Real Madrid goleia Al Ain e fatura o tri do Mundial de Clubes em Abu Dhabi

 Time merengue construiu, com facilidade, o placar de 4 a 1 – Real Madrid conquistou o Mundial organizado pela Fifa nas temporadas de 2014, 2016 e 2017 e 2018 O Real Madrid conquistou o Mundial de Clubes pela terceira vez consecutiva na tarde deste sábado. Em Abu Dhabi, o poderoso time espanhol confirmou seu favoritismo diante do Al Ain e venceu a decisão contra o algoz do argentino River Plate por 4 a 1. A equipe madrilena conquistou o Mundial organizado pela Fifa nas temporadas de 2014, 2016 e 2017 e 2018. Na antiga Copa Intercontinental, o Real levou a melhor nas edições de 1960, 1998 e 2002. Entre os dois torneio, a equipe merengue contabiliza, portanto, sete títulos. O próximo compromisso do Real Madrid está marcado apenas para o dia 3 de janeiro de 2019. Pela 17ª rodada do Campeonato Espanhol, o time merengue entra em campo pela primeira vez desde o título mundial para enfrentar o Villarreal, na condição de visitante. O jogo O Al Ain desperdiçou uma grande chance de inaugurar o marcador logo no começo. O lateral brasileiro Marcelo vacilou pela esquerda e a bola sobrou para El Shahat, que fez bela jogada individual, passou pelo goleiro Courtois e bateu, mas Sergio Ramos salvou. Logo depois do susto, aos 13 minutos do primeiro tempo, o Real Madrid respondeu em grande estilo e saiu na frente. Após cruzamento vindo da direita, Benzema dominou e ajeitou para Modric. De fora da área, o meio-campista croata abriu o placar com um chute colocado. Em vantagem, o time espanhol dominou as ações e deu trabalho ao goleiro adversário. Ainda no primeiro tempo, Khalid fez intervenções importantes em cabeçada de Bale e em novo chute desferido por Modric. Assim, o Real Madrid foi para o intervalo com a diferença mínima. O time espanhol envolveu o Al Ain na etapa complementar e conseguiu ampliar a vantagem aos 14 minutos. Após cobrança de escanteio de Kroos pela direita, a zaga procurou afastar. De frente para o gol, Llorente completou a sobra de bate-pronto e o goleiro Khalid, imóvel, nada pôde fazer. O Real Madrid praticamente assegurou o título mundial aos 32 minutos da etapa complementar. Após cobrança de escanteio pela direita, Sérgio Ramos subiu sem ser incomodado e cabeceou o firme. O goleiro Khalid chegou a tocar na bola, mas não conseguiu defender. Aos 40 minutos do segundo tempo, o brasileiro Caio cobrou falta pela direita e o japonês Shiotani completou de cabeça para marcar o gol de honra do Al Ain. Nos acréscimos, o brasileiro Vinícius Júnior, colocado no lugar de Lucas Vazquez, invadiu a área pela esquerda e cruzou. Na tentativa de cortar, Yahia marcou contra. REAL MADRID 4 x 1 AL AIN REAL MADRID: Courtois; Carvajal, Sérgio Ramos, Varane e Marcelo; Llorente (Casemiro), Toni Kroos (Ceballos) e Modric; Lucas Vasquez (Vinícius Júnior), Benzema e Gareth Bale. Técnico: Santiago Solari AL AIN: Khalid; Ahmed (Al Ahbabi), Ismail, Fayez e Shiotani; Doumbia, Abdulrahman (Amer), El Shatat e Yaslem; Caio Lucas e Berg (Yahia). Técnico: Zoran Mamic Gols:AL AIN: Shiotani, aos 40 minutos do 2º tempo; REAL MADRID: Modric, aos 13 minutos do 1º tempo, Llorente, aos 14 minutos do 2º tempo, Sérgio Ramos, aos 32 minutos do 2º tempo, e Yahia (contra), aos 45 minutos do 2º tempo Cartões amarelos: Sérgio Ramos (RMA) Local: Estádio Xeique Zayed (Abu Dhabi)Data: 22 de dezembro de 2018, sábadoHorário: 14h30 (horário de Brasília)Árbitro: Jair Marrufo (Estados Unidos)Assistentes: Frank Anderson (Estados Unidos), Corey Rockwell (Estados Unidos)Árbitro de vídeo: Danny Makkelie (Holanda)Tags: Real Madrid espanholfut mundialdeclubes futinternacional

