Editora Unimontes marcará presença em congresso internacional

O 2º Congresso Internacional da Unimontes terá como tema central “Educação e Sustentabilidade” No período de 24 a 27 de setembro, será promovido o 2º Congresso Internacional de Educação e Inovação da Universidade Estadual de Montes Claros, que acontecerá no campus-sede da instituição. A Editora Unimontes marcará presença no evento com lançamentos de livros e apresentações culturais. O 2º Congresso Internacional da Unimontes terá como tema central “Educação e Sustentabilidade”, com a proposta de discutir de que forma a educação pode contribuir para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), em sintonia com a Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU). A Editora Unimontes coordenará, no evento, sessões de lançamentos de livros próprios, assim como de livros de outras editoras. Os lançamentos ocorrerão no Espaço do Livro e da Leitura. No local, será montada uma infraestrutura para viabilizar lançamentos de e-books e livros impressos, conversas com autores e programação cultural. Ao todo, serão lançadas 16 obras, com atividades também no campus de Januária. As atividades da Editora no campus-sede serão realizadas sempre a partir das 17 horas. No dia 24, a programação será aberta pela cantora Camille Cantuária. Em seguida, haverá divulgação de revistas científicas da Unimontes, seguida do lançamento dos livros Unimontes, História e Memória: 60 anos formando professores no Norte de Minas e Cartas para as fundadoras da Fafil, ambos organizados pela professora Geisa Magela Veloso; Mundos digitais na sala de aula: explorando tablets no ensino fundamental, das professoras Fábia Magali Santos Vieira e Bianca Souza Duarte; e Ser-tão crítico na Psicologia Social: produzindo vozes em tempos de necropolítica, organizado por Jaciany Soares Serafim, César Rota Júnior, Aline A. Rebelo, Leila Lúcia Gusmão Abreu e Nilson de Jesus Oliveira Leite Júnior. No dia 25, as atividades começarão com a apresentação musical da Oficina de Música e Tecnologia do Curso de Extensão em Música (CEM) da Unimontes. Em seguida, haverá divulgação de revistas científicas da Unimontes e o lançamento dos livros Autocomposição em perspectiva – do conceito à eficiente concretização, organizado por Rafael Soares D. de Moura, Vitória Dreide Xavier Araújo Silva, Teddy Marques Farias Júnior, Marajane de Alencar Loyola, Talita Soares Moran e Richardson Xavier Brant; Caminhos do Desenvolvimento – vol. 1 Desenvolvimento Social, organizado por Felipe Fróes Couto, Juneo Matheus da Silva Cruz, Teddy Marques Farias Júnior e Vitória Dreide Xavier Araújo Silva; e Trabalho e formação humana: abordagens ontológicas e provocações contemporâneas, organizado por Leandro Luciano Silva Ravnjak. No dia 26, a programação começará com a apresentação do Coral VoxMontes, vinculado à Unimontes, e prosseguirá com a divulgação de revistas científicas da Unimontes e o lançamento dos livros Português escrito para surdos: princípios e reflexões para o ensino, organizado por Suely Fernandes, Maria Cristina da Cunha Pereira e Maria Clara Maciel de Araújo Ribeiro; Ebook Fotográfico: (Res)significando o parto para além da medicalização, organizado por Clara de Cássia Versiani; e Conhecendo métodos não farmacológicos para alívio da dor do parto, também organizado por Clara de Cássia Versiani. No dia 27, está previsto o lançamento do livro Escutas do indizível – a urgência subjetiva dos universitários, organizado por Marcelo Veras, Luiz Felipe Monteiro e Rogério Paes Henrique. No campus de Januária, as atividades acontecerão no dia 27 de setembro, a partir das 20h30min, com o lançamento dos livros Lazer, mercado do entretenimento e circuitos futebolísticos nos sertões de Minas Gerais, 1888-1925, de Daniel Venancio Oliveira Amaral; Novos cantos populares do rio São Francisco, organizado por Pedro Henrique Almeida Santos, Ramiro Esdras Carneiro Batista e Ros’elles Magalhães Felicio; Mulheres da minha vida, de Valéria Matos Escobar; Estações, de Suerdes Rodrigues Viana; e Pausas, também de Suerdes Rodrigues Viana.
