Temer sai de maneira melancólica e com recorde de rejeição

– Apesar de a rejeição recorde de Michel Temer ter recuado 11 pontos percentuais em pesquisa anterior, o emedebista sai do governo com a maior rejeição já apontada para um presidente em final de mandato. Segundo o Datafolha 62% da população brasileira consideram o governo de Temer ruim ou péssimo. Apenas 7% consideram o governo ótimo ou bom. Temer sai de maneira melancólica, com a pecha de golpista, entreguista, traidor, oportunista e pouco inteligente. A reportagem do portal G1 destaca que a “pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (27) mostra os seguintes percentuais de avaliação do governo do presidente Michel Temer (MDB): Ótimo/bom: 7%; Regular: 29% e Ruim/péssimo: 62%.” A matéria ainda acrescenta que “na pesquisa anterior do Datafolha, divulgada em agosto, 73% dos entrevistados consideravam o governo Temer “ruim/péssimo”; 21%, “regular”; e 4% o avaliavam como “bom/ótimo”. No entanto, em junho – mês seguinte à greve dos caminhoneiros – o governo Temer registrou o maior índice de rejeição da série histórica do instituto de pesquisa. Na ocasião, 82% dos brasileiros classificaram o governo do emedebista como ruim ou péssimo e apenas 3% diziam que era ótimo ou bom.” “O Datafolha ouviu 2.077 pessoas em 130 municípios entre os dias 18 e 19 de dezembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.”
Montes Claros ganhará mais um hipermercado nas imediações da prefeitura

Supermercado Villefort será construído onde funcionava a Usina de Algodão O Grupo Villefort estará construindo um supermercado em terreno de 10 mil metros quadrados na Avenida Deputado Esteves Rodrigues, esquina com a Rua Ray Christoff, do espólio do empresário Omir Antunes e que fica nas proximidades da Prefeitura. A gerente administrativa financeira do grupo empresarial, Raissa Mayrink, explicou ontem de manhã que esse será o quarto supermercado em Montes Claros, pois existem dois na avenida Dulce Sarmento e outro nas imediações do Ceanorte. O projeto da obra deu entrada na Secretaria Municipal de Infraestrutura, que aguarda o estudo do relatório de impacto no transito urbano (Ritur), para saber quais serão as condicionantes a serem exigidas. O terreno abrigou durante muitos anos a Usina de Algodão do empresário Omir Antunes e depois foi alugado pela Prefeitura, que instalou ali o estacionamento e a Casa da Cidadania. O imóvel foi demolido e desde então despertou interesse de incorporadoras, que pretendiam construir prédios de 12 a 15 andares com apartamentos. A avaliação inicial do terreno chegava aos R$30 milhões. Raissa Mayrink explicou que o Grupo Villefort fez um contrato de aluguel de 25 anos e que podem ser prorrogados por tempo igual, com a empresa assumindo o compromisso de fazer o prédio do supermercado, nos mesmos padrões dos existentes atualmente. Os grandes grupos empresariais têm criado mais supermercados em Montes Claros. Um exemplo é que a rede BH de Supermercados estará construindo um deles em frente ao Mercado Municipal, assim como outro junto ao Ibituruna Shopping Center. A primeira negociação ocorreu de comum acordo com a Tambasa, que assumiu o compromisso de levantar o prédio e alugá-lo ao BH. O Grupo BH tem seis supermercados em Montes Claros. Fonte|: Jornal Gazeta
O NOVO REITORADO DA UNIMONTES – POR ANTÔNIO WAGNER

A poucos dias do término do seu mandato de governador do Estado de Minas Gerais, Fernando Pimentel assinou o ato de nomeação dos professores Antônio Alvimar Souza e Ilva Ruas de Abreu para o exercício dos cargos de reitor e vice-reitora da Universidade Estadual de Montes Claros – Unimontes – nos próximos quatro anos. Publicado no Diário Oficial no último dia 21, o ato colocou fim à expectativa vivenciada pela comunidade acadêmica e sociedade em geral desde a formação da lista tríplice em decorrência das eleições realizadas no dia 18 de outubro. A solenidade de posse – presidida pelo reitor antecessor João dos Reis Canela – ocorreu no mesmo dia do ato nomeativo no auditório do prédio 06 da Universidade. Sobre o acontecimento