River derrota Boca e conquista o tetra da Libertadores em Madri

 A mais longa das finais da Copa Libertadores está nas mãos do River Plate. Em um jogo dramático, o time venceu o Boca Juniors por 3 a 1, de virada, neste domingo, em Madri, na Espanha.  Os gols da vitória foram marcados no segundo tempo da prorrogação após empate por 1 a 1 no tempo normal. O Boca se mostrou um time aguerrido e jogou com dez jogadores após a expulsão de Barrios no segundo tempo e acertou uma bola na trave no final da prorrogação. De virada, o River Plate conseguiu uma vitória épica sobre o maior rival.  Foi o quarto título da equipe na Libertadores. Está classificado para a disputa do Mundial de Clubes da Fifa, que começa já na quarta-feira nos Emirados Árabes Unidos. A estreia do representante sul-americano será no dia 18. A final deveria ter sido realizada no dia 24 de novembro, em Buenos Aires, mas foi adiada por causa do ataque ao ônibus do Boca Juniors por parte de torcedores do River Plate a poucas horas do início daquele jogo. Madri foi escolhida pela Conmebol para receber o jogo decisivo. A Libertadores, assim, encerra a edição mais insólita de sua história. Exatamente como havia previsto o técnico do Boca, Guillermo Schelotto, a partida foi truncada e amarrada. Muito mais pegada que o jogo de ida (2 a 2 na Bombonera). Não havia espaço. O campo “encolheu” tamanha a dedicação dos jogadores à marcação. Toda bola era dividida com carrinho, cara feia e faísca. O espetáculo ficou em segundo plano. Curiosamente, o primeiro cartão amarelo só saiu aos 27 do primeiro tempo para Ponzio. Os inúmeros erros de passe escancaravam o nervosismo dos rivais, principalmente do River Plate. No final do primeiro tempo, o time de Marcelo Gallardo (fora do banco de reservas por suspensão) não acertou nenhum chute a gol. O Boca começou melhor escorado em um esquema com três atacantes: Benedetto, Pavón e Villa. O time xeneize soube jogar pelas pontas. Aos 9 minutos, Olaza cruzou, Maidana tentou o corte, mas quase fez gol contra. Na sequência, Perez aproveitou o escanteio, mas chutou em cima do goleiro Armani. Vinte minutos depois, a melhor chance do jogo até então veio com Perez (de novo). Ele chutou cruzado, mas o volante Nández não alcançou para fazer o primeiro gol. As torcidas tomaram posse do Santiago Bernabéu, com gritos, cantos e bandeiras. Os agentes de segurança só não permitiram as faixas. Atrás de cada gol, um pequeno setor das arquibancadas foi fechado para separar as duas torcidas. Em todos os detalhes, a arena espanhola virou um estádio sul-americano. Os argentinos que percorreram os 10 mil quilômetros de Buenos Aires a Madri levaram para o estádio a mania quase religiosa de cantar o jogo todo. Sem parar. Mostraram aos europeus um jeito próprio de torcer. Paixão tipo exportação. O jogo deste domingo começou muito antes do apito do árbitro Andrés Cunha. No dia 24 de novembro, o ônibus do Boca Juniors foi alvo de pedradas antes de acessar o estádio Monumental. Jogadores feridos, partida adiada. Depois de dias de entrave para decidir um novo local, a Conmebol anunciou que a partida seria fora da América do Sul, causando insatisfação e reclamação dos dois times. O Boca queria ser declarado campeão, o River queria jogar em seu estádio. Nesse contexto, cada dividida trazia a rivalidade histórica atualizada pelas polêmicas recentes. O jogo destravou no final do primeiro tempo quando os times aceleraram as jogadas pelos lados do campo. O jogo ficou lá e cá. Foi assim que o Boca abriu o placar aos 43. Depois que o River errou um cruzamento, o uruguaio Nández deu passe excelente em profundidade para Benedetto, que deu um corte espetacular no zagueiro Maidana e tocou na saída de Armani. Golaço. Foi o quinto gol do atacante, carrasco do Cruzeiro e Palmeiras nas fases anteriores da Libertadores e que já havia marcado na primeira partida da final.  