Prefeito de Lontra teria ameaçado demitir quem não apoiar seu candidato

ASSÉDIO ELEITORAL – Em áudio que circula nas redes sociais, o prefeito de Lontra Dernival Macarrão supostamente ameaça de demissão e transferência os servidores que votarem no candidato da oposição, Elson Palmeira. Os contratados seriam demitidos e os efetivos transferidos e colocados “no corredor”, como comumente se faz com os aqueles que contrariam a orientação política do mandatário do Paço. “O primeiro que eu vê falando aqui que não votou, que fulano votou ou não votou eu vou mandar embora. Se for efetivo eu vou mudar daqui de dentro e se for contratado eu vou mandar embora”, diz o suposto áudio que viralizou nos quatro cantos do município. O ECN encaminhou o material para o prefeito, indagando se aquela voz seria dele e se ele confirmaria tal ameaça. Ele visualizou a mensagem, mas não respondeu. Mesmo assim, este site deixa o espaço aberto para os esclarecimentos que o prefeito julgar necessário fazer. O áudio também foi encaminhado ao Ministério Público Eleitoral de São João da Ponte. Assédio eleitoral – O assédio eleitoral ocorre, segundo o Conselho Superior da Justiça do Trabalho, em toda forma de distinção, exclusão ou preferência fundada em convicção ou opinião política no âmbito das relações de trabalho, incluindo o processo de admissão; com o objetivo de influenciar ou manipular o voto, o apoio, a orientação ou a manifestação política dos funcionários no ambiente de trabalho. A prática pode incluir: coação, intimidação, ameaça, humilhação ou constrangimento.
Minas não terá ‘lei seca’ durante as eleições deste ano

Minas não terá ‘lei seca’ durante as eleições deste ano Minas Gerais não vai proibir a venda e consumo de bebidas alcoólicas durante as eleições municipais de 2024, nem no primeiro (6/10), nem no segundo turno de votação (27/10), onde houver. A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) celebrou a medida, que apontou como um respeito ao direito de escolha dos cidadãos. “Estamos em uma democracia, e o cidadão tem o direito de fazer suas próprias escolhas. Celebramos o fato de o governo ter entendido que a restrição à venda de bebidas alcoólicas durante as eleições não contribui para a ordem pública ou para o processo democrático”, afirma Karla Rocha, presidente da Abrasel em Minas Gerais. Segundo o governo do Estado, a adoção de uma “Lei Seca” nas eleições, com proibição de venda de álcool nos horários próximos à votação, é facultativa. Ou seja, cada unidade da federação tem autonomia para definir adesão à medida ou não. Em 2022, também não houve a restrição da venda de bebidas alcoólicas em Minas, após decisão do Governo mineiro e das Forças de Segurança do Estado, alinhada com o Gabinete Institucional de Segurança (GIS) do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de Minas.
Datena agride Marçal com uma cadeira e é expulso de debate

Apresentador partiu para cima de influenciador após ser chamado de “arregão”, no debate da TV Cultura O candidato a prefeito de São Paulo José Luiz Datena (PSDB) agrediu o também candidato Pablo Marçal (PRTB) durante o debate promovido pela TV Cultura neste domingo (15). Após a agressão, o debate foi suspenso. Datena foi expulso do evento. A agressão ocorreu no quarto bloco do debate. Na ocasião, Datena questionou Marçal sobre suas supostas ligações com o Primeiro Comando da Capital (PCC). Marçal, então, provocou Datena o chamando de “arregão”. Disse que o apresentador chegou a partir para cima dele no debate da TV Gazeta para lhe dar um tapa, mas não teve coragem de fazê-lo. Neste momento, Datena agrediu Marçal usando uma cadeira. O debate foi imediatamente interrompido pelo mediador, que chamou um intervalo comercial. Datena foi expulso do debate com base no regulamento do debate. Ele disse que perdeu a cabeça. “Foi uma reação humana que eu não pude conter”, disse ele, desculpando-se. Marçal deixou o debate pois alegou que estava se sentindo mal. Segundo sua assessoria, ele foi direto ao hospital. O debate seguiu com outros quatro candidatos. Guilherme Boulos (Psol), Marina Helena (Novo) e Tabata do Amaral (PSB) lamentaram a agressão. Ricardo Nunes (MDB) também lamentou o fato em sua mensagem de despedida.
