de 5 e 10 km (Praça dos Jatobás/Ginásio Ana Lopes/Praça dos Jatobás), sendo que no percurso de 10 km se percorrerá o trajeto duas vezes. Além da opção de 5 e 10 km, a competição também terá categorias para portadores de necessidades especiais (PNE, deficientes visuais e cadeirantes) e Escolar (14 a 17 anos), ambas com percurso de 5 km. O valor da inscrição é R$ 30, para a categoria Geral 5 e 10 km, e R$ 15, para a categoria Escolar. A categoria PNE tem inscrição gratuita. Segundo o regulamento da competição, o atleta deficiente visual deverá estar acompanhado de um atleta-guia com o qual deverá estar ligado por corda através de mãos, braços ou dedos. A camisa será disponibilizada a todos os inscritos; a medalha, aos concluintes da prova; e os troféus aos primeiros colocados das categorias de faixa etária (18 a 29 anos; 30 a 39; 40 a 49; 50 a 59; e acima de 60 anos) da corrida de 10 km e da categoria Geral (5 e 10 km). Mas quem deseja participar da prova que festeja os 160 anos da maior cidade do Norte de Minas deve se apressar, pois as inscrições terminam no dia 23 de junho. Os interessados poderão realizar sua inscrição através do site oficial da Prefeitura de Montes Claros (www.montesclaros.mg.gov.br). É interessante lembrar que os atletas menores de 18 anos deverão apresentar autorização assinada pelo pai ou responsável no momento da entrega do kit, que se dará na véspera da corrida, entre 12 e 19 horas, na sede da Secretaria de Esportes, na Praça dos Jatobás. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3229-3474. Imagens da medalha e do troféu da prova Via Ascom-Prefeitura
Prescrição do mensalão do PSDB beneficia mais um

Afinal, a lei é para todos – menos para tucano Conversa Afiada De José Marques, na Fel-lha: Quase uma década depois da denúncia sobre o mensalão tucano ser apresentada pela Procuradoria-Geral da República, mais um réu no caso –o quarto, dos 12 iniciais– não deve ser julgado. Ex-diretor de uma estatal mineira, Lauro Wilson de Lima Filho fez 70 anos em maio e pediu à Justiça para ser beneficiado pela prescrição. Acusado pelo crime de peculato (quando o funcionário público desvia recursos), seu processo estava na fase que antecedia o julgamento. A Justiça ainda não se manifestou sobre o pedido. Falta de sentença não é exceção no mensalão tucano. A única relativa ao episódio, considerado um “embrião” do mensalão petista, fez um ano e meio nesta sexta-feira (16). É a condenação de Eduardo Azeredo, ex-presidente do PSDB, a 20 anos e dez meses de prisão por peculato e lavagem de dinheiro. Segundo a PGR, ele liderava um esquema que desviou R$ 3,5 milhões (R$ 14 milhões em valores atualizados) de empresas públicas para irrigar sua fracassada campanha de reeleição ao governo de Minas Gerais, em 1998. Azeredo recorre em liberdade e seu julgamento em segunda instância ainda não tem data marcada. Desde março, a ação contra ele aguarda para ser pautada pelo desembargador Adilson Lamounier. (…)
Longa estiagem castiga o norte de Minas Gerais

– Prefeitura de Montes Claros realiza levantamento nas comunidades rurais sobre os danos causados pela seca – No dia 24 de fevereiro o município de Montes Claros decretou estado de emergência, devido à longa estiagem que afeta não só o município, mas toda a região.Para mitigar os efeitos da seca sobre o Homem do Campo (que é sempre o mais atingido pelas adversidades climáticas), a Prefeitura está pleiteando, junto ao governo federal, verbas para a realização de ações que possam diminuir o impacto da estiagem, como a criação e manutenção de barraginhas, barragens de contenção e poços artesianos, além da instalação de caixas d’água de 50 e 20 mil litros e da tubulação para a distribuição de água nas comunidades rurais. Com isso, o município pretende não só garantir o abastecimento de água para humanos e animais, como também a proteção dos lençóis freáticos.Atualmente, a Defesa Civil Municipal, que tem como coordenador Eduardo Marques, está realizando um amplo levantamento das necessidades de cada comunidade rural, fazendo, em campo, o trabalho de georreferenciamento e relatório fotográfico. Em cima desses dados será elaborado um Plano de Trabalho para a solicitação da verba junto ao governo federal.Via Prefeitura de Montes Claros
