Lista fechada: Tite anuncia os 23 convocados para a Copa do Mundo

 Sem Daniel Alves, cortado por conta de uma lesão no joelho, técnico da seleção brasileira convoca Danilo e Fagner para a lateral direitaAlisson. Ederson. Cássio. Danilo. Fagner. Marcelo. Filipe Luís. Miranda. Marquinhos. Thiago Silva. Geromel. Casemiro. Fernandinho. Paulinho. Renato Augusto. Fred. Philippe Coutinho. Willian. Neymar. Douglas Costa. Gabriel Jesus. Roberto Firmino. Taison. É para esse grupo de 23 jogadores que o brasileiro terá de torcer, é por eles que os dedos serão cruzados e as orações feitas entre 14 de junho e 15 de julho. São os nomes deles que serão estampados nas camisas dos fanáticos. São eles os escolhidos por Tite para tentarem o hexacampeonato na Copa do Mundo, na Rússia. O técnico anunciou na tarde desta segunda-feira (14), na sede da CBF, no Rio de Janeiro. Com o auditório lotado e mais jornalistas aos montes do lado de fora, Tite saciou a curiosidade de milhões de pessoas. Sem nenhuma grande surpresa. Todos os 23 estão entre os 64 que ele convocou desde agosto de 2016, tempo de sua passagem pela Seleção. Todos estavam em muitos dos bolões realizados nas últimas semanas. Apenas seis são remanescentes na última Copa, marcada pelo 7×1 diante da Alemanha: Marcelo, Thiago Silva, Fernandinho, Paulinho, Willian e Neymar. Tite também explicou que a lista com 35 nomes foi enviada à Fifa, mas não revelou os outros jogadores. – A outra lista já está feita. Um pouco antes de a gente entrar, conversamos. A última informação do último atleta, com o do outro. A lista de 35 já está feita e fechada também. Agora segue o trabalho, um Mundial, de três a sete jogos. A etapa agora é de preparação. Assim que eu vejo a sequência de trabalho – avaliou Tite.

