Capitão Enéas: manifestação contra a Copasa

Por: Jô Silva Rodrigues*Um grupo de manifestantes que se concentraram de frente a Copasa hoje pela manhã em Capitão Enéas, no Norte de Minas demonstraram indignação com a falta de respeito da Companhia para com os moradores eneapolitanos quanto ao fornecimento de água.De acordo com os organizadores, Alexandre Lopes, Kenia Beatriz e Raissa Beatriz Silva este primeiro movimento é para alertar a Companhia de Saneamento e Abastecimento sobre sua responsabilidade quanto à escassez da água e o seu não fornecimento.A iniciativa deste manifesto partiu do “Fala Burarama”, um grupo de comunicação nas redes sociais e que possui um pouco mais de 150 integrantes. Segundo suas idealizadoras, Raíssa e Kênia, o grupo foi criado para facilitar a comunicação social e apontar as falhas, como esta da Copasa, e buscar solução através de manifestações e movimentos, como este de hoje.OPINIÃOOuço e leio algumas postagens onde a maioria dos cidadãos atribuem a culpa ao Poder Público, ao Prefeito, ao Secretário, ao Vereador, enfim, a todos, menos a nós e a “senhora” Copasa.Não é a prefeitura que paga minha conta d’água, nem tampouco não é o prefeito quem “corta” a água quando fico sem pagar.Se fosse cobrar de prefeitura, deveria ter cobrado do prefeito que assinou o primeiro contrato com a COPASA, até o último, que antecedeu Petrônio Mineiro e autorizou a renovação da concessão.Se sou proprietário de uma empresa e esta fornece produtos aos seus clientes, esta minha empresa é obrigada a manter a distribuição. O cliente não pode engolir seco a desculpa de que não tem o produto por isso que não posso te servir. Mas, não deixe da pagar todo mês o fornecimento. E que fornecimento?MINISTÉRIO PÚBLICOÉ agora que eu quero a atuação dos brilhantes e competentes Ministério Público. Não, eu não soube, não ouvi nada a respeito de que um grupo de Promotores estivessem preocupados com a escassez da água e a cobrança indevida da Companhia, e saindo a defesa dos cidadãos, dos consumidores.Não, os Ilustres querem, na verdade, holofotes da imprensa, principalmente quando o assunto é mídia e política. Para ajudar os colegas Representantes do Ministério Público, a Copasa queridos quer aumentar a taxa de abastecimento e esgoto para a população Mineira, viu?Mas, não. Muitos deles preferem ficar atrás de prefeitos e vereadores e agora atrás de mim também, né, por estar falando a verdade. Mas, se tem uma coisa que eu não tenho é MEDO DE EXPRESSAR AQUILO QUE É DEMOCRÁTICO. E que por sinal, é meu direito.VEREADORESAos senhores caberiam-lhes convocar em regime de urgência, se assim conceberem o que sugiro, uma audiência pública. Mostrem, no mínimo que aqui em Capitão Enéas tem políticos decentes e que se preocupam, também, com este assunto, que é considerado emergência e sejam Vossas Excelências referências neste país, onde só se fala em crise e nunca ouve-se solução para sair dela.COPASAEu conversei agora com o Gerente da Copasa e que corresponde Capitão Enéas e região. Ele garantiu vir na semana que vem e assentar com todos os interessados, na Câmara, para nos ouvir. Eu o propus, inclusive, a ir, se for o caso, para a sede da Associação dos Moradores do Bairro Bela Vista e nos receber lá. O senhor Jurandir se dispôs e aceitou meu convite.Se você quer falar com o gerente ou ouví-lo, te convido a deixar seu nome logo abaixo e confirmar presença para quarta feira próxima na sede da Assmobevi.Avenida Maria Aparecida, 1.249, Bela Vista. No final desta avenida. Ela é a avenida do Varejão Capitão e da Padaria Capixaba.POPULAÇÃOE quanto a nós, a Constituição Federal em seu 1º Parágrafo inicia dizendo: “TODO PODER EMANA DO POVO, QUE O EXERCE.”Não fiquemos calados diante deste monstro que nos consome diariamente, a falta d’água. Não engulamos a famosa desculpa: ISSO NÃO É COMIGO. É mais fácil viver aos prantos, do que abrir a boca pelos quatro cantos em busca de solução. A culpa, na verdade, é minha, sua e de todos nós que permitimos uma estatal nos cobrar aquilo que não nos fornece.Foto: Ludimila Ludi *Jornalista