Minas Gerais está no Topo da ‘Lista Suja’ do trabalho escravo

151 Empregadores Identificados em 2024, o Estado lidera o ranking nacional de denúncias relacionadas a condições de trabalho degradantes Minas Gerais se destaca de forma alarmante na recente “lista suja” divulgada pelo governo federal sobre trabalho análogo à escravidão, com 151 empregadores registrados entre um total de 654 no Brasil. O estado lidera o ranking nacional de denúncias relacionadas a condições de trabalho degradantes, o que tem gerado preocupações e esforços adicionais das autoridades para combater essa grave violação dos direitos humanos. Em julho de 2024, uma operação do Ministério do Trabalho evidenciou a gravidade da situação no estado, resgatando 23 pessoas que se encontravam em condições análogas à escravidão em fazendas de café no Sul de Minas Gerais. O trabalho análogo à escravidão é definido por condições extremamente degradantes, jornadas exaustivas e restrição severa da liberdade dos trabalhadores, e é punido com penas de reclusão que variam de 2 a 8 anos. Segundo a fiscalização, as vítimas encontradas nas fazendas de café eram submetidas a jornadas de trabalho extenuantes, sem condições mínimas de higiene e segurança, e viviam sob rígidas restrições de liberdade. A operação foi parte de um esforço contínuo para identificar e erradicar práticas de exploração laboral que desrespeitam a dignidade e os direitos humanos. O ministro do Trabalho ressaltou a importância de intensificar as operações de fiscalização e a colaboração com órgãos estaduais e federais para erradicar o trabalho escravo no Brasil. “É inaceitável que, no século XXI, ainda tenhamos pessoas trabalhando em condições desumanas. Nosso compromisso é com a erradicação total desse tipo de exploração”, afirmou o ministro. Além das ações de fiscalização, o governo está promovendo campanhas de conscientização e treinamentos para empregadores e trabalhadores, com o objetivo de prevenir a ocorrência de tais práticas e garantir que todos os direitos trabalhistas sejam respeitados. O programa inclui também medidas de apoio para a reintegração e assistência às vítimas resgatadas. Minas Gerais, que já lidera a lista de empregadores envolvidos em trabalho escravo, enfrenta um desafio significativo para reverter essa situação. A pressão sobre os responsáveis e a mobilização das autoridades são essenciais para assegurar que todos os trabalhadores no estado estejam protegidos de abusos e exploração. O combate ao trabalho análogo à escravidão é uma prioridade nacional, e as recentes ações destacam a necessidade de uma vigilância constante e uma resposta coordenada para garantir a dignidade e os direitos dos trabalhadores em todo o país.
Justiça manda WhatsApp devolver número a Rodrigo Cadeirante

Empresa tem 48 horas para cumprir a decisão, sob pena de multa diária. Em 2022, na campanha para deputado federal, vereador também foi atingido pelo banimento de sua linha A decisão liminar, proferida pelo juiz João Adílson Nunes Oliveira, da 4a Vara Cível de Montes Claros, fixa o prazo de 48 horas para o cumprimento da medida, sob pena de multa diária de R$ 100, após a intimação Os advogados Luis Miguel Silva Ribeiro e João Cartos Prates Bertolino, que representam o vereador, informaram que o WhatsApp não demonstrou quais diretrizes previstas pela empresa teriam sido supostamente infringidos. De uso pessoal, a linha era utilizada por Rodrigo Cadeirante para o exercício do seu mandato e fins eleitorais, como o próprio magistrado enfatizou na tutela antecipada. A perda da linha se deu em agosto. Na campanha para deputado federal, em 2022, ele viveu o mesmo problema, com a perda da ferramenta de trabalho. Rodrigo estranha o fato de a medida ser tomada contra ele sempre em período eleitoral, o que resulta em grande prejuízo para o contato com seus eleitores. Nunes Oliveira se refere a essa restrição para embasar sua decisão. “Quanto ao receio de dano irreparável ou de difícil reparação, este resta comprovado pelos danos que possam ser causados ao autor em razão da interrupção do serviço de comunicação, tendo em vista que faz uso do aplicativo para fins profissionais e de divulgação de sua campanha eleitoral”, reconhece a liminar.