da nomeação dois aspectos significativos devem ser considerados: 1) Pimentel agiu em respeito ao desejo democrático da academia, afinal, Antônio Alvimar e Ilva Ruas foram os mais votados dentre os candidatos; 2) Pimentel agiu motivado pela segurança de que esses professores possuem as qualidades acadêmicas necessárias para conduzir a Universidade, sobretudo nesse tempo de muitas incertezas no âmbito das políticas do Estado e do Brasil como um todo. Sem dúvida, os gestores recém-empossados conhecem as dificuldades por que passa a educação pública brasileira e os problemas que ameaçam o desenvolvimento do ensino, da pesquisa e da extensão nas universidades. Sendo assim, ambos, dando voz aos anseios coletivos, poderão realizar um trabalho de extrema defesa da Unimontes, esse importante patrimônio educacional do norte de Minas Gerais. Apesar de reconhecida como amplo espaço de produção do conhecimento, a Unimontes necessita de uma ressignificação. E isto deve ser pontuado prioritariamente através da real valorização do seu corpo docente, dos servidores técnico-administrativos, dos estudantes, dos seus cursos de graduação e programas de pós-graduação, a partir de ações afirmativas. Para tanto, o reitorado que se inicia terá que pautar suas metas trilhando o caminho do diálogo com a classe política, os gestores públicos, os membros da comunidade universitária e a sociedade. Unir forças em torno do crescimento dessa egrégia instituição é algo premente. Os professores Antônio Alvimar – que antes exercera o cargo de vice-reitor -, e Ilva Ruas, com certeza, guiados pelas suas experiências e pelos seus olhares sensíveis às questões que afligem a vida funcional da Unimontes, através da abertura de diálogos e outras iniciativas, poderão proporcionar a abertura de novos rumos. (*) Doutor em Filosofia pela UFMG, professor e ex-diretor do Centro de Ciências Humanas da Unimontes.
Quem é mais mentiroso: quem mente ou quem manda mentir?

A mentira esfarrapada de Fabrício Queiroz, o laranja dos Bolsonaros contada no SBT não passou de uma conversa mole para boi dormir, para tentar proteger seus patrões, principalmente o chefe mor Jair Messias Bolsonaro, e seu crápula filho Flávio Nantes Bolsonaro. A conversa mole do ex-assessor do senador eleito filho de Bolsonaro sobre as movimentações atípicas de R$ 1,2 milhão em sua conta, apontadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), não passa de uma piada de mau gosto, ao atribuir o dinheiro a seus negócios com venda de carros. É claro que foi uma orientação dos milicos fakes news. Foi por isso que este laranja da gangue bolsonariana não explicou nada sobre os depósitos feitos em sua conta por funcionários do gabinete e familiares empregados por Flávio Nantes Bolsonaro e Jair Messias Bolsonaro. Seu lero-lero não convenceu quase ninguém, apenas Moro e sua trupe. Perguntado sobre os depósitos feitos em favor da futura primeira-dama Michelle Bolsonaro, Queiroz disse que “nosso presidente já esclareceu.”Ele disse que falará apenas ao Ministério Público sobre depósitos feitos em sua conta por familiares e outros funcionários dos gabinetes de Flávio e de seu pai. “Esse mérito do dinheiro, eu quero explicar ao MP. São pessoas da minha família. Eu gero o dinheiro da minha família. Minhas filhas trabalham comigo desde os 15 anos. Quando tinha vaga (nos gabinetes), eu pedia para empregá-las. Minha filha que sempre cuidou da mídia do deputado dará esclarecimento.” Entenda o caso CoafQueiroz passou a ser o pivô do principal problema político do presidente eleito Jair Bolsonaro quando o Estado revelou, no dia 6 de dezembro, que um retalório do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) apontou movimentações atípicas em suas contas. Segundo o documento, o ex-assessor do senador eleito, Flávio Bolsonaro, movimentou R$ 1,2 milhão entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017. Uma das movimentações foi o depósito de um cheque de R$ 24 mil na conta da futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro - no início de dezembro, Bolsonaro disse que