Aécio pediu R$ 7 milhões para Anastasia

 – Tucanos serão investigados, ao lado de assessor e marqueteiro, pela eleição de 2010 – O presidente do PSDB, senador Aécio Neves, será investigado, ao lado do também senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), pelo pagamento de mais de R$ 7 milhões para a campanha de Anastasia ao governo de Minas, em 2010. O documento que autoriza a abertura do inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) foi divulgado pelo jornal “O Estado de S.Paulo”.Também serão investigados Oswaldo Borges da Costa, assessor de Aécio, e Paulo Vasconcelos do Rosário Neto, marqueteiro dos dois tucanos nas elieções de 2010. A abertura do inquérito foi baseada no depoimento de dois delatores da Odebrecht: Benedicto Júnior, ex-presidente da empresa, e Sérgio Luiz Neves, diretor-superintendente.Segundo os delatores, o primeiro repasse, de R$ 1,8 milhão, foi feito ainda em 2009, quando Aécio era governador de Minas e Anastasia, seu vice. No ano seguinte, teriam sido pagos R$ 5,4 milhões. Naquele ano, Aécio deixou o governo e foi eleito para o Senado. AÉCIO RECEBIA MESADA DE ATÉ R$ 2 MILHÕESO empresário Marcelo Odebrecht e outro executivo da empreiteira relataram que o senador Aécio Neves, que também é presidente nacional do PSDB, recebeu “vantagens indevidas” em troca de apoio a interesses da empreiteira; segundo o colaborador Henrique Valladares, Aécio, identificado como “Mineirinho”, recebia mesadas que variavam de R$ 1 milhão de reais a R$ 2 milhões; as revelações de Marcelo Odebrecht praticamente sepultam qualquer pretensão política de Aécio em 2018; um dos articuladores do golpe, Aécio hoje um dos principais alvos da Lava Jato, tendo seu nome ligado a repasses irregulares de valores milionários.247 – O empresário Marcelo Odebrecht e outro executivo da empreiteira relataram que o senador Aécio Neves, que também é presidente nacional do PSDB, recebeu “vantagens indevidas” em troca de apoio a interesses da empreiteira. A informação é do site da revista Veja.Segundo o colaborador Henrique Valladares, Aécio, identificado como “Mineirinho”, recebia mesadas que variavam de 1 milhão de reais a 2 milhões de reais.“O teor de outro inquérito envolvendo o senador tucano revela que, em seus acordos de colaboração, Marcelo Odebrecht e Benedicto Júnior apresentaram provas documentais de que, em 2014, efetuaram o pagamento de “vantagens indevidas” em benefício do senador Aécio Neves e de seus aliados políticos. O relato foi confirmado pelo principal executivo da empreiteira em Minas Gerais”, diz o texto.As revelações de Marcelo Odebrecht praticamente sepultam qualquer pretensão política de Aécio em 2018. Um dos articuladores do golpe, Aécio hoje uma das maiores vítimas da Lava Jato, tendo seu nome ligado a repasses irregulares de valores milionários. DELATOR: AÉCIO RECEBIA MESADA DE ATÉ R$ 2 MILHÕES O empresário Marcelo Odebrecht e outro executivo da empreiteira relataram que o senador Aécio Neves, que também é presidente nacional do PSDB, recebeu “vantagens indevidas” em troca de apoio a interesses da empreiteira; segundo o colaborador Henrique Valladares, Aécio, identificado como “Mineirinho”, recebia mesadas que variavam de R$ 1 milhão de reais a R$ 2 milhões; as revelações de Marcelo Odebrecht praticamente sepultam qualquer pretensão política de Aécio em 2018; um dos articuladores do golpe, Aécio hoje um dos principais alvos da Lava Jato, tendo seu nome ligado a repasses irregulares de valores milionários 11 DE ABRIL DE 2017 ÀS 19:21 //247 NO TELEGRAM//247 NO YOUTUBE 247 –O empresário Marcelo Odebrecht e outro executivo da empreiteira relataram que o senador Aécio Neves, que também é presidente nacional do PSDB, recebeu “vantagens indevidas” em troca de apoio a interesses da empreiteira. A informação é do site da revista Veja. Segundo o colaborador Henrique Valladares, Aécio, identificado como “Mineirinho”, recebia mesadas que variavam de 1 milhão de reais a 2 milhões de reais. “O teor de outro inquérito envolvendo o senador tucano revela que, em seus acordos de colaboração, Marcelo Odebrecht e Benedicto Júnior apresentaram provas documentais de que, em 2014, efetuaram o pagamento de “vantagens indevidas” em benefício do senador Aécio Neves e de seus aliados políticos. O relato foi confirmado pelo principal executivo da empreiteira em Minas Gerais”, diz o texto. As revelações de Marcelo Odebrecht praticamente sepultam qualquer pretensão política de Aécio em 2018. Um dos articuladores do golpe, Aécio hoje uma das maiores vítimas da Lava Jato, tendo seu nome ligado a repasses irregulares de valores milionários.