CNT/MDA: MESMO PRESO, LULA LIDERA FOLGADO COM 32,4%

 – Pesquisa realizada pelo instituto MDA para a Confederação Nacional dos Transportes (CNT) mostra que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que é mantido como preso político de 7 de abril em Curitiba, segue liderando a preferência da maioria dos eleitores brasileiros. Na modalidade estimulada, Lula 32,4%, Jair Bolsonaro 16,7%, Marina Silva 7,6%, Ciro Gomes 5,4%, Geraldo Alckmin 4,0%, Álvaro Dias 2,5%, Fernando Collor 0,9%, Michel Temer 0,9%, Guilherme Boulos 0,5%, Manuela D´Ávila 0,5%, João Amoêdo 0,4%, Flávio Rocha 0,4%, Henrique Meirelles 0,3%, Rodrigo Maia 0,2%, Paulo Rabello de Castro 0,1%, Branco/Nulo 18,0%, Indecisos 8,7%. Confira as simulações para o segundo turno, onde Lula vence em todas: CENÁRIO 1: Lula 44,9%, Geraldo Alckmin 19,6%, Branco/Nulo: 30,0%,Indecisos: 5,5%. CENÁRIO 2: Lula 45,7%, Jair Bolsonaro 25,9%, Branco/Nulo: 23,3%,Indecisos: 5,1%. CENÁRIO 3: Lula 47,1%, Henrique Meirelles 13,3%, Branco/Nulo: 33,0%,Indecisos: 6,6%. CENÁRIO 4: Lula 44,4%, Marina Silva 21,0%, Branco/Nulo: 29,3%,Indecisos: 5,3%. CENÁRIO 5: Lula 49,0%, Michel Temer 8,3%, Branco/Nulo: 37,3%,Indecisos: 5,4%. A Pesquisa CNT/MDA ouviu 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 Unidades Federativas das cinco regiões do país. Leia abaixo o material divulgado pela CNT: A 136ª Pesquisa CNT/MDA, realizada de 9 a 12 de maio de 2018 e divulgada pela CNT (Confederação Nacional do Transporte) no dia 14 de maio, aborda as eleições de 2018, trazendo as preferências eleitorais dos entrevistados em cenários de primeiro e segundo turnos de votação. O levantamento também apresenta as características ideais dos candidatos na opinião dos entrevistados, além do seu potencial de voto. A pesquisa ainda trata de temas como a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva; a Justiça no Brasil; a confiança nas instituições; fake news e a Copa do Mundo. Traz, além disso, avaliações do governo federal e do desempenho pessoal do presidente Michel Temer e avaliações dos governos estaduais e municipais. Foram ouvidas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 Unidades Federativas, das cinco regiões. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), com o número BR-09430/2018. • Avaliação de governo Governo federal: A avaliação do governo do presidente Michel Temer é positiva para 4,3% dos entrevistados, contra 71,2% de avaliação negativa. Para 21,8%, a avaliação é regular e 2,7% não souberam opinar. A aprovação do desempenho pessoal do presidente atinge 9,7% contra 82,5% de desaprovação, além de 7,8% que não souberam opinar. Governo estadual: 2,9% avaliam o governador de seu Estado como ótimo. 16,6% como bom; 33,2% como regular, 14,8% como ruim e 26,1% como péssimo. Governo municipal: 5,1% avaliam o prefeito de sua cidade como ótimo. 21,3% como bom, 32,2% como regular, 12,8% como ruim e 24,2% como péssimo. • Expectativa (para os próximos 6 meses) Emprego: vai melhorar: 21,7%, vai piorar: 31,5%, vai ficar igual: 43,4%Renda mensal: vai aumentar: 20,6%, vai diminuir: 16,5%, vai ficar igual: 59,3%Saúde: vai melhorar: 18,5%, vai piorar: 35,6%, vai ficar igual: 42,9%Educação: vai melhorar: 21,0%, vai piorar: 28,8%, vai ficar igual: 46,6%Segurança pública: vai melhorar: 17,9%, vai piorar: 41,9%, vai ficar igual: 37,2% • Eleição presidencial 2018 1º turno: Intenção de voto ESPONTÂNEA Lula: 18,6%Jair Bolsonaro: 12,4%Ciro Gomes: 1,7%Marina Silva: 1,3%Geraldo Alckmin: 1,2%Joaquim Barbosa: 1,0%Álvaro Dias: 0,9%Outros: 1,8%Branco/Nulo: 21,4%Indecisos: 39,6% 1º turno: Intenção de voto ESTIMULADA CENÁRIO 1: Lula 32,4%, Jair Bolsonaro 16,7%, Marina Silva 7,6%,Ciro Gomes 5,4%, Geraldo Alckmin 4,0%, Álvaro Dias 2,5%, Fernando Collor 0,9%, Michel Temer 0,9%, Guilherme Boulos 0,5%, Manuela D´Ávila 0,5%, João Amoêdo 0,4%, Flávio Rocha 0,4%, Henrique Meirelles 0,3%, Rodrigo Maia 0,2%, Paulo Rabello de Castro 0,1%, Branco/Nulo 18,0%, Indecisos 8,7%. CENÁRIO 2: Jair Bolsonaro 18,3%, Marina Silva 11,2%, Ciro Gomes 9,0%, Geraldo Alckmin 5,3%, Álvaro Dias 3,0%, Fernando Haddad 2,3%, Fernando Collor 1,4%, Manuela D´Ávila 0,9%, Guilherme Boulos 0,6%, João Amoêdo 0,6%, Henrique Meirelles 0,5%, Flávio Rocha 0,4%, Rodrigo Maia 0,4%, Paulo Rabello de Castro 0,1%, Branco/Nulo 29,6%, Indecisos 16,1%. CENÁRIO 3: Jair Bolsonaro 19,7%, Marina Silva 15,1%, Ciro Gomes 11,1%, Geraldo Alckmin 8,1%, Fernando Haddad 3,8%, Branco/Nulo 30,1%, Indecisos 12,1%. CENÁRIO 4: Jair Bolsonaro 20,7%, Marina Silva 16,4%, Ciro Gomes 12,0%, Fernando Haddad 4,4%, Henrique Meirelles 1,4%, Branco/Nulo 31,7%, Indecisos 13,4%. 2º turno: Intenção de voto ESTIMULADA CENÁRIO 1: Lula 44,9%, Geraldo Alckmin 19,6%, Branco/Nulo: 30,0%,Indecisos: 5,5%. CENÁRIO 2: Lula 45,7%, Jair Bolsonaro 25,9%, Branco/Nulo: 23,3%,Indecisos: 5,1%. CENÁRIO 3: Lula 47,1%, Henrique Meirelles 13,3%, Branco/Nulo: 33,0%,Indecisos: 6,6%. CENÁRIO 4: Lula 44,4%, Marina Silva 21,0%, Branco/Nulo: 29,3%,Indecisos: 5,3%. CENÁRIO 5: Lula 49,0%, Michel Temer 8,3%, Branco/Nulo: 37,3%,Indecisos: 5,4%. CENÁRIO 6: Jair Bolsonaro 28,2%, Ciro Gomes 24,2%, Branco/Nulo: 37,8%,Indecisos: 9,8%. CENÁRIO 7: Jair Bolsonaro 27,8%, Geraldo Alckmin 20,2%, Branco/Nulo: 42,5%,Indecisos: 9,5%. CENÁRIO 8: Jair Bolsonaro 31,5%, Fernando Haddad 14,0%, Branco/Nulo: 43,4%,Indecisos: 11,1%. CENÁRIO 9: Jair Bolsonaro 30,8%, Henrique Meirelles 11,7%, Branco/Nulo: 46,3%,Indecisos: 11,2%. CENÁRIO 10: Marina Silva 27,2%, Jair Bolsonaro 27,2%, Branco/Nulo: 37,8%,Indecisos: 7,8%. CENÁRIO 11: Jair Bolsonaro 34,7%, Michel Temer 5,3%, Branco/Nulo: 49,5%,Indecisos: 10,5%. CENÁRIO 12: Ciro Gomes 20,9%, Geraldo Alckmin 20,4%, Branco/Nulo: 48,1%,Indecisos: 10,6%. CENÁRIO 13: Geraldo Alckmin 25,0%, Fernando Haddad 10,0%, Branco/Nulo: 53,2%, Indecisos: 11,8%. CENÁRIO 14: Marina Silva 26,6%, Geraldo Alckmin 18,9%, Branco/Nulo: 46,0%,Indecisos: 8,5%. CENÁRIO 15: Ciro Gomes 25,7%, Henrique Meirelles 9,0%, Branco/Nulo: 52,6%,Indecisos: 12,7%. CENÁRIO 16: Ciro Gomes 30,4%, Michel Temer 5,6%, Branco/Nulo: 52,9%,Indecisos: 11,1%. LIMITE DE VOTO – PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CIRO GOMES: é o único em que votaria (2,9%); é um candidato em que poderia votar (31,7%); não votaria nele de jeito nenhum (46,4%); não conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar (15,3%). FERNANDO HADDAD: é o único em que votaria (0,9%); é um candidato em que poderia votar (15,7%); não votaria nele de jeito nenhum (46,1%); não conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar (34,1%). GERALDO ALCKMIN: é o único em que votaria (1,6%); é um candidato em que poderia votar (30,3%); não votaria nele de jeito nenhum (55,9%); não conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar (8,4%). HENRIQUE MEIRELLES: é o único em que votaria (0,2%); é um candidato em que poderia votar (14,1%); não votaria nele de jeito nenhum (48,8%); não conhece/não sabe quem é/ nunca ouviu falar