Campeão Brasileiro: Bolsonaro jogou água no chopp do Palmeiras

Torcedores e famosos explicam indignação com Bolsonaro no PalmeirasDe carteirinha rasgada a comparações com os anos 1930, veja algumas reações à presença de político na entrega da taça de campeão brasileiro Palmeirense há mais de 50 anos, Paulo Zaidan quebrou sua carteirinha de sócio; ele não foi o único por Rodrigo Durão Coelho e Vinícius Segalla — Carta Capital Vencer o Campeonato Brasileiro não é fácil. Para muita gente, ver seu time campeão nacional é algo que acontece poucas vezes na vida e, de tão especial, se torna um momento guardado com carinho, a celebração de uma conquista esportiva dissociada de outros valores, como a política. É por isso que a presença do presidente eleito, Jair Bolsonaro, na entrega da taça ao Palmeiras, após a partida contra o Vitória neste domingo 2, desagradou, e muito, a vários palmeirenses. Já o Palmeiras se diz tranquilo com o imbróglio, e lava as mãos. Fontes do clube dizem que o convite a Bolsonaro foi apenas para ir ao estádio, acompanhar a partida. Já a decisão de escolhê-lo para entregar a taça partiu da CBF, garantem dirigentes do clube. E, como a entidade ainda era a detentora do troféu, o alviverde não opinou sobre o assunto. Horas depois do ocorrido, as redes sociais já estavam repletas de depoimentos de palestrinos furiosos, incluindo sócio-torcedores que decidiram abandonar o programa de fidelidade e não prosseguir apoiando o time financeiramente. A CartaCapital ouviu torcedores ilustres e comuns que resolveram expressar seu descontentamento por discordar da presença do político na festa do clube. “Fez lembrar a Olimpíada de 1936 na Alemanha”   O neurocientista Miguel Nicolelis, considerado uma das maiores mentes vivas do Brasil, viajou dos Estados Unidos (onde está trabalhando) a São Paulo só para vir assistir à entrega da faixa de campeão brasileiro ao time pelo qual sempre foi apaixonado. Acabou não gostando nada do que viu. “Foi constrangedor, nunca esperei que o clube fosse protagonizar essa mistura de celebração esportiva com palanque político. Erro crasso da diretoria, que vai repercutir no mundo inteiro”, lamenta. O ato da diretoria palmeirense fez o neurocientista voltar mais de meio século na história. “Fiquei lembrando de quando Benito Mussolini, na Itália, usava o esporte para fazer propaganda de seu regime, ou de como o governo alemão fez uso da Olimpíada de 1936 para propagar as ideias de seu regime. Sou palmeirense há mais de 50 anos, a instituição não merece e não será atingida por este ato irresponsável e amador da diretoria”. “Ele não me representa. Nem palmeirense ele é”É do publicitário Paulo Zaidan, 59 anos, o cartão rompido em fúria que ilustra essa reportagem. “Desde que me tornei sócio-torcedor em 2015, devo não ter ido a só uns três jogos e não por vontade própria, mas impedimentos sérios. Este ano parei momentaneamente por motivos financeiros mas ia voltar a tempo de ver o último jogo. Desisti quando soube do convite ao Bolsonaro, por ele ser misógino, racista, contra tudo o que acredito. Quando vi a palhaçada, quebrei meu cartão para não ficar tentado a voltar. “O Palmeiras é enorme, antifascista, operário, libertário, formado por imigrantes. O Bolsonaro é o oposto disso, nem palmeirense é, já tirou foto com camisa de tudo quanto é time, é um oportunista. Foi um desrespeito ao Palmeiras.” “O protagonismo do título não deveria ser de um político” O ator Marco Ricca destaca que o título do Palmeiras acabou ofuscado pela presença em campo do político. “Achei a decisão da diretoria absolutamente lastimável. Ninguém poderia ser maior do que o nosso décimo título brasileiro!”, resume. Ricca afirma também que mesmo que não tenha sido a diretoria do clube a responsável pelo convite ao presidente eleito para fazer a entrega dos prêmios, os cartolas deveriam ter enfrentado a situação de forma a evitar “este grande constrangimento à história do clube”. “Quando alguns jogadores do Palmeiras declararam que iriam votar em Bolsonaro, eu fiz parte de um grupo de torcedores que fez um abaixo-assinado em repúdio a este ato. Agora, acontece esse episódio, que deixou tanta gente com ‘vergonha alheia’… A torcida não merecia isso, mesmo que muitos apoiem este senhor, o protagonismo em um título do Palmeiras jamais deveria ser de um político. O campeonato terminou de maneira melancólica, nem consegui assistir à comemoração”, desabafa. “Nunca imaginei que fosse presenciar isso em vida”A produtora de cinema Anamaria Boschi tem belas memórias de títulos do Palmeiras, lembra com carinho de todos os títulos a que assistiu, até os conquistados fora de casa, como o Campeonato Brasileiro de 1993, vencido em uma partida contra o Vitória no Morumbi, estádio do São Paulo. No último domingo, porém, ela foi à sua arena festejar a mais nova conquista, mas diz ter ficado horrorizada. “Quase o estádio inteiro de punho fechado gritando ‘mito’. Me senti em um filme, no Museu do Holocausto em Nuremberg. Depois de quatro anos vivendo na China, onde vi vários desfiles militares, achei isso uma palhaçada. Mulheres e crianças gritando, me mandando calar a boca, me chamando de petista louca, comunista, rindo na minha cara…” “Me lembrou Hitler e Mussolini” O ex-presidente palmeirense, responsável pelo acordo com a Alianz para a construção da Arena, Luiz Gonzaga Belluzzo acredita que a confusão foi “uma mancada”, provavelmente ingenuidade do presidente palmeirense. Para ele, o problema não é exatamente a figura de Bolsonaro, mas “qualquer um que fosse presidente eleito seria uma inconveniência. Não se deve misturar política assim, achei uma impropriedade”. Apesar das cenas terem feito Belluzzo lembrar de regimes totalitários, incluindo a ditadura militar brasileira (1964-85), o economista não crê que o caso terá maiores repercussões. “A maioria não achou mal, não”, diz. “Quando fiquei sabendo, devolvi meu ingresso”O professor Raphael Brito, 35, foi a mais de 20 jogos do Palmeiras neste ano. Em 2017, se deixou de ir a cinco jogos do clube na cidade de São Paulo, foi muito. “Era sócio cinco estrelas, porque ia a quase todos os jogos”, conta. Esta realidade começou a mudar no meio da semana passada. “Já estava com