FACHIN CONFIRMA GOLPE DOS CORRUPTOS

– A lista do ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF, confirma que houve no Brasil um golpe dos corruptos que tirou do poder uma presidente honesta, Dilma Rousseff – Aécio Neves (PSDB-MG), o articulador do golpe que feriu a democracia e destruiu a economia brasileira, é o recordista, com cinco inquéritos; ao lado dele, o senador Romero Jucá (PMDB-RR), que defendeu o golpe para estancar a sangria da Lava Jato; juntos, os dois instalaram no poder um governo com nada menos que nove ministros investigados: Eliseu Padilha, Moreira Franco, Gilberto Kassab, Helder Barbalho, Aloysio Nunes, Blairo Maggi, Bruno Araújo, Roberto Freire e Marcos Pereira; marchas contra a corrupção derrubaram Dilma, contra quem não pesa uma acusação de desvios de recursos, e instalaram no poder o governo mais enlameado da história. Campeões de pedidos de investigação, com cinco inquéritos cada um, os senadores Aécio Neves (PSDB-MG) e Romero Jucá (PMDB-RR) tiveram papel crucial no processo de impeachment de Dilma.Articulador do golpe que feriu a democracia e destruiu a economia brasileira, Aécio não se conformou com o resultado das eleições presidenciais em 2014 e pediu não só a recontagem dos votos, mas a cassação da chapa vitoriosa, e se aliando para isso com o então presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), hoje preso.Ao lado dele, Romero Jucá teve sua voz interceptada em uma gravação da Polícia Federal defendendo, ao ex-presidente da Transpetro Sergio Machado, a saída de Dilma para “estancar a sangria” da Lava Jato.Juntos, os dois instalaram no poder um governo, comandado por Michel Temer, com nada menos que nove ministros investigados: Eliseu Padilha, Moreira Franco, Gilberto Kassab, Helder Barbalho, Aloysio Nunes, Blairo Maggi, Bruno Araújo, Roberto Freire e Marcos Pereira.Marchas contra a corrupção derrubaram Dilma, contra quem não pesa uma acusação de desvios de recursos, e instalaram no poder o governo mais enlameado da história. Veja aqui a lista de Edson Fachin

Projeto Para Além das Prisões

 – Montes Claros terá projeto inovador para atender pessoas privadas de liberdade –  A prefeitura de Montes Claros, através da Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, em parceria com o Ministério Público, Poder Judiciário e Secretaria de Administração Penitenciária implantarão em Montes Claros o Programa Para Além das Prisões: Ressocialização e prestação de serviço de pessoas privadas de liberdade em Montes Claros. Trata-se de um projeto pioneiro no Norte de Minas que utilizará mão de obra de pessoas que cumprem pena nos regimes fechado, semiaberto e aberto nas unidades prisionais da cidade.Uma equipe multiprofissional composta por Promotores, Advogados, Engenheiro Agrônomo, Jornalista, Arte Educador, Antropólogo, Historiadora, Consultor em empreendedorismo social, Assistentes Social e Comandantes da Policia Militar, pensou e elaborou o projeto de forma voluntária. Essa é uma forma de contribuir com a sociedade ao pensar propostas que colocam o bem estar de pessoas e da cidade em primeiro plano.O Programa utilizará a mão de obra dessas pessoas privadas de liberdade, após análise preliminar feita pelo sistema prisional e consentimento do Ministério Público e Judiciário, para realizar serviços de interesse público em diversos espaços da cidade que necessitam de cuidados especiais. Por ser um projeto piloto na região, o número inicial de pessoas será reduzido, mas, aos poucos, à medida que avançar, o mesmo agregará mais pessoas.Para o promotor de justiça Paulo César Vicente de Lima, a Lei de Execução Penal brasileira prevê a remição de pena de pessoas sentenciadas a partir do trabalho. “A remição de pena é um dispositivo que permite ao sentenciado trabalhar três dias e ter um dia descontado de sua pena. Além disso, a Lei de Execução Penal prevê, também, que o condenado deve ter uma remuneração pecuniária de, no mínimo, três quartos do salário mínimo vigente no país”, explicou o representante do Ministério Público.Para o secretario municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Paulo Ribeiro, a cidade de Montes Claros precisa se inserir nas novas formas de entendimento do mundo e romper com noções do senso comum que propõem que toda pessoa condenada deve cumprir sua pena em regime fechado. “É preciso entender que a pessoa privada de liberdade teve retirado de si por decisão judicial apenas o seu direito de ir e vir, e não os demais previstos em Lei”, comentou Ribeiro, informando ainda que “o projeto, após implantado, poderá ser transformado em Programa permanente, uma política pública social que abrigará o público já especificado. O Prefeito Humberto Souto já tem conhecimento do Projeto e mostrou-se empolgado com a iniciativa. Ele receberá a equipe no próximo dia 24 de abril para assinar os termos de adesão e parceria com as instituições proponentes do projeto” Arte: Gu Ferreira