Aécio teve três overdose no Palácio das Mangabeiras, quando era governador

O jornalista Geraldo Elísio, vencedor do Prêmio Esso de Jornalismo em 1977, acusa o ainda senador Aécio Neves (PSDB) de ter tido overdoses no Palácio das Mangabeiras, residência oficial do governador de Minas, quando governador do estado. “O público ficou sabendo que ele teve de ser transportado de helicóptero para o hospital Mater Dei, também em Belo Horizonte”, diz Elísio no livro “Diálogo com ratos – censura e perseguição no jornalismo digital”; Elísio era editor do Novojornal, responsável por muito do que se sabe hoje de Aécio Do DCM – Capítulo Ligações Perigosas, do livro “Diálogo com ratos – censura e perseguição no jornalismo digital” Na medida em que ia subindo o numero de views do Novojornal, aumentavam as preocupações de Andrea Neves. Já não era apenas o Mensalão Tucano Mineiro, a Lista de Furnas e a Gang dos Castos ou o temor do depoimento do advogado Joaquim Engler. Principalmente a partir do instante em que foram noticiadas crises de overdose de Aécio Neves, no Palácio das Mangabeiras, residência oficial dos governadores de Minas Gerais. f. Além do mais, a irmã do governador sabia da existência de provas concretas sujeitas à apreciação judicial da exceção da verdade em caso de abertura de processo criminal. Como o Novojornal poderia obter tais documentos tão sigilosos? Qualquer agente policial ou um jornalista investigativo, ainda inexperiente, pode afirmar, mas irá supor ser alguém ligado à PM-2, órgão encarregado da segurança pessoal dos governadores mineiros. No meu caso, não ficarei em suposições. Digo ter sido mesmo informação obtida mediante compromisso firmado que, por razões ligadas à segurança da família de quem informou, nem após ele falecer, eu direi. É visando casos assim que, em países verdadeiramente democráticos, a Constituição garante o sigilo das fontes dos jornalistas. “Garganta Profunda” era o codinome de Marck Felt, ex-diretor-assistente do FBI, o homem que revelou a Bob Woodward e Carl Bernstein, do Washington Post, os dados que os possibilitaram produzir a série de matérias que culminaram com a renúncia do ex-presidente norte-americano Richard Nixon quando do episódio envolvendo o escândalo Watergate. Em momento algum, eles disseram ou foram forçados a dizer quem era a fonte, tendo o próprio Felt, quase ao final da vida, feito a revelação de ser ele o Deep Throat. Tais overdoses, em número de três, foram publicadas a primeira vez em 2013, gerando pânico entre os formuladores da Teoria da Falsidade (como o autor chama a operação para fazer os eleitores desacreditarem de fatos divulgados que contrariavam interesses dos governantes à época). Intensificaram-se também os contatos sigilosos entre Marco Aurélio Carone* e Andrea Neves, como se fora, na história moderna, outra Agripina e cuidar de Nero. Diante do agravamento da crise, o Novojornal enviou um e-mail a Aécio, que não foi respondido, abordando tal questão. O site enviou também outro documento, de igual teor, à direção do Hospital Mater Dei, que respondeu somente poder divulgar assuntos relativos às perguntas formuladas mediante ordem judicial ou com expressa autorização do paciente. Não disse sim, evitou a colocação do não, mas o teor da resposta, para quem sabe ler e entende que um pingo é letra, desfaz muitas dúvidas. Em suma: assuntos de tal natureza só podem ser divulgados com expressa autorização do paciente ou ordem judicial. Então? Houve um paciente. Quem era ele? A indagação feita pelo site deixa sinais claros. Documentos citados na matéria: e-mail encaminhado ao Hospital Mater Dei em 9 de janeiro de 2013. Reenvio do e-mail ao Hospital Mater Dei em 17 de janeiro de 2013. E-mail encaminhado ao ex-governador e atual senador Aécio neves em 9 de janeiro de 2013. E-mail encaminhado ao procurador André Estevão Ubaldino Pereira em 18 de novembro de 2013. É necessário destacar que tais overdoses ocorreram dentro do Palácio das Mangabeiras, residência oficial do governador de Minas, guarnecido pela Polícia Militar, 24 horas por dia. Corporação militar que cumpriu sua obrigação, entregando, através de seu serviço reservado, um detalhado relato do ocorrido à Coordenadoria Antidrogas, inclusive sobre a transferência de Aécio Neves em helicóptero operado pela Polícia Militar para o Hospital Mater Dei, em Belo Horizonte.