América perde pênalti, leva castigo e dá adeus à Série A com derrota no Maracanã

O América lutou muito, mas esbarrou na falta de competência – e também sorte – para se manter na Série A do Brasileiro. Na última rodada, o Coelho perdeu para o Fluminense por 1 a 0, neste domingo, no Maracanã, e foi rebaixado para a Segunda Divisão. Richard fez o gol que garantiu o Tricolor na elite. O time mineiro pode lamentar as oportunidades desperdiçadas. A principal delas foi um pênalti batido por Luan e defendido pelo goleiro Júlio César, herói da tarde, quando o placar ainda estava zerado. Adilson Batista foi um dos culpados pelo rebaixamento do Coelho  Enquanto Júlio César foi o herói do Fluminense e deixou o campo ovacionado pela torcida no Maracanã, Luan viveu o outro lado e se transformou em personagem negativo da tarde. Além de perder o pênalti que abriria o placar, o atacante desperdiçou mais uma grande oportunidade, ainda na etapa inicial. O América poderia ter ao menos empatado e até merecia. Mas, se não faltou empenho, os mineiros pecaram pela pontaria descalibrada. Com 40 pontos, o América terminou o Brasileiro entre os quatro que caíram para a Série B. O Sport, que bateu o Santos em casa, passou os mineiros, mas também não se salvou da queda. O Leão da Ilha chegou aos 42 pontos, enquanto Vitória (37) e Paraná (23) completaram o grupo dos rebaixados. O Coelho só dependia de seus esforços, se manteria na elite com vitória no Maracanã. Em caso de empate, o América teria que torcer por tropeço da Chapecoense, o que não ocorreu. Ao Fluminense, uma simples igualdade bastava para o alívio, que acabou vindo em forma de triunfo. Como prêmio, o Tricolor ainda ganhou vaga na Copa Sul-Americana, chegando a 45 pontos. Campeão da Série B em 2017, o América viveu altos e baixos no Brasileiro. Começou bem, mas perdeu o ritmo justamente na reta final do campeonato, teve três trocas de treinador e terminou de forma melancólica, frustrando as expectativas iniciais. O Coelho terá que se reconstruir para retornar à Segunda Divisão e buscar novo acesso, no próximo ano. O jogo O primeiro tempo reservou emoções diversas para tricolores e americanos. As torcidas viveram minutos de entusiasmo e desespero. Os dois times começaram a partida com muito cuidado em não expôr aos contra-ataques. Tanto que os goleiros trabalharam muito pouco, ao menos nos 20min iniciais. Meio-campo congestionado e pouca penetração. O América estava consicente, jogando com estratégia. Sem desespero. E teve a chance de abrir o placar e deixar a torcida do Flu ainda mais tensa no Maracanã. Aos 24min, Aderlan foi derrubado na área por Marlon, e o árbitro marcou pênalti. Na cobrança, aos 26, Luan bateu para defesa de Júlio César, no canto direto. No rebote, Rafael Moura ainda isolou. O público foi ao êxtase no Maracanã, gritando o nome do goleiro. Júlio César e Luan foram os personagens do primeiro tempo. Um pelo lado positivo, outro pelo negativo. Logo depois do pênalti perdido, o América teve mais uma oportunidade de ouro. Novamente, a chance caiu nos pés de Luan. Ele recebeu passe de Rafael Moura, invadiu a área e tocou para defesa salvadora do goleiro. No rebote, a bola ia entrando e Gum se jogou para evitar o gol. Enquanto a torcida gritava o nome de Júlio César o herói até então, o América lamentou mais uma chance que poderia representar vantagem importante. E o castigo veio no fim, aos 40. Marlon cobrou escanteio da esquerda, Richard se antecipou e desviou fora do alcance de João Ricardo: 1 a 0. Dessa vez foi o goleiro tricolor que agradeceu, comemorando de forma efusiva o gol do volante, que quebrou jejum de 802 minutos do time carioca sem balançar as redes. Luta até o fim A desvantagem não intimidou ou abalou o América, que voltou do intervalo com ímpeto de buscar a reação. Tanto que obrigou Júlio César a trabalhar de novo, em chute de Paulão que desviou e quase traiu o goleiro. Em seguida, Luan invadiu a área e concluiu prensado. Na sobra, Matheusinho errou o alvo. O Fluminense assustou com Richard, que acertou o travessão em mais uma cabeçada após escanteio. O técnico Givanildo Oliveira tentou modificar o panorama ofensivo, trocando Marquinhos, desgastado, por Ademir. Depois, Lincoln substituiu o volante Zé Ricardo. Além da derrota, os resultados dos concorrentes não ajudaram o Coelho. A Chapecoense bateu o São Paulo em casa e se salvou. Um triste desfecho de temporada para o América, ainda que os problemas ao longo do campeonato tenham servido de alerta para o pior. FLUMINENSE 1 X 0 AMÉRICA FLUMINENSEJúlio César; Igor Julião, Gum (Paulo Ricardo), Digão e Marlon; Airton (Dodi), Richard e Jadson; Marcos Júnior, Junior Dutra, Luciano e Kayke (Everaldo)Técnico: Fábio Moreno AMÉRICAJoão Ricardo; Aderlan, Paulão, Matheus Ferraz e Carlinhos; Zé Ricardo (Lincoln), Juninho, Marquinhos (Ademir) e Matheusinho; Luan e Rafael MouraTécnico: Givanildo Oliveira Motivo: 38ª rodada do Campeonato BrasileiroLocal: Maracanã, no Rio de JaneiroData: domingo, 2 de dezembroÁrbitro: Rafael Traci (PR)Assistentes: Ivan Carlos Bohn (PR) e Rafael Trombeta (PR)Cartões amarelos: Gum, Everaldo, Marcos Júnior (FLU)GOL: Richard, aos 40min do 1ºT