Governo golpista está descontrolado

 – Temer vai comprar apoio de jornais, TVs e parlamentares com publicidade, diz jornal –  Deputados e senadores escolherão veículos de comunicação para elogiar a reforma da Previdência. Quem aderir receberá anúncios do governo Via Carta CapitalO governo de Michel Temer pretende comprar o apoio de deputados federais e senadores para a reforma da Previdência usando verbas de publicidade que serão entregues a jornais e outros veículos de comunicação escolhidos pelos próprios parlamentares. A estratégia foi revelada em reportagem do jornal O Estado de S.Paulo publicada na noite de segunda-feira 10. De acordo com o Estadão, diante da impopularidade das mudanças previdenciárias no Congresso, o Palácio do Planalto decidiu separar 180 milhões de reais para jornais, sites e emissoras de rádio e televisão cujos jornalistas aceitem explicar a reforma da Previdência “sob um ponto de vista positivo”. “Os veículos de comunicação que aderirem à campanha terão direito à publicidade federal”, informa o jornal, acrescentando que o principal foco será o Nordeste, assim como locutores e apresentadores populares da região. O direcionamento dos recursos dessa “política pública” de Temer será feito justamente pelos deputados e senadores. Trata-se de uma moeda de troca adicional, além da liberação de emendas parlamentares e de cargos a apadrinhados políticos dos congressistas. A verba a ser direcionada à mídia será, segundo o Estadão, usada por deputados e senadores para “ganhar espaço para aparecer” na imprensa, uma vez que serão os responsáveis por levar dinheiro público para essas empresas. Ainda segundo o Estadão, a estratégia foi definida pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco, o angorá das delações da Odebrecht, e o líder do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), receberá os pedidos dos parlamentares. Um auxiliar de Temer afirmou ao jornal que a compra de apoio “mata dois coelhos com uma só cajadada”.