o cheque era o pagamento de um empréstimo. O Estado revelou ainda que funcionários do gabinete de Flávio chegaram a depositar 99% do que receberam no período na conta de Queiroz, e que a maioria das transferências foram feitas no dia ou em datas próximas ao pagamento na Alerj. Esta é a primeira vez que o ex-assessor fala publicamente sobre o assunto. Por duas vezes, Queiroz alegou problema de saúde para não comparecer ao depoimento que seria prestado ao Ministério Público nos dias 19 e 21 deste mês. No dia 7 de dezembro, Flávio Bolsonaro disse ter conversado com Queiroz, e afirmou que ele teria lhe dado “explicações convincentes” para o episódio, mas não disse quais seriam elas. O MPRJ informou que também pedirá para que Flávio Bolsonaro preste esclarecimentos sobre o caso, no dia 10 de janeiro. De acordo com Queiroz, ele precisará fazer uma cirurgia por conta de um tumor maligno no intestino. “Tenho uma cirurgia pra fazer no ombro (esquerdo). estava com problema na urina, tosse. E foi constatado um câncer. É um câncer maligno, indicado sem nem pegar a biopsia. Vou ser submetido a outros exames e (o médico) me disse que temos que operar o mais rápido possível. É um tumor grande no intestino. As fezes passam fininho. Não estou fugindo do MP. Quero prestar esclarecimento.”
Sumiço do Queiroz mostra conluio da Lava Jato com Bolsonaro

Não é preciso ser adivinho para presumir como a Lava Jato agiria se Fabrício Queiroz fosse petista ou outro inimigo do regime de exceção. *Por Jeferson Miola Assim como não é necessário grande esforço de raciocínio para concluir que a Lava Jato safou da cadeia o chefe do Queiroz, o deputado Flavio Bolsonaro, como também livrou Jair Bolsonaro de investigações sobre os [pelo menos] R$ 24 mil depositados na conta da esposa Michele e sobre a retenção de 99% do salário da Nathália Queiroz – contratada como “laranja” no gabinete em Brasília enquanto se desempenhava como personal trainer de celebridades nas praias cariocas. Fabrício Queiroz é um ponto fora da curva; é uma peça que fugiu do controle da Lava Jato, que fez de tudo para escondê-lo e deixá-lo no anonimato para proteger Flavio Bolsonaro. A Lava Jato abafou o quanto pôde a participação do Queiroz. Ele somente foi descoberto devido ao vazamento do COAF que a onipresente falange do Moro não conseguiu evitar. Queiroz foi escondido pela Lava Jato desde sempre. É preciso recordar que a Operação Furna da Onça, da Lava Jato/RJ, deliberadamente excluiu Flavio Bolsonaro da investigação realizada nos gabinetes dos 10 deputados e 16 assessores que incorreram nos mesmos ilícitos e que, em vista disso, foram presos. Por inexplicável coincidência, os Bolsonaro demitiram Queiroz e a filha Nathália dias antes da Furna de Onça ir a campo, numa espécie de “limpeza” da cena do crime. Quando Queiroz foi descoberto, para surpresa geral o coordenador da Lava Jato e paladino da moralidade Deltan Dallagnol mostrou incrível inapetência em investigar ele e Bolsonaro, e então repassou a investigação ao MP estadual do Rio, ao passo que os demais denunciados continuam sendo investigados pela Lava Jato! Em reportagem de André Barrocal, a Carta Capital traz interessante abordagem a respeito [ler aqui]. Queiroz é um incômodo para a Lava Jato; é um acidente de percurso. O sumiço dele, além de já fazer parte do folclore burlesco e do anedotário nacional que o candidata a marchinha de carnaval, serve para se fazer uma profunda autopsia do regime. Está claríssimo que vivemos um momento obscuro, de arbítrio e de ruptura constitucional. A cassação daquela liminar do Marco Aurélio de Mello que restaurava a Constituição [ler aqui] mostra claramente 2 perspectivas. A primeira, é que o regime de exceção mantém um padrão permanente de aprofundamento da ditadura jurídica. Qualquer brecha ou iniciativa política e legal que ameace a higidez do regime, tem como resposta mais arbítrio e mais violência contra a Constituição e as leis. A segunda perspectiva, é que o regime tem hierarquia de mando. Alguém como Moro, Dallagnol, e Toffoli, por exemplo, que tem um general