CBF remarca partida entre Atlético e Botafogo para sábado, dia 30

 A regra de que a última rodada do Campeonato Brasileiro é disputada com os 10 jogos simultâneos já não existe mais. A CBF modificou duas partidas da 38ª rodada do Campeonato Brasileiro 2018. Uma delas é o embate Atlético x Botafogo. Inicialmente marcado para domingo (2), às 17h, o jogo do Independência será realizado no sábado, às 19h. A modificação da CBF se deve a um erro de planejamento da montagem da tabela. Isso porque foi marcado para esta rodada derradeira jogos de Flamengo e Fluminense como mandantes. Ambos dividem o Maracanã e querem usar o estádio para receber América e Atlético-PR, respectivamente. A escolha foi pra antecipar o jogo do Fla diante do Furacão para sábado, 19h. Como o Atlético-PR tem uma disputa direta pelo Atlético pela sexta colocação do Campeonato Brasileiro – a última posição que garante vaga na Libertadores, então os xarás precisam jogar no mesmo dia e horário. A mudança gerou revolta em alguns atleticanos no Twitter, reclamando do jogo antecipado. O Atlético vende ingressos para a despedida de 2018 há dias, e mais de 20 mil torcedores garantiram presença no jogo. Agora, com a modificação de datas, haverá pessoas incapacitadas de comparecer no Horto, sábado. O Galo precisa vencer o Botafogo para não depeder do resultado do Maracanã e, assim, estar presente novamente na Libertadores.

Mineirão se oferece para sediar final da Libertadores com River e Boca

 Administradores do estádio concordaram em receber a partida gratuitamenteO estádio Mineirão, por meio do consórcio Minas Arena, que administra o local, enviou um ofício à Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) colocando-se à disposição para sediar o segundo jogo da final da Copa Libertadores de 2018, entre River Plate e Boca Juniors, de acordo com informações da ESPN. Na proposta, os administradores do estádio se oferecem para receber a partida gratuitamente e os clubes reembolsariam apenas os custos da operação. O ofício foi recebido pela confederação e será avaliado também pelos clubes. O Mineirão recebeu jogos da Copa das Confederações de 2013, da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016. O recorde de arrecadação de uma partida da Libertadores foi registrado na final de 2013, entre Atlético e Olímpia, com mais de R$ 14 milhões. Adiamento No domingo (25), o presidente da Conmebol, Alejandro Dominguez, anunciou um novo adiamento da final da Copa Libertadores, que seria realizada no Monumental de Nuñez, após um confronto inicial, que estava marcado para o sábado. O dirigente indicou que vai se reunir com os presidentes dos dois clubes para definir uma nova data para a decisão. O encontro não poderá ocorrer antes da reunião do G20 em Buenos Aires, marcado entre os dias 30 de novembro e 1º de dezembro.