STF abre inquérito contra Aécio e Anastasia

– Além dos dois senadores mineiros, o ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a abertura de inquérito contra nove ministros do governo Temer, 29 senadores, incluindo Aécio e Anastasia e 42 deputados federais, entre eles os presidentes das duas Casas. – Também serão investigados no Supremo um ministro do Tribunal de Contas da União, três governadores e 24 outros políticos e autoridades que, apesar de não terem foro no tribunal, estão relacionadas aos fatos narrados pelos colaboradores.Os senadores Aécio Neves (MG), presidente do PSDB, e Romero Jucá (RR), presidente do PMDB, são os políticos com o maior número de inquéritos a serem abertos: 5, cada. O senador Renan Calheiros (PMDB-AL), ex-presidente do Senado, vem em seguida, com 4.O governo do presidente Michel Temer é fortemente atingido. A PGR pediu investigações contra os ministros Eliseu Padilha (PMDB), da Casa Civil, , Moreira Franco (PMDB), da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Kassab (PSD), da Ciência e Tecnologia, Helder Barbalho (PMDB), da Integração Nacional, Aloysio Nunes (PSDB), das Relações Exteriores, Blairo Maggi (PP), da Agricultura, Bruno Araújo (PSDB), das Cidades, Roberto Freire (PPS), da Cultura, e Marcos Pereira (PRB), da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Padilha e Kassab responderão em duas investigações, cada.As investigações que tramitarão especificamente no Supremo com a autorização do ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato na Corte, foram baseadas nos depoimentos de 40 dos 78 delatores.Os relatos de Marcelo Odebrecht, ex-presidente e herdeiro do grupo, são utilizados em 7 inquéritos no Supremo. Entre os executivos e ex-executivos, o que mais forneceu subsídios para os pedidos da PGR foi Benedicto Júnior, (ex-diretor de Infraestrutura) que deu informações incluídas em 34 inquéritos. Alexandrino Alencar (ex-diretor de Relações Institucionais) forneceu subsídios a 12 investigações, e Cláudio Melo Filho (ex-diretor de Relações Institucionais) e José de Carvalho Filho (ex-diretor de Relações Institucionais), a 11.Os crimes mais frequentes descritos pelos delatores são de corrupção passiva, corrupção ativa, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica, e há também descrições a formação de cartel e fraude a licitações.Imunidade. O presidente da República, Michel Temer (PMDB), é citado nos pedidos de abertura de dois inquéritos, mas a PGR não o inclui entre os investigados devido à “imunidade temporária” que detêm como presidente da República. O presidente não pode ser investigado por crimes que não decorreram do exercício do mandato.Lista. Os pedidos do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, foram enviados no dia 14 de março ao Supremo. Ao todo, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, encaminhou ao STF 320 pedidos – além dos 83 pedidos de abertura de inquérito, foram 211 de declínios de competência para outras instâncias da Justiça, nos casos que envolvem pessoas sem prerrogativa de foro, sete pedidos de arquivamento e 19 de outras providências. Janot também pediu a retirada de sigilo de parte dos conteúdos.Entre a chegada ao Supremo e a remessa ao gabinete do ministro Edson Fachin, transcorreu uma semana. O ministro já deu declarações de que as decisões serão divulgadas ainda em abril. Ao encaminhar os pedidos ao STF, Janot sugeriu a Fachin o levantamento dos sigilos dos depoimentos e inquéritos.A LISTA DOS ALVOSSenador da República Romero Jucá Filho (PMDB-RR)Senador Aécio Neves da Cunha (PSDB-MG)Senador da República Renan Calheiros (PMDB-AL)Ministro da Casa Civil Eliseu Lemos Padilha (PMDB-RS)Ministro da Ciência e Tecnologia Gilberto Kassab (PSD)Senador da República Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE)Deputado Federal Paulinho da Força (SD-SP)Deputado Federal Marco Maia (PT-RS)Deputado Federal Carlos Zarattini (PT-SP)Deputado Federal Rodrigo Maia (DEM-RM), presidente da CâmaraDeputado federal João Carlos Bacelar (PR-BA)Deputado federal Milton Monti (PR-SP)Governador do Estado de Alagoas Renan Filho (PMDB)Ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República Wellington Moreira Franco (PMDB)Ministro da Cultura Roberto Freire (PPS)Ministro das Cidades Bruno Cavalcanti de Araújo (PSDB-PE)Ministro das Relações Exteriores Aloysio Nunes Ferreira (PSDB)Ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços Marcos Antônio Pereira (PRB)Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Blairo Borges Maggi (PP)Ministro de Estado da Integração Nacional, Helder Barbalho (PMDB)Senador da República Paulo Rocha (PT-PA)Senador Humberto Sérgio Costa Lima (PT-PE)Senador da República Edison Lobão (PMDB-PA)Senador da República Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)Senador da República Jorge Viana (PT-AC)Senadora da República Lidice da Mata (PSB-BA)Senador da República José Agripino Maia (DEM-RN)Senadora da República Marta Suplicy (PMDB-SP)Senador da República Ciro Nogueira (PP-PI)Senador da República Dalírio José Beber (PSDB-SC)Senador da República Ivo CassolSenador Lindbergh Farias (PT-RJ)Senadora da República Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM)Senadora da República Kátia Regina de Abreu (PMDB-TO)Senador da República Fernando Afonso Collor de Mello (PTC-AL)Senador da República José Serra (PSDB-SP)Senador da República Eduardo Braga (PMDB-AM)Senador Omar Aziz (PSD-AM)Senador da República Valdir RauppSenador Eunício Oliveira (PMDB-CE)Senador da República Eduardo Amorim (PSDB-SE)Senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE)Senador da República Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN)Senador da República Ricardo Ferraço (PSDB-ES)Deputado Federal José Carlos Aleluia (DEM-BA)Deputado Federal Daniel Almeida (PCdoB-BA)Deputado Federal Mário Negromonte Jr. (PP-BA)Deputado Federal Nelson Pellegrino (PT-BA)Deputado Federal Jutahy Júnior (PSDB-BA)Deputada Federal Maria do Rosário (PT-RS)Deputado Federal Felipe Maia (DEM-RN)Deputado Federal Ônix Lorenzoni (DEM-RS)Deputado Federal Jarbas de Andrade Vasconcelos (PMDB-PE)Deputado Federal Vicente “Vicentinho” Paulo da Silva (PT-SP)Deputado Federal Arthur Oliveira Maia (PPS-BA)Deputada Federal Yeda Crusius (PSDB-RS)Deputado Federal Paulo Henrique Lustosa (PP-CE)Deputado Federal José Reinaldo (PSB-MA), por fatos de quando era governador do MaranhãoDeputado Federal João Paulo Papa (PSDB-SP)Deputado Federal Vander Loubet (PT-MS)Deputado Federal Rodrigo Garcia (DEM-SP)Deputado Federal Cacá Leão (PP-BA)Deputado Federal Celso Russomano (PRB-SP)Deputado Federal Dimas Fabiano Toledo (PP-MG)Deputado Federal Pedro Paulo (PMDB-RJ)Deputado federal Lúcio Vieira Lima (PDMB-BA)Deputado Federal Paes Landim (PTB-PI)Deputado Federal Daniel Vilela (PMDB-GO)Deputado Federal Alfredo Nascimento (PR-AM)Deputado Federal Zeca Dirceu (PT-SP)Deputado Federal Betinho Gomes (PSDB-PE)Deputado Federal Zeca do PT (PT-MS)Deputado Federal Vicente Cândido (PT-SP)Deputado Federal Júlio Lopes (PP-RJ)Deputado Federal Fábio Faria (PSD-RN)Deputado Federal Heráclito Fortes (PSB-PI)Deputado Federal Beto Mansur (PRB-SP)Deputado Federal Antônio Brito (PSD-BA)Deputado Federal Décio Lima (PT-SC)Deputado Federal Arlindo Chinaglia (PT-SP)Ministro do Tribunal de Contas da União Vital do Rêgo FilhoGovernador do Estado do Rio Grande do Norte Robinson Faria (PSD)Governador do Estado do Acre Tião Viana (PT)Prefeita Municipal de Mossoró/RN Rosalba Ciarlini (PP), ex-governadora do EstadoValdemar da Costa Neto (PR)Luís Alberto Maguito Vilela, ex-Senador da República e Prefeito Municipal de Aparecida de Goiânia entre os anos de 2012 e 2014Edvaldo Pereira de Brito, então