SUCESSÃO – Justiça barra candidatura de Ruy Muniz

O Juiz Evandro Cangussu Melo, da 317ª Zona Eleitoral de Montes Claros, emitiu sentença indeferindo o pedido de registro de candidatura de Ruy Muniz (PSB) a prefeito. As contas da gestão municipal (2013/2016), quando ele era chefe do Executivo municipal, foram rejeitadas tanto pelo TCU, TCE e Câmara Municipal. “Diante das razões exaradas, com fulcro no art. 52 da Resolução 23.609 de 2019 do TSE, julgo procedente a ação de impugnação de registro de candidatura proposta pelo Ministério Público Eleitoral para indeferir o registro de candidatura de Ruy Borges Muniz ao cargo de Prefeito do Município de Montes Claros-MG, nas Eleições Municipais de 2024, em razão de contas rejeitadas por decisão definitiva do Tribunal de Contas da União, do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais e também pela Câmara de Vereadores do município de Montes Claros, por ter caracterizado ato doloso de improbidade administrativa, consistente em receber os recursos e não executar o objeto pactuado, o que caracterizou dano ao erário, configurando a hipótese de inelegibilidade prevista no art. 1º, 1, g, da LC nº 64/1990”, sentenciou Cangussu. O advogado de Ruy Muniz, José Sad Júnior, informou em nota que o ex-prefeito recorrerá ao Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais para assegurar aos eleitores o direito de exercer a opção pelo voto em sua candidatura.
Lontra poderá perder mais de 1 milhão de recursos da educação

A cidade ainda não se habilitou para receber os recursos do ‘Valor Aluno Ano Resultado’ O município de Lontra ainda não concluiu o preenchimento das informações relacionadas ao atendimento das condicionalidades do Valor Aluno Ano Resultado (Vaar), que é um dos recursos provenientes de impostos e transferências constitucionais, ligados ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). O prazo para que o município conclua o preenchimento das informações pedidas pelo sistema e insiram os documentos relacionados ao atendimento das condicionalidades do Vaar, foi prorrogado pelo Ministério da Educação (MEC) para o dia 15 de setembro. Originalmente o prazo terminaria em 31 de agosto. A prorrogação está prevista na Resolução nº 7/2024, da Comissão Intergovernamental de Financiamento (CIF) para Educação Básica de Qualidade. Segundo o MEC, a complementação do Vaar é um mecanismo de indução e reconhecimento de resultados da redução de desigualdades educacionais entre diferentes grupos raciais e socioeconômicos. Caso o município não adote medidas corretivas até 15 de setembro deste ano, Lontra não receberá a complementação da União ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) na modalidade VAAT em 2025. que é de R$ 1.031.032,80 (Um milhão, trinta e um mil, trinta e dois reais e oitenta centavos).