América vence e depende das próprias forças para escapar do rebaixamento

O América continua vivo no Campeonato Brasileiro. Na noite deste domingo, o Coelho venceu o jogo decisivo contra o Bahia, por 1 a 0, no Independência, pela 37ª rodada, e manteve as chances matemáticas de escapar do rebaixamento. O gol do salvador triunfo de time de Givanildo Oliveira foi marcado pelo volante Juninho, aos dois minutos do segundo tempo, após boa jogada entre Luan e Rafael Moura. Com o resultado, o América chega a 40 pontos e sobe para a 17ª posição, ainda na zona do rebaixamento. Na rodada final, o Coelho enfrenta o Fluminense, no próximo domingo, às 17h, no Rio de Janeiro, em confronto direto contra o descenso. O time carioca foi derrotado pelo Internacional por 2 a 0 neste domingo e ficou com 42 pontos, na 14ª colocação. Já o bahia, classificado para a Copa Sul-Americana, está no 11º lugar, com 47 pontos. Nesta segunda-feira, o América ainda torce por tropeço do Sport diante do São Paulo, no Morumbi, para depender só de si na última rodada, já que ultrapassaria o Fluminense em caso de vitória no Rio e não precisaria contar com outros resultados. A partida deste domingo também marcou o reencontro de Enderson Moreira com a torcida do América. O atual treinador do Bahia comandou o Coelho de julho de 2016 a junho deste ano. Em 2017, ele levou a equipe mineira no título da Série B do Campeonato Brasileiro.

Cruzeiro perde para o Flamengo, com dois golaços de Everton Ribeiro

 Com direito a canetada em Egídio, finalizações na gaveta e dribles, camisa 7 rubro-negro, que é ídolo da Raposa, foi o grande destaque neste domingo O torcedor do Cruzeiro viveu um domingo nostálgico no Mineirão. Antes do duelo contra o Flamengo, pela 37ª rodada do Campeonato Brasileiro, houve jogo festivo entre os campeões da Tríplice Coroa de 2003 e a equipe de masters da Raposa. Melhor para o time de Alex, Aristizábal, Maldonado, Cris, Maurinho e companhia, que venceu por 2 a 1. Quando a bola rolou para valer, novamente veio à tona um sentimento de saudade. Everton Ribeiro, bicampeão brasileiro pelo clube celeste em 2013 e 2014, literalmente fez chover no Gigante da Pampulha. Ele marcou os dois gols da vitória rubro-negra por 2 a 0. O primeiro, aos 7min da etapa inicial, foi uma verdadeira pintura, com direito a caneta no lateral-esquerdo Egídio e, mesmo com pouco ângulo, finalização precisa na ‘bochecha’ da rede, sem chances para Fábio. No segundo, aos 6min da etapa complementar, o camisa 7 chutou de longe, com muito efeito, e deu números finais ao confronto. Além de balançar a rede, Everton Ribeiro infernizou a defesa cruzeirense com dribles, sofreu faltas e colaborou com assistências para os colegas. O resultado, contudo, não foi suficiente para alimentar o sonho do Flamengo de brigar pelo título nacional até a última rodada. Em São Januário, o Palmeiras venceu o Vasco por 1 a 0, com gol do atacante Deyverson, e garantiu a conquista do 10º Campeonato Brasileiro. O alviverde passou a contabilizar 77 pontos, contra 72 do rubro-negro. Na última rodada, os cariocas pegarão o Atlético-PR, no Rio de Janeiro. Já o Cruzeiro permaneceu na oitava colocação, com 52 pontos, e partirá para a última rodada do