DELATOR REVELA COMO TEMER PEDIU DINHEIRO

O lobista da Odebrecht em Brasília, Claudio Melo Filho, contou ao ministro Herman Benjamin, do Tribunal Superior Eleitoral, como se deu o famoso jantar no Palácio do Jaburu, com a presença de Marcelo Odebrecht, Michel Temer e Eliseu Padilha, em que se acertou um pagamento de R$ 10 milhões, pelo caixa dois da empreiteira, ao PMDB; Marcelo pretendia concentrar a doação à campanha do PMDB ao governo de São Paulo, mas foi impedido por Temer e Padilha; “Ambos (Temer e Padilha) disseram: Marcelo, mas não dá para você contribuir com o PMDB e destinar só para uma pessoa”, afirmou o delator; parte do dinheiro acabou sendo entregue no escritório de José Yunes, melhor amigo de Temer, que disse ter sido “mula” de Padilha; Benjamin irá propor a cassação de Temer 247– O ex-diretor de Relações Institucionais do Grupo Odebrecht e delator da Lava Jato, Claudio Melo Filho, detalhou em seu depoimento ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o encontro que manteve com Michel Temer no Palácio do Jaburu, durante a campanha eleitoral de 2014, e que resultou na doação de R$ 10 milhões por parte da empreiteira para o PMDB. A maior parte dos recursos foi empregada na campanha para o governo de São Paulo que tinha como candidato o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, como detalha o blog do jornalista Fausto Macedo. “Os dois, tanto o sr Eliseu Padilha quanto o sr. Michel Temer falaram da dificuldade do processo eleitoral de 2014, da… da…, que estava crescendo a oposição etc e tal, coisas desse tipo. Em determinado momento, o sr Michel Temer fez uma solicitação ao Marcelo para que a Odebrecht ajudasse as campanhas do PMDB no ano de 2014”, afirmou Melo em seu depoimento ao ministro e relator do processo que pode resultar na cassação da chapa Dilma-Temer no TSE Herman Benjamim. Oitiva aconteceu no último dia 6.