Pesquisa – Eleição em Montes Claros pode ser definida no 1° turno

Levantamento do Instituto Veritá traz Guilherme Guimarães com 53,7%, que chega a 58,6% nos votos válidos A eleição para a Prefeitura de Montes Claros, no Norte de Estado, pode ser definida já no primeiro turno. A menos de um mês para o pleito, o atual vice-prefeito, Guilherme Guimarães (União), tem 53,7% das intenções de voto, segundo pesquisa divulgada nesta segunda-feira (9 de setembro) pelo Instituto Veritá. De acordo com o levantamento, no cenário estimulado (quando é apresentado uma lista dos candidatos), Guimarães aparece com 40,1 pontos percentuais à frente do segundo colocado, Ruy Muniz (PSB), que foi citado por 13,7% dos entrevistados. Na sequência, empatado tecnicamente com Muniz, está Maurício Sérgio (PL), com 9,3% das intenções de votos. Apesar de estar numericamente à frente, Mauricio, que já foi superintendente da Santa Casa, está também empatado tecnicamente com o quarto e quinto colocados do levantamento. Segundo a pesquisa, os deputados federais Délio Pinheiro (PDT) e Paulo Guedes (PT) têm 7% e 6,4% das intenções de voto, respectivamente. Na lista de candidatos, também foi testado o empresário Fábio Máquinas (PMN), que aparece com 1,6% dos votos, empatado tecnicamente com Guedes. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais. Preferência. Considerando os votos válidos, no cenário estimulado – quando não são considerados os votos brancos e nulos –, Guimarães tem ainda mais vantagem sobre os adversários e soma 58,6%. Já o ex-prefeito Ruy Muniz tem 14,8% dos votos. Na sequência, empatados tecnicamente, estão Maurício (10,2%), Délio Pinheiro (7,7%) e Paulo Guedes (6,9%). Fábio Maquinas conta 1,8% e empata com Guedes. Para se eleger no primeiro turno, o postulante precisa receber mais de 50% dos votos válidos. De acordo com o levantamento, no cenário estimulado, não souberam ou não responderam 7,3% dos entrevistados, enquanto 1,2% disseram que vão votar branco ou nulo. Vantagem. No cenário espontâneo (quando não é apresentada a lista), Guimarães continua tendo ampla vantagem. Segundo a pesquisa, o atual vice-prefeito foi citado por 48,8% dos entrevistados, enquanto Ruy Muniz foi lembrado por 8,6% dos eleitores, empatado tecnicamente com Mauricio (7,6%), Délio Pinheiro (5,6%) e Paulo Guedes (5,1%). Na última posição numericamente está Fábio Máquinas, com 0,7% das intenções de voto. Vantagem. No cenário espontâneo (quando não é apresentada a lista), Guimarães continua tendo ampla vantagem. Segundo a pesquisa, o atual vice-prefeito foi citado por 48,8% dos entrevistados, enquanto Ruy Muniz foi lembrado por 8,6% dos eleitores, empatado tecnicamente com Mauricio (7,6%), Délio Pinheiro (5,6%) e Paulo Guedes (5,1%). Na última posição numericamente está Fábio Máquinas, com 0,7% das intenções de voto. A popularidade de Guimarães pode ser explicada pela alta aprovação do atual governo de Humberto Souto (Cidadania). Segundo a pesquisa, 75,4% dos entrevistados aprovam a gestão do atual chefe do executivo, que não pode concorrer à reeleição. Apenas 3,1% dos entrevistados disseram desaprovar o atual governo – 21,5% não responderam ou disseram não saber. Ainda segundo o levantamento, 50,6% dos entrevistados avaliam como ótima a maneira como Souto administra a prefeitura, e 24,8% apontam a administração como boa. Responderam como regular 12% dos entrevistados, enquanto apenas 2% avaliaram como ruim a atual gestão – 1,2% disseram ser péssima a administração. Vice é o candidato menos rejeitado Além de ter um percentual alto de intenções de voto (53,7% na estimulada) e de fazer parte de um governo bem avaliado pela população de Montes Claros, na região Norte de Minas (75,4% dos entrevistados aprovam a atual gestão), o vice-prefeito Guilherme Guimarães (União) também é o candidato que tem o menor índice de rejeição entre os entrevistados pelo Instituto Veritá na pesquisa realizada entre os dias 3 