Campeonato Brasileiro desfalcado de quatro jogadores, todos em função do terceiro cartão amarelo: Ariel Cabral, Robinho, Fred e Dedé. O duelo contra o Bahia será no próximo domingo, dia 2 de dezembro, às 17h, na Arena Fonte Nova. O jogo Embora o Cruzeiro tenha ficado mais com a bola no primeiro tempo, foi o Flamengo quem criou as melhores oportunidades. Aos 6min, Uribe recebeu de Willian Arão e chutou rasteiro, exigindo boa defesa de Fábio. No minuto seguinte, Everton Ribeiro protagonizou lance espetacular: ele se livrou de Thiago Neves, invadiu a grande área, rolou a bola por entre as pernas de Egídio e chutou por cima do camisa 1 cruzeirense: 1 a 0. Enquanto Everton Ribeiro tinha espaço para driblar, carregar a bola e produzir jogadas, o Cruzeiro enfrentava dificuldades diante da forte marcação rubro-negra. Apenas Fred, usando seu porte físico, procurava fazer o trabalho de pivô. Num desses lances, aos 21min, ele escorou a bola para Robinho, que bateu firme, de pé direito, ao lado da meta do goleiro César. As demais tentativas celestes nos primeiros 45 minutos não assustaram a defesa do Fla. Na etapa final, o Cruzeiro começou melhor e passou tocar a bola no campo de ataque. Entretanto, uma jogada fortuita acabou proporcionando o contra-ataque que originou o gol do Flamengo. Quando Ariel Cabral buscou o toque para Egídio, a bola explodiu na perna do árbitro Jean Pierre Gonçalves Lima e sobrou para o colombiano Cuéllar, que partiu em velocidade com a redonda. Na frente, Everton Ribeiro recebeu o passe, arriscou de fora da área com muita categoria e acertou a bola na gaveta: 2 a 0. Em desvantagem, o auxiliar técnico Sidnei Lobo promoveu as entradas dos atacantes David e Sassá. O Cruzeiro melhorou significativamente e poderia até ter empatado, tamanha foi a superioridade nos 20 minutos finais. Por duas vezes, a zaga do Flamengo tirou a bola em cima da linha: uma com o lateral-direito Pará, aos 31min, em chute de David; e outra com o zagueiro Rhodolfo, logo na sequência, em tentativa de Egídio. O goleiro César ainda brilhou aos 34min, numa bomba de Edilson no meio da rua, e segurou o placar favorável ao rubro-negro. Mas os torcedores do Cruzeiro pouco se importaram com o resultado do jogo. No fim das contas, houve provocação ao Flamengo pelo gol do Palmeiras contra o Vasco e gritos de “hexacampeão” alusivos à conquista da Copa do Brasil de 2018. CRUZEIRO 0X2 FLAMENGO CRUZEIROFábio; Edilson, Dedé, Leo (Manoel, no intervalo) e Egídio; Lucas Romero e Ariel Cabral (Sassá, aos 27min do 2ºT); Robinho, Thiago Neves (David, aos 17min do 2ºT) e Arrascaeta; FredTécnico: Sidnei Lobo FLAMENGOCésar; Pará, Leo Duarte, Rhodolfo e Renê; Cuéllar, Willian Arão, Everton Ribeiro, Diego e Vitinho; Uribe (Lucas Paquetá, aos 22min do 2ºT)Técnico: Dorival Júnior Gols: Everton Ribeiro, aos 7min do 1ºT e aos 6min do 2ºT (FLA) Cartões amarelos: Ariel Cabral, aos 9min, Lucas Romero, aos 14min do 1ºT. Robinho, aos 4min, Fred, aos 21min, Dedé, aos 38min, Edilson, aos 46min do 2ºT (CRU); Uribe, aos 32min, Renê, aos 41min do 1ºT. Cuéllar, aos 21min do 2ºT (FLA) Motivo: 37ª rodada do Campeonato Brasileiro Estádio: Mineirão Data: domingo, 25 de novembro de 2018 Árbitro: Jean Pierre Gonçalves Lima (RS)  