Juíza critica conteúdo de novelas da Globo

A juíza federal do Trabalho lotada no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 6ª Região, Roberta Araujo, que se formou pela Faculdade de Direito do Recife, UFPE, com doutorado na Universidade Federal de Pernambuco, publicou em sua rede social um questionamento sobre as contradições apresentadas pelo Grupo Globo, que resolveu afastar das suas funções o ator José Mayer por assédio e o apresentador do Vídeo Show Otaviano Costa por “rir de atitude machista no BBB”. Leia o seu testemunho: “Queridas, antes de divulgar e exultar com a postura da Globo em “ punir” José Mayer por assédio ou afastar Otaviano Costa do vídeo show por rir de atitude machista do Big Brother lembrem-se de que foi a Globo que universalizou entre nós a cobiça por Anita, apresentada como uma “ ninfeta” ousada que seduzia um homem casado e com idade de ser seu pai. Foi a Globo que nos apresentou Angel, uma adolescente que permeou o imaginário dos desejos mantendo um ardoroso caso com o marido da sua própria mãe. Foi a Globo que em Laços de Família envolveu o Brasil na polêmica trama em que a jovem filha rouba Edu, o namorado da mãe, interpretado por Reynaldo Gianecchini. Foi a Globo que em Avenida Brasil nos trouxe como núcleo de comédia a trama com três mulheres envolvidas com o mesmo homem- o empresário Cadinho – e que declinam da suas vidas e dignidade para se sujeitarem a viver com ele, mesmo após se descobrirem enganadas. Em Império, a Globo preencheu o imaginário de desejos com a trama do charmoso Comendador que mesmo casado com Marta mantinha um fogoso affair com uma menina mais jovem que sua própria filha. Foi a Globo que fez o Brasil se divertir com o programa Zorra Total, que tinha em seu quadro principal duas amigas em um vagão, sendo uma delas, a Janete, bolinada de várias formas e tocada em suas partes íntimas com a batuta de um maestro enquanto a sua amiga Valéria , ao invés de defendê-la, dizia: “aproveita. Tu é muito ruim, babuína. Se joga.” Então queridas, quando essa emissora diz em nota que “repudia qualquer forma de desrespeito, violência ou preconceito” esta em verdade sendo dissimulada e ofensiva por nos considerar alienadas ou parvas. A verdade é que a Rede Globo coisifica as mulheres, naturaliza a violência, os abusos e assédios, incentiva o desrespeito, ridiculariza o papel e a posição da mulher e subalterna nossa dignidade. São mensagem explícitas e subliminares como as que esta Rede Globo universaliza e crava no imaginário masculino brasileiro que estupram, abusam, ferem e vitimam milhares de Mirellas que habitam entre nós”.