FIM DO ‘PLANO B’: O PT COMEÇA A MONTAR CAMPANHA DE LULA

 – A direção nacional do PT deu início à montagem da campanha à presidência da república de Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente indicado ao Nobel da Paz. O PT afasta, assim, as discussões sobre o “plano B”, que começavam a truncar o cenário eleitoral, já confuso em função da sucessão de ‘balões de ensaio’ e desistências. O PT entende que a situação legal da candidatura Lula não é assunto encerrado e promete dar início a uma campanha histórica pela volta da democracia diante da inédita situação de um preso político que lidera todas as pesquisas de intenção de voto e de um partido que voltou a crescer a a conquistar a confiança em escala da população. “Na semana passada, a corrente majoritária do partido Construindo um Novo Brasil (CNB), que preside o PT, decidiu insistir na candidatura de Lula até o fim, mesmo que isso leve o partido ao isolamento na eleição presidencial. O próprio ex-presidente, em carta, deu o recado: “Se aceitar a ideia de não ser candidato, estarei assumindo que cometi um crime”. A ideia é transformar a campanha em um palco para a defesa de Lula. “Só estamos pedindo o direito de seguir apoiando nosso candidato”, disse na sexta-feira o ex-ministro Gilberto Carvalho. Lideranças da CNB vão levar para deliberação da executiva nacional propostas para a criação imediata de dois comitês físicos de pré-campanha em São Paulo e Brasília, agilizar o processo de apresentação das diretrizes do programa de governo, intensificar as conversas com o PR sobre a possibilidade de o empresário Josué Gomes da Silva ser o vice de Lula – o que passaria também pelo processo de convencer o filho do ex-vice-presidente José Alencar aceitar ser registrado – e a definição dos nomes autorizados a representar o ex-presidente em debates e entrevistas.” Leia mais aqui. DIRETORA DO IBOPE: SEM LULA, ELEIÇÃO É SÓ DESALENTO E DESESPERANÇA  – Marcia Cavallari, diretora executiva do Ibope Inteligência afirma que uma eleição sem Lula tem um peso específico, que vai além do partido do ex-presidente. Ela diz que “apesar da baixa preferência partidária dos brasileiros, há cerca de 30% com simpatia pelos partidos de esquerda. Sem o Lula, o que pode acontecer é uma reorganização dos partidos de esquerda, para que não percam essa fatia do eleitorado. A diretora do Ibope diz que “os únicos com taxas significativas são Lula, Bolsonaro e Marina e que o restante dos votos parece estar muito pulverizado. “(…) Acho que deve acabar ocorrendo uma recomposição dos partidos, de maneira que não tenhamos tantos candidatos concorrendo. Será uma campanha curta, que terá emoção até o último momento. ficou recentemente sensibilizada ao acompanhar os depoimentos de entrevistados em uma pesquisa qualitativa promovida por seu instituto. Reunidos em volta de uma mesa e convidados a falar sobre suas expectativas em relação ao futuro, grupos de eleitores de perfis diversos só manifestaram desesperança e angústia. “Foi uma tristeza”, disse ela, em entrevista ao Estado. Em relação às notícias falsas, nossas pesquisas mostram que os eleitores se preocupam muito com isso. Eles acham que o ambiente da internet é mais propício para as pessoas divulgarem e passarem notícias falsas sem checar a fonte. Sabem e declaram que não podem acreditar em tudo o que veem na internet. A credibilidade maior é dos veículos de comunicação tradicionais: jornal, rádio, TV. É onde se sentem mais seguros em relação à informação que recebem. Existe interesse maior pelas notícias políticas. É claro que isso se verifica de maneira mais forte nos grupos urbanos e de maior escolaridade, mas também vemos essa preocupação de buscar mais informação nas classes mais baixas”. Leia mais aqui.