Cruzeiro perde para o Flamengo, com dois golaços de Everton Ribeiro

 Com direito a canetada em Egídio, finalizações na gaveta e dribles, camisa 7 rubro-negro, que é ídolo da Raposa, foi o grande destaque neste domingo O torcedor do Cruzeiro viveu um domingo nostálgico no Mineirão. Antes do duelo contra o Flamengo, pela 37ª rodada do Campeonato Brasileiro, houve jogo festivo entre os campeões da Tríplice Coroa de 2003 e a equipe de masters da Raposa. Melhor para o time de Alex, Aristizábal, Maldonado, Cris, Maurinho e companhia, que venceu por 2 a 1. Quando a bola rolou para valer, novamente veio à tona um sentimento de saudade. Everton Ribeiro, bicampeão brasileiro pelo clube celeste em 2013 e 2014, literalmente fez chover no Gigante da Pampulha. Ele marcou os dois gols da vitória rubro-negra por 2 a 0. O primeiro, aos 7min da etapa inicial, foi uma verdadeira pintura, com direito a caneta no lateral-esquerdo Egídio e, mesmo com pouco ângulo, finalização precisa na ‘bochecha’ da rede, sem chances para Fábio. No segundo, aos 6min da etapa complementar, o camisa 7 chutou de longe, com muito efeito, e deu números finais ao confronto. Além de balançar a rede, Everton Ribeiro infernizou a defesa cruzeirense com dribles, sofreu faltas e colaborou com assistências para os colegas. O resultado, contudo, não foi suficiente para alimentar o sonho do Flamengo de brigar pelo título nacional até a última rodada. Em São Januário, o Palmeiras venceu o Vasco por 1 a 0, com gol do atacante Deyverson, e garantiu a conquista do 10º Campeonato Brasileiro. O alviverde passou a contabilizar 77 pontos, contra 72 do rubro-negro. Na última rodada, os cariocas pegarão o Atlético-PR, no Rio de Janeiro. Já o Cruzeiro permaneceu na oitava colocação, com 52 pontos, e partirá para a última rodada do Campeonato Brasileiro desfalcado de quatro jogadores, todos em função do terceiro cartão amarelo: Ariel Cabral, Robinho, Fred e Dedé. O duelo contra o Bahia será no próximo domingo, dia 2 de dezembro, às 17h, na Arena Fonte Nova. O jogo Embora o Cruzeiro tenha ficado mais com a bola no primeiro tempo, foi o Flamengo quem criou as melhores oportunidades. Aos 6min, Uribe recebeu de Willian Arão e chutou rasteiro, exigindo boa defesa de Fábio. No minuto seguinte, Everton Ribeiro protagonizou lance espetacular: ele se livrou de Thiago Neves, invadiu a grande área, rolou a bola por entre as pernas de Egídio e chutou por cima do camisa 1 cruzeirense: 1 a 0. Enquanto Everton Ribeiro tinha espaço para driblar, carregar a bola e produzir jogadas, o Cruzeiro enfrentava dificuldades diante da forte marcação rubro-negra. Apenas Fred, usando seu porte físico, procurava fazer o trabalho de pivô. Num desses lances, aos 21min, ele escorou a bola para Robinho, que bateu firme, de pé direito, ao lado da meta do goleiro César. As demais tentativas celestes nos primeiros 45 minutos não assustaram a defesa do Fla. Na etapa final, o Cruzeiro começou melhor e passou tocar a bola no campo de ataque. Entretanto, uma jogada fortuita acabou proporcionando o contra-ataque que originou o gol do Flamengo. Quando Ariel Cabral buscou o toque para Egídio, a bola explodiu na perna do árbitro Jean Pierre Gonçalves Lima e sobrou para o colombiano Cuéllar, que partiu em velocidade com a redonda. Na frente, Everton Ribeiro recebeu o passe, arriscou de fora da área com muita categoria e acertou a bola na gaveta: 2 a 0. Em desvantagem, o auxiliar técnico Sidnei Lobo promoveu as entradas dos atacantes David e Sassá. O Cruzeiro melhorou significativamente e poderia até ter empatado, tamanha foi a superioridade nos 20 minutos finais. Por duas vezes, a zaga do Flamengo tirou a bola em cima da linha: uma com o lateral-direito Pará, aos 31min, em chute de David; e outra com o zagueiro Rhodolfo, logo na sequência, em tentativa de Egídio. O goleiro César ainda brilhou aos 34min, numa bomba de Edilson no meio da rua, e segurou o placar favorável ao rubro-negro. Mas os torcedores do Cruzeiro pouco se importaram com o resultado do jogo. No fim das contas, houve provocação ao Flamengo pelo gol do Palmeiras contra o Vasco e gritos de “hexacampeão” alusivos à conquista da Copa do Brasil de 2018. CRUZEIRO 0X2 FLAMENGO CRUZEIROFábio; Edilson, Dedé, Leo (Manoel, no intervalo) e Egídio; Lucas Romero e Ariel Cabral (Sassá, aos 27min do 2ºT); Robinho, Thiago Neves (David, aos 17min do 2ºT) e Arrascaeta; FredTécnico: Sidnei Lobo FLAMENGOCésar; Pará, Leo Duarte, Rhodolfo e Renê; Cuéllar, Willian Arão, Everton Ribeiro, Diego e Vitinho; Uribe (Lucas Paquetá, aos 22min do 2ºT)Técnico: Dorival Júnior Gols: Everton Ribeiro, aos 7min do 1ºT e aos 6min do 2ºT (FLA) Cartões amarelos: Ariel Cabral, aos 9min, Lucas Romero, aos 14min do 1ºT. Robinho, aos 4min, Fred, aos 21min, Dedé, aos 38min, Edilson, aos 46min do 2ºT (CRU); Uribe, aos 32min, Renê, aos 41min do 1ºT. Cuéllar, aos 21min do 2ºT (FLA) Motivo: 37ª rodada do Campeonato Brasileiro Estádio: Mineirão Data: domingo, 25 de novembro de 2018 Árbitro: Jean Pierre Gonçalves Lima (RS)  

Palmeiras bate Vasco e se sagra decacampeão brasileiro

O Palmeiras provou mais uma vez que sabe ser brasileiro na noite deste domingo. No Estádio de São Januário, o time comandado pelo técnico Luiz Felipe Scolari contou com gol do centroavante Deyverson para ganhar do Vasco por 1 a 0 e garantiu o título nacional. Com 77 pontos, o Palmeiras assegura o primeiro lugar do Campeonato ainda na 37ª rodada, já que, a uma do fim, não pode mais ser alcançado pelo Flamengo (72). O Vasco, no 13º lugar, fica com 42 pontos, quatro a mais do que o Sport, primeiro integrante da zona de rebaixamento. Em êxtase, a torcida alviverde canta e vibra pelo decacampeonato, uma vez que o Palmeiras conquistou a Taça Brasil (1960 e 1967), o Torneio Roberto Gomes Pedrosa (1967 e 1969) e Campeonato Brasileiro (1972, 1973, 1993, 1994, 2016 e 2018), todos unificados pela CBF. Pela 38ª e última rodada do Campeonato Brasileiro, às 17 horas (de Brasília) deste domingo, o Palmeiras volta a campo para enfrentar o Vitória, no Allianz Parque. No mesmo horário, o Vasco encerra sua participação contra o Ceará, no Estádio Castelão.