e 8 de setembro. Quando questionados em que candidato não votariam de jeito nenhum, 5,3% dos eleitores citaram Guimarães. Na outra ponta, o postulante mais rejeitado é Paulo Guedes, do PT, citado por 35% dos entrevistados. Depois dele aparece Délio Pinheiro, do PDT, com 17,8% das menções, e Mauricio, do PL, com 12%. Fábio Máquinas (PMN) tem 11,4% das citações, e o ex-prefeito Ruy Muniz (PSB) é rejeitado por 9,9%, conforme a pesquisa.Aqueles que não sabem ou não responderam somam 8,5%. Metodologia A pesquisa do Instituto Veritá foi iniciativa da própria entidade. Foram realizadas 810 entrevistas entre 3 e 8 de setembro de 2024. A margem de erro é de 3,5% pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O registro da pesquisa junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) é MG 00237/2024. Fonte: O Tempo
Macaé é a nova ministra de Direitos Humanos e da Cidadania

A deputada estadual de Minas Gerais assume a pasta após a demissão de Silvio Almeida, acusado de assédio sexual A nova ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania será a deputada estadual de Minas Gerais, Macaé Evaristo (PT). A confirmação veio pelas redes sociais do presidente Lula. O convite, feito nesta segunda-feira (9), amplia o número de mulheres na composição ministerial, uma reivindicação que há tempos era cobrada pela sociedade. A nova ministra ocupa o cargo de deputada estadual por Minas Gerais, mas antes foi secretária municipal de educação de Belo Horizonte (2005 e 2012) e secretária estadual de educação de Minas Gerais (2015 e 2018). Ela foi a primeira mulher negra a ocupar os cargos. Entre 2013 e 2014, fez parte do governo Dilma na Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão do Ministério da Educação. Em 2020, a doutora em Educação assumiu como vereadora em BH. Ela é prima da escritora Conceição Evaristo. Como consta em seu currículos: “Coordenou programas como a implantação de Escolas Indígenas, a Escola Integral em Minas Gerais, a Escola Integrada em BH e as cotas para ingresso de estudantes de escolas públicas, negros e indígenas no ensino superior, quando esteve no MEC. Na ALMG, deve seguir defendendo a escola pública como espaço de pluralidade e convivência democrática, articulada com a assistência social, cultura e esporte, preservando-a contra ameaças de privatização e censura ao livre debate. Tem orgulho de sua ancestralidade e pretende seguir lutando contra o racismo estrutural e a favor de políticas públicas voltadas à diversidade e à inclusão das mulheres e das minorias”. A nomeação de Macaé Evaristo deverá ocorrer ainda nesta segunda-feira, em edição extra do Diário Oficial da União. Evaristo entra no lugar de Silvio Almeida, demitido na sexta-feira (6) depois de acusações de assédio sexual. Entre a demissão de Silvio e a nomeação de Macaé a ministra Esther Dweck, da Gestão e da Inovação em Serviço Público, ocupa o cargo interinamente. Deputado Hely assumirá mandato de Macaé Evaristo na Assembleia Legislativa Após a deputada estadual Macaé Evaristo (PT) ter aceitado o convite do presidente Lula (PT) para ser ministra dos Direitos Humanos, a Assembleia Legislativa de Minas Gerais voltará a ter em seu quadro uma figura conhecida da política mineira. O suplente da petista, Dr. Hely Tarqüínio (PV) retorna à Casa Legislativa para exercer seu oitavo mandato, tornando-se o parlamentar com mais legislaturas da história do estado. Eleito para seu primeiro mandato em 1991, Dr. Hely é natural de Uberaba, no Triângulo Mineiro, mas sempre representou os interesses de Patos de Minas, onde exerceu sua profissão enquanto médico-cirurgião. Na Assembleia, cumpriu dois mandatos consecutivos entre 1991 e 2003. Em 2007, foi eleito para o quarto mandato e emendou novas legislaturas até 2022. Nas eleições passadas, obteve pouco mais de 36 mil votos e ficou como primeiro suplente da federação PT-PV-PCdoB. Aos 84 anos, também será o deputado mais velho da legislatura.