Boulos: a ambulância sempre chega, e rápido, para socorrer tucanos

  O presidenciável Guilherme Boulos (PSOL), pelo Twitter, ao comentar a decisão que soltou Paulo Preto, operador do PSDB, comparou neste sábado (12) o ministro do STF Gilmar Mendes a uma ambulância que rapidamente socorre tucanos. “Gilmar Mendes soltou ontem Paulo Preto, operador do PSDB e suspeito de receber R$173 milhões de propina em SP. Ele havia sinalizado que delataria se o largassem “ferido na estrada”. A ambulância sempre chega, e rápido, para socorrer tucanos”, tuitou o psolista. O ministro do Supremo determinou a soltura de Paulo Preto, ex-diretor da Dersa, empresa paulista de infraestrutura rodoviária, que estava preso desde 6 de abril. O operador financeiro que estava preso por desvios nas obras do Rodoanel Sul, Jacu Pêssego e Nova Marginal Tietê ameaçava delatar os mandachuvas do PSDB. Ele serviu aos governos paulistas de José Serra, Alberto Goldman e Geraldo Alckmin. “Defiro a medida liminar para suspender a eficácia do decreto de prisão preventiva de Paulo Vieira de Souza, o qual deverá ser posto em liberdade, se por outro motivo não estiver preso”, decidiu Gilmar Mendes. Por outro lado, na quinta (10), Mendes votou pela manutenção da prisão do ex-presidente Lula que está cumprindo pena antecipação de uma condenação sem provas (caso tríplex). Resumo da ópera: se Paulo Preto fosse do PT, muito provavelmente, continuaria preso.

Nos últimos dois anos, milhares de pessoas perderam o emprego

 Trabalhadores que tinham carteira assinada e com curso superior viram camelôs Há décadas a gente ouve a classe média reclamando dos camelôs nas calçadas. Desde o velhissimo chororô dos comerciantes – “eles não pagam imposto” – até as senhoras que reclamam de estarem estorvando a passagem. Contra eles, nunca falta polícia: o famoso rapa, com seus bastões e caminhonetes, arrastando as pobres bugigangas que lhes garantem a sobrevivência. Daiane Costa, em O Globo, mostra que a crise e o receituário neoliberal atiraram, em 2 anos, mais 200 mil brasileiros para esta condição de vendedores de rua. 50 mil em São Paulo, 40 mil na Bahia, quase 25 mil no Rio de Janeiro. Gente de todas as profissões e, até, de todos os graus de instrução – às vezes, até curso superior – que têm como traço em comum a impossibilidade de conseguir um trabalho regularizado. Formada em Administração, Marianne Silva, 26, trabalhou por cinco anos no setor administrativo de uma fabricante de doces. Há três, ela vende quentinhas na rua.— Eu e muitos colegas fomos demitidos juntos. Na época, minha mãe já vendia comida na rua e estava cansada. Como não consegui mais emprego, resolvi ajudá-la e aqui fiquei — conta a jovem. Aliás, nem mesmo regularizarem-se como ambulantes 95% deles conseguem. Ficam à espera de que os guardinhas não passem, ou se contentem com as “mordidas” de 10 ou 20 reais e os deixem trabalhar. Ou ficar atentos às cordinhas de seu “paraquedas”, a lona com barbantes que se fecham com a mercadoria dentro na hora de correr