de estimação na inusitada assessoria militar da presidência do STF, se situa no topo da cadeia alimentar da ditadura – que, por enquanto, ainda não é militar. A Lava Jato nunca foi uma genuína operação jurídico-policial. A vinculação partidária dos seus agentes incrustrados no judiciário, no MP e na PF está fartamente documentada. A eleição do Bolsonaro empodera ainda mais os já empoderadíssimos agentes fascistas da Operação e inaugura a fase 2.0 da Lava Jato, que tem Sérgio Moro como piloto do Estado policial [ler aqui]. Por debaixo do discurso hipócrita de combate à corrupção se esconde uma ideologia ultraliberal e um projeto de poder que, para ser concretizado, requer o aniquilamento dos inimigos – Lula, PT, esquerda, progressistas e toda resistência democrática e popular. Em razão disso, e a despeito dos robustos indícios de peculato, lavagem de dinheiro, organização criminosa e aumento patrimonial ilícito, Bolsonaro não foi e não será alvo de qualquer investigação, porque ele é o vetor desse projeto bárbaro que a burguesia quer impor no Brasil na base do arbítrio e atentando contra a Constituição. * Integrante do Instituto de Debates, Estudos e Alternativas de Porto Alegre (Idea), foi coordenador-executivo do 5º Fórum Social Mundial
Câmara de Montes Claros aprova permuta para Cidade Administrativa

Os vereadores montes-clarenses aprovaram, ontem de manhã, o projeto enviado pelo prefeito Humberto Souto que permite permutar terrenos do município com o Grupo Coteminas, na compra do imóvel nas imediações do Aeroporto, onde será instalada a Cidade Administrativa. Alguns vereadores alegam que a Prefeitura reduziu em R$8 milhões a negociação realizada em 2015, mas devolveu a metade do terreno. Um grupo da Associação dos Moradores do Bairro Ibituruna foi ao local, para convencer os vereadores a reprovarem o projeto, pois alega que está sendo colocada na permuta uma grande área verde. A Prefeitura alegou que o Decreto 4.853, de 22 de dezembro de 2015, mudou o sentido da área verde e ainda desafetou algumas áreas no local. Depois da reunião uma comissão se reuniu com alguns vereadores, para comunicar que moverão ação judicial. Marta Gomes se queixou que o pior foi não ter negociado com os moradores. Eles querem evitar a instalação do Fórum Judicial na área, pois ficará em frente aos condomínios residenciais. O vereador Aldair Fagundes, do PT, que tem atuado como porta voz da administração, mostrou que a compra do imóvel para a Cidade Administrativa foi realizada em maio de 2015, pelo custo de R$48 milhões, que corrigidos estão em R$70 milhões. Por isso, se não for aprovada a permuta com os terrenos, existe o risco da Coteminas executar a dívida, que tem como garantia o Fundo de Participação dos Municípios. Caso haja o bloqueio dos R$70 milhões, os servidores ficarão sem receber os seus salários. Depois de muita polemica, o projeto foi aprovado. Girleno Alencar – Jornal Gazeta
Segurança de Fátima Bezerra é executado com sete tiros na cabeça

O cabo da Polícia Militar, João Maria Figueiredo, que era segurança da governadora eleita do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), foi executado com sete tiros na cabeça por volta das 17h na sexta-feira (21), nas proximidades do motel Ele&Ela, no bairro da Redinha, Zona Norte de Natal. O site Saiba Mais destaca que o “Cabo Figueiredo, como era conhecido, participou da equipe de segurança da campanha da governadora eleita Fátima Bezerra e era cotado para integrar a equipe dela a partir de 1º de janeiro.” João Maria era Filiado ao PT e era membro ativo do grupo Policiais Antifascismo, movimento criado por operadores de Segurança Pública que luta pela democracia e pelos Direitos Humanos dentro da estruturas das polícias. O cabo tinha posições técnicas com relação à violência, que para ele era um problema social ligado à criminalização do povo pobre e preto das periferias brasileiras. João Maria foi convidado várias vezes para dar palestras sobre Segurança, Direitos Humanos e descriminalização das drogas como alternativa para redução da violência urbana.