FIM DO MITO DA LIGAÇÃO LULA-FRIBOI

– O empresário Joesley Batista desmontou a lenda urbana: a de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seus parentes seriam sócios da JBS, dona da marca Friboi – A entrevista bombástica do empresário Joesley Batista, em que ele apontou Michel Temer como chefe da “maior e mais perigosa organização criminosa do Brasil” (saiba mais aqui), também serviu para desmontar uma lenda urbana: a de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seus parentes seriam sócios da JBS, dona da marca Friboi. Num determinado trecho, o jornalista de Época questiona por que Joesley nunca gravou Lula e a resposta veio direta. – Porque eu nunca tive uma conversa não republicana com o Lula. Joesley disse ainda que só esteve com Lula uma única vez enquanto ele foi presidente – o encontro ocorreu em 2006, quando assumiu o comando da empresa. Depois, eles só voltaram a se encontrar em 2013. A interlocução com o PT, segundo o empresário, era feita por meio do ministro da Fazenda, Guido Mantega. – O que eu posso fazer se a interlocução era com o Guido? Aí inventaram que a Blessed (acionista da JBS), aquela empresa que temos nos Estados Unidos, seria do Lula, do Lulinha, de político. Esse negócio de Lula ou filho de Lula é fruto de um imaginário de alguém que quis nos prejudicar. Em sua nota, Temer diz que Joesley protegeu o PT, alegando que a JBS que a empresa cresceu no governo Lula e não no dele (leia aqui sobre a nota do Palácio do Planalto). A realidade, no entanto, mostra que praticamente todas as empresas brasileiras cresceram com Lula e afundaram com o golpe.
Cobertores serviram de tapetes em Montes Claros

– O Corpus Christi foi marcado este ano com uma novidade: os tradicionais tapetes de serragens acabaram substituídos por cobertores ou mesmo por TNT, permitindo que fossem afixadas imagens adesivadas.- Os cobertores de frio substituíram as serragens A estratégia foi colocada em prática pela primeira vez em Montes Claros e, também, em várias cidades do Brasil. O Frei Ari, da Catedral de Montes Claros, explicou que a utilização dessas técnicas é uma forma de causar menos poluição nas ruas centrais. O arcebispo Dom José Alberto celebrou a missa na Praça da Matriz (Fotos: Girleno Alencar) Os cobertores que foram espalhados da Praça da Matriz até a rua Doutor Veloso, no cruzamento com a rua Padre Augusto, foi isolada pelos voluntários católicos, pois somente o carro conduzindo o arcebispo Dom José Alberto Moura com o Santíssimo Sacramento passou por cima deles. Os fiéis foram impedidos, pois os cobertores seriam doados às famílias carentes. Na celebração na Igreja Matriz, onde surgiu a cidade de Montes Claros, o arcebispo pediu conscientização aos eleitores, pois lembra que a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) abriu uma campanha para colocar o Brasil na ordem, diante do quadro político complicado atual. Na homilia, ele reforçou a importância do eleitor saber em quem votará, pois os brasileiros são culpados pela atual situação. Dom José Alberto salientou que existem alguns políticos que prestam, mas têm outros que não prestam. Por isso, cobrou que os católicos ajudem a transformar o Brasil, diante da situação que se encontra ali. Tem de olhar a fé, mas tem de colocar em prática o que Deus pede. Isso pode ser evidenciado quando os cobertores e mantos serão doados aos carentes. O arcebispo afirmou que pelo fato de ser humanos, na caminhada se distrai muitos com os desafios e por isso, a necessidade de caminhar na Eucaristia. Ele lembrou que o Corpus Christi é o alongamento da quinta-feira santa, onde Jesus mostrou quem era e para que veio e está sempre a frente dos cristãos. Por isso, pediu que os católicos fizessem a reflexão sobre o ato. Depois da celebração, os católicos saíram em caminhada pelas ruas centrais até a Catedral Metropolitana, onde foi realizada a benção final. Várias pessoas se concentraram em frente à igreja (Foto: Girleno Alencar) Muitos voluntários participaram das atividades desde a manhã (Foto: Girleno Alencar)