Lula e Dilma foram responsáveis no resgate da ralé brasileira

 O escritor Jessé de Souza faz a relação do preconceito social com os avanços obtidos nos últimos anos. “O pouco do que foi feito nos governos progressistas foi rechaçado pela sociedade conservadora, a batucada verde amarela demonstra isso. Posso dizer que Lula e Dilma foram os que mais se esforçaram para resgatar essa ralé, os primeiros que olharam para os mais excluídos, isso incomodou muito a classe média, uma extraordinária burrice”, denuncia. O programa “Batalha de Ideias” da última quarta-feira (9) com a participação do professor e escritor Jessé Souza, destacou trechos do seu livro “A Ralé Brasileira, Oprimidos e Odiados”, onde ele aborda a construção histórica do preconceito e invisibilidade com a classe menos favorecida da sociedade brasileira. O livro, escrito por Jessé, contém várias entrevistas com parcelas da sociedade classificadas como “ralé “por significativa parcela da elite brasileira. “É a empregada doméstica, o vigilante, o evangélico e o bandido que são irmãos e inimigos. É muito difícil observar unidade política nos excluídos, pois são os que mais sofrem com a segregação, estigmas e preconceitos”, explica. Jessé elucida que não usou o termo ralé em seu livro de forma pejorativa. “A ideia não é insultar essas pessoas, mas denunciar uma situação histórica. A verdade sempre é dura, nunca agradável. A direita coloca sempre a culpa na vítima, como vimos na tragédia do desabamento do Prédio Wilton Paes de Almeida “, esclarece. “Então chegamos ao ponto central, a origem histórica da ralé, e chegamos na escravidão, “passadas as gerações, a elite reproduz aquele mecanismo de ordem e obediência estabelecido no período da escravista, levando os piores castigos e humilhações. Passada cinco gerações, essa humilhação continua, essa classe ainda é tratada como inferior até os dias atuais”, resgata Jessé Souza. Voltando a atualidade, Jessé contextualiza as mazelas que são fruto dessa construção social. “Todas as questões brasileiras têm a ver com a invisibilidade. É necessário capacitar seu povo, se o trabalhador não tem conhecimento, não tem espaço no mercado de trabalho. Podemos citar os analfabetos funcionais, pois, acesso ao pensamento abstrato é um privilégio de classe, são pré-condições para ser absorvido no capital cultural. Então, quando a classe menos favorecida não possui essas habilidades adquiridas, eles são culpados por não terem tais atributos”, condena. Jessé faz a relação do preconceito social com os avanços adquiridos nos últimos anos. “O pouco do que foi feito nos governos progressistas foi rechaçado pela sociedade conservadora, a batucada verde amarela demonstra isso, posso dizer que Lula e Dilma foram os que mais se esforçaram para resgatar essa ralé, os primeiros que olharam para esses excluídos, isso incomodou muito a classe média, uma extraordinária burrice”, denuncia. Em relação a tragédia anunciada do desabamento do Prédio Wilton Paes Almeida, que deixou mais de 400 pessoas desabrigadas, Jessé explica a sociedade é reflexo de uma sociedade doente. “Você tinha o MCMV e agora não tem nenhuma política de habitação, agora essas famílias estão jogas ao relendo, crianças brincando no esgoto, isso gera doenças. É preciso resgatar essas pessoas. Essas pessoas foram desumanizadas, só isso explica esse tratamento dado a essas famílias”, conclui.