GOLPE MISÓGINO REBAIXOU A MULHER BRASILEIRA

O golpe parlamentar de 2016, uma conspiração de políticos corruptos contra uma presidente honesta, fez como vítima a apresentadora Rachel Sheherazade, do SBT, que foi humilhada pelo patrão Silvio Santos em rede nacional de TV; num vídeo chocante para o século 21, Silvio Santos disse que Rachel, que fez fama destilando ódio contra o PT, foi contratada apenas por sua beleza e para ler notícias no teleprompter, e não para dar suas opiniões; ele questionou ainda se o noivo a deixava trabalhar e também disse que, a partir de agora, a ordem no SBT é só falar bem dos políticos; ou seja, o papel das mulheres é ser “bela, recatada e do lar”, seguindo o modelo Marcela Temer; como o golpe também foi misógino, na mesma Globo que decidiu ensaiar uma onda de indignação contra o ator José Mayer, um integrante de seu BBB, Marcos, agrediu outra participante, Emily, de dedo em riste; com o golpe, as mulheres foram rebaixadas. 247 – É possível que, dentro de algumas décadas, quando estiver superada a cultura do ódio, haja um consenso na sociedade brasileira sobre o período mais vergonhoso da história nacional, que é o atual, decorrente do golpe parlamentar de 2016. Afinal, que país do mundo permitiria que uma presidente reconhecidamente honesta, até pelos adversários, fosse afastada do cargo por uma conspiração de políticos corruptos, atolados até o pescoço em escândalos de corrupção? E que este grupo, no poder, se dedicasse a eliminar garantias trabalhistas e a matar o sistema de seguridade social, além de vender riquezas como o pré-sal e o próprio território nacional? Este período infame da história brasileira foi construído metodicamente. Nasceu com os protestos de 2013, inflados por grupos de comunicação interessados na reconquista do poder, e, em plena Copa do Mundo de 2014, teve seu clímax. Na abertura do Mundial, a presidente Dilma Rousseff foi saudada, pela ala vip dos torcedores, por um estrondoso “Ei Dilma, vai tomar no cu”, também amplificado pela mídia. Na construção do golpe misógino, grupos fascistas chegaram até a distribuir adesivos com uma Dilma de pernas abertas para serem colados nos tanques dos automóveis. Quando ela foi finalmente deposta, Brasília estava repleta de adesivos com a inscrição “Tchau, querida”. Os machões do poder não suportavam mais receber ordens de uma mulher corajosa e com passado de guerrilheira. O novo papel da mulher brasileira foi revelado rapidamente pela revista Veja num perfil de Marcela Temer, a “bela, recatada e do lar”. E o Brasil, um país de programas sociais mundialmente reconhecidos, voltou a concentrar renda para que Marcela pudesse retomar o velho papel assistencialista das primeiras-damas do século passado com seu “criança feliz”, que ninguém sabe ao certo a que veio. Um ano depois do golpe, Dilma dá palestras na Europa e nos Estados Unidos, enquanto Michel Temer mal consegue sair do seu palácio, mas a mulher brasileira foi rebaixada. A nova vítima foi a apresentadora Rachel Sheherazade, do SBT, que foi humilhada pelo patrão Silvio Santos em rede nacional de TV. Num vídeo chocante para o século 21, Silvio Santos disse que Rachel, que fez fama destilando ódio contra o PT, foi contratada apenas por sua beleza e para ler notícias no teleprompter, e não para dar suas opiniões. Ele questionou ainda se o marido a deixava trabalhar e também disse que, a partir de agora, a ordem no SBT é só falar bem dos políticos – talvez porque, com Temer, a publicidade governamental tenha voltado aos padrões anteriores. O machismo, no entanto, não é exclusividade do SBT. Como o golpe também foi misógino, na mesma Globo que decidiu ensaiar uma onda de indignação contra o ator José Mayer – com o slogan “mexeu com uma, mexeu com todas” – um integrante de seu BBB, Marcos, agrediu outra participante, Emily, de dedo em riste. Se o Brasil foi capaz de agredir a primeira mulher a chegar à presidência da República, com um impeachment sem crime de responsabilidade, por que outras não seriam também agredidas? Confira, aqui, o vídeo em que Sheherazade é humilhada

Paulão é reeleito para continuar no comando o PT

Petistas de todo Brasil foram às urnas em 4 mil cidades para escolher as direções municipais e delegados estaduais, começando a fase decisiva do 6º Congresso Nacional. O Partido dos Trabalhadores de Montes Claros reelegeu no último domingo (9) o atual presidente Paulo Rogério, o Paulão, para continuar no comando do PT nesta cidade. Ele obteve 1.341 votos, enquanto Paulo Pereira conseguiu apenas 15 votos.  Veja  como foi o resultado das chapas:Chapa Municipal: Partido Unido e Forte -1340 votos – Partido em Movimento – 9 votos.Chapa Estadual: Frente Petista Minas contra o Golpe -1092 votos – Mudar pra valer – 258 votos – Defender e construir o partido – 4 votos – Democracia e unidade popular – 01 voto.    História O Brasil ainda vivia sob a ditadura militar quando o Partido dos Trabalhadores (PT) foi fundado. Em 10 de fevereiro de 1980, no Colégio Sion (SP), o PT surgiu com a necessidade de promover mudanças na vida de trabalhadores da cidade e do campo, militantes de esquerda, intelectuais e artistas. Foi em um contexto político, econômico e social marcado por intensas mobilizações que o líder sindical e principal fundador do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, tornou-se um dos protagonistas da história de luta contra as injustiças existentes no País. E a primeira conquista veio com o reconhecimento oficial do Tribunal Superior de Justiça Eleitoral do PT como um partido político brasileiro, em 11 de fevereiro de 1982. Desde então, o partido vem disputando eleições e busca legitimar e consolidar a sua representatividade no Poder Executivo e nos parlamentos. Resultado desse empenho é a vitória nos pleitos para presidente da República de 2002, 2006, 2010 e 2014. Eleitos democraticamente, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff criaram políticas públicas para combater a miséria e oferecer oportunidades para o povo brasileiro. Hoje, mais de 22 milhões de cidadãos e cidadãs superaram a extrema pobreza.