Mecanismo de Doação Dedicada

– Comunidades tradicionais de 10 países alertam sobre clima – – As comunidades tradicionais de nove países latino-americanos e de um africano estão participando do Seminário Intercâmbio do Mecanismo de Doação Dedicada, que começou na quinta-feira em Montes Claros e prossegue hoje e amanhã em Matias Cardoso e São João das Missões, onde estão discutindo os impactos provocados pela mudança climática, gerada pelo processo de degradação ambiental. O Comitê Gestor do DGM Brasil, composto por indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais com reconhecida atuação no Cerrado brasileiro e o Centro de Agricultura Alternativa, que é a agência executora nacional, debateram o quadro climático no mundo. O encontro em Montes Claros (Fotos: Cibele/CAA) Os participantes são do Brasil, Colômbia, Costa Rica, Equador, Guatemala, México, Moçambique, Nicarágua, Panamá e Peru e estão animados em conhecer o Cerrado e sua “população tradicional”, conta Johnson Cerda, da ONG Conservação Internacional, que é o responsável mundial desse projeto. Ele lembra que a proposta é ver de que maneira as atividades que estão realizando se conectam a de outros países. Dentre os objetivos do intercâmbio, está o fortalecimento da articulação entre Povos e Comunidades Tradicionais, aproximando lideranças de diversas origens com o intuito de capacitar sua incidência política em ações de adaptação às mudanças climáticas e defesa de territórios. O intercâmbio também procura trocar experiências sobre a implementação nos países das práticas de manejo sustentável e abordagens sobre salvaguardas sociais e ambientais. “É um panorama da execução destes projetos em cada país”, explica Paula Vanucci, da equipe chave DGM Brasil. “Uma oportunidade para conhecer lições que cada um vem tirando da implementação do DGM, além de fortalecer uma rede de organizações latino-americana de Povos e Comunidades Tradicionais”. Omaya Casana, da Rede de Mulheres Indígenas da Biodiversidade do Panamá, conta suas impressões do primeiro dia de encontro: “aqui, podemos conhecer as inquietudes e necessidades dos diferentes países que participam do DGM. É muito interessante formar uma rede entre nós, indígenas e comunidades locais. Todos têm o mesmo caminho de buscar o desenvolvimento coletivo e a proteção dos territórios”. Ontem o grupo foi ao Quilombo da Lapinha, em Matias Cardoso. Hoje será na Reserva Indígena Xakriabá, em São João das Missões, onde dois projetos estão sendo apoiados pelo primeiro edital DGM Brasil, de gestão de recursos naturais “Extrativismo do Povo Xacriabá: fonte de renda, segurança alimentar e proteção do Cerrado”, e o projeto orientado ao mercado “Projeto Todos Juntos em prol da recuperação e restauração dos recursos naturais na comunidade território indígena Xacriabá”. O intercâmbio termina no domingo (18) com uma visita à Área de Experimentação e Formação em Agroecologia do CAA/NM e à Cooperativa Grande Sertão, em Montes Claros. Via Girleno Alencar – Jornal Gazeta
Temer é o maior e mais perigoso criminoso

– JOESLEY: TEMER É O CHEFE DA MAIOR E MAIS PERIGOSA QUADRILHA DO BRASIL – – O Brasil é hoje presidido por seu maior e mais perigoso criminoso, chamado Michel Temer; quem afirma, em entrevista concedida à revista Época, é o empresário Joesley Batista, do grupo J&F; “O Temer é o chefe da Orcrim da Câmara. Temer, Eduardo, Geddel, Henrique, Padilha e Moreira. É o grupo deles. Quem não está preso está hoje no Planalto. Essa turma é muita perigosa. Não pode brigar com eles. Nunca tive coragem de brigar com eles. Por outro lado, se você baixar a guarda, eles não têm limites. Então meu convívio com eles foi sempre mantendo à meia distância: nem deixando eles aproximarem demais nem deixando eles longe demais. Para não armar alguma coisa contra mim. A realidade é que esse grupo é o de mais difícil convívio que já tive na minha vida”, afirma – O empresário Joesley Batista, dono do grupo J&F, que controla a JBS, decidiu quebrar o silêncio e afirmou que o Brasil é hoje presidido por seu maior e mais perigoso