O CORONEL POÇA D’ÀGUA QUE QUERIA SER UM OCEANO

 * Por Carlos D’Incao O dever da esquerda hoje é separar o joio do trigo, os aliados verdadeiros dos aliados estratégicos, os amigos da classe trabalhadora dos seus inimigos, sejam eles históricos ou aqueles que se revelam nos dias de hoje. Ciro Gomes é o personagem político que revelou a sua essência de forma surpreendentemente rápida… Mas isso não é novidade… É apenas a confirmação de sua personalidade destemperada e desequilibrada que o faz agir de forma precipitada, como sempre faz… O coronel que reivindica ter tornado o Ceará na Suíça brasileira finalmente se lançou de vez em sua “operação abutre” em busca dos votos de um suposto moribundo PT e um já falecido Lula. Seus cabos eleitorais – sempre atentos e muito bem pagos – estão de prontidão para berrar: “Se o PT não apoiar Ciro, vai dar Bolsonaro ou Alckmin!” A arrogância de Ciro não tem dimensões… É um homem já de cabelos brancos e vivido… deveria saber qual é o seu verdadeiro tamanho. Mas se ele não sabe, cabe a nós da esquerda mostrarmos com quem ele está lidando quando fala que o PT deveria abandonar Lula nas masmorras de Curitiba e se submeter a sua candidatura. Vamos começar pelo que temos de concreto e estabelecermos uma linha comparativa: O PT tem 20% da preferência do eleitorado, o PDT tem 1%; O PT tem 60 deputados federais, o PDT tem 20; o PT possui governos de Estado que representam 28% do eleitorado brasileiro, o PDT tem 1,8% ; o fundo partidário do PT é 300% maior do que o do PDT. Vejamos um pouco sobre gestão… O PT governou o Brasil por 13 anos, Ciro nunca passou de um governador de Estado. O governo do PT retirou 40 milhões de brasileiros da miséria e fez o país se tornar a sexta economia mundial, ameaçando as grandes potências internacionais. O PDT nunca governou o Brasil e não compôs a base das reformas sociais do Brasil. Vejamos um pouco sobre representatividade social… O PT está à frente diretamente de mais de 4 mil sindicatos em todo o país e em todas as suas grandes cidades; o PDT não está à frente de nenhum. O PT está à frente dos maiores movimentos sociais da América Latina e um dos maiores do Mundo, o MST; o PDT não tem nenhuma relação orgânica com nenhum movimento social. Vejamos um pouco sobre a biografia de Ciro e das principais lideranças do PT… Enquanto Ciro era filiado ao ARENA, partido que apoiava a Ditadura Militar, as lideranças do PT estavam na luta armada ou na construção de um novo sindicalismo e um novo partido de massas do campo da esquerda. Enquanto Ciro militava no PMDB e no PSDB e era o lambe botas de suas atuais lideranças, as lideranças do PT lutavam nas ruas contra esses governos reacionários, obtendo heróicas vitórias em grandes cidades. Vamos aos anos 90… Enquanto Ciro Gomes era um dos cabeças do lado mais perverso do Plano Real e caminhava de mãos dadas com os bandidos que privatizaram nossas principais riquezas, as lideranças do PT lutavam contra as reformas neoliberais tentando reunir todas as forças progressistas. Estavam ao lado do povo em seus momentos mais críticos… alguns foram assassinados, como Chico Mendes e outros foram massacrados, como as vítimas de Carajás. E nos dias atuais… Ciro foi ministro de Lula e já quis se tornar no autor da geração de empregos de seu governo… Virou um usurpador e começou a tentar encontrar um partido para seu projeto autocrático de poder. Mudou de partidos como se muda de cuecas… Em 2010 deu explícito apoio a Aécio Neves como pré-candidato do PSDB e quando o golpe chegou, quis se valer de uma conjuntura em que apostou todas as suas fichas em um cenário onde Lula e o PT seriam destruídos pelas forças do capital. Queria ocupar esse “espaço vazio”… Errou de maneira grosseira… Ciro Gomes se esqueceu que ele mesmo construiu para si próprio sua própria dimensão, ao longo de sua própria história. Ele é uma poça d’àgua, rasa e reacionária, que sonha ser um oceano. Como tem espírito de coronelzinho, gostaria que o mundo desaguasse nele… Mas não percebe que é o oposto que ocorre – caso a poça tenha sorte. No geral a poça acaba por secar com o tempo. Por isso tudo aqui exposto, resta admirar como pode alguém imaginar que um cenário de apoio do PT ao Ciro poderia ser possível. Não apenas pelo seu tamanho, mas pelo que ele é de fato. Seus asseclas quando escutam essas verdades partem para o ataque: acusam os petistas de serem fanáticos, de terem um plano de poder, que não pensam no país, que não querem largar o osso, etc… Enfim, falam exatamente como a direita, porque – na verdade – é isso que são. E Ciro Gomes tem a ilusão de que nós – que somos da esquerda – não sabemos o que ele realmente pensa sobre tudo o que vivemos atualmente. Todos nós sabemos que ele acha que na verdade Lula é um arrogante e que está colhendo o que plantou, que merece o castigo de sua prisão; todos nós sabemos que ele, machista que é, odeia a Dilma como mulher e como expoente da política nacional, chamando sempre a sua gestão econômica de “burra e irresponsável”, como a rede Globo faz cotidianamente. Todos nós sabemos que ele despreza o PT e todas as suas lideranças pois ele nunca se desenraizou dos ideais de Roberto Campos que acreditava que o “povo é uma massa ignóbil e incapaz de desenvolver o país, cabendo aos técnicos e intelectuais as transformações estruturais, por cima”. Por isso, despreza os movimentos sociais e os sindicatos; por isso, nunca “sujou os pés no barro” para além das épocas de campanha eleitoral. Por isso, despreza a democracia e foi apoiador do regime militar. Ciro é a expressão política mais perversa na atualidade e que hoje quer se passar por tudo: de esquerda à direita; de