Real Madrid goleia Al Ain e fatura o tri do Mundial de Clubes em Abu Dhabi

Time merengue construiu, com facilidade, o placar de 4 a 1 – Real Madrid conquistou o Mundial organizado pela Fifa nas temporadas de 2014, 2016 e 2017 e 2018 O Real Madrid conquistou o Mundial de Clubes pela terceira vez consecutiva na tarde deste sábado. Em Abu Dhabi, o poderoso time espanhol confirmou seu favoritismo diante do Al Ain e venceu a decisão contra o algoz do argentino River Plate por 4 a 1. A equipe madrilena conquistou o Mundial organizado pela Fifa nas temporadas de 2014, 2016 e 2017 e 2018. Na antiga Copa Intercontinental, o Real levou a melhor nas edições de 1960, 1998 e 2002. Entre os dois torneio, a equipe merengue contabiliza, portanto, sete títulos. O próximo compromisso do Real Madrid está marcado apenas para o dia 3 de janeiro de 2019. Pela 17ª rodada do Campeonato Espanhol, o time merengue entra em campo pela primeira vez desde o título mundial para enfrentar o Villarreal, na condição de visitante. O jogo O Al Ain desperdiçou uma grande chance de inaugurar o marcador logo no começo. O lateral brasileiro Marcelo vacilou pela esquerda e a bola sobrou para El Shahat, que fez bela jogada individual, passou pelo goleiro Courtois e bateu, mas Sergio Ramos salvou. Logo depois do susto, aos 13 minutos do primeiro tempo, o Real Madrid respondeu em grande estilo e saiu na frente. Após cruzamento vindo da direita, Benzema dominou e ajeitou para Modric. De fora da área, o meio-campista croata abriu o placar com um chute colocado. Em vantagem, o time espanhol dominou as ações e deu trabalho ao goleiro adversário. Ainda no primeiro tempo, Khalid fez intervenções importantes em cabeçada de Bale e em novo chute desferido por Modric. Assim, o Real Madrid foi para o intervalo com a diferença mínima. O time espanhol envolveu o Al Ain na etapa complementar e conseguiu ampliar a vantagem aos 14 minutos. Após cobrança de escanteio de Kroos pela direita, a zaga procurou afastar. De frente para o gol, Llorente completou a sobra de bate-pronto e o goleiro Khalid, imóvel, nada pôde fazer. O Real Madrid praticamente assegurou o título mundial aos 32 minutos da etapa complementar. Após cobrança de escanteio pela direita, Sérgio Ramos subiu sem ser incomodado e cabeceou o firme. O goleiro Khalid chegou a tocar na bola, mas não conseguiu defender. Aos 40 minutos do segundo tempo, o brasileiro Caio cobrou falta pela direita e o japonês Shiotani completou de cabeça para marcar o gol de honra do Al Ain. Nos acréscimos, o brasileiro Vinícius Júnior, colocado no lugar de Lucas Vazquez, invadiu a área pela esquerda e cruzou. Na tentativa de cortar, Yahia marcou contra. REAL MADRID 4 x 1 AL AIN REAL MADRID: Courtois; Carvajal, Sérgio Ramos, Varane e Marcelo; Llorente (Casemiro), Toni Kroos (Ceballos) e Modric; Lucas Vasquez (Vinícius Júnior), Benzema e Gareth Bale. Técnico: Santiago Solari AL AIN: Khalid; Ahmed (Al Ahbabi), Ismail, Fayez e Shiotani; Doumbia, Abdulrahman (Amer), El Shatat e Yaslem; Caio Lucas e Berg (Yahia). Técnico: Zoran Mamic Gols:AL AIN: Shiotani, aos 40 minutos do 2º tempo; REAL MADRID: Modric, aos 13 minutos do 1º tempo, Llorente, aos 14 minutos do 2º tempo, Sérgio Ramos, aos 32 minutos do 2º tempo, e Yahia (contra), aos 45 minutos do 2º tempo Cartões amarelos: Sérgio Ramos (RMA) Local: Estádio Xeique Zayed (Abu Dhabi)Data: 22 de dezembro de 2018, sábadoHorário: 14h30 (horário de Brasília)Árbitro: Jair Marrufo (Estados Unidos)Assistentes: Frank Anderson (Estados Unidos), Corey Rockwell (Estados Unidos)Árbitro de vídeo: Danny Makkelie (Holanda)Tags: Real Madrid espanholfut mundialdeclubes futinternacional
Samu registra mais de 2 mil acidentes em 11 meses em Montes Claros

Acidentes com motocicletas representam cerca de 65% das ocorrências; números aumentam no período de férias e a MCTrans faz campanha para reduzir acidentes. Por Valdivan Veloso, do G1 Grande Minas Os acidentes envolvendo motos representam cerca de 65% dos 2.777 casos registrados entre os meses de janeiro e novembro deste ano, em Montes Claros. Os dados divulgados pelo Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) mostram que neste período foram 1.843 acidentes com motos, enquanto que no ano passado foram 1.879. Em 2016 o Samu resgistrou 2.163. A redução apontada nos dois anos seguidos, segundo o Samu, está diretamente ligada às campanhas de prevenção realizadas em parceria com os órgãos de fiscalização e socorro. “Temos o Núcleo de Educação Permanente (Nep) que atua sempre com campanhas de conscientização. Hoje temos o projeto Samuzinho nas escolas, que trabalha com palestras aos pais e alunos. As campanhas sempre contribuem para a redução no número de acidentes”, explica a médica coordenadora do Samu, Lílian Fernandes. O Samu divulgou ainda que neste ano foram realizados 465 atendimentos de vítimas de acidentes com carro, 210 atendimentos de ocorrências de atropelamento e 259 acidentes envolvendo bicicletas. De acordo com a coordenadora médica do serviço, a maioria dos acidentes está relacionada ao desrespeito às leis de trânsito. “A maioria das vezes um dos envolvidos cometeu a infração. Também a velocidade excessiva é causadora de acidentes. Aí, o motociclista se encontra mais suscetível a lesões, pois está exposto apenas com o capacete. Já o condutor e passageiro dos carros têm o cinto de segurança e a própria lataria dos veículos, que ameniza os impactos”. Período de fériasA MCtrans afirma que o número de acidentes na região aumenta nos meses de janeiro e fevereiro. Com o objetivo de alertar os motoristas, o órgão inicia nesta sexta-feira (21) a campanha “Boas Festas, Sem Acidentes”. “O objetivo é orientar os motoristas sobre os cuidados a serem adotados no trânsito neste período, tanto nas rodovias quanto na área urbana. Estaremos fazendo panfletagem na BR-251, saída de Montes Claros para Salinas”, explica o diretor da MCtrans, José Wilson Guimarães. Algumas medidas, de acordo com José Wilson, podem diminuir a probabilidade de acidentes. “Bebida e direção não combinam. Então, se for beber não dirija. Outro ponto que aconselhamos é o planejamento da viagem, que deve conter um tempo de descanso, pois o sono também é um fator causador de acidentes”.
Ódio e medo de Lula unem lideranças da nossa nova ditadura

Um fantasma tira o sono dos verdugos da democracia brasileira. Qualquer sinal de que ele possa surgir no horizonte basta para gerar pânico entre os líderes da ditadura de novo tipo que se instalou no país. * Por Bepe Damasco Já imaginou este ectoplasma outra vez arrastando multidões em seus comícios e caravanas, falando direto ao coração do povo e semeando esperanças? A perspectiva da liberdade de Lula é capaz de provocar uma corrida às farmácias por parte de procuradores do MP, juízes, delegados, generais, barões da mídia e seus jornalistas lambe-botas, exploradores da fé do povo, nazi-bolsonaristas e fascistas de todos os matizes em busca de Floratil, para tentar estancar a diarreia das bravas provocada pelo medo. Tudo porque sabem que têm os pés de barro. Que o poder usurpado de que desfrutam só foi possível atirando o maior líder político do país nas masmorras de Curitiba, calando sua poderosa voz rouca e alijando-o da disputa eleitoral. Sabemos todos que dessa gente não se pode esperar mais quaisquer resquícios de respeito à Constituição. Não está mais em questão a busca por respaldo constitucional para suas ações sistemáticas impondo a Lula o direito penal do inimigo. Covardes, fogem do debate político olho no olho com o ex-presidente como o diabo foge da cruz. Com toda a razão, se sentem anões morais e políticos diante de Lula. Resta-lhes, então, a crueldade máxima de, além de manter um inocente preso, fazer tudo que estiver ao alcance da mão para massacrá-lo. O arsenal de perseguições a Lula não tem fim. O jogo sujo lembra o tratamento aos opositores dispensado por ditaduras vagabundas e repugnantes do passado, tais como a de Idi Amin Dada, em Uganda, “Baby Doc” Duvalier, no Haiti, ou Anastácio Somoza, na Nicarágua. Esses regimes usavam e abusavam do direito penal do inimigo como instrumento de ação política para liquidar os que ousavam enfrentá-los. Lula é único cidadão na história do Brasil que permaneceu preso depois que duas decisões de cortes superiores determinaram sua soltura. Os crimes imputados a ele, de tão ridículos e patéticos, não seriam sequer apreciados pelos sistemas de justiça de países minimamente democráticos. Na legislação específica para Lula, coisa típica do fascismo, seus direitos humanos são violados a céu aberto, sem fazer corar de vergonha os responsáveis por seu calvário. Prender sem crime, no entanto, não é suficiente. Tampouco privá-lo do convívio com a família e com o povo. Todos os presos podem dar entrevistas, mas ele não. O Brasil é signatário de diversos acordos e tratados internacionais, mas as resoluções da ONU que garantem seus direitos por aqui de nada valem. Para os que militam no campo democrático-popular, e insistem em não dar nome certo aos bois, espero que a tutela implacável das forças armadas sobre o STF, confirmada neste autêntico motim jurídico (expressão precisa contida na nota do PT) que impediu que Lula fosse solto por determinação de um ministro do Supremo Tribunal Federal, obrigue-os a pôr o dedo na ferida. Sim, sim e sim, e mais uma vez sim, vivemos numa ditadura. E o primeiro passo para enfrentá-la à altura é o reconhecimento de sua existência. Duvido que encontremos ao redor do planeta um regime democrático no qual o presidente da mais alta corte não dê um passo sem submeter aos ditames do general que o assessora. Abaixo a ditadura! * Bepe Damasco é jornalista, editor do Blog do Bepe