criminoso. Sim, ele mesmo, Michel Temer. “O Temer é o chefe da Orcrim da Câmara. Temer, Eduardo, Geddel, Henrique, Padilha e Moreira. É o grupo deles. Quem não está preso está hoje no Planalto. Essa turma é muita perigosa. Não pode brigar com eles. Nunca tive coragem de brigar com eles. Por outro lado, se você baixar a guarda, eles não têm limites. Então meu convívio com eles foi sempre mantendo à meia distância: nem deixando eles aproximarem demais nem deixando eles longe demais. Para não armar alguma coisa contra mim. A realidade é que esse grupo é o de mais difícil convívio que já tive na minha vida”, disse Joesley, em entrevista à revista Época. Na entrevista, Joesley falou sobre sua relação com Temer, sempre baseada na troca de favores. “Nunca foi uma relação de amizade. Sempre foi uma relação institucional, de um empresário que precisava resolver problemas e via nele a condição de resolver problemas. Acho que ele me via como um empresário que poderia financiar as campanhas dele – e fazer esquemas que renderiam propina. Toda a vida tive total acesso a ele. Ele por vezes me ligava para conversar, me chamava, e eu ia lá.” Ele menciona o caso em que Temer o pediu para ajudar a financiar a guerrilha na internet, para ajudar a golpear a presidente legítima Dilma Rousseff, a quem devia lealdade institucional, e financiar o golpe de 2016. “Sempre estava ligado a alguma coisa ou a algum favor. Raras vezes não. Uma delas foi quando ele pediu os R$ 300 mil para fazer campanha na internet antes do impeachment, preocupado com a imagem dele. Fazia pequenos pedidos. Quando o Wagner saiu, Temer pediu um dinheiro para ele se manter. Também pediu para um tal de Milton Ortolon, que está lá na nossa colaboração. Um sujeito que é ligado a ele. Pediu para fazermos um mensalinho. Fizemos. Volta e meia fazia pedidos assim. Uma vez ele me chamou para apresentar o Yunes. Disse que o Yunes era amigo dele e para ver se dava para ajudar o Yunes”, afirma. Segundo Joesley, Temer acredita que os empresários lhe devem favores em razão do cargo que ocupa. “Há políticos que acreditam que pelo simples fato do cargo que ele está ocupando já o habilita a você ficar devendo favores a ele. Já o habilita a pedir algo a você de maneira que seja quase uma obrigação você fazer. Temer é assim”, diz ele. “Temer é o chefe de Cunha” O empresário afirma ainda que Eduardo Cunha, o ex-presidente da Câmara que aceitou o impeachment fraudulento e hoje está condenado a mais de 15 anos de prisão, é subordinado a Temer. “A pessoa a qual o Eduardo se referia como seu superior hierárquico sempre foi o Temer. Sempre falando em nome do Temer. Tudo que o Eduardo conseguia resolver sozinho, ele resolvia. Quando ficava difícil, levava para o Temer. Essa era a hierarquia. Funcionava assim: primeiro vinha o Lúcio [o operador Lúcio Funaro]. O que ele não conseguia resolver pedia para o Eduardo. Se o Eduardo não conseguia resolver, envolvia o Michel”, afirma. “Em grande parte do período que convivemos, meu acerto era direto com o Lúcio. Eu não sei como era o acerto do Lúcio do Eduardo, tampouco do Eduardo com o Michel. Eu não sei como era a distribuição entre eles. Eu evitava falar de dinheiro de um com o outro. Não sabia como era o acerto entre eles. Depois, comecei a tratar uns negócios direto com o Eduardo. Em 2015, quando ele assumiu a presidência da Câmara. Não sei também quanto desses acertos iam para o Michel. E com o Michel mesmo eu também tratei várias doações. Quando eu ia falar de esquema mais estrutural com Michel, ele sempre pedia para falar com o Eduardo.” Joesley relembra que a eleição de Eduardo Cunha para a presidência da Câmara institucionalizou o achaque. “O mais relevante foi quando Eduardo tomou a Câmara. Aí virou CPI para cá, achaque para lá. Tinha de tudo. Eduardo sempre deixava claro que o fortalecimento dele era o fortalecimento do grupo da Câmara e do próprio Michel. Aquele grupo tem o estilo de entrar na sua vida sem ser convidado”, afirma. Ele enfatizou ainda que a turma que governo o Brasil pós-golpe “é a maior e mais perigosa organização criminosa deste país, liderada pelo presidente.”