Gilmar Mendes manda soltar Paulo Preto, o operador do PSDB

O tucano ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta sexta-feira (11) a soltura de Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, ex-diretor da Dersa – empresa paulista de infraestrutura rodoviária. Ele estava preso desde 6 de abril em razão das suspeitas de desvios nas obras do Rodoanel Sul, Jacu Pêssego e Nova Marginal Tietê. Ele é suspeito de participar de desvio de recursos públicos em obras do governo estadual entre os anos de 2009 e 2011. Neste período, o governo paulista foi comandado por José Serra, Alberto Goldman e Geraldo Alckmin, todos do PSDB. “Defiro a medida liminar para suspender a eficácia do decreto de prisão preventiva de Paulo Vieira de Souza, o qual deverá ser posto em liberdade, se por outro motivo não estiver preso”, afirmou o ministro em sua decisão. DenúnciaNo dia 22 de março, a força tarefa da operação Lava Jato em São Paulo ofereceu denúncia contra Souza e mais 4 suspeitos de desviar R$ 7,7 milhões de 2009 a 2011 (valores da época) de obras públicas. Eles foram denunciados pelo MPF pelos crimes de formação de quadrilha, inserção de dados falsos em sistema público e peculato, que é a apropriação de recursos públicos. Segundo a denúncia,, Paulo Vieira de Souza comandou o desvio de dinheiro como o destinado ao reassentamento de desalojados por obras do trecho Sul do Rodoanel, o prolongamento da avenida Jacu Pêssego e a Nova Marginal Tietê, na região metropolitana de São Paulo. A denúncia foi feita após uma investigação iniciada no Ministério Público Estadual de São Paulo pelos desvios de apartamentos e de pagamentos de indenizações. Durante as investigações, a Promotoria da Suíça informou que Souza mantinha o equivalente a R$ 113 milhões em contas fora do Brasil. Os documentos suíços revelaram que o dinheiro estava em quatro contas bancárias, abertas em 2007, por uma offshore sediada no Panamá, cujo beneficiário é Paulo Vieira de Souza e que, em fevereiro de 2017, o dinheiro foi transferido da Suíça para um banco nas Bahamas. Paulo Vieira de Souza foi diretor da estatal que administra as rodovias em São Paulo entre 2005 e 2010. Os procuradores pediram a quebra do sigilo bancário dele. A Justiça determinou o bloqueio dos eventuais saldos que existam nas contas dele no exterior. JustificativasGilmar Mendes relatou na decisão que o Ministério Público Federal pediu a prisão preventiva de Paulo Vieira “para garantia da instrução criminal, em razão de supostas ameaças à integridade física da também acusada Mércia Ferreira Gomes”. Mércia Ferreira Gomes, que teria sido ameaçada, era responsável pelo cadastro dos beneficiários do programa de desapropriação para as obras do trecho sul do Rodoanel. Ela acusou o ex-diretor da Dersa de incluir pessoas ilegalmente no cadastro, entre elas ex-empregadas domésticas da filha e da mulher, além de babas dos netos e uma secretária do genro. Nenhuma delas morava no traçado das obras do Rodoanel. A defesa recorreu ao Tribunal Regional Federal da Terceira Região e ao Superior Tribunal de Justiça, mas já teve pedidos negados naqueles tribunais. Os advogados argumentam que as supostas ameaças não formam comprovadas e se referem a fatos antigos. Gilmar Mendes concordou que não há razão para prisão preventiva porque a denúncia de ameaça era antiga, embora a pessoa estivesse indo à juízo somente agora relatar os fatos. “As três ameaças teriam ocorrido nos anos de 2015 e 2016 e a prisão preventiva foi decretada em abril de 2018. De acordo com os fundamentos da prisão preventiva, a atualidade do interesse em ameaçar decorria da nova denúncia, baseada em depoimentos prestados pela corré ao Ministério Público, até então sem o conhecimento do paciente. A prisão preventiva não se justifica para permitir o depoimento da corré em juízo. A versão de Mércia Ferreira Gomes foi dada no curso da investigação. Sua reiteração, ou não, em Juízo, dificilmente teria o efeito de prejudicar ainda mais os delatados”, diz Mendes na decisão.

Fernando Pimentel nomeia César Emílio para comandar a Sedinor

O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, fez uma nova mudança em sua equipe nomeando César Emílio Lopes Oliveira, ex-prefeito de Capitão Enéas (Norte do estado), para a Secretaria de Estado de Desenvolvimento e Integração do Norte e Nordeste de Minas Gerais (Sedinor). O ato de nomeação foi publicado no Diário Oficial Minas Gerais nesta sexta-feira. Ele substitui a Epaminondas Pires de Miranda, ex-prefeito do Serro (Vale do Jequitinhonha), que deverá ser deslocado para outra função no estado. César Emílio é ex-presidente da Associação dos Municípios da Área Mineira da Sudene (Amams). Também já foi coordenador do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs) em Minas Gerais.Continua depois da publicidade O novo secretário anuncia que vai priorizar os investimentos no Norte de Minas e nos Vales do Jequitinhonha e do Mucuri, a fim de conviver com a seca e amenizar os efeitos do problema da falta de chuvas, que, historicamente, castiga esta parte do estado. “Vamos estabelecer metas de convivência com a seca e colocar o Norte de Minas, o Jequitinhonha e o Mucuri no mesmo cenário de desenvolvimento do restante do estado. O objetivo é divulgar as potencialidades das regiões para que as Gerais possam crescer igual as Minas”, assegura César Emilio. Via Jornal Estado de Minas