Líderes mundiais evitam pisar no Brasil do golpe

– Solo, a Temer no lo visita nadie. Escándalos afectaron la imagen del gobierno de Michel Temer – Reportagem da agência ANSA aponta que líderes mundiais, inclusive o papa Francisco, estariam evitando vir ao Brasil e dando preferência a outros países da América Latina, como Argentina, México ou Chile. Segundo o texto, esse cenário é fruto da instabilidade política no país e também da baixa popularidade de Michel Temer. A reportagem cita exemplos de líderes como a chanceler alemã Angela Merkel, o primeiro-ministro português Antonio Costa, o presidente italiano, Sergio Matarella, e o ex-presidente francês François Hollande, que estiveram no continente ou mesmo no Brasil, mas não se encontraram com Temer. A matéria destaca ainda que Temer não foi recebido pelo então presidente norte-americano, Barack Obama, em sua primeira viagem internacional, à China, e que em um ano à frente do Palácio do Planalto, foi anfitrião de apenas um chefe de Estado em Brasília, o presidente argentino, Mauricio Macri. Confira abaixo a íntegra da reportagem da Ansa, em espanhol: Solo, a Temer no lo visita nadieEscándalos afectaron la imagen del gobierno de Michel Temer (ANSA) – BRASILIA, 13 JUN – Con la imagen internacional desgastada, Michel Temer ha tenido una módica agenda de encuentros: líderes mundiales que viajan a Latinoamérica evitan hacer escala en Brasilia y prefieren ir a Argentina, México o Chile. Hasta el papa Francisco suspendió una visita y optó por viajar a Bogotá.Temer se reunía este martes con el canciller, Aloisyo Nunes Ferreira, para analizar la agenda internacional de un gobierno que parece haber perdido peso global.Y esto no es consecuencia de la displicencia diplomática de Temer: por el contrario el mandatario demostró desde su primer día en el gobierno que una de sus prioridades era “demostrar al mundo que Brasil cambió”.La frase citada arriba fue dicha por Temer desde el 31 de agosto, cuando asumió definitivamente el cargo que desempeñaba desde mayo, y a poco de jurar embarcó hacia China donde se desarrollaba la cumbre del G20.Diarios locales escribieron que Temer partió a China con el propósito de reunirse o estrechar la mano del entonces presidente norteamericano Barack Obama. Pero esa expectativa no se cumplió en su primer viaje a China, donde Obama no lo recibió aunque sí tuvo tiempo para conversar o saludar a otros líderes de países emergentes.Hasta este martes cuando se cumple un año, un mes y un día de su llegada al gobierno, primero en forma provisoria luego como mandatario efectivo, Temer fue anfitrión de una sola visita de Estado en Brasilia, la realizada el 7 de febrero por su colega argentino, Mauricio Macri.Este fin de semana estuvo en Río de Janeiro y San Pablo el premier portugués, Antonio Costa, pero debido a razones de agenda del presidente Temer, que permaneció en Brasilia por la crisis, no se produjo el encuentro que había sido anunciado.El gobernante portugués almorzó este martes en Buenos Aires con el presidente Macri.Ciertamente varios dignatarios han escogido Buenos Aires y no Brasilia para sus recientes giras latinoamericanas Así ocurrió la semana pasada cuando la canciller alemana Angela Merkel realizó una gira por la región durante la cual visitó Argentina y de allí voló a México, sin hacer escala en Brasilia, que en esos días estuvo sacudida por el juicio contra Temer por corrupción electoral.Un mes antes de Merkel, llegó a Buenos Aires el presidente italiano, Sergio Matarella, que fue agasajado por Macri, tras lo cual embarcó hacia Uruguay, donde se reunió con el mandatario Tabaré Vázquez.Mattarella no visitó a Temer como tampoco lo hizo el papa Francisco, quien había prometido viajar a San Pablo este año para participar en las celebraciones de la patrona nacional, la Virgen de Aparecida.Francisco alegó cuestiones de agenda pero obispos brasileños dejaron trascender que el Sumo Pontífice prefirió suspender el viaje como forma de externar algunas discrepancias con Brasilia.En paralelo el jefe del Estado Vaticano confirmó su viaje a Colombia donde expresará su respaldo al proceso de paz encabezado por el presidente Juan Manuel Santos. El viernes último Temer y la exmandataria Dilma Rousseff fueron absueltos en ese juzgamiento por financiamiento ilegal de la campaña electoral de 2014.La conclusión de ese proceso no puso fin a la agenda judicial del mandatario, que posiblemente sea investigado por corrupción por la Procuraduría en el caso del frigorífico JBS.En enero de este año el entonces presidente francés Francois Hollande realizó su última gira por América Latina durante la cual fue recibido por sus colegas Michel Bachellet en Chile y por Juan Manuel Santos en Colombia.Que Hollande no haya recalado en Brasil fue un dato por lo menos llamativo pues ambos países intensificaron sus relaciones diplomáticas y de Estado en la última década, cuando fue firmado un acuerdo estratégico de Defensa.Parte de los analistas y medios brasileños coinciden en que los escándalos políticos y denuncias de corrupción que precedieron a la salida de Dilma Rousseff y se prolongaron con la llegada de Temer conspiraron con el prestigio de Brasil.En marzo de 2016, cuando Rousseff aún era presidenta en medio de una crisis que presagiaba su caída, Barack Obama viajó a Buenos Aires sin aterrizar en Brasilia.El corresponsal del diario Estado en Argentina escribió sobre el creciente liderazgo de Mauricio Macri a nivel regional y mencionó que el propio Obama destacó ese atributo del gobernante rioplatense.Luego, con la salida de Rousseff y la sucesión de Temer, se instaló un clima de expectativa que fue efímero: el nuevo gobernante se vio prontamente envuelto en escándalos que causaron la renuncia de ministros. “La crisis interna que vive el gobierno de Temer hizo que Brasil no tenga una posición de firme liderazgo regional”, comentó Fernando Ayerbe, profesor de Relaciones Internacionales de la Universidad Estadual de San Pablo. Algunos comentaristas compararon dos portadas del influyente semanario británico The Economist, que en 2010 ilustró la tapa con un Cristo Redentor convertido en cohete que era lanzado hacia el espacio desde el cerro Corcovado, en señal del éxito de la economía que crecía más del 7%.Este año la misma publicación mostró a Temer colgado
A carreira política do Aécio virou pó

– UMA IMAGEM PARA OS MINEIROS GUARDAREM PARA SEMPRE – Uma imagem marcante: a foto de Aécio Neves na galeria do Senado agora tem a inscrição – Afastado por decisão judicial -; temendo ser preso, Aécio apelou ao plenário do STF Minas 247 – O alçapão de Aécio Neves não tem fundo. Na tarde desta sexta-feira (16), um funcionário do Senado fez uma alteração na galeria dos parlamentares. Embaixo da foto do senador tucano agora aparece a seguinte inscrição: afastado por decisão judicial. Na última quarta-feira, o nome de Aécio havia sido retirado do painel do plenário e o Senado cortou seu salário e o carro oficial. No começo da noite desta sexta, Aécio recorreu ao STF para que seu caso seja julgado pelo plenário e não pela primeira turma da Suprema Corte – o tucano